Este documento discute a teoria do conto de Ricardo Piglia, que propõe que todo conto contém duas histórias, e analisa como isso se aplica aos contos de Clarice Lispector. A teoria funciona bem para contos clássicos, mas tem limitações para contos modernos em que as histórias dependem mais da interpretação do leitor do que de enredos explícitos. O documento também examina as implicações do fato de um conto de Lispector ter sido publicado em forma fragmentada após sua morte.