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              todos os contactos.»
O cravo vermelho tornou-se o símbolo da Revolução de
Abril de 1974; Com o amanhecer as pessoas
começaram a juntar-se nas ruas, solidários com os
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sobre quem terá sido, mas uma delas é que uma florista
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depressa os colocaram nos canos das espingardas.
Consequências
No dia seguinte, forma-se a Junta de Salvação Nacional,
constituída por militares, e que procederá a um governo
de transição. O essencial do programa do MFA é,
amiúde, resumido no programa dos três D:
Democratizar, Descolonizar e Desenvolver.
Caros Amigos,

Cá vai um importante contributo, para que o Ministro das Finanças não
    continue a fazer de nós parvos, dizendo com ar sonso que não sabe em
    que mais cortar.

Acabou o recreio !!!!!!!!!!!!!!!

Este texto vai circular hoje e será lido por milhares de pessoas. A guerra contra
    a chulice, está a começar. Não subestimem o povo que começa a ter
    conhecimento do que nos têm andado a fazer, do porquê de chegar ao
    ponto de ter de cortar na comida dos filhos! Estamos de olhos bem abertos
    e dispostos a fazer -quase-tudo, para mudar o rumo deste abuso.

Todos os ''governantes'' [a saber, os que se governam...] de Portugal falam em
    cortes de despesas - mas não dizem quais - e aumento de impostos a
    pagar.
1. Reduzir as mordomias (gabinetes, secretárias,
   adjuntos, assessores, suportes burocráticos
   respetivos, carros, motoristas, etc.) dos três ex-
   Presidentes da República.
2. Redução do número de deputados da
   Assembleia      da    República       para     80,
   profissionalizando-os como nos países a sério.
   Reforma das mordomias na Assembleia da
   República, como almoços opíparos, com
   digestivos e outras libações, tudo à custa do
   pagode.
3. Acabar com centenas de Institutos Públicos e
   Fundações Públicas que não servem para
   nada e, têm funcionários e administradores
   com 2º e 3º emprego.
4. Acabar com as empresas Municipais, com
   Administradores a auferir milhares de
   euro/mês e que não servem para nada,
   antes, acumulam funções nos municípios,
   para aumentarem o bolo salarial respetivo.
5. Por exemplo as empresas de estacionamento não
   são verificadas porquê? E os aparelhos não são
   verificados porquê? É como um táxi, se uns têm
   de cumprir porque não cumprem os outros? e se
   não são verificados como podem ser auditados?
6. Redução drástica das Câmaras Municipais e
   Assembleias Municipais, numa reconversão mais
   feroz que a da Reforma do Mouzinho da Silveira,
   em 1821.
7. Redução drástica das Juntas de Freguesia. Acabar com o
  pagamento de 200 euros por presença de cada pessoa nas
  reuniões das Câmaras e 75 euros nas Juntas de Freguesia.

8. Acabar com o Financiamento aos partidos, que devem viver da
  quotização dos seus associados e da imaginação que aos
  outros exigem, para conseguirem verbas para as suas
  atividades.

9. Acabar com a distribuição de carros a Presidentes, Assessores,
  etc, das Câmaras, Juntas, etc., que se deslocam em digressões
  particulares pelo País;
10. Acabar com os motoristas particulares 20 h/dia, com o
  agravamento das horas extraordinárias... para servir suas
  excelências, filhos e famílias e até, os filhos das amantes...

11. Acabar com a renovação sistemática de frotas de carros do
  Estado e entes públicos menores, mas maiores nos dispêndios
  públicos.

12. Colocar chapas de identificação em todos os carros do
  Estado. Não permitir de modo algum que carros oficiais façam
  serviço particular tal como levar e trazer familiares e filhos, às
  escolas, ir ao mercado a compras, etc.
13. Acabar com o vaivém semanal dos deputados dos Açores e
  Madeira e respetivas estadias em Lisboa em hotéis de cinco
  estrelas pagos pelos contribuintes que vivem em tugúrios
  inabitáveis.
14. Controlar o pessoal da Função Pública (todos os funcionários
  pagos por nós) que nunca está no local de trabalho. Então em
  Lisboa é o regabofe total. HÁ QUADROS (diretores gerais e
  outros) QUE, EM VEZ DE ESTAREM NO SERVIÇO PÚBLICO,
  PASSAM O TEMPO NOS SEUS ESCRITÓRIOS DE ADVOGADOS A
  CUIDAR DOS SEUS INTERESSES, QUE NÃO NOS DÁ COISA
  PÚBLICA.
15. Acabar com as administrações numerosíssimas de hospitais
  públicos que servem para garantir tachos aos apaniguados do
  poder - há hospitais de província com mais administradores
  que pessoal administrativo. Só o de PENAFIEL TEM SETE
  ADMINISTRADORES            PRINCIPESCAMENTE          PAGOS...
  Pertencentes às oligarquias locais do partido no poder.
16. Acabar com os milhares de pareceres jurídicos,
  caríssimos, pagos sempre aos mesmos escritórios que
  têm canais de comunicação fáceis com o Governo, no
  âmbito de um tráfico de influências que há que
  criminalizar, autuar, julgar e condenar.
17. Acabar com as várias reformas por pessoa, de entre o
  pessoal do Estado e entidades privadas, que passaram
  fugazmente pelo Estado.
18. Pedir o pagamento dos milhões dos empréstimos dos
  contribuintes ao BPN e BPP.
19. Perseguir os milhões desviados por Rendeiros, Loureiros
  e Quejandos, onde quer que estejam e por aí fora.
20. Acabar com os salários milionários da RTP e os milhões
  que a mesma recebe todos os anos.
21. Acabar com os lugares de amigos e de partidos na RTP
  que custam milhões ao erário público.
22. Acabar com os ordenados de milionários da TAP, com
  milhares de funcionários e empresas fantasmas que
  cobram milhares e que pertencem a quadros do Partido
  Único (PS + PSD).
23. Assim e desta forma, Sr. Ministro das Finanças,
  recuperaremos depressa a nossa posição e sobretudo, a
  credibilidade tão abalada pela corrupção que grassa e
  pelo desvario dos dinheiros do Estado.
24. Acabar com o regabofe da pantomina das PPP (Parcerias Público Privado), que mais não são

    do que formas habilidosas de uns poucos patifes se locupletarem com fortunas à custa dos

    papalvos dos contribuintes, fugindo ao controle seja de que organismo independente for e

    fazendo a "obra" pelo preço que "entendem".

25. Criminalizar, imediatamente, o enriquecimento ilícito, perseguindo, confiscando e punindo os

    biltres que fizeram fortunas e adquiriram patrimónios de forma indevida e à custa do País,

    manipulando e aumentando preços de empreitadas públicas, desviando dinheiros segundo

    esquemas pretensamente "legais", sem controlo, e vivendo à tripa forra à custa dos dinheiros

    que deveriam servir para o progresso do país e para a assistência aos que efetivamente dela

    precisam;
26. Controlar rigorosamente toda a atividade bancária por forma a que, daqui
   a mais uns anitos, não tenhamos que estar, novamente, a pagar "outra
   crise".
27. Não deixar um único malfeitor de colarinho branco impune, fazendo com
   que paguem efetivamente pelos seus crimes, adaptando o nosso sistema
   de justiça a padrões civilizados, onde as escutas VALEM e os crimes não
   prescrevem com leis à pressa, feitas à medida.
28. Impedir os que foram ministros de virem a ser gestores de empresas que
   tenham beneficiado de fundos públicos ou de adjudicações decididas
   pelos ditos.
29. Fazer um levantamento geral e minucioso de todos os que ocuparam cargos
   políticos, central e local, de forma a saber qual o seu património antes e depois.

30. Pôr os Bancos a pagar impostos.

31. Denunciar as falsas boas vontades de campanhas, seminários e 'formações'
   destinadas a caçar subsídios, a subsidiodependência, em que cada ação é um
   modelo novo na frota automóvel.

32. Não papar festivais e golpadas, como 7 maravilhas disto e daquilo, que engordam
   muitos à custa dos votos e telefonemas imbecis para promover aquilo que não
   tem excelência e nem qualidade para ser destacado. Todas estas manobras
   promovem 'Salazares e alheiras' e afundam o que realmente tem valor em
   Portugal...
33. Impedir o 1.º Ministro de cometer graves atropelos à
  Constituição, à Lei Geral e Lei do Trabalho, tais como as
  medidas catastróficas e mesmo criminosas, mascaradas num
  falso plano de austeridade que vai conduzir Portugal ao
  abismo.
34. Revogar os prazos de pagamento da dívida ao FMI, BCE e CE,
  no sentido de os alargar ao maior prazo possível sem
  agravamento dos já altíssimos juros.
35. Tomar medidas urgentes contra as multinacionais,
 holdings e bancos, que são os verdadeiros donos do FMI,
 BCE e CE., e estão a aguardar agindo nos bastidores,
 como abutres que espreitam moribundos, que as
 empresas entrem em falência para serem absorvidas a
 preços ridículos, alastrando uma praga de desemprego e
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Ao "povo", pede-se o
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  • 2. Ao "povo", pede-se o reencaminhamento deste texto, através de redes sociais ou de e-mail para todos os contactos.»
  • 3. O cravo vermelho tornou-se o símbolo da Revolução de Abril de 1974; Com o amanhecer as pessoas começaram a juntar-se nas ruas, solidários com os soldados revoltosos; alguém (existem várias versões, sobre quem terá sido, mas uma delas é que uma florista contratada para levar cravos para a abertura de um hotel, foi vista por um soldado que pôs um cravo na espingarda, e em seguida todos o fizeram), começou a distribuir cravos vermelhos para os soldados, que depressa os colocaram nos canos das espingardas. Consequências No dia seguinte, forma-se a Junta de Salvação Nacional, constituída por militares, e que procederá a um governo de transição. O essencial do programa do MFA é, amiúde, resumido no programa dos três D: Democratizar, Descolonizar e Desenvolver.
  • 4. Caros Amigos, Cá vai um importante contributo, para que o Ministro das Finanças não continue a fazer de nós parvos, dizendo com ar sonso que não sabe em que mais cortar. Acabou o recreio !!!!!!!!!!!!!!! Este texto vai circular hoje e será lido por milhares de pessoas. A guerra contra a chulice, está a começar. Não subestimem o povo que começa a ter conhecimento do que nos têm andado a fazer, do porquê de chegar ao ponto de ter de cortar na comida dos filhos! Estamos de olhos bem abertos e dispostos a fazer -quase-tudo, para mudar o rumo deste abuso. Todos os ''governantes'' [a saber, os que se governam...] de Portugal falam em cortes de despesas - mas não dizem quais - e aumento de impostos a pagar.
  • 5. 1. Reduzir as mordomias (gabinetes, secretárias, adjuntos, assessores, suportes burocráticos respetivos, carros, motoristas, etc.) dos três ex- Presidentes da República. 2. Redução do número de deputados da Assembleia da República para 80, profissionalizando-os como nos países a sério. Reforma das mordomias na Assembleia da República, como almoços opíparos, com digestivos e outras libações, tudo à custa do pagode.
  • 6. 3. Acabar com centenas de Institutos Públicos e Fundações Públicas que não servem para nada e, têm funcionários e administradores com 2º e 3º emprego. 4. Acabar com as empresas Municipais, com Administradores a auferir milhares de euro/mês e que não servem para nada, antes, acumulam funções nos municípios, para aumentarem o bolo salarial respetivo.
  • 7. 5. Por exemplo as empresas de estacionamento não são verificadas porquê? E os aparelhos não são verificados porquê? É como um táxi, se uns têm de cumprir porque não cumprem os outros? e se não são verificados como podem ser auditados? 6. Redução drástica das Câmaras Municipais e Assembleias Municipais, numa reconversão mais feroz que a da Reforma do Mouzinho da Silveira, em 1821.
  • 8. 7. Redução drástica das Juntas de Freguesia. Acabar com o pagamento de 200 euros por presença de cada pessoa nas reuniões das Câmaras e 75 euros nas Juntas de Freguesia. 8. Acabar com o Financiamento aos partidos, que devem viver da quotização dos seus associados e da imaginação que aos outros exigem, para conseguirem verbas para as suas atividades. 9. Acabar com a distribuição de carros a Presidentes, Assessores, etc, das Câmaras, Juntas, etc., que se deslocam em digressões particulares pelo País;
  • 9. 10. Acabar com os motoristas particulares 20 h/dia, com o agravamento das horas extraordinárias... para servir suas excelências, filhos e famílias e até, os filhos das amantes... 11. Acabar com a renovação sistemática de frotas de carros do Estado e entes públicos menores, mas maiores nos dispêndios públicos. 12. Colocar chapas de identificação em todos os carros do Estado. Não permitir de modo algum que carros oficiais façam serviço particular tal como levar e trazer familiares e filhos, às escolas, ir ao mercado a compras, etc.
  • 10. 13. Acabar com o vaivém semanal dos deputados dos Açores e Madeira e respetivas estadias em Lisboa em hotéis de cinco estrelas pagos pelos contribuintes que vivem em tugúrios inabitáveis. 14. Controlar o pessoal da Função Pública (todos os funcionários pagos por nós) que nunca está no local de trabalho. Então em Lisboa é o regabofe total. HÁ QUADROS (diretores gerais e outros) QUE, EM VEZ DE ESTAREM NO SERVIÇO PÚBLICO, PASSAM O TEMPO NOS SEUS ESCRITÓRIOS DE ADVOGADOS A CUIDAR DOS SEUS INTERESSES, QUE NÃO NOS DÁ COISA PÚBLICA. 15. Acabar com as administrações numerosíssimas de hospitais públicos que servem para garantir tachos aos apaniguados do poder - há hospitais de província com mais administradores que pessoal administrativo. Só o de PENAFIEL TEM SETE ADMINISTRADORES PRINCIPESCAMENTE PAGOS... Pertencentes às oligarquias locais do partido no poder.
  • 11. 16. Acabar com os milhares de pareceres jurídicos, caríssimos, pagos sempre aos mesmos escritórios que têm canais de comunicação fáceis com o Governo, no âmbito de um tráfico de influências que há que criminalizar, autuar, julgar e condenar. 17. Acabar com as várias reformas por pessoa, de entre o pessoal do Estado e entidades privadas, que passaram fugazmente pelo Estado. 18. Pedir o pagamento dos milhões dos empréstimos dos contribuintes ao BPN e BPP. 19. Perseguir os milhões desviados por Rendeiros, Loureiros e Quejandos, onde quer que estejam e por aí fora.
  • 12. 20. Acabar com os salários milionários da RTP e os milhões que a mesma recebe todos os anos. 21. Acabar com os lugares de amigos e de partidos na RTP que custam milhões ao erário público. 22. Acabar com os ordenados de milionários da TAP, com milhares de funcionários e empresas fantasmas que cobram milhares e que pertencem a quadros do Partido Único (PS + PSD). 23. Assim e desta forma, Sr. Ministro das Finanças, recuperaremos depressa a nossa posição e sobretudo, a credibilidade tão abalada pela corrupção que grassa e pelo desvario dos dinheiros do Estado.
  • 13. 24. Acabar com o regabofe da pantomina das PPP (Parcerias Público Privado), que mais não são do que formas habilidosas de uns poucos patifes se locupletarem com fortunas à custa dos papalvos dos contribuintes, fugindo ao controle seja de que organismo independente for e fazendo a "obra" pelo preço que "entendem". 25. Criminalizar, imediatamente, o enriquecimento ilícito, perseguindo, confiscando e punindo os biltres que fizeram fortunas e adquiriram patrimónios de forma indevida e à custa do País, manipulando e aumentando preços de empreitadas públicas, desviando dinheiros segundo esquemas pretensamente "legais", sem controlo, e vivendo à tripa forra à custa dos dinheiros que deveriam servir para o progresso do país e para a assistência aos que efetivamente dela precisam;
  • 14. 26. Controlar rigorosamente toda a atividade bancária por forma a que, daqui a mais uns anitos, não tenhamos que estar, novamente, a pagar "outra crise". 27. Não deixar um único malfeitor de colarinho branco impune, fazendo com que paguem efetivamente pelos seus crimes, adaptando o nosso sistema de justiça a padrões civilizados, onde as escutas VALEM e os crimes não prescrevem com leis à pressa, feitas à medida. 28. Impedir os que foram ministros de virem a ser gestores de empresas que tenham beneficiado de fundos públicos ou de adjudicações decididas pelos ditos.
  • 15. 29. Fazer um levantamento geral e minucioso de todos os que ocuparam cargos políticos, central e local, de forma a saber qual o seu património antes e depois. 30. Pôr os Bancos a pagar impostos. 31. Denunciar as falsas boas vontades de campanhas, seminários e 'formações' destinadas a caçar subsídios, a subsidiodependência, em que cada ação é um modelo novo na frota automóvel. 32. Não papar festivais e golpadas, como 7 maravilhas disto e daquilo, que engordam muitos à custa dos votos e telefonemas imbecis para promover aquilo que não tem excelência e nem qualidade para ser destacado. Todas estas manobras promovem 'Salazares e alheiras' e afundam o que realmente tem valor em Portugal...
  • 16. 33. Impedir o 1.º Ministro de cometer graves atropelos à Constituição, à Lei Geral e Lei do Trabalho, tais como as medidas catastróficas e mesmo criminosas, mascaradas num falso plano de austeridade que vai conduzir Portugal ao abismo. 34. Revogar os prazos de pagamento da dívida ao FMI, BCE e CE, no sentido de os alargar ao maior prazo possível sem agravamento dos já altíssimos juros.
  • 17. 35. Tomar medidas urgentes contra as multinacionais, holdings e bancos, que são os verdadeiros donos do FMI, BCE e CE., e estão a aguardar agindo nos bastidores, como abutres que espreitam moribundos, que as empresas entrem em falência para serem absorvidas a preços ridículos, alastrando uma praga de desemprego e miséria que é cada vez mais grave.
  • 18. Ao "povo", pede-se o reencaminhamento deste texto, através de redes sociais ou de e-mail para todos os contactos.»