O documento convoca os trabalhadores a lutarem internacionalmente pelo 1o de Maio contra o imperialismo e pela revolução socialista. Defende a solidariedade com os trabalhadores na Síria, Palestina, China e Europa e se opõe à restauração capitalista em Cuba. Convoca os operários brasileiros a retomarem a luta de 2013 centralizando o combate contra o imperialismo e Wall Street.