Celulite
Ft.Danielle Barcelos Cieckovicz
Conhecer Para Poder Tratar
“Celulite”
Lipodistrofia Ginóide - LDG
(Borges-2006)
(Guirro&Guirro-2002)
Fibro Edema Gelóide - FEG
HISTÓRICOHISTÓRICO
O termoO termo CeluliteCelulite surgiu em 1920, na França, quandosurgiu em 1920, na França, quando
de Alquier e Paviot observaram e descreveram estade Alquier e Paviot observaram e descreveram esta
doença como uma distrofia celular, de complexo nãodoença como uma distrofia celular, de complexo não
inflamatório, do tecido mesenquimal causada por umainflamatório, do tecido mesenquimal causada por uma
desordem no metabolismo da água, que produziudesordem no metabolismo da água, que produziu
saturação dos tecidos adjacentes por líquidossaturação dos tecidos adjacentes por líquidos
(Kede ; Sabatovich, 2004)(Kede ; Sabatovich, 2004)
intersticiais. Acreditava-se queintersticiais. Acreditava-se que
a distrofia era uma reação aa distrofia era uma reação a
estímulo traumático, tópico,estímulo traumático, tópico,
infeccioso ou glanular.infeccioso ou glanular.
CONCEITO ATUALCONCEITO ATUAL
A Lipodistorfia Ginóide é uma infiltraçãoA Lipodistorfia Ginóide é uma infiltração
edematosa do tecido conjuntivo subcutâneo,edematosa do tecido conjuntivo subcutâneo,
não inflamatório, seguida de polimerização danão inflamatório, seguida de polimerização da
substância fundamental que, infiltrando-se nassubstância fundamental que, infiltrando-se nas
tramas, produz uma reação fibróticatramas, produz uma reação fibrótica
consecutiva.consecutiva. (Borges, 2006(Borges, 2006))
Localização da LDG
Tecido Conjuntivo da DERMETecido Conjuntivo da DERME ( 3mm)( 3mm)
Localização da LDG
Tecido Conjuntivo da DERME ( 3mm)Tecido Conjuntivo da DERME ( 3mm)
Epiderme
Derme
Camada areolar
Camada lamelar
Hipoderme
Fibra muscular
Tecido ósseo
(Rossi; Vergnanim, 2000)
Fisiopatologia da LDG
Derme –Tecido Conjuntivo
Matriz intersticial
Fonte: Borges,2006
Fisiopatologia da LDG
Ocorre polimerização
dos
mucopolissacarídeos
e dos
proteoglicanos:
ácido
hialurônico e condroilsulfato.
O
líquido intersticial torna-se
Matriz
intersticial
Capilar
Linfático
Arteríola Vênula
Células
Derme –Tecido Conjuntivo
Matriz intersticial
Ação do
ESTROGÊNIO
Consequências
Edema:
O líquido
intersticial
geleificado
comprime a
circulação
linfática
dificultando
a escoagem.
Déficit
Circulatório:
Ocorre
compressão
das arteríolas
dificultando a
difusão de O2
e de
nutrientes do
vaso para as
células, assim
como o
retorno dos
exudatos.
Lipogênese e
hipertrofia do
adipócito: Devido a
dificuldade de
trocas metabólicas
o adipócito
acumula reservas
no seu interior e
aumenta a
resistência de sua
membrana
(encarcerando as
reservas)
tornando-se um
micronódulo.
Acúmulo
de líquido:
A matriz
intersticial
geleificada,
com
acúmulo de
exudatos
aumenta a
pressão
oncótica e
retém mais
líquido no
seu
interior.
Proliferação
desordenada
de fibras de
elastina:
Ocorre um
agrupamento
dos
micronódulos
tornando-os
macronódulos
adipocitários.
Primeira Segunda Terceira Quarta Quinta
(Kede ; Sabatovich, 2004)(Kede ; Sabatovich, 2004)
Consequências Histológicas
Consequências Estéticas
Etiologia da L D G
Multifatorial
CoadjuvantesPredisponente Desencadeante
Herança Hiperestrogenismo
Endógenos
Exógenos
Coadjuvantes
Endógenos
Genético
Metabólico
Enzimático
Hormonal
Exógenos
Alimentação inadequada Sedentarismo
Patologias agregadas Uso de medicamentos
Psicológicos
Externos
Compressivos
Internos
Classificação da L D G
Tipo:
Dura
Flácida
Classificação da L D G
Grau
II
Presença do
aspecto em "casca
de laranja", na
inspeção,
independente da
contração
muscular.
IV
Presença de dor e
alteração de
temperatura à
palpação. Este é o
estágio mais
avançado; as
fibras de colágeno
e elastina se
agrupam,
formando fibrose
e cicatrizes
internas que junto
com os nódulos de
gordura.
(Borges, 2006)
III
Presença de
nódulos, a
apalpação. No
grau três
aparecem os
nódulos celulíticos
que além de
visíveis, também
podem ser
sentidos.”Aspecto
saco de nozes”.
I
Presença do aspecto
em "casca de
laranja", somente
quando a paciente
faz contração
muscular. Neste
estágio, já existe um
acúmulo de líquido
no espaço
intersticial.
Avaliação
∗ Anamnese
∗ Inspeção Física
∗ Perimetria
∗ Registro Fotográfico
∗ Análise da Massa Corpórea
Propostas de Tratamentos
1- A matriz intersticial que “geleficou”.
∗ Ultra som 3MHz
Propostas de Tratamentos
2- Edema e acúmulo de metabólitos
∗ Drenagem linfática manual
Propostas de Tratamentos
3- Déficit circulatório (menos O2 e menos nutrientes).
∗ Endermoterapia ou Vácuoterapia
Fonte: Borges,2006
∗ Fangoterapia com Termoterapia
Propostas de Tratamentos
3- Déficit circulatório (menos O2 e menos nutrientes).
Propostas de Tratamentos
4- Fibroses das fibras de colágeno.
∗ Endermoterapia, Vácuoterapia
∗ Ultra som 3MHz
∗ Radiofreqüência
∗ Massagem estética
∗Termoterapia
Propostas de Tratamentos
5- Macronódulos Adipocitários.
∗Massagem
Modeladora
(Turbinada)
∗ Eletrolipolipólise
Danielle Cieckovicz

Celulite 1

  • 1.
  • 2.
    “Celulite” Lipodistrofia Ginóide -LDG (Borges-2006) (Guirro&Guirro-2002) Fibro Edema Gelóide - FEG
  • 3.
    HISTÓRICOHISTÓRICO O termoO termoCeluliteCelulite surgiu em 1920, na França, quandosurgiu em 1920, na França, quando de Alquier e Paviot observaram e descreveram estade Alquier e Paviot observaram e descreveram esta doença como uma distrofia celular, de complexo nãodoença como uma distrofia celular, de complexo não inflamatório, do tecido mesenquimal causada por umainflamatório, do tecido mesenquimal causada por uma desordem no metabolismo da água, que produziudesordem no metabolismo da água, que produziu saturação dos tecidos adjacentes por líquidossaturação dos tecidos adjacentes por líquidos (Kede ; Sabatovich, 2004)(Kede ; Sabatovich, 2004) intersticiais. Acreditava-se queintersticiais. Acreditava-se que a distrofia era uma reação aa distrofia era uma reação a estímulo traumático, tópico,estímulo traumático, tópico, infeccioso ou glanular.infeccioso ou glanular.
  • 4.
    CONCEITO ATUALCONCEITO ATUAL ALipodistorfia Ginóide é uma infiltraçãoA Lipodistorfia Ginóide é uma infiltração edematosa do tecido conjuntivo subcutâneo,edematosa do tecido conjuntivo subcutâneo, não inflamatório, seguida de polimerização danão inflamatório, seguida de polimerização da substância fundamental que, infiltrando-se nassubstância fundamental que, infiltrando-se nas tramas, produz uma reação fibróticatramas, produz uma reação fibrótica consecutiva.consecutiva. (Borges, 2006(Borges, 2006))
  • 5.
    Localização da LDG TecidoConjuntivo da DERMETecido Conjuntivo da DERME ( 3mm)( 3mm)
  • 6.
    Localização da LDG TecidoConjuntivo da DERME ( 3mm)Tecido Conjuntivo da DERME ( 3mm) Epiderme Derme Camada areolar Camada lamelar Hipoderme Fibra muscular Tecido ósseo (Rossi; Vergnanim, 2000)
  • 7.
    Fisiopatologia da LDG Derme–Tecido Conjuntivo Matriz intersticial Fonte: Borges,2006
  • 8.
    Fisiopatologia da LDG Ocorrepolimerização dos mucopolissacarídeos e dos proteoglicanos: ácido hialurônico e condroilsulfato. O líquido intersticial torna-se Matriz intersticial Capilar Linfático Arteríola Vênula Células Derme –Tecido Conjuntivo Matriz intersticial Ação do ESTROGÊNIO
  • 9.
    Consequências Edema: O líquido intersticial geleificado comprime a circulação linfática dificultando aescoagem. Déficit Circulatório: Ocorre compressão das arteríolas dificultando a difusão de O2 e de nutrientes do vaso para as células, assim como o retorno dos exudatos. Lipogênese e hipertrofia do adipócito: Devido a dificuldade de trocas metabólicas o adipócito acumula reservas no seu interior e aumenta a resistência de sua membrana (encarcerando as reservas) tornando-se um micronódulo. Acúmulo de líquido: A matriz intersticial geleificada, com acúmulo de exudatos aumenta a pressão oncótica e retém mais líquido no seu interior. Proliferação desordenada de fibras de elastina: Ocorre um agrupamento dos micronódulos tornando-os macronódulos adipocitários. Primeira Segunda Terceira Quarta Quinta (Kede ; Sabatovich, 2004)(Kede ; Sabatovich, 2004)
  • 10.
  • 11.
  • 12.
    Etiologia da LD G Multifatorial CoadjuvantesPredisponente Desencadeante Herança Hiperestrogenismo Endógenos Exógenos
  • 13.
  • 14.
    Exógenos Alimentação inadequada Sedentarismo Patologiasagregadas Uso de medicamentos Psicológicos Externos Compressivos Internos
  • 15.
    Classificação da LD G Tipo: Dura Flácida
  • 16.
    Classificação da LD G Grau II Presença do aspecto em "casca de laranja", na inspeção, independente da contração muscular. IV Presença de dor e alteração de temperatura à palpação. Este é o estágio mais avançado; as fibras de colágeno e elastina se agrupam, formando fibrose e cicatrizes internas que junto com os nódulos de gordura. (Borges, 2006) III Presença de nódulos, a apalpação. No grau três aparecem os nódulos celulíticos que além de visíveis, também podem ser sentidos.”Aspecto saco de nozes”. I Presença do aspecto em "casca de laranja", somente quando a paciente faz contração muscular. Neste estágio, já existe um acúmulo de líquido no espaço intersticial.
  • 17.
    Avaliação ∗ Anamnese ∗ InspeçãoFísica ∗ Perimetria ∗ Registro Fotográfico ∗ Análise da Massa Corpórea
  • 18.
    Propostas de Tratamentos 1-A matriz intersticial que “geleficou”. ∗ Ultra som 3MHz
  • 19.
    Propostas de Tratamentos 2-Edema e acúmulo de metabólitos ∗ Drenagem linfática manual
  • 20.
    Propostas de Tratamentos 3-Déficit circulatório (menos O2 e menos nutrientes). ∗ Endermoterapia ou Vácuoterapia Fonte: Borges,2006
  • 21.
    ∗ Fangoterapia comTermoterapia Propostas de Tratamentos 3- Déficit circulatório (menos O2 e menos nutrientes).
  • 22.
    Propostas de Tratamentos 4-Fibroses das fibras de colágeno. ∗ Endermoterapia, Vácuoterapia ∗ Ultra som 3MHz ∗ Radiofreqüência ∗ Massagem estética ∗Termoterapia
  • 23.
    Propostas de Tratamentos 5-Macronódulos Adipocitários. ∗Massagem Modeladora (Turbinada) ∗ Eletrolipolipólise
  • 24.