O documento discute como os critérios socioambientais e de sustentabilidade podem ser adotados nas compras do setor público de acordo com a lei brasileira. Apesar da lei priorizar o menor preço, há interpretações jurídicas que defendem a legalidade da adoção destes critérios baseados na Constituição, que protege o meio ambiente. Exemplos internacionais demonstram como outros países já institucionalizaram compras públicas sustentáveis.