O documento discute o caso clínico de uma paciente de 26 anos que desenvolveu um medo intenso de sapos nos últimos oito meses, levando a dificuldades como insônia, inquietação e evitação de locais onde poderia encontrar sapos. O diagnóstico é de fobia específica (ranidafobia) de acordo com os critérios do DSM-IV. A terapia cognitivo-comportamental é proposta para priorizar metas como melhorar o sono, aumentar atividades sociais e reduzir pensamentos ansiosos sobre sapos,