Mariana desenvolveu um transtorno alimentar periódico devido ao ambiente familiar hostil e à falta de apoio emocional. Ela usa a comida para aliviar a dor e desenvolveu crenças de que é rejeitada e indesejável. O processo psicoterapêutico oferece uma oportunidade para que ela se reconheça e encontre sua voz, superando os traumas do passado.