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Geologia,
   geomorfologia e
  mineração no Brasil




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Camadas Terrestres, a Partir da Superfície:
 Crosta: (de 0 a 60 km) A crosta forma a maior parte da litosfera, tem
  uma extensão variável de acordo com a posição geográfica
 Manto: (de 60 a 2900 km) É composto por substâncias ricas em ferro e
  magnésio. Também apresenta características físicas diferentes da crosta.
  O material de que é composto o manto pode apresentar-se no estado
  sólido ou como uma pasta viscosa, em virtude das pressões elevadas
 Núcleo (de 2900 a 5100 km) Também chamado de Nife, Centrosfera
  Barisfera ou Metalosfera. O núcleo é dividido em duas partes: o
  núcleo sólido, interno e o núcleo líquido, que envolve o primeiro. O
  núcleo sólido é composto, segundo se acredita, primariamente por ferro
  e um pouco de níquel. Já o núcleo líquido é composto de ferro líquido e
  níquel líquido (a combinação é chamada NiFe), com traços de outros
  elementos.
Teoria da Deriva Continental
Segundo Alfred Wegener:
Há cerca de 300 milhões de anos os continentes
estiveram unidos numa única grande massa de
terra firme (supercontinente) que denominou de
Pangeia, rodeado por um único oceano – a
Pantalassa.
A Pangeia fragmentou-se dando origem a novos
continentes sujeitos a deformação e deriva que
ainda perdura.




                                    Alfred Wegener não soube explicar
                                    qual a causa do movimento dos
                                    continentes
Teoria da Tectônica de Placas
A teoria da Tectônica de Placas afirma que o planeta Terra é
dividido em várias placas tectônicas que se movimentam,
pois estão flutuando sobre o magma . Ao se movimentarem,
formam as montanhas mais recentes (dobramentos
modernos), fossas oceânicas, atividade
vulcânica, terremotos, cordilheiras meso-oceânicas,
tsunamis, etc.
Relevo

 Trata-se do conjunto das formas da crosta terrestre,
  manifestando-se desde o fundo dos oceanos até as terras
  emersas. Encontramos formas diversas de relevo:
  montanhas, planaltos, planícies, depressões,
  cordilheiras, morros, serras, inselbergs, vulcões,
  vales, escarpas, abismos, Cuestas, etc.


 O relevo é o resultante da ação de dois agentes:os
  internos e externos.
O Relevo e Seus Agentes
          A formação do relevo e a constante transformação de
                suas formas ocorrem devido à ação de:




Agentes internos ou endógenos        Agentes externos ou exógenos
São as forças internas do planeta,   Existem agentes externos, na
causadas pelas pressão e altas       superfície terrestre, que modificam o
temperaturas das camadas mais        relevo, não tão rapidamente como os
profundas. Geralmente essas          vulcões ou terremotos, mas sua ação
manifestações são violentas e        contínua transforma lenta e
rápidas, como é o caso dos           ininterruptamente todas as
terremotos e vulcões. Esses          paisagens da Terra. A ação dos
movimentos são construtores e        ventos, do intemperismo e da água
modificadores do relevo terrestre,   sobre a crosta terrestre determinam
podendo levar milhões de anos ou     a erosão.
apenas um dia.
Estrutura geológica do território brasileiro


   Estrutura geológica: embasamento rochoso que sustenta
               determinada forma de relevo.



 Geologia e geomorfologia reconhecem três domínios estruturais:
                plataformas ou crátons; bacias
   sedimentares e cadeias orogênicas ou cinturões orogênicos.



No Brasil, existem apenas as plataformas e as bacias sedimentares.
Crátons
•   Um Cráton pode ser definido com uma região geologicamente
    estável sobre a qual se assentam outras estruturas como bacias.
    Geralmente tem raízes profundas no manto da terra e têm formação em
    eras pré-cambrianas.Apresentam-se sob duas formas:
•   Quando expostos e submetidos aos agentes de erosão (água, oscilações de
    temperatura, vento etc.), chamam-se escudos ou escudos cristalinos.
•   Quando recobertos por formações sedimentares (rochas sedimentares),
    chamam-se plataformas cobertas ou embasamento cristalino.
Bacias sedimentares
As bacias sedimentares correspondem às depressões preenchidas com
detritos ou sedimentos carreados das áreas circunjacentes.
No Brasil existem bacias sedimentares de grande e de pequena extensão:
Relevo Brasileiro

64% de rochas sedimentares (podem apresentar ocorrência
de combustíveis fósseis);

36% de escudos cristalinos (rochas metamórficas e
magmáticas), onde encontramos jazidas de minérios;
Escudos Cristalinos

• Nos      escudos cristalinos encontramos reservas
    minerais metálicas e não metálicas.
•   Dois tipos de afloramentos:
•   32% do território é constituído por formações
    arqueozóicas - embasamento cristalino.
•   4% é composto por formações proterozóicas ricas em
    minerais estratégicos.
•   Dois escudos principais: Guianas e Brasileiro.
Bacias Sedimentares

• Importantes reservas de hidrocarbonetos (petróleo,
  gás natural e carvão mineral).
• Dois grandes grupos:
• Bacias de Grande Extensão: Amazônica, do Meio
  Norte, do Paraná, Sanfranciscana ou do São
  Francisco e a do Pantanal Matogrossense.
• Bacia de Pequena Extensão: do Recôncavo-Tucano,
  as costeiras e as de compartimento de planalto
  (Bacia Sedimentar de Curitiba).
Formas de Relevo

PRINCIPAIS ESTRUTURAS DE RELEVO:


   PLANALTO


   PLANÍCIE


   DEPRESSÃO


   MONTANHAS
Formas de Relevo Continentais
              Montanhas: formadas pela ação de forças tectônicas



  Jovens: formadas em épocas            Velhas: formadas em eras mais remotas.
 geológicas recentes. Apresentam       Tendo sido afetadas pela erosão, apresentam
        maiores altitudes.                      altitudes mais moderadas.




     Montanhas jovens
    no Parque Nacional
Los Glaciares, na região
            patagônica
     (Argentina, 2000)
Formas de relevo continentais
            Planalto: superfícies onde predomina intenso
                        processo de erosão.


Situam-se entre 200 metros                 Apresentam forma aplainada
 e 2 mil metros de altitude.                  ou morros, serras ou
                                           elevações íngremes de topo
                                                plano (chapadas).




                     Morro do Pai Inácio, na Chapada
                     Diamantina (Bahia, 2008)
Formas de Relevo Continentais
  Planícies: poucas irregularidades e forma quase plana


 Baixas altitudes                Sedimentação constante devido
(até 100 metros)                  aos movimentos das águas do
                                    mar, de rios, de lagos etc.




 Planícies          Planícies fluviais     Planícies lacustres
litorâneas
Depressões
 Relativa: Partes mais baixas em relação
às formas de relevo que as circundam.
 Apresentam uma leve inclinação e são
também caracterizadas por um processo
de erosão, que é um aspecto
determinante na sua formação.

Quando as depressões se encontram
abaixo do nível do mar, recebem o
nome de depressões absolutas.

     O mar Morto, na Ásia,
     é um exemplo de
     depressão absoluta.            Depressão Sertaneja /São
     Ele está metros                       Francisco
     abaixo do nível do
     mar.
As Diferentes Classificações do Relevo Brasileiro
                Professor Aziz Ab’Saber / anos 60




Professor Aroldo
de Azevedo Anos
40/50

                   Professor Jurandyr Ross Anos 90
Classificação de Aroldo de Azevedo:
elaborada na déc. De 40, levou em consideração as cotas altimétricas (altitude)
do relevo. Planalto: superfície levemente ondulada com mais de 200 m de
altitude. Planície: superfície aplainada com menos de 200 m de altitude.
Classificação de Aziz AB Sáber:
Classificação publicada em 1958, onde se definia: Planalto : superfície
suavemente ondulada, onde se verifica o domínio do processo
erosivo(desgaste). Planície: superfície onde o processo de sedimentação é
mais atuante e independe do nível altimétrico.
Classificação de Ross
 Proposta pelo professor Jurandyr Ross, divulgada em 1989.
Utiliza os processos geomorfológicos para elaborar a sua classificação,
porem diferente das classificações anteriores, Ross, usa recursos mais
modernos como a aerofotogrametria , (fotos aéreas, projeto Radam Brasil) e
reformulou a classificação do relevo brasileiro, elevando para 28 o número
de grandes unidades de relevo.
Além disso, ao invés de se prender às divisões anteriores entre planaltos e
planícies, introduziu um novo conceito, o de depressão.
 Destaca três formas principais de relevo: planaltos, planícies e
   depressões. Define cada macro unidade da seguinte forma:
   PLANALTO, superfície irregular, com altitude acima de 300 metros e
   produto de erosão;
   PLANÍCIE, área plana, formada pelo acúmulo recente de sedimentos;
   DEPRESSÃO, superfície entre 100 e 500 metros de altitude, com
   inclinação suave, mais plana que o planalto e formada por processo de
   erosão.
O relevo brasileiro
                                           Mapa Relevo brasileiro
   Características
Predominam os planaltos de baixa
altitude ( até 1200m ) e as planícies.
O relevo brasileiro não possui grandes
altitudes . Este fato pode ser explicado
pela antiguidade de seus terrenos (em
geral, pré-cambrianos ) que vem
sofrendo o ataque dos agentes de
erosão há milhões de anos.
Planalto, Planícies e Depressões são as
principais formas de relevo . O Brasil
não apresenta cadeias de montanhas
ou dobramentos modernos .

                                             As Cores variam de acordo com níveis de
                                             altitude indo dos mais baixos ( verde) aos mais
                                             elevados ( marrom)
Classificação de Aroldo de Azevedo

               Primeira classificação.
               Recursos limitados.
               4 grandes planícies.
               2 grandes planaltos.
               Subdivide o planalto
               brasileiro em 3 sub-
               unidades.
Classificação de Aziz Ab’Saber

              Feita por um discípulo de
               Aroldo de Azevedo.
              Número de planícies
               permanece a mesma.
              2 grandes planaltos.
              Subdivide o planalto
               brasileiro em 6 sub-
               unidades.
Classificação de Jurandyr Ross

                 Realizada na déc. 80.
                 Resultado do Projeto
                  RADAM-Brasil.
                 Divide o país em 28
                  unidades de relevo.
                 Predomina planaltos
                  baixos e depressões.
                 Planícies com áreas
                  pequenas e limitadas.
Mineração no
           Brasil


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                                               Prof. Paulo
O Que São Rochas?
Rochas são definidas como quaisquer agregados
 naturais sólidos, compostos de um ou mais minerais,
 e constituem parte essencial da crosta terrestre.
O Que São Minerais?
Mineral é um corpo natural sólido e cristalino formado
 em resultado da integração de processos físico-
 químicos em ambientes geológicos. Cada mineral é
 classificado e denominado não apenas com base na
 sua composição química, mas também na estrutura
 cristalina dos materiais que o compõem.
                                                                        Os minerais são
                                                                        classificados em
                                                                        metálicos (ferro,
                                                                        manganês, alumínio
                                                                        etc.) e não metálicos
                                                                        (fosfatos, nitratos,
                                                                        enxofre, cloreto de
                                                                        sódio etc.).
     Pirita: Conhecido como ''ouro dos tolos'', esse mineral metálico
     amarelo é composto de ferro e enxofre.
O Que e Minério?
Minério, portanto, é uma rocha ou mineral dos quais
 são extraídas substâncias valiosas, como o ouro, o
 ferro, o cobre, o diamante.




                                          Grafite – Serve para fazer minas de lápis



Quartzo – usado na fabricação de vidros
resistentes ao calor, células solares e
microchips.
5    Países Com Maior Potencial de
              Descobertas Minerais:
Austrália, Canadá, EUA, Rússia e Brasil


É o 8º em investimento
Chile, 20% do PIB
Brasil, 5% do PIB
Áreas Mineralógicas do Brasil
Reservas abundantes
Ferro, manganês, cassiterita, níquel, bauxita, cristal de rocha,
zircônio, berilo, Magnesita, calcário, sal-gema e tório
Reservas suficientes
Ouro, cobre, zinco, potássio, petróleo, fluorita e xisto
Reservas deficientes
Chumbo, prata, platina, antimônio, cromo, tungstênio,
enxofre, carvão e gás natural
Brasil: Recursos Minerais
Minério de Ferro
 O Brasil apresenta grandes jazidas de minério de
  ferro, localizadas em terrenos pré-cambrianos.
 Calcula-se que existam cerca de 28 bilhões de
  toneladas em reservas de minério de ferro em nosso
  território.

           Os principais produtores de minério de ferro (2007)
Minério de Ferro

 Os principais minérios de ferro encontrados no
  Brasil são:
 Hematita e magnetita (óxidos de ferro), teor de
  mais de 60%
 Limonita, teor entre 50% e 60%
 Siderita (carbonato ferroso), teor médio de cerca
  de 48%
 Pirita (bissulfeto de ferro), explorada para
  aproveitamento do enxofre
Minas Gerais
 A produção do Quadrilátero Ferrífero destina-se
  às usinas siderúrgicas da região e ao mercado externo,
  para o qual são exportados cerca de 50% da produção
  obtida.
 Os principais compradores no exterior são países da
  Europa ocidental e o Japão.
 A Companhia Vale do Rio Doce (CVRD) é a maior
  exportadora desse produto do mundo.
Minas Gerais
Quadrilátero
ferrífero (MG)
Principal região
de exploração
de minério de
ferro do país
Manganês,
cobre, níquel,
bauxita e
cassiterita
Mato Grosso do Sul
 As jazidas de minério de ferro desse estado possuem teor
 médio de 60% e localizam-se no Pantanal
 mato-grossense, onde também existem jazidas de minério
 de manganês.

 Em virtude da distância e da falta de meios de transporte
 para os principais centros consumidores, além da pequena
 utilização in loco, a produção é modesta, sendo escoada em
 chatas pelo rio Paraguai, para abastecer os países do
 Mercosul.




                      Hidrovia do Rio Paraguai.
Pará
 A Vale do Rio Doce explora o minério de ferro de
  Carajás, destinado a abastecer um consórcio de
  indústrias japonesas criado para a importação do
  produto.
 A companhia produz minério metalúrgico (manganês)
  para ligas de ferro, dióxido de manganês para a
  fabricação de baterias elétricas e minério para as
  indústrias química, cerâmica, de fertilizantes e
  de pesticidas.
 O Projeto Grande Carajás faz o aproveitamento do
  minério de manganês, do cobre e da bauxita.
O Projeto Grande Carajás
Projetos de
colonização e
incentivos aos
empreendime
ntos
agrominerais
na Amazônia
(1960)
Voltados para
mineração,
metalurgia,
agricultura,
reflorestament
o e pecuária
(1979)
Bauxita
   O Brasil ocupa o terceiro lugar entre os maiores produtores
    de bauxita, respondendo por 12% do total mundial.
   As principais jazidas de bauxita do Brasil são a de
    Paragominas e a do vale do rio Trombetas (PA).




Mineração de bauxita no vale
     do rio Trombetas, Pará
Alumínio
Minério de bauxita é a fonte para obter alumínio
China, Rússia, Canadá, Estados Unidos e Austrália
Minérios de Manganês
 O Brasil possui a segunda maior reserva do minério e é o seu
  segundo maior produtor, com 10% do total mundial.

 As principais áreas de ocorrência e produção são: Minas
  Gerais (Quadrilátero Ferrífero), Mato Grosso do Sul (maciço
  do Urucum) e Pará (serra dos Carajás).
Manganês
Importante para a
industrialização de um país
Empregado na indústria
química, cerâmica, baterias
elétricas, fertilizantes
Rússia, África do Sul, Gabão,
Austrália, Índia, México, Gana,
Hungria e Marrocos                O manganês é classificado como micronutriente
                                   e exerce importantes funções dentro da planta,
                                  como: participação na fotossíntese; participação
                                    no metabolismo do nitrogênio; precursor de
                                      aminoácidos, hormônios, fenóis e lignina
Cassiterita ou Minério de Estanho
 Os estados produtores de cassiterita no Brasil,
  Amazonas e Rondônia, produzem, respectivamente,
  60% e 40% do minério.
 Em 1971 o governo federal favoreceu a
  transnacionalização dos recursos minerais, do espaço
  geográfico e da economia de Rondônia, proibindo a
  garimpagem da cassiterita no estado.
 Deu a concessão de exploração a várias empresas
  estrangeiras e nacionais, como a Brascan, a British
  Petroleum, a Billiton-Grupo Shell, o Grupo Itaú, a
  Paranapanema e a Patiño.
Estanho e Obtido da cassiterita

Brasil, 6,8% das reservas, 6,7 da produção e 3,2 de consumo
China, Malásia, Tailândia, Indonésia, Austrália, Bolívia e Peru
Outros Minerais
Áreas de exploração de outros minerais no
                  Brasil
Ouro e Garimpo na Amazônia
   A busca de ouro e pedras preciosas é realizada no Brasil desde a chegada
    dos portugueses.
   Com a expansão da fronteira econômica em direção à Amazônia
    aumentou a migração de brasileiros para essa região, e o garimpo de ouro,
    diamantes e outros recursos minerais tornou-se uma profissão para
    milhares de pessoas durante as últimas décadas do século XX.
   Existem muitos garimpos abandonados devido ao esgotamento dos
    minérios ou da proibição governamental, como Serra Pelada, no Pará.
A Mineração e os Impactos Ambientais
O uso de recursos minerais é inevitável, mas a exploração não
     pode ser mais uma causa de desastres ecológicos.


  A exploração mineral a céu     A mineração em larga escala,
   aberto arrasa paisagens           como na Amazônia,
  inteiras, retira a cobertura         causa danos ao
  vegetal e destrói o relevo.       ecossistema ainda não
                                 convenientemente avaliados.

Prgunts?
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nsrs
rsus?
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Geologia e geomorfologia do Brasil

  • 1. Geologia, geomorfologia e mineração no Brasil http://prof-paulo-geografia.blogspot.com.br/ Prof. Paulo
  • 2. Camadas Terrestres, a Partir da Superfície:  Crosta: (de 0 a 60 km) A crosta forma a maior parte da litosfera, tem uma extensão variável de acordo com a posição geográfica  Manto: (de 60 a 2900 km) É composto por substâncias ricas em ferro e magnésio. Também apresenta características físicas diferentes da crosta. O material de que é composto o manto pode apresentar-se no estado sólido ou como uma pasta viscosa, em virtude das pressões elevadas  Núcleo (de 2900 a 5100 km) Também chamado de Nife, Centrosfera Barisfera ou Metalosfera. O núcleo é dividido em duas partes: o núcleo sólido, interno e o núcleo líquido, que envolve o primeiro. O núcleo sólido é composto, segundo se acredita, primariamente por ferro e um pouco de níquel. Já o núcleo líquido é composto de ferro líquido e níquel líquido (a combinação é chamada NiFe), com traços de outros elementos.
  • 3. Teoria da Deriva Continental Segundo Alfred Wegener: Há cerca de 300 milhões de anos os continentes estiveram unidos numa única grande massa de terra firme (supercontinente) que denominou de Pangeia, rodeado por um único oceano – a Pantalassa. A Pangeia fragmentou-se dando origem a novos continentes sujeitos a deformação e deriva que ainda perdura. Alfred Wegener não soube explicar qual a causa do movimento dos continentes
  • 4. Teoria da Tectônica de Placas A teoria da Tectônica de Placas afirma que o planeta Terra é dividido em várias placas tectônicas que se movimentam, pois estão flutuando sobre o magma . Ao se movimentarem, formam as montanhas mais recentes (dobramentos modernos), fossas oceânicas, atividade vulcânica, terremotos, cordilheiras meso-oceânicas, tsunamis, etc.
  • 5. Relevo  Trata-se do conjunto das formas da crosta terrestre, manifestando-se desde o fundo dos oceanos até as terras emersas. Encontramos formas diversas de relevo: montanhas, planaltos, planícies, depressões, cordilheiras, morros, serras, inselbergs, vulcões, vales, escarpas, abismos, Cuestas, etc.  O relevo é o resultante da ação de dois agentes:os internos e externos.
  • 6. O Relevo e Seus Agentes A formação do relevo e a constante transformação de suas formas ocorrem devido à ação de: Agentes internos ou endógenos Agentes externos ou exógenos São as forças internas do planeta, Existem agentes externos, na causadas pelas pressão e altas superfície terrestre, que modificam o temperaturas das camadas mais relevo, não tão rapidamente como os profundas. Geralmente essas vulcões ou terremotos, mas sua ação manifestações são violentas e contínua transforma lenta e rápidas, como é o caso dos ininterruptamente todas as terremotos e vulcões. Esses paisagens da Terra. A ação dos movimentos são construtores e ventos, do intemperismo e da água modificadores do relevo terrestre, sobre a crosta terrestre determinam podendo levar milhões de anos ou a erosão. apenas um dia.
  • 7. Estrutura geológica do território brasileiro Estrutura geológica: embasamento rochoso que sustenta determinada forma de relevo. Geologia e geomorfologia reconhecem três domínios estruturais: plataformas ou crátons; bacias sedimentares e cadeias orogênicas ou cinturões orogênicos. No Brasil, existem apenas as plataformas e as bacias sedimentares.
  • 8. Crátons • Um Cráton pode ser definido com uma região geologicamente estável sobre a qual se assentam outras estruturas como bacias. Geralmente tem raízes profundas no manto da terra e têm formação em eras pré-cambrianas.Apresentam-se sob duas formas: • Quando expostos e submetidos aos agentes de erosão (água, oscilações de temperatura, vento etc.), chamam-se escudos ou escudos cristalinos. • Quando recobertos por formações sedimentares (rochas sedimentares), chamam-se plataformas cobertas ou embasamento cristalino.
  • 9. Bacias sedimentares As bacias sedimentares correspondem às depressões preenchidas com detritos ou sedimentos carreados das áreas circunjacentes. No Brasil existem bacias sedimentares de grande e de pequena extensão:
  • 10. Relevo Brasileiro 64% de rochas sedimentares (podem apresentar ocorrência de combustíveis fósseis); 36% de escudos cristalinos (rochas metamórficas e magmáticas), onde encontramos jazidas de minérios;
  • 11. Escudos Cristalinos • Nos escudos cristalinos encontramos reservas minerais metálicas e não metálicas. • Dois tipos de afloramentos: • 32% do território é constituído por formações arqueozóicas - embasamento cristalino. • 4% é composto por formações proterozóicas ricas em minerais estratégicos. • Dois escudos principais: Guianas e Brasileiro.
  • 12. Bacias Sedimentares • Importantes reservas de hidrocarbonetos (petróleo, gás natural e carvão mineral). • Dois grandes grupos: • Bacias de Grande Extensão: Amazônica, do Meio Norte, do Paraná, Sanfranciscana ou do São Francisco e a do Pantanal Matogrossense. • Bacia de Pequena Extensão: do Recôncavo-Tucano, as costeiras e as de compartimento de planalto (Bacia Sedimentar de Curitiba).
  • 13.
  • 14. Formas de Relevo PRINCIPAIS ESTRUTURAS DE RELEVO:  PLANALTO  PLANÍCIE  DEPRESSÃO  MONTANHAS
  • 15. Formas de Relevo Continentais Montanhas: formadas pela ação de forças tectônicas Jovens: formadas em épocas Velhas: formadas em eras mais remotas. geológicas recentes. Apresentam Tendo sido afetadas pela erosão, apresentam maiores altitudes. altitudes mais moderadas. Montanhas jovens no Parque Nacional Los Glaciares, na região patagônica (Argentina, 2000)
  • 16. Formas de relevo continentais Planalto: superfícies onde predomina intenso processo de erosão. Situam-se entre 200 metros Apresentam forma aplainada e 2 mil metros de altitude. ou morros, serras ou elevações íngremes de topo plano (chapadas). Morro do Pai Inácio, na Chapada Diamantina (Bahia, 2008)
  • 17. Formas de Relevo Continentais Planícies: poucas irregularidades e forma quase plana Baixas altitudes Sedimentação constante devido (até 100 metros) aos movimentos das águas do mar, de rios, de lagos etc. Planícies Planícies fluviais Planícies lacustres litorâneas
  • 18. Depressões Relativa: Partes mais baixas em relação às formas de relevo que as circundam. Apresentam uma leve inclinação e são também caracterizadas por um processo de erosão, que é um aspecto determinante na sua formação. Quando as depressões se encontram abaixo do nível do mar, recebem o nome de depressões absolutas. O mar Morto, na Ásia, é um exemplo de depressão absoluta. Depressão Sertaneja /São Ele está metros Francisco abaixo do nível do mar.
  • 19. As Diferentes Classificações do Relevo Brasileiro Professor Aziz Ab’Saber / anos 60 Professor Aroldo de Azevedo Anos 40/50 Professor Jurandyr Ross Anos 90
  • 20. Classificação de Aroldo de Azevedo: elaborada na déc. De 40, levou em consideração as cotas altimétricas (altitude) do relevo. Planalto: superfície levemente ondulada com mais de 200 m de altitude. Planície: superfície aplainada com menos de 200 m de altitude.
  • 21. Classificação de Aziz AB Sáber: Classificação publicada em 1958, onde se definia: Planalto : superfície suavemente ondulada, onde se verifica o domínio do processo erosivo(desgaste). Planície: superfície onde o processo de sedimentação é mais atuante e independe do nível altimétrico.
  • 22. Classificação de Ross  Proposta pelo professor Jurandyr Ross, divulgada em 1989. Utiliza os processos geomorfológicos para elaborar a sua classificação, porem diferente das classificações anteriores, Ross, usa recursos mais modernos como a aerofotogrametria , (fotos aéreas, projeto Radam Brasil) e reformulou a classificação do relevo brasileiro, elevando para 28 o número de grandes unidades de relevo. Além disso, ao invés de se prender às divisões anteriores entre planaltos e planícies, introduziu um novo conceito, o de depressão.  Destaca três formas principais de relevo: planaltos, planícies e depressões. Define cada macro unidade da seguinte forma: PLANALTO, superfície irregular, com altitude acima de 300 metros e produto de erosão; PLANÍCIE, área plana, formada pelo acúmulo recente de sedimentos; DEPRESSÃO, superfície entre 100 e 500 metros de altitude, com inclinação suave, mais plana que o planalto e formada por processo de erosão.
  • 23.
  • 24. O relevo brasileiro Mapa Relevo brasileiro Características Predominam os planaltos de baixa altitude ( até 1200m ) e as planícies. O relevo brasileiro não possui grandes altitudes . Este fato pode ser explicado pela antiguidade de seus terrenos (em geral, pré-cambrianos ) que vem sofrendo o ataque dos agentes de erosão há milhões de anos. Planalto, Planícies e Depressões são as principais formas de relevo . O Brasil não apresenta cadeias de montanhas ou dobramentos modernos . As Cores variam de acordo com níveis de altitude indo dos mais baixos ( verde) aos mais elevados ( marrom)
  • 25. Classificação de Aroldo de Azevedo  Primeira classificação.  Recursos limitados.  4 grandes planícies.  2 grandes planaltos.  Subdivide o planalto brasileiro em 3 sub- unidades.
  • 26. Classificação de Aziz Ab’Saber  Feita por um discípulo de Aroldo de Azevedo.  Número de planícies permanece a mesma.  2 grandes planaltos.  Subdivide o planalto brasileiro em 6 sub- unidades.
  • 27. Classificação de Jurandyr Ross  Realizada na déc. 80.  Resultado do Projeto RADAM-Brasil.  Divide o país em 28 unidades de relevo.  Predomina planaltos baixos e depressões.  Planícies com áreas pequenas e limitadas.
  • 28. Mineração no Brasil http://prof-paulo-geografia.blogspot.com.br/ Prof. Paulo
  • 29. O Que São Rochas? Rochas são definidas como quaisquer agregados naturais sólidos, compostos de um ou mais minerais, e constituem parte essencial da crosta terrestre.
  • 30. O Que São Minerais? Mineral é um corpo natural sólido e cristalino formado em resultado da integração de processos físico- químicos em ambientes geológicos. Cada mineral é classificado e denominado não apenas com base na sua composição química, mas também na estrutura cristalina dos materiais que o compõem. Os minerais são classificados em metálicos (ferro, manganês, alumínio etc.) e não metálicos (fosfatos, nitratos, enxofre, cloreto de sódio etc.). Pirita: Conhecido como ''ouro dos tolos'', esse mineral metálico amarelo é composto de ferro e enxofre.
  • 31. O Que e Minério? Minério, portanto, é uma rocha ou mineral dos quais são extraídas substâncias valiosas, como o ouro, o ferro, o cobre, o diamante. Grafite – Serve para fazer minas de lápis Quartzo – usado na fabricação de vidros resistentes ao calor, células solares e microchips.
  • 32. 5 Países Com Maior Potencial de Descobertas Minerais: Austrália, Canadá, EUA, Rússia e Brasil É o 8º em investimento Chile, 20% do PIB Brasil, 5% do PIB
  • 33. Áreas Mineralógicas do Brasil Reservas abundantes Ferro, manganês, cassiterita, níquel, bauxita, cristal de rocha, zircônio, berilo, Magnesita, calcário, sal-gema e tório Reservas suficientes Ouro, cobre, zinco, potássio, petróleo, fluorita e xisto Reservas deficientes Chumbo, prata, platina, antimônio, cromo, tungstênio, enxofre, carvão e gás natural
  • 35. Minério de Ferro  O Brasil apresenta grandes jazidas de minério de ferro, localizadas em terrenos pré-cambrianos.  Calcula-se que existam cerca de 28 bilhões de toneladas em reservas de minério de ferro em nosso território. Os principais produtores de minério de ferro (2007)
  • 36. Minério de Ferro  Os principais minérios de ferro encontrados no Brasil são:  Hematita e magnetita (óxidos de ferro), teor de mais de 60%  Limonita, teor entre 50% e 60%  Siderita (carbonato ferroso), teor médio de cerca de 48%  Pirita (bissulfeto de ferro), explorada para aproveitamento do enxofre
  • 37. Minas Gerais  A produção do Quadrilátero Ferrífero destina-se às usinas siderúrgicas da região e ao mercado externo, para o qual são exportados cerca de 50% da produção obtida.  Os principais compradores no exterior são países da Europa ocidental e o Japão.  A Companhia Vale do Rio Doce (CVRD) é a maior exportadora desse produto do mundo.
  • 38. Minas Gerais Quadrilátero ferrífero (MG) Principal região de exploração de minério de ferro do país Manganês, cobre, níquel, bauxita e cassiterita
  • 39. Mato Grosso do Sul  As jazidas de minério de ferro desse estado possuem teor médio de 60% e localizam-se no Pantanal mato-grossense, onde também existem jazidas de minério de manganês.  Em virtude da distância e da falta de meios de transporte para os principais centros consumidores, além da pequena utilização in loco, a produção é modesta, sendo escoada em chatas pelo rio Paraguai, para abastecer os países do Mercosul. Hidrovia do Rio Paraguai.
  • 40. Pará  A Vale do Rio Doce explora o minério de ferro de Carajás, destinado a abastecer um consórcio de indústrias japonesas criado para a importação do produto.  A companhia produz minério metalúrgico (manganês) para ligas de ferro, dióxido de manganês para a fabricação de baterias elétricas e minério para as indústrias química, cerâmica, de fertilizantes e de pesticidas.  O Projeto Grande Carajás faz o aproveitamento do minério de manganês, do cobre e da bauxita.
  • 41. O Projeto Grande Carajás Projetos de colonização e incentivos aos empreendime ntos agrominerais na Amazônia (1960) Voltados para mineração, metalurgia, agricultura, reflorestament o e pecuária (1979)
  • 42.
  • 43. Bauxita  O Brasil ocupa o terceiro lugar entre os maiores produtores de bauxita, respondendo por 12% do total mundial.  As principais jazidas de bauxita do Brasil são a de Paragominas e a do vale do rio Trombetas (PA). Mineração de bauxita no vale do rio Trombetas, Pará
  • 44. Alumínio Minério de bauxita é a fonte para obter alumínio China, Rússia, Canadá, Estados Unidos e Austrália
  • 45. Minérios de Manganês  O Brasil possui a segunda maior reserva do minério e é o seu segundo maior produtor, com 10% do total mundial.  As principais áreas de ocorrência e produção são: Minas Gerais (Quadrilátero Ferrífero), Mato Grosso do Sul (maciço do Urucum) e Pará (serra dos Carajás).
  • 46. Manganês Importante para a industrialização de um país Empregado na indústria química, cerâmica, baterias elétricas, fertilizantes Rússia, África do Sul, Gabão, Austrália, Índia, México, Gana, Hungria e Marrocos O manganês é classificado como micronutriente e exerce importantes funções dentro da planta, como: participação na fotossíntese; participação no metabolismo do nitrogênio; precursor de aminoácidos, hormônios, fenóis e lignina
  • 47. Cassiterita ou Minério de Estanho  Os estados produtores de cassiterita no Brasil, Amazonas e Rondônia, produzem, respectivamente, 60% e 40% do minério.  Em 1971 o governo federal favoreceu a transnacionalização dos recursos minerais, do espaço geográfico e da economia de Rondônia, proibindo a garimpagem da cassiterita no estado.  Deu a concessão de exploração a várias empresas estrangeiras e nacionais, como a Brascan, a British Petroleum, a Billiton-Grupo Shell, o Grupo Itaú, a Paranapanema e a Patiño.
  • 48. Estanho e Obtido da cassiterita Brasil, 6,8% das reservas, 6,7 da produção e 3,2 de consumo China, Malásia, Tailândia, Indonésia, Austrália, Bolívia e Peru
  • 49. Outros Minerais Áreas de exploração de outros minerais no Brasil
  • 50. Ouro e Garimpo na Amazônia  A busca de ouro e pedras preciosas é realizada no Brasil desde a chegada dos portugueses.  Com a expansão da fronteira econômica em direção à Amazônia aumentou a migração de brasileiros para essa região, e o garimpo de ouro, diamantes e outros recursos minerais tornou-se uma profissão para milhares de pessoas durante as últimas décadas do século XX.  Existem muitos garimpos abandonados devido ao esgotamento dos minérios ou da proibição governamental, como Serra Pelada, no Pará.
  • 51. A Mineração e os Impactos Ambientais O uso de recursos minerais é inevitável, mas a exploração não pode ser mais uma causa de desastres ecológicos. A exploração mineral a céu A mineração em larga escala, aberto arrasa paisagens como na Amazônia, inteiras, retira a cobertura causa danos ao vegetal e destrói o relevo. ecossistema ainda não convenientemente avaliados.
  • 52.  Prgunts? s? ugsts? s nsrs rsus? http://prof-paulo-geografia.blogspot.com.br/