O documento discute a necessidade de reorganizar o aparelho do estado em Moçambique para combater a fome, citando um discurso de Samora Machel. Machel argumentou que o estado deve ter estruturas ministeriais pequenas e eficientes, com funcionários qualificados e capazes de trabalhar 24 horas por dia. Atualmente, o estado acomoda funcionários incompetentes e preguiçosos, e há uma ruptura com a visão de Machel de valorizar o povo. Uma reestruturação é necessária para tornar o estado mais produtivo e inclusivo.