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CURSO DE TERAPIA E
FABRICAÇÃO CONES
HINDUS
Oração de São Francisco de Assis
Senhor, fazei-me instrumento de vossa paz.
Onde houver ódio, que eu leve o amor;
Onde houver ofensa, que eu leve o perdão;
Onde houver discórdia, que eu leve a união;
Onde houver dúvida, que eu leve a fé;
Onde houver erro, que eu leve a verdade;
Onde houver desespero, que eu leve a esperança;
Onde houver tristeza, que eu leve a alegria;
Onde houver trevas, que eu leve a luz.
Ó Mestre, Fazei que eu procure mais
Consolar, que ser consolado;
Compreender, que ser compreendido;
Amar, que ser amado.
Pois é dando que se recebe,
É perdoando que se é perdoado,
E é morrendo que se vive para a vida eterna.
HISTORIA DOS CONES HINDUS
Segundo a lenda durante cerimonias nas aldeias indígenas primitivas
da América do Norte os indígenas queimavam palhas de arroz e as colocam
nos ouvidos. Terminando este processo de limpeza, sentiam um bem-estar
no corpo todo e o cérebro ficava mais lucido, achavam que podiam curar as
doenças e os demônios não os atingiam.
Segundo relatos o uso do Cone Hindu faz parte de uma rica tradição.
Faz parte dos sistemas de limpeza e purificação dos orifícios corporais.
Antigamente só era aplicado pelos mestres e ensinado seu uso e aplicações
por iniciação a um discípulo.
Este segredo do Cone foi passando de geração em geração. Os índios
antigos usavam, para cura de doenças dos ouvidos e para a limpeza dos
espíritos. Mentem o equilíbrio da energia do cérebro, alcançando assim o
equilíbrio da vida.
Os Cones Hindus, conhecidos com vários nomes: Cones Hindus,
Canudos de Hopi, Velas de Ouvido e alguns outros nomes. É uma forma
tradicional de tratamento para a doenças. Hoje em dia é conhecido em
todas as culturas do mundo. É uma das disciplinas oficiais da Alemanha, que
e um país com tecnologia avançada na medicina.
TIPOS DE PURTIFICAÇÃO UTILIZADOS NA CULTURA HINDU
OLHOS – TRATAKA
NARIZ – NETI KRYA
BOCA E SISTEMA ESTOMACAL – BASTI KRYA
INTESTINOS – NAULI KRYA
OUVIDOS – KARNA KRYA/PURANA
PRINCIPIOS DE FUNCIONAMENTO
O princípio de funcionamento do cone hindu para os ouvidos é a
utilização da baixa pressão produzida pela queima (princípio de atração) e
o movimento do fogo. Assim é produzido o movimento doa r, alcançando o
efeito de massagem nos ouvidos, ao mesmo tempo em que se produz uma
sensação de bem-estar nos ouvidos.
O calor produzido pela queima, unido ao processo de eliminação,
deixa os tipos de óleos vegetais naturais que existem no Cone entrar
lentamente nos ouvidos, massageando todo o ouvido.
Além do processo físico que ocorre com o uso do Cone Hindu, ocorre ainda
processos energéticos que harmonizam os elementos do Ar e Água do
sistema auditivo, tranquiliza o Shenem a ativa os meridianos e atinge os
outros órgãos dos sentidos.
ANATOMIA DO OUVIDO DIREITO
ANATOMIA DO OUVIDO ESQUERDO
AS ORELHAS E OS SENTIDOS DE AUDIÇÃO E EQUILIBRIO
PORQUE CONES HINDUS?
Esta Técnica permite a desobstrução de problemas crônicos das vias
respiratórias e auditivas, como rinite, sinusite, deficiências respiratórias,
zumbidos, vertigens, pressão e ruído nos ouvidos, resfriados e gripes,
proporcionando:
➢ Alinhamento do Labirinto
➢ Quelação dos Chakras
➢ Clareza Mental
➢ Desobstrução das vias respiratórias e auditivas
➢ Limpeza física e energética
➢ Direcionamento para a Vida
➢ Entendimento e Compreensão do nosso entorno
➢ Ouvir a voz interior
➢ Fazer a Transmutação Natural das Energias.
ATENDIMENTO AO PACIENTE
Regule a claridade da sala, até que fique aconchegante. Mantenha a
sala silenciosa e evite as correntes de ar, combinando com a música
suave. Materiais Necessários:
- Um par de Cones Hindus
- Um isqueiro;
- Um copo de água;
- Cotonetes;
- Óleo de Rícino, Gergelim ou Óleo para massagem. A escolha dos
óleos para massagem varia de acordo com a necessidade do cliente.
➢ Primeiro: Você vai receber o paciente, interagir e sentir as
dificuldades maiores que este paciente apresenta e o que fez com
que ele viesse até você para buscar ajuda.
➢ Segundo: explique que o tratamento com os cones hindus tem mais
de três mil anos de maneira que não precisamos provar nada sobre a
eficiência da técnica.
➢ Terceiro: encaminhe o paciente para a maca, deite de lado, peça que
respire fundo e acalme o ser. Mostre o cone de limpeza das vias
auditivas, comente como que é feito os cones.
➢ Quarto: Agora vamos iniciar o tratamento: faça sua conexão com o
universo e peça que você seja o canal de tratamento de Cura deste
ser (diga o nome completo do paciente), canalizando energia de
saúde, amor e prosperidade.
➢ Quinto: Coloque a ponta menor do Cone Hindu e introduza
lentamente no ouvido do cliente, de forma que fique bem ajustado
na cavidade auricular. Acenda o cone e aplique no ouvido, coloque a
sua intenção de retirar todas as energias negativas deste ser,
retirando todos os entulhos energéticos e limpando os sete corpos
áuricos e seus chakras principais.
➢ Sexta: Durante a aplicação converse com o paciente, peça que ele
coloque na chama para queimar os problemas que estão lhe
incomodando, físicos ou espirituais, que ele mentalize e queime
todas as angustias e dificuldades de sua vida, fazendo uma
transmutação destas energias negativas no fogo. Peça também que
force a respiração proporcionando mais oxigênio para o cérebro.
➢ Sétimo: Quando o cone começar a esquentar muito a sua mão
(normalmente pela metade) retire do ouvido e apague numa tigela
de agua que deve estar pronta ao seu alcance.
➢ Oitava: Depois limpe a borda do orifício auditivo com um cotonete
de modo a retirar qualquer resíduo de cera que tenha ficado. Faça o
mesmo processo no outro ouvido.
➢ Nona: Após a limpeza com o cotonete, coloque um pequeno
chumaço de algodão limpo em cada orifício auditivo e mantenha por
algumas horas
➢ Décima: O tempo de queima de cada cone dura aproximadamente
10 a 12 minutos. Utilize um par de cones para cada tratamento, mas
se houver/sentir necessidade poderá ser utilizado mais um cone.
➢ Décima primeira: Agora peça ao paciente que sente na maca e traga
a tigela com o cone para perto e desenrole o cone mostrando o que
foi retirado do paciente.
RESUMO DA TÉCNICA PARA ATENDIMENTO AO CLIENTE
➢ Prepare o ambiente;
➢ Prepare o paciente com massagens, conversa, musica, iluminação,
como preferir;
➢ Coloque o paciente deitado de lado bem confortavelmente;
➢ Explique o processo;
➢ Coloque um protetor (se achar necessário).
➢ Acenda o cone em sua área maior;
➢ Comece a aplicação no homem pelo ouvido direito e na mulher pelo
esquerdo;
➢ A medida que o cone queima observe se a fuga de fumaça pela parte
mais fina;
➢ Coloque a parte menor bem ajustada no canal auditivo sem forçar
apenas encaixe. Caso a parte mais fina não se ajuste corretamente
no ouvido, a ponta pode ser cortada para ajuste;
➢ Se houver fuga de fumaça, ajuste com movimentos suaves e
rotatórios até que cesse a fumaça;
➢ Uma das mãos apoia o paciente;
➢ Espere o cone queimar até quase a metade
➢ Tire e apague;
➢ Limpe o canal com um cotonete;
➢ Aplique uma gota de óleo de rícino e tampe com algodão (espere
alguns segundos para aplicar o óleo, caso necessite);
➢ Repita a operação no outro ouvido;
➢ Remova o algodão após 2 horas (vento e frio são prejudiciais após a
aplicação)
COMO FUNCIONA O TRATAMENTO
Ao acender e colocar o cone no ouvido do paciente, você iniciou um
processo de limpeza e desobstrução das vias auditivas e respiratórias
contribuindo para melhorar a audição.
Com esse processo há a Retirada da água e umidade. O formato do cone
permite que ao ser aquecido forme uma “chaminé” que retira a umidade
dos canais, da mesma forma que a chaminé de um fogão a lenha seca o
ambiente.
O Processo curativo com a própolis também pode ser comentada, se
for utilizado na confecção, pois os cones podem ser feitos somente com
parafina como falaremos melhor na confecção. Agregado a cera de abelha
vaporiza com o calor da chama e devido a diferença de pressão entre as
extremidades do cone faz um caminho inverso penetrando fundo em todas
as vias auditivas e respiratórias.
Na medicina chinesa o elemento água está relacionado com o
sentimento do medo, então ao secar a água acumulada nos ouvidos do
paciente, estamos removendo um dos maiores componentes psicológicos
da depressão, ajudando poderosamente de todos os estados depressivos
profundos. Provocando a Superação dos Estados Depressivos.
O Tratamento de cones nos dois ouvidos, fazem uma limpeza nos dois
hemisférios, no lado esquerdo que é responsável pela lógica, racionalidade,
números e matemática e o lado direto é responsável pelas emoções, artes
e imaginação. O que propicia uma melhora substancial do equilíbrio,
diminuindo sensivelmente a vertigem. Esta liberação dos dois hemisférios
do cérebro, propicia uma potencialização do discernimento. Este paciente
ficará mais capacitado a entender seu mundo, a compreender as inter-
relações entre as pessoas, as atitudes, as causas e efeitos do seu meio,
encontrando as soluções mais eficientes. Potencialização do Discernimento
❖ HEMISFÉRIO ESQUERDO “RACIONAL”
Tem como características funções relacionadas ao raciocínio abstrato
e envolvem fatores analíticos, matemáticos, distinções articulatórias,
críticas, arranjo de tempo, informações sequenciais, compreensão
linguística…
❖ HEMISFÉRIO DIREITO “INTUITIVO”
Tende a ser não linguístico, tendo como características principais os
fatores emocionais e os receptores dos estímulos internos e
externos. São predominantes para funções artísticas, percepção,
noção espacial, expressões emocionais…
A pineal é uma pequena glândula em tamanho, mas de enorme
importância, tanto que é chamada a “Casa de Deus” e está inserida num
triângulo energético formado pela pineal, e os dois ouvidos. Para que este
triângulo energético funcione os lados dele devem estar desobstruídos, e
este paciente chegou com uma porção de energia negativa fixada na base
do triangulo entre os dois ouvidos.
Este triângulo energético, agora limpo, está ligado ao terceiro olho
(sexto chakra), que também é o caminho de ligação com a espiritualidade,
com a energia divina e universal. Então, conseguimos reconectar este ser a
espiritualidade, permitindo que ele encontre o equilíbrio, físico, emocional
e espiritual, e por consequência a saúde, o amor e a prosperidade.
Este movimento de energização positiva é distribuído a todos os
chakras através da coluna e realinha os chakras, causando o realinhamento
dos chakras.
EFEITOS DA TERAPIA COM CONES HINDUS
➢ Alergias respiratórias.
➢ Alinhamento dos Chakras.
➢ Ansiedade, estresse, nervosismo.
➢ Dores de cabeça e enxaquecas.
➢ Eliminação de energia intrusa.
➢ Estados de gripais.
➢ Excesso de cerúmen.
➢ Excesso de energia em pontos específicos.
➢ Excesso de mucosidade (ouvido, nariz e garganta).
➢ Falta de centralização energética, física e espiritual.
➢ Insônia.
➢ Labirintopatia.
➢ Otalgias.
➢ Perda de audição por bloqueio de secreções.
➢ Redução olfativa.
Síndrome de Meniére.
➢ Sinusite aguda ou crônica.
➢ Tensão nervosa.
➢ Tonturas sem causas definidas.
➢ Zumbidos e vertigens.
BENEFÍCIOS TERAPÊUTICOS DO CONE HINDU
➢ Acalma o sistema nervoso.
➢ Ativa a circulação nos ouvidos.
➢ Aumento da atenção, da percepção e da intuição.
➢ Auxilia no redirecionamento da vida.
➢ Cessa os sintomas físicos causados pelos desequilíbrios energéticos.
➢ Desintoxica os sinus.
➢ Desobstrui o ouvido, nariz e garganta.
➢ Desobstrui o sistema linfático.
➢ Eleva o padrão vibratório.
➢ Estimula o SNC proporcionando clareza na audição e na visão,
melhorando o paladar e o olfato.
➢ Facilita o desenvolvimento mediúnico.
➢ Fortalece o sistema imunológico.
➢ Realinha os chakras.
➢ Promove a centralização energética, emocional e espiritual.
➢ Purifica a energia.
➢ Traz clareza aos pensamentos.
➢
CONTRAINDICAÇÕES
➢ Processos cirúrgicos recentes, cisto nos ouvidos, mastoidite,
corrimentos, osteosclerose, perda de audição congênita, tumores no
ouvido.
➢ Para quem passou por cirurgia recente na região dos ouvidos, se está
com tumor nas vias aéreas ou fez limpeza com otorrinolaringologista
nos últimos 15 dias.
➢ Também contra indicado para quem tem tímpano rompido (furado).
TRATAMENTO ENERGÉTICO
Sabemos que a Medicina Chinesa procura harmonizar todos os
elementos que nos compõem. Essa relação e intercâmbio entre os cinco
elementos que as técnicas orientais priorizam e cuidar, é que nos
promovem a saúde e o bem estar.
Esses cinco elementos, que são madeira, fogo, terra, metal e água,
fazem parte de nossa constituição e de nosso sistema energético, e com
todos esses elementos podemos ter contato.
É mais comum o contato do nosso corpo e da nossa aura com a água,
com a terra, com o metal, com a madeira, mas com o fogo é diferente.
Tememos o fogo, e sempre ficamos longe o bastante para nos proteger.
A queima do Cone Hindu perto do nosso corpo vem trazer o
elemento fogo para dentro de nossa aura. A chama do cone tem a
capacidade de alcançar registros em nosso corpo físico e no nosso campo
energético. A chama através da queima da cera de abelha pode neutralizar
esses registros negativos.
No corpo físico estão registrados as nossas somatizações de doenças
e no nosso campo energético (aura) estão somatizadas as energias e
pensamentos do inconsciente coletivo.
A queima do cone é muito eficaz no nosso campo energético, pois
retira energias que não são nossas, fazendo a limpeza do nosso campo
áurico.
Na nossa aura estão registradas nossas dores físicas, nosso campo
emocional, campo mental e o campo sensitivo, portanto a terapia com o
Cone Hindu pode reverter estes registros, auxiliando desta forma para a
melhora dos sintomas.
Isto é muito bom, pois possibilita a transmutação destes campos
energéticos, emocionais e mentais que ai estão registrados.
Assim fica explicada e justificada a sensação boa de alívio que se
sente após a aplicação do Cone Hindu.
OS CHAKRAS
INTRODUÇÃO: A ANATOMIA SUTIL DO CORPO HUMANO
A medicina ocidental, baseada em um paradigma conceptual
materialista, estuda o organismo humano à maneira de um mecanismo
material sujeito a leis fixas, de acordo com as leis tradicionais da física.
Assim, o funcionamento dos órgãos, as doenças, o desenvolvimento
harmonioso dos sistemas corporais, tudo isto é considerado como se fosse
válvulas, molas e engrenagens.
Esta abordagem traz consigo méritos inestimáveis, como os avanços
no campo da compreensão da estrutura eletromagnética da nossa rede
nervosa, nos mecanismos atômicos que determinam nossa biologia
molecular, na decomposição analítica dos elementos químicos presentes
nas células, tecidos e órgãos do corpo humano. Entretanto, ela descuida de
aspectos energéticos mais sutis, já sugeridos e tratados com minúcia pela
tradição filosófica e terapêutica oriental, e, na maioria dos casos, passíveis
de confirmação pelos recursos descortinados pelas grandes descobertas da
própria ciência do século XX, sobretudo no campo da Física.
Uma das questões não consideradas pela visão materialista da
medicina é precisamente, a dos corpos energéticos sutis. As diversas
correntes espiritualistas, do ocidente e do oriente, já os mencionavam em
seus tratados, muitos dos quais restritos ao pequeno círculo dos discípulos.
Isto era necessário em função da pouca compreensão dos
contemporâneos, e principalmente, pelo risco de utilização inadequada ou
mesmo nociva destes conhecimentos por parte de pessoas
malintencionadas.
OS SETE CORPOS SUTIS DO SER HUMANO.
De acordo com a Filosofia Holística, o corpo físico do homem não é a única
e derradeira realidade na qual ele existe e atua. Ao contrário, é um
importante elo de uma cadeia, a qual possui outros elementos, a se
articular numa unidade muito mais vasta e profunda, da qual só uma
pequena parte é imediatamente perceptível, como a ponta de um iceberg.
Há certas divergências doutrinárias, no tocante à determinação de
quantos e quais são os corpos energéticos do homem, quanto a sua
estrutura e seus elementos principais. Estas divergências, no entanto, não
são graves para o aproveitamento terapêutico deste conhecimento, uma
vez que a zona de consenso existente já serve de guia seguro para o
tratamento energético a partir destes corpos. Assim, nos limites da atuação
cromoterápica, por exemplo, são importantes, em um primeiro momento,
os conceitos de Chakras, Nadis e Meridianos.
CHAKRAS, NADIS E MERIDIANOS.
A estrutura energética do ser humano pode ser comparada, para efeitos de
compreensão didática, a uma cebola: ela possui várias camadas ou
dimensões, das quais o organismo físico é apenas a parte exterior, como a
casca da cebola.
Cada uma destas camadas possui características próprias,
decorrentes do meio no qual ela se manifesta, e do tipo de matéria ou
energia da qual é originada. Entretanto, possui uma série de elementos em
comum com todos os demais campos de energia, o que explica o
relacionamento profundo entre eles.
O principal elemento em comum entre estes complexos energéticos
são os mecanismos de comunicação existentes entre eles, os quais são de
três tipos fundamentais. O primeiro deles é o sistema de chakras, os quais
são interfaces energéticas pelas quais o sujeito interioriza energias do
entorno ambiental, distribuindo-a a diferentes partes do corpo segundo
regras fixas, e pelo qual também exterioriza os residuais a serem eliminados
ou devolvidos á natureza.
O segundo componente deste complexo é o conjunto de Nadis, os
quais são canais de comunicação entre os chakras, nos quais a energia
recebida por um é transmitida aos demais, tarefa importantíssima, uma vez
que cada chakra possui uma ressonância específica a uma certa gama de
energia, devendo, para fins de harmonização do organismo, transmiti-la aos
demais chakras, bem como receber destes aquelas faixas vibratórias ás
quais não é imediatamente receptivo.
Por fim, existem os meridianos, grandes linhas compostas de pontos
energéticos, através dos quais circula a energia interiorizada pelos chakras
e transmitida pelos nadis, alcançando todos os campos eletromagnéticos
das células, órgãos e tecidos do corpo físico.
Diversas práticas terapêuticas foram desenvolvidas com base no
conhecimento destas três estruturas principais. Cada uma delas dirige seu
foco a uma delas, conforme os fins a que se destina. Assim, a Acupuntura,
por exemplo, atua diretamente sobre os meridianos, pois seu objetivo é
normalizar a circulação energética entre as diversas partes do corpo, e
restaurar o fluxo de energia onde esteja obstado. A cromoterapia, em
contrapartida, visa essencialmente a alimentação da estrutura energética,
com aquelas faixas energéticas que se verifique diminuídas ou ausentes, ou
que se mostrem necessárias diante de um quadro sintomático específico,
motivo pelo qual atua essencialmente nos chakras. Por isto, se fará uma
descrição dos principais aspectos relativo a eles, nos itens a seguir.
OS CHAKRAS
DEFINIÇÃO DE CHAKRA
Chakra é uma palavra derivada do idioma sânscrito, e significa roda
ou círculo. Ele constitui um vórtice energético, uma espécie de canal,
através do qual a energia sutil do ambiente – chamada de prana pelos
hindus, de chi pelos chineses e de ki pelos japoneses – é absorvida pelo
campo energético do homem, como também é por ele dispersada ou
eliminada quando excessiva ou nociva.
QUANTOS SÃO OS CHAKRAS
O número de chakras é questão que tem dividido os estudiosos do assunto,
em todas as eras. Primeiro pelo fato de que, a rigor, não somente os
grandes vórtices de energia podem ser considerados como chakaras;
existem centros de força menores que servem de apoio aos grandes
chakras, mas que também possuem funções próprias. E ainda por cima, há
uma infinidade de micro-centros de energia, de amplitude diminuta, quase
que celular, a efetuarem trocas energéticas auxiliares; dizem que na palma
da mão, por exemplo, existem milhares de microchakras, que atuam em
sincronia com o grande chakra que atua no centro da palma. Logo, mais
importante do que resolver esta questão teórica, que pode esperar o
avanço dos recursos de investigação e análise, é determinar quais são os
chakras mais importantes para a prática terapêutica que se quer
desempenhar, no nosso caso a cromoterapia.
CRITÉRIO PARA A DEFINIÇÃO DOS CHAKRAS PRINCIPAIS
Como o nosso objetivo é solucionar processos de desarmonia energética a
nível fisiológico-orgânico, os quais repercutem em grandes unidades como
os órgãos e os sistemas, é preciso fazer uma seleção dos chakras principais.
A este respeito, a tradição assinala sete chakras, dispostos numa linha
vertical desde o alto da cabeça até a base da coluna vertebral. O grande
elemento em comum entre eles é o fato de estarem relacionados com o
sistema endócrino do corpo humano, cada um em articulação com uma
glândula produtora de hormônios ou com órgãos ou vísceras que sofram o
impacto de processos hormonais. Há também chakras sobre certos plexos
nervosos, os quais, pela importância no equilíbrio nervoso e fisiológico do
corpo huamano, também servem de interface com os planos energéticos
mais sutis.
CARACTERÍSTICAS GERAIS DOS CHAKRAS
➢ ROTAÇÃO
Por se tratarem de vórtices de energia, os chakras estão em
incessante dinamismo, caracterizado por um movimento rotatório em
torno de seu centro ou núcleo, salvo em situações de bloqueio ou
desarmonia, nas quais ele se encontra parado ou apenas pulsando
irregularmente. A direção deste rodopiar não é aleatório: é o sentido
horário, que é o da rotação da terra e de todos os fenômenos físicos que se
sucedem espontaneamente em nosso planeta, como o escorrer da água no
ralo da pia doméstica.
➢ EXISTÊNCIA DE PÉTALAS
Os chakras não são rodas inteiriças, como um prato ou pires, mas são
compostos de partes, dada a sua função de captar e transmitir energia. Ele
possui estrutura helicoidal,ou seja, compõe-se de vórtices ou pétalas, em
número variável, conforme a natureza do chakra, seu tamanho e
localização.
➢ COR FUNDAMENTAL
Cada chakra possui uma cor fundamental ao qual está associado, que
é aquela da energia que ele capta preferencialmente. Isto não significa que
aquela seja a cor do chakra, pois todos eles oscilam vertiginosamente entre
todos os tons da escala cromática, em frações de segundo até.
Esta cor indicará a frequencia específica de energia que ele receberá,
em situações de harmonia, e a qual ele deverá voltar a sintonizar, no
processo terapêutico.
O cromoterapeuta deverá observar com atenção a relação cromática
entre os diversos chakras, a gradação entre eles, e a função de cada uma
das cores no processo de harmonia energética do homem. Como indicação
para isto, considere-se a escala cromática dos chakras principaos como uma
espécie de arco-íris invertido: assim, o chakra do alto da cabeça é violeta, o
da testa é índigo, e assim por diante, até o vermelho do chakra da base da
coluna.
➢ FUNÇÃO FISIOLÓGICA E DISFUNÇÕES CORRELATAS
Para cada chakra existe uma função fisiológica correlata, com a qual
ele contribui energeticamente, e cuja disfunção é, ou por ele provocada –
pela obstrução energética – ou nele refletida (como um traumatismo, vício
ou influência ambiental nociva).
➢ FUNÇAO PSICOLÓGICA E DISFUNÇÕES CORRELATAS
Conforme acontece com a fisiologia, a dimensão psicológica do
homem também está associada com o sistema de chakras. Cada um deles
tem papel no adequado funcionamento de uma instância psíquica, inda que
todas seja reguladas primordialmente pelo cérebro físico. Assim, um deles
focalizará o pensamento, outro a vontade, outro a intuição espiritual, outro
a comunicabilidade, e assim por diante.
➢ FUNÇÃO PARAPSICOLÓGICA E DISFUNÇÕES CORRELATAS
Para complementar o trielo, as capacidade parapsicológicas do
homem, que não são sobrenaturais como se pensa vulgarmente, mas
apenas excepcionais, também são influenciadas decisivamente por chakras
específicos. Assim, a clariviência, a clariaudiência, a intuição abstrata, o
magnetismo curador possuem fundamento no hiperdesenvolvimento de
especificos centro de força.
➢ A IDÉIA DIRETORA
"Há uma força maior que a de todos os exércitos: uma idéia cujo
tempo tenha chegado." Esta bela asserção do grande poeta francês Victor
Hugo revela o imenso potencial transformador da idéia, bem como seu
inegável aspecto causal. Esta verdade se aplica com maior amplitude ainda
ao homem, primeiro ser na escala biológica com a capacidade de conceber
idéias, na plena acepção da palavra. Para cada elemento da vida humana,
há uma idéia diretora, que subordina o fluxo aparentemente caótico das
vivências e dos fenômenos.
Este elemento ideal ou causal também repercute nos processos e
sistemas energéticos estudados. Para cada um dos chakras fundamentais,
uma Idéia fundamental como Verdade, Justiça, Amor se mostrará como
tema fundamental; e os indivíduos nos quais estes chakras sejam os mais
ativos denotarão estas idéias em sua manifestação qualitativa positiva; e
aqueles nos quais tais chakras se mostrem inertes ou saturados
negativamente, se verificará a ausência de comportamentos consentâneos
com cada uma destas Idéias.
➢ O ARQUÉTIPO FUNDAMENTAL
O elemento-idéia, acima mencionado, não incide apenas no plano da
fisiologia energética sutil. Ele também entrará em processos psíquicos no
indivíduo e na coletividade, primeiro sob forma inconsciente, e só aos
poucos evoluindo até chegar à plena luz. Isto é elucidado consistentemente
na Psicologia Analítica desenvolvida por Carl Gustav Jung. Para ele, cada
uma destas idéias está relacionada a um arquétipo do Inconsciente
Coletivo, fonte de experiências psíquicas fundamentais, como os sonhos, e
mesmo de acontecimentos concretos na vida humana, como a escolha dos
parceiros, a vocação profissional, a atitude perante a vida e as
consequencias desta decorrentes. Assim, ao se indicar a idéia fundamental
de cada chakra, se apontará o arquétipo com ele relacionado.
OS CHAKRAS EM ESPÉCIE
O CORONÁRIO
O chakra coronário se situa no alto da cabeça (coronário significa
exatamente isto: relativo à coroa). Ele é chamado, desde a antiguidade, de
lótus de mil pétalas, expressão que se considerava metafórica, mas que
depois se confirmou praticamente exata, uma vez que descobriram-se-lhe
960 pétalas. E o mais interessante, é que, em seu núcleo, foi descoberto um
chacra menor, de 12 pétalas, que só se desenvolve plenamente quando a
pessoa atinge considerável grau de espiritualidade. A cor fundamental
associada ao coronário é o violeta. Esta é a razão pela qual algumas
doutrinas esotéricas da chamada Nova Era recomendam a famosa
"meditação sobre a chama violeta", mas de maneira algo distorcida, como
se a simples visualização substituísse o trabalho interior de
aperfeiçoamento, do qual a luminosidade do chacra se expandirá, como
reflexo. A este respeito, lembre-se à famosa observação de Carl Gustav
Jung: "ninguém se ilumina imaginando figuras de luz, mas tornando a
escuridão consciente".
O chacra da coroa está ligado à glândula pineal, importante no
equilíbrio psico-fisiológico do corpo humano, mas cuja atividade completa
ainda constitui um mistério para a ciência. O grande filósofo René Descartas
já havia sugerido, há quatrocentos anos, que ela seria a ligação entre o
corpo e a alma. O tempo mostrou que ele estava praticamente correto. Em
verdade, todo o corpo físico possui canais de ligação com a realidade
interior psicobioenergética do ser humano.
Entretanto, o chacra coronário efetua justamente a ligação com
aquilo que os estudiosos denominam de "Eu Superior", o núcleo
consciencial subjacente à forma transitória da personalidade ou ego.
Psiquicamente, este centro de força se relaciona com a
espiritualidade, a atitude geral do homem para com a vida, sua ligação com
o sagrado, e com a intuição superior. Já no tocante ao aspecto
parapsicológico, ele está articulado com as chamadas experiências
numinosas, nas quais a sensação de individualidade se amortece, crescendo
a compreensão da unidade profunda com o cosmo universal, fenômeno
que Freud denominou de sensação oceânica. Este é o motivo pelo qual os
padres, inconscientemente, realizavam a tonsura, isto é, a raspagem do alto
do couro cabeludo, forma de retirar todos os entraves ao pleno
funcionamento deste chacra.
A desarmonia no chacra coronário pode acarretar ineficência no
funcionamento das partes mais avançadas do sistema nervoso central,
sobretudo do cérebro, acarretando efeitos como a perda de memória,
desequilíbrio psíquico, insegurança emocional e mesmo sintomas físicos
como tontura.
O AJNA
O Ajna é o chacra situado no entrecelho, ou seja, entre as duas
sombrancelhas. O fato de ele ser conhecido pelo seu nome oriental mostra
a sua importância, bem como sinaliza para a ênfase que tem sido dada a ele
no quesito da busca espiritual.
No tocante ao número de pétalas, ele possui 96, ou seja, dez vezes
menos que o coronário.
Semelhantemente a este, possui duas subdivisões, com a ressalva de
que ambas possuem 48 pétalas cada uma.
Sua cor fundamental é o azul índigo, intermediário entre o violeta
puro e o azul claro brilhante. Não obstante, a sua tonalidade varia em
conformidade com o estado momentâneo do indivíduo, e principalmente,
de acordo com seu grau de amadurecimeno espiritual.
Ele está relacionamento com o funcionamento neurológico em
sentido estrito, atuando na integração dos dois hemisférios cerebrais, e
ainda, com a glândula hipofisiária, responsável pelo controle de todo o
sistema endocrínico do organismo. Assim, afecções verificadas em outras
glândulas podem, muitas vezes, terem sua origem em uma repercussão
secundária de uma desarmonia neste chacra e nesta glândula.
No campo psíquico, este chacra rege o pensamento, o aspecto
intelectual propriamente dito, a capacidade cognitiva do indivíduo, razão
pela qual ele tende a se desenvolver com a evolução intelectual da pessoa.
Ele é o centro da mente abstrata, e também, da vontade ou função diretora
da psique.
Ao nível meta-psíquico, por sua vez, o Ajna é o responsável pelo
desenvolvimento do fenômeno da clarividência. Esta é a razão pela qual ele
é denominado de terceiro olho, e isto explica o motivo por que os místicos
costumam colocar cristais colados sobre esta região, e ainda, de rasparem
as sombrancelhas no local em que elas se encontram.
A disfunção no Ajna é responsável, como fora dito, por uma série de
distúrbios endócrinos, sobretudo na mulher. Também está relacionado com
problemas de visão, e incluvise, com algumas espécies de câncer.
LARÍNGEO
O vórtice laríngeo, situado pouco abaixo do centro do pescoço, serve de elo
de ligação entre os dois chacras da cabeça e os quatro chacras principais do
tronco (tórax e abdômen). Mas, ao contrário do que possa parecer, sua
função não é secundária ou meramente de ligação. Ele cuida de uma série
de processos importantes na vida prática do homem, e, embora a larínge
não seja uma glândula, este chacra merece esta designação por guardar
especial relação com o aparelho fonador.
A cor ressonante deste chacra é o azul, uma das três cores
fundamentais do espectro visível. Ele possui dezesseis pételas, seis vezes
menos que o Ajna, o que não significa menor importância no equilíbrio
energético, sendo particularidade decorrente da natureza das energias cuja
captação é de sua responsabilidade. No entanto, esta diferença entre os
chacras mostra uma lição da vida: devemos primeiro
contemplar(coronário), refletir(Ajna) e só depois falar(coronário).
O chacra laríngeo se relaciona com todo o complexo endocrinológico
da região, ou seja, com a tireóide e com as paratireóides. Além disto, se
relaciona com a traquéia, a prórpia laringe e com o sistema linfático, tendo
repercussão até no sistema sexual.
Sua função psíquica não é simplesmente a de falar, como poderia
parecer a um primeiro olhar, mas a de comunicar. Porém, não há
comunicação se não há receptividade e abertura para o outro, ou seja, se
não há escuta. Não por acaso, o sistema fonador está imensamente
articulado com o auditivo, o que se comprova pela especialidade médica da
otorrinolaringologia.
Isto se comprova, inclusive, no campo das funções parapsicológicas.
O chacra laríngeo é responsável pela clariaudiência, ou seja, pela audição
de sons e vozes de domínios extrafísicos (etéricos, astrais, manásicos).
Este chacra, naturalmente, está implicado nas patologias de toda a
região laringotraqueal, como bócio, inflamações na garganta e até perda de
voz. Indiretamente, também se relaciona com a esterilidade.
CARDÍACO
O chacra cardíaco está situado no centro do tórax, entre os dois mamilos e
à altura destes.
Está ligado primordialmente não a uma glândula, mas a um órgão sui
generis, o coração, o qual possui um grande tecido muscular, mas não se
restringe a ele, pois possui um imenso conjunto de terminais nervosos. Em
todo caso, possui relação com o ritmo fundamental da vida, tanto pela
pulsação do coração, quanto pela respiração dos pulmões, que também lhe
estão associados.
A cor fundamental do chacra cardíaco é o verde. Trata-se de uma cor
derivada, entre o amarelo básico do chacra gástrico solar, e o azul do
laríngeo. Isto talvez se relacione com a função de equilíbrio deste chacra,
que deve reger o movimento de interiorização e exteriorização
sentimentais, servindo de ponte entre a consciência exterior e á
comunicação com o mundo (chacras superiores e laríngeo) e o instinto
inconsciente e a vida animal e vegetativa (chacra gástrico e seguintes).
O chacra cardíaco possui doze pétalas, o que mostra a tendência de
o número de pétalas irem diminuindo à medida que se aproxima do chacra
da base. Isto também parece sugerir que escutemos mais (laríngeo) antes
de efetuarmos julgamentos ou decisões (emoções ou sentimentos).
No campo fisiológico, ele rege o funcionamento cárdio-pulmonar,
cujo oscilar ininterrupto perdura por toda a vida.
Já no que se refere ao nível psíquico, este chacra rege as emoções
superiores, ou seja, aquelas que decorrem justamente da reflexãão
conscienciosa e de uma atitude livremente escolhida perante a vida. Para
utilizar de uma distinção clássica na psicologia, ele cuida mais das emoções
que dos sentimentos. É claro que o sistema cardio-respiratório também é
responsável pela preparação do corpo diante de situações de perigo, de
emoções inesperadas e arroubos que exigem rápida resposta. Porém,
justamente a eventualidade destas situações mostra que sua tônica deve
ser o sentimento harmonioso e equilibrado.
Quanto ao âmbito parapsíquico, o chacra cardíaco é responsável
pelas efusões de amor puro e desinteressado, de imenso potencial curativo
e regenerador, como também da capacidade de percepção da atmosfera
emocional de um ambiente.
PLEXO SOLAR
O chacra do plexo solar está situado entre as costelas, na reentrância em
cujo nxaice repousa o diafragma. Até a medicina ortodoxa utiliza esta
denominação ao referir-se a esta região do corpo, o que se explica
justamente pela cor amarelada deste chacra, cuja intensa luminosidade faz
lembrar um pequeno disco solar, como se uma pequena versão do astro-
rei fizesse morada nesta parte do corpo.
Este chacra possui igual número de pétalas ao do cardíaco. Isto revela
algo que é mais do que uma analogia: é uma inter-relação profunda. Do
mesmo modo que o verde se origina do amarelo, e o psiquismo se irradia a
partir do fisiologismo, as emoções superiores se desenvolvem a partir das
reações instintivas.
Fisiologicamente, este chacra atua sobre todo o sistema digestivo,
repercutindo até em glândulas como o fígado, o pâncreas – embora estes
também possuam chacras próprios.
Na esfera mental, este centro de força impulsiona as manifestações
do instinto, as emoções violentas e passionais, as reações de defesa e
ataque, ainda a caminho da plena lucidez da consciência. Mais uma vez, a
natureza nos sugerir ponderar com parcimônia (coração) antes de agir
concretamente (plexo solar). E isto explica por que a efusão do amor
crístico, em homens como Gandhi, levaram justamente a uma conduta de
não-violência: neles, o chacra cardíaco transmutou em emoções positivas
os impulsos violentos do plexo solar. E é o próprio Gandhi quem diz:
"Quando um homem atinge a plenitude do amor(cardíaco), é capaz de
neutralizar o ódio(solar) de milhões" (parênteses meus).
Por estar relacionado com a ação instintiva, este chacra está
relacionado, ao nível parapsicológico, com a chamada "ira dos justos", com
as situações nas quais o ser humano, movido por justa indignação, toma
atitudes inamovíveis e combate as injustiças com o mais fervoroso ardor,
ainda que de modo não violento. Cite-se as atitudes de Jesus, Gandhi e
outros.
Pela mesma razão, talvez esteja relacionado com os ímpetos bravios
de vingança.
As disfunções no vórtice solar podem se manifestar como doenças
digestivas, diabetes, problemas do diafragma, e outras afeções abdominais.
UMBILICAL
O chacra umbilical, como o próprio nome indica, está situado nas
proximidades do umbigo, mais exatamente dois dedos acima (ou abaixo,
segundo algumas fontes). Sua tonalidde fundamental é o laranja, situando-
o justamente em posição intermediária entre o chacra solar acima
estudado, e o chacra básico.
Este chacra possui oito pétalas. Isto se explica pelo fato de ele estar
relacionado a energias de natureza telúrica, com padrão vibratório de
menor frequência e maior amplitude. Ele é o chacra diretamente envolvido
com o sistema intestinal, responsável tanto pela assimilação dos nutrientes
essenciais, quanto pela excreção do residual digestivo inaproveitável. Eis
aqui outra lição de bioenergética: só depois de ponderar (coração) e
agir(plexo solar) é que podemos amealhar as consequências dos nossos
atos e o fruto dos nossos trabalhos.
Porém, este chacra não está ligado somente à assimilação de
elementos positivos e à eliminação de resíduos negativos. Ele também rege
à exteriorização da maior criação positiva do ser humano: a gestação de
outra vida. Ele rege o funcionamento harmonioso do útero, e contribui para
que a mulher possa satisfatoriamente dar seu filho à luz.
Por isto, suas disfunções se relacionam não somente com problemas
intestinais, mas também com situações relativas ao processo gestacional,
até mesmo com dificuldades no parto.
BÁSICO
O último grande chacra é o básico, nome decorrente do fato de situar-se na
extremidade inferior da coluna vertebral. Sua cor fundamental é o
vermelho, a base do espectro visível da luz solar.
Este chacra possui apenas quatro pétalas, pois sua função é captar a
energia bruta do magnetismo terrestre, e não as altas frequencias dos
planos superiores. Ponto de origem de todo o sistema, é também o ponto
de retorno, pois as demais atividades energéticas dependem da vitalidade
básica, e a retroalimentam quando se desenrolam harmoniosamente.
Ele está ligado com as estruturas geradoras e sustentadoras do corpo
físico. Por isto, ele influencia a atividade sexual procriadora, mas também
rege os sistemas muscular, circulatório e energético.
CHAKRAS SECUNDÁRIOS IMPORTANTES
Além dos sete chacras fundamentais – dentre os quais muitos incluem
alguns aqui considerados secundários, como o genésico e o esplênico e
exlucem o gástrico e o umbilical, os chacras secundários possuem papeis
essenciais no equilíbrio psicobioenergético, razão pela qual não podem ser
desconsiderados pelos terapeutas holísticos, em especial pelo
cromoterapeuta.
ESPLÊNICO
O chacra esplênico é aquele que está situado sobre o baço. Ele possui
seis pétalas, e está diretamente relacionado com o processo geral da
vitalização do sangue. Possui cor em geral arroseada, e sua disfunção causa
problemas do sangue, como leucemia, anemia, e problemas de
esgotamento ou fraqueza crônicas, a nível muscular, fisiológico e mesmo
ósseo, como as artrites e reumatismos.
PALMAS DAS MÃOS E PLANTAS DOS PÉS
Estes chacras secundários são de importância fundamental por
estarem em conexão essencial com o centro de força que rege a área
sexual. E cada um deles apresenta uma peculiaridade que os torna
interessantes na terapia cromática.
Os chacras das palmas das mãos são interessantes emissores de
energia prânica, razão pela qual podem ser de grande auxílio ao
cromoterapeuta, uma vez que, com o domínio das técnicas prânicas e com
o conhecimento da atuação de cada faixa cromática sobre os chacras e
partes do corpo, o terapeuta poderá complementar a emissão luminosa do
aparelho de cromoterapia com a imposição das mãos, a qual enviará prana
impregnado de vitalidade orgânica, por ter sido exsudado de um ser vivo (o
terapeuta).
Já as plantas dos pés poderão ser utiliados como indicadores do
estado energético do chacra da área sexual, dispensando a auscultação
radiestésica diretamente sobre a região genital, a qual, via de regra, gera
certo desconforto para o cliente e até para o terapeuta.
O CHACRA GENÉSICO
O chacra genésico é o centro de força da região sexual, recebendo
este nome por causa do poder gerador (gênesis), que está ligado ao sexo,
enquanto fonte de criação de uma nova vida física para uma consciência.
O vórtice genésico está relacionado com todo o aparelho reprodutor,
suas gõnadas e glândulas, mas também com a parte inferior do corpo
humano (pernas), e mesmo com algumas regiões do cérebro diretamente
articuladas com esta região. Por isto, seu desequilíbrio acusará
enfermidades nestas zonas do organismo.
MENG MEI
Outro chacra conhecido por seu nome oriental. O Meng Mei é o
chacra dorsal da região umbilical, sendo da mesma coloração que o frontal,
mas com diâmetro cerca de 1/3 menor. Está diretamente relacionado com
os rins, e alguns órgãos mais recuados, tendo influência na circulação
sanguinea, razão pela qual só deve receber cromoterapia com critério e por
profissional já experiente.
OS DEMAIS CHAKRAS DORSAIS
Todos os chacras ditos principais, e não apenas o umbilical, possuem
chacras correspondentes na região dorsal. Estes chacras possuem
comprimentos ligeiramente menores que seus pares, mas atuam em
complementação para as funções daqueles, embora possua também
funções específicas, que devem ser melhor aprofundadas pelos estudiosos.
Dentre estes chacras, destacam-se: dorsal do baço, larginge, gástrico, etc.
OS CHAKRAS DOS PLEXOS
Os plexos, por sua importante função senso-motora e
neurotransmissora, também movimentam grandes fluxos de energia, razão
pela qual neles também se formam chacras secundários. Assim, os plexos
das axilas, dos quadris, dos seios, dos joelhos, entre outros, possuem seus
próprios vórtices de energia, que vitalizam a região correspondente, mas
que atuam em consonância com algum dos chacras principais.
ALINHAMENTO DE CHAKRAS
Os chakras são centros de força capazes de
influenciar energeticamente nossa saúde e emoções. Localizados no centro
energético que circunda o ser humano, eles captam a energia vital e a
distribuem para o corpo através das glândulas endócrinas, do sistema
nervoso e dos órgãos vitais. Localizados ao longo da coluna vertebral,
possuem forma espiralada com hélices girando no sentido horário. A
energia da vida flui através desses centros produzindo diferentes estados
psíquicos, emocionais e sentimentais, afetando todos os aspectos da nossa
vida, a nossa criatividade, vitalidade e bem-estar.
Quando os chakras estão em bom funcionamento e a energia circula
livremente, isso reflete no nosso exterior. Nos sentimos alegres e cheios de
energia, em perfeita saúde e equilíbrio. Ao contrário, se os chakras
estiverem bloqueados, sem bom funcionamento, podemos nos sentir sem
vitalidade, ter problemas de saúde, desequilíbrios emocionais, distúrbios
psíquicos ou em outros níveis. Como eles estão interligados, se um chakra
estiver bloqueado isso afetará todo o sistema energético. Desbloquear os
chakras proporciona a livre circulação de energia pelo corpo humano,
condição essencial para a saúde e perfeita harmonia com o Universo.
1° - Chakra Base
Vitalidade, capacidade de concretização, instinto de sobrevivência
Cor: Vermelho
Glândulas: Supra-renais
Região: Base da coluna - cócix, estendendo-se até os joelhos
2° - Chakra Umbilical
Sexualidade, purificação, reação emocional
Cor: Laranja
Glândulas: Gônadas
Região: 2 dedos abaixo do umbigo - inclui parte do intestino,
ovários, rins e região lombar
3° - Chakra Plexo solar
Poder, realização pessoal, consciência do Eu, sabedoria, vida emocional
Cor: Amarela
Glândulas: Pâncreas
Região: Boca do estômago
4° - Chakra Cardíaco
Capacidade de amar a si e aos outros
Cor: Verde, evoluindo para o rosa
Glândulas: Timo
Região: Centro do peito
5° - Chakra Laríngeo
Capacidade de expressão, criatividade e assimilação
Cor: Azul
Glândulas: Tireóide
Região: Garganta
6° -Chakra Frontal
Intuição, Compreensão
Cor: Índigo e violeta
Glândulas: Hipófise
Região: Entre as sobrancelhas
7° -Chakra Coronário
Espiritualidade, fé
Cor: Branco, Violeta
Glândulas: Pineal
Região: No topo da cabeça
ALGUMAS FOTOS ILUSTRANDO COMO E A APLICAÇÃO
ENERGÉTICA DOS CONES
ORIENTAÇÕES PARA FACILITAR O SEU TRABALHO COM TRABALHA
COM O CONE HINDU, SEGUEM ALGUMAS
➢ Durante a aplicação do cone é preferível que você e o paciente
fiquem em silêncio;
➢ Após seu dia de trabalho é bom fazer uma auto-aplicação no
alto da cabeça para retirar da sua aura a energia das pessoas
que você atendeu.
➢ Deverá fazer nо mínimo 4 aplicações, nоѕ dois ouvidos. Eѕѕаѕ 4
sessões ѕеrãо о bastante раrа ocorrer a limpeza e equilíbrio
energético. Para estar bem е еm harmonia.
TRATAMENTO FÍSICO
O tratamento de processos físicos com o Cone Hindu facilita a
remoção de dores, que podem ser de origem óssea, muscular ou linfática.
Bons exemplos são dores causadas por um processo gripal, dores de
ouvido, face e cabeça. Utilizando a aplicação do cone na região da cabeça e
na região onde a dor está instalada, o alívio é imediato.
Outro exemplo são dores no joelho que podem ser articulares ou
musculares. Aplicando o cone nessa região, pode-se aliviar a dor. Mas deve-
se estar atento, pois esse tratamento é apenas para o alívio da dor.
Desta forma pode-se cuidar de vários tipos de dores ou somatizações
de processos físicos, através do uso correto do Cone Hindu como:
Dor de cabeça, gripe/resfriado, sinusite, dor de ouvido, cólicas,
artrose/artrite, dor nos ombros (musculares), dores de coluna etc.
SIGNIFICADO DAS CHAMAS DO CONE HINDU
A chama é a alma do fogo. Simboliza purificação, iluminação, amor
espiritual e representa o espírito, bem como a transcendência.
No Budismo, a chama simboliza a sabedoria e o ato de queimar a
ignorância.
O fogo simboliza a vida, o conhecimento intuitivo, a iluminação, a paixão, o
espírito. Tanto no Ocidente como no oriente, o fogo é um símbolo
regenerador e purificador, e o significado sobrenatural do fogo vai desde as
almas errantes até o espírito divino.
SIMBOLOGIA DE FOGO
O fogo simboliza renascimento e renovação pelas forças divinas e da
natureza por um lado, mas por outro lado o fogo também possui um
aspecto destruidor, representado pelo fogo do inferno que possui a função
diabólica de queimar eternamente sem excluir, não permitindo assim a
regeneração.
O fogo também é muito usado em rituais de passagem como símbolo de
purificação em culturas agrárias, representa os incêndios dos campos que
se adornam depois com um manto verde de natureza viva. O fogo é o motor
da regeneração periódica.
Nos rituais iniciáticos de morte e renascimento, o fogo é associado ao seu
princípio antagônico, que é a água. A purificação pelo fogo é complementar
à purificação pela água, que também é regeneradora. Mas o fogo distingue-
se dela por simbolizar a purificação através da compreensão até a sua forma
mais espiritual, pela luz e pela verdade.
Algumas cremações rituais têm a sua origem na acepção do fogo como um
veículo, um mensageiro entre o mundo dos vivos e o mundo dos mortos.
Há 3 chamas muito diferente na foto.
Isso mostra o quanto podemos estar desequilibrados e em desarmonia, isso
acontece devido à correria diária e altos níveis de estresse. Esses
desequilíbrios acontecem devido à descuido com a alimentação, hábitos
nocivos à saúde, nosso modo de viver e pensar. A saúde emocional anda
juntamente com essas desarmonias, pois na maioria das vezes são as nossas
emoções e como lidamos com elas que prejudicam a nossa saúde, pois
sobrecarregam nossa mente e desequilibram nosso emocional.
A queima acontece de forma calma e em linha reta, isso mostra equilíbrio,
aceitação e desenvolvimento.
A queima, a chama está agitada e com alguns sibilos isso mostra um
desequilíbrio leve, o que pode ocasionar sentimentos como auto-punição,
instabilidade emocional, falta de foco, ressentimento, falta de doação e
feridas mal curadas.
A queima em desarmonia, a sua chama está dividida em duas partes, com
vários sibilos altos e intensos, isso pode significar dificuldade em se
relacionar, falta de amor pela vida, medo de se aproximar ou de se
machucar, frustração e falta de aceitar-se.
A queima com a chama preta significa algum trauma, sofrimento ou
depressão muito profunda ou antiga sendo trazida para fora e trabalhada
pelo fogo.
A queima violeta significa a transformação ou transmutação de algum
estado mental ou físico sendo feita.
Lembre-se: “Mente” e “corpo” representam antes de tudo o aspecto do ser,
negligenciar seu corpo é negligenciar sua mente.
SIGNIFICADO DA CERA
As ceras mais escuras são mais antigas.
Ceras Claras são acontecimentos e situações eliminadas físicas ou mentais
recentes.
Ceras pretas são acontecimentos e situações eliminadas físicas ou mentais
muito antigas, de infância ou antepassados.
O pó bem fininho, semelhante a uma cinza, é que é resultado dos fluidos
vibracionais, ligado às emoções.
Quando os sintomas são físicos, o resultado é uma secreção, juntamente
com esse pó clarinho
Os pós claros granulados ou médios representam inflamações ou infecções
no corpo sendo tratados e eliminas do médio prazo, pessoas que
apresentam essas doenças a alguns anos, como rinites , sinuste, etc...
Ceras Caramelos são acontecimentos e situações eliminadas físicas ou
mentais de médio prazo, ou seja pessoas que provavelmente a mais de 10
anos não fazem limpeza nunca fizeram mas não tem problemas de ouvido.
Cera antiga de acontecimentos e situações eliminadas físicas ou mentais
Cera media a antiga de acontecimentos e situações eliminadas físicas ou
mentais
Cera antiga de acontecimentos e situações eliminadas físicas ou mentais,
com secreções físicas de inflamações recentes.
Cera eliminada de acontecimentos e situações físicas ou mentais de
antepassados ou passado da infância.
.
CОMО É FEITO О CONE HINDU?
Os Cones Chineses são canudos fabricados em tecido fino (tipo
morim, fralda, gaze) banhado em parafina e ou cera de abelha e utilizados
um método terapêutico milenar.
Existem várias formas de fazer cones hindus existem várias formulas
e você pode formular a sua com a sua intuição.
Os Cones podem ser feitos com parafina e óleos essenciais, somente
com parafina, com parafina e cera de abelha, própolis e óleos essenciais,
somente com cera de abelha e óleos essenciais, somente com cera de
abelha...
Vou mostrar duas receitas que utilizo, mas você pode formular a sua
própria.
Vосê vai precisar раrа preparar оs Cones Hindus de Parafina оѕ
seguintes materiais а seguir:
Tecido de Algodão;
Parafina;
Óleos Essenciais Medicamentosos;
Um filtro que pode ѕеr feito dе papel mesmo. (Mas faço com um molde de
madeira em formato de cone que comprei em lojas especializadas em
produtos para Terapeutas Holísticos).
Vосê vai precisar раrа preparar о Cone Hindus de Parafina dоѕ
seguintes materiais а seguir:
Parafina e Cera de Abelha (50% de cada porção)
Tiras de Morim 60 cm x 2,5 cm (tecido de algodão)
Bastão de Madeira (em formato de cone)
Forma de alumínio
Panela de Alumínio
Luva de Late
Papel Alumínio
MODO DE FAZER:
1- Forre com papel alumínio o fogão a mesa para evitar que pingue
cera
2- Adicione um pouco de agua na forma de alumínio
3- Acenda o fogo para logo em seguida inserir a panela dentro da
forma (em banho-maria)
4- Adicione a parafina e a cera de abelha e deixe derreter com o calor
5- Coloque a luva para não se queimar e adicione uma tira de morim
(faça um cone de cada vez)
6- Com o auxílio do bastão de madeira pegue uma das pontas da tira
7- Enrole a tira no bastão iniciando pela ponta mais fina
8- Aguarde alguns segundos para esfriar e em seguida retire
9- Deixe de lado para que fique bem seco. O tamanho final do cone é
de aproximadamente 25 cm
GRATIDÃO
ÓTIMOS ESTUDOS!

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Curso de cones hindus coracao da relva

  • 1. CURSO DE TERAPIA E FABRICAÇÃO CONES HINDUS
  • 2. Oração de São Francisco de Assis Senhor, fazei-me instrumento de vossa paz. Onde houver ódio, que eu leve o amor; Onde houver ofensa, que eu leve o perdão; Onde houver discórdia, que eu leve a união; Onde houver dúvida, que eu leve a fé; Onde houver erro, que eu leve a verdade; Onde houver desespero, que eu leve a esperança; Onde houver tristeza, que eu leve a alegria; Onde houver trevas, que eu leve a luz. Ó Mestre, Fazei que eu procure mais Consolar, que ser consolado; Compreender, que ser compreendido; Amar, que ser amado. Pois é dando que se recebe, É perdoando que se é perdoado, E é morrendo que se vive para a vida eterna.
  • 3. HISTORIA DOS CONES HINDUS Segundo a lenda durante cerimonias nas aldeias indígenas primitivas da América do Norte os indígenas queimavam palhas de arroz e as colocam nos ouvidos. Terminando este processo de limpeza, sentiam um bem-estar no corpo todo e o cérebro ficava mais lucido, achavam que podiam curar as doenças e os demônios não os atingiam. Segundo relatos o uso do Cone Hindu faz parte de uma rica tradição. Faz parte dos sistemas de limpeza e purificação dos orifícios corporais. Antigamente só era aplicado pelos mestres e ensinado seu uso e aplicações por iniciação a um discípulo. Este segredo do Cone foi passando de geração em geração. Os índios antigos usavam, para cura de doenças dos ouvidos e para a limpeza dos espíritos. Mentem o equilíbrio da energia do cérebro, alcançando assim o equilíbrio da vida. Os Cones Hindus, conhecidos com vários nomes: Cones Hindus, Canudos de Hopi, Velas de Ouvido e alguns outros nomes. É uma forma tradicional de tratamento para a doenças. Hoje em dia é conhecido em todas as culturas do mundo. É uma das disciplinas oficiais da Alemanha, que e um país com tecnologia avançada na medicina. TIPOS DE PURTIFICAÇÃO UTILIZADOS NA CULTURA HINDU OLHOS – TRATAKA NARIZ – NETI KRYA BOCA E SISTEMA ESTOMACAL – BASTI KRYA INTESTINOS – NAULI KRYA OUVIDOS – KARNA KRYA/PURANA PRINCIPIOS DE FUNCIONAMENTO O princípio de funcionamento do cone hindu para os ouvidos é a utilização da baixa pressão produzida pela queima (princípio de atração) e o movimento do fogo. Assim é produzido o movimento doa r, alcançando o efeito de massagem nos ouvidos, ao mesmo tempo em que se produz uma sensação de bem-estar nos ouvidos. O calor produzido pela queima, unido ao processo de eliminação, deixa os tipos de óleos vegetais naturais que existem no Cone entrar lentamente nos ouvidos, massageando todo o ouvido.
  • 4. Além do processo físico que ocorre com o uso do Cone Hindu, ocorre ainda processos energéticos que harmonizam os elementos do Ar e Água do sistema auditivo, tranquiliza o Shenem a ativa os meridianos e atinge os outros órgãos dos sentidos. ANATOMIA DO OUVIDO DIREITO ANATOMIA DO OUVIDO ESQUERDO
  • 5. AS ORELHAS E OS SENTIDOS DE AUDIÇÃO E EQUILIBRIO
  • 7. Esta Técnica permite a desobstrução de problemas crônicos das vias respiratórias e auditivas, como rinite, sinusite, deficiências respiratórias, zumbidos, vertigens, pressão e ruído nos ouvidos, resfriados e gripes, proporcionando: ➢ Alinhamento do Labirinto ➢ Quelação dos Chakras ➢ Clareza Mental ➢ Desobstrução das vias respiratórias e auditivas ➢ Limpeza física e energética ➢ Direcionamento para a Vida ➢ Entendimento e Compreensão do nosso entorno ➢ Ouvir a voz interior ➢ Fazer a Transmutação Natural das Energias. ATENDIMENTO AO PACIENTE Regule a claridade da sala, até que fique aconchegante. Mantenha a sala silenciosa e evite as correntes de ar, combinando com a música suave. Materiais Necessários: - Um par de Cones Hindus - Um isqueiro; - Um copo de água; - Cotonetes; - Óleo de Rícino, Gergelim ou Óleo para massagem. A escolha dos óleos para massagem varia de acordo com a necessidade do cliente. ➢ Primeiro: Você vai receber o paciente, interagir e sentir as dificuldades maiores que este paciente apresenta e o que fez com que ele viesse até você para buscar ajuda. ➢ Segundo: explique que o tratamento com os cones hindus tem mais de três mil anos de maneira que não precisamos provar nada sobre a eficiência da técnica.
  • 8. ➢ Terceiro: encaminhe o paciente para a maca, deite de lado, peça que respire fundo e acalme o ser. Mostre o cone de limpeza das vias auditivas, comente como que é feito os cones. ➢ Quarto: Agora vamos iniciar o tratamento: faça sua conexão com o universo e peça que você seja o canal de tratamento de Cura deste ser (diga o nome completo do paciente), canalizando energia de saúde, amor e prosperidade. ➢ Quinto: Coloque a ponta menor do Cone Hindu e introduza lentamente no ouvido do cliente, de forma que fique bem ajustado na cavidade auricular. Acenda o cone e aplique no ouvido, coloque a sua intenção de retirar todas as energias negativas deste ser, retirando todos os entulhos energéticos e limpando os sete corpos áuricos e seus chakras principais. ➢ Sexta: Durante a aplicação converse com o paciente, peça que ele coloque na chama para queimar os problemas que estão lhe incomodando, físicos ou espirituais, que ele mentalize e queime todas as angustias e dificuldades de sua vida, fazendo uma transmutação destas energias negativas no fogo. Peça também que force a respiração proporcionando mais oxigênio para o cérebro. ➢ Sétimo: Quando o cone começar a esquentar muito a sua mão (normalmente pela metade) retire do ouvido e apague numa tigela de agua que deve estar pronta ao seu alcance. ➢ Oitava: Depois limpe a borda do orifício auditivo com um cotonete de modo a retirar qualquer resíduo de cera que tenha ficado. Faça o mesmo processo no outro ouvido. ➢ Nona: Após a limpeza com o cotonete, coloque um pequeno chumaço de algodão limpo em cada orifício auditivo e mantenha por algumas horas ➢ Décima: O tempo de queima de cada cone dura aproximadamente 10 a 12 minutos. Utilize um par de cones para cada tratamento, mas se houver/sentir necessidade poderá ser utilizado mais um cone.
  • 9. ➢ Décima primeira: Agora peça ao paciente que sente na maca e traga a tigela com o cone para perto e desenrole o cone mostrando o que foi retirado do paciente. RESUMO DA TÉCNICA PARA ATENDIMENTO AO CLIENTE ➢ Prepare o ambiente; ➢ Prepare o paciente com massagens, conversa, musica, iluminação, como preferir; ➢ Coloque o paciente deitado de lado bem confortavelmente; ➢ Explique o processo; ➢ Coloque um protetor (se achar necessário). ➢ Acenda o cone em sua área maior; ➢ Comece a aplicação no homem pelo ouvido direito e na mulher pelo esquerdo; ➢ A medida que o cone queima observe se a fuga de fumaça pela parte mais fina; ➢ Coloque a parte menor bem ajustada no canal auditivo sem forçar apenas encaixe. Caso a parte mais fina não se ajuste corretamente no ouvido, a ponta pode ser cortada para ajuste; ➢ Se houver fuga de fumaça, ajuste com movimentos suaves e rotatórios até que cesse a fumaça; ➢ Uma das mãos apoia o paciente; ➢ Espere o cone queimar até quase a metade ➢ Tire e apague; ➢ Limpe o canal com um cotonete; ➢ Aplique uma gota de óleo de rícino e tampe com algodão (espere alguns segundos para aplicar o óleo, caso necessite); ➢ Repita a operação no outro ouvido; ➢ Remova o algodão após 2 horas (vento e frio são prejudiciais após a aplicação) COMO FUNCIONA O TRATAMENTO Ao acender e colocar o cone no ouvido do paciente, você iniciou um processo de limpeza e desobstrução das vias auditivas e respiratórias contribuindo para melhorar a audição.
  • 10. Com esse processo há a Retirada da água e umidade. O formato do cone permite que ao ser aquecido forme uma “chaminé” que retira a umidade dos canais, da mesma forma que a chaminé de um fogão a lenha seca o ambiente. O Processo curativo com a própolis também pode ser comentada, se for utilizado na confecção, pois os cones podem ser feitos somente com parafina como falaremos melhor na confecção. Agregado a cera de abelha vaporiza com o calor da chama e devido a diferença de pressão entre as extremidades do cone faz um caminho inverso penetrando fundo em todas as vias auditivas e respiratórias. Na medicina chinesa o elemento água está relacionado com o sentimento do medo, então ao secar a água acumulada nos ouvidos do paciente, estamos removendo um dos maiores componentes psicológicos da depressão, ajudando poderosamente de todos os estados depressivos profundos. Provocando a Superação dos Estados Depressivos. O Tratamento de cones nos dois ouvidos, fazem uma limpeza nos dois hemisférios, no lado esquerdo que é responsável pela lógica, racionalidade, números e matemática e o lado direto é responsável pelas emoções, artes
  • 11. e imaginação. O que propicia uma melhora substancial do equilíbrio, diminuindo sensivelmente a vertigem. Esta liberação dos dois hemisférios do cérebro, propicia uma potencialização do discernimento. Este paciente ficará mais capacitado a entender seu mundo, a compreender as inter- relações entre as pessoas, as atitudes, as causas e efeitos do seu meio, encontrando as soluções mais eficientes. Potencialização do Discernimento ❖ HEMISFÉRIO ESQUERDO “RACIONAL” Tem como características funções relacionadas ao raciocínio abstrato e envolvem fatores analíticos, matemáticos, distinções articulatórias, críticas, arranjo de tempo, informações sequenciais, compreensão linguística… ❖ HEMISFÉRIO DIREITO “INTUITIVO” Tende a ser não linguístico, tendo como características principais os fatores emocionais e os receptores dos estímulos internos e externos. São predominantes para funções artísticas, percepção, noção espacial, expressões emocionais…
  • 12. A pineal é uma pequena glândula em tamanho, mas de enorme importância, tanto que é chamada a “Casa de Deus” e está inserida num triângulo energético formado pela pineal, e os dois ouvidos. Para que este triângulo energético funcione os lados dele devem estar desobstruídos, e este paciente chegou com uma porção de energia negativa fixada na base do triangulo entre os dois ouvidos. Este triângulo energético, agora limpo, está ligado ao terceiro olho (sexto chakra), que também é o caminho de ligação com a espiritualidade, com a energia divina e universal. Então, conseguimos reconectar este ser a espiritualidade, permitindo que ele encontre o equilíbrio, físico, emocional e espiritual, e por consequência a saúde, o amor e a prosperidade. Este movimento de energização positiva é distribuído a todos os chakras através da coluna e realinha os chakras, causando o realinhamento dos chakras. EFEITOS DA TERAPIA COM CONES HINDUS ➢ Alergias respiratórias. ➢ Alinhamento dos Chakras.
  • 13. ➢ Ansiedade, estresse, nervosismo. ➢ Dores de cabeça e enxaquecas. ➢ Eliminação de energia intrusa. ➢ Estados de gripais. ➢ Excesso de cerúmen. ➢ Excesso de energia em pontos específicos. ➢ Excesso de mucosidade (ouvido, nariz e garganta). ➢ Falta de centralização energética, física e espiritual. ➢ Insônia. ➢ Labirintopatia. ➢ Otalgias. ➢ Perda de audição por bloqueio de secreções. ➢ Redução olfativa. Síndrome de Meniére. ➢ Sinusite aguda ou crônica. ➢ Tensão nervosa. ➢ Tonturas sem causas definidas. ➢ Zumbidos e vertigens. BENEFÍCIOS TERAPÊUTICOS DO CONE HINDU ➢ Acalma o sistema nervoso. ➢ Ativa a circulação nos ouvidos. ➢ Aumento da atenção, da percepção e da intuição. ➢ Auxilia no redirecionamento da vida. ➢ Cessa os sintomas físicos causados pelos desequilíbrios energéticos. ➢ Desintoxica os sinus. ➢ Desobstrui o ouvido, nariz e garganta. ➢ Desobstrui o sistema linfático. ➢ Eleva o padrão vibratório. ➢ Estimula o SNC proporcionando clareza na audição e na visão, melhorando o paladar e o olfato. ➢ Facilita o desenvolvimento mediúnico. ➢ Fortalece o sistema imunológico. ➢ Realinha os chakras. ➢ Promove a centralização energética, emocional e espiritual. ➢ Purifica a energia. ➢ Traz clareza aos pensamentos.
  • 14. ➢ CONTRAINDICAÇÕES ➢ Processos cirúrgicos recentes, cisto nos ouvidos, mastoidite, corrimentos, osteosclerose, perda de audição congênita, tumores no ouvido. ➢ Para quem passou por cirurgia recente na região dos ouvidos, se está com tumor nas vias aéreas ou fez limpeza com otorrinolaringologista nos últimos 15 dias. ➢ Também contra indicado para quem tem tímpano rompido (furado).
  • 15. TRATAMENTO ENERGÉTICO Sabemos que a Medicina Chinesa procura harmonizar todos os elementos que nos compõem. Essa relação e intercâmbio entre os cinco elementos que as técnicas orientais priorizam e cuidar, é que nos promovem a saúde e o bem estar. Esses cinco elementos, que são madeira, fogo, terra, metal e água, fazem parte de nossa constituição e de nosso sistema energético, e com todos esses elementos podemos ter contato. É mais comum o contato do nosso corpo e da nossa aura com a água, com a terra, com o metal, com a madeira, mas com o fogo é diferente. Tememos o fogo, e sempre ficamos longe o bastante para nos proteger. A queima do Cone Hindu perto do nosso corpo vem trazer o elemento fogo para dentro de nossa aura. A chama do cone tem a capacidade de alcançar registros em nosso corpo físico e no nosso campo energético. A chama através da queima da cera de abelha pode neutralizar esses registros negativos. No corpo físico estão registrados as nossas somatizações de doenças e no nosso campo energético (aura) estão somatizadas as energias e pensamentos do inconsciente coletivo. A queima do cone é muito eficaz no nosso campo energético, pois retira energias que não são nossas, fazendo a limpeza do nosso campo áurico.
  • 16. Na nossa aura estão registradas nossas dores físicas, nosso campo emocional, campo mental e o campo sensitivo, portanto a terapia com o Cone Hindu pode reverter estes registros, auxiliando desta forma para a melhora dos sintomas. Isto é muito bom, pois possibilita a transmutação destes campos energéticos, emocionais e mentais que ai estão registrados. Assim fica explicada e justificada a sensação boa de alívio que se sente após a aplicação do Cone Hindu. OS CHAKRAS INTRODUÇÃO: A ANATOMIA SUTIL DO CORPO HUMANO A medicina ocidental, baseada em um paradigma conceptual materialista, estuda o organismo humano à maneira de um mecanismo material sujeito a leis fixas, de acordo com as leis tradicionais da física. Assim, o funcionamento dos órgãos, as doenças, o desenvolvimento harmonioso dos sistemas corporais, tudo isto é considerado como se fosse válvulas, molas e engrenagens. Esta abordagem traz consigo méritos inestimáveis, como os avanços no campo da compreensão da estrutura eletromagnética da nossa rede nervosa, nos mecanismos atômicos que determinam nossa biologia molecular, na decomposição analítica dos elementos químicos presentes nas células, tecidos e órgãos do corpo humano. Entretanto, ela descuida de aspectos energéticos mais sutis, já sugeridos e tratados com minúcia pela tradição filosófica e terapêutica oriental, e, na maioria dos casos, passíveis de confirmação pelos recursos descortinados pelas grandes descobertas da própria ciência do século XX, sobretudo no campo da Física. Uma das questões não consideradas pela visão materialista da medicina é precisamente, a dos corpos energéticos sutis. As diversas correntes espiritualistas, do ocidente e do oriente, já os mencionavam em seus tratados, muitos dos quais restritos ao pequeno círculo dos discípulos. Isto era necessário em função da pouca compreensão dos contemporâneos, e principalmente, pelo risco de utilização inadequada ou mesmo nociva destes conhecimentos por parte de pessoas malintencionadas. OS SETE CORPOS SUTIS DO SER HUMANO.
  • 17. De acordo com a Filosofia Holística, o corpo físico do homem não é a única e derradeira realidade na qual ele existe e atua. Ao contrário, é um importante elo de uma cadeia, a qual possui outros elementos, a se articular numa unidade muito mais vasta e profunda, da qual só uma pequena parte é imediatamente perceptível, como a ponta de um iceberg. Há certas divergências doutrinárias, no tocante à determinação de quantos e quais são os corpos energéticos do homem, quanto a sua estrutura e seus elementos principais. Estas divergências, no entanto, não são graves para o aproveitamento terapêutico deste conhecimento, uma vez que a zona de consenso existente já serve de guia seguro para o tratamento energético a partir destes corpos. Assim, nos limites da atuação cromoterápica, por exemplo, são importantes, em um primeiro momento, os conceitos de Chakras, Nadis e Meridianos. CHAKRAS, NADIS E MERIDIANOS. A estrutura energética do ser humano pode ser comparada, para efeitos de compreensão didática, a uma cebola: ela possui várias camadas ou dimensões, das quais o organismo físico é apenas a parte exterior, como a casca da cebola. Cada uma destas camadas possui características próprias, decorrentes do meio no qual ela se manifesta, e do tipo de matéria ou energia da qual é originada. Entretanto, possui uma série de elementos em comum com todos os demais campos de energia, o que explica o relacionamento profundo entre eles. O principal elemento em comum entre estes complexos energéticos são os mecanismos de comunicação existentes entre eles, os quais são de três tipos fundamentais. O primeiro deles é o sistema de chakras, os quais são interfaces energéticas pelas quais o sujeito interioriza energias do entorno ambiental, distribuindo-a a diferentes partes do corpo segundo regras fixas, e pelo qual também exterioriza os residuais a serem eliminados ou devolvidos á natureza. O segundo componente deste complexo é o conjunto de Nadis, os quais são canais de comunicação entre os chakras, nos quais a energia recebida por um é transmitida aos demais, tarefa importantíssima, uma vez que cada chakra possui uma ressonância específica a uma certa gama de energia, devendo, para fins de harmonização do organismo, transmiti-la aos
  • 18. demais chakras, bem como receber destes aquelas faixas vibratórias ás quais não é imediatamente receptivo. Por fim, existem os meridianos, grandes linhas compostas de pontos energéticos, através dos quais circula a energia interiorizada pelos chakras e transmitida pelos nadis, alcançando todos os campos eletromagnéticos das células, órgãos e tecidos do corpo físico. Diversas práticas terapêuticas foram desenvolvidas com base no conhecimento destas três estruturas principais. Cada uma delas dirige seu foco a uma delas, conforme os fins a que se destina. Assim, a Acupuntura, por exemplo, atua diretamente sobre os meridianos, pois seu objetivo é normalizar a circulação energética entre as diversas partes do corpo, e restaurar o fluxo de energia onde esteja obstado. A cromoterapia, em contrapartida, visa essencialmente a alimentação da estrutura energética, com aquelas faixas energéticas que se verifique diminuídas ou ausentes, ou que se mostrem necessárias diante de um quadro sintomático específico, motivo pelo qual atua essencialmente nos chakras. Por isto, se fará uma descrição dos principais aspectos relativo a eles, nos itens a seguir. OS CHAKRAS DEFINIÇÃO DE CHAKRA Chakra é uma palavra derivada do idioma sânscrito, e significa roda ou círculo. Ele constitui um vórtice energético, uma espécie de canal, através do qual a energia sutil do ambiente – chamada de prana pelos hindus, de chi pelos chineses e de ki pelos japoneses – é absorvida pelo campo energético do homem, como também é por ele dispersada ou eliminada quando excessiva ou nociva. QUANTOS SÃO OS CHAKRAS O número de chakras é questão que tem dividido os estudiosos do assunto, em todas as eras. Primeiro pelo fato de que, a rigor, não somente os grandes vórtices de energia podem ser considerados como chakaras; existem centros de força menores que servem de apoio aos grandes chakras, mas que também possuem funções próprias. E ainda por cima, há uma infinidade de micro-centros de energia, de amplitude diminuta, quase que celular, a efetuarem trocas energéticas auxiliares; dizem que na palma
  • 19. da mão, por exemplo, existem milhares de microchakras, que atuam em sincronia com o grande chakra que atua no centro da palma. Logo, mais importante do que resolver esta questão teórica, que pode esperar o avanço dos recursos de investigação e análise, é determinar quais são os chakras mais importantes para a prática terapêutica que se quer desempenhar, no nosso caso a cromoterapia. CRITÉRIO PARA A DEFINIÇÃO DOS CHAKRAS PRINCIPAIS Como o nosso objetivo é solucionar processos de desarmonia energética a nível fisiológico-orgânico, os quais repercutem em grandes unidades como os órgãos e os sistemas, é preciso fazer uma seleção dos chakras principais. A este respeito, a tradição assinala sete chakras, dispostos numa linha vertical desde o alto da cabeça até a base da coluna vertebral. O grande elemento em comum entre eles é o fato de estarem relacionados com o sistema endócrino do corpo humano, cada um em articulação com uma glândula produtora de hormônios ou com órgãos ou vísceras que sofram o impacto de processos hormonais. Há também chakras sobre certos plexos nervosos, os quais, pela importância no equilíbrio nervoso e fisiológico do corpo huamano, também servem de interface com os planos energéticos mais sutis. CARACTERÍSTICAS GERAIS DOS CHAKRAS ➢ ROTAÇÃO Por se tratarem de vórtices de energia, os chakras estão em incessante dinamismo, caracterizado por um movimento rotatório em torno de seu centro ou núcleo, salvo em situações de bloqueio ou desarmonia, nas quais ele se encontra parado ou apenas pulsando irregularmente. A direção deste rodopiar não é aleatório: é o sentido horário, que é o da rotação da terra e de todos os fenômenos físicos que se sucedem espontaneamente em nosso planeta, como o escorrer da água no ralo da pia doméstica. ➢ EXISTÊNCIA DE PÉTALAS
  • 20. Os chakras não são rodas inteiriças, como um prato ou pires, mas são compostos de partes, dada a sua função de captar e transmitir energia. Ele possui estrutura helicoidal,ou seja, compõe-se de vórtices ou pétalas, em número variável, conforme a natureza do chakra, seu tamanho e localização. ➢ COR FUNDAMENTAL Cada chakra possui uma cor fundamental ao qual está associado, que é aquela da energia que ele capta preferencialmente. Isto não significa que aquela seja a cor do chakra, pois todos eles oscilam vertiginosamente entre todos os tons da escala cromática, em frações de segundo até. Esta cor indicará a frequencia específica de energia que ele receberá, em situações de harmonia, e a qual ele deverá voltar a sintonizar, no processo terapêutico. O cromoterapeuta deverá observar com atenção a relação cromática entre os diversos chakras, a gradação entre eles, e a função de cada uma das cores no processo de harmonia energética do homem. Como indicação para isto, considere-se a escala cromática dos chakras principaos como uma espécie de arco-íris invertido: assim, o chakra do alto da cabeça é violeta, o da testa é índigo, e assim por diante, até o vermelho do chakra da base da coluna. ➢ FUNÇÃO FISIOLÓGICA E DISFUNÇÕES CORRELATAS Para cada chakra existe uma função fisiológica correlata, com a qual ele contribui energeticamente, e cuja disfunção é, ou por ele provocada – pela obstrução energética – ou nele refletida (como um traumatismo, vício ou influência ambiental nociva). ➢ FUNÇAO PSICOLÓGICA E DISFUNÇÕES CORRELATAS Conforme acontece com a fisiologia, a dimensão psicológica do homem também está associada com o sistema de chakras. Cada um deles tem papel no adequado funcionamento de uma instância psíquica, inda que todas seja reguladas primordialmente pelo cérebro físico. Assim, um deles focalizará o pensamento, outro a vontade, outro a intuição espiritual, outro a comunicabilidade, e assim por diante. ➢ FUNÇÃO PARAPSICOLÓGICA E DISFUNÇÕES CORRELATAS
  • 21. Para complementar o trielo, as capacidade parapsicológicas do homem, que não são sobrenaturais como se pensa vulgarmente, mas apenas excepcionais, também são influenciadas decisivamente por chakras específicos. Assim, a clariviência, a clariaudiência, a intuição abstrata, o magnetismo curador possuem fundamento no hiperdesenvolvimento de especificos centro de força. ➢ A IDÉIA DIRETORA "Há uma força maior que a de todos os exércitos: uma idéia cujo tempo tenha chegado." Esta bela asserção do grande poeta francês Victor Hugo revela o imenso potencial transformador da idéia, bem como seu inegável aspecto causal. Esta verdade se aplica com maior amplitude ainda ao homem, primeiro ser na escala biológica com a capacidade de conceber idéias, na plena acepção da palavra. Para cada elemento da vida humana, há uma idéia diretora, que subordina o fluxo aparentemente caótico das vivências e dos fenômenos. Este elemento ideal ou causal também repercute nos processos e sistemas energéticos estudados. Para cada um dos chakras fundamentais, uma Idéia fundamental como Verdade, Justiça, Amor se mostrará como tema fundamental; e os indivíduos nos quais estes chakras sejam os mais ativos denotarão estas idéias em sua manifestação qualitativa positiva; e aqueles nos quais tais chakras se mostrem inertes ou saturados negativamente, se verificará a ausência de comportamentos consentâneos com cada uma destas Idéias. ➢ O ARQUÉTIPO FUNDAMENTAL O elemento-idéia, acima mencionado, não incide apenas no plano da fisiologia energética sutil. Ele também entrará em processos psíquicos no indivíduo e na coletividade, primeiro sob forma inconsciente, e só aos poucos evoluindo até chegar à plena luz. Isto é elucidado consistentemente na Psicologia Analítica desenvolvida por Carl Gustav Jung. Para ele, cada uma destas idéias está relacionada a um arquétipo do Inconsciente Coletivo, fonte de experiências psíquicas fundamentais, como os sonhos, e mesmo de acontecimentos concretos na vida humana, como a escolha dos parceiros, a vocação profissional, a atitude perante a vida e as consequencias desta decorrentes. Assim, ao se indicar a idéia fundamental de cada chakra, se apontará o arquétipo com ele relacionado.
  • 22. OS CHAKRAS EM ESPÉCIE O CORONÁRIO O chakra coronário se situa no alto da cabeça (coronário significa exatamente isto: relativo à coroa). Ele é chamado, desde a antiguidade, de lótus de mil pétalas, expressão que se considerava metafórica, mas que depois se confirmou praticamente exata, uma vez que descobriram-se-lhe 960 pétalas. E o mais interessante, é que, em seu núcleo, foi descoberto um chacra menor, de 12 pétalas, que só se desenvolve plenamente quando a pessoa atinge considerável grau de espiritualidade. A cor fundamental associada ao coronário é o violeta. Esta é a razão pela qual algumas doutrinas esotéricas da chamada Nova Era recomendam a famosa "meditação sobre a chama violeta", mas de maneira algo distorcida, como se a simples visualização substituísse o trabalho interior de aperfeiçoamento, do qual a luminosidade do chacra se expandirá, como reflexo. A este respeito, lembre-se à famosa observação de Carl Gustav Jung: "ninguém se ilumina imaginando figuras de luz, mas tornando a escuridão consciente". O chacra da coroa está ligado à glândula pineal, importante no equilíbrio psico-fisiológico do corpo humano, mas cuja atividade completa ainda constitui um mistério para a ciência. O grande filósofo René Descartas já havia sugerido, há quatrocentos anos, que ela seria a ligação entre o corpo e a alma. O tempo mostrou que ele estava praticamente correto. Em verdade, todo o corpo físico possui canais de ligação com a realidade interior psicobioenergética do ser humano. Entretanto, o chacra coronário efetua justamente a ligação com aquilo que os estudiosos denominam de "Eu Superior", o núcleo consciencial subjacente à forma transitória da personalidade ou ego. Psiquicamente, este centro de força se relaciona com a espiritualidade, a atitude geral do homem para com a vida, sua ligação com o sagrado, e com a intuição superior. Já no tocante ao aspecto parapsicológico, ele está articulado com as chamadas experiências numinosas, nas quais a sensação de individualidade se amortece, crescendo a compreensão da unidade profunda com o cosmo universal, fenômeno que Freud denominou de sensação oceânica. Este é o motivo pelo qual os padres, inconscientemente, realizavam a tonsura, isto é, a raspagem do alto
  • 23. do couro cabeludo, forma de retirar todos os entraves ao pleno funcionamento deste chacra. A desarmonia no chacra coronário pode acarretar ineficência no funcionamento das partes mais avançadas do sistema nervoso central, sobretudo do cérebro, acarretando efeitos como a perda de memória, desequilíbrio psíquico, insegurança emocional e mesmo sintomas físicos como tontura. O AJNA O Ajna é o chacra situado no entrecelho, ou seja, entre as duas sombrancelhas. O fato de ele ser conhecido pelo seu nome oriental mostra a sua importância, bem como sinaliza para a ênfase que tem sido dada a ele no quesito da busca espiritual. No tocante ao número de pétalas, ele possui 96, ou seja, dez vezes menos que o coronário. Semelhantemente a este, possui duas subdivisões, com a ressalva de que ambas possuem 48 pétalas cada uma. Sua cor fundamental é o azul índigo, intermediário entre o violeta puro e o azul claro brilhante. Não obstante, a sua tonalidade varia em conformidade com o estado momentâneo do indivíduo, e principalmente, de acordo com seu grau de amadurecimeno espiritual. Ele está relacionamento com o funcionamento neurológico em sentido estrito, atuando na integração dos dois hemisférios cerebrais, e ainda, com a glândula hipofisiária, responsável pelo controle de todo o sistema endocrínico do organismo. Assim, afecções verificadas em outras glândulas podem, muitas vezes, terem sua origem em uma repercussão secundária de uma desarmonia neste chacra e nesta glândula. No campo psíquico, este chacra rege o pensamento, o aspecto intelectual propriamente dito, a capacidade cognitiva do indivíduo, razão pela qual ele tende a se desenvolver com a evolução intelectual da pessoa. Ele é o centro da mente abstrata, e também, da vontade ou função diretora da psique. Ao nível meta-psíquico, por sua vez, o Ajna é o responsável pelo desenvolvimento do fenômeno da clarividência. Esta é a razão pela qual ele é denominado de terceiro olho, e isto explica o motivo por que os místicos costumam colocar cristais colados sobre esta região, e ainda, de rasparem as sombrancelhas no local em que elas se encontram.
  • 24. A disfunção no Ajna é responsável, como fora dito, por uma série de distúrbios endócrinos, sobretudo na mulher. Também está relacionado com problemas de visão, e incluvise, com algumas espécies de câncer. LARÍNGEO O vórtice laríngeo, situado pouco abaixo do centro do pescoço, serve de elo de ligação entre os dois chacras da cabeça e os quatro chacras principais do tronco (tórax e abdômen). Mas, ao contrário do que possa parecer, sua função não é secundária ou meramente de ligação. Ele cuida de uma série de processos importantes na vida prática do homem, e, embora a larínge não seja uma glândula, este chacra merece esta designação por guardar especial relação com o aparelho fonador. A cor ressonante deste chacra é o azul, uma das três cores fundamentais do espectro visível. Ele possui dezesseis pételas, seis vezes menos que o Ajna, o que não significa menor importância no equilíbrio energético, sendo particularidade decorrente da natureza das energias cuja captação é de sua responsabilidade. No entanto, esta diferença entre os chacras mostra uma lição da vida: devemos primeiro contemplar(coronário), refletir(Ajna) e só depois falar(coronário). O chacra laríngeo se relaciona com todo o complexo endocrinológico da região, ou seja, com a tireóide e com as paratireóides. Além disto, se relaciona com a traquéia, a prórpia laringe e com o sistema linfático, tendo repercussão até no sistema sexual. Sua função psíquica não é simplesmente a de falar, como poderia parecer a um primeiro olhar, mas a de comunicar. Porém, não há comunicação se não há receptividade e abertura para o outro, ou seja, se não há escuta. Não por acaso, o sistema fonador está imensamente articulado com o auditivo, o que se comprova pela especialidade médica da otorrinolaringologia. Isto se comprova, inclusive, no campo das funções parapsicológicas. O chacra laríngeo é responsável pela clariaudiência, ou seja, pela audição de sons e vozes de domínios extrafísicos (etéricos, astrais, manásicos). Este chacra, naturalmente, está implicado nas patologias de toda a região laringotraqueal, como bócio, inflamações na garganta e até perda de voz. Indiretamente, também se relaciona com a esterilidade. CARDÍACO
  • 25. O chacra cardíaco está situado no centro do tórax, entre os dois mamilos e à altura destes. Está ligado primordialmente não a uma glândula, mas a um órgão sui generis, o coração, o qual possui um grande tecido muscular, mas não se restringe a ele, pois possui um imenso conjunto de terminais nervosos. Em todo caso, possui relação com o ritmo fundamental da vida, tanto pela pulsação do coração, quanto pela respiração dos pulmões, que também lhe estão associados. A cor fundamental do chacra cardíaco é o verde. Trata-se de uma cor derivada, entre o amarelo básico do chacra gástrico solar, e o azul do laríngeo. Isto talvez se relacione com a função de equilíbrio deste chacra, que deve reger o movimento de interiorização e exteriorização sentimentais, servindo de ponte entre a consciência exterior e á comunicação com o mundo (chacras superiores e laríngeo) e o instinto inconsciente e a vida animal e vegetativa (chacra gástrico e seguintes). O chacra cardíaco possui doze pétalas, o que mostra a tendência de o número de pétalas irem diminuindo à medida que se aproxima do chacra da base. Isto também parece sugerir que escutemos mais (laríngeo) antes de efetuarmos julgamentos ou decisões (emoções ou sentimentos). No campo fisiológico, ele rege o funcionamento cárdio-pulmonar, cujo oscilar ininterrupto perdura por toda a vida. Já no que se refere ao nível psíquico, este chacra rege as emoções superiores, ou seja, aquelas que decorrem justamente da reflexãão conscienciosa e de uma atitude livremente escolhida perante a vida. Para utilizar de uma distinção clássica na psicologia, ele cuida mais das emoções que dos sentimentos. É claro que o sistema cardio-respiratório também é responsável pela preparação do corpo diante de situações de perigo, de emoções inesperadas e arroubos que exigem rápida resposta. Porém, justamente a eventualidade destas situações mostra que sua tônica deve ser o sentimento harmonioso e equilibrado. Quanto ao âmbito parapsíquico, o chacra cardíaco é responsável pelas efusões de amor puro e desinteressado, de imenso potencial curativo e regenerador, como também da capacidade de percepção da atmosfera emocional de um ambiente. PLEXO SOLAR O chacra do plexo solar está situado entre as costelas, na reentrância em cujo nxaice repousa o diafragma. Até a medicina ortodoxa utiliza esta
  • 26. denominação ao referir-se a esta região do corpo, o que se explica justamente pela cor amarelada deste chacra, cuja intensa luminosidade faz lembrar um pequeno disco solar, como se uma pequena versão do astro- rei fizesse morada nesta parte do corpo. Este chacra possui igual número de pétalas ao do cardíaco. Isto revela algo que é mais do que uma analogia: é uma inter-relação profunda. Do mesmo modo que o verde se origina do amarelo, e o psiquismo se irradia a partir do fisiologismo, as emoções superiores se desenvolvem a partir das reações instintivas. Fisiologicamente, este chacra atua sobre todo o sistema digestivo, repercutindo até em glândulas como o fígado, o pâncreas – embora estes também possuam chacras próprios. Na esfera mental, este centro de força impulsiona as manifestações do instinto, as emoções violentas e passionais, as reações de defesa e ataque, ainda a caminho da plena lucidez da consciência. Mais uma vez, a natureza nos sugerir ponderar com parcimônia (coração) antes de agir concretamente (plexo solar). E isto explica por que a efusão do amor crístico, em homens como Gandhi, levaram justamente a uma conduta de não-violência: neles, o chacra cardíaco transmutou em emoções positivas os impulsos violentos do plexo solar. E é o próprio Gandhi quem diz: "Quando um homem atinge a plenitude do amor(cardíaco), é capaz de neutralizar o ódio(solar) de milhões" (parênteses meus). Por estar relacionado com a ação instintiva, este chacra está relacionado, ao nível parapsicológico, com a chamada "ira dos justos", com as situações nas quais o ser humano, movido por justa indignação, toma atitudes inamovíveis e combate as injustiças com o mais fervoroso ardor, ainda que de modo não violento. Cite-se as atitudes de Jesus, Gandhi e outros. Pela mesma razão, talvez esteja relacionado com os ímpetos bravios de vingança. As disfunções no vórtice solar podem se manifestar como doenças digestivas, diabetes, problemas do diafragma, e outras afeções abdominais. UMBILICAL O chacra umbilical, como o próprio nome indica, está situado nas proximidades do umbigo, mais exatamente dois dedos acima (ou abaixo, segundo algumas fontes). Sua tonalidde fundamental é o laranja, situando- o justamente em posição intermediária entre o chacra solar acima estudado, e o chacra básico.
  • 27. Este chacra possui oito pétalas. Isto se explica pelo fato de ele estar relacionado a energias de natureza telúrica, com padrão vibratório de menor frequência e maior amplitude. Ele é o chacra diretamente envolvido com o sistema intestinal, responsável tanto pela assimilação dos nutrientes essenciais, quanto pela excreção do residual digestivo inaproveitável. Eis aqui outra lição de bioenergética: só depois de ponderar (coração) e agir(plexo solar) é que podemos amealhar as consequências dos nossos atos e o fruto dos nossos trabalhos. Porém, este chacra não está ligado somente à assimilação de elementos positivos e à eliminação de resíduos negativos. Ele também rege à exteriorização da maior criação positiva do ser humano: a gestação de outra vida. Ele rege o funcionamento harmonioso do útero, e contribui para que a mulher possa satisfatoriamente dar seu filho à luz. Por isto, suas disfunções se relacionam não somente com problemas intestinais, mas também com situações relativas ao processo gestacional, até mesmo com dificuldades no parto. BÁSICO O último grande chacra é o básico, nome decorrente do fato de situar-se na extremidade inferior da coluna vertebral. Sua cor fundamental é o vermelho, a base do espectro visível da luz solar. Este chacra possui apenas quatro pétalas, pois sua função é captar a energia bruta do magnetismo terrestre, e não as altas frequencias dos planos superiores. Ponto de origem de todo o sistema, é também o ponto de retorno, pois as demais atividades energéticas dependem da vitalidade básica, e a retroalimentam quando se desenrolam harmoniosamente. Ele está ligado com as estruturas geradoras e sustentadoras do corpo físico. Por isto, ele influencia a atividade sexual procriadora, mas também rege os sistemas muscular, circulatório e energético. CHAKRAS SECUNDÁRIOS IMPORTANTES Além dos sete chacras fundamentais – dentre os quais muitos incluem alguns aqui considerados secundários, como o genésico e o esplênico e exlucem o gástrico e o umbilical, os chacras secundários possuem papeis essenciais no equilíbrio psicobioenergético, razão pela qual não podem ser desconsiderados pelos terapeutas holísticos, em especial pelo cromoterapeuta.
  • 28. ESPLÊNICO O chacra esplênico é aquele que está situado sobre o baço. Ele possui seis pétalas, e está diretamente relacionado com o processo geral da vitalização do sangue. Possui cor em geral arroseada, e sua disfunção causa problemas do sangue, como leucemia, anemia, e problemas de esgotamento ou fraqueza crônicas, a nível muscular, fisiológico e mesmo ósseo, como as artrites e reumatismos. PALMAS DAS MÃOS E PLANTAS DOS PÉS Estes chacras secundários são de importância fundamental por estarem em conexão essencial com o centro de força que rege a área sexual. E cada um deles apresenta uma peculiaridade que os torna interessantes na terapia cromática. Os chacras das palmas das mãos são interessantes emissores de energia prânica, razão pela qual podem ser de grande auxílio ao cromoterapeuta, uma vez que, com o domínio das técnicas prânicas e com o conhecimento da atuação de cada faixa cromática sobre os chacras e partes do corpo, o terapeuta poderá complementar a emissão luminosa do aparelho de cromoterapia com a imposição das mãos, a qual enviará prana impregnado de vitalidade orgânica, por ter sido exsudado de um ser vivo (o terapeuta). Já as plantas dos pés poderão ser utiliados como indicadores do estado energético do chacra da área sexual, dispensando a auscultação radiestésica diretamente sobre a região genital, a qual, via de regra, gera certo desconforto para o cliente e até para o terapeuta. O CHACRA GENÉSICO O chacra genésico é o centro de força da região sexual, recebendo este nome por causa do poder gerador (gênesis), que está ligado ao sexo, enquanto fonte de criação de uma nova vida física para uma consciência. O vórtice genésico está relacionado com todo o aparelho reprodutor, suas gõnadas e glândulas, mas também com a parte inferior do corpo humano (pernas), e mesmo com algumas regiões do cérebro diretamente
  • 29. articuladas com esta região. Por isto, seu desequilíbrio acusará enfermidades nestas zonas do organismo. MENG MEI Outro chacra conhecido por seu nome oriental. O Meng Mei é o chacra dorsal da região umbilical, sendo da mesma coloração que o frontal, mas com diâmetro cerca de 1/3 menor. Está diretamente relacionado com os rins, e alguns órgãos mais recuados, tendo influência na circulação sanguinea, razão pela qual só deve receber cromoterapia com critério e por profissional já experiente. OS DEMAIS CHAKRAS DORSAIS Todos os chacras ditos principais, e não apenas o umbilical, possuem chacras correspondentes na região dorsal. Estes chacras possuem comprimentos ligeiramente menores que seus pares, mas atuam em complementação para as funções daqueles, embora possua também funções específicas, que devem ser melhor aprofundadas pelos estudiosos. Dentre estes chacras, destacam-se: dorsal do baço, larginge, gástrico, etc. OS CHAKRAS DOS PLEXOS Os plexos, por sua importante função senso-motora e neurotransmissora, também movimentam grandes fluxos de energia, razão pela qual neles também se formam chacras secundários. Assim, os plexos das axilas, dos quadris, dos seios, dos joelhos, entre outros, possuem seus próprios vórtices de energia, que vitalizam a região correspondente, mas que atuam em consonância com algum dos chacras principais. ALINHAMENTO DE CHAKRAS Os chakras são centros de força capazes de influenciar energeticamente nossa saúde e emoções. Localizados no centro energético que circunda o ser humano, eles captam a energia vital e a distribuem para o corpo através das glândulas endócrinas, do sistema nervoso e dos órgãos vitais. Localizados ao longo da coluna vertebral, possuem forma espiralada com hélices girando no sentido horário. A energia da vida flui através desses centros produzindo diferentes estados
  • 30. psíquicos, emocionais e sentimentais, afetando todos os aspectos da nossa vida, a nossa criatividade, vitalidade e bem-estar. Quando os chakras estão em bom funcionamento e a energia circula livremente, isso reflete no nosso exterior. Nos sentimos alegres e cheios de energia, em perfeita saúde e equilíbrio. Ao contrário, se os chakras estiverem bloqueados, sem bom funcionamento, podemos nos sentir sem vitalidade, ter problemas de saúde, desequilíbrios emocionais, distúrbios psíquicos ou em outros níveis. Como eles estão interligados, se um chakra estiver bloqueado isso afetará todo o sistema energético. Desbloquear os chakras proporciona a livre circulação de energia pelo corpo humano, condição essencial para a saúde e perfeita harmonia com o Universo. 1° - Chakra Base Vitalidade, capacidade de concretização, instinto de sobrevivência Cor: Vermelho Glândulas: Supra-renais Região: Base da coluna - cócix, estendendo-se até os joelhos 2° - Chakra Umbilical Sexualidade, purificação, reação emocional Cor: Laranja Glândulas: Gônadas Região: 2 dedos abaixo do umbigo - inclui parte do intestino, ovários, rins e região lombar 3° - Chakra Plexo solar Poder, realização pessoal, consciência do Eu, sabedoria, vida emocional Cor: Amarela Glândulas: Pâncreas Região: Boca do estômago 4° - Chakra Cardíaco Capacidade de amar a si e aos outros Cor: Verde, evoluindo para o rosa Glândulas: Timo Região: Centro do peito 5° - Chakra Laríngeo Capacidade de expressão, criatividade e assimilação Cor: Azul
  • 31. Glândulas: Tireóide Região: Garganta 6° -Chakra Frontal Intuição, Compreensão Cor: Índigo e violeta Glândulas: Hipófise Região: Entre as sobrancelhas 7° -Chakra Coronário Espiritualidade, fé Cor: Branco, Violeta Glândulas: Pineal Região: No topo da cabeça
  • 32. ALGUMAS FOTOS ILUSTRANDO COMO E A APLICAÇÃO ENERGÉTICA DOS CONES
  • 33.
  • 34.
  • 35. ORIENTAÇÕES PARA FACILITAR O SEU TRABALHO COM TRABALHA COM O CONE HINDU, SEGUEM ALGUMAS ➢ Durante a aplicação do cone é preferível que você e o paciente fiquem em silêncio; ➢ Após seu dia de trabalho é bom fazer uma auto-aplicação no alto da cabeça para retirar da sua aura a energia das pessoas que você atendeu. ➢ Deverá fazer nо mínimo 4 aplicações, nоѕ dois ouvidos. Eѕѕаѕ 4 sessões ѕеrãо о bastante раrа ocorrer a limpeza e equilíbrio energético. Para estar bem е еm harmonia. TRATAMENTO FÍSICO O tratamento de processos físicos com o Cone Hindu facilita a remoção de dores, que podem ser de origem óssea, muscular ou linfática. Bons exemplos são dores causadas por um processo gripal, dores de ouvido, face e cabeça. Utilizando a aplicação do cone na região da cabeça e na região onde a dor está instalada, o alívio é imediato. Outro exemplo são dores no joelho que podem ser articulares ou musculares. Aplicando o cone nessa região, pode-se aliviar a dor. Mas deve- se estar atento, pois esse tratamento é apenas para o alívio da dor.
  • 36. Desta forma pode-se cuidar de vários tipos de dores ou somatizações de processos físicos, através do uso correto do Cone Hindu como: Dor de cabeça, gripe/resfriado, sinusite, dor de ouvido, cólicas, artrose/artrite, dor nos ombros (musculares), dores de coluna etc. SIGNIFICADO DAS CHAMAS DO CONE HINDU A chama é a alma do fogo. Simboliza purificação, iluminação, amor espiritual e representa o espírito, bem como a transcendência. No Budismo, a chama simboliza a sabedoria e o ato de queimar a ignorância. O fogo simboliza a vida, o conhecimento intuitivo, a iluminação, a paixão, o espírito. Tanto no Ocidente como no oriente, o fogo é um símbolo regenerador e purificador, e o significado sobrenatural do fogo vai desde as almas errantes até o espírito divino. SIMBOLOGIA DE FOGO O fogo simboliza renascimento e renovação pelas forças divinas e da natureza por um lado, mas por outro lado o fogo também possui um aspecto destruidor, representado pelo fogo do inferno que possui a função diabólica de queimar eternamente sem excluir, não permitindo assim a regeneração. O fogo também é muito usado em rituais de passagem como símbolo de purificação em culturas agrárias, representa os incêndios dos campos que se adornam depois com um manto verde de natureza viva. O fogo é o motor da regeneração periódica. Nos rituais iniciáticos de morte e renascimento, o fogo é associado ao seu princípio antagônico, que é a água. A purificação pelo fogo é complementar à purificação pela água, que também é regeneradora. Mas o fogo distingue- se dela por simbolizar a purificação através da compreensão até a sua forma mais espiritual, pela luz e pela verdade. Algumas cremações rituais têm a sua origem na acepção do fogo como um veículo, um mensageiro entre o mundo dos vivos e o mundo dos mortos.
  • 37. Há 3 chamas muito diferente na foto. Isso mostra o quanto podemos estar desequilibrados e em desarmonia, isso acontece devido à correria diária e altos níveis de estresse. Esses desequilíbrios acontecem devido à descuido com a alimentação, hábitos nocivos à saúde, nosso modo de viver e pensar. A saúde emocional anda juntamente com essas desarmonias, pois na maioria das vezes são as nossas emoções e como lidamos com elas que prejudicam a nossa saúde, pois sobrecarregam nossa mente e desequilibram nosso emocional. A queima acontece de forma calma e em linha reta, isso mostra equilíbrio, aceitação e desenvolvimento. A queima, a chama está agitada e com alguns sibilos isso mostra um desequilíbrio leve, o que pode ocasionar sentimentos como auto-punição, instabilidade emocional, falta de foco, ressentimento, falta de doação e feridas mal curadas. A queima em desarmonia, a sua chama está dividida em duas partes, com vários sibilos altos e intensos, isso pode significar dificuldade em se relacionar, falta de amor pela vida, medo de se aproximar ou de se machucar, frustração e falta de aceitar-se.
  • 38. A queima com a chama preta significa algum trauma, sofrimento ou depressão muito profunda ou antiga sendo trazida para fora e trabalhada pelo fogo. A queima violeta significa a transformação ou transmutação de algum estado mental ou físico sendo feita. Lembre-se: “Mente” e “corpo” representam antes de tudo o aspecto do ser, negligenciar seu corpo é negligenciar sua mente. SIGNIFICADO DA CERA As ceras mais escuras são mais antigas. Ceras Claras são acontecimentos e situações eliminadas físicas ou mentais recentes. Ceras pretas são acontecimentos e situações eliminadas físicas ou mentais muito antigas, de infância ou antepassados.
  • 39. O pó bem fininho, semelhante a uma cinza, é que é resultado dos fluidos vibracionais, ligado às emoções. Quando os sintomas são físicos, o resultado é uma secreção, juntamente com esse pó clarinho Os pós claros granulados ou médios representam inflamações ou infecções no corpo sendo tratados e eliminas do médio prazo, pessoas que apresentam essas doenças a alguns anos, como rinites , sinuste, etc...
  • 40. Ceras Caramelos são acontecimentos e situações eliminadas físicas ou mentais de médio prazo, ou seja pessoas que provavelmente a mais de 10 anos não fazem limpeza nunca fizeram mas não tem problemas de ouvido. Cera antiga de acontecimentos e situações eliminadas físicas ou mentais Cera media a antiga de acontecimentos e situações eliminadas físicas ou mentais
  • 41. Cera antiga de acontecimentos e situações eliminadas físicas ou mentais, com secreções físicas de inflamações recentes. Cera eliminada de acontecimentos e situações físicas ou mentais de antepassados ou passado da infância. .
  • 42. CОMО É FEITO О CONE HINDU? Os Cones Chineses são canudos fabricados em tecido fino (tipo morim, fralda, gaze) banhado em parafina e ou cera de abelha e utilizados um método terapêutico milenar. Existem várias formas de fazer cones hindus existem várias formulas e você pode formular a sua com a sua intuição. Os Cones podem ser feitos com parafina e óleos essenciais, somente com parafina, com parafina e cera de abelha, própolis e óleos essenciais, somente com cera de abelha e óleos essenciais, somente com cera de abelha... Vou mostrar duas receitas que utilizo, mas você pode formular a sua própria. Vосê vai precisar раrа preparar оs Cones Hindus de Parafina оѕ seguintes materiais а seguir: Tecido de Algodão; Parafina; Óleos Essenciais Medicamentosos; Um filtro que pode ѕеr feito dе papel mesmo. (Mas faço com um molde de madeira em formato de cone que comprei em lojas especializadas em produtos para Terapeutas Holísticos). Vосê vai precisar раrа preparar о Cone Hindus de Parafina dоѕ seguintes materiais а seguir: Parafina e Cera de Abelha (50% de cada porção) Tiras de Morim 60 cm x 2,5 cm (tecido de algodão) Bastão de Madeira (em formato de cone) Forma de alumínio Panela de Alumínio Luva de Late Papel Alumínio
  • 43. MODO DE FAZER: 1- Forre com papel alumínio o fogão a mesa para evitar que pingue cera 2- Adicione um pouco de agua na forma de alumínio 3- Acenda o fogo para logo em seguida inserir a panela dentro da forma (em banho-maria) 4- Adicione a parafina e a cera de abelha e deixe derreter com o calor 5- Coloque a luva para não se queimar e adicione uma tira de morim (faça um cone de cada vez) 6- Com o auxílio do bastão de madeira pegue uma das pontas da tira 7- Enrole a tira no bastão iniciando pela ponta mais fina 8- Aguarde alguns segundos para esfriar e em seguida retire 9- Deixe de lado para que fique bem seco. O tamanho final do cone é de aproximadamente 25 cm
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