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CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda.
Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba
GESTÃOGESTÃO
2012/20132012/2013
JORGE BADAUEJORGE BADAUE
Tec. Seg. Trab.Tec. Seg. Trab.
CURSO DE
PREVENÇÃOPREVENÇÃO
DE ACIDENTESDE ACIDENTES
PARA MEMBROS DA CIPA
CIPACIPA
CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda.
Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba
GESTÃOGESTÃO
2012/20132012/2013
OBJETIVOS DO CURSOOBJETIVOS DO CURSO
 Levar ao conhecimento do membro da CIPA as
principais normas, instruções e rotinas sobre segurança
e saúde do trabalho;
 Definir competências relativas às atividades
desenvolvidas pelo membro da CIPA;
 Conhecer e identificar Riscos Ambientais;
 Fixar diretrizes de atuação da CIPA.
CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda.
Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba
GESTÃOGESTÃO
2012/20132012/2013
CONTEÚDO PROGRAMÁTICOCONTEÚDO PROGRAMÁTICO
 Segurança e a Saúde do Trabalhador
 Organização da CIPA
 Acidentes de Trabalho
 Legislação Trabalhista e Previdenciária
 Higiene do Trabalho
 Riscos de Acidentes
 Verificação de Segurança
 Classificação dos Riscos Ambientais
 Mapeamento de Riscos
 Investigação e Análise de Acidentes
 Equipamento de Proteção Individual
 Prevenção e Combate a Incêndio
 Noções de Primeiros Socorros
 AIDS ( SIDA ) Noções Gerais
CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda.
Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba
GESTÃOGESTÃO
2012/20132012/2013
MÓDULOIMÓDULOI
CIPCIP
NRNR
55
Norma Regulamentadora nº 5
Comissão Interna de Prevenção de Acidentes
CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda.
Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba
GESTÃOGESTÃO
2012/20132012/2013
FUNDAMENTAÇÃO LEGAL
1943 - No governo Getúlio Vargas foi criada a C.L.T. Consolidação das Leis
do Trabalho, através do decreto-lei 5452 em primeiro de Maio, reunindo em um
só Diploma Legal todas as Leis Trabalhistas até então existentes.
1944 - Através do decreto-lei 7036 de 10 de novembro, é instituída a
obrigatoriedade da criação da CIPA em todas as empresas que admitem
trabalhadores como empregados.
1975 - Primeira formação de profissionais na Área de Segurança e Medicina
do Trabalho.
1978 - Portaria 3214 de 8 de Junho institui as Normas Regulamentadoras do
trabalho urbano, e dessa forma regulamentam os artigos 154 a 201 da CLT
( Especificamente Artigos 163 à 165 embasamento a NR-05 CIPA (Comissão
Interna de Prevenção de Acidentes).
1994 - Em Dezembro, ocorreram alterações legais importantes nas normas:
NR 7 – PCMSO (Programa de Controle Médico do Serviço Ocupacional) e na
NR 9 – PPRA (Programa de Prevenção de Riscos Ambientais) onde se institui
também o Mapa de Riscos.
ATUALMENTE EM VIGOR:ATUALMENTE EM VIGOR:
NR-5 - Portaria 3.214/78, alterada pelas Portarias 33/83, 25/94, 08/99 eNR-5 - Portaria 3.214/78, alterada pelas Portarias 33/83, 25/94, 08/99 e 247/2011..
MÓDULOIMÓDULOI
CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda.
Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba
GESTÃOGESTÃO
2012/20132012/2013
OBJETIVO DA CIPA
CC
II
PP
AA
OMISSÃOOMISSÃO
NTERNANTERNA
REVENÇÃO DEREVENÇÃO DE
CIDENTESCIDENTES
““A CIPA tem como objetivo, desenvolver atividades voltadasA CIPA tem como objetivo, desenvolver atividades voltadas
para a prevenção de acidentes e doenças no trabalho, e apara a prevenção de acidentes e doenças no trabalho, e a
promoção da qualidade de vida dos trabalhadores.”promoção da qualidade de vida dos trabalhadores.”
MÓDULOIMÓDULOI
CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda.
Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba
GESTÃOGESTÃO
2012/20132012/2013
CComissão:omissão: Grupo de pessoas formado porGrupo de pessoas formado por
representantes do empregador e empregado,com o objetivo derepresentantes do empregador e empregado,com o objetivo de
prevenção de acidentes e doenças do trabalho.prevenção de acidentes e doenças do trabalho.
CONCEITOS DA CIPA
Interna: Seu campo de atuação está
restrito a própria empresa.
PPrevenção:revenção: Antecipar-se a situaçõesAntecipar-se a situações
de riscos quando nos deparamos comde riscos quando nos deparamos com
elas, dando exemplos de pró -atividade eelas, dando exemplos de pró -atividade e
trabalho correto.trabalho correto.
AAcidentes:cidentes: Qualquer ocorrência inesperada que interfere no
andamento normal do trabalho causando danos materiais,
perda de tempo ou lesão ao trabalhador.
MÓDULOIMÓDULOI
CONSTIUIÇÃOCONSTIUIÇÃO
Toda empresa pública ou privada deverá constituir CIPA, por
estabelecimento, e mantê-la em regular funcionamento com o objetivo
de assegurar aos trabalhadores um ambiente saudável.
CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda.
Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba
GESTÃOGESTÃO
2012/20132012/2013
ORGANIZAÇÃO DA CIPA
 A CIPA será composta de representantes do empregador e dos
empregados de acordo com dimensionamento previsto no Quadro I
da NR 5.
 Os representantes do empregador serão indicados pelo empregador.
 Os representantes dos empregados serão eleitos pelos próprios
empregados, por meio de voto secreto.
 Quando a empresa não se enquadrar no Quadro I, a empresa
designará um responsável para manter e fazer cumprir as normas de
Segurança do Trabalho.
 O mandato dos membros da CIPA terá a duração de 1 ano,
permitida uma reeleição.
 O cipeiro não poderá sofrer dispensa arbitrária desde o registro de
sua candidatura até um ano após o final do seu mandato, salvo o
exposto no capítulo V, artigos 158 e alíneas, e 482, da CLT.
 Os membros da CIPA serão empossados no 1º dia útil após o
término do mandato anterior.
 Serão indicados de comum acordo com os membros da CIPA um
secretário (a) e seu substituto.
 Deverá ser protocolada em até 10 dias úteis no MTE, os seguintes documentos:
ata de reeleição e de posse e calendário anual das reuniões ordinárias. (revogado)
MÓDULOIMÓDULOI
CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda.
Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba
GESTÃOGESTÃO
2012/20132012/2013
COMPOSIÇÃO DA CIPA
EMPREGADOREMPREGADOR
TRABALHADORESTRABALHADORES
ELEIÇÃOELEIÇÃO
PresidentePresidente
MembrosMembros
Titulares eTitulares e
SuplentesSuplentes
Vice-PresidenteVice-Presidente
MembrosMembros
Titulares eTitulares e
SuplentesSuplentes
SECRETÁRIOSECRETÁRIO
MÓDULOIMÓDULOI
CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda.
Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba
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2012/20132012/2013
ATRIBUIÇÕES GERAIS DA CIPA
 Identificar os riscos do processo de trabalho;
 Realizar periodicamente verificação nos ambientes
e condições de trabalho;
 Elaborar plano de trabalho;
 Realizar após cada reunião, a verificação do cumprimento das metas
fixadas;
 Divulgar aos trabalhadores informações relativas à segurança e saúde no
trabalho;
 Colaborar no desenvolvimento e implementação do PCMSO, PPRA bem
como de outros programas de segurança e saúde desenvolvidos pela
empresa;
 Divulgar e promover o cumprimento das Normas Regulamentadoras, bem
como cláusulas de acordos e convenções coletivas de trabalho e normas
internas de segurança relativas à segurança no trabalho;
 Participar em conjunto com o SESMT da análise das causas das doenças
e acidentes do trabalho e propor medidas de solução dos problemas
identificados;
 Promover, anualmente, em conjunto com o SESMT, a Semana Interna de
Prevenção de Acidentes do Trabalho - SIPAT;
 Participar, anualmente, em conjunto com a empresa, de Campanhas
de Prevenção à AIDS e outros programas de saúde.
MÓDULOIMÓDULOI
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Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba
GESTÃOGESTÃO
2012/20132012/2013
ATRIBUIÇÕES DA CIPA
ATRIBUIÇÕES DOATRIBUIÇÕES DO PRESIDENTEPRESIDENTE
 Convocar os membros para as reuniões da CIPA.
 Coordenar as reuniões.
 Manter o empregador informado sobre as decisões da CIPA.
 Coordenar e supervisionar as atividades do secretário.
 Delegar atribuições ao Vice-Presidente.
ATRIBUIÇÕES DOATRIBUIÇÕES DO VICE-PRESIDENTEVICE-PRESIDENTE
 Executar as atribuições que lhe forem delegadas.
 Substituir o Presidente nos seus impedimentos eventuais e nos seus
afastamentos temporários.
ATRIBUIÇÕES DA(O)ATRIBUIÇÕES DA(O) SECRETÁRIOSECRETÁRIO
 Redigir a ata, que deverá ser bem clara em relação ao que foi
discutido e votado.
 Preparar correspondência.
 Elaborar relatórios estatísticos.
MÓDULOIMÓDULOI
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Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba
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2012/20132012/2013
ATRIBUIÇÕES EMATRIBUIÇÕES EM CONJUNTOCONJUNTO
 Cuidar para que a CIPA disponha de condições
necessárias para o desenvolvimento de seus trabalhos;
 Coordenar e supervisionar as atividades da CIPA, zelando para que
seus objetivos sejam alcançados;.
 Promover o relacionamento da CIPA com o SESMT;
 Divulgar as decisões da CIPA a todos os trabalhadores do
estabelecimento;
 Encaminhar os pedidos de reconsideração da CIPA;
 Constituir Comissão Eleitoral.
MÓDULOIMÓDULOI ATRIBUIÇÕES DA CIPA
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2012/20132012/2013
Atividades principais do cipeiro:Atividades principais do cipeiro:
 Identificar os riscos de acidentes no trabalho
 Realizar verificações e inspeções nos locais de trabalho
 Planejar a SIPAT em conjunto com o SESMT
 Elaborar Mapa de Riscos e Plano de Trabalho
Atividades participativas:Atividades participativas:
 Participar
 Colaborar
 Divulgar
 Orientar
O PAPEL DO CIPEIRO
A função de cipeiro é de esclarecimento. O cipeiro é um professor
A função de cipeiro é de esclarecimento. O cipeiro é um professor
de adultos. Não tem autoridade segundo a Lei, mas conquista a
de adultos. Não tem autoridade segundo a Lei, mas conquista a
confiança através da autoridade moral, baseada no exemplo e na
confiança através da autoridade moral, baseada no exemplo e na
prestação de serviço no trabalho. Sua atividade é de ensinar.
prestação de serviço no trabalho. Sua atividade é de ensinar.
MÓDULOIMÓDULOI
CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda.
Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba
GESTÃOGESTÃO
2012/20132012/2013
ReuniõesReuniões OrdináriasOrdinárias
 Serão realizadas durante o expediente normal de trabalho.
 Terão atas assinadas pelos presentes.
 Todos os membros da CIPA deverão participar das reuniões, tanto
titulares quanto suplentes.
 O membro titular perderá o mandato, sendo substituído pelo suplente,
quando faltar a mais de quatro reuniões ordinárias sem justificativas.
 No caso de afastamento definitivo do Presidente, a empresa indicará o
substituto em dois dias úteis, preferencialmente entre membros da CIPA.
 No caso de afastamento definitivo do Vice-Presidente, os membros
titulares da representação dos empregados, escolherão o substituto
entre seus titulares, em dois dias úteis.
 Devem ser coordenadas pelo Presidente ou Vice-Presidente.
 Deverá ser respeitado calendário pré-estabelecido.
 Tratar exclusivamente de assuntos da CIPA.
 Execução do Plano de Trabalho.
 Utilização adequada do tempo.
FUNCIONAMENTO DA CIPA
A CIPA terá reuniões ordinárias mensais de acordo com
o calendário pré-estabelecido e poderão ser realizadas
reuniões extraordinárias em situações específicas.
MÓDULOIMÓDULOI
CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda.
Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba
GESTÃOGESTÃO
2012/20132012/2013
ReuniõesReuniões OrdináriasOrdinárias
Serão realizadas mensalmente conforme calendário de
reuniões, durante o expediente normal de trabalho.
ReuniõesReuniões ExtraordináriasExtraordinárias
 As reuniões extraordinárias ocorrerão em situações específicas:
 Acidentes de trabalho grave ou fatal.
 Denúncia de risco grave e iminente.
 Quando houver solicitação expressa de uma das representações.
Seqüência SugeridaSeqüência Sugerida
 Abertura (Presidente).
 Leitura da ata da reunião anterior (Secretário).
 Avaliar as pendências e suas soluções.
 Sugestões de medidas preventivas.
 Determinação dos responsáveis e prazos para realização das medidas
preventivas.
Discussão sobre os acidentes ocorridos no período.
Discussão das Inspeções de Segurança.
 Avaliação do cumprimento das metas fixadas.
 Encerramento (Presidente).
FUNCIONAMENTO DA CIPAMÓDULOIMÓDULOI
CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda.
Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba
GESTÃOGESTÃO
2012/20132012/2013
PLANO DE AÇÃO DA CIPA
OBJETIVOS
 ELABORAR FORMAS EFICAZES DE PREVENÇÃO DE
ACIDENTES E DOENÇAS DO TRABALHO.
 SISTEMATIZAR O MÉTODO DE TRABALHO DA CIPA.
É A ELABORAÇÃO DO TRABALHO ATRAVÉS DE:
 PLANEJAMENTO
 ORGANIZAÇÃO
 AVALIAÇÃO
MÓDULOIMÓDULOI
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Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba
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2012/20132012/2013
MEMBROS DA CIPA
INDICADOS ELEITOS
MÓDULOIMÓDULOI
MEMBROS DA GESTÃO 2011/2012
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Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba
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2012/20132012/2013
DINAMICDINAMIC
AA
DE GRUPODE GRUPO
REUNIÃO EXTRAORDINÁRIA DA CIPAREUNIÃO EXTRAORDINÁRIA DA CIPAMÓDULOIMÓDULOI
CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda.
Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba
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2012/20132012/2013
FIM DO 1º DIAFIM DO 1º DIA
MÓDULOIMÓDULOI
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Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba
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2012/20132012/2013
SEGURANÇASEGURANÇA
DO TRABALHODO TRABALHO
MÓDULOIIMÓDULOII
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2012/20132012/2013
DEFINIÇÃODEFINIÇÃO
O que é Segurança do Trabalho ?O que é Segurança do Trabalho ?
Segurança do trabalho é o conjunto de medidas que são
adotadas visando minimizar os acidentes de trabalho,
doenças ocupacionais, bem como proteger a integridade
do trabalhador e sua capacidade de trabalho.
MÓDULOIIMÓDULOII
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Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba
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VIDEVIDE
OO
MÓDULOIIMÓDULOII SEGURANÇA NO TRABALHOSEGURANÇA NO TRABALHO
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ACIDENTE DO TRABALHOACIDENTE DO TRABALHO
Acidente do Trabalho - é toda ocorrência não programada que interfere
no andamento normal do trabalho dos quais resultem, separadamente
ou em conjunto, lesões, danos materiais ou perda de tempo.
Esse enunciado nos traz uma visão de que acidente não é só aquele
que causa uma lesão no trabalhador, mas sim qualquer tipo de
ocorrência inesperada, que hoje ocasiona perda de tempo, danos
materiais e financeiros.
CONCEITO LEGAL
Acidente de Trabalho – É o que ocorre pelo exercício do trabalho a
serviço da empresa, provocando lesão corporal ou perturbação
funcional que cause a morte, perda ou redução, permanente ou
temporária da capacidade para o trabalho.
CONCEITO PREVENCIONISTA
MÓDULOIIMÓDULOII
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Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba
GESTÃOGESTÃO
2012/20132012/2013
DOENÇA DO TRABALHO
Assim entendida a adquirida ou desencadeada em função de
condições especiais no ambiente de trabalho, e com ele
se relacione diretamente, e constante da relação mencionada
no item anterior.
Ex.: Surdez em digitadores que trabalhem em ambientes
ruidosos.
ACIDENTE DO TRABALHOACIDENTE DO TRABALHO
DOENÇA PROFISSIONAL
Assim entendida a produzida ou
desencadeada pelo exercício do
trabalho peculiar a determinada
atividade e constante da respectiva
relação elaborada pelo Ministério do
Trabalho e Previdência Social.
Ex.: Tendinite nos digitadores.
“Profissão de digitador”
MÓDULOIIMÓDULOII
CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda.
Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba
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2012/20132012/2013
ACIDENTE DO TRABALHOACIDENTE DO TRABALHO
ACIDENTE POR ATO DE TERCEIRO:
Quando outra pessoa “provoca o acidente”.
Culposo - sem intenção, por negligência, imprudência.
Doloso – Com intenção, por sabotagem, ofensa física.
ACIDENTE FORA DO LOCAL DE TRABALHO:
Cumprimento de Ordem de Serviço, sob autoridade da
empresa.
Ex.: Viagens a serviço, sob qualquer meio de locomoção.
MÓDULOIIMÓDULOII
ACIDENTE POR FORÇA MAIOR:
Oriunda de fenômenos da natureza,incêndios, inundações,
descargas elétricas (raios), desde que ocorridas no local e
horário de trabalho.
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Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba
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2012/20132012/2013
ResidênciaResidência TrabalhoTrabalho
ACIDENTE DO TRABALHOACIDENTE DO TRABALHO
ACIDENTE DE TRAJETO:
É quando o empregado sofre um acidente no percurso da sua residência para o
trabalho ou do trabalho para sua residência.
O QUE PODE DESCARACTERIZAR O ACIDENTE DE TRAJETO
 Exceder o tempo habitual - Realização do percurso além do tempo habitual
 Se ocorrer uma parada entre esses dois pontos (residência/trabalho –
trabalho/residência) o acidente de trajeto poderá ser descaracterizado, sendo
de responsabilidade do acidentado e não da empresa, qualquer despesa salvo,
se em jurisprudência for decidido em contrário.
NÃO IMPORTANDO
 O meio de locomoção
 O caminho
MÓDULOIIMÓDULOII
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Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba
GESTÃOGESTÃO
2012/20132012/2013
PREVENÇÃO DE ACIDENTESMÓDULOIIMÓDULOII
A multiplicidade de fatores que influenciam a ocorrência de
acidentes no ambiente produtivo, motivou pesquisadores a
partir da década de 30, nos EUA a estudar o tema,
destacando-se, FRANK BIRD JR, que desenvolveu uma
correlação entre os diversos níveis de lesão e danos a
propriedade.
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Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba
GESTÃOGESTÃO
2012/20132012/2013
PRINCIPAIS CAUSAS DE ACIDENTESPRINCIPAIS CAUSAS DE ACIDENTES
Ato Inseguro
Condição Insegura
Ato Inseguro +
Condição Insegura
MÓDULOIIMÓDULOII
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Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba
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2012/20132012/2013
ATO INSEGURO:
São atitudes, atos, ações ou comportamentos do trabalhador
contrários às normas de segurança.
Exemplos:
 Não usar o EPI.
 Deixar materiais espalhados pelo corredor.
 Operar máquinas e equipamentos sem habilitação.
 Distrair-se ou realizar brincadeiras durante o trabalho.
 Utilizar ferramentas inadequadas.
 Manusear, misturar ou utilizar produtos químicos sem
conhecimento.
 Trabalhar sob efeito de álcool e/ou drogas.
 Usar ar comprimido para realizar limpeza em uniforme ou no
próprio corpo.
 Carregar peso superior ao recomendado ou de modo a dificultar
visão.
 Desligar dispositivos de proteção coletiva de máquinas e/ou
equipamentos.
PRINCIPAIS CAUSAS DE ACIDENTESPRINCIPAIS CAUSAS DE ACIDENTESMÓDULOIIMÓDULOII
CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda.
Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba
GESTÃOGESTÃO
2012/20132012/2013
CONDIÇÕES INSEGURAS:
São deficiências, defeitos ou irregularidades técnicas nas
instalações físicas, máquinas e equipamentos que presentes no
ambiente podem causar acidentes de trabalho.
Exemplos:
 Falta de corrimão em escadas.
 Falta de guarda-corpo em patamares.
 Piso irregular.
 Escadas inadequadas.
 Equipamentos mal posicionados.
 Falta de sinalização.
 Falta de proteção em partes móveis.
 Ferramentas defeituosas.
 Falta de treinamento.
PRINCIPAIS CAUSAS DE ACIDENTESPRINCIPAIS CAUSAS DE ACIDENTESMÓDULOIIMÓDULOII
CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda.
Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba
GESTÃOGESTÃO
2012/20132012/2013
PRINCIPAIS CAUSAS DE ACIDENTESPRINCIPAIS CAUSAS DE ACIDENTES
Ato
Inseguro
Condição
Insegura
+
MÓDULOIIMÓDULOII
CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda.
Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba
GESTÃOGESTÃO
2012/20132012/2013
COMUNICAÇÃO DE ACIDENTESCOMUNICAÇÃO DE ACIDENTES
CAT
De acordo com a
legislação trabalhista,
todo acidente do trabalho
deve ser registrado e
investigado pela CIPA, a
fim de conhecer suas
causas e evitar sua
reincidência.
- COMUNICAÇÃO INTERNA DE ACIDENTE DO TRABALHO
A CIAT possibilita o controle dos acidentes por
meio de dados estatísticos.
MÓDULOIIMÓDULOII
CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda.
Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba
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2012/20132012/2013
COMUNICAÇÃO DE ACIDENTESCOMUNICAÇÃO DE ACIDENTES
CAT
De acordo com a legislação, todo acidente do trabalho deve ser
imediatamente comunicado à previdência social por meio de
formulário próprio denominado CAT.
- COMUNICAÇÃO DE ACIDENTE DO TRABALHO
Em caso de morte, é obrigatória a comunicação à autoridade
policial. A empresa por sua vez, deve comunicar o acidente do
trabalho à Previdência Social até o primeiro dia útil seguinte ao da
ocorrência.
A comunicação do acidente poderá ser
realizada pela empresa, pelo acidentado
ou por qualquer pessoa que dele tiver
conhecimento.
MÓDULOIIMÓDULOII
CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda.
Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba
GESTÃOGESTÃO
2012/20132012/2013
ACIDENTEACIDENTE
INVESTIGAÇÃO E ANÁLISE DE ACIDENTESINVESTIGAÇÃO E ANÁLISE DE ACIDENTES
ETAPAS DA INVESTIGAÇÃO
 Coletar os fatos, descrevendo o ocorrido;
 Analisar o acidente, identificando suas causas;
Definir as medidas preventivas, acompanhando sua execução.
IAATIAAT
MÓDULOIIMÓDULOII
CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda.
Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba
GESTÃOGESTÃO
2012/20132012/2013
INVESTIGAÇÃO E ANÁLISE DE ACIDENTEINVESTIGAÇÃO E ANÁLISE DE ACIDENTE
DINAMICDINAMIC
AA
DE GRUPODE GRUPO
MÓDULOIIMÓDULOII
CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda.
Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba
GESTÃOGESTÃO
2012/20132012/2013
MÓDULOIIMÓDULOII
. Defina os Atos e Condições Inseguras
. Defina as Causas da Lesão
. Defina as Falhas da Supervisão
Estabeleça:
. Medidas Corretivas
. Medidas Preventivas
Carlos realizava limpeza em toda a máquina Offset. Para executar a
tarefa, equilibrava-se sobre uma escada improvisada, e utilizava uma
flanela encharcada de solvente para retirar a sujeira . Ele havia
utilizado 2 litros de solvente até o momento e o vapor de solvente já
estava irritando seus olhos e narinas. Ele já estava limpando a
máquina a mais de 1 hora, e já estava próximo de acabar seu
expediente, por esta razão aplicava maior quantidade de solvente.
INVESTIGAÇÃO E ANÁLISE DE ACIDENTESINVESTIGAÇÃO E ANÁLISE DE ACIDENTES
Análise de Caso
Carlos estava irritado por estar realizando esta tarefa sozinho, quando deveria ser realizada
por duas pessoas como era de costume. Momentaneamente, a sua atenção foi desviada
devido seus colegas de trabalho passarem pelo local fazendo algazarra. Ao desviar a
atenção, ele se desequilibrou e derrubou solvente sobre o corpo todo e, neste mesmo
instante, ele voltou o rosto para ver o que ocorria, vindo a ser atingido por gotas de solvente
nos olhos.
Com um grito, largou o recipiente com solvente, pôs as mãos no rosto, perdeu o equilíbrio e
caiu, quebrando a perna esquerda. Um acontecimento semelhante, ocorrido a um ano
atrás, nesta mesma empresa, determinava o uso de óculos de proteção na execução desta
tarefa. O óculos que Carlos deveria ter usado, estava sujo e quebrado, pendurado em um
prego. O encarregado de Carlos, quando questionado a respeito do procedimento de
segurança informou que não ocorrera nenhum acidente nos últimos meses e que o pessoal
não gostava de usar os óculos, por esta razão, ele não se preocupava em recomendar o
seu uso deste EPI, principalmente devido ter coisas mais importantes a fazer.
CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda.
Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba
GESTÃOGESTÃO
2012/20132012/2013
FIM DO 2º DIAFIM DO 2º DIA
MÓDULOIIMÓDULOII
CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda.
Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba
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RISCOS AMBIENTAISRISCOS AMBIENTAIS
CLASSIFICAÇÃO
Riscos Ambientais - São agentes presentes nos
ambientes de trabalho, capazes de afetar o trabalhador a
curto, médio e longo prazo, provocando acidentes com
lesões imediatas e/ou doenças chamadas profissionais ou
do trabalho, que se equiparam a acidentes do trabalho.
Uma das atribuições da CIPA, é a de identificar e relatar
os riscos existentes nos setores e processos de trabalho.
Para isso é necessário que se conheça os riscos que
podem existir nesses setores, solicitando medidas para
que os mesmos possam ser eliminados e/ou
neutralizados.
Identificados esses riscos, os mesmos deverão ser
transcritos no Mapa de Riscos.
MÓDULOIIIMÓDULOIII
CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda.
Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba
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RISCOS AMBIENTAISRISCOS AMBIENTAIS
CLASSIFICAÇÃO DOS RISCOS
MÓDULOIIIMÓDULOIII
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Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba
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RISCOS AMBIENTAISRISCOS AMBIENTAISMÓDULOIIIMÓDULOIII
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RISCO FÍSICORISCO FÍSICO CONSEQUÊNCIASCONSEQUÊNCIAS
Ruído
Vibrações
Calor
Radiação não-ionizante
Radiação ionizante
Umidade
Pressões anormais
Cansaço, irritação, dores de cabeça,
diminuição da audição, problemas do
aparelho digestivo, taquicardia, perigo de
infarto.
Cansaço, irritação, dores nos membros,
dores na coluna, doença do movimento,
artrite, problemas digestivos, lesões ósseas,
lesões dos tecidos moles.
Taquicardia, aumento da pulsação, cansaço,
irritação, intermação, prostração térmica,
choque térmico, fadiga térmica, perturbação
das funções digestivas, hipertensão etc.
Queimaduras, lesões nos olhos, na pele e em
outros órgãos
Alterações celulares, câncer, fadiga,
problemas visuais, acidente do trabalho.
Doenças do aparelho respiratório, quedas,
doenças da pele, doenças circulatórias.
Ruptura do tímpano quando o aumento de
pressão for brusco; liberação de nitrogênio
nos tecidos e vasos sanguíneos e morte.
X
Frio
feridas; rachaduras e necrose na pele;
enregelamento: ficar
congelado; agravamento de doenças
reumáticas; predisposição para acidentes;
predisposição para doenças das vias
respiratórias.
MÓDULOIIIMÓDULOIII RISCOS AMBIENTAISRISCOS AMBIENTAIS
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Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba
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MÓDULOIIIMÓDULOIII RISCOS AMBIENTAISRISCOS AMBIENTAIS
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RISCO QUÍMICORISCO QUÍMICO CONSEQUÊNCIASCONSEQUÊNCIAS
Poeiras
X
minerais
vegetais
alcalinas
incômodas
silicose, asbestose
bissinose, bagaçose
enfizema pulmonar
potencializa nocividade
Fumos Metálicos
Intoxicação específica de acordo com o
metal, febre dos fumos metálicos, doença
pulmonar obstrutiva.
Névoas
Neblinas
Gases
Vapores
Irritantes: irritação das vias aéreas
superiores. Ac. Clorídrico, Soda
Cáustica, Ac.Sulfúrico etc.
Asfixiantes: Dor de cabeça, náuseas,
sonolência, convulsões, coma e morte.
Ex.: Hidrogênio, Nitrogênio, Hélio,
Acetileno, Metano, Dióxido de Carbono,
Monóxido de Carbono etc.
Anestésicos: ação depressiva sobre o
sistema nervoso, danos aos diversos
órgãos, ao sistema formador do sangue.
Ex.: Butano, Propano, Aldeídos,
Cetonas, Cloreto de Carbono,
Tricloroetileno, Benzeno, Tolueno,
Álcoois, Percloroetileno, Xileno etc.
Substâncias, compostos
ou produtos químicos em
geral
RISCOS AMBIENTAISRISCOS AMBIENTAIS
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RISCOS AMBIENTAISRISCOS AMBIENTAIS
MÓDULOIIIMÓDULOIII
RISCO QUÍMICORISCO QUÍMICO CONTATO DIRETOCONTATO DIRETO
X
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RISCO BIOLÓGICOSRISCO BIOLÓGICOS CONSEQUÊNCIASCONSEQUÊNCIAS
Vírus
X
Hepatite, poliomielite, herpes,
varíola, febre amarela, raiva
(hidrofobia), rubéola, aids,
dengue, meningite.
Bactérias/Bacilos
Protozoários
Fungos
Hanseniese, tuberculose, tétano,
febre tifóide, pneumonia, difteria,
cólera, leptospirose, disenterias.
Malária, mal de chagas,
toxoplasmose, disenterias.
Alergias, micoses.
RISCOS AMBIENTAISRISCOS AMBIENTAIS
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RISCOS AMBIENTAISRISCOS AMBIENTAIS
MÓDULOIIIMÓDULOIII
RISCO ERGONÔMICORISCO ERGONÔMICO CONSEQUÊNCIASCONSEQUÊNCIAS
X
Esforço físico intenso
Levantamento e transporte manual
de peso
Exigência de posturainadequada
Controle rígido de produtividade
Imposição de ritmos excessivos
Trabalho em turno ou noturno
Jornada prolongada de trabalho
Monotonia e repetitividade
Outras situações causadoras de
“stress” físico e/ou psíquico
De um modo geral, devendo haver
uma análise mais detalhada,
caso a caso, tais riscos podem
causar:
cansaço, dores musculares,
fraquezas, doenças como
hipertensão arterial, úlceras, doenças
nervosas, agravamento do diabetes,
alterações do sono,da libido, da vida
social com reflexos na saúde e no
comportamento, acidentes,
problemas na coluna vertebral,
taquicardia, cardiopatia (angina,
infarto), agravamento da asma,
tensão, ansiedade, medo,
comportamentos estereotipados.
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RISCO DE ACIDENTESRISCO DE ACIDENTES CONSEQUÊNCIASCONSEQUÊNCIAS
X
Arranjo físico inadequado
Máquinas e equipamentos sem
proteção
Ferramentas inadequadas ou
defeituosas
Iluminação inadequada
Eletricidade
Probabilidade de incêndio ou
explosão
Armazenamento inadequado
Animais peçonhentos
Outras situações de risco que
poderão contribuir para a
ocorrência de acidentes
Acidentes e doenças
profissionais
RISCOS AMBIENTAISRISCOS AMBIENTAIS
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CONTROLE DE RISCOS AMBIENTAISCONTROLE DE RISCOS AMBIENTAIS
MEDIDAS DE CONTROLE DE RISCOS
Técnica EPCEPC
EPIEPIMédica
Administrativa
Educativa
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CONTROLE DE RISCOS AMBIENTAISCONTROLE DE RISCOS AMBIENTAIS
MEDIDAS TÉCNICAS
EPC EPI
elimina/neutraliza/sinaliza evita ou diminui
A LESÃOA LESÃOO RISCOO RISCO
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EPCEPC
CONTROLE DE RISCOS AMBIENTAISCONTROLE DE RISCOS AMBIENTAIS
PRIODIDADES NO CONTROLE DE RISCO
 Eliminar o risco;
 Neutralizar / isolar o risco, através do uso de
Equipamento de Proteção Coletiva;
 Proteger o trabalhador através do uso de Equipamentos
de Proteção Individual.
O RISCOO RISCO
ELIMINARELIMINAR
APLICARAPLICAR
RISCO AINDA
PRESENTE
EPIEPI
APLICARAPLICAR
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EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO COLETIVA - EPCEQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO COLETIVA - EPC
DEFINIÇÃO
São os equipamentos que neutralizam o risco na fonte,
dispensando, em determinados casos, o uso dos
equipamentos de proteção individual.
Quando instalamos, por exemplo, o protetor contra quebra de
agulha, estamos atuando sobre o ambiente de trabalho, esta
medida é chamada de proteção coletiva, pois protege o
conjunto de trabalhadores.
elimina/neutraliza/sinaliza
O RISCOO RISCO
MÓDULOIIIMÓDULOIII CONTROLE DE RISCOS AMBIENTAISCONTROLE DE RISCOS AMBIENTAIS
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É todo meio ou dispositivo de uso individual, destinado
a proteger a saúde e a integridade física do trabalhador.
Quando não for possível eliminar o risco, ou neutralizá-
lo através de medidas de proteção coletiva, implanta-se
o Equipamento de Proteção Individual - EPI.
EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL - EPIEQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL - EPI
DEFINIÇÃO
evita ou diminui
A LESÃOA LESÃO
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Desenvolver o Programa de Controle Médico de Saúde ocupacional
(PCMSO), responsável por promover a prevenção, o rastreamento e o
diagnóstico precoce dos agravos à saúde relacionados ao trabalho, além da
constatação da existência de doenças profissionais ou de danos à saúde dos
trabalhadores.
Submeter os trabalhadores à exames médicos: Admissional, Demissional,
Periódico, Retorno ao Trabalho e Mudança de Função.
Submeter os trabalhadores expostos ao ruído ocupacional a exames de
audiometria para prevenir a PAIRO.
Promover campanhas de vacinação contra Gripe, Hepatite, etc.
Controlar e avaliar as causa de Absenteísmo.
Realizar atendimento de primeiros socorros.
Trabalhar em conjunto com o SESMT na investigação e análise dos
Acidentes do Trabalho.
CONTROLE DE RISCOS AMBIENTAISCONTROLE DE RISCOS AMBIENTAIS
MEDIDAS MEDICAS
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CONTROLE DE RISCOS AMBIENTAISCONTROLE DE RISCOS AMBIENTAIS
MEDIDAS ADMINISTRATIVAS
MEDIDAS
EDUCATIVAS
São programas de treinamentos, palestras e
cursos, inclusive DDS, destinados a informar e
capacitar os trabalhadores na execução segura
de suas atividades,.
São ações administrativas para controlar a
exposição dos trabalhadores aos agentes
ambientais, tais como: Revezamento e Rodízio de
atividades; Pausas programadas; Mudança de
lay-out; Realização de ginástica laboral; Etc.
MÓDULOIIIMÓDULOIII
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O Mapa de Riscos é a representação gráfica do
reconhecimento dos riscos existentes nos locais de
trabalho, por meio de círculos de diferentes cores e
tamanhos.
O Mapa de Riscos deve ser refeito a cada gestão
da CIPA.
MAPA DE RISCOSMAPA DE RISCOSMÓDULOIIIMÓDULOIII
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MAPA DE RISCOSMAPA DE RISCOS
 Reunir as informações necessárias para estabelecer o
diagnóstico da situação;
 Possibilitar, durante a sua elaboração, a troca e divulgação
de informações entre os funcionários.
OBJETIVO
MÓDULOIIIMÓDULOIII
“Reunir as informações
necessárias”
“Troca e e divulgação de
informações entre os funcionários”
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MAPA DE RISCOSMAPA DE RISCOS
 Conhecer o processo de trabalho no local analisado;
 Identificar os riscos existentes no local analisado;
 Identificar as medidas preventivas existentes e sua eficácia;
 Identificar os indicadores de saúde;
 Conhecer os levantamentos ambientais já realizados no
local;
 Elaborar o Mapa de Riscos, sobre o lay-out da empresa,
indicando através de círculos, colocando em seu interior o
risco levantado (cor), agente especificado e número de
trabalhadores expostos.
ETAPAS DA ELABORAÇÃO
MÓDULOIIIMÓDULOIII
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MAPA DE RISCOSMAPA DE RISCOS
CORCOR == TIPO DE RISCOTIPO DE RISCO
MÓDULOIIIMÓDULOIII
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MAPA DE RISCOSMAPA DE RISCOSMÓDULOIIIMÓDULOIII
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MAPA DE RISCOSMAPA DE RISCOS
QUEM ELABORA?
 CIPA (*)
 TRABALHADORES de todos os setores do
estabelecimento (*)
IMPORTANTEIMPORTANTE
Imprescindível a participação dos
TRABALHADORES devido ao:
• CONHECIMENTO DA ÁREA
• ENVOLVIMENTO COM OS RISCOS
(*) Com colaboração do SESMT - Serviço Especializado em
Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho
MÓDULOIIIMÓDULOIII
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VIDEVIDE
OO
MÓDULOIIIMÓDULOIII MAPA DE RISCOMAPA DE RISCO
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MAPA DE RISCOMAPA DE RISCO
DINAMICDINAMIC
AA
DE GRUPODE GRUPO
ATIVIDADE:ATIVIDADE:
FAZER MAPA DE RISCOS DO SETOR DE TRABALHOFAZER MAPA DE RISCOS DO SETOR DE TRABALHO
MÓDULOIIIMÓDULOIII
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CAMPANHAS DE SEGURANÇACAMPANHAS DE SEGURANÇA
O QUE É ?
Campanhas de segurança são eventos voltados para a
educação e sensibilização dos funcionários, transmitindo
conhecimentos sobre segurança e saúde no trabalho.
Os eventos mais comuns e que envolvem a CIPA são:
 Semana Interna de Prevenção de Acidentes do
Trabalho - SIPAT;
 Antitabagismo - cabe também à CIPA, recomendar que
em todos os locais de trabalhos e adotem medidas
restritivas ao hábito de fumar.
MÓDULOIIIMÓDULOIII
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CAMPANHAS DE SEGURANÇACAMPANHAS DE SEGURANÇA
Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho – SIPAT.
MÓDULOIIIMÓDULOIII
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FIM DO 3º DIAFIM DO 3º DIA
MÓDULOIIIMÓDULOIII
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INSPEÇÃO DE SEGURANÇAINSPEÇÃO DE SEGURANÇA
O QUE É ?
É a parte do controle de riscos que consiste
em efetuar vistorias nas áreas e meios de
trabalho, com o objetivo de descobrir e corrigir
situações que comprometam a segurança dos
trabalhadores.
Uma verificação para ser bem aproveitada
precisa ser planejada, e o primeiro passo é
definir o que se pretende com a inspeção e
como fazê-la.
MÓDULOIVMÓDULOIV
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TIPOS DE INSPEÇÃO
 Inspeção geral:
Realizada quando se quer ter uma visão panorâmica de todos
os setores da empresa. Pode ser realizada no início do
mandato da CIPA.
 Inspeção parcial:
Realizada onde já se sabe da existência de problemas, seja
por queixas dos trabalhadores ou ocorrência de doenças e
acidentes do trabalho. Deve ser uma inspeção mais
detalhada e criteriosa.
Inspeção específica:
É uma inspeção em que se procura identificar problemas ou
riscos determinados. Como exemplo podemos citar o
manuseio de produtos químicos, postura de trabalho, esforço
físico, etc.
INSPEÇÃO DE SEGURANÇAINSPEÇÃO DE SEGURANÇAMÓDULOIVMÓDULOIV
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ETAPAS DE INSPEÇÃO
INSPEÇÃO DE SEGURANÇAINSPEÇÃO DE SEGURANÇA
 Observação do ambiente e dos meios de trabalho;
 Coleta de informações;
 Registro de dados e elaboração do relatório;
 Apresentação nas reuniões da CIPA;
 Encaminhamento do relatório através do Presidente da
CIPA;
 Acompanhamento da implantação das medidas
recomendadas.
MÓDULOIVMÓDULOIV
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DINAMICDINAMIC
AA
DE GRUPODE GRUPO
ATIVIDADE:ATIVIDADE:
REALIZAR UMA INSPEÇÃO GERALREALIZAR UMA INSPEÇÃO GERAL
MÓDULOIVMÓDULOIV INSPEÇÃO DE SEGURANÇAINSPEÇÃO DE SEGURANÇA
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EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL - EPIEQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL - EPI
DEFINIÇÃO
É todo meio ou dispositivo de uso individual, destinado
a proteger a saúde e a integridade física do trabalhador.
Quando não for possível eliminar o risco, ou neutralizá-
lo através de medidas de proteção coletiva, implanta-se
o Equipamento de Proteção Individual - EPI.
evita ou diminui
A LESÃOA LESÃO
MÓDULOIVMÓDULOIV
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OBRIGAÇÕES DO EMPREGADOR QUANTO AO
EPI
 Adquirir o tipo adequado à atividade do empregado;
 Fornecer ao empregado somente EPI aprovado pelo
Ministério do Trabalho;
 Treinar o trabalhador sobre o seu uso adequado;
 Tornar obrigatório o seu uso;
 Substituí-lo, imediatamente, quando danificado ou
extraviado;
 Responsabilizar-se pela sua higienização e manutenção
periódica.
MÓDULOIVMÓDULOIV EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL - EPIEQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL - EPI
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OBRIGAÇÕES DO EMPREGADO QUANTO AO
EPI
 Usá-lo apenas para a finalidade a que se destina;
 Responsabilizar-se por sua guarda e conservação;
 Comunicar ao empregador qualquer alteração que o torne impróprio
para uso.
MÓDULOIVMÓDULOIV EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL - EPIEQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL - EPI
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Principais EPI’s disponíveis fornecidos pela Burti.
MÓDULOIVMÓDULOIV EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL - EPIEQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL - EPI
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EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL - EPIEQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL - EPIMÓDULOIVMÓDULOIV
VIDEVIDE
OO
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AIDSAIDSMÓDULOIVMÓDULOIV
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AIDSMÓDULOIVMÓDULOIV
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AIDSMÓDULOIVMÓDULOIV
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AIDS
A AIDS é o estágio mais avançado da doença que
ataca o sistema imunológico. A Síndrome da
Imunodeficiência Adquirida, como também é
chamada, é causada pelo HIV. Como esse vírus
ataca as células de defesa do nosso corpo, o
organismo fica mais vulnerável a diversas
doenças, de um simples resfriado a infecções
mais graves como tuberculose ou câncer. O
próprio tratamento dessas doenças fica
prejudicado.
O QUE É AIDS?
MÓDULOIVMÓDULOIV
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ASSIM PEGA ASSIM NÃO PEGA
sexo vaginal sem camisinha;
sexo anal sem camisinha;
sexo oral sem camisinha;
uso da mesma seringa ou agulha
por mais de uma pessoa;
transfusão de sangue
contaminado;
mãe infectada pode passar o HIV
para o filho durante a gravidez, o
parto e a amamentação;
Instrumentos que furam ou
cortam, não esterilizados.
sexo, desde que se use
corretamente a camisinha;
beijo no rosto ou na boca;
suor e lágrima;
picada de inseto;
aperto de mão ou abraço;
talheres / copos;
assento de ônibus;
piscina, banheiros, pelo ar;
doação de sangue;
sabonete / toalha / lençóis.
O HIV pode ser transmitido pelo sangue, sêmen, secreção vaginal e
pelo leite materno.
HIV / AIDSMÓDULOIVMÓDULOIV
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Uso
preservativ
o
COMO DE PREVINIR?
Sim, seguindo alguns conselhos:Sim, seguindo alguns conselhos:
 Reduzir o número de parceiros sexuais;
 Não usar drogas injetáveis;
 Usar preservativos;
 Para transfusão exigir sangue testado.
Número
parceiro
s
Drogas
injetáveis
Sangue
testado
HIV / AIDSMÓDULOIVMÓDULOIV
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RECOMENDAÇÕES
 Não ter pavor do doente, nem da
doença, preocupando-se em
demonstrar solidariedade e amor ao
doente.
 Encarar o fato, por mais difícil que
possa ser, com seriedade.
 Se necessário, procurar profissionais
para apoio emocional (psicólogo).
Fonte: http://www.aids.gov.br
Cuidados, para evitar riscos desnecessários. Seu amor,
carinho e aceitação são fundamentais para que o paciente
encontre forças para lutar contra a AIDS.
HIV / AIDSMÓDULOIVMÓDULOIV
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FIM DO 4º DIAFIM DO 4º DIA
MÓDULOIVMÓDULOIV
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Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba
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PREVENÇÃO E COMBATEPREVENÇÃO E COMBATE
ÁÁ
INCÊNDIOINCÊNDIO
SS
MÓDULOVMÓDULOV
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Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba
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MÓDULOVMÓDULOV PREVENÇÃO E COMBATE À INCÊNDIOS
Fogo é um processo químico de transformação, também
chamado de combustão.
Podemos defini-lo, ainda como, o resultado de uma reação
química que desprende luz e calor devido à combustão de
matérias diversos.
DEFINIÇÃO DEDEFINIÇÃO DE FOGOFOGO
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MÓDULOVMÓDULOV PREVENÇÃO E COMBATE À INCÊNDIOS
ELEMENTOSELEMENTOS QUE COMPÕEM O FOGOQUE COMPÕEM O FOGO
Para que haja fogo, necessitamos reunir os quatro elementos essenciais:
O Combustível em contato com uma fonte de Calor e em
presença de um Comburente (geralmente o oxigênio contido no
ar) começará inflamar gerando a Reação em cadeia.
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PROPOGAÇÃO DOPROPOGAÇÃO DO CALORCALOR
O calor pode se propagar de três diferentes maneiras: condução,
convecção, e irradiação.
 Condução: Transferência de calor através de um corpo sólido de
molécula em molécula.
Transferência de calor
através de um corpo.
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PROPOGAÇÃO DOPROPOGAÇÃO DO CALORCALOR
 Convecção:Convecção: Transferência de calor pelo movimento ascendente
de massas de gases.
Movimentação de massas gasosas transporta o calor para cima e
horizontalmente nos andares.
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PROPOGAÇÃO DOPROPOGAÇÃO DO CALORCALOR
 Irradiação: Transferência de calor por ondas de energia
calorífica que deslocam através do espaço.
Ondas caloríficas atingem os objetos, aquecendo-as.
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PROPOGAÇÃO DOPROPOGAÇÃO DO CALORCALOR
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CLASSES DE FOGO
 CLASSE “A”: São materiais de fácil combustão, queimam
tanto na superfície como em profundidade, deixando resíduos.
Ex.: madeira, papel, etc.
 CLASSE “B”: São os produtos que queimam somente na
superfície. Ex.: gasolina, óleos, graxas, etc.
 CLASSE “C”: Ocorre em equipamentos elétricos
energizados. Ex.: motores, quadros de distribuição, etc.
 CLASSE “D”: Ocorre em materiais pirofóricos como magnésio,
zircônio, titânio, etc.
CLASSE ACLASSE A
Líquido e GasesLíquido e Gases
InflamáveisInflamáveis
EquipamentosEquipamentos
EnergizadosEnergizados
MetaisMetais
PirofóricosPirofóricos
CombustíveisCombustíveis
sólidossólidos
CLASSE BCLASSE B CLASSE CCLASSE C CLASSE DCLASSE D
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TIPOS DE EXTINTORES
 Dióxido de Carbono, mais conhecido como Gás Carbonico ou
CO2, usado preferencialmente nos incêndios classe “B” e “C”.
 Pó Químico Sêco, usado nos incêndios classe “B” e “C”. Em
materiais pirofóricos (classe “D”), será utilizado um pó químico
especial.
 Água Pressurizada, usado principalmente em incêndios de classe
“A”. Em incêndios de classe “C”, só deve ser utilizado sob forma de
neblina. Nunca utilizar este tipo de extintor em incêndios de classe
“B”.
CO2CO2 PÓ QUÍMICOPÓ QUÍMICO ÁGUAÁGUA
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INSPEÇÃO DE EXTINTORES
 Todo extintor deverá ter uma ficha de
controle de inspeção, devendo ser
inspecionado no mínimo 1 vez por mês,
sendo observado seu aspecto externo, os
lacres, manômetros e se os bicos e
válvulas de alívio não estão entupidas.
 Cada extintor deverá ter em seu bojo,
uma etiqueta contendo data de carga,
teste hidrostático e número de
identificação.
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LOCALIZAÇÃO E SINALIZAÇÃO DE
EXTINTORES
 Os extintores deverão ser instalados em locais de fácil acesso e
visualização;
 Os locais destinados aos extintores devem ser sinalizados por um
círculo vermelho ou uma seta larga vermelha com bordas
amarelas;
 Embaixo do extintor, no piso, deverá ser pintada uma área de no
mínimo 1m x 1m, não podendo ser obstruída de forma nenhuma;
 Sua parte superior não poderá estar a mais de 1,60 m acima do
piso;
 Extintores não poderão estar instalados em paredes de escadas e
não poderão ser encobertos por pilhas de materiais.
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O “PAE - Plano de Ação Emergencial” da EDITORA GRAFICOS BURTI
LTDA., localizada na Estrada Santa Isabel, 7235 – Itaquaquecetuba - São
Paulo.
Objetivos
- Proporcionar aos colaboradores da empresa preparação para uma
resposta rápida, eficiente e segura em situações de emergência;
- Responder a uma emergência, priorizando a proteção efetiva da
vida, a segurança e o bem estar do público, dos colaboradores, a
prevenção do meio ambiente, da reputação e da imagem da
empresa e de seus acionistas; protegendo as instalações até o
restabelecimento seguro das operações.
- Designar a equipe que administrará a emergência;
- Definir relação e responsabilidade da equipe de atendimento a
emergências;
- Definir os procedimentos a serem seguidos em caso de uma
emergência;
- Documentar todos os recursos utilizados nas ações de controle e
extinção da emergência;
- Cumprir a lei e normas vigentes.
PAE - PLANO DE AÇÃO EMERGENCIALMÓDULOVMÓDULOV
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ABONDONOABONDONO DE ÁREADE ÁREA
Proceder ao abandono da área parcial ou total, quando necessário,
transferindo-se aos Pontos de ConcentraçãoPontos de Concentração, nº1nº1
(Estacionamento Visitantes)(Estacionamento Visitantes) e/ouou nº2nº2 (Estacionamento Funcionários)(Estacionamento Funcionários),
conforme comunicação preestabelecida, permanecendo nestes pontos
até a definição final. O responsável pela ordem de abandono é o
coordenador geral da Brigada de Incêndio e Abandono.
P
O
N
T
O
02
01
P
O
N
T
O
PAE - PLANO DE AÇÃO EMERGENCIALMÓDULOVMÓDULOV
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NOÇÕES BÁSICAS DENOÇÕES BÁSICAS DE
PRIMEIROSPRIMEIROS
SOCORROSSOCORROS
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NOÇÕES BÁSICAS DE PRIMEIROS SOCORROS
INTRODUÇÃO
Primeiros Socorros, são todas as medidas
que devem ser tomadas de imediato para
evitar agravamento do estado de saúde ou
lesão de uma pessoa antes do atendimento
médico.
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AÇÕES DE SOCORRISTA
 Isolar a área, evitando o acesso de curiosos;
 Observar a vítima, verificando alterações ou ausência de
respiração, hemorragias, fraturas, colorações diferentes da pele,
presença de suor intenso, expressão de dor;
 Observar alteração da temperatura, esfriamento das mãos e/ou
pés;
 Manter a calma, assumindo a liderança do atendimento;
 Procurar que haja comunicação imediata com hospitais,
ambulâncias, bombeiros, polícia se necessário.
A atitude do socorrista pode significar a vida ou a morte da pessoa
socorrida.
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DESMAIOS
Normalmente, o desmaio não passa de um acidente leve, só se agravando
quando é causado por grandes hemorragias.
Como socorrer:
 se a pessoa estiver prestes a desmaiar, coloque-a sentada com a
cabeça entre as pernas;
 se o desmaio já ocorreu, deitar a vítima no chão, verificar respiração e
palidez;
 afrouxar as roupas;
 erguer os membros inferiores;
Obs.: Se a vítima não se
recuperar de 2 a 3 minutos,
procurar assistência
médica.
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CRISE CONVULSIVA
A vítima de crise convulsiva
(ataque epiléptico), fica
retraída e começa a se
debater violentamente,
podendo apresentar os
olhos virados para cima.
Como socorrer:
 deite a vítima no chão e afaste tudo que
estiver ao seu redor que possa machucá-
la;
 retire objetos como próteses, óculos,
colares, etc;
 coloque um pano ou lenço dobrado entre
os dentes e desaperte a roupa da vítima;
 não dê líquido à pessoas que estejam
inconscientes;
 cessada a convulsão, deixa a vítima
repousar calmamente, pois poderá dormir
por minutos ou horas;
 nunca deixa de prestar socorro à vítima
de convulsão.
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NOÇÕES BÁSICAS DE PRIMEIROS SOCORROS
Vítima consciente
O que fazer?
 Procure ajuda médica
imediatamente;
 Não dê nada para beber (nem água
nem leite) e não provoque vômito.
 Se for sobre a superfície da pele,
elimine o material e lave a pele
com água;
 Guarde a embalagem do produto
tóxico.
ENVENENAMENTO – INTOXICAÇÃOENVENENAMENTO – INTOXICAÇÃO
Vítima inconsciente
O que fazer?
 Se a vítima respira, coloque-a em posição de recuperação;
 Não dê nada para a vítima beber;
 Não induza o vômito.
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EMERGÊNCIAS RELACIONADAS AOEMERGÊNCIAS RELACIONADAS AO
CALORCALOR
Insolação
 Pele quente, avermelhada e seca;
 Respiração acelerada;
 Fraqueza, tontura, enjôo e até perda
de consciência.
O que fazer?
 Tire a vítima do calor, leve-a para um local fresco;
 Esfrie a vítima com água fria;
 Verifique a respiração e o estado de choque.
Desidratação
 Suor adundante;
 Fraqueza;
 Dor de cabeça e tontura;
 Náusea e vômito;
 Cãibras.
Cãibras
 Cãibras no braço, perna e abdômen.
Cãibras são comuns
e emergências
relacionadas ao calor
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INFARTOINFARTO
Sintomas
 Dor no peito;
 Dor no braço e formigamento
no ombro e pescoço;
 Fraqueza, suor, náusea e
respiração curta.
O que fazer?
 Tranqüilize a vítima e coloque-a em repouso imediato;
 Procure o socorro médico e prepara-se para realizar o RCP se
necessário.
Fique atento aos
sintomas do infarto
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DERRAME CEREBRALDERRAME CEREBRAL
Sintomas
 Debilidade/paralisia na face, braço,
perna ou em um lado do corpo;
 Dificuldade para falar, ver e andar;
 Dor de cabeça intensa;
 Perda de consciência.
O que fazer?
 Verifique as vias aéreas e respiração;
 Mantenha a vítima em repouso com os ombros e a cabeça
mais elevados que o corpo;
 Não dê nada para comer e beber;
 Procure o atendimento médico urgentemente.
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CHOQUES ELÉTRICOSCHOQUES ELÉTRICOS
O que fazer?
 Ver Corte a corrente elétrica imediatamente;
 Se a vítima ainda estiver conectada à
corrente elétrica, use pano bem grosso,
borracha, madeira ou material não condutor
de eletricidade para salvá-la da corrente;
 Se o choque elétrico tiver sido muito forte, pode ter causado
parada cardiorrespiratória. Caso a vítima esteja com ausência de
pulso e de batimentos cardíacos, ou ainda lábios e unhas
arroxeadas, inicie imediatamente a massagem cardíaca com a
respiração boca a boca, alternadamente.
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PICADASPICADAS
Cobras - O que fazer?
 Mantenha a parte atingida em posição mais
elevada;
 Retire anéis e pulseiras;
 Limpe o local com água e sabão;
 Leve imediatamente o acidentado para o pronto-
socorro.
O que não fazer?
 Não amarre a perna ou o braço acidentado;
 Não corte e/ou chupe o local da picada;
 Não dê álcool para beber.
Aranha/Escorpião - O que
fazer?
 Coloque compressas quentes para aliviar
a dor
 Leve imediatamente o acidentado para o
pronto-socorro.
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Abelha/Insetos - O que
fazer?
 Remova o ferrão;
 Cubra com um compressa fria;
 Monitore a vítima, pois algumas
pessoas possuem alergias.
Alergias
Sintomas
 Dificuldade para respirar e aperto no peito e garganta;
 Erupção cutânea severa ou urticária;
 Inchaço da face, pescoço e língua;
 Tontura, náuseas e vômito.
O que fazer?
 Procure a ajuda médica imediatamente;
 Mantenha a parte afetada abaixo do coração se possível;
 Monitore os sinais vitais.
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QUEIMADURAS
O contato com chamas, substâncias super-aquecidas, a
exposição excessiva à luz solar e mesmo à temperatura
ambiente muito elevada, provocam reações no organismo,
que podem se limitar à pele ou afetar funções vitais.
As queimaduras podem ser de 1º grau, 2º grau e 3º grau,
cada uma delas com suas próprias características.
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QUEIMADURAS 1º GRAU
Causa pele avermelhada, com edema e dor intensa.
Como socorrer:
 resfriar o local com água corrente
QUEIMADURAS 2º GRAU
Causa bolhas sobre uma pele vermelha,
manchada ou de coloração variável, edema,
exsudação e dor.
Como socorrer:
esfriar o local com água corrente;
nunca romper as bolhas;
nunca utilizar produtos caseiros, como: pó de café, pasta de
dente, etc.
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QUEIMADURAS 3º GRAU
Neste tipo de queimadura, a pele fica
esbranquiçada ou carbonizada, quase sempre
com pouca ou nenhuma dor (aqui incluem-se
todas as queimaduras elétricas).
Como socorrer:
 não usar água;
 assistência médica é essencial;
 levar imediatamente ao médico.
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TIPOS DE FERIMENTOS
Contusão (beliscão,
batidas), hematoma
(local fica roxo),
perfuro cortante
(ferimento com faca
prego, mordedura de
animais, armas de
fogo) e escoriação
(ferimento superficial,
só atinge a pele).
Como socorrer:
Contusões e Hematomas.
 repouso da parte contundida;
 aplicar gelo até melhorar a dor e o
inchaço se estabilize;
 elevar a parte atingida.
Perfuro cortantes e Escoriações.
 lavar as mãos;
 lavar o ferimento com água e sabão;
 secar o local com gase ou pano
limpo;
 se houver sangramento comprimir o
local;
 fazer um curativo;
 manter o curativo limpo e seco;
 proteger o ferimento para evitar
contaminação.
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HEMORRAGIAS
Hemorragia é a perda de
sangue que acontece
quando há rompimento
de veias ou artérias,
provocadas por cortes,
tumores, úlceras, etc.
Existem 2 tipos de
hemorragias, as externas
(visíveis) que devem ser
estancadas
imediatamente e as
internas (não visíveis),
mas que podem levar a
vítima à morte.
Como socorrer:
 manter a vítima deitada com a
cabeça para o lado;
 afrouxar suas roupas;
 manter a vítima agasalhada;
 procurar assistência médica
imediatamente.
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Entorse
Forte torção no local
O que fazer?
 Coloque compressa de gelo
(não coloque o gelo
diretamente na pele).
 Imobilize a vítima;
 Procure ajuda especializada.
Luxação
O osso de uma articulação sai do lugar
O que fazer?
 Tratar como fratura.
Entorse
NOÇÕES BÁSICAS DE PRIMEIROS SOCORROS
Entorse - Luxação
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FRATURAS
É um tipo de lesão onde
ocorre a quebra de um
osso.
Existem 2 tipos de
fraturas: Exposta ou
aberta: quando há o
rompimento da pele.
Interna ou fechada:
quando não há o
rompimento da pele.
Em ambos os casos,
acontece dor intensa,
deformação do local
afetado, incapacidade de
movimento e inchaço.
Como socorrer:
 imobilização;
 movimentar o menos possível;
 colocar gelo no local de 20 a 30
minutos;
 improvisar talas;
 proteger o ferimento com gase ou
pano limpo (para casos de
fraturas expostas ou abertas).
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TRANSPORTE DE ACIDENTADOS
O transporte adequado de feridos é de suma importância.
Muitas vezes, a vítima pode ter seu quadro agravado por
causa de um transporte feito de forma incorreta e sem os
cuidados necessários. Por isso é fundamental saber como
transportar um acidentado.
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PARADA CARDIORESPIRATÓRIA
Parada Cardíaca
É preciso estar atento
quando ocorrer uma
parada cardíaca, pois
esta pode estar ligada a
uma parada respiratória
se ambas acontecerem
simultaneamente.
Parada Respiratória
É a parada da respiração por:
afogamento, sufocação,
aspiração excessiva de gases
venenosos, soterramento e
choque elétrico.
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NOÇÕES BÁSICAS DE PRIMEIROS SOCORROS
Manobra de Heimlich
1º Posicionar-se atrás
da vítima. Colocar o
cotovelo direito na
crista ilíaca direita da
vítima e fechar a mão
direita
2º Com a mão
esquerda, encontrar
a ponta do osso
esterno da vítima e
colocar a raiz do
polegar da mão
direita dois dedos
abaixo desse ponto.
.
3º Envolver a mão
direita com a mão
esquerda. Pressionar o
abdome da vítima
puxando-o para si e
para cima cinco vezes.
Essa compressão deve
ser suficiente para
erguer o calcanhar da
vítima do solo.
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NOÇÕES BÁSICAS DE PRIMEIROS SOCORROS
Manobra de Heimlich
“Se a vítima da obstrução for a própria
pessoa a fazer a manobra, deve utilizar-
se do espaldar de uma cadeira. “
“Se a vítima for
excessivamente
obesa ou
gestante,
realizar as
compressões
no meio do
osso esterno.”
“Manobra de Heimlich em vítimas
inconscientes.”
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O QUE É RCP?
Reanimação Cardio Pulmonar (RCP), consiste na
combinação de respiração boca a boca com compressões
externas sobre o peito.
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VIDEVIDE
OO
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FIM DO 5º DIAFIM DO 5º DIA
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COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE
ACIDENTES
PROVAPROVA
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COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE
ACIDENTES
MENSAGEMMENSAGEMCIPACIPA
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COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE
ACIDENTES
OBRIGADOOBRIGADO
Segurança do Trabalho – JORGE BADAUESegurança do Trabalho – JORGE BADAUE

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  • 1. CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda. Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba GESTÃOGESTÃO 2012/20132012/2013 JORGE BADAUEJORGE BADAUE Tec. Seg. Trab.Tec. Seg. Trab. CURSO DE PREVENÇÃOPREVENÇÃO DE ACIDENTESDE ACIDENTES PARA MEMBROS DA CIPA CIPACIPA
  • 2. CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda. Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba GESTÃOGESTÃO 2012/20132012/2013 OBJETIVOS DO CURSOOBJETIVOS DO CURSO  Levar ao conhecimento do membro da CIPA as principais normas, instruções e rotinas sobre segurança e saúde do trabalho;  Definir competências relativas às atividades desenvolvidas pelo membro da CIPA;  Conhecer e identificar Riscos Ambientais;  Fixar diretrizes de atuação da CIPA.
  • 3. CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda. Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba GESTÃOGESTÃO 2012/20132012/2013 CONTEÚDO PROGRAMÁTICOCONTEÚDO PROGRAMÁTICO  Segurança e a Saúde do Trabalhador  Organização da CIPA  Acidentes de Trabalho  Legislação Trabalhista e Previdenciária  Higiene do Trabalho  Riscos de Acidentes  Verificação de Segurança  Classificação dos Riscos Ambientais  Mapeamento de Riscos  Investigação e Análise de Acidentes  Equipamento de Proteção Individual  Prevenção e Combate a Incêndio  Noções de Primeiros Socorros  AIDS ( SIDA ) Noções Gerais
  • 4. CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda. Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba GESTÃOGESTÃO 2012/20132012/2013 MÓDULOIMÓDULOI CIPCIP NRNR 55 Norma Regulamentadora nº 5 Comissão Interna de Prevenção de Acidentes
  • 5. CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda. Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba GESTÃOGESTÃO 2012/20132012/2013 FUNDAMENTAÇÃO LEGAL 1943 - No governo Getúlio Vargas foi criada a C.L.T. Consolidação das Leis do Trabalho, através do decreto-lei 5452 em primeiro de Maio, reunindo em um só Diploma Legal todas as Leis Trabalhistas até então existentes. 1944 - Através do decreto-lei 7036 de 10 de novembro, é instituída a obrigatoriedade da criação da CIPA em todas as empresas que admitem trabalhadores como empregados. 1975 - Primeira formação de profissionais na Área de Segurança e Medicina do Trabalho. 1978 - Portaria 3214 de 8 de Junho institui as Normas Regulamentadoras do trabalho urbano, e dessa forma regulamentam os artigos 154 a 201 da CLT ( Especificamente Artigos 163 à 165 embasamento a NR-05 CIPA (Comissão Interna de Prevenção de Acidentes). 1994 - Em Dezembro, ocorreram alterações legais importantes nas normas: NR 7 – PCMSO (Programa de Controle Médico do Serviço Ocupacional) e na NR 9 – PPRA (Programa de Prevenção de Riscos Ambientais) onde se institui também o Mapa de Riscos. ATUALMENTE EM VIGOR:ATUALMENTE EM VIGOR: NR-5 - Portaria 3.214/78, alterada pelas Portarias 33/83, 25/94, 08/99 eNR-5 - Portaria 3.214/78, alterada pelas Portarias 33/83, 25/94, 08/99 e 247/2011.. MÓDULOIMÓDULOI
  • 6. CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda. Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba GESTÃOGESTÃO 2012/20132012/2013 OBJETIVO DA CIPA CC II PP AA OMISSÃOOMISSÃO NTERNANTERNA REVENÇÃO DEREVENÇÃO DE CIDENTESCIDENTES ““A CIPA tem como objetivo, desenvolver atividades voltadasA CIPA tem como objetivo, desenvolver atividades voltadas para a prevenção de acidentes e doenças no trabalho, e apara a prevenção de acidentes e doenças no trabalho, e a promoção da qualidade de vida dos trabalhadores.”promoção da qualidade de vida dos trabalhadores.” MÓDULOIMÓDULOI
  • 7. CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda. Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba GESTÃOGESTÃO 2012/20132012/2013 CComissão:omissão: Grupo de pessoas formado porGrupo de pessoas formado por representantes do empregador e empregado,com o objetivo derepresentantes do empregador e empregado,com o objetivo de prevenção de acidentes e doenças do trabalho.prevenção de acidentes e doenças do trabalho. CONCEITOS DA CIPA Interna: Seu campo de atuação está restrito a própria empresa. PPrevenção:revenção: Antecipar-se a situaçõesAntecipar-se a situações de riscos quando nos deparamos comde riscos quando nos deparamos com elas, dando exemplos de pró -atividade eelas, dando exemplos de pró -atividade e trabalho correto.trabalho correto. AAcidentes:cidentes: Qualquer ocorrência inesperada que interfere no andamento normal do trabalho causando danos materiais, perda de tempo ou lesão ao trabalhador. MÓDULOIMÓDULOI CONSTIUIÇÃOCONSTIUIÇÃO Toda empresa pública ou privada deverá constituir CIPA, por estabelecimento, e mantê-la em regular funcionamento com o objetivo de assegurar aos trabalhadores um ambiente saudável.
  • 8. CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda. Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba GESTÃOGESTÃO 2012/20132012/2013 ORGANIZAÇÃO DA CIPA  A CIPA será composta de representantes do empregador e dos empregados de acordo com dimensionamento previsto no Quadro I da NR 5.  Os representantes do empregador serão indicados pelo empregador.  Os representantes dos empregados serão eleitos pelos próprios empregados, por meio de voto secreto.  Quando a empresa não se enquadrar no Quadro I, a empresa designará um responsável para manter e fazer cumprir as normas de Segurança do Trabalho.  O mandato dos membros da CIPA terá a duração de 1 ano, permitida uma reeleição.  O cipeiro não poderá sofrer dispensa arbitrária desde o registro de sua candidatura até um ano após o final do seu mandato, salvo o exposto no capítulo V, artigos 158 e alíneas, e 482, da CLT.  Os membros da CIPA serão empossados no 1º dia útil após o término do mandato anterior.  Serão indicados de comum acordo com os membros da CIPA um secretário (a) e seu substituto.  Deverá ser protocolada em até 10 dias úteis no MTE, os seguintes documentos: ata de reeleição e de posse e calendário anual das reuniões ordinárias. (revogado) MÓDULOIMÓDULOI
  • 9. CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda. Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba GESTÃOGESTÃO 2012/20132012/2013 COMPOSIÇÃO DA CIPA EMPREGADOREMPREGADOR TRABALHADORESTRABALHADORES ELEIÇÃOELEIÇÃO PresidentePresidente MembrosMembros Titulares eTitulares e SuplentesSuplentes Vice-PresidenteVice-Presidente MembrosMembros Titulares eTitulares e SuplentesSuplentes SECRETÁRIOSECRETÁRIO MÓDULOIMÓDULOI
  • 10. CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda. Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba GESTÃOGESTÃO 2012/20132012/2013 ATRIBUIÇÕES GERAIS DA CIPA  Identificar os riscos do processo de trabalho;  Realizar periodicamente verificação nos ambientes e condições de trabalho;  Elaborar plano de trabalho;  Realizar após cada reunião, a verificação do cumprimento das metas fixadas;  Divulgar aos trabalhadores informações relativas à segurança e saúde no trabalho;  Colaborar no desenvolvimento e implementação do PCMSO, PPRA bem como de outros programas de segurança e saúde desenvolvidos pela empresa;  Divulgar e promover o cumprimento das Normas Regulamentadoras, bem como cláusulas de acordos e convenções coletivas de trabalho e normas internas de segurança relativas à segurança no trabalho;  Participar em conjunto com o SESMT da análise das causas das doenças e acidentes do trabalho e propor medidas de solução dos problemas identificados;  Promover, anualmente, em conjunto com o SESMT, a Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho - SIPAT;  Participar, anualmente, em conjunto com a empresa, de Campanhas de Prevenção à AIDS e outros programas de saúde. MÓDULOIMÓDULOI
  • 11. CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda. Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba GESTÃOGESTÃO 2012/20132012/2013 ATRIBUIÇÕES DA CIPA ATRIBUIÇÕES DOATRIBUIÇÕES DO PRESIDENTEPRESIDENTE  Convocar os membros para as reuniões da CIPA.  Coordenar as reuniões.  Manter o empregador informado sobre as decisões da CIPA.  Coordenar e supervisionar as atividades do secretário.  Delegar atribuições ao Vice-Presidente. ATRIBUIÇÕES DOATRIBUIÇÕES DO VICE-PRESIDENTEVICE-PRESIDENTE  Executar as atribuições que lhe forem delegadas.  Substituir o Presidente nos seus impedimentos eventuais e nos seus afastamentos temporários. ATRIBUIÇÕES DA(O)ATRIBUIÇÕES DA(O) SECRETÁRIOSECRETÁRIO  Redigir a ata, que deverá ser bem clara em relação ao que foi discutido e votado.  Preparar correspondência.  Elaborar relatórios estatísticos. MÓDULOIMÓDULOI
  • 12. CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda. Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba GESTÃOGESTÃO 2012/20132012/2013 ATRIBUIÇÕES EMATRIBUIÇÕES EM CONJUNTOCONJUNTO  Cuidar para que a CIPA disponha de condições necessárias para o desenvolvimento de seus trabalhos;  Coordenar e supervisionar as atividades da CIPA, zelando para que seus objetivos sejam alcançados;.  Promover o relacionamento da CIPA com o SESMT;  Divulgar as decisões da CIPA a todos os trabalhadores do estabelecimento;  Encaminhar os pedidos de reconsideração da CIPA;  Constituir Comissão Eleitoral. MÓDULOIMÓDULOI ATRIBUIÇÕES DA CIPA
  • 13. CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda. Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba GESTÃOGESTÃO 2012/20132012/2013 Atividades principais do cipeiro:Atividades principais do cipeiro:  Identificar os riscos de acidentes no trabalho  Realizar verificações e inspeções nos locais de trabalho  Planejar a SIPAT em conjunto com o SESMT  Elaborar Mapa de Riscos e Plano de Trabalho Atividades participativas:Atividades participativas:  Participar  Colaborar  Divulgar  Orientar O PAPEL DO CIPEIRO A função de cipeiro é de esclarecimento. O cipeiro é um professor A função de cipeiro é de esclarecimento. O cipeiro é um professor de adultos. Não tem autoridade segundo a Lei, mas conquista a de adultos. Não tem autoridade segundo a Lei, mas conquista a confiança através da autoridade moral, baseada no exemplo e na confiança através da autoridade moral, baseada no exemplo e na prestação de serviço no trabalho. Sua atividade é de ensinar. prestação de serviço no trabalho. Sua atividade é de ensinar. MÓDULOIMÓDULOI
  • 14. CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda. Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba GESTÃOGESTÃO 2012/20132012/2013 ReuniõesReuniões OrdináriasOrdinárias  Serão realizadas durante o expediente normal de trabalho.  Terão atas assinadas pelos presentes.  Todos os membros da CIPA deverão participar das reuniões, tanto titulares quanto suplentes.  O membro titular perderá o mandato, sendo substituído pelo suplente, quando faltar a mais de quatro reuniões ordinárias sem justificativas.  No caso de afastamento definitivo do Presidente, a empresa indicará o substituto em dois dias úteis, preferencialmente entre membros da CIPA.  No caso de afastamento definitivo do Vice-Presidente, os membros titulares da representação dos empregados, escolherão o substituto entre seus titulares, em dois dias úteis.  Devem ser coordenadas pelo Presidente ou Vice-Presidente.  Deverá ser respeitado calendário pré-estabelecido.  Tratar exclusivamente de assuntos da CIPA.  Execução do Plano de Trabalho.  Utilização adequada do tempo. FUNCIONAMENTO DA CIPA A CIPA terá reuniões ordinárias mensais de acordo com o calendário pré-estabelecido e poderão ser realizadas reuniões extraordinárias em situações específicas. MÓDULOIMÓDULOI
  • 15. CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda. Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba GESTÃOGESTÃO 2012/20132012/2013 ReuniõesReuniões OrdináriasOrdinárias Serão realizadas mensalmente conforme calendário de reuniões, durante o expediente normal de trabalho. ReuniõesReuniões ExtraordináriasExtraordinárias  As reuniões extraordinárias ocorrerão em situações específicas:  Acidentes de trabalho grave ou fatal.  Denúncia de risco grave e iminente.  Quando houver solicitação expressa de uma das representações. Seqüência SugeridaSeqüência Sugerida  Abertura (Presidente).  Leitura da ata da reunião anterior (Secretário).  Avaliar as pendências e suas soluções.  Sugestões de medidas preventivas.  Determinação dos responsáveis e prazos para realização das medidas preventivas. Discussão sobre os acidentes ocorridos no período. Discussão das Inspeções de Segurança.  Avaliação do cumprimento das metas fixadas.  Encerramento (Presidente). FUNCIONAMENTO DA CIPAMÓDULOIMÓDULOI
  • 16. CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda. Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba GESTÃOGESTÃO 2012/20132012/2013 PLANO DE AÇÃO DA CIPA OBJETIVOS  ELABORAR FORMAS EFICAZES DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES E DOENÇAS DO TRABALHO.  SISTEMATIZAR O MÉTODO DE TRABALHO DA CIPA. É A ELABORAÇÃO DO TRABALHO ATRAVÉS DE:  PLANEJAMENTO  ORGANIZAÇÃO  AVALIAÇÃO MÓDULOIMÓDULOI
  • 17. CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda. Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba GESTÃOGESTÃO 2012/20132012/2013 MEMBROS DA CIPA INDICADOS ELEITOS MÓDULOIMÓDULOI MEMBROS DA GESTÃO 2011/2012
  • 18. CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda. Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba GESTÃOGESTÃO 2012/20132012/2013 DINAMICDINAMIC AA DE GRUPODE GRUPO REUNIÃO EXTRAORDINÁRIA DA CIPAREUNIÃO EXTRAORDINÁRIA DA CIPAMÓDULOIMÓDULOI
  • 19. CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda. Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba GESTÃOGESTÃO 2012/20132012/2013 FIM DO 1º DIAFIM DO 1º DIA MÓDULOIMÓDULOI
  • 20. CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda. Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba GESTÃOGESTÃO 2012/20132012/2013 SEGURANÇASEGURANÇA DO TRABALHODO TRABALHO MÓDULOIIMÓDULOII
  • 21. CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda. Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba GESTÃOGESTÃO 2012/20132012/2013 DEFINIÇÃODEFINIÇÃO O que é Segurança do Trabalho ?O que é Segurança do Trabalho ? Segurança do trabalho é o conjunto de medidas que são adotadas visando minimizar os acidentes de trabalho, doenças ocupacionais, bem como proteger a integridade do trabalhador e sua capacidade de trabalho. MÓDULOIIMÓDULOII
  • 22. CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda. Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba GESTÃOGESTÃO 2012/20132012/2013 VIDEVIDE OO MÓDULOIIMÓDULOII SEGURANÇA NO TRABALHOSEGURANÇA NO TRABALHO
  • 23. CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda. Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba GESTÃOGESTÃO 2012/20132012/2013 ACIDENTE DO TRABALHOACIDENTE DO TRABALHO Acidente do Trabalho - é toda ocorrência não programada que interfere no andamento normal do trabalho dos quais resultem, separadamente ou em conjunto, lesões, danos materiais ou perda de tempo. Esse enunciado nos traz uma visão de que acidente não é só aquele que causa uma lesão no trabalhador, mas sim qualquer tipo de ocorrência inesperada, que hoje ocasiona perda de tempo, danos materiais e financeiros. CONCEITO LEGAL Acidente de Trabalho – É o que ocorre pelo exercício do trabalho a serviço da empresa, provocando lesão corporal ou perturbação funcional que cause a morte, perda ou redução, permanente ou temporária da capacidade para o trabalho. CONCEITO PREVENCIONISTA MÓDULOIIMÓDULOII
  • 24. CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda. Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba GESTÃOGESTÃO 2012/20132012/2013 DOENÇA DO TRABALHO Assim entendida a adquirida ou desencadeada em função de condições especiais no ambiente de trabalho, e com ele se relacione diretamente, e constante da relação mencionada no item anterior. Ex.: Surdez em digitadores que trabalhem em ambientes ruidosos. ACIDENTE DO TRABALHOACIDENTE DO TRABALHO DOENÇA PROFISSIONAL Assim entendida a produzida ou desencadeada pelo exercício do trabalho peculiar a determinada atividade e constante da respectiva relação elaborada pelo Ministério do Trabalho e Previdência Social. Ex.: Tendinite nos digitadores. “Profissão de digitador” MÓDULOIIMÓDULOII
  • 25. CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda. Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba GESTÃOGESTÃO 2012/20132012/2013 ACIDENTE DO TRABALHOACIDENTE DO TRABALHO ACIDENTE POR ATO DE TERCEIRO: Quando outra pessoa “provoca o acidente”. Culposo - sem intenção, por negligência, imprudência. Doloso – Com intenção, por sabotagem, ofensa física. ACIDENTE FORA DO LOCAL DE TRABALHO: Cumprimento de Ordem de Serviço, sob autoridade da empresa. Ex.: Viagens a serviço, sob qualquer meio de locomoção. MÓDULOIIMÓDULOII ACIDENTE POR FORÇA MAIOR: Oriunda de fenômenos da natureza,incêndios, inundações, descargas elétricas (raios), desde que ocorridas no local e horário de trabalho.
  • 26. CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda. Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba GESTÃOGESTÃO 2012/20132012/2013 ResidênciaResidência TrabalhoTrabalho ACIDENTE DO TRABALHOACIDENTE DO TRABALHO ACIDENTE DE TRAJETO: É quando o empregado sofre um acidente no percurso da sua residência para o trabalho ou do trabalho para sua residência. O QUE PODE DESCARACTERIZAR O ACIDENTE DE TRAJETO  Exceder o tempo habitual - Realização do percurso além do tempo habitual  Se ocorrer uma parada entre esses dois pontos (residência/trabalho – trabalho/residência) o acidente de trajeto poderá ser descaracterizado, sendo de responsabilidade do acidentado e não da empresa, qualquer despesa salvo, se em jurisprudência for decidido em contrário. NÃO IMPORTANDO  O meio de locomoção  O caminho MÓDULOIIMÓDULOII
  • 27. CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda. Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba GESTÃOGESTÃO 2012/20132012/2013 PREVENÇÃO DE ACIDENTESMÓDULOIIMÓDULOII A multiplicidade de fatores que influenciam a ocorrência de acidentes no ambiente produtivo, motivou pesquisadores a partir da década de 30, nos EUA a estudar o tema, destacando-se, FRANK BIRD JR, que desenvolveu uma correlação entre os diversos níveis de lesão e danos a propriedade.
  • 28. CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda. Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba GESTÃOGESTÃO 2012/20132012/2013 PRINCIPAIS CAUSAS DE ACIDENTESPRINCIPAIS CAUSAS DE ACIDENTES Ato Inseguro Condição Insegura Ato Inseguro + Condição Insegura MÓDULOIIMÓDULOII
  • 29. CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda. Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba GESTÃOGESTÃO 2012/20132012/2013 ATO INSEGURO: São atitudes, atos, ações ou comportamentos do trabalhador contrários às normas de segurança. Exemplos:  Não usar o EPI.  Deixar materiais espalhados pelo corredor.  Operar máquinas e equipamentos sem habilitação.  Distrair-se ou realizar brincadeiras durante o trabalho.  Utilizar ferramentas inadequadas.  Manusear, misturar ou utilizar produtos químicos sem conhecimento.  Trabalhar sob efeito de álcool e/ou drogas.  Usar ar comprimido para realizar limpeza em uniforme ou no próprio corpo.  Carregar peso superior ao recomendado ou de modo a dificultar visão.  Desligar dispositivos de proteção coletiva de máquinas e/ou equipamentos. PRINCIPAIS CAUSAS DE ACIDENTESPRINCIPAIS CAUSAS DE ACIDENTESMÓDULOIIMÓDULOII
  • 30. CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda. Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba GESTÃOGESTÃO 2012/20132012/2013 CONDIÇÕES INSEGURAS: São deficiências, defeitos ou irregularidades técnicas nas instalações físicas, máquinas e equipamentos que presentes no ambiente podem causar acidentes de trabalho. Exemplos:  Falta de corrimão em escadas.  Falta de guarda-corpo em patamares.  Piso irregular.  Escadas inadequadas.  Equipamentos mal posicionados.  Falta de sinalização.  Falta de proteção em partes móveis.  Ferramentas defeituosas.  Falta de treinamento. PRINCIPAIS CAUSAS DE ACIDENTESPRINCIPAIS CAUSAS DE ACIDENTESMÓDULOIIMÓDULOII
  • 31. CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda. Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba GESTÃOGESTÃO 2012/20132012/2013 PRINCIPAIS CAUSAS DE ACIDENTESPRINCIPAIS CAUSAS DE ACIDENTES Ato Inseguro Condição Insegura + MÓDULOIIMÓDULOII
  • 32. CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda. Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba GESTÃOGESTÃO 2012/20132012/2013 COMUNICAÇÃO DE ACIDENTESCOMUNICAÇÃO DE ACIDENTES CAT De acordo com a legislação trabalhista, todo acidente do trabalho deve ser registrado e investigado pela CIPA, a fim de conhecer suas causas e evitar sua reincidência. - COMUNICAÇÃO INTERNA DE ACIDENTE DO TRABALHO A CIAT possibilita o controle dos acidentes por meio de dados estatísticos. MÓDULOIIMÓDULOII
  • 33. CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda. Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba GESTÃOGESTÃO 2012/20132012/2013 COMUNICAÇÃO DE ACIDENTESCOMUNICAÇÃO DE ACIDENTES CAT De acordo com a legislação, todo acidente do trabalho deve ser imediatamente comunicado à previdência social por meio de formulário próprio denominado CAT. - COMUNICAÇÃO DE ACIDENTE DO TRABALHO Em caso de morte, é obrigatória a comunicação à autoridade policial. A empresa por sua vez, deve comunicar o acidente do trabalho à Previdência Social até o primeiro dia útil seguinte ao da ocorrência. A comunicação do acidente poderá ser realizada pela empresa, pelo acidentado ou por qualquer pessoa que dele tiver conhecimento. MÓDULOIIMÓDULOII
  • 34. CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda. Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba GESTÃOGESTÃO 2012/20132012/2013 ACIDENTEACIDENTE INVESTIGAÇÃO E ANÁLISE DE ACIDENTESINVESTIGAÇÃO E ANÁLISE DE ACIDENTES ETAPAS DA INVESTIGAÇÃO  Coletar os fatos, descrevendo o ocorrido;  Analisar o acidente, identificando suas causas; Definir as medidas preventivas, acompanhando sua execução. IAATIAAT MÓDULOIIMÓDULOII
  • 35. CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda. Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba GESTÃOGESTÃO 2012/20132012/2013 INVESTIGAÇÃO E ANÁLISE DE ACIDENTEINVESTIGAÇÃO E ANÁLISE DE ACIDENTE DINAMICDINAMIC AA DE GRUPODE GRUPO MÓDULOIIMÓDULOII
  • 36. CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda. Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba GESTÃOGESTÃO 2012/20132012/2013 MÓDULOIIMÓDULOII . Defina os Atos e Condições Inseguras . Defina as Causas da Lesão . Defina as Falhas da Supervisão Estabeleça: . Medidas Corretivas . Medidas Preventivas Carlos realizava limpeza em toda a máquina Offset. Para executar a tarefa, equilibrava-se sobre uma escada improvisada, e utilizava uma flanela encharcada de solvente para retirar a sujeira . Ele havia utilizado 2 litros de solvente até o momento e o vapor de solvente já estava irritando seus olhos e narinas. Ele já estava limpando a máquina a mais de 1 hora, e já estava próximo de acabar seu expediente, por esta razão aplicava maior quantidade de solvente. INVESTIGAÇÃO E ANÁLISE DE ACIDENTESINVESTIGAÇÃO E ANÁLISE DE ACIDENTES Análise de Caso Carlos estava irritado por estar realizando esta tarefa sozinho, quando deveria ser realizada por duas pessoas como era de costume. Momentaneamente, a sua atenção foi desviada devido seus colegas de trabalho passarem pelo local fazendo algazarra. Ao desviar a atenção, ele se desequilibrou e derrubou solvente sobre o corpo todo e, neste mesmo instante, ele voltou o rosto para ver o que ocorria, vindo a ser atingido por gotas de solvente nos olhos. Com um grito, largou o recipiente com solvente, pôs as mãos no rosto, perdeu o equilíbrio e caiu, quebrando a perna esquerda. Um acontecimento semelhante, ocorrido a um ano atrás, nesta mesma empresa, determinava o uso de óculos de proteção na execução desta tarefa. O óculos que Carlos deveria ter usado, estava sujo e quebrado, pendurado em um prego. O encarregado de Carlos, quando questionado a respeito do procedimento de segurança informou que não ocorrera nenhum acidente nos últimos meses e que o pessoal não gostava de usar os óculos, por esta razão, ele não se preocupava em recomendar o seu uso deste EPI, principalmente devido ter coisas mais importantes a fazer.
  • 37. CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda. Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba GESTÃOGESTÃO 2012/20132012/2013 FIM DO 2º DIAFIM DO 2º DIA MÓDULOIIMÓDULOII
  • 38. CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda. Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba GESTÃOGESTÃO 2012/20132012/2013 RISCOS AMBIENTAISRISCOS AMBIENTAIS CLASSIFICAÇÃO Riscos Ambientais - São agentes presentes nos ambientes de trabalho, capazes de afetar o trabalhador a curto, médio e longo prazo, provocando acidentes com lesões imediatas e/ou doenças chamadas profissionais ou do trabalho, que se equiparam a acidentes do trabalho. Uma das atribuições da CIPA, é a de identificar e relatar os riscos existentes nos setores e processos de trabalho. Para isso é necessário que se conheça os riscos que podem existir nesses setores, solicitando medidas para que os mesmos possam ser eliminados e/ou neutralizados. Identificados esses riscos, os mesmos deverão ser transcritos no Mapa de Riscos. MÓDULOIIIMÓDULOIII
  • 39. CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda. Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba GESTÃOGESTÃO 2012/20132012/2013 RISCOS AMBIENTAISRISCOS AMBIENTAIS CLASSIFICAÇÃO DOS RISCOS MÓDULOIIIMÓDULOIII
  • 40. CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda. Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba GESTÃOGESTÃO 2012/20132012/2013 RISCOS AMBIENTAISRISCOS AMBIENTAISMÓDULOIIIMÓDULOIII
  • 41. CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda. Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba GESTÃOGESTÃO 2012/20132012/2013 RISCO FÍSICORISCO FÍSICO CONSEQUÊNCIASCONSEQUÊNCIAS Ruído Vibrações Calor Radiação não-ionizante Radiação ionizante Umidade Pressões anormais Cansaço, irritação, dores de cabeça, diminuição da audição, problemas do aparelho digestivo, taquicardia, perigo de infarto. Cansaço, irritação, dores nos membros, dores na coluna, doença do movimento, artrite, problemas digestivos, lesões ósseas, lesões dos tecidos moles. Taquicardia, aumento da pulsação, cansaço, irritação, intermação, prostração térmica, choque térmico, fadiga térmica, perturbação das funções digestivas, hipertensão etc. Queimaduras, lesões nos olhos, na pele e em outros órgãos Alterações celulares, câncer, fadiga, problemas visuais, acidente do trabalho. Doenças do aparelho respiratório, quedas, doenças da pele, doenças circulatórias. Ruptura do tímpano quando o aumento de pressão for brusco; liberação de nitrogênio nos tecidos e vasos sanguíneos e morte. X Frio feridas; rachaduras e necrose na pele; enregelamento: ficar congelado; agravamento de doenças reumáticas; predisposição para acidentes; predisposição para doenças das vias respiratórias. MÓDULOIIIMÓDULOIII RISCOS AMBIENTAISRISCOS AMBIENTAIS
  • 42. CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda. Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba GESTÃOGESTÃO 2012/20132012/2013 MÓDULOIIIMÓDULOIII RISCOS AMBIENTAISRISCOS AMBIENTAIS
  • 43. CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda. Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba GESTÃOGESTÃO 2012/20132012/2013 RISCO QUÍMICORISCO QUÍMICO CONSEQUÊNCIASCONSEQUÊNCIAS Poeiras X minerais vegetais alcalinas incômodas silicose, asbestose bissinose, bagaçose enfizema pulmonar potencializa nocividade Fumos Metálicos Intoxicação específica de acordo com o metal, febre dos fumos metálicos, doença pulmonar obstrutiva. Névoas Neblinas Gases Vapores Irritantes: irritação das vias aéreas superiores. Ac. Clorídrico, Soda Cáustica, Ac.Sulfúrico etc. Asfixiantes: Dor de cabeça, náuseas, sonolência, convulsões, coma e morte. Ex.: Hidrogênio, Nitrogênio, Hélio, Acetileno, Metano, Dióxido de Carbono, Monóxido de Carbono etc. Anestésicos: ação depressiva sobre o sistema nervoso, danos aos diversos órgãos, ao sistema formador do sangue. Ex.: Butano, Propano, Aldeídos, Cetonas, Cloreto de Carbono, Tricloroetileno, Benzeno, Tolueno, Álcoois, Percloroetileno, Xileno etc. Substâncias, compostos ou produtos químicos em geral RISCOS AMBIENTAISRISCOS AMBIENTAIS MÓDULOIIIMÓDULOIII
  • 44. CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda. Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba GESTÃOGESTÃO 2012/20132012/2013 RISCOS AMBIENTAISRISCOS AMBIENTAIS MÓDULOIIIMÓDULOIII RISCO QUÍMICORISCO QUÍMICO CONTATO DIRETOCONTATO DIRETO X
  • 45. CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda. Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba GESTÃOGESTÃO 2012/20132012/2013 RISCO BIOLÓGICOSRISCO BIOLÓGICOS CONSEQUÊNCIASCONSEQUÊNCIAS Vírus X Hepatite, poliomielite, herpes, varíola, febre amarela, raiva (hidrofobia), rubéola, aids, dengue, meningite. Bactérias/Bacilos Protozoários Fungos Hanseniese, tuberculose, tétano, febre tifóide, pneumonia, difteria, cólera, leptospirose, disenterias. Malária, mal de chagas, toxoplasmose, disenterias. Alergias, micoses. RISCOS AMBIENTAISRISCOS AMBIENTAIS MÓDULOIIIMÓDULOIII
  • 46. CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda. Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba GESTÃOGESTÃO 2012/20132012/2013 RISCOS AMBIENTAISRISCOS AMBIENTAIS MÓDULOIIIMÓDULOIII RISCO ERGONÔMICORISCO ERGONÔMICO CONSEQUÊNCIASCONSEQUÊNCIAS X Esforço físico intenso Levantamento e transporte manual de peso Exigência de posturainadequada Controle rígido de produtividade Imposição de ritmos excessivos Trabalho em turno ou noturno Jornada prolongada de trabalho Monotonia e repetitividade Outras situações causadoras de “stress” físico e/ou psíquico De um modo geral, devendo haver uma análise mais detalhada, caso a caso, tais riscos podem causar: cansaço, dores musculares, fraquezas, doenças como hipertensão arterial, úlceras, doenças nervosas, agravamento do diabetes, alterações do sono,da libido, da vida social com reflexos na saúde e no comportamento, acidentes, problemas na coluna vertebral, taquicardia, cardiopatia (angina, infarto), agravamento da asma, tensão, ansiedade, medo, comportamentos estereotipados.
  • 47. CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda. Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba GESTÃOGESTÃO 2012/20132012/2013 RISCO DE ACIDENTESRISCO DE ACIDENTES CONSEQUÊNCIASCONSEQUÊNCIAS X Arranjo físico inadequado Máquinas e equipamentos sem proteção Ferramentas inadequadas ou defeituosas Iluminação inadequada Eletricidade Probabilidade de incêndio ou explosão Armazenamento inadequado Animais peçonhentos Outras situações de risco que poderão contribuir para a ocorrência de acidentes Acidentes e doenças profissionais RISCOS AMBIENTAISRISCOS AMBIENTAIS MÓDULOIIIMÓDULOIII
  • 48. CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda. Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba GESTÃOGESTÃO 2012/20132012/2013 CONTROLE DE RISCOS AMBIENTAISCONTROLE DE RISCOS AMBIENTAIS MEDIDAS DE CONTROLE DE RISCOS Técnica EPCEPC EPIEPIMédica Administrativa Educativa MÓDULOIIIMÓDULOIII
  • 49. CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda. Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba GESTÃOGESTÃO 2012/20132012/2013 CONTROLE DE RISCOS AMBIENTAISCONTROLE DE RISCOS AMBIENTAIS MEDIDAS TÉCNICAS EPC EPI elimina/neutraliza/sinaliza evita ou diminui A LESÃOA LESÃOO RISCOO RISCO MÓDULOIIIMÓDULOIII
  • 50. CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda. Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba GESTÃOGESTÃO 2012/20132012/2013 EPCEPC CONTROLE DE RISCOS AMBIENTAISCONTROLE DE RISCOS AMBIENTAIS PRIODIDADES NO CONTROLE DE RISCO  Eliminar o risco;  Neutralizar / isolar o risco, através do uso de Equipamento de Proteção Coletiva;  Proteger o trabalhador através do uso de Equipamentos de Proteção Individual. O RISCOO RISCO ELIMINARELIMINAR APLICARAPLICAR RISCO AINDA PRESENTE EPIEPI APLICARAPLICAR MÓDULOIIIMÓDULOIII
  • 51. CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda. Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba GESTÃOGESTÃO 2012/20132012/2013 EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO COLETIVA - EPCEQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO COLETIVA - EPC DEFINIÇÃO São os equipamentos que neutralizam o risco na fonte, dispensando, em determinados casos, o uso dos equipamentos de proteção individual. Quando instalamos, por exemplo, o protetor contra quebra de agulha, estamos atuando sobre o ambiente de trabalho, esta medida é chamada de proteção coletiva, pois protege o conjunto de trabalhadores. elimina/neutraliza/sinaliza O RISCOO RISCO MÓDULOIIIMÓDULOIII CONTROLE DE RISCOS AMBIENTAISCONTROLE DE RISCOS AMBIENTAIS
  • 52. CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda. Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba GESTÃOGESTÃO 2012/20132012/2013 É todo meio ou dispositivo de uso individual, destinado a proteger a saúde e a integridade física do trabalhador. Quando não for possível eliminar o risco, ou neutralizá- lo através de medidas de proteção coletiva, implanta-se o Equipamento de Proteção Individual - EPI. EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL - EPIEQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL - EPI DEFINIÇÃO evita ou diminui A LESÃOA LESÃO CONTROLE DE RISCOS AMBIENTAISCONTROLE DE RISCOS AMBIENTAISMÓDULOIIIMÓDULOIII
  • 53. CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda. Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba GESTÃOGESTÃO 2012/20132012/2013 Desenvolver o Programa de Controle Médico de Saúde ocupacional (PCMSO), responsável por promover a prevenção, o rastreamento e o diagnóstico precoce dos agravos à saúde relacionados ao trabalho, além da constatação da existência de doenças profissionais ou de danos à saúde dos trabalhadores. Submeter os trabalhadores à exames médicos: Admissional, Demissional, Periódico, Retorno ao Trabalho e Mudança de Função. Submeter os trabalhadores expostos ao ruído ocupacional a exames de audiometria para prevenir a PAIRO. Promover campanhas de vacinação contra Gripe, Hepatite, etc. Controlar e avaliar as causa de Absenteísmo. Realizar atendimento de primeiros socorros. Trabalhar em conjunto com o SESMT na investigação e análise dos Acidentes do Trabalho. CONTROLE DE RISCOS AMBIENTAISCONTROLE DE RISCOS AMBIENTAIS MEDIDAS MEDICAS MÓDULOIIIMÓDULOIII
  • 54. CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda. Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba GESTÃOGESTÃO 2012/20132012/2013 CONTROLE DE RISCOS AMBIENTAISCONTROLE DE RISCOS AMBIENTAIS MEDIDAS ADMINISTRATIVAS MEDIDAS EDUCATIVAS São programas de treinamentos, palestras e cursos, inclusive DDS, destinados a informar e capacitar os trabalhadores na execução segura de suas atividades,. São ações administrativas para controlar a exposição dos trabalhadores aos agentes ambientais, tais como: Revezamento e Rodízio de atividades; Pausas programadas; Mudança de lay-out; Realização de ginástica laboral; Etc. MÓDULOIIIMÓDULOIII
  • 55. CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda. Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba GESTÃOGESTÃO 2012/20132012/2013 O Mapa de Riscos é a representação gráfica do reconhecimento dos riscos existentes nos locais de trabalho, por meio de círculos de diferentes cores e tamanhos. O Mapa de Riscos deve ser refeito a cada gestão da CIPA. MAPA DE RISCOSMAPA DE RISCOSMÓDULOIIIMÓDULOIII
  • 56. CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda. Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba GESTÃOGESTÃO 2012/20132012/2013 MAPA DE RISCOSMAPA DE RISCOS  Reunir as informações necessárias para estabelecer o diagnóstico da situação;  Possibilitar, durante a sua elaboração, a troca e divulgação de informações entre os funcionários. OBJETIVO MÓDULOIIIMÓDULOIII “Reunir as informações necessárias” “Troca e e divulgação de informações entre os funcionários”
  • 57. CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda. Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba GESTÃOGESTÃO 2012/20132012/2013 MAPA DE RISCOSMAPA DE RISCOS  Conhecer o processo de trabalho no local analisado;  Identificar os riscos existentes no local analisado;  Identificar as medidas preventivas existentes e sua eficácia;  Identificar os indicadores de saúde;  Conhecer os levantamentos ambientais já realizados no local;  Elaborar o Mapa de Riscos, sobre o lay-out da empresa, indicando através de círculos, colocando em seu interior o risco levantado (cor), agente especificado e número de trabalhadores expostos. ETAPAS DA ELABORAÇÃO MÓDULOIIIMÓDULOIII
  • 58. CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda. Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba GESTÃOGESTÃO 2012/20132012/2013 MAPA DE RISCOSMAPA DE RISCOS CORCOR == TIPO DE RISCOTIPO DE RISCO MÓDULOIIIMÓDULOIII
  • 59. CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda. Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba GESTÃOGESTÃO 2012/20132012/2013 MAPA DE RISCOSMAPA DE RISCOSMÓDULOIIIMÓDULOIII
  • 60. CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda. Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba GESTÃOGESTÃO 2012/20132012/2013 MAPA DE RISCOSMAPA DE RISCOS QUEM ELABORA?  CIPA (*)  TRABALHADORES de todos os setores do estabelecimento (*) IMPORTANTEIMPORTANTE Imprescindível a participação dos TRABALHADORES devido ao: • CONHECIMENTO DA ÁREA • ENVOLVIMENTO COM OS RISCOS (*) Com colaboração do SESMT - Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho MÓDULOIIIMÓDULOIII
  • 61. CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda. Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba GESTÃOGESTÃO 2012/20132012/2013 VIDEVIDE OO MÓDULOIIIMÓDULOIII MAPA DE RISCOMAPA DE RISCO
  • 62. CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda. Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba GESTÃOGESTÃO 2012/20132012/2013 MAPA DE RISCOMAPA DE RISCO DINAMICDINAMIC AA DE GRUPODE GRUPO ATIVIDADE:ATIVIDADE: FAZER MAPA DE RISCOS DO SETOR DE TRABALHOFAZER MAPA DE RISCOS DO SETOR DE TRABALHO MÓDULOIIIMÓDULOIII
  • 63. CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda. Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba GESTÃOGESTÃO 2012/20132012/2013 CAMPANHAS DE SEGURANÇACAMPANHAS DE SEGURANÇA O QUE É ? Campanhas de segurança são eventos voltados para a educação e sensibilização dos funcionários, transmitindo conhecimentos sobre segurança e saúde no trabalho. Os eventos mais comuns e que envolvem a CIPA são:  Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho - SIPAT;  Antitabagismo - cabe também à CIPA, recomendar que em todos os locais de trabalhos e adotem medidas restritivas ao hábito de fumar. MÓDULOIIIMÓDULOIII
  • 64. CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda. Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba GESTÃOGESTÃO 2012/20132012/2013 CAMPANHAS DE SEGURANÇACAMPANHAS DE SEGURANÇA Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho – SIPAT. MÓDULOIIIMÓDULOIII
  • 65. CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda. Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba GESTÃOGESTÃO 2012/20132012/2013 FIM DO 3º DIAFIM DO 3º DIA MÓDULOIIIMÓDULOIII
  • 66. CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda. Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba GESTÃOGESTÃO 2012/20132012/2013 INSPEÇÃO DE SEGURANÇAINSPEÇÃO DE SEGURANÇA O QUE É ? É a parte do controle de riscos que consiste em efetuar vistorias nas áreas e meios de trabalho, com o objetivo de descobrir e corrigir situações que comprometam a segurança dos trabalhadores. Uma verificação para ser bem aproveitada precisa ser planejada, e o primeiro passo é definir o que se pretende com a inspeção e como fazê-la. MÓDULOIVMÓDULOIV
  • 67. CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda. Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba GESTÃOGESTÃO 2012/20132012/2013 TIPOS DE INSPEÇÃO  Inspeção geral: Realizada quando se quer ter uma visão panorâmica de todos os setores da empresa. Pode ser realizada no início do mandato da CIPA.  Inspeção parcial: Realizada onde já se sabe da existência de problemas, seja por queixas dos trabalhadores ou ocorrência de doenças e acidentes do trabalho. Deve ser uma inspeção mais detalhada e criteriosa. Inspeção específica: É uma inspeção em que se procura identificar problemas ou riscos determinados. Como exemplo podemos citar o manuseio de produtos químicos, postura de trabalho, esforço físico, etc. INSPEÇÃO DE SEGURANÇAINSPEÇÃO DE SEGURANÇAMÓDULOIVMÓDULOIV
  • 68. CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda. Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba GESTÃOGESTÃO 2012/20132012/2013 ETAPAS DE INSPEÇÃO INSPEÇÃO DE SEGURANÇAINSPEÇÃO DE SEGURANÇA  Observação do ambiente e dos meios de trabalho;  Coleta de informações;  Registro de dados e elaboração do relatório;  Apresentação nas reuniões da CIPA;  Encaminhamento do relatório através do Presidente da CIPA;  Acompanhamento da implantação das medidas recomendadas. MÓDULOIVMÓDULOIV
  • 69. CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda. Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba GESTÃOGESTÃO 2012/20132012/2013 DINAMICDINAMIC AA DE GRUPODE GRUPO ATIVIDADE:ATIVIDADE: REALIZAR UMA INSPEÇÃO GERALREALIZAR UMA INSPEÇÃO GERAL MÓDULOIVMÓDULOIV INSPEÇÃO DE SEGURANÇAINSPEÇÃO DE SEGURANÇA
  • 70. CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda. Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba GESTÃOGESTÃO 2012/20132012/2013 EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL - EPIEQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL - EPI DEFINIÇÃO É todo meio ou dispositivo de uso individual, destinado a proteger a saúde e a integridade física do trabalhador. Quando não for possível eliminar o risco, ou neutralizá- lo através de medidas de proteção coletiva, implanta-se o Equipamento de Proteção Individual - EPI. evita ou diminui A LESÃOA LESÃO MÓDULOIVMÓDULOIV
  • 71. CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda. Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba GESTÃOGESTÃO 2012/20132012/2013 OBRIGAÇÕES DO EMPREGADOR QUANTO AO EPI  Adquirir o tipo adequado à atividade do empregado;  Fornecer ao empregado somente EPI aprovado pelo Ministério do Trabalho;  Treinar o trabalhador sobre o seu uso adequado;  Tornar obrigatório o seu uso;  Substituí-lo, imediatamente, quando danificado ou extraviado;  Responsabilizar-se pela sua higienização e manutenção periódica. MÓDULOIVMÓDULOIV EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL - EPIEQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL - EPI
  • 72. CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda. Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba GESTÃOGESTÃO 2012/20132012/2013 OBRIGAÇÕES DO EMPREGADO QUANTO AO EPI  Usá-lo apenas para a finalidade a que se destina;  Responsabilizar-se por sua guarda e conservação;  Comunicar ao empregador qualquer alteração que o torne impróprio para uso. MÓDULOIVMÓDULOIV EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL - EPIEQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL - EPI
  • 73. CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda. Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba GESTÃOGESTÃO 2012/20132012/2013 Principais EPI’s disponíveis fornecidos pela Burti. MÓDULOIVMÓDULOIV EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL - EPIEQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL - EPI
  • 74. CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda. Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba GESTÃOGESTÃO 2012/20132012/2013 EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL - EPIEQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL - EPIMÓDULOIVMÓDULOIV VIDEVIDE OO
  • 75. CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda. Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba GESTÃOGESTÃO 2012/20132012/2013 AIDSAIDSMÓDULOIVMÓDULOIV
  • 76. CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda. Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba GESTÃOGESTÃO 2012/20132012/2013 AIDSMÓDULOIVMÓDULOIV
  • 77. CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda. Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba GESTÃOGESTÃO 2012/20132012/2013 AIDSMÓDULOIVMÓDULOIV
  • 78. CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda. Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba GESTÃOGESTÃO 2012/20132012/2013 AIDS A AIDS é o estágio mais avançado da doença que ataca o sistema imunológico. A Síndrome da Imunodeficiência Adquirida, como também é chamada, é causada pelo HIV. Como esse vírus ataca as células de defesa do nosso corpo, o organismo fica mais vulnerável a diversas doenças, de um simples resfriado a infecções mais graves como tuberculose ou câncer. O próprio tratamento dessas doenças fica prejudicado. O QUE É AIDS? MÓDULOIVMÓDULOIV
  • 79. CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda. Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba GESTÃOGESTÃO 2012/20132012/2013 ASSIM PEGA ASSIM NÃO PEGA sexo vaginal sem camisinha; sexo anal sem camisinha; sexo oral sem camisinha; uso da mesma seringa ou agulha por mais de uma pessoa; transfusão de sangue contaminado; mãe infectada pode passar o HIV para o filho durante a gravidez, o parto e a amamentação; Instrumentos que furam ou cortam, não esterilizados. sexo, desde que se use corretamente a camisinha; beijo no rosto ou na boca; suor e lágrima; picada de inseto; aperto de mão ou abraço; talheres / copos; assento de ônibus; piscina, banheiros, pelo ar; doação de sangue; sabonete / toalha / lençóis. O HIV pode ser transmitido pelo sangue, sêmen, secreção vaginal e pelo leite materno. HIV / AIDSMÓDULOIVMÓDULOIV
  • 80. CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda. Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba GESTÃOGESTÃO 2012/20132012/2013 Uso preservativ o COMO DE PREVINIR? Sim, seguindo alguns conselhos:Sim, seguindo alguns conselhos:  Reduzir o número de parceiros sexuais;  Não usar drogas injetáveis;  Usar preservativos;  Para transfusão exigir sangue testado. Número parceiro s Drogas injetáveis Sangue testado HIV / AIDSMÓDULOIVMÓDULOIV
  • 81. CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda. Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba GESTÃOGESTÃO 2012/20132012/2013 RECOMENDAÇÕES  Não ter pavor do doente, nem da doença, preocupando-se em demonstrar solidariedade e amor ao doente.  Encarar o fato, por mais difícil que possa ser, com seriedade.  Se necessário, procurar profissionais para apoio emocional (psicólogo). Fonte: http://www.aids.gov.br Cuidados, para evitar riscos desnecessários. Seu amor, carinho e aceitação são fundamentais para que o paciente encontre forças para lutar contra a AIDS. HIV / AIDSMÓDULOIVMÓDULOIV
  • 82. CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda. Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba GESTÃOGESTÃO 2012/20132012/2013 FIM DO 4º DIAFIM DO 4º DIA MÓDULOIVMÓDULOIV
  • 83. CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda. Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba GESTÃOGESTÃO 2012/20132012/2013 PREVENÇÃO E COMBATEPREVENÇÃO E COMBATE ÁÁ INCÊNDIOINCÊNDIO SS MÓDULOVMÓDULOV
  • 84. CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda. Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba GESTÃOGESTÃO 2012/20132012/2013 MÓDULOVMÓDULOV PREVENÇÃO E COMBATE À INCÊNDIOS Fogo é um processo químico de transformação, também chamado de combustão. Podemos defini-lo, ainda como, o resultado de uma reação química que desprende luz e calor devido à combustão de matérias diversos. DEFINIÇÃO DEDEFINIÇÃO DE FOGOFOGO
  • 85. CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda. Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba GESTÃOGESTÃO 2012/20132012/2013 MÓDULOVMÓDULOV PREVENÇÃO E COMBATE À INCÊNDIOS ELEMENTOSELEMENTOS QUE COMPÕEM O FOGOQUE COMPÕEM O FOGO Para que haja fogo, necessitamos reunir os quatro elementos essenciais: O Combustível em contato com uma fonte de Calor e em presença de um Comburente (geralmente o oxigênio contido no ar) começará inflamar gerando a Reação em cadeia.
  • 86. CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda. Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba GESTÃOGESTÃO 2012/20132012/2013 MÓDULOVMÓDULOV PREVENÇÃO E COMBATE À INCÊNDIOS PROPOGAÇÃO DOPROPOGAÇÃO DO CALORCALOR O calor pode se propagar de três diferentes maneiras: condução, convecção, e irradiação.  Condução: Transferência de calor através de um corpo sólido de molécula em molécula. Transferência de calor através de um corpo.
  • 87. CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda. Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba GESTÃOGESTÃO 2012/20132012/2013 MÓDULOVMÓDULOV PREVENÇÃO E COMBATE À INCÊNDIOS PROPOGAÇÃO DOPROPOGAÇÃO DO CALORCALOR  Convecção:Convecção: Transferência de calor pelo movimento ascendente de massas de gases. Movimentação de massas gasosas transporta o calor para cima e horizontalmente nos andares.
  • 88. CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda. Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba GESTÃOGESTÃO 2012/20132012/2013 MÓDULOVMÓDULOV PREVENÇÃO E COMBATE À INCÊNDIOS PROPOGAÇÃO DOPROPOGAÇÃO DO CALORCALOR  Irradiação: Transferência de calor por ondas de energia calorífica que deslocam através do espaço. Ondas caloríficas atingem os objetos, aquecendo-as.
  • 89. CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda. Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba GESTÃOGESTÃO 2012/20132012/2013 MÓDULOVMÓDULOV PREVENÇÃO E COMBATE À INCÊNDIOS PROPOGAÇÃO DOPROPOGAÇÃO DO CALORCALOR
  • 90. CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda. Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba GESTÃOGESTÃO 2012/20132012/2013 CLASSES DE FOGO  CLASSE “A”: São materiais de fácil combustão, queimam tanto na superfície como em profundidade, deixando resíduos. Ex.: madeira, papel, etc.  CLASSE “B”: São os produtos que queimam somente na superfície. Ex.: gasolina, óleos, graxas, etc.  CLASSE “C”: Ocorre em equipamentos elétricos energizados. Ex.: motores, quadros de distribuição, etc.  CLASSE “D”: Ocorre em materiais pirofóricos como magnésio, zircônio, titânio, etc. CLASSE ACLASSE A Líquido e GasesLíquido e Gases InflamáveisInflamáveis EquipamentosEquipamentos EnergizadosEnergizados MetaisMetais PirofóricosPirofóricos CombustíveisCombustíveis sólidossólidos CLASSE BCLASSE B CLASSE CCLASSE C CLASSE DCLASSE D PREVENÇÃO E COMBATE À INCÊNDIOSMÓDULOVMÓDULOV
  • 91. CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda. Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba GESTÃOGESTÃO 2012/20132012/2013 TIPOS DE EXTINTORES  Dióxido de Carbono, mais conhecido como Gás Carbonico ou CO2, usado preferencialmente nos incêndios classe “B” e “C”.  Pó Químico Sêco, usado nos incêndios classe “B” e “C”. Em materiais pirofóricos (classe “D”), será utilizado um pó químico especial.  Água Pressurizada, usado principalmente em incêndios de classe “A”. Em incêndios de classe “C”, só deve ser utilizado sob forma de neblina. Nunca utilizar este tipo de extintor em incêndios de classe “B”. CO2CO2 PÓ QUÍMICOPÓ QUÍMICO ÁGUAÁGUA PREVENÇÃO E COMBATE À INCÊNDIOSMÓDULOVMÓDULOV
  • 92. CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda. Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba GESTÃOGESTÃO 2012/20132012/2013 INSPEÇÃO DE EXTINTORES  Todo extintor deverá ter uma ficha de controle de inspeção, devendo ser inspecionado no mínimo 1 vez por mês, sendo observado seu aspecto externo, os lacres, manômetros e se os bicos e válvulas de alívio não estão entupidas.  Cada extintor deverá ter em seu bojo, uma etiqueta contendo data de carga, teste hidrostático e número de identificação. PREVENÇÃO E COMBATE À INCÊNDIOSMÓDULOVMÓDULOV
  • 93. CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda. Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba GESTÃOGESTÃO 2012/20132012/2013 LOCALIZAÇÃO E SINALIZAÇÃO DE EXTINTORES  Os extintores deverão ser instalados em locais de fácil acesso e visualização;  Os locais destinados aos extintores devem ser sinalizados por um círculo vermelho ou uma seta larga vermelha com bordas amarelas;  Embaixo do extintor, no piso, deverá ser pintada uma área de no mínimo 1m x 1m, não podendo ser obstruída de forma nenhuma;  Sua parte superior não poderá estar a mais de 1,60 m acima do piso;  Extintores não poderão estar instalados em paredes de escadas e não poderão ser encobertos por pilhas de materiais. PREVENÇÃO E COMBATE À INCÊNDIOSMÓDULOVMÓDULOV
  • 94. CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda. Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba GESTÃOGESTÃO 2012/20132012/2013 O “PAE - Plano de Ação Emergencial” da EDITORA GRAFICOS BURTI LTDA., localizada na Estrada Santa Isabel, 7235 – Itaquaquecetuba - São Paulo. Objetivos - Proporcionar aos colaboradores da empresa preparação para uma resposta rápida, eficiente e segura em situações de emergência; - Responder a uma emergência, priorizando a proteção efetiva da vida, a segurança e o bem estar do público, dos colaboradores, a prevenção do meio ambiente, da reputação e da imagem da empresa e de seus acionistas; protegendo as instalações até o restabelecimento seguro das operações. - Designar a equipe que administrará a emergência; - Definir relação e responsabilidade da equipe de atendimento a emergências; - Definir os procedimentos a serem seguidos em caso de uma emergência; - Documentar todos os recursos utilizados nas ações de controle e extinção da emergência; - Cumprir a lei e normas vigentes. PAE - PLANO DE AÇÃO EMERGENCIALMÓDULOVMÓDULOV
  • 95. CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda. Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba GESTÃOGESTÃO 2012/20132012/2013 ABONDONOABONDONO DE ÁREADE ÁREA Proceder ao abandono da área parcial ou total, quando necessário, transferindo-se aos Pontos de ConcentraçãoPontos de Concentração, nº1nº1 (Estacionamento Visitantes)(Estacionamento Visitantes) e/ouou nº2nº2 (Estacionamento Funcionários)(Estacionamento Funcionários), conforme comunicação preestabelecida, permanecendo nestes pontos até a definição final. O responsável pela ordem de abandono é o coordenador geral da Brigada de Incêndio e Abandono. P O N T O 02 01 P O N T O PAE - PLANO DE AÇÃO EMERGENCIALMÓDULOVMÓDULOV
  • 96. CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda. Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba GESTÃOGESTÃO 2012/20132012/2013 NOÇÕES BÁSICAS DENOÇÕES BÁSICAS DE PRIMEIROSPRIMEIROS SOCORROSSOCORROS MÓDULOVMÓDULOV
  • 97. CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda. Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba GESTÃOGESTÃO 2012/20132012/2013 NOÇÕES BÁSICAS DE PRIMEIROS SOCORROS INTRODUÇÃO Primeiros Socorros, são todas as medidas que devem ser tomadas de imediato para evitar agravamento do estado de saúde ou lesão de uma pessoa antes do atendimento médico. MÓDULOVMÓDULOV
  • 98. CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda. Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba GESTÃOGESTÃO 2012/20132012/2013 AÇÕES DE SOCORRISTA  Isolar a área, evitando o acesso de curiosos;  Observar a vítima, verificando alterações ou ausência de respiração, hemorragias, fraturas, colorações diferentes da pele, presença de suor intenso, expressão de dor;  Observar alteração da temperatura, esfriamento das mãos e/ou pés;  Manter a calma, assumindo a liderança do atendimento;  Procurar que haja comunicação imediata com hospitais, ambulâncias, bombeiros, polícia se necessário. A atitude do socorrista pode significar a vida ou a morte da pessoa socorrida. NOÇÕES BÁSICAS DE PRIMEIROS SOCORROSMÓDULOVMÓDULOV
  • 99. CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda. Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba GESTÃOGESTÃO 2012/20132012/2013 DESMAIOS Normalmente, o desmaio não passa de um acidente leve, só se agravando quando é causado por grandes hemorragias. Como socorrer:  se a pessoa estiver prestes a desmaiar, coloque-a sentada com a cabeça entre as pernas;  se o desmaio já ocorreu, deitar a vítima no chão, verificar respiração e palidez;  afrouxar as roupas;  erguer os membros inferiores; Obs.: Se a vítima não se recuperar de 2 a 3 minutos, procurar assistência médica. NOÇÕES BÁSICAS DE PRIMEIROS SOCORROSMÓDULOVMÓDULOV
  • 100. CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda. Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba GESTÃOGESTÃO 2012/20132012/2013 CRISE CONVULSIVA A vítima de crise convulsiva (ataque epiléptico), fica retraída e começa a se debater violentamente, podendo apresentar os olhos virados para cima. Como socorrer:  deite a vítima no chão e afaste tudo que estiver ao seu redor que possa machucá- la;  retire objetos como próteses, óculos, colares, etc;  coloque um pano ou lenço dobrado entre os dentes e desaperte a roupa da vítima;  não dê líquido à pessoas que estejam inconscientes;  cessada a convulsão, deixa a vítima repousar calmamente, pois poderá dormir por minutos ou horas;  nunca deixa de prestar socorro à vítima de convulsão. NOÇÕES BÁSICAS DE PRIMEIROS SOCORROSMÓDULOVMÓDULOV
  • 101. CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda. Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba GESTÃOGESTÃO 2012/20132012/2013 NOÇÕES BÁSICAS DE PRIMEIROS SOCORROS Vítima consciente O que fazer?  Procure ajuda médica imediatamente;  Não dê nada para beber (nem água nem leite) e não provoque vômito.  Se for sobre a superfície da pele, elimine o material e lave a pele com água;  Guarde a embalagem do produto tóxico. ENVENENAMENTO – INTOXICAÇÃOENVENENAMENTO – INTOXICAÇÃO Vítima inconsciente O que fazer?  Se a vítima respira, coloque-a em posição de recuperação;  Não dê nada para a vítima beber;  Não induza o vômito. MÓDULOVMÓDULOV
  • 102. CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda. Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba GESTÃOGESTÃO 2012/20132012/2013 EMERGÊNCIAS RELACIONADAS AOEMERGÊNCIAS RELACIONADAS AO CALORCALOR Insolação  Pele quente, avermelhada e seca;  Respiração acelerada;  Fraqueza, tontura, enjôo e até perda de consciência. O que fazer?  Tire a vítima do calor, leve-a para um local fresco;  Esfrie a vítima com água fria;  Verifique a respiração e o estado de choque. Desidratação  Suor adundante;  Fraqueza;  Dor de cabeça e tontura;  Náusea e vômito;  Cãibras. Cãibras  Cãibras no braço, perna e abdômen. Cãibras são comuns e emergências relacionadas ao calor NOÇÕES BÁSICAS DE PRIMEIROS SOCORROSMÓDULOVMÓDULOV
  • 103. CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda. Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba GESTÃOGESTÃO 2012/20132012/2013 INFARTOINFARTO Sintomas  Dor no peito;  Dor no braço e formigamento no ombro e pescoço;  Fraqueza, suor, náusea e respiração curta. O que fazer?  Tranqüilize a vítima e coloque-a em repouso imediato;  Procure o socorro médico e prepara-se para realizar o RCP se necessário. Fique atento aos sintomas do infarto NOÇÕES BÁSICAS DE PRIMEIROS SOCORROSMÓDULOVMÓDULOV
  • 104. CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda. Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba GESTÃOGESTÃO 2012/20132012/2013 DERRAME CEREBRALDERRAME CEREBRAL Sintomas  Debilidade/paralisia na face, braço, perna ou em um lado do corpo;  Dificuldade para falar, ver e andar;  Dor de cabeça intensa;  Perda de consciência. O que fazer?  Verifique as vias aéreas e respiração;  Mantenha a vítima em repouso com os ombros e a cabeça mais elevados que o corpo;  Não dê nada para comer e beber;  Procure o atendimento médico urgentemente. NOÇÕES BÁSICAS DE PRIMEIROS SOCORROSMÓDULOVMÓDULOV
  • 105. CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda. Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba GESTÃOGESTÃO 2012/20132012/2013 CHOQUES ELÉTRICOSCHOQUES ELÉTRICOS O que fazer?  Ver Corte a corrente elétrica imediatamente;  Se a vítima ainda estiver conectada à corrente elétrica, use pano bem grosso, borracha, madeira ou material não condutor de eletricidade para salvá-la da corrente;  Se o choque elétrico tiver sido muito forte, pode ter causado parada cardiorrespiratória. Caso a vítima esteja com ausência de pulso e de batimentos cardíacos, ou ainda lábios e unhas arroxeadas, inicie imediatamente a massagem cardíaca com a respiração boca a boca, alternadamente. NOÇÕES BÁSICAS DE PRIMEIROS SOCORROSMÓDULOVMÓDULOV
  • 106. CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda. Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba GESTÃOGESTÃO 2012/20132012/2013 PICADASPICADAS Cobras - O que fazer?  Mantenha a parte atingida em posição mais elevada;  Retire anéis e pulseiras;  Limpe o local com água e sabão;  Leve imediatamente o acidentado para o pronto- socorro. O que não fazer?  Não amarre a perna ou o braço acidentado;  Não corte e/ou chupe o local da picada;  Não dê álcool para beber. Aranha/Escorpião - O que fazer?  Coloque compressas quentes para aliviar a dor  Leve imediatamente o acidentado para o pronto-socorro. NOÇÕES BÁSICAS DE PRIMEIROS SOCORROSMÓDULOVMÓDULOV
  • 107. CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda. Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba GESTÃOGESTÃO 2012/20132012/2013 Abelha/Insetos - O que fazer?  Remova o ferrão;  Cubra com um compressa fria;  Monitore a vítima, pois algumas pessoas possuem alergias. Alergias Sintomas  Dificuldade para respirar e aperto no peito e garganta;  Erupção cutânea severa ou urticária;  Inchaço da face, pescoço e língua;  Tontura, náuseas e vômito. O que fazer?  Procure a ajuda médica imediatamente;  Mantenha a parte afetada abaixo do coração se possível;  Monitore os sinais vitais. NOÇÕES BÁSICAS DE PRIMEIROS SOCORROSMÓDULOVMÓDULOV
  • 108. CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda. Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba GESTÃOGESTÃO 2012/20132012/2013 QUEIMADURAS O contato com chamas, substâncias super-aquecidas, a exposição excessiva à luz solar e mesmo à temperatura ambiente muito elevada, provocam reações no organismo, que podem se limitar à pele ou afetar funções vitais. As queimaduras podem ser de 1º grau, 2º grau e 3º grau, cada uma delas com suas próprias características. NOÇÕES BÁSICAS DE PRIMEIROS SOCORROSMÓDULOVMÓDULOV
  • 109. CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda. Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba GESTÃOGESTÃO 2012/20132012/2013 QUEIMADURAS 1º GRAU Causa pele avermelhada, com edema e dor intensa. Como socorrer:  resfriar o local com água corrente QUEIMADURAS 2º GRAU Causa bolhas sobre uma pele vermelha, manchada ou de coloração variável, edema, exsudação e dor. Como socorrer: esfriar o local com água corrente; nunca romper as bolhas; nunca utilizar produtos caseiros, como: pó de café, pasta de dente, etc. NOÇÕES BÁSICAS DE PRIMEIROS SOCORROSMÓDULOVMÓDULOV
  • 110. CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda. Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba GESTÃOGESTÃO 2012/20132012/2013 QUEIMADURAS 3º GRAU Neste tipo de queimadura, a pele fica esbranquiçada ou carbonizada, quase sempre com pouca ou nenhuma dor (aqui incluem-se todas as queimaduras elétricas). Como socorrer:  não usar água;  assistência médica é essencial;  levar imediatamente ao médico. NOÇÕES BÁSICAS DE PRIMEIROS SOCORROS MÓDULOVMÓDULOV
  • 111. CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda. Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba GESTÃOGESTÃO 2012/20132012/2013 TIPOS DE FERIMENTOS Contusão (beliscão, batidas), hematoma (local fica roxo), perfuro cortante (ferimento com faca prego, mordedura de animais, armas de fogo) e escoriação (ferimento superficial, só atinge a pele). Como socorrer: Contusões e Hematomas.  repouso da parte contundida;  aplicar gelo até melhorar a dor e o inchaço se estabilize;  elevar a parte atingida. Perfuro cortantes e Escoriações.  lavar as mãos;  lavar o ferimento com água e sabão;  secar o local com gase ou pano limpo;  se houver sangramento comprimir o local;  fazer um curativo;  manter o curativo limpo e seco;  proteger o ferimento para evitar contaminação. NOÇÕES BÁSICAS DE PRIMEIROS SOCORROSMÓDULOVMÓDULOV
  • 112. CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda. Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba GESTÃOGESTÃO 2012/20132012/2013 HEMORRAGIAS Hemorragia é a perda de sangue que acontece quando há rompimento de veias ou artérias, provocadas por cortes, tumores, úlceras, etc. Existem 2 tipos de hemorragias, as externas (visíveis) que devem ser estancadas imediatamente e as internas (não visíveis), mas que podem levar a vítima à morte. Como socorrer:  manter a vítima deitada com a cabeça para o lado;  afrouxar suas roupas;  manter a vítima agasalhada;  procurar assistência médica imediatamente. NOÇÕES BÁSICAS DE PRIMEIROS SOCORROSMÓDULOVMÓDULOV
  • 113. CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda. Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba GESTÃOGESTÃO 2012/20132012/2013 Entorse Forte torção no local O que fazer?  Coloque compressa de gelo (não coloque o gelo diretamente na pele).  Imobilize a vítima;  Procure ajuda especializada. Luxação O osso de uma articulação sai do lugar O que fazer?  Tratar como fratura. Entorse NOÇÕES BÁSICAS DE PRIMEIROS SOCORROS Entorse - Luxação MÓDULOVMÓDULOV
  • 114. CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda. Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba GESTÃOGESTÃO 2012/20132012/2013 FRATURAS É um tipo de lesão onde ocorre a quebra de um osso. Existem 2 tipos de fraturas: Exposta ou aberta: quando há o rompimento da pele. Interna ou fechada: quando não há o rompimento da pele. Em ambos os casos, acontece dor intensa, deformação do local afetado, incapacidade de movimento e inchaço. Como socorrer:  imobilização;  movimentar o menos possível;  colocar gelo no local de 20 a 30 minutos;  improvisar talas;  proteger o ferimento com gase ou pano limpo (para casos de fraturas expostas ou abertas). NOÇÕES BÁSICAS DE PRIMEIROS SOCORROSMÓDULOVMÓDULOV
  • 115. CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda. Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba GESTÃOGESTÃO 2012/20132012/2013 TRANSPORTE DE ACIDENTADOS O transporte adequado de feridos é de suma importância. Muitas vezes, a vítima pode ter seu quadro agravado por causa de um transporte feito de forma incorreta e sem os cuidados necessários. Por isso é fundamental saber como transportar um acidentado. NOÇÕES BÁSICAS DE PRIMEIROS SOCORROSMÓDULOVMÓDULOV
  • 116. CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda. Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba GESTÃOGESTÃO 2012/20132012/2013 PARADA CARDIORESPIRATÓRIA Parada Cardíaca É preciso estar atento quando ocorrer uma parada cardíaca, pois esta pode estar ligada a uma parada respiratória se ambas acontecerem simultaneamente. Parada Respiratória É a parada da respiração por: afogamento, sufocação, aspiração excessiva de gases venenosos, soterramento e choque elétrico. NOÇÕES BÁSICAS DE PRIMEIROS SOCORROSMÓDULOVMÓDULOV
  • 117. CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda. Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba GESTÃOGESTÃO 2012/20132012/2013 NOÇÕES BÁSICAS DE PRIMEIROS SOCORROS Manobra de Heimlich 1º Posicionar-se atrás da vítima. Colocar o cotovelo direito na crista ilíaca direita da vítima e fechar a mão direita 2º Com a mão esquerda, encontrar a ponta do osso esterno da vítima e colocar a raiz do polegar da mão direita dois dedos abaixo desse ponto. . 3º Envolver a mão direita com a mão esquerda. Pressionar o abdome da vítima puxando-o para si e para cima cinco vezes. Essa compressão deve ser suficiente para erguer o calcanhar da vítima do solo. MÓDULOVMÓDULOV
  • 118. CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda. Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba GESTÃOGESTÃO 2012/20132012/2013 NOÇÕES BÁSICAS DE PRIMEIROS SOCORROS Manobra de Heimlich “Se a vítima da obstrução for a própria pessoa a fazer a manobra, deve utilizar- se do espaldar de uma cadeira. “ “Se a vítima for excessivamente obesa ou gestante, realizar as compressões no meio do osso esterno.” “Manobra de Heimlich em vítimas inconscientes.” MÓDULOVMÓDULOV
  • 119. CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda. Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba GESTÃOGESTÃO 2012/20132012/2013 O QUE É RCP? Reanimação Cardio Pulmonar (RCP), consiste na combinação de respiração boca a boca com compressões externas sobre o peito. NOÇÕES BÁSICAS DE PRIMEIROS SOCORROSMÓDULOVMÓDULOV
  • 120. CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda. Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba GESTÃOGESTÃO 2012/20132012/2013 NOÇÕES BÁSICAS DE PRIMEIROS SOCORROSMÓDULOVMÓDULOV VIDEVIDE OO
  • 121. CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda. Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba GESTÃOGESTÃO 2012/20132012/2013 FIM DO 5º DIAFIM DO 5º DIA MÓDULOVMÓDULOV
  • 122. CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda. Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba GESTÃOGESTÃO 2012/20132012/2013 COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES PROVAPROVA
  • 123. CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda. Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba GESTÃOGESTÃO 2012/20132012/2013 COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES MENSAGEMMENSAGEMCIPACIPA
  • 124. CIPACIPAEditora Gráficos Burti Ltda.Editora Gráficos Burti Ltda. Unida ItaquaquecetubaUnida Itaquaquecetuba GESTÃOGESTÃO 2012/20132012/2013 COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES OBRIGADOOBRIGADO Segurança do Trabalho – JORGE BADAUESegurança do Trabalho – JORGE BADAUE