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C.I.C.A.
                              ESQUEMAS

                                      E
religião                       SÍNTESES




CATÓLICA   Apoio no C.I.C., biblia e nos documentos da santa igreja
BALEN, Hendrick van
                   Santa Trindade
                            1620s
         Sint-Jacobskerk, Anberes




O mistério da
Santíssima Trindade
Compêndio do Catecismo

                   Qual é o mistério
                    central da fé e da vida
                    cristã?

                   232-237
                   O mistério central da fé e
                    da vida cristã é o mistério
                    da Santíssima Trindade.
                    Os cristãos são baptizados
                    no nome do Pai e do Filho
                    e do Espírito Santo.
de ordem natural
            (Existe cancro e sida, mas não sabemos
             a cura).


Mistérios   de ordem sobrenatural
            (Entre as verdades que Deus nos ensinou
            existem algumas que não entendemos;
            A nossa mente não pode compreender
            Deus totalmente, porque Ele é infinito).
Os mistérios não se compreendem,
mas, ao conhecê-los, a fé torna-se
        firme e operativa.
O maior mistério da nossa fé
      é o da Santíssima Trindade



    Este mistério consiste em que
há um só Deus e três Pessoas distintas,
que são o Pai, o Filho e o Espírito Santo
Deus Pai criou-nos.

Deus Filho salvou-nos, morrendo na Cruz.

    Deus Espírito Santo santifica-nos,
  em especial através dos sacramentos.



Tudo recebemos da Santíssima Trindade.
Este mistério existe, porque Jesus o revelou.




      “Eu e o Pai somos um só” (João 10,30)


      “Recebei o Espírito Santo” (João 20,22)
   A Trindade é algo parecido com o sol:
       o sol está no céu e produz luz e calor;
        a luz e o calor não são diferentes do sol.
Temos de louvar a Santíssima Trindade
                    Deus ama-nos duma maneira
                     incrível. Temos de corresponder
                     a tanto amor, e a vida cristã tem
                     que ser um contínuo louvor à
                     Trindade.
                    Professamos a fé na Santíssima
                     Trindade
                         quando nos benzemos e
                          persignamos, dizendo "em
                          nome do Pai, do Filho e do
                          Espírito Santo";
                         ao rezar o "Glória ao Pai, ao
                          Filho e ao Espírito Santo" ;
                         quando rezamos o Gloria ou
                          o Credo na Santa Missa e
                          no fim da Oração eucarística
O homem que vive em graça
 é templo vivo da Trindade
  Beatíssima (João 14,23).
No céu veremos a Santíssima Trindade
   O grande prémio do céu
    consiste em ver a Deus,
    contemplar, louvar, amar e
    gozar por toda a eternidade a
    Trindade Beatíssima:
        Toda a grandeza, toda a
         formosura, toda a bondade
         de Deus se reverte sobre
         esta pobre criatura que
         somos cada um de nós.
   No céu a alma terá a
    possibilidade de ver o que
    Moisés quis ver na terra: a
    majestade de Deus.
                    LÓPEZ Y PORTANA, Vincente
                           Adoração da Trindade
                                       1791-92
                               Colecção privada
Lê-se no Génesis 2, 18:

 “ Desde o princípio que Deus
  tinha preparado um jardim
        Bíblia
    delicioso onde colocou o
  homem que tinha formado e
   onde o Senhor Deus tinha
  feito nascer da terra toda a
espécie de árvores belas à vista
   e de frutos agradáveis ao
            paladar.”
No princípio, Deus criou o céu e a terra”.
Verdade de fé cristã e também os judeus e os
               muçulmanos.


           Deus cria „do nada’.
  A criação a partir do nada é um mistério
                    da fé.


        Lê-se no CIC 296:

 «Deus cria „do nada‟. Cremos
  que Deus não necessita de
  nada preexistente, nem de
  qualquer ajuda para criar.
            (…)».
No princípio, só existia Deus.
          Depois Deus criou todas as coisas.


       No primeiro dia criou a luz.
           E começou assim o dia e a noite.


     No segundo Deus criou o céu
      e separou a água da terra.

No terceiro dia criou as árvores, as ervas
    e as plantas para encher a terra.
No quarto dia, Deus criou o sol, a lua
   e as estrelas para encher o céu.


No quinto dia, encheu de vida o mundo.
             Primeiro criou os pássaros e os peixes.
         E depois Deus criou todos os animais da terra.
 Leões, coelhos, macacos, ursos, burritos, gatos... e muitos mais.
E por fim , no sexto dia, criou o
 que mais deseja: os homens.


       Ao primeiro homem chamou-lhe Adão.
              E à primeira mulher, Eva.
          Deus pôs Adão e Eva no Paraíso.
O Génesis (3,8) regista a relação de grande amizade
     que Deus tinha com o homem e a mulher.
  O Paraíso era um lugar muito bonito, maravilhoso.
Deus viu que tudo o que tinha criado era muito bom.



     E no sétimo dia descansou.
           Deus é o nosso Pai que está no céu.




Deus criou tudo, porque nos quer bem.
Deus comprova todos os dias da criação

                 que o que fez é bom.

Não faz parte da sua intenção criar nada   defeituoso,
     manchado ou marcado pelo mal. Não há seres
    radicalmente originados no mal desde o princípio.
        Veremos a aparição do mal mais adiante.
Os sete dias da Criação são dias
     tomados em sentido metafórico.


         São etapas sucessivas
   na acção de Deus, que correspondem
ao equilíbrio e harmonia que contemplamos
         nas realidades naturais.
Esta situação de bondade, felicidade e amizade
  converteu-se noutra muito diferente quando
  o homem cometeu o primeiro       pecado.


 O mal que existe no mundo – mentiras, morte,
     a dor, os sofrimentos, ódio, guerras,
     as calamidades, etc. – teve origem no
             pecado original
    cometido por Adão e Eva no Paraíso.
Este primeiro pecado chama-se original
porque foi a origem de todos os outros pecados.
Compêndio do Catecismo
                   Em que consiste o primeiro
                    pecado do homem?

                   396-403
                    415-417
                   O homem, tentado pelo diabo,
                    deixou apagar no seu coração
                    a confiança em relação ao seu
                    Criador e, desobedecendo-lhe,
                    quis tornar-se «como Deus»,
                    sem Deus e não segundo Deus
                    (Gn 3, 5). Assim, Adão e Eva
                    perderam imediatamente, para
                    si e para todos os seus
                    descendentes, a graça da
                    santidade e da justiça originais.
O demónio, vendo aquela felicidade, que ele
tinha perdido por se ter revoltado contra Deus,
   teve inveja de Adão e Eva e incitou-os
    a desobedecer ao mandato divino.
Lê-se no Génesis 3, 4:

 “Então a serpente disse à
       Bíblia
mulher: „Não, não morrereis.
  Mas Deus sabe que, no
dia em que comerdes o fruto,
os vossos olhos abrir-se-ão e
tornar-vos-eis como deuses,
   conhecedores do bem e
          do mal‟.”
Deus havia recordado a Adão e Eva
o perigo da desobediência (“se comerdes
 do fruto, morrereis”), não porque quisesse
      o castigo dos homens, mas para
    os prevenir do caminho que se abre
        fora da união com Deus.
O tentador oferece-lhes uma
divinização falsa, porque não tem em conta
  a Lei e o Amor de Deus para com eles.
     É “pai da mentira” (Jo 8, 44).
“Os olhos da alma embotam-se;
       a razão crê-se auto-suficiente
          para entender tudo, (…).
        Arrastada por essa tentação,
    a inteligência humana considera-se
           o centro do universo,
entusiasma-se de novo com o „sereis como
     deuses‟ e, enchendo-se de amor
      por si mesma, volta as costas
             ao amor de Deus”.

         São Josemaría, em Cristo que passa
Adão e Eva desobedeceram a Deus e cometeram
  um pecado   gravíssimo: o pecado original.

   Foi um pecado
               de soberba, pois quiseram
   ser como Deus, e se submeteram ao demónio.

   Todos os homens herdaram este pecado.

   Em Adão pecou todo o género humano:
   ao receber dos nossos primeiros pais a natureza,
recebemo-la manchada com aquela culpa e, portanto,
    privados da graça e de todos os outros dons.
“Todavia, a transmissão     do pecado original
 é um mistério que nós não podemos compreender
   plenamente. Mas sabemos, pela Revelação, que
 Adão tinha recebido a santidade e a justiça originais,
não só para si, mas para toda a natureza humana;
   consentindo na tentação, Adão e Eva cometeram
 um pecado pessoal, mas este     pecado afecta a
   natureza humana que eles vão transmitir…”.
Segundo ensina a Igreja, o pecado original
          transmite-se a todos os homens
   – com excepção de Nossa         Senhora –
juntamente com a natureza humana por «propagação»,
 quer dizer, como uma espécie de contágio universal.



     O pecado    original é-nos perdoado
quando recebemos o sacramento      do Baptismo.
“O Baptismo, ao conferir a vida da graça de Cristo,
apaga o pecado original e reorienta o homem
       para Deus, mas as consequências
      para a natureza, enfraquecida e inclinada
          para o mal, persistem no homem
    e convidam-no ao combate espiritual”. (CIC 405)
Uma história de pecado

        Adão e Eva desobedeceram a Deus e pecaram.
   Foi um pecado de soberba, pois quiseram ser como Deus,
                e se submeteram ao demónio.
O pecado entrou no mundo com a desobediência de Adão e Eva.

Com este pecado perderam a amizade divina (graça) e os dons;
     as suas forças naturais ficaram feridas e sentiram a
                    inclinação para o mal.

A Bíblia conta como se multiplicaram os pecados sobre a terra:
       “Caim mata o seu irmão Abel” (Génesis, 4, 3-10)
  “Corrupção dos contemporâneos de Noé” (Génesis, 6, 5-7)
  “Soberba dos construtores da torre de Babel” (Génesis, 11)
com a pregação do Reino de Deus


               começou    a fundar a Igreja                 e



                                                  a eleição dos Apóstolos.



JESUS CRISTO

                                                  instituindo a Eucaristia,
                                                    morrendo na Cruz.
                            a fundação
               concluiu                                      e
                             da Igreja

                                                e enviando o Espírito Santo
                                                   no dia de Pentecostes.
FORMAÇÃO DA IGREJA
                            - 4 etapas -

1ª)             Jesus escolheu 12 Apóstolos

                Para estarem com Ele e para os enviar a pregar.


2ª)                  Jesus escolheu Pedro
               para chefe dos Apóstolos e Pastor de toda a Igreja.


3ª)              Jesus morreu e ressuscitou
                         para nos reconciliar com Deus
            e reunir todos os baptizados num só Povo que é a Igreja.


4ª)   A vinda do Espírito Santo no dia de Pentecostes
                Neste dia, a Igreja manifestou-se publicamente,
           desenvolvendo-se rapidamente pela força do Espírito Santo.
O fim   da Igreja fundada por Jesus é
   ensinar a todas as gentes
        o   caminho para alcançar
    a felicidade     eterna no Céu.
Projecto
                             IGREJA                           de Salvação
                         (novo Povo de Deus)                  dos Homens


               Jesus deu origem ao novo povo que é a Igreja


  Uma Cabeça invisível                                  Cristo

   Uma Cabeça visível                    Papa e o Colégio Episcopal

Uma Alma (que lhe dá a vida)                       Espírito Santo

         Uma Lei                            O mandamento do Amor

       Os membros                             Todos os baptizados

                                             Anunciar e antecipar
       Uma missão                               já neste mundo a
                                          plenitude do Reino de Deus
ORTODOXA


                              PROTESTANTE
 IGREJAS
 CRISTÃS
                               ANGLICANA


                                CATÓLICA


                                                        UNA

 QUAL A
             A que tem todas as características
                                                       SANTA
FUNDADA
  POR      que Jesus quis que a Sua Igreja tivesse:
 JESUS?                                               CATÓLICA

                                                      APOSTÓLICA
(a mesma)     FÉ

                         (os mesmos) SACRAMENTOS
 UNA
                                 HIERARQUIA (PASTORES)
                       (a mesma) HIERARQUIA (os mesmos PASTORES)




                                   Para a Igreja local   Para a Igreja universal

Significa que não há
  diversas igrejas
fundadas por Jesus,
 mas apenas uma.
                                       O Bispo                  O Papa
O SEU FUNDADOR, JESUS CRISTO, É SANTO

                               A DOUTRINA QUE NOS ENSINA É SANTA

 SANTA                          PROMOVE A SANTIDADE DE TODOS

                                      E OFERECE OS MEIOS




                                                               OS
Significa que é santa na sua                          SACRAMENTOS
                                            A
Cabeça (Jesus Cristo) e em
 muitos dos seus membros,                ORAÇÃO            (são santos)
e que possui todos os meios
 para santificar os homens.                            para a alcançar
CATÓLICA e APOSTÓLICA




Significa que é universal.   Significa que Jesus
Jesus fundou a sua Igreja    fundou a Sua Igreja
  para que o Evangelho        sobre os Apóstolos
    fosse pregado por        e seus sucessores,
        toda a terra.        o Papa e os bispos.
CATÓLICA e APOSTÓLICA


                                                      fundada sobre os
                  UNIVERSAL
                                                      APÓSTOLOS


             FUNDADA POR JESUS
        para todos os homens e mulheres
                                                       A Igreja descende dos Apóstolos.
     espalhados por todas as nações da terra               O Papa (Bispo de Roma)
               de todos os tempos                               e outros Bispos
           de todas as raças e línguas                 são os sucessores dos Apóstolos.

 ensina toda a doutrina de Jesus Cristo e não só
parte dela, como o fazem outras confissões cristãs.
     Há muita gente no mundo que não conhece Jesus Cristo, o Salvador dos homens.
 Por isso, é necessário que o Evangelho de Jesus seja ensinado até ao último recanto
               da terra, para que todos os povos tenham acesso à salvação.
     Muitos cristãos realizam esta tarefa apostólica, em particular, os missionários.
(a mesma)     FÉ

                         (os mesmos) SACRAMENTOS
 UNA
                                 HIERARQUIA (PASTORES)
                       (a mesma) HIERARQUIA (os mesmos PASTORES)




                                   Para a Igreja local   Para a Igreja universal

Significa que não há
  diversas igrejas
fundadas por Jesus,
 mas apenas uma.
                                       O Bispo                  O Papa
O SEU FUNDADOR, JESUS CRISTO, É SANTO

                               A DOUTRINA QUE NOS ENSINA É SANTA

 SANTA                          PROMOVE A SANTIDADE DE TODOS

                                      E OFERECE OS MEIOS




                                                               OS
Significa que é santa na sua                          SACRAMENTOS
                                            A
Cabeça (Jesus Cristo) e em
 muitos dos seus membros,                ORAÇÃO            (são santos)
e que possui todos os meios
 para santificar os homens.                            para a alcançar
CATÓLICA e APOSTÓLICA




Significa que é universal.   Significa que Jesus
Jesus fundou a sua Igreja    fundou a Sua Igreja
  para que o Evangelho        sobre os Apóstolos
    fosse pregado por        e seus sucessores,
        toda a terra.        o Papa e os bispos.
CATÓLICA e APOSTÓLICA


                                                      fundada sobre os
                  UNIVERSAL
                                                      APÓSTOLOS


             FUNDADA POR JESUS
        para todos os homens e mulheres
                                                       A Igreja descende dos Apóstolos.
     espalhados por todas as nações da terra               O Papa (Bispo de Roma)
               de todos os tempos                               e outros Bispos
           de todas as raças e línguas                 são os sucessores dos Apóstolos.

 ensina toda a doutrina de Jesus Cristo e não só
parte dela, como o fazem outras confissões cristãs.
     Há muita gente no mundo que não conhece Jesus Cristo, o Salvador dos homens.
 Por isso, é necessário que o Evangelho de Jesus seja ensinado até ao último recanto
               da terra, para que todos os povos tenham acesso à salvação.
     Muitos cristãos realizam esta tarefa apostólica, em particular, os missionários.
PASTORES DA IGREJA

  Todos os que recebemos o baptismo formamos a Igreja.

                  E todos temos uma missão a cumprir:
                           ser bons discípulos de Jesus Cristo

                       e estender o seu Reino por todo o mundo.

             Uns fazem-no como fiéis correntes;
        Outros com uma autoridade recebida de Deus
          para guiar o novo Povo de Deus até ao Céu.
               Estes são os Pastores                  da Igreja.
Na Igreja, os pastores são, principalmente, o Papa e os Bispos que guiam o povo cristão
em nome de Jesus Cristo.
Quando fundou a sua Igreja, Jesus quis estabelecer uma autoridade nuns Pastores, que
se encarregaram de dirigir e servir todos os cristãos. Esses Pastores foram os Apóstolos.
HIERARQUIA DA IGREJA
                                 PAPA
                  Sucessor de São Pedro e bispo de Roma.
                         É o pastor da Igreja universal.
      Chama-se Vigário de Cristo porque representa Jesus Cristo na terra.
   É também designado por Santo Padre, Romano Pontífice e Sumo Pontífice.
                 A palavra papa deriva do grego e significa Pai.

                               BISPOS
                      São os sucessores dos Apóstolos.
 Governam, em comunhão com o Papa e sob a sua autoridade, uma fracção
                    da Igreja chamada diocese.

                         SACERDOTES
   São os membros do Povo de Deus que receberam a ordenação sacerdotal
          para exercer o ministério como colaboradores dos bispos.
       O sacerdote que está à frente de uma paróquia chama-se pároco.
Paróquia é a Igreja que atende espiritualmente os fiéis de uma determinada zona.

                            DIÁCONOS
São os cristãos que receberam o sacramento da ordem para colaborar com o bispo
 e com os sacerdotes de uma diocese em diversos serviços para o bem da Igreja.
OUTROS MEMBROS DA IGREJA



            OS LEIGOS OU SECULARES

 São membros do Povo de Deus chamados a dar testemunho de Cristo
no Mundo, levando o espírito do Evangelho a todas as actividades humanas.




                     OS RELIGIOSOS

    São os homens e mulheres que consagram a sua vida a Deus,
      dando testemunho público de castidade, pobreza, obediência
                      e de esperança no Céu.
MISSÃO DOS PASTORES DA IGREJA


1ª)                Ensinar a Palavra de Deus
               Os Pastores realizam esta missão quando ensinam
          aos fiéis as verdades cristãs por meio do Magistério da Igreja.
            O Papa ensina-nos com os seus discursos, encíclicas, etc.
               Os bispos com as suas cartas pastorais, homilias, etc.

                  Os sacerdotes com a sua pregação e catequese.


2ª)                       Santificar os fiéis
       Os pastores da Igreja santificam os fiéis, em nome de Jesus Cristo,
        principalmente quando celebram e administram os sacramentos.

3ª)                 Guiar e governar a Igreja
      Os pastores da Igreja guiam e governam os fiéis, quando os conduzem
           pelo caminho da salvação, sempre com espírito de serviço.
A IGREJA E A FRATERNIDADE
                                                                                        Nesta sociedade
                                                                                        os apóstolos

                                   SOCIEDADE PAGÃ                                    Pedro e Paulo
                                                                                   pregam a igualdade
                                                 DOS
                                                                                   dos homens perante Deus.
                                         PRIMEIROS TEMPOS
                                                  DO
                                             CRISTIANISMO



    HOMENS
     LIVRES                         Os papas S,    Cornélio
                                                                                ESCRAVOS
                                          e S. Calisto
                                      tinham sido escravos.
                                     S. Calisto tinha na fronte
                                         a marca do ferro.

                                                                   Considerados como coisas,   propriedade
   Anos mais tarde, por influência do Cristianismo,
                                                                    do seu dono e destinados ao seu serviço.
a escravatura   foi abolida e o mundo experimentou
                                                                      Compravam-se e vendiam-se como se
   grande progresso na justiça e fraternidade,
                                                                  fossem gado ou qualquer outra mercadoria.
           graças à pregação do Evangelho.
A IGREJA AO SERVIÇO DO REINO DE DEUS


  Jesus expôs várias parábolas para explicar
                                                      “O Reino de Deus é semelhante
    o Reino de Deus ou Reino dos Céus .               a um grão de mostarda que um
                                                         homem semeia no campo.
                                                     Sendo uma semente tão pequena,
 O Reino de Deus, pouco conhecido a princípio,       torna-se, ao crescer, uma árvore
  espalhar-se-á por toda a terra e muitas nações       tão grande que as aves do céu
correrão para ele, a fim de encontrarem a paz e o       vêm poisar nos seus ramos”
repouso. O Homem é Jesus Cristo; o campo,                    (Mateus 13, 31-32)
o mundo. O grão de mostarda entende-se da
 pregação do Evangelho e da Igreja: com
     uns princípios muito pequenos chega a
         estender-se por todo o mundo.
                                                      ensinando o Evangelho,

        A Igreja está ao serviço                               a caridade
           do Reino de Deus
         e realiza esse serviço
                                                    e a justiça por todo o mundo.
A IGREJA AO SERVIÇO DO REINO DE DEUS


Jesus expôs várias parábolas para explicar
                                               “O Reino de Deus é semelhante
  o Reino de Deus ou Reino dos Céus .          a um grão de mostarda que um
                                                  homem semeia no campo.
                                              Sendo uma semente tão pequena,
                                              torna-se, ao crescer, uma árvore
                                                tão grande que as aves do céu
                                                 vêm poisar nos seus ramos”
                                                      (Mateus 13, 31-32)



                                               ensinando o Evangelho,

      A Igreja está ao serviço                          a caridade
         do Reino de Deus
       e realiza esse serviço
                                             e a justiça por todo o mundo.
A IGREJA ANUNCIA O EVANGELHO

  A Igreja continua a cumprir o mandato de Jesus Cristo
        ao anunciar o Evangelho por todo o mundo.
               A este dever de ensinar a doutrina de Jesus Cristo
                            chama-se Magistério.
                   A Igreja exerce-o por meio do Papa e dos Bispos,
                           que são os sucessores dos apóstolos.

   A Igreja guarda e explica, portanto, com autoridade,
          a Palavra de Deus que lhe foi confiada.
           Também os leigos têm o dever de ensinar aos outros
                com o seu exemplo e com a sua palavra.
  No dia da Ascensão ao Céu, o Senhor deu aos Seus Apóstolos a missão de ensinar
    o Evangelho do Reino de Deus, dizendo-lhes: “Ide pelo mundo inteiro e pregai
                        o Evangelho a todas as criaturas (…)
(…) E eles, partindo dali, pregaram em toda a parte (Marcos16, 15 e 20)
Os Actos dos Apóstolos contam-nos o modo como os apóstolos pregaram o Evangelho
de Jesus, primeiro na Palestina e depois em muitos outros países.
O que é o
        Magistério da Igreja?




      Magistério (da Igreja) :
ensinamentos que a Igreja dá aos fiéis,
       através do   Papa e dos Bispos.
DEVEMOS OBEDECER AO MAGISTÉRIO


      A Igreja conservará sempre a autêntica fé de Jesus, uma vez que
      Jesus e o Espírito Santo estão sempre com a Sua Igreja
            para evitar que ela, quando ensina, se engane.



     Todos os fiéis devem obedecer
    ao Magistério da Igreja que lhes
  chega através do Papa e dos Bispos.       Ao obedecerem aos ensinamentos
Ao fazê-lo, estamos a obedecer ao próprio   do Magistério da Igreja, os cristãos
Jesus que disse: “Quem vos ouve, a Mim       estão a espalhar o Reino de Deus
    ouve; quem vos despreza, a Mim                       no mundo.
         despreza (Lucas 10, 16).
ACÇÃO CARITATIVA DA IGREJA

A Igreja conservará sempre a autêntica fé de Jesus uma vez que Jesus e o Espírito
Santo estão sempre com a Sua Igreja para evitar que ela, quando ensina, se engane.

                                                         curou os enfermos,
          Com as suas obras Jesus                        consolou os tristes,
          demonstrou o seu grande
                                                      deu de comer aos famintos
             amor aos homens:
                                                                etc.

                                                               pobres
    Os primeiros cristãos, animados pelo                       órfãos
      exemplo de Jesus e dos apóstolos,
        atendiam às necessidades dos                           viúvas
                                                               doentes

                                                              hospitais,
       Hoje, a Igreja cuida também dos                       Infantários,
   enfermos e dos pobres através dos seus              Casas para emigrantes,
                                                                 etc.
A IGREJA E A PROMOÇÃO DA PAZ


       A Igreja, segundo os ensinamentos do Senhor, é a
grande impulsionadora da justiça e da paz no mundo.
  O Papa assume um papel de grande relevo na promoção
    da paz entre os homens e as nações. É, sem dúvida,
               quem dá o maior contributo.




                                             ESCOLAS,
  A Igreja sempre
                                             COLÉGIOS
   contribuiu para o
                                          UNIVERSIDADES
progresso cultural                      IMPULSO DAS ARTES,
   dos homens                                  etc.
      através de:
O DEVER DE FAZER APOSTOLADO

                                                 “Os leigos têmo direito e o
                                             dever de ser apóstolos. Ao pertencer,
  Nós devemos fazer apostolado,             pelo Baptismo, ao Corpo Místico de Cristo,
                                                fortalecidos pelo Espírito através da
como nos recorda o Concílio Vaticano II:
                                               Confirmação, são destinados pelo
                                                    Senhor ao Apostolado”.



                      Fazer apostolado significa ajudar
                    os outros, com o bom exemplo e a palavra,
                        a conhecer mais e melhor a Deus.



                  Todos os baptizados têm o direito e o dever de
                  fazer apostolado, contribuindo, deste modo,
                 para a propagação do Reino de Deus no mundo.
A PRESENÇA DA IGREJA NAS MISSÕES

 Chamam-se “missões” às actividades promovidas
      pela Igreja para a pregação do Evangelho
               entre povos ou grupos que
          ainda não conheceram Jesus Cristo.
 A primeira actividade missionária da Igreja foi realizada pelos primeiros
   cristãos ao evangelizarem vastos territórios da zona mediterrânica.

       Na Idade Média, já quase toda a Europa fora evangelizada.

 As missões iniciaram-se na Ásia durante o século XII no tempo do famoso
                               Gengis Khan.

   A América foi evangelizada pelos espanhóis e pelos portugueses,
                           a partir de 1492,
    A actividade missionária na África e na Oceânia foi notavelmente
              Impulsionada desde meados do século XIX..
A PRESENÇA DA IGREJA
       NA PROMOÇÃO DA CULTURA

       A Igreja foi a principal impulsionadora
    da cultura, principalmente até à Idade Moderna.

As primeiras universidades do mundo apareceram por iniciativa da Igreja
     durante o século XIII, como resultado do desenvolvimento das
                 antigas escolas episcopais e monacais.


  Assim nasceram as famosas universidades de Paris, Salamanca,
                             Bolonha, etc.

   Esta actividade em favor da cultura continuou, ao longo dos séculos,
   até aos nossos dias. São numerosíssimas as universidades
               e escolas católicas nos cinco   continentes.
A PRESENÇA DA IGREJA
    NA PROMOÇÃO DA CULTURA



        Ainda assim, a Santa   Sé promove a
      presença da Igreja no mundo da cultura,

através do Conselho     Pontifício da Cultura.

Mas são principalmente os   leigos   que são chamados a

        assegurar a presença do Evangelho em
          todas as manifestações da cultura.
PROMOÇÃO DA ACTIVIDADE CARITATIVA



  Os primeiros       cristãos, viveram                    pobres
 intensamente o “mandamento         novo”                 órfãos
         de Jesus, atendendo aos                          viúvas
      mais necessitados                                   doentes




                                                         hospitais,
A Igreja   , ao longo da história, não cessou             asilos,
de praticar esse mandamento, promovendo                 orfanatos,
       todo o tipo de iniciativas                       leprosarias,
               em favor dos                     serviços de assistência aos
pobres e dos desvalidos:                             doentes com sida,
                                                            etc.
PROMOÇÃO DA ACTIVIDADE CARITATIVA


       É cada vez maior o número de   leigos
           que participam em todo o mundo
   nas actividades   de caridade e assistência,
     através do moderno   “voluntariado”.
        São numerosíssimas em todo o mundo
           as   ordens religiosas
           que se dedicam a essas tarefas.
      A Igreja também nelas colabora, através de

        instituições, como a “Caritas”.
OBRAS DE ASSISTÊNCIA DIRIGIDAS PELA IGREJA



                HOSPITAIS   DISPENSÁRIOS   LEPROSARIAS   ORFANATOS


ÁFRICA            961           3886           266          835

AMÉRICA           1966          4930           60          3166

 ÁSIA             964           3086           443          865

EUROPA            1420          2738           21          3158

OCEANIA           147           166             3           192



TOTAL             5478         14806           793         8216
PROMOÇÃO DA JUSTIÇA E DA PAZ



      A   Igreja é uma permanente promotora
          da   paz e da justiça no mundo, pois
                a mensagem dos Papas,
    através dos seus ensinamentos (principalmente

 as encíclicas) contribuem decisivamente para se ir
           formando um ambiente internacional de
maior respeito pela dignidade da pessoa humana.
SANTA MARIA, MÃE DA IGREJA

 É venerada por milhões de cristãos, católicos e não católicos.

Sábios e pessoas simples, jovens e adultos, artistas, teólogos,
     poetas, veneram Nossa Senhora com muito carinho.

         As suas imagens multiplicam-se aos milhões.

 Erguem-se catedrais, santuários, ermidas, etc., em sua honra.

 Cumprem-se rigorosamente à letra as palavras proféticas que
   Ela proferiu durante a visitação a sua prima Santa Isabel:
“Todas as gerações me chamarão Bem-aventurada” (Lucas 1, 48).
Do mesmo modo que na família a relação de maternidade é
      única e irrepetível, assim a nossa relação com a Mãe do Céu
                 é única e diferente para cada cristão.

    E do mesmo modo que João a acolheu em sua casa, cada cristão
       há-de “entrar” no raio de acção daquela “caridade materna”.

  A cada um quer como se fosse o único filho, e se desvela pela nossa
santidade, pela nossa salvação, como se não tivesse outros filhos na terra.
                 Muitas vezes temos de chamá-la Mãe!...

     A maternidade divina de Maria é a raiz de todas as perfeições
                     e privilégios que a adornam.

Por esse título, foi concebida imaculada e está cheia de graça, é sempre
   virgem, subiu ao Céu em corpo e alma, foi coroada rainha de toda a
      criação, acima dos anjos e dos santos. Mais que Ela, só Deus.
Do mesmo modo que na família a relação de maternidade é
     única e irrepetível, assim a nossa relação com a Mãe do Céu
                é única e diferente para cada cristão.

    E do mesmo modo que João a acolheu em sua casa, cada cristão
       há-de “entrar” no raio de acção daquela “caridade materna”.

 A cada um quer como se fosse o único filho, e se desvela pela nossa
santidade pela nossa salvação como se não tivesse outros filhos na terra.
                Muitas vezes temos de chamá-la Mãe!...

     A maternidade divina de Maria é a raiz de todas as perfeições
                     e privilégios que a adornam.

Por esse título, foi concebida imaculada e está cheia de graça, é sempre
   virgem, subiu ao Céu em corpo e alma, foi coroada rainha de toda a
     criação, acima dos anjos e dos santos. Mais que Ela, só Deus.
Nossa Senhora na História da Salvação

   Maria ocupa um lugar singularíssimo e irrepetível nos
    Planos de Deus para a salvação dos homens.
       Está associada à tarefa redentora do Seu Filho.
    No Paraíso Deus disse à serpente: «Ponho perpétua inimizade
       entre ti e a MULHER, entre a tua descendência e a Sua;
            ela te esmagará a cabeça» (Génesis 3, 14-15).




A grandeza de Maria provém do facto de ser Mãe de Deus.
O principal título de Maria é o da sua maternidade divina.
   Quando a Virgem livremente respondeu sim aos desígnios que o
   Criador lhe revelou, o Verbo Divino assumiu a natureza humana
   – a alma racional e o corpo formado no seio puríssimo de Maria.
PRINCIPAIS PRIVILÉGIOS MARIANOS                        6
             PRIVILÉGIOS E PRERROGATIVAS
                    NOSSA SENHORA
         Conjunto de qualidades e perfeições com que
                    Deus dotou Sua Mãe.

   a)               Maternidade divina de Maria.

   b)                   Imaculada Conceição

   c)                   Virgindade perpétua

   d)                    Assunção aos céus

   e)                   Maria é Corredentora

    f)         Maria é Medianeira de todas as graças
PRINCIPAIS PRIVILÉGIOS MARIANOS                                       6
                                  Sendo Mãe de Jesus Nossa Senhora é
                                    verdadeiramente Mãe de Deus.
Maternidade divina de Maria.     AAnunciação e Encarnação.
                                  maternidade divina de Nossa Senhora
                                   é a causa (raiz) de todas as suas
                                        perfeições e privilégios.


                               Em atenção aos méritos e santidade de Jesus
                                  Cristo, o Redentor, “a Virgem Maria foi
   Imaculada Conceição           preservada de todo o pecado.
                                    Limpa imune de toda a mancha
                                  de pecado original desde o primeiro
                               instante da sua Conceição…”. (Pio IX, Bula do
                               dogma da Imaculada Conceição, 8 –XII -1854).

                                 Maria concebeu no seu seio o Filho de
                                  Deus por obra do Espírito Santo
                                        (Lucas 1, 35 e Mateus 1, 20).
    Virgindade perpétua                «Não conheço varão».
                                Este Filho, Jesus, nasceu virginalmente por
                               milagre de Deus. Senhor quis que virgindade
                                  antes, durante e depois do parto do Seu
                                                 Filho Jesus.
PRINCIPAIS PRIVILÉGIOS MARIANOS                                   6
                           Os cristãos acreditam que Nossa Senhora
                           foi elevada aos Céus em Corpo e Alma.
                          Deus não permitiu a corrupção do corpo
   Assunção aos céus      Subiu ao Céu emno sepulcro Alma.
                           da Mãe de Seu Filho Corpo e e fê-la
                             participante da Glória do Seu Filho,
                           levando-a em corpo e alma para o Céu.
                         O Papa Pio XII definiu este dogma, em 1950.


                           Nossa Senhora participou intimamente em
                             toda a obra redentora do seu Filho,
  Maria é Corredentora    estando presente no Sacrifício do Calvário
                            Sofreu juntoseu próprio sacrifício pela
                            e oferecendo o da Cruz de Jesus.
                         salvação de todos os homens, ( oferecendo o
                         Seu Filho ao Pai, juntamente com a sua dor de
                         Mãe), pelo que merece o título de corredentora.


                          Com a sua poderosa intercessão, obtém
  Maria é Medianeira         Envia-nos todas as graças.
                           para nós todas as graças. Por ser nossa
  de todas as graças     Mãe continua, no Céu, a sua missão salvadora.
MARIA, MÃE DA IGREJA
A 21 de Novembro de 1965, nos últimos dias do Concílio Vaticano II,
  Nossa Senhora foi proclamada Mãe da Igreja pelo Papa Paulo VI.

        Nossa Senhora é Mãe da Igreja; por ser Mãe de Cristo
      é também Mãe de todo o seu Corpo Místico que é a Igreja.

    Pode dizer-se que a Igreja nasceu principalmente nos seguintes
       dois momentos; nesses momentos Nossa Senhora teve um
                   papel de primordial importância:

1       No Calvário, a Igreja nasceu do sangue de Cristo e aí
           Maria foi constituída por Jesus Cristo Mãe dos cristãos
                            (ver Evang. São João).

2      No dia de Pentecostes nasceu publicamente            a Igreja.
         Os seus membros, nesse dia, estavam reunidos sob o amparo
                de Nossa Senhora (ver Actos dos Apóstolos).
O culto a Nossa Senhora

   O povo cristão, consciente do papel de Nossa Senhora como
 Medianeira de todas as graças, invoca-a de inúmeras
 maneiras diferentes: Mãe, Advogada, Refúgio dos pecadores,
Causa da nossa alegria, Auxílio dos cristãos, Saúde dos enfermos, etc.


A Igreja dedicou sempre a Nossa Senhora um culto de    veneração
especial: na celebração das suas festas, nas orações e cantos
   que lhe são dedicados, na imitação das suas atitudes cristãs
                        mais profundas, etc.


       Os santuários, catedrais e igrejas dedicadas a
    Nossa Senhora espalham-se pelas cidades, vilas e aldeias.
PRINCIPAIS DEVOÇÕES MARIANAS

a)                                TERÇO

            A recitação do Terço, considerando os mistérios, repetindo os
        Pai Nossos e as Avé Marias, os louvores à Santíssima Trindade
      e a invocação à Mãe de Deus, é um contínuo acto de fé, de esperança
       de amor, de adoração e reparação. Convém rezar o Terço diariamente,
                 melhor em família (indulgência plenária), se possível .
        Rezar o Terço conduz à contemplação da vida de Jesus e de Maria.
      É algo mais que uma pura repetição de palavras, pois as pessoas que se
           querem, sempre dão um sentido renovado ao seu trato habitual.
      A Virgem recomendou nas aparições de Lurdes e de Fátima a recitação
     do Terço, e todos os Papas dos últimos tempos têm prometido a sua devoção.


b)               ANGELUS OU REGINA COELI

      É uma paragem no nosso dia para saudar a nossa Mãe com alegria.
       É como que uma citação/récita amorosa que diariamente temos com Ela
       e que requer sermos pontuais. Recordamos-lhe o instante em que disse
          fiat ! (o sim, faça-se!) a Deus, tornando possível a nossa salvação.
PRINCIPAIS DEVOÇÕES MARIANAS

c)                          JACULATÓRIAS

       São pequenas orações, que podemos repetir durante todo o dia – com o
       São frases que podemos dizer na rua, no local de trabalho, no elevador,
      coração – sem necessidade de palavras; são “setas” dirigidas ao coração
           no carro, enquanto comemos..., e que podemos tirar de orações
      de Nossa Senhora. Quando queremos muito a uma pessoa, recordamo-la
       tradicionais ou inventá-las nós próprios, segundo a nossa necessidade.
      muitas vezes ao dia. Isso mesmo devemos fazer com a Virgem, recordá-la
                Bendita és! Mãe, ajuda-me! Obrigado, minha Mãe, etc.
        muitas vezes e dizer-lhe alguma frase carinhosa, de poucas palavras.


d)                 TRÊS AVE MARIAS DA NOITE

        É um bom costume rezar três Avé Marias antes de deitar, pedindo
                              a virtude da santa pureza


e)                     ORAÇÃO LEMBRAI-VOS
         Se pensarmos um pouco manifestar-se-ão uma série de necessidades
     pelas quais temos de pedir : pessoais, familiares, da sociedade, da Igreja, etc.
PRINCIPAIS DEVOÇÕES MARIANAS

f)          SAUDAÇÕES À IMAGEM DA VIRGEM

     A imagem de Nossa Senhora, que não deve faltar nos nossos lares – em sítio
     Ao sair ou ao entrar em nossa casa ou no nosso quarto nosso não deve faltar
      visível -, as imagens que encontramos nos nossos percursos diários, as que
                      a saudação amorosa à imagem que tenhamos.
         há nas igrejas que frequentamos, devem ser ocasião de expressarmos
          Hábito de saudar ( não são precisas palavras, o pensamento basta ).
     o nosso o nosso carinho, dos nossos olhares amorosos, dos nossos piropos.


g)                 ESCAPULÁRIO DO CARMO

        Segundo a tradição foi entregue pela Santíssima Virgem ao General da
           É frequente trazermos connosco fotografias dos entes queridos.
     Ordem, S.Simão Stok, no o amor denossa Mãe é ter com as seguintes(usar) o
      Um costume que indica dia 16 à Julho de 1251, imposto e trazer palavras:
     escapulário da Virgem do Carmo. Pode serele não padecerá o tela (expressão
        Recebe este hábito, o que morrer com um escapulário de fogo eterno.
         Há uma tradição de que doVirgem concederá aos que morrem com o
              abreviada do hábito a Carmo) ou uma medalha escapulário
         Santo Escapulário e expiam noestar benzidos).
                                (devem Purgatório as suas culpas, a graça de
              alcançar, quanto antes, a Pátria Celestial, ou, o mais tardar,
       Está autorizado o seu uso com a condição de que tenha numa das faces
                 no Sábado seguinte à sua morte. (Privilégio sabatino)
      a imagem do Sagrado Coração de Jesus e na outra a da Santíssima Virgem
          Pode ganhar-se indulgência plenária no dia em que nos foi imposto
          É o Escapulário; na solenidade Mãe de Deus aos seusCarmo,16/7;
            um símbolo de protecção da de Nossa Senhora do devotos e um
                           sinal da sua consagração a Maria.
                          na festa de S.Simão Stok, 16/5, etc
PRINCIPAIS DEVOÇÕES MARIANAS

h)                        ROMARIA DE MAIO
         Muitas Almas têm o costume de realizar, realizar, principalmente no
         mês de Maio, romarias a ermidas ou santuários da Virgem.
      Pode-se fazer de muitas maneiras; por exemplo: rezar à ida uma parte do
        Rosário; na ermida ou santuário, a parte que corresponde ao dia e,
                              de regresso, a 3ª parte.
      Trata-se de obsequiar a Virgem com a oração que lhe é tão grata, dando a
      esta romaria carácter penitente – que custe algum sacrifício – e sentido
         apostólico; por isso, procuramos que nos acompanhem os amigos,
                                    a família, etc.


i)           Dedicar um dia da semana - o Sábado

        Ou habituam-se a dedicar à Senhora um dia da semana – o Sábado -,
     oferecendo-lhe alguma pequena delicadeza e meditando especialmente a
     sua maternidade. Ou rezando, por exemplo, a Salve Rainha, aos sábados.
OS SACRAMENTOS DE JESUS CRISTO



Hoje, por meio dos sacramentos, também é Jesus que actua
  na sua Igreja. Jesus ficou connosco nos   sete   sacramentos.




Os sacramentos são sinais sensíveis instituídos
 Sinal sensível é uma coisa conhecida que manifesta
        outra menos conhecida; se vejo Igreja
         por Jesus Cristo e confiados à fumo,
    para nos descubro que há fogo. a vida divina.
                dar a graça, isto é,
BAPTISMO




        DA
A.   INICIAÇÃO
                 CONFIRMAÇÃO
      CRISTÃ:




                 EUCARISTIA
PENITÊNCIA


     DE
B.   CURA:


               UNÇÃO
             DOS DOENTES
ORDEM
                  SACERDOTAL
         AO
       SERVIÇO
C.       DA
     COMUNIDADE



                  MATRIMÓNIO
OS SACRAMENTOS DA IGREJA                                    7
  a)             No Sacramento do BAPTISMO
               Jesus perdoa-nos pecado original.
  b)           Na CONFIRMAÇÃO dá-nos força
             para ser suas testemunhas no mundo.
  c)          Na PENITÊNCIA Jesus perdoa-nos
           os pecados cometidos depois do Baptismo.
  d)       Na EUCARISTIA Jesus dá-nos o Seu Corpo
            e o Seu Sangue como alimento espiritual.
  e)       Na UNÇÃO DOS DOENTES alivia-nos e dá
       força e esperança para aceitar a doença e a morte.
  f)   Na ORDEM SACERDOTAL consagra os sacerdotes
        como seus ministros e servidores dos seus irmãos.
  g)     No MATRIMÓNIO santifica a união do homem
       e da mulher e ajuda-nos a viver bem o matrimónio.
SACRAMENTOS
       DA
INICIAÇÃO CRISTÃ
O Sacramento do Baptismo

         O Baptismo é um novo nascimento.
 Jesus, ao despedir-se dos seus discípulos, deu-lhes
um                 O Baptismo baptizai todas as gentes
     mandato muito concreto: “Ide e é
 em nome do Pai, e do Filho epela graça, nascemos19).
   o sacramento pelo qual, do Espírito Santo” (Mateus 28,
  No dia devida nova em Cristo.falou aos judeus e
  para a Pentecostes, São Pedro Limpa o pecado
     disse-lhes que Jesus era o Messias e que eles O haviam
   crucificado. faz-nos filhos de Deus e membros da Igreja.
    original e Disse-lhes: ”Arrependei-vos e baptizai em nome
de Jesus Cristo, para remissão dos vossos pecados, e recebereis
     o dom do Espírito Santo. Eles aceitaram a sua palavra e
  baptizaram-se e naquele dia converteram-se mais de três mil
                      almas” (Actos 2, 14-41).
Efeitos do Baptismo
1.     Perdoa o pecado original e quaisquer outros
          pecados cometidos pelo baptizando.


2.     Faz-nos Filhos de Deus, membros de Cristo
              e templos do Espírito Santo.


3.       Incorpora-nos na Igreja de Jesus Cristo.
           Faz-nos também membros da Igreja.


4.   Além disso, o Baptismo imprime na alma um sinal
        indelével que se chama “carácter”, que nos
      faz cristãos para sempre. No Baptismo nasce a
        nossa vocação à santidade e ao apostolado.
Liturgia do Baptismo *
1.      Começa com o rito de acolhimento. O Sacerdote que
      Vai administrar o Baptismo vai à porta da Igreja onde está
      quem vai ser baptizado com os seus pais, padrinhos, etc.
                Todos juntos dirigem-se para o altar.

2.     Leitura e explicação da Palavra de Deus e unção com
       os santos óleos. O Sacerdote faz o sinal da cruz sobre
                  a testa do baptizando, ungindo-o.

3.     Derrama de seguida água sobre a sua cabeça, dizendo:
      “N (diz o nome), eu te baptizo em nome do Pai, e do Filho
        e do Espírito Santo”. É o momento chave do Baptismo


*
4.           Na administração de cada Sacramento seguem-se
      Em seguida o sacerdote entrega aos pais e padrinhos uma
     umas cerimónias significa chamam liturgiaacesa na alma do .
       vela acesa que a que se a luz de Cristo do Sacramento
          baptizado, pois Ele disse: “Eu soucerimónias:
               No Baptismo celebram-se estas a luz do mundo”.
O Sacramento da Confirmação


 Como o corpo cresce e se fortalece, também
             A Confirmação é
    a vida cristã cresce e se robustece.
          Isto sucede de igual modo
 o sacramento que nos aumenta a graça
       no Sacramento da Confirmação.
do Espírito Santo para nos fortalecer na fé e
    Quando recebemos o sacramento
fazer-nos apóstolos e testemunhas de Cristo.
    da Confirmação, o Espírito Santo
  assiste-nos com maior intensidade.
Efeitos da Confirmação

1.   Fortalece a nossa fé que passa a ser uma fé adulta.
     Passa de ser uma fé infantil para ser uma fé vigorosa,
          de pessoas que deixaram de ser crianças.


2.   O Espírito o Espírito Santo descer sobre vós”, disse o
      “Quando Santo dá-nos forças para ser apóstolos
       Senhor aos seus apóstolos, ”recebereis forças
       e testemunhas de Cristo no meio do mundo,
     mostrando aserdes fé mesmo em situações adversas,
           para nossa testemunhas” (Actos 1, 8).


3.     Além disso, a Confirmação imprime na alma um
         sinal indelével que se chama “carácter”,
              que nos faz cristãos para sempre
Liturgia da Confirmação
1.
      As primeiras pessoas Confirmação, ordinariamente, é
          O Sacramento da a administrar a Confirmação foram
          administrado por um Bispo. O ministro ordinário da
       os apóstolos (Actos 8, 14-17). Seguindo o desejo de
            Confirmação também pode ser um Sacerdote
     Jesus, a Igreja continua a administrar este sacramento.
                       designado pelo Bispo.

2.    Ao começar a cerimónia estende as mãos sobre os que
       vão ser confirmados, enquanto pede para eles a vinda
      do Espírito Santo. Em seguida o Bispo impõe a sua mão
           sobre a cabeça de cada confirmando e unge-o na
        fronte com o santo crisma, enquanto pronuncia estas
          Palavras: “N (aqui diz o nome de cada confirmando)
             recebe por este sinal o Dom do Espírito Santo”.

3.    Ao recebermos a Confirmação, tornamo-nos filhos adultos
            da Igreja e devemos dar testemunho de Cristo
                       onde quer que estejamos.
A SANTA MISSA
 Na Última   Ceia, Jesus Cristo pegou no pão
 em Suas mãos e disse: “Isto é o meu Corpo que será
 Na Eucaristia ou Santa Missa, Jesus renova
entregue por vós” e converteu o pão no Seu Corpo.
  o sacrifício da Cruz, por meio do sacerdote;
 Edá-se-nos como alimento espiritualo vinho, disse:
   depois, tomando o cálice com e mantém-nos
   “Tomai e bebei, esteàéSanta Igreja. que será
               unidos     o Meu Sangue
  Jesus está presente com o Corpo, pecados”.
  Derramado para o perdão dos vossos Sangue,
                Alma e Divindade.
     E o vinho converteu-se no Seu Sangue.
  E acrescentou: Fazei isto em memória de Mim”
Assistimos à Eucaristia para:
                                               4

      FINS DA SANTA MISSA
1º)               Adorar a Deus.

2º)      Dar-Lhe graças por todos os seus
                benefícios e seu amor.

3º)   Pedir-Lhe ajuda para nós e para os outros.

4º)   Pedir-Lhe perdão pelos nossos pecados.
Adorar a Deus.          Fim
                                   latrêutico



               Dar-Lhe graças
                                    Fim de
              por todos os seus
                benefícios e        Acção
                  seu amor.        de Graças
   FINS
    DA
SANTA MISSA
              Pedir-Lhe ajuda         Fim
                 para nós e
                                  impetratório
               para os outros.



                Pedir-Lhe             Fim
               perdão pelos       propiciatório
              nossos pecados.
SANTA MISSA

                         O Sacerdote aproxima-se do altar e beija-o,
                          como se beijasse o próprio Jesus Cristo.
 No Início
                      O sacerdote faz o sinal da cruz, recordando que a
                        Missa é a renovação do sacrifício da Cruz.



                                    Todos juntos pedimos perdão
No Acto Penitencial
                                       pelos nossos pecados.



                                      Escutamos a Palavra de Deus
Na Liturgia da Palavra
                                   com atenção para a pôr em prática.
SANTA MISSA


A Liturgia Eucarística            É a parte central da Santa Missa,
                                  actualização do sacrifício da Cruz.




  Na Apresentação              O sacerdote apresenta o pão e o vinho.
   das Oferendas                Nós oferecemos a nossa vida a Deus.



                         É o momento principal da Missa. Jesus Cristo,
A Consagração             por intermédio do sacerdote, converte o pão
                               e o vinho no seu Corpo e Sangue.
SANTA MISSA

Rezamos juntos o Pai Nosso – a oração dos filhos de Deus – e
              o sacerdote dá a COMUNHÃO.


                          Devemos guardar o jejum eucarístico
                                 e ter a alma em graça.
 Para Comungar
                          Se temos consciência de pecado grave,
                          aproximamo-nos primeiro da Confissão.



   Ao terminar a Santa Missa, o sacerdote abençoa-nos
   a todos e despede-se de nós. Nós damos graças a Deus.
CONDIÇÕES PARA SE FAZER UMA BOA COMUNHÃO

1ª)                       Estar na graça de Deus.

               A Não ter consciência de estar em pecado mortal.
                 Comunhão eucarística realiza a
                Quem comunga, tendo consciência de estar em pecado mortal,
  unidade entre os cristãos
                  comete um pecado muito grave chamadoa    fraternidade
                                       e fortalece “sacrilégio”.
                  entre os discípulos de Jesus.
2ª)                  Guardar o jejum eucarístico.
  São Paulo Consiste em não tomar qualquer alimento ou bebida
            ensina esta verdade com estas palavras:
                           uma hora antes de comungar.
  “O pão é um, e de necessidade pode-se beberque e tomar medicamentos.
           Em caso assim nós, mesmo água sejamos muitos,

       tomamos um só corpo, porque comemos todos
3ª)               Saber Quem recebemos.
             do mesmo pão” (1 Cor 10,17).
                Evitar comungar por rotina. Devemos fazê-lo com   fé viva e
                                  por amor a Jesus.
EFEITOS DA SAGRADA COMUNHÃO

1ª)            Aumenta a nossa união com Cristo.

2ª)               Perdoa-nos os pecados veniais
                 e preserva-nos dos pecados mortais.

3ª)            Fortalece a unidade com toda a Igreja.

    Participamos na Santa Missa de um modo mais perfeito através
     da Sagrada Comunhão. Assim o afirma o Concílio Vaticano II:
  “Recomenda-se especialmente a participação mais perfeita na Missa
         que consiste em que os fiéis, depois da comunhão do
     sacerdote. Recebam o corpo do Senhor no mesmo sacrifício”.
entrada,

                                      saudação do altar,
                                     que o sacerdote beija,

                                    saudação da assembleia;

              Ritos Iniciais           o acto penitencial;

                                        o Kýrie eléison;

                      Liturgia da     o Glória in excelsis;
SANTA MISSA             Palavra
                                       e a oração colecta.
 (4 PARTES)
                      Liturgia
                     Eucarística



               Rito de
              Conclusão.
Ritos Iniciais
                                         leituras bíblicas;

                                           Evangelho;
                      Liturgia da
SANTA MISSA             Palavra             a homilia;

 (4 PARTES)                         a profissão de fé ou Credo;
                      Liturgia
                                       e a oração universal;
                     Eucarística



               Rito de
              Conclusão.
Ritos Iniciais

                                         preparação dos dons;

                      Liturgia da      a oração sobre as oblatas;
SANTA MISSA             Palavra
                                         a oração eucarística;
 (4 PARTES)
                     Liturgia             o rito da comunhão;
                    Eucarística
                                    a oração dominical ou Pai Nosso;

                                             o rito da paz;
               Rito de
              Conclusão.                   a fracção do pão;

                                             e a comunhão.
Ritos Iniciais



                      Liturgia da
SANTA MISSA             Palavra

 (4 PARTES)
                      Liturgia
                     Eucarística
                                    o sacerdote dá a bênção,

               Rito de               despede a assembleia,
              Conclusão.
                                         beija o altar,

                                          e retira-se.
SACRAMENTOS DA CURA
O Sacramento da Penitência,
      Conversão, Reconciliação
            ou Confissão



           No Evangelho vemos como,
               A Penitência é
 Jesus disse a uma mulher pecadora: ”Os teus pecados
       Revela assim o grande amor que Deus tem
               durante a sua vida na terra,
  estão perdoados” (Lucas 7, 48). E a São Pedro, depois
  pelos pecadores que se arrependemos pecados
            Jesus que nos perdoa (Lucas 22, faltas
  o sacramentoperdoava aos pecadores      das suas
deste o ter negado, também lhe perdoou             34-62),
      e cometidosestavam voltar a cometê-las.
        se quando depoisarrependidos: .
            esforçam por não do Baptismo
        ao bom ladrão, à mulher adúltera, etc.
CONDIÇÕES PARA RECEBER BEM
        O SACRAMENTO DA PENITÊNCIA                              5
1ª)                  Exame de consciência.

                         é recordar todos os pecados ou faltas
       Exame de consciência
             cometidos desde a última confissão bem feita.

2ª)          Dor (arrependimento) dos pecados.

      É um sentimento de pesarsobrenatural por ter ofendido a Deus,
         isto é, arrepender-se sinceramente de os ter cometido. .


3ª)                  Propósito de emenda.

                É a firme   resolução de não tornar a pecar.
CONDIÇÕES PARA RECEBER BEM
      O SACRAMENTO DA PENITÊNCIA                               5
4ª)          Dizer os pecados ao confessor.

           Devemos confessar e todos  os pecados mortais
               e devemos confessar também os veniais.


      Pecado é toda a desobediência voluntária à Lei de Deus.

      Quem omite conscientemente algum pecado mortal comete
      um sacrilégio, e não fica perdoado dos pecados confessados.



5ª)                 Cumprir a penitência.

                     que o confessor impuser.
CONDIÇÕES PARA RECEBER BEM
      O SACRAMENTO DA PENITÊNCIA




Na parábola   do filho pródigo, Jesus apresenta
  um exemplo de arrependimento e perdão
   que ajuda a entender como nos devemos
   preparar para nos confessarmos, isto é,
  para recebermos o Sacramento da Penitência

                (Lucas 15, 11-32).
A Unção dos doentes

  A Unção dos doentes é dada pelo sacerdote,
           A Unção dos doentes é
  Para fortalecer os doentes graves e aqueles
           em nome de Jesus Cristo.
   queo sacramento com que Jesus Cristo, o
        são já muito idosos Jesus Cristo instituiu
  A cerimónia consiste em ,ungir o doente com
    por meio dos santos óleos doentes. Por meio
                               e as palavras que
     Sacramento, da Unção dos dizem estas palavras:
 óleo sagrado enquanto se
   deste Sacramento, Jesus alivia e reconforta um
     acompanham a unção, comunica ao doente
“Por esta Santa Unção e pela sua piíssima misericórdia, o Senhor
    os cristãos ajuda espiritual para lhe dar alívio,
     a grande que se encontram em perigo de vida
   venha em teu auxílio com a graça do Espírito Santo. Amen.
       força e esperança naou velhice.na morte.
                   por doença doença e
      Para que, liberto dos teus pecados, Ele te salve e, na
         sua bondade, alivie os teus sofrimentos. Amen”.
EFEITOS DO SACRAMENTO DA UNÇÃO DOS DOENTES


1ª)           fortalece a fé de quem o recebe;

2ª)     perdoa os pecados do enfermo quando este,
             arrependido, não pode confessar-se;


3ª)   por vezes, se a Providência divina assim o dispõe,
              produz melhoras da doença;

4ª)      sempre conforta o doente durante a doença
             e o ancião na debilidade da velhice.
SACRAMENTOS
          AO
SERVIÇO DA COMUNIDADE
O Sacramento da Ordem



       Antes da Ascensão Jesus deu aos apóstolos
 Na Última Ceia o Eternosacerdotal é da Ordem
       Jesus éensinar instituiu o sacramento «Ide e
                  Jesus
              A Ordembaptizar ao dizer-lhes:
                             e Sumo Sacerdote
   aDepois da ressurreição concedeu-lhes o poder de
     missão de           e
  eaoo mediador entre Deus e os homens, uma vez que,
    é dar aos apóstolos o poder de consagrar a Eucaristia
 ensinai todas as gentes, baptizando-as em cristãosPai
          perdoar os «Fazeiqual memória de donome
   quando lhes disse:derramado naalguns reconciliou
     o sacramentopecados (João 20, 22-23). Mim»
  com o Seu sangue
                       pelo isto em  Cruz, nos
      e do Filho e do Espírito Santo» (Mateus 28,19).
são consagrados como perdoam os pecadosdizer,
                               sacerdotes, quer
     (Lucas 22,19); fez os seus apóstolos sacerdotes.
  comAgora, Ele sacerdotes
       Deus. os próprio escolheu os doze apóstolos
         Agora, osos sacerdotesPenitência.
           Agora, sacerdotes têm esse Cristo.
              no sacramento da ensinam-nos
       como ministros sagrados de poder. .
      para serem sacerdotes da Nova Aliança
            o Evangelho em nome de Jesus.
O Sacramento da Ordem



        O   Sacramento Celebrar a Santa Missa
                         da Ordem
                        1ª)
As missões que Jesus Bispo,Ensinar ao consagra
recebe-o o sacerdote do     que Palavra de Deus
                          Administrar os Sacramentos
    deu aos seus
    e lhe transmite o poder de celebrar fiéis
                         2ª)    Santificar os a

    sacerdotes
   Santa Missa e de perdoar osapecados,Deus
                        Pregar Palavra de
                           3ª)
                                 Guiar e governar a Igreja
            em nome de Jesus Cristo.
                           Guiar os homens até Deus
Com o Papa
                                             Participam
                                         e sob aSãoautoridade,
                                                 sua os
                                    dirigem plenamente
                                             a Igreja, especialmente
                                         sucessores
                                              Os Bispos
                                       a parte que está confiada
                                            do sacerdócio
                                        dosde Cristo.
                                            apóstolos
                                       a cada um deles, chamada .
                                              diocese.



                                        Pelo sacramento
                                       São colaboradores
SACRAMENTO       3 graus
                                           dosOrdem
                                           da bispos.
    DA          subordinados            Os Sacerdotes
                                          participam
                                      Também se chamam
             entre si desde a sua
 ORDEM             origem.
                                         do sacerdócio
                                       presbíteros.
                                           de Cristo.



                                          Colaboram
                                       Receberam também
                                    o com os presbíteros,
                                      sacramento da Ordem.
                                         Os Diáconos
                                           realizando
                                    Não são sacerdotes, mas
                                      ministrosserviços
                                        diversos de Cristo
                                           eeclesiais.
                                             da Igreja
Quando
                                           JESUS
                                    celebram a Eucaristia
                                          e os outros
                                       SACERDOTE
                                         sacramentos.


     A Igreja,
    cumprindo o
     OS                                    Quando
 mandato de Jesus,
                      representam
                                           JESUS
                                    anunciam o Evangelho
SACERDOTES
continua a ordenar                       e pregam a
                                          MESTRE
 sacerdotes que têm                    Palavra de Deus.

   a mesma missão
     do Senhor.
                                          Quando
                                    ensinam os cristãos
                                           JESUS
                                      a viver como tal
                                          PASTOR
                                       e a lutar para
                                         ser santos.
O Sacramento do Matrimónio


         O Matrimónio cristão é, portanto, um
                O Matrimónio é
    sacramento instituído por Jesus Cristo
  Deus criou o Matrimónio no Paraíso terrestre.
         o sacramento dele, que um a
              e é, através que santifica
Jesus Cristo elevou o matrimónio cristão à dignidade
      união homem e uma mulher
              entre o homem e a mulher
de Sacramento, Deus abençoa e santifica a união do
        e lhes unemgraça para formar
            se dá a perante Deus
              homem com a mulher.
       com o fim de formar para sempre
                uma família cristã.
      uma comunidade      de vida e de amor.
O Sacramento do Matrimónio


     Deus criou o Matrimónio no Paraíso terrestre:


 1 Para que o homem e a mulher se amassem e,
amando-se, se ajudassem mutuamente e fossem felizes.


 2  Para que o seu amor fosse fecundo, quer dizer,
para que tivessem filhos e os educassem como pessoas
                e como filhos de Deus.
O Matrimónio é obra de Deus.
 Deus cria o homem e a mulher um para o
  O Matrimónio e o amor conjugal estão
  outro e chama-os a um amor profundo.
      condenados à procriação e
  educação dos filhos, segundo o
    Lê-se no Génesis 2,II:
     Concílio Vaticano 18:

Concílioque o 1, 28:
Concílio. Vou
  “Não éno Génesis homem
   Lê-se bom
Bíbliaeautêntico do amor
Bíblia multiplicai-vos
        esteja só
Vaticano ajuda lado
“ OCrescei uma II
Vaticano II
  “ cultivo
     dar-lhe
conjugal…semadeixar de
      e enchei terra.”
      proporcionada a ele.
 os demais fins do matrimónio,
 E criou-os homem e mulher.”
  obriga os esposos a cooperar
 (…) com o amor do Criador.”
Propriedades do Matrimónio


           O Matrimónio
        é de um homem
            UNIDADE         2
           com uma
            mulher.


              A união
            matrimonial
        INDISSOLUBILIDADE
           é para toda
               a vida.
O Sacramento do Matrimónio


         Santo Agostinho falava nos
          três bens do matrimónio:

   1º)
             O bem da prole: os filhos;


   2º)
                O bem da unidade;


   3º)
            O bem da indissolubilidade.
O Sacramento do Matrimónio


   O matrimónio cristão é uma realidade natural instituída
por Deus, sendo suas características a unidade e a indissolubilidade.

A unidade significa que o matrimónio é uma união de um homem
   com uma mulher, que ficam ligados por um vínculo jurídico:
                       o vinculo conjugal.

A indissolubilidade significa que essa união, que está ordenada
  a gerar filhos que seus pais devem educar, está destinada a durar
     por toda a vida dos cônjuges. Apenas a morte de um deles
                    é capaz de dissolver o vínculo.
A moral do homem novo

                        O que é a moral?

   Qual é a ciência que nos ensina a
                                             A Ciência que
    comportarmo-nos bem com Deus,            ensina o homem
  com os nossos pais e irmãos, com os      a comportar-se bem
vizinhos e toda a gente que há no mundo?      éa   Moral.


    A Moral é, portanto, a ciência do bem e do mal,
     que ensina o que se deve fazer, porque é «bom»
         e o que se deve evitar, porque é «mau».
Oso homemactuam por instinto. Osbem
      animais pode escolher entre o seus
  Só Deus, no Antigo Testamento, deu-nos
        actos não se podem considerar
   e o Dez Mandamentos para nosverdade,
       mal: pode mentir ou dizer a ensinar
    os
              «bons» ou «maus»:
    obedecer ouO amar a Ele etrabalhar ou
                desobedecer, aos homens.
o caminho para
      actuam obrigados pelos instintos.
não fazer nada, amar o próximo ou maltratá-lo.
Jesus, no Evangelho, confirma o Decálogo,
                      novo
e atinge a sua plenitude com o seu
                                            Jesus ensina-nos também
     mandamento do amor:
                                              que, só vivendo assim,
                                             cumprimos a vontade de
   Lê-se em João 13, 34-35:                   Deus e somos felizes.
Bíblia                                        Por isso, ensinou-nos
 “ Amai-vos uns aos outros                       também as Bem-
    como eu vos amei.”                      -Aventuranças, que são o
                                            caminho para alcançar a
                                                felicidade no Céu.
Esta é a moral do homem novo, quer dizer,
daqueles que conheceram Jesus e querem viver
        como Ele viveu e ensinou a viver.
O bem e o mal
               Por experiência, sabemos que existe
          o ”bem físico”- saúde, comida, casa, etc.
     e também o ”mal físico”- fome, doenças, acidentes
                    na estrada, terramotos, etc.


  «bem moral»:
   ajudar os outros,              O mal    moral lesa sempre
    amar o próximo,                          o homem.
  dizer a verdade, etc.
                                  O   bem moral, beneficia
   «mal moral»:                        o homem e ajuda-o a ser
insultar, agredir, mentir,              melhor como pessoa
 desejar mal aos outros,                e como filho de Deus.
            etc.
ACTOS
         BONS



ACTOS


        ACTOS
        MAUS
ajudar um pobre,
                        Mesmo que alguém dissesse
          ACTOS BONS           amar os pais,
             EM SI         que eram actos maus,
            MESMOS           dizer a verdade,
                        nós sabemos que são bons.
                                    etc.




Existem



                                 blasfemar,
           ACTOS MAUS    Mesmo quementir, dissesse
                                    alguém
              EM SI         que eram actos bons,
            MESMOS                 matar,
                         nós sabemos que são maus.
                                    etc.
LIBERDADE E RESPONSABILIDADE

                                                                      A realize livremente (isto é,
                                                                             querendo fazê-la)
  Para que                  é
uma acção seja          necessário             que a pessoa                         e
 “boa”ou “má”
                                                                       conscientemente (isto é,
                                                                       sabendo o que está a fazer).


                 A liberdade é que permite que um acto seja «bom» ou «mau».
                   O homem é livre porque pode escolher entre o bem e o mal.

          É muito importante, por isso, educar e fortalecer a vontade (a liberdade)
                                    para fazer bem uso dela.


                    Ligada à liberdade encontra-se a   responsabilidade.
            Quando um homem realiza um acto porque quer, e disso tem consciência,
                 é responsável por esse acto, e é merecedor de prémio ou castigo.
A CONSCIÊNCIA E A LEI MORAL



 Na vida moral existem dois elementos de grande importância: a consciência e a lei.




A   consciência é o que cada pessoa tem de mais íntimo e sagrado,         porque, através

    dela, o homem ouve a voz de Deus que lhe diz o que deve fazer e o que tem de evitar.

             A lei   é a norma que nos manda fazer o bem e não fazer o mal.



                                                  natural

                  Há vários                      mosaica

               tipos de leis:                   evangélica

                                                 positiva
A CONSCIÊNCIA E A LEI MORAL



Na vida moral existem dois elementos de grande importância:
                    a consciência e a lei.



   A consciência é o que cada pessoa tem de mais íntimo
 e sagrado, porque, através dela, o homem ouve a voz de Deus
       que lhe diz o que deve fazer e o que tem de evitar.

A lei é a norma que nos manda fazer o bem e não fazer o mal.
A CONSCIÊNCIA E A LEI MORAL


                                 é a que está inscrita no
                                interior de cada homem
                    natural
                                  e lhe permite conhecer
                                      o bem e o mal.

                                   é aquela que foi dada
                    mosaica         por Deus a Moisés:
  Há vários
                                  os dez mandamentos.
tipos de   leis:
                                  é a que nos foi dada
                   evangélica
                                por Jesus, o Filho de Deus.

                                     é a que é ditada
                    positiva
                                      pelos homens.
A LEI DE DEUS E A CONSCIÊNCIA




                 Conhecemos a lei de Deus:




   a)       Pelos dez mandamentos que recebemos de Deus.

   b)          Pelo que Jesus nos ensina no Evangelho.

   c)        Pelos mandamentos da Igreja que nos ajudam
                       a cumprir a lei de Deus.
A LEI DE DEUS E A CONSCIÊNCIA



                 A consciência, falando no nosso interior,
                  também nos indica a vontade de Deus:



Se o acto que              A
vamos praticar        consciência
                        diz-nos:
                                         “deves fazê-lo”.
   é bom,
                                                                     Devemos
                                                      É necessário, porém,
                                                                  obedecer-lhe
                                                 formar muito bem a consciência,
                                                                     sempre
                                                   de acordo com a lei de Deus..
                          A
 Se o   acto         consciência
                                       “não deves fazê-lo”.
  é mau,               diz-nos:
O pecado, ofensa e ruptura com Deus


Pecado é um pensamento, desejo, palavra, acto
        ou omissão contrário à lei de Deus.


  Para que haja pecado, é necessário que se realize
   com advertência (isto é, sabendo o que faz)
    e consentimento (isto é querer fazê-lo).

            Deus, no Antigo Testamento,
   deu-nos os Dez Mandamentos para nos ensinar
     o caminho para O amar a Ele e aos homens.
Quando o homem, com consciência

                   plena e querendo,   rompe   a amizade
         MORTAL       com Deus, porque a sua    falta
                                é grave.



PECADO

                     Quando o homem, com consciência
                      plena e querendo. enfraquece
          VENIAL          a sua amizade com Deus,
                     porque a sua falta não é grave.
O pecado, ofensa e ruptura com Deus
        O filho pródigo rompeu com o pai e abandonou-o.

                 O pecado também é:
1º)
          Uma ruptura com Deus: porque, pelo pecado,
            o homem ofende a Deus e separa-se dele.

2º)      Uma ruptura com os outros: porque do pecado
             provém tudo o que nos separa dos outros
                 homens – inveja, ódio, guerra, etc.

3º)
         Uma ruptura consigo próprio: porque o pecado
       prejudica quem o comete, que deixa de ter alegria e paz.
Advertência     Consentimento       Matéria
Adorar a Deus.                    Adorar a Deus.
    plena.        Deliberado.         grave.


                                                   PECADO
 Advertência
                                                   MORTAL
Adorar a Deus.   Consentimento
     plena.       Deliberado.




 Advertência
Adorar a Deus.
                     Matéria
                     grave.
                                          PECADO
     plena.
                                          VENIAL

   Matéria        Consentimento
   grave.          Deliberado.
A conversão: voltar para Deus


O filho pródigo «arrependeu-se» do que tinha feito e disse:
   «Irei ter com o meu pai… e, levantando-se, pôs-se a
      caminho de casa do pai» (Cfr. Lucas 15, 11-24).




   Converter-se a Deus quer dizer voltar para Deus
             e pedir-Lhe perdão por ter pecado.
     Ninguém se pode converter, se Deus não o ajudar
              com a graça do Espírito Santo.
A conversão: voltar para Deus

      O cristão, para não tornar a pecar, deve:
1º)
        Aborrecer o pecado. Esta é a primeira condição:
             «Aborrecei o pecado, vós que amais a Deus»
                            (Salmo 97, 10).

2º)      Abandonar as ocasiões de pecado, pois que:
         « Quem ama o perigo, cairá nele» (Eclesiástico 3, 27).

3º)       Receber com frequência o sacramento da
         penitência. Este sacramento não serve apenas para
           perdoar os pecados, mas também para aumentar
                   a graça, isto é, a ajuda de Deus.
Vida nova pela graça

   A vida cristã gera-se e desenvolve-se na Igreja:
     A   vida da graça é gerada pelo Baptismo.
     fortalece-se com a   Confirmação.
     cura-se pela   Penitência.
     é alimentada com o próprio Corpo de Cristo na   Eucaristia.


   Àqueles que,   sem culpa, não conhecem nem a Igreja,
    nem Cristo, Deus não deixa de outorgar-lhes as graças
      necessárias por caminhos que só Ele conhece.
CIC 1963:
    O pecado venial não destrói o estado de graça,
         mas “enfraquece a caridade, traduz um
      afecto desordenado aos bens criados,
impede o progresso da pessoa no exercício das virtudes
 e na prática do bem moral; e merece penas temporais.
     O pecado venial deliberado e não seguido
 de arrependimento, dispõe, a pouco e pouco, para
             cometer o pecado mortal”.
Vida nova pela graça

 Ao nascer, Deus dá-nos a   vida através dos nossos pais.
                                         vida nova
   Quando somos baptizados, Deus dá-nos uma
             por meio da graça santificante.


A graça santificante é um dom gratuito que Deus nos
concede no baptismo. Através dela, convertemo-nos em herdeiros
do céu. A partir deste momento, Deus vive em nós e está connosco
 enquanto não o expulsarmos da nossa alma pelo pecado mortal.


      Além dagraça santificante, Deus concede-nos
graças actuais. Estas são ajudas concretas de Deus
                 para fazer o bem e evitar o mal.
Vida nova pela graça


                                        OS SACRAMENTOS

                         Podemos receber com frequência a Penitência e a Eucaristia.


  MEIOS
                                              A ORAÇÃO
      para
conseguir/aumentar
                                «Pedi e dar-se-vos-á», diz Jesus (Mateus 7,7).
     a graça



                                         AS BOAS OBRAS

                        Aumentam a graça santificante e multiplicam as graças actuais.
SOMOS FILHOS DE DEUS



  Ao nascer, a criança recebe a vida natural de seus pais
                    e é, portanto, seu filho.




Com o Baptismo, recebe a  vida sobrenatural de Deus
e passa a ser também filho de Deus. Assim o revelou Cristo:
«Quando orardes dizei: Pai nosso que estais no Céu…» (Mateus 6, 9).
SOMOS FILHOS DE DEUS


       Ser filho de Deus é um facto muito real.
 Não quer dizer apenas que Deus nos trata como se fosse nosso pai
       e quer que O tratemos como se fôssemos seus filhos,




    mas que Ele é realmente nosso Pai e nós somos
verdadeiramente seus filhos pela graça recebida no baptismo:
      «Considerai que amor nos mostrou o Pai: que quer que sejamos
     chamados filhos de Deus e o sejamos de verdade» (1 João 3, 1).
A luta do cristão

                                                     DEMÓNIO
                            São
                          DE
                       convites
                                                     ambiente
O QUE SÃO?
TENTAÇÕES                ONDE                       pouco cristão
                       a cometer
                                          PROVÊM

                      PROCEDEM?
                                           DO(A)



                        pecados
                                                     as nossas
                                                   más inclinações



        A tentação nunca provém de13)
             Deus não tenta ninguém (Tiago 1, Deus.



   Deus não permite as tentações, mas não deixa
    Deus permitirá que sejais tentados acima das vossas forças
        que elas superem as10, 13)
                      (I Coríntios nossas forças.
A luta do cristão

Em caso Deus ajuda-nos os meios de lhe resistir (I Coríntios 10, 13).
        de tentação dar-vos-á a vencer as tentações.




                                                ORAÇÃO
                                             Pedindo ajuda a Jesus e à nossa
       É o Como
           próprio Jesus                      Mãe do Céu para lutar e vencer.

       Quem nos ensina
             se
        os meios
      combatem?
       para vencermos
                                          MORTIFICAÇÃO
                                           Oferecer pequenos sacrifícios unidos
         as tentações.                     a Jesus na Cruz para reparar os nossos
                                              pecados e os de todos os homens,
OS DEZ

MANDAMENTOS
1º                      6º
AMAR A DEUS SOBRE          NÃO COMETER
 TODAS AS COISAS          ACTOS IMPUROS



         2º                       7º
   NÃO PRONUNCIAR            NÃO ROUBAR
O SANTO NOME DE DEUS
       EM VÃO
                                 8º
                   NÃO DIZER FALSOS TESTEMUNHOS
         3º                 NEM MENTIR
SANTIFICAR AS FESTAS
    DE GUARDA
                                9º
                         NÃO CONSENTIR EM
                           PENSAMENTOS
        4º              OU DESEJOS IMPUROS
  HONRAR PAI E MÃE


         5º                    10º
     NÃO MATAR         NÃO COBIÇAR OS BENS
                            ALHEIOS
Catecismo cica
Primeiro Mandamento

   Os dez mandamentos dividem-se em “dois rolos”: os três
   primeiros referidos a Deus e os sete restantes referidos à
  conduta da própria pessoa e à sua relação com os outros.


Jesus precisa: “Amarás o Senhor teu Deus
com todo o teu coração, com toda a tua alma
e com toda a tua mente. Este é maior e o
primeiro mandamento.
O segundo é semelhante a este: amarás o
teu próximo como a ti mesmo. Destes dois
mandamentos dependem toda a Lei e os
Profetas” (Mt 22, 37-40).
Primeiro Mandamento

        AT                                             NT


        1º
AMAR A DEUS SOBRE
 TODAS AS COISAS



                                                          1º
         2º                                   “Amarás o Senhor teu Deus
   NÃO PRONUNCIAR
O SANTO NOME DE DEUS
                                 DEUS         com todo o teu coração, com
       EM VÃO                                 toda a tua alma e com todas
                                                     as tuas forças”.


          3º
 SANTIFICAR AS FESTAS
     DE GUARDA
Primeiro Mandamento
             AT                                                 NT
             3º
    SANTIFICAR AS FESTAS
        DE GUARDA

            4º
      HONRAR PAI E MÃE


             5º
         NÃO MATAR
                                  Conduta da própria               2º
                                                          amarás o teu próximo
                                 pessoa e a sua relação     como a ti mesmo.
             6º
        NÃO COMETER                  com os outros
       ACTOS IMPUROS
             7º
        NÃO ROUBAR

              8º
NÃO DIZER FALSOS TESTEMUNHOS
         NEM MENTIR

             9º
      NÃO CONSENTIR EM
        PENSAMENTOS
     OU DESEJOS IMPUROS

            10º
    NÃO COBIÇAR OS BENS
         ALHEIOS
Primeiro Mandamento

   Jesus ensina-nos com o seu exemplo a amar Seu Pai sobre
                          todas as coisas.

        Jesus ensina-nos que só a Deus devemos adorar.

       Só Deus merece culto       de adoração, porque só Ele
                         é nosso Criador e Senhor.

   O homem deve prestar culto a Deus para reconhecer a Sua grandeza,
        agradecer os Seus dons e pedir-Lhe aquilo de que necessita.


     Não adoramos Nossa Senhora, porque não é Deus, mas,
por ser Mãe de Deus, prestamos-lhe um culto   especial de veneração.
                   Também veneramos os Santos.
Primeiro Mandamento

O 1ª mandamento manda-nos crer em Deus, ter esperança n‟Ele
  e amá-Lo sobre todas as coisas, isto é, viver as virtudes da Fé,
                 da Esperança e da Caridade.


                                                   a idolatria,

                                                 a superstição,

    Proíbe-nos todos os actos               a magia e o espiritismo,
       que vão contra a honra
                                         acreditar em coisas contra a fé,
           devida a Deus:
                                              desconfiar de Deus,

                                                      etc.
Primeiro Mandamento

“Dar glória a Deus” equivale a aceitar a sua grandeza e a adorá-Lo.



     O homem dá glória a Deus                       Quando vive
          quando crê n‟Ele,                            a fé,
 se n‟Ele põe toda a sua confiança    quer dizer,
                                                    a esperança
 e se o ama sobre todas as coisas;                  e a caridade.




 O primeiro mandamento (amar Deus sobre todas as coisas)
                abarca estas três virtudes.
Primeiro Mandamento


           Ter fé supõe também ter confiança em Deus
       e manter a esperança de que se alcançará a vida eterna;




A esperança em Deus requer a fé n‟Ele, pois se está seguro de que Deus
           sempre é fiel à sua palavra e mantém as suas promessas;




   A caridade é a virtude teologal pela qual se ama a Deus, sumo bem,
                       e aos homens por Deus.
Primeiro Mandamento


                                    dúvida
                            voluntária ou involuntária,



                             Incredulidade
                         menosprezo da verdade revelada,


                          quando não somente se defende
                                   heresia
                        um erro contra a fé, mas também se
Pecados contra a fé   desobedece à advertência da hierarquia,


                          o que abandona e impugna a fé
                                 apostasia
                               que tinha professado,


                           separação da Igreja católica
                                    cisma
                          e não aceitação da autoridade
                              e obediência ao Papa.
Primeiro Mandamento




                     por defeito, desespero;

Pecados contra
  a esperança
                     por excesso, presunção.
Primeiro Mandamento
                    (se descuida Indiferença a Deus);
                                 ou se repudia amor

                      (não se reconhece o amor que Deus nos
                       tem ou nãoIngratidão amor);
                                  se lhe devolve esse

                         quando (trata-se com negligência
                                    Tibieza
                      e descuido as coisas referentes a Deus);

                       (preguiça espiritual: despreza o gozo
Pecados contra          da entrega aAcedia
                                     Deus, sente-se tristeza
                                   em segui-lo);
 o amor a Deus
                             (razão última: orgulho;
                       ocasião: Ódio a Deus de que
                                costuma ser o facto
                       Deus condene o pecado e o castigue);
                       Ódio ao próximo: (supõe um agravo
                     directo Ódio incluem-se murmuração,
                             a Deus, ao próximo
                                   crítica, etc.);

                     (falta grave quando por acção ou omissão
                                   Escândalo
                      se induz deliberadamente outro a pecar).
Catecismo cica
Segundo Mandamento



 O amor que temos a Deus faz com que pronunciemos o Seu nome com o

maior respeito e veneração. Como o amor que temos aos nossos pais faz
  com que pronunciemos o seu nome com respeito e fiquemos incomodados
                      se alguém os desconsidera.




 O segundo   mandamento manda-nos, respeitar e usar bem o nome
                         de Deus, que é santo.
Segundo Mandamento



             Assim, cumprimos o segundo     mandamento:
           “Não pronunciarás o nome de Deus em vão”.



O   segundo mandamento proíbe-nos de blasfemar, ou seja, dizer
palavras ou fazer gestos injuriosos contra Deus, Nossa Senhora e os Santos.

     Também proíbe   jurar sem verdade e sem necessidade
                 (jurar é invocar Deus como testemunha).
Catecismo cica
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Catecismo cica

  • 1. C.I.C.A. ESQUEMAS E religião SÍNTESES CATÓLICA Apoio no C.I.C., biblia e nos documentos da santa igreja
  • 2. BALEN, Hendrick van Santa Trindade 1620s Sint-Jacobskerk, Anberes O mistério da Santíssima Trindade
  • 3. Compêndio do Catecismo  Qual é o mistério central da fé e da vida cristã?  232-237  O mistério central da fé e da vida cristã é o mistério da Santíssima Trindade. Os cristãos são baptizados no nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
  • 4. de ordem natural (Existe cancro e sida, mas não sabemos a cura). Mistérios de ordem sobrenatural (Entre as verdades que Deus nos ensinou existem algumas que não entendemos; A nossa mente não pode compreender Deus totalmente, porque Ele é infinito).
  • 5. Os mistérios não se compreendem, mas, ao conhecê-los, a fé torna-se firme e operativa.
  • 6. O maior mistério da nossa fé é o da Santíssima Trindade Este mistério consiste em que há um só Deus e três Pessoas distintas, que são o Pai, o Filho e o Espírito Santo
  • 7. Deus Pai criou-nos. Deus Filho salvou-nos, morrendo na Cruz. Deus Espírito Santo santifica-nos, em especial através dos sacramentos. Tudo recebemos da Santíssima Trindade.
  • 8. Este mistério existe, porque Jesus o revelou. “Eu e o Pai somos um só” (João 10,30) “Recebei o Espírito Santo” (João 20,22)
  • 9. A Trindade é algo parecido com o sol:  o sol está no céu e produz luz e calor; a luz e o calor não são diferentes do sol.
  • 10. Temos de louvar a Santíssima Trindade  Deus ama-nos duma maneira incrível. Temos de corresponder a tanto amor, e a vida cristã tem que ser um contínuo louvor à Trindade.  Professamos a fé na Santíssima Trindade  quando nos benzemos e persignamos, dizendo "em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo";  ao rezar o "Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo" ;  quando rezamos o Gloria ou o Credo na Santa Missa e no fim da Oração eucarística
  • 11. O homem que vive em graça é templo vivo da Trindade Beatíssima (João 14,23).
  • 12. No céu veremos a Santíssima Trindade  O grande prémio do céu consiste em ver a Deus, contemplar, louvar, amar e gozar por toda a eternidade a Trindade Beatíssima:  Toda a grandeza, toda a formosura, toda a bondade de Deus se reverte sobre esta pobre criatura que somos cada um de nós.  No céu a alma terá a possibilidade de ver o que Moisés quis ver na terra: a majestade de Deus. LÓPEZ Y PORTANA, Vincente Adoração da Trindade 1791-92 Colecção privada
  • 13. Lê-se no Génesis 2, 18: “ Desde o princípio que Deus tinha preparado um jardim Bíblia delicioso onde colocou o homem que tinha formado e onde o Senhor Deus tinha feito nascer da terra toda a espécie de árvores belas à vista e de frutos agradáveis ao paladar.”
  • 14. No princípio, Deus criou o céu e a terra”. Verdade de fé cristã e também os judeus e os muçulmanos. Deus cria „do nada’. A criação a partir do nada é um mistério da fé. Lê-se no CIC 296: «Deus cria „do nada‟. Cremos que Deus não necessita de nada preexistente, nem de qualquer ajuda para criar. (…)».
  • 15. No princípio, só existia Deus. Depois Deus criou todas as coisas. No primeiro dia criou a luz. E começou assim o dia e a noite. No segundo Deus criou o céu e separou a água da terra. No terceiro dia criou as árvores, as ervas e as plantas para encher a terra.
  • 16. No quarto dia, Deus criou o sol, a lua e as estrelas para encher o céu. No quinto dia, encheu de vida o mundo. Primeiro criou os pássaros e os peixes. E depois Deus criou todos os animais da terra. Leões, coelhos, macacos, ursos, burritos, gatos... e muitos mais.
  • 17. E por fim , no sexto dia, criou o que mais deseja: os homens. Ao primeiro homem chamou-lhe Adão. E à primeira mulher, Eva. Deus pôs Adão e Eva no Paraíso. O Génesis (3,8) regista a relação de grande amizade que Deus tinha com o homem e a mulher. O Paraíso era um lugar muito bonito, maravilhoso.
  • 18. Deus viu que tudo o que tinha criado era muito bom. E no sétimo dia descansou. Deus é o nosso Pai que está no céu. Deus criou tudo, porque nos quer bem.
  • 19. Deus comprova todos os dias da criação que o que fez é bom. Não faz parte da sua intenção criar nada defeituoso, manchado ou marcado pelo mal. Não há seres radicalmente originados no mal desde o princípio. Veremos a aparição do mal mais adiante.
  • 20. Os sete dias da Criação são dias tomados em sentido metafórico. São etapas sucessivas na acção de Deus, que correspondem ao equilíbrio e harmonia que contemplamos nas realidades naturais.
  • 21. Esta situação de bondade, felicidade e amizade converteu-se noutra muito diferente quando o homem cometeu o primeiro pecado. O mal que existe no mundo – mentiras, morte, a dor, os sofrimentos, ódio, guerras, as calamidades, etc. – teve origem no pecado original cometido por Adão e Eva no Paraíso.
  • 22. Este primeiro pecado chama-se original porque foi a origem de todos os outros pecados.
  • 23. Compêndio do Catecismo  Em que consiste o primeiro pecado do homem?  396-403 415-417  O homem, tentado pelo diabo, deixou apagar no seu coração a confiança em relação ao seu Criador e, desobedecendo-lhe, quis tornar-se «como Deus», sem Deus e não segundo Deus (Gn 3, 5). Assim, Adão e Eva perderam imediatamente, para si e para todos os seus descendentes, a graça da santidade e da justiça originais.
  • 24. O demónio, vendo aquela felicidade, que ele tinha perdido por se ter revoltado contra Deus, teve inveja de Adão e Eva e incitou-os a desobedecer ao mandato divino.
  • 25. Lê-se no Génesis 3, 4: “Então a serpente disse à Bíblia mulher: „Não, não morrereis. Mas Deus sabe que, no dia em que comerdes o fruto, os vossos olhos abrir-se-ão e tornar-vos-eis como deuses, conhecedores do bem e do mal‟.”
  • 26. Deus havia recordado a Adão e Eva o perigo da desobediência (“se comerdes do fruto, morrereis”), não porque quisesse o castigo dos homens, mas para os prevenir do caminho que se abre fora da união com Deus.
  • 27. O tentador oferece-lhes uma divinização falsa, porque não tem em conta a Lei e o Amor de Deus para com eles. É “pai da mentira” (Jo 8, 44).
  • 28. “Os olhos da alma embotam-se; a razão crê-se auto-suficiente para entender tudo, (…). Arrastada por essa tentação, a inteligência humana considera-se o centro do universo, entusiasma-se de novo com o „sereis como deuses‟ e, enchendo-se de amor por si mesma, volta as costas ao amor de Deus”. São Josemaría, em Cristo que passa
  • 29. Adão e Eva desobedeceram a Deus e cometeram um pecado gravíssimo: o pecado original. Foi um pecado de soberba, pois quiseram ser como Deus, e se submeteram ao demónio. Todos os homens herdaram este pecado. Em Adão pecou todo o género humano: ao receber dos nossos primeiros pais a natureza, recebemo-la manchada com aquela culpa e, portanto, privados da graça e de todos os outros dons.
  • 30. “Todavia, a transmissão do pecado original é um mistério que nós não podemos compreender plenamente. Mas sabemos, pela Revelação, que Adão tinha recebido a santidade e a justiça originais, não só para si, mas para toda a natureza humana; consentindo na tentação, Adão e Eva cometeram um pecado pessoal, mas este pecado afecta a natureza humana que eles vão transmitir…”.
  • 31. Segundo ensina a Igreja, o pecado original transmite-se a todos os homens – com excepção de Nossa Senhora – juntamente com a natureza humana por «propagação», quer dizer, como uma espécie de contágio universal. O pecado original é-nos perdoado quando recebemos o sacramento do Baptismo.
  • 32. “O Baptismo, ao conferir a vida da graça de Cristo, apaga o pecado original e reorienta o homem para Deus, mas as consequências para a natureza, enfraquecida e inclinada para o mal, persistem no homem e convidam-no ao combate espiritual”. (CIC 405)
  • 33. Uma história de pecado Adão e Eva desobedeceram a Deus e pecaram. Foi um pecado de soberba, pois quiseram ser como Deus, e se submeteram ao demónio. O pecado entrou no mundo com a desobediência de Adão e Eva. Com este pecado perderam a amizade divina (graça) e os dons; as suas forças naturais ficaram feridas e sentiram a inclinação para o mal. A Bíblia conta como se multiplicaram os pecados sobre a terra: “Caim mata o seu irmão Abel” (Génesis, 4, 3-10) “Corrupção dos contemporâneos de Noé” (Génesis, 6, 5-7) “Soberba dos construtores da torre de Babel” (Génesis, 11)
  • 34. com a pregação do Reino de Deus começou a fundar a Igreja e a eleição dos Apóstolos. JESUS CRISTO instituindo a Eucaristia, morrendo na Cruz. a fundação concluiu e da Igreja e enviando o Espírito Santo no dia de Pentecostes.
  • 35. FORMAÇÃO DA IGREJA - 4 etapas - 1ª) Jesus escolheu 12 Apóstolos Para estarem com Ele e para os enviar a pregar. 2ª) Jesus escolheu Pedro para chefe dos Apóstolos e Pastor de toda a Igreja. 3ª) Jesus morreu e ressuscitou para nos reconciliar com Deus e reunir todos os baptizados num só Povo que é a Igreja. 4ª) A vinda do Espírito Santo no dia de Pentecostes Neste dia, a Igreja manifestou-se publicamente, desenvolvendo-se rapidamente pela força do Espírito Santo.
  • 36. O fim da Igreja fundada por Jesus é ensinar a todas as gentes o caminho para alcançar a felicidade eterna no Céu.
  • 37. Projecto IGREJA de Salvação (novo Povo de Deus) dos Homens Jesus deu origem ao novo povo que é a Igreja Uma Cabeça invisível Cristo Uma Cabeça visível Papa e o Colégio Episcopal Uma Alma (que lhe dá a vida) Espírito Santo Uma Lei O mandamento do Amor Os membros Todos os baptizados Anunciar e antecipar Uma missão já neste mundo a plenitude do Reino de Deus
  • 38. ORTODOXA PROTESTANTE IGREJAS CRISTÃS ANGLICANA CATÓLICA UNA QUAL A A que tem todas as características SANTA FUNDADA POR que Jesus quis que a Sua Igreja tivesse: JESUS? CATÓLICA APOSTÓLICA
  • 39. (a mesma) FÉ (os mesmos) SACRAMENTOS UNA HIERARQUIA (PASTORES) (a mesma) HIERARQUIA (os mesmos PASTORES) Para a Igreja local Para a Igreja universal Significa que não há diversas igrejas fundadas por Jesus, mas apenas uma. O Bispo O Papa
  • 40. O SEU FUNDADOR, JESUS CRISTO, É SANTO A DOUTRINA QUE NOS ENSINA É SANTA SANTA PROMOVE A SANTIDADE DE TODOS E OFERECE OS MEIOS OS Significa que é santa na sua SACRAMENTOS A Cabeça (Jesus Cristo) e em muitos dos seus membros, ORAÇÃO (são santos) e que possui todos os meios para santificar os homens. para a alcançar
  • 41. CATÓLICA e APOSTÓLICA Significa que é universal. Significa que Jesus Jesus fundou a sua Igreja fundou a Sua Igreja para que o Evangelho sobre os Apóstolos fosse pregado por e seus sucessores, toda a terra. o Papa e os bispos.
  • 42. CATÓLICA e APOSTÓLICA fundada sobre os UNIVERSAL APÓSTOLOS FUNDADA POR JESUS para todos os homens e mulheres A Igreja descende dos Apóstolos. espalhados por todas as nações da terra O Papa (Bispo de Roma) de todos os tempos e outros Bispos de todas as raças e línguas são os sucessores dos Apóstolos. ensina toda a doutrina de Jesus Cristo e não só parte dela, como o fazem outras confissões cristãs. Há muita gente no mundo que não conhece Jesus Cristo, o Salvador dos homens. Por isso, é necessário que o Evangelho de Jesus seja ensinado até ao último recanto da terra, para que todos os povos tenham acesso à salvação. Muitos cristãos realizam esta tarefa apostólica, em particular, os missionários.
  • 43. (a mesma) FÉ (os mesmos) SACRAMENTOS UNA HIERARQUIA (PASTORES) (a mesma) HIERARQUIA (os mesmos PASTORES) Para a Igreja local Para a Igreja universal Significa que não há diversas igrejas fundadas por Jesus, mas apenas uma. O Bispo O Papa
  • 44. O SEU FUNDADOR, JESUS CRISTO, É SANTO A DOUTRINA QUE NOS ENSINA É SANTA SANTA PROMOVE A SANTIDADE DE TODOS E OFERECE OS MEIOS OS Significa que é santa na sua SACRAMENTOS A Cabeça (Jesus Cristo) e em muitos dos seus membros, ORAÇÃO (são santos) e que possui todos os meios para santificar os homens. para a alcançar
  • 45. CATÓLICA e APOSTÓLICA Significa que é universal. Significa que Jesus Jesus fundou a sua Igreja fundou a Sua Igreja para que o Evangelho sobre os Apóstolos fosse pregado por e seus sucessores, toda a terra. o Papa e os bispos.
  • 46. CATÓLICA e APOSTÓLICA fundada sobre os UNIVERSAL APÓSTOLOS FUNDADA POR JESUS para todos os homens e mulheres A Igreja descende dos Apóstolos. espalhados por todas as nações da terra O Papa (Bispo de Roma) de todos os tempos e outros Bispos de todas as raças e línguas são os sucessores dos Apóstolos. ensina toda a doutrina de Jesus Cristo e não só parte dela, como o fazem outras confissões cristãs. Há muita gente no mundo que não conhece Jesus Cristo, o Salvador dos homens. Por isso, é necessário que o Evangelho de Jesus seja ensinado até ao último recanto da terra, para que todos os povos tenham acesso à salvação. Muitos cristãos realizam esta tarefa apostólica, em particular, os missionários.
  • 47. PASTORES DA IGREJA Todos os que recebemos o baptismo formamos a Igreja. E todos temos uma missão a cumprir: ser bons discípulos de Jesus Cristo e estender o seu Reino por todo o mundo. Uns fazem-no como fiéis correntes; Outros com uma autoridade recebida de Deus para guiar o novo Povo de Deus até ao Céu. Estes são os Pastores da Igreja. Na Igreja, os pastores são, principalmente, o Papa e os Bispos que guiam o povo cristão em nome de Jesus Cristo. Quando fundou a sua Igreja, Jesus quis estabelecer uma autoridade nuns Pastores, que se encarregaram de dirigir e servir todos os cristãos. Esses Pastores foram os Apóstolos.
  • 48. HIERARQUIA DA IGREJA PAPA Sucessor de São Pedro e bispo de Roma. É o pastor da Igreja universal. Chama-se Vigário de Cristo porque representa Jesus Cristo na terra. É também designado por Santo Padre, Romano Pontífice e Sumo Pontífice. A palavra papa deriva do grego e significa Pai. BISPOS São os sucessores dos Apóstolos. Governam, em comunhão com o Papa e sob a sua autoridade, uma fracção da Igreja chamada diocese. SACERDOTES São os membros do Povo de Deus que receberam a ordenação sacerdotal para exercer o ministério como colaboradores dos bispos. O sacerdote que está à frente de uma paróquia chama-se pároco. Paróquia é a Igreja que atende espiritualmente os fiéis de uma determinada zona. DIÁCONOS São os cristãos que receberam o sacramento da ordem para colaborar com o bispo e com os sacerdotes de uma diocese em diversos serviços para o bem da Igreja.
  • 49. OUTROS MEMBROS DA IGREJA OS LEIGOS OU SECULARES São membros do Povo de Deus chamados a dar testemunho de Cristo no Mundo, levando o espírito do Evangelho a todas as actividades humanas. OS RELIGIOSOS São os homens e mulheres que consagram a sua vida a Deus, dando testemunho público de castidade, pobreza, obediência e de esperança no Céu.
  • 50. MISSÃO DOS PASTORES DA IGREJA 1ª) Ensinar a Palavra de Deus Os Pastores realizam esta missão quando ensinam aos fiéis as verdades cristãs por meio do Magistério da Igreja. O Papa ensina-nos com os seus discursos, encíclicas, etc. Os bispos com as suas cartas pastorais, homilias, etc. Os sacerdotes com a sua pregação e catequese. 2ª) Santificar os fiéis Os pastores da Igreja santificam os fiéis, em nome de Jesus Cristo, principalmente quando celebram e administram os sacramentos. 3ª) Guiar e governar a Igreja Os pastores da Igreja guiam e governam os fiéis, quando os conduzem pelo caminho da salvação, sempre com espírito de serviço.
  • 51. A IGREJA E A FRATERNIDADE Nesta sociedade os apóstolos SOCIEDADE PAGÃ Pedro e Paulo pregam a igualdade DOS dos homens perante Deus. PRIMEIROS TEMPOS DO CRISTIANISMO HOMENS LIVRES Os papas S, Cornélio ESCRAVOS e S. Calisto tinham sido escravos. S. Calisto tinha na fronte a marca do ferro. Considerados como coisas, propriedade Anos mais tarde, por influência do Cristianismo, do seu dono e destinados ao seu serviço. a escravatura foi abolida e o mundo experimentou Compravam-se e vendiam-se como se grande progresso na justiça e fraternidade, fossem gado ou qualquer outra mercadoria. graças à pregação do Evangelho.
  • 52. A IGREJA AO SERVIÇO DO REINO DE DEUS Jesus expôs várias parábolas para explicar “O Reino de Deus é semelhante o Reino de Deus ou Reino dos Céus . a um grão de mostarda que um homem semeia no campo. Sendo uma semente tão pequena, O Reino de Deus, pouco conhecido a princípio, torna-se, ao crescer, uma árvore espalhar-se-á por toda a terra e muitas nações tão grande que as aves do céu correrão para ele, a fim de encontrarem a paz e o vêm poisar nos seus ramos” repouso. O Homem é Jesus Cristo; o campo, (Mateus 13, 31-32) o mundo. O grão de mostarda entende-se da pregação do Evangelho e da Igreja: com uns princípios muito pequenos chega a estender-se por todo o mundo. ensinando o Evangelho, A Igreja está ao serviço a caridade do Reino de Deus e realiza esse serviço e a justiça por todo o mundo.
  • 53. A IGREJA AO SERVIÇO DO REINO DE DEUS Jesus expôs várias parábolas para explicar “O Reino de Deus é semelhante o Reino de Deus ou Reino dos Céus . a um grão de mostarda que um homem semeia no campo. Sendo uma semente tão pequena, torna-se, ao crescer, uma árvore tão grande que as aves do céu vêm poisar nos seus ramos” (Mateus 13, 31-32) ensinando o Evangelho, A Igreja está ao serviço a caridade do Reino de Deus e realiza esse serviço e a justiça por todo o mundo.
  • 54. A IGREJA ANUNCIA O EVANGELHO A Igreja continua a cumprir o mandato de Jesus Cristo ao anunciar o Evangelho por todo o mundo. A este dever de ensinar a doutrina de Jesus Cristo chama-se Magistério. A Igreja exerce-o por meio do Papa e dos Bispos, que são os sucessores dos apóstolos. A Igreja guarda e explica, portanto, com autoridade, a Palavra de Deus que lhe foi confiada. Também os leigos têm o dever de ensinar aos outros com o seu exemplo e com a sua palavra. No dia da Ascensão ao Céu, o Senhor deu aos Seus Apóstolos a missão de ensinar o Evangelho do Reino de Deus, dizendo-lhes: “Ide pelo mundo inteiro e pregai o Evangelho a todas as criaturas (…) (…) E eles, partindo dali, pregaram em toda a parte (Marcos16, 15 e 20) Os Actos dos Apóstolos contam-nos o modo como os apóstolos pregaram o Evangelho de Jesus, primeiro na Palestina e depois em muitos outros países.
  • 55. O que é o Magistério da Igreja? Magistério (da Igreja) : ensinamentos que a Igreja dá aos fiéis, através do Papa e dos Bispos.
  • 56. DEVEMOS OBEDECER AO MAGISTÉRIO A Igreja conservará sempre a autêntica fé de Jesus, uma vez que Jesus e o Espírito Santo estão sempre com a Sua Igreja para evitar que ela, quando ensina, se engane. Todos os fiéis devem obedecer ao Magistério da Igreja que lhes chega através do Papa e dos Bispos. Ao obedecerem aos ensinamentos Ao fazê-lo, estamos a obedecer ao próprio do Magistério da Igreja, os cristãos Jesus que disse: “Quem vos ouve, a Mim estão a espalhar o Reino de Deus ouve; quem vos despreza, a Mim no mundo. despreza (Lucas 10, 16).
  • 57. ACÇÃO CARITATIVA DA IGREJA A Igreja conservará sempre a autêntica fé de Jesus uma vez que Jesus e o Espírito Santo estão sempre com a Sua Igreja para evitar que ela, quando ensina, se engane. curou os enfermos, Com as suas obras Jesus consolou os tristes, demonstrou o seu grande deu de comer aos famintos amor aos homens: etc. pobres Os primeiros cristãos, animados pelo órfãos exemplo de Jesus e dos apóstolos, atendiam às necessidades dos viúvas doentes hospitais, Hoje, a Igreja cuida também dos Infantários, enfermos e dos pobres através dos seus Casas para emigrantes, etc.
  • 58. A IGREJA E A PROMOÇÃO DA PAZ A Igreja, segundo os ensinamentos do Senhor, é a grande impulsionadora da justiça e da paz no mundo. O Papa assume um papel de grande relevo na promoção da paz entre os homens e as nações. É, sem dúvida, quem dá o maior contributo. ESCOLAS, A Igreja sempre COLÉGIOS contribuiu para o UNIVERSIDADES progresso cultural IMPULSO DAS ARTES, dos homens etc. através de:
  • 59. O DEVER DE FAZER APOSTOLADO “Os leigos têmo direito e o dever de ser apóstolos. Ao pertencer, Nós devemos fazer apostolado, pelo Baptismo, ao Corpo Místico de Cristo, fortalecidos pelo Espírito através da como nos recorda o Concílio Vaticano II: Confirmação, são destinados pelo Senhor ao Apostolado”. Fazer apostolado significa ajudar os outros, com o bom exemplo e a palavra, a conhecer mais e melhor a Deus. Todos os baptizados têm o direito e o dever de fazer apostolado, contribuindo, deste modo, para a propagação do Reino de Deus no mundo.
  • 60. A PRESENÇA DA IGREJA NAS MISSÕES Chamam-se “missões” às actividades promovidas pela Igreja para a pregação do Evangelho entre povos ou grupos que ainda não conheceram Jesus Cristo. A primeira actividade missionária da Igreja foi realizada pelos primeiros cristãos ao evangelizarem vastos territórios da zona mediterrânica. Na Idade Média, já quase toda a Europa fora evangelizada. As missões iniciaram-se na Ásia durante o século XII no tempo do famoso Gengis Khan. A América foi evangelizada pelos espanhóis e pelos portugueses, a partir de 1492, A actividade missionária na África e na Oceânia foi notavelmente Impulsionada desde meados do século XIX..
  • 61. A PRESENÇA DA IGREJA NA PROMOÇÃO DA CULTURA A Igreja foi a principal impulsionadora da cultura, principalmente até à Idade Moderna. As primeiras universidades do mundo apareceram por iniciativa da Igreja durante o século XIII, como resultado do desenvolvimento das antigas escolas episcopais e monacais. Assim nasceram as famosas universidades de Paris, Salamanca, Bolonha, etc. Esta actividade em favor da cultura continuou, ao longo dos séculos, até aos nossos dias. São numerosíssimas as universidades e escolas católicas nos cinco continentes.
  • 62. A PRESENÇA DA IGREJA NA PROMOÇÃO DA CULTURA Ainda assim, a Santa Sé promove a presença da Igreja no mundo da cultura, através do Conselho Pontifício da Cultura. Mas são principalmente os leigos que são chamados a assegurar a presença do Evangelho em todas as manifestações da cultura.
  • 63. PROMOÇÃO DA ACTIVIDADE CARITATIVA Os primeiros cristãos, viveram pobres intensamente o “mandamento novo” órfãos de Jesus, atendendo aos viúvas mais necessitados doentes hospitais, A Igreja , ao longo da história, não cessou asilos, de praticar esse mandamento, promovendo orfanatos, todo o tipo de iniciativas leprosarias, em favor dos serviços de assistência aos pobres e dos desvalidos: doentes com sida, etc.
  • 64. PROMOÇÃO DA ACTIVIDADE CARITATIVA É cada vez maior o número de leigos que participam em todo o mundo nas actividades de caridade e assistência, através do moderno “voluntariado”. São numerosíssimas em todo o mundo as ordens religiosas que se dedicam a essas tarefas. A Igreja também nelas colabora, através de instituições, como a “Caritas”.
  • 65. OBRAS DE ASSISTÊNCIA DIRIGIDAS PELA IGREJA HOSPITAIS DISPENSÁRIOS LEPROSARIAS ORFANATOS ÁFRICA 961 3886 266 835 AMÉRICA 1966 4930 60 3166 ÁSIA 964 3086 443 865 EUROPA 1420 2738 21 3158 OCEANIA 147 166 3 192 TOTAL 5478 14806 793 8216
  • 66. PROMOÇÃO DA JUSTIÇA E DA PAZ A Igreja é uma permanente promotora da paz e da justiça no mundo, pois a mensagem dos Papas, através dos seus ensinamentos (principalmente as encíclicas) contribuem decisivamente para se ir formando um ambiente internacional de maior respeito pela dignidade da pessoa humana.
  • 67. SANTA MARIA, MÃE DA IGREJA É venerada por milhões de cristãos, católicos e não católicos. Sábios e pessoas simples, jovens e adultos, artistas, teólogos, poetas, veneram Nossa Senhora com muito carinho. As suas imagens multiplicam-se aos milhões. Erguem-se catedrais, santuários, ermidas, etc., em sua honra. Cumprem-se rigorosamente à letra as palavras proféticas que Ela proferiu durante a visitação a sua prima Santa Isabel: “Todas as gerações me chamarão Bem-aventurada” (Lucas 1, 48).
  • 68. Do mesmo modo que na família a relação de maternidade é única e irrepetível, assim a nossa relação com a Mãe do Céu é única e diferente para cada cristão. E do mesmo modo que João a acolheu em sua casa, cada cristão há-de “entrar” no raio de acção daquela “caridade materna”. A cada um quer como se fosse o único filho, e se desvela pela nossa santidade, pela nossa salvação, como se não tivesse outros filhos na terra. Muitas vezes temos de chamá-la Mãe!... A maternidade divina de Maria é a raiz de todas as perfeições e privilégios que a adornam. Por esse título, foi concebida imaculada e está cheia de graça, é sempre virgem, subiu ao Céu em corpo e alma, foi coroada rainha de toda a criação, acima dos anjos e dos santos. Mais que Ela, só Deus.
  • 69. Do mesmo modo que na família a relação de maternidade é única e irrepetível, assim a nossa relação com a Mãe do Céu é única e diferente para cada cristão. E do mesmo modo que João a acolheu em sua casa, cada cristão há-de “entrar” no raio de acção daquela “caridade materna”. A cada um quer como se fosse o único filho, e se desvela pela nossa santidade pela nossa salvação como se não tivesse outros filhos na terra. Muitas vezes temos de chamá-la Mãe!... A maternidade divina de Maria é a raiz de todas as perfeições e privilégios que a adornam. Por esse título, foi concebida imaculada e está cheia de graça, é sempre virgem, subiu ao Céu em corpo e alma, foi coroada rainha de toda a criação, acima dos anjos e dos santos. Mais que Ela, só Deus.
  • 70. Nossa Senhora na História da Salvação Maria ocupa um lugar singularíssimo e irrepetível nos Planos de Deus para a salvação dos homens. Está associada à tarefa redentora do Seu Filho. No Paraíso Deus disse à serpente: «Ponho perpétua inimizade entre ti e a MULHER, entre a tua descendência e a Sua; ela te esmagará a cabeça» (Génesis 3, 14-15). A grandeza de Maria provém do facto de ser Mãe de Deus. O principal título de Maria é o da sua maternidade divina. Quando a Virgem livremente respondeu sim aos desígnios que o Criador lhe revelou, o Verbo Divino assumiu a natureza humana – a alma racional e o corpo formado no seio puríssimo de Maria.
  • 71. PRINCIPAIS PRIVILÉGIOS MARIANOS 6 PRIVILÉGIOS E PRERROGATIVAS NOSSA SENHORA Conjunto de qualidades e perfeições com que Deus dotou Sua Mãe. a) Maternidade divina de Maria. b) Imaculada Conceição c) Virgindade perpétua d) Assunção aos céus e) Maria é Corredentora f) Maria é Medianeira de todas as graças
  • 72. PRINCIPAIS PRIVILÉGIOS MARIANOS 6 Sendo Mãe de Jesus Nossa Senhora é verdadeiramente Mãe de Deus. Maternidade divina de Maria. AAnunciação e Encarnação. maternidade divina de Nossa Senhora é a causa (raiz) de todas as suas perfeições e privilégios. Em atenção aos méritos e santidade de Jesus Cristo, o Redentor, “a Virgem Maria foi Imaculada Conceição preservada de todo o pecado. Limpa imune de toda a mancha de pecado original desde o primeiro instante da sua Conceição…”. (Pio IX, Bula do dogma da Imaculada Conceição, 8 –XII -1854). Maria concebeu no seu seio o Filho de Deus por obra do Espírito Santo (Lucas 1, 35 e Mateus 1, 20). Virgindade perpétua «Não conheço varão». Este Filho, Jesus, nasceu virginalmente por milagre de Deus. Senhor quis que virgindade antes, durante e depois do parto do Seu Filho Jesus.
  • 73. PRINCIPAIS PRIVILÉGIOS MARIANOS 6 Os cristãos acreditam que Nossa Senhora foi elevada aos Céus em Corpo e Alma. Deus não permitiu a corrupção do corpo Assunção aos céus Subiu ao Céu emno sepulcro Alma. da Mãe de Seu Filho Corpo e e fê-la participante da Glória do Seu Filho, levando-a em corpo e alma para o Céu. O Papa Pio XII definiu este dogma, em 1950. Nossa Senhora participou intimamente em toda a obra redentora do seu Filho, Maria é Corredentora estando presente no Sacrifício do Calvário Sofreu juntoseu próprio sacrifício pela e oferecendo o da Cruz de Jesus. salvação de todos os homens, ( oferecendo o Seu Filho ao Pai, juntamente com a sua dor de Mãe), pelo que merece o título de corredentora. Com a sua poderosa intercessão, obtém Maria é Medianeira Envia-nos todas as graças. para nós todas as graças. Por ser nossa de todas as graças Mãe continua, no Céu, a sua missão salvadora.
  • 74. MARIA, MÃE DA IGREJA A 21 de Novembro de 1965, nos últimos dias do Concílio Vaticano II, Nossa Senhora foi proclamada Mãe da Igreja pelo Papa Paulo VI. Nossa Senhora é Mãe da Igreja; por ser Mãe de Cristo é também Mãe de todo o seu Corpo Místico que é a Igreja. Pode dizer-se que a Igreja nasceu principalmente nos seguintes dois momentos; nesses momentos Nossa Senhora teve um papel de primordial importância: 1 No Calvário, a Igreja nasceu do sangue de Cristo e aí Maria foi constituída por Jesus Cristo Mãe dos cristãos (ver Evang. São João). 2 No dia de Pentecostes nasceu publicamente a Igreja. Os seus membros, nesse dia, estavam reunidos sob o amparo de Nossa Senhora (ver Actos dos Apóstolos).
  • 75. O culto a Nossa Senhora O povo cristão, consciente do papel de Nossa Senhora como Medianeira de todas as graças, invoca-a de inúmeras maneiras diferentes: Mãe, Advogada, Refúgio dos pecadores, Causa da nossa alegria, Auxílio dos cristãos, Saúde dos enfermos, etc. A Igreja dedicou sempre a Nossa Senhora um culto de veneração especial: na celebração das suas festas, nas orações e cantos que lhe são dedicados, na imitação das suas atitudes cristãs mais profundas, etc. Os santuários, catedrais e igrejas dedicadas a Nossa Senhora espalham-se pelas cidades, vilas e aldeias.
  • 76. PRINCIPAIS DEVOÇÕES MARIANAS a) TERÇO A recitação do Terço, considerando os mistérios, repetindo os Pai Nossos e as Avé Marias, os louvores à Santíssima Trindade e a invocação à Mãe de Deus, é um contínuo acto de fé, de esperança de amor, de adoração e reparação. Convém rezar o Terço diariamente, melhor em família (indulgência plenária), se possível . Rezar o Terço conduz à contemplação da vida de Jesus e de Maria. É algo mais que uma pura repetição de palavras, pois as pessoas que se querem, sempre dão um sentido renovado ao seu trato habitual. A Virgem recomendou nas aparições de Lurdes e de Fátima a recitação do Terço, e todos os Papas dos últimos tempos têm prometido a sua devoção. b) ANGELUS OU REGINA COELI É uma paragem no nosso dia para saudar a nossa Mãe com alegria. É como que uma citação/récita amorosa que diariamente temos com Ela e que requer sermos pontuais. Recordamos-lhe o instante em que disse fiat ! (o sim, faça-se!) a Deus, tornando possível a nossa salvação.
  • 77. PRINCIPAIS DEVOÇÕES MARIANAS c) JACULATÓRIAS São pequenas orações, que podemos repetir durante todo o dia – com o São frases que podemos dizer na rua, no local de trabalho, no elevador, coração – sem necessidade de palavras; são “setas” dirigidas ao coração no carro, enquanto comemos..., e que podemos tirar de orações de Nossa Senhora. Quando queremos muito a uma pessoa, recordamo-la tradicionais ou inventá-las nós próprios, segundo a nossa necessidade. muitas vezes ao dia. Isso mesmo devemos fazer com a Virgem, recordá-la Bendita és! Mãe, ajuda-me! Obrigado, minha Mãe, etc. muitas vezes e dizer-lhe alguma frase carinhosa, de poucas palavras. d) TRÊS AVE MARIAS DA NOITE É um bom costume rezar três Avé Marias antes de deitar, pedindo a virtude da santa pureza e) ORAÇÃO LEMBRAI-VOS Se pensarmos um pouco manifestar-se-ão uma série de necessidades pelas quais temos de pedir : pessoais, familiares, da sociedade, da Igreja, etc.
  • 78. PRINCIPAIS DEVOÇÕES MARIANAS f) SAUDAÇÕES À IMAGEM DA VIRGEM A imagem de Nossa Senhora, que não deve faltar nos nossos lares – em sítio Ao sair ou ao entrar em nossa casa ou no nosso quarto nosso não deve faltar visível -, as imagens que encontramos nos nossos percursos diários, as que a saudação amorosa à imagem que tenhamos. há nas igrejas que frequentamos, devem ser ocasião de expressarmos Hábito de saudar ( não são precisas palavras, o pensamento basta ). o nosso o nosso carinho, dos nossos olhares amorosos, dos nossos piropos. g) ESCAPULÁRIO DO CARMO Segundo a tradição foi entregue pela Santíssima Virgem ao General da É frequente trazermos connosco fotografias dos entes queridos. Ordem, S.Simão Stok, no o amor denossa Mãe é ter com as seguintes(usar) o Um costume que indica dia 16 à Julho de 1251, imposto e trazer palavras: escapulário da Virgem do Carmo. Pode serele não padecerá o tela (expressão Recebe este hábito, o que morrer com um escapulário de fogo eterno. Há uma tradição de que doVirgem concederá aos que morrem com o abreviada do hábito a Carmo) ou uma medalha escapulário Santo Escapulário e expiam noestar benzidos). (devem Purgatório as suas culpas, a graça de alcançar, quanto antes, a Pátria Celestial, ou, o mais tardar, Está autorizado o seu uso com a condição de que tenha numa das faces no Sábado seguinte à sua morte. (Privilégio sabatino) a imagem do Sagrado Coração de Jesus e na outra a da Santíssima Virgem Pode ganhar-se indulgência plenária no dia em que nos foi imposto É o Escapulário; na solenidade Mãe de Deus aos seusCarmo,16/7; um símbolo de protecção da de Nossa Senhora do devotos e um sinal da sua consagração a Maria. na festa de S.Simão Stok, 16/5, etc
  • 79. PRINCIPAIS DEVOÇÕES MARIANAS h) ROMARIA DE MAIO Muitas Almas têm o costume de realizar, realizar, principalmente no mês de Maio, romarias a ermidas ou santuários da Virgem. Pode-se fazer de muitas maneiras; por exemplo: rezar à ida uma parte do Rosário; na ermida ou santuário, a parte que corresponde ao dia e, de regresso, a 3ª parte. Trata-se de obsequiar a Virgem com a oração que lhe é tão grata, dando a esta romaria carácter penitente – que custe algum sacrifício – e sentido apostólico; por isso, procuramos que nos acompanhem os amigos, a família, etc. i) Dedicar um dia da semana - o Sábado Ou habituam-se a dedicar à Senhora um dia da semana – o Sábado -, oferecendo-lhe alguma pequena delicadeza e meditando especialmente a sua maternidade. Ou rezando, por exemplo, a Salve Rainha, aos sábados.
  • 80. OS SACRAMENTOS DE JESUS CRISTO Hoje, por meio dos sacramentos, também é Jesus que actua na sua Igreja. Jesus ficou connosco nos sete sacramentos. Os sacramentos são sinais sensíveis instituídos Sinal sensível é uma coisa conhecida que manifesta outra menos conhecida; se vejo Igreja por Jesus Cristo e confiados à fumo, para nos descubro que há fogo. a vida divina. dar a graça, isto é,
  • 81. BAPTISMO DA A. INICIAÇÃO CONFIRMAÇÃO CRISTÃ: EUCARISTIA
  • 82. PENITÊNCIA DE B. CURA: UNÇÃO DOS DOENTES
  • 83. ORDEM SACERDOTAL AO SERVIÇO C. DA COMUNIDADE MATRIMÓNIO
  • 84. OS SACRAMENTOS DA IGREJA 7 a) No Sacramento do BAPTISMO Jesus perdoa-nos pecado original. b) Na CONFIRMAÇÃO dá-nos força para ser suas testemunhas no mundo. c) Na PENITÊNCIA Jesus perdoa-nos os pecados cometidos depois do Baptismo. d) Na EUCARISTIA Jesus dá-nos o Seu Corpo e o Seu Sangue como alimento espiritual. e) Na UNÇÃO DOS DOENTES alivia-nos e dá força e esperança para aceitar a doença e a morte. f) Na ORDEM SACERDOTAL consagra os sacerdotes como seus ministros e servidores dos seus irmãos. g) No MATRIMÓNIO santifica a união do homem e da mulher e ajuda-nos a viver bem o matrimónio.
  • 85. SACRAMENTOS DA INICIAÇÃO CRISTÃ
  • 86. O Sacramento do Baptismo O Baptismo é um novo nascimento. Jesus, ao despedir-se dos seus discípulos, deu-lhes um O Baptismo baptizai todas as gentes mandato muito concreto: “Ide e é em nome do Pai, e do Filho epela graça, nascemos19). o sacramento pelo qual, do Espírito Santo” (Mateus 28, No dia devida nova em Cristo.falou aos judeus e para a Pentecostes, São Pedro Limpa o pecado disse-lhes que Jesus era o Messias e que eles O haviam crucificado. faz-nos filhos de Deus e membros da Igreja. original e Disse-lhes: ”Arrependei-vos e baptizai em nome de Jesus Cristo, para remissão dos vossos pecados, e recebereis o dom do Espírito Santo. Eles aceitaram a sua palavra e baptizaram-se e naquele dia converteram-se mais de três mil almas” (Actos 2, 14-41).
  • 87. Efeitos do Baptismo 1. Perdoa o pecado original e quaisquer outros pecados cometidos pelo baptizando. 2. Faz-nos Filhos de Deus, membros de Cristo e templos do Espírito Santo. 3. Incorpora-nos na Igreja de Jesus Cristo. Faz-nos também membros da Igreja. 4. Além disso, o Baptismo imprime na alma um sinal indelével que se chama “carácter”, que nos faz cristãos para sempre. No Baptismo nasce a nossa vocação à santidade e ao apostolado.
  • 88. Liturgia do Baptismo * 1. Começa com o rito de acolhimento. O Sacerdote que Vai administrar o Baptismo vai à porta da Igreja onde está quem vai ser baptizado com os seus pais, padrinhos, etc. Todos juntos dirigem-se para o altar. 2. Leitura e explicação da Palavra de Deus e unção com os santos óleos. O Sacerdote faz o sinal da cruz sobre a testa do baptizando, ungindo-o. 3. Derrama de seguida água sobre a sua cabeça, dizendo: “N (diz o nome), eu te baptizo em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo”. É o momento chave do Baptismo * 4. Na administração de cada Sacramento seguem-se Em seguida o sacerdote entrega aos pais e padrinhos uma umas cerimónias significa chamam liturgiaacesa na alma do . vela acesa que a que se a luz de Cristo do Sacramento baptizado, pois Ele disse: “Eu soucerimónias: No Baptismo celebram-se estas a luz do mundo”.
  • 89. O Sacramento da Confirmação Como o corpo cresce e se fortalece, também A Confirmação é a vida cristã cresce e se robustece. Isto sucede de igual modo o sacramento que nos aumenta a graça no Sacramento da Confirmação. do Espírito Santo para nos fortalecer na fé e Quando recebemos o sacramento fazer-nos apóstolos e testemunhas de Cristo. da Confirmação, o Espírito Santo assiste-nos com maior intensidade.
  • 90. Efeitos da Confirmação 1. Fortalece a nossa fé que passa a ser uma fé adulta. Passa de ser uma fé infantil para ser uma fé vigorosa, de pessoas que deixaram de ser crianças. 2. O Espírito o Espírito Santo descer sobre vós”, disse o “Quando Santo dá-nos forças para ser apóstolos Senhor aos seus apóstolos, ”recebereis forças e testemunhas de Cristo no meio do mundo, mostrando aserdes fé mesmo em situações adversas, para nossa testemunhas” (Actos 1, 8). 3. Além disso, a Confirmação imprime na alma um sinal indelével que se chama “carácter”, que nos faz cristãos para sempre
  • 91. Liturgia da Confirmação 1. As primeiras pessoas Confirmação, ordinariamente, é O Sacramento da a administrar a Confirmação foram administrado por um Bispo. O ministro ordinário da os apóstolos (Actos 8, 14-17). Seguindo o desejo de Confirmação também pode ser um Sacerdote Jesus, a Igreja continua a administrar este sacramento. designado pelo Bispo. 2. Ao começar a cerimónia estende as mãos sobre os que vão ser confirmados, enquanto pede para eles a vinda do Espírito Santo. Em seguida o Bispo impõe a sua mão sobre a cabeça de cada confirmando e unge-o na fronte com o santo crisma, enquanto pronuncia estas Palavras: “N (aqui diz o nome de cada confirmando) recebe por este sinal o Dom do Espírito Santo”. 3. Ao recebermos a Confirmação, tornamo-nos filhos adultos da Igreja e devemos dar testemunho de Cristo onde quer que estejamos.
  • 92. A SANTA MISSA Na Última Ceia, Jesus Cristo pegou no pão em Suas mãos e disse: “Isto é o meu Corpo que será Na Eucaristia ou Santa Missa, Jesus renova entregue por vós” e converteu o pão no Seu Corpo. o sacrifício da Cruz, por meio do sacerdote; Edá-se-nos como alimento espiritualo vinho, disse: depois, tomando o cálice com e mantém-nos “Tomai e bebei, esteàéSanta Igreja. que será unidos o Meu Sangue Jesus está presente com o Corpo, pecados”. Derramado para o perdão dos vossos Sangue, Alma e Divindade. E o vinho converteu-se no Seu Sangue. E acrescentou: Fazei isto em memória de Mim”
  • 93. Assistimos à Eucaristia para: 4 FINS DA SANTA MISSA 1º) Adorar a Deus. 2º) Dar-Lhe graças por todos os seus benefícios e seu amor. 3º) Pedir-Lhe ajuda para nós e para os outros. 4º) Pedir-Lhe perdão pelos nossos pecados.
  • 94. Adorar a Deus. Fim latrêutico Dar-Lhe graças Fim de por todos os seus benefícios e Acção seu amor. de Graças FINS DA SANTA MISSA Pedir-Lhe ajuda Fim para nós e impetratório para os outros. Pedir-Lhe Fim perdão pelos propiciatório nossos pecados.
  • 95. SANTA MISSA O Sacerdote aproxima-se do altar e beija-o, como se beijasse o próprio Jesus Cristo. No Início O sacerdote faz o sinal da cruz, recordando que a Missa é a renovação do sacrifício da Cruz. Todos juntos pedimos perdão No Acto Penitencial pelos nossos pecados. Escutamos a Palavra de Deus Na Liturgia da Palavra com atenção para a pôr em prática.
  • 96. SANTA MISSA A Liturgia Eucarística É a parte central da Santa Missa, actualização do sacrifício da Cruz. Na Apresentação O sacerdote apresenta o pão e o vinho. das Oferendas Nós oferecemos a nossa vida a Deus. É o momento principal da Missa. Jesus Cristo, A Consagração por intermédio do sacerdote, converte o pão e o vinho no seu Corpo e Sangue.
  • 97. SANTA MISSA Rezamos juntos o Pai Nosso – a oração dos filhos de Deus – e o sacerdote dá a COMUNHÃO. Devemos guardar o jejum eucarístico e ter a alma em graça. Para Comungar Se temos consciência de pecado grave, aproximamo-nos primeiro da Confissão. Ao terminar a Santa Missa, o sacerdote abençoa-nos a todos e despede-se de nós. Nós damos graças a Deus.
  • 98. CONDIÇÕES PARA SE FAZER UMA BOA COMUNHÃO 1ª) Estar na graça de Deus. A Não ter consciência de estar em pecado mortal. Comunhão eucarística realiza a Quem comunga, tendo consciência de estar em pecado mortal, unidade entre os cristãos comete um pecado muito grave chamadoa fraternidade e fortalece “sacrilégio”. entre os discípulos de Jesus. 2ª) Guardar o jejum eucarístico. São Paulo Consiste em não tomar qualquer alimento ou bebida ensina esta verdade com estas palavras: uma hora antes de comungar. “O pão é um, e de necessidade pode-se beberque e tomar medicamentos. Em caso assim nós, mesmo água sejamos muitos, tomamos um só corpo, porque comemos todos 3ª) Saber Quem recebemos. do mesmo pão” (1 Cor 10,17). Evitar comungar por rotina. Devemos fazê-lo com fé viva e por amor a Jesus.
  • 99. EFEITOS DA SAGRADA COMUNHÃO 1ª) Aumenta a nossa união com Cristo. 2ª) Perdoa-nos os pecados veniais e preserva-nos dos pecados mortais. 3ª) Fortalece a unidade com toda a Igreja. Participamos na Santa Missa de um modo mais perfeito através da Sagrada Comunhão. Assim o afirma o Concílio Vaticano II: “Recomenda-se especialmente a participação mais perfeita na Missa que consiste em que os fiéis, depois da comunhão do sacerdote. Recebam o corpo do Senhor no mesmo sacrifício”.
  • 100. entrada, saudação do altar, que o sacerdote beija, saudação da assembleia; Ritos Iniciais o acto penitencial; o Kýrie eléison; Liturgia da o Glória in excelsis; SANTA MISSA Palavra e a oração colecta. (4 PARTES) Liturgia Eucarística Rito de Conclusão.
  • 101. Ritos Iniciais leituras bíblicas; Evangelho; Liturgia da SANTA MISSA Palavra a homilia; (4 PARTES) a profissão de fé ou Credo; Liturgia e a oração universal; Eucarística Rito de Conclusão.
  • 102. Ritos Iniciais preparação dos dons; Liturgia da a oração sobre as oblatas; SANTA MISSA Palavra a oração eucarística; (4 PARTES) Liturgia o rito da comunhão; Eucarística a oração dominical ou Pai Nosso; o rito da paz; Rito de Conclusão. a fracção do pão; e a comunhão.
  • 103. Ritos Iniciais Liturgia da SANTA MISSA Palavra (4 PARTES) Liturgia Eucarística o sacerdote dá a bênção, Rito de despede a assembleia, Conclusão. beija o altar, e retira-se.
  • 105. O Sacramento da Penitência, Conversão, Reconciliação ou Confissão No Evangelho vemos como, A Penitência é Jesus disse a uma mulher pecadora: ”Os teus pecados Revela assim o grande amor que Deus tem durante a sua vida na terra, estão perdoados” (Lucas 7, 48). E a São Pedro, depois pelos pecadores que se arrependemos pecados Jesus que nos perdoa (Lucas 22, faltas o sacramentoperdoava aos pecadores das suas deste o ter negado, também lhe perdoou 34-62), e cometidosestavam voltar a cometê-las. se quando depoisarrependidos: . esforçam por não do Baptismo ao bom ladrão, à mulher adúltera, etc.
  • 106. CONDIÇÕES PARA RECEBER BEM O SACRAMENTO DA PENITÊNCIA 5 1ª) Exame de consciência. é recordar todos os pecados ou faltas Exame de consciência cometidos desde a última confissão bem feita. 2ª) Dor (arrependimento) dos pecados. É um sentimento de pesarsobrenatural por ter ofendido a Deus, isto é, arrepender-se sinceramente de os ter cometido. . 3ª) Propósito de emenda. É a firme resolução de não tornar a pecar.
  • 107. CONDIÇÕES PARA RECEBER BEM O SACRAMENTO DA PENITÊNCIA 5 4ª) Dizer os pecados ao confessor. Devemos confessar e todos os pecados mortais e devemos confessar também os veniais. Pecado é toda a desobediência voluntária à Lei de Deus. Quem omite conscientemente algum pecado mortal comete um sacrilégio, e não fica perdoado dos pecados confessados. 5ª) Cumprir a penitência. que o confessor impuser.
  • 108. CONDIÇÕES PARA RECEBER BEM O SACRAMENTO DA PENITÊNCIA Na parábola do filho pródigo, Jesus apresenta um exemplo de arrependimento e perdão que ajuda a entender como nos devemos preparar para nos confessarmos, isto é, para recebermos o Sacramento da Penitência (Lucas 15, 11-32).
  • 109. A Unção dos doentes A Unção dos doentes é dada pelo sacerdote, A Unção dos doentes é Para fortalecer os doentes graves e aqueles em nome de Jesus Cristo. queo sacramento com que Jesus Cristo, o são já muito idosos Jesus Cristo instituiu A cerimónia consiste em ,ungir o doente com por meio dos santos óleos doentes. Por meio e as palavras que Sacramento, da Unção dos dizem estas palavras: óleo sagrado enquanto se deste Sacramento, Jesus alivia e reconforta um acompanham a unção, comunica ao doente “Por esta Santa Unção e pela sua piíssima misericórdia, o Senhor os cristãos ajuda espiritual para lhe dar alívio, a grande que se encontram em perigo de vida venha em teu auxílio com a graça do Espírito Santo. Amen. força e esperança naou velhice.na morte. por doença doença e Para que, liberto dos teus pecados, Ele te salve e, na sua bondade, alivie os teus sofrimentos. Amen”.
  • 110. EFEITOS DO SACRAMENTO DA UNÇÃO DOS DOENTES 1ª) fortalece a fé de quem o recebe; 2ª) perdoa os pecados do enfermo quando este, arrependido, não pode confessar-se; 3ª) por vezes, se a Providência divina assim o dispõe, produz melhoras da doença; 4ª) sempre conforta o doente durante a doença e o ancião na debilidade da velhice.
  • 111. SACRAMENTOS AO SERVIÇO DA COMUNIDADE
  • 112. O Sacramento da Ordem Antes da Ascensão Jesus deu aos apóstolos Na Última Ceia o Eternosacerdotal é da Ordem Jesus éensinar instituiu o sacramento «Ide e Jesus A Ordembaptizar ao dizer-lhes: e Sumo Sacerdote aDepois da ressurreição concedeu-lhes o poder de missão de e eaoo mediador entre Deus e os homens, uma vez que, é dar aos apóstolos o poder de consagrar a Eucaristia ensinai todas as gentes, baptizando-as em cristãosPai perdoar os «Fazeiqual memória de donome quando lhes disse:derramado naalguns reconciliou o sacramentopecados (João 20, 22-23). Mim» com o Seu sangue pelo isto em Cruz, nos e do Filho e do Espírito Santo» (Mateus 28,19). são consagrados como perdoam os pecadosdizer, sacerdotes, quer (Lucas 22,19); fez os seus apóstolos sacerdotes. comAgora, Ele sacerdotes Deus. os próprio escolheu os doze apóstolos Agora, osos sacerdotesPenitência. Agora, sacerdotes têm esse Cristo. no sacramento da ensinam-nos como ministros sagrados de poder. . para serem sacerdotes da Nova Aliança o Evangelho em nome de Jesus.
  • 113. O Sacramento da Ordem O Sacramento Celebrar a Santa Missa da Ordem 1ª) As missões que Jesus Bispo,Ensinar ao consagra recebe-o o sacerdote do que Palavra de Deus  Administrar os Sacramentos deu aos seus e lhe transmite o poder de celebrar fiéis 2ª) Santificar os a sacerdotes Santa Missa e de perdoar osapecados,Deus  Pregar Palavra de 3ª) Guiar e governar a Igreja em nome de Jesus Cristo.  Guiar os homens até Deus
  • 114. Com o Papa Participam e sob aSãoautoridade, sua os dirigem plenamente a Igreja, especialmente sucessores Os Bispos a parte que está confiada do sacerdócio dosde Cristo. apóstolos a cada um deles, chamada . diocese. Pelo sacramento São colaboradores SACRAMENTO 3 graus dosOrdem da bispos. DA subordinados Os Sacerdotes participam Também se chamam entre si desde a sua ORDEM origem. do sacerdócio presbíteros. de Cristo. Colaboram Receberam também o com os presbíteros, sacramento da Ordem. Os Diáconos realizando Não são sacerdotes, mas ministrosserviços diversos de Cristo eeclesiais. da Igreja
  • 115. Quando JESUS celebram a Eucaristia e os outros SACERDOTE sacramentos. A Igreja, cumprindo o OS Quando mandato de Jesus, representam JESUS anunciam o Evangelho SACERDOTES continua a ordenar e pregam a MESTRE sacerdotes que têm Palavra de Deus. a mesma missão do Senhor. Quando ensinam os cristãos JESUS a viver como tal PASTOR e a lutar para ser santos.
  • 116. O Sacramento do Matrimónio O Matrimónio cristão é, portanto, um O Matrimónio é sacramento instituído por Jesus Cristo Deus criou o Matrimónio no Paraíso terrestre. o sacramento dele, que um a e é, através que santifica Jesus Cristo elevou o matrimónio cristão à dignidade união homem e uma mulher entre o homem e a mulher de Sacramento, Deus abençoa e santifica a união do e lhes unemgraça para formar se dá a perante Deus homem com a mulher. com o fim de formar para sempre uma família cristã. uma comunidade de vida e de amor.
  • 117. O Sacramento do Matrimónio Deus criou o Matrimónio no Paraíso terrestre: 1 Para que o homem e a mulher se amassem e, amando-se, se ajudassem mutuamente e fossem felizes. 2 Para que o seu amor fosse fecundo, quer dizer, para que tivessem filhos e os educassem como pessoas e como filhos de Deus.
  • 118. O Matrimónio é obra de Deus. Deus cria o homem e a mulher um para o O Matrimónio e o amor conjugal estão outro e chama-os a um amor profundo. condenados à procriação e educação dos filhos, segundo o Lê-se no Génesis 2,II: Concílio Vaticano 18: Concílioque o 1, 28: Concílio. Vou “Não éno Génesis homem Lê-se bom Bíbliaeautêntico do amor Bíblia multiplicai-vos esteja só Vaticano ajuda lado “ OCrescei uma II Vaticano II “ cultivo dar-lhe conjugal…semadeixar de e enchei terra.” proporcionada a ele. os demais fins do matrimónio, E criou-os homem e mulher.” obriga os esposos a cooperar (…) com o amor do Criador.”
  • 119. Propriedades do Matrimónio O Matrimónio é de um homem UNIDADE 2 com uma mulher. A união matrimonial INDISSOLUBILIDADE é para toda a vida.
  • 120. O Sacramento do Matrimónio Santo Agostinho falava nos três bens do matrimónio: 1º) O bem da prole: os filhos; 2º) O bem da unidade; 3º) O bem da indissolubilidade.
  • 121. O Sacramento do Matrimónio O matrimónio cristão é uma realidade natural instituída por Deus, sendo suas características a unidade e a indissolubilidade. A unidade significa que o matrimónio é uma união de um homem com uma mulher, que ficam ligados por um vínculo jurídico: o vinculo conjugal. A indissolubilidade significa que essa união, que está ordenada a gerar filhos que seus pais devem educar, está destinada a durar por toda a vida dos cônjuges. Apenas a morte de um deles é capaz de dissolver o vínculo.
  • 122. A moral do homem novo O que é a moral? Qual é a ciência que nos ensina a A Ciência que comportarmo-nos bem com Deus, ensina o homem com os nossos pais e irmãos, com os a comportar-se bem vizinhos e toda a gente que há no mundo? éa Moral. A Moral é, portanto, a ciência do bem e do mal, que ensina o que se deve fazer, porque é «bom» e o que se deve evitar, porque é «mau».
  • 123. Oso homemactuam por instinto. Osbem animais pode escolher entre o seus Só Deus, no Antigo Testamento, deu-nos actos não se podem considerar e o Dez Mandamentos para nosverdade, mal: pode mentir ou dizer a ensinar os «bons» ou «maus»: obedecer ouO amar a Ele etrabalhar ou desobedecer, aos homens. o caminho para actuam obrigados pelos instintos. não fazer nada, amar o próximo ou maltratá-lo.
  • 124. Jesus, no Evangelho, confirma o Decálogo, novo e atinge a sua plenitude com o seu Jesus ensina-nos também mandamento do amor: que, só vivendo assim, cumprimos a vontade de Lê-se em João 13, 34-35: Deus e somos felizes. Bíblia Por isso, ensinou-nos “ Amai-vos uns aos outros também as Bem- como eu vos amei.” -Aventuranças, que são o caminho para alcançar a felicidade no Céu.
  • 125. Esta é a moral do homem novo, quer dizer, daqueles que conheceram Jesus e querem viver como Ele viveu e ensinou a viver.
  • 126. O bem e o mal Por experiência, sabemos que existe o ”bem físico”- saúde, comida, casa, etc. e também o ”mal físico”- fome, doenças, acidentes na estrada, terramotos, etc. «bem moral»: ajudar os outros, O mal moral lesa sempre amar o próximo, o homem. dizer a verdade, etc. O bem moral, beneficia «mal moral»: o homem e ajuda-o a ser insultar, agredir, mentir, melhor como pessoa desejar mal aos outros, e como filho de Deus. etc.
  • 127. ACTOS BONS ACTOS ACTOS MAUS
  • 128. ajudar um pobre, Mesmo que alguém dissesse ACTOS BONS amar os pais, EM SI que eram actos maus, MESMOS dizer a verdade, nós sabemos que são bons. etc. Existem blasfemar, ACTOS MAUS Mesmo quementir, dissesse alguém EM SI que eram actos bons, MESMOS matar, nós sabemos que são maus. etc.
  • 129. LIBERDADE E RESPONSABILIDADE A realize livremente (isto é, querendo fazê-la) Para que é uma acção seja necessário que a pessoa e “boa”ou “má” conscientemente (isto é, sabendo o que está a fazer). A liberdade é que permite que um acto seja «bom» ou «mau». O homem é livre porque pode escolher entre o bem e o mal. É muito importante, por isso, educar e fortalecer a vontade (a liberdade) para fazer bem uso dela. Ligada à liberdade encontra-se a responsabilidade. Quando um homem realiza um acto porque quer, e disso tem consciência, é responsável por esse acto, e é merecedor de prémio ou castigo.
  • 130. A CONSCIÊNCIA E A LEI MORAL Na vida moral existem dois elementos de grande importância: a consciência e a lei. A consciência é o que cada pessoa tem de mais íntimo e sagrado, porque, através dela, o homem ouve a voz de Deus que lhe diz o que deve fazer e o que tem de evitar. A lei é a norma que nos manda fazer o bem e não fazer o mal. natural Há vários mosaica tipos de leis: evangélica positiva
  • 131. A CONSCIÊNCIA E A LEI MORAL Na vida moral existem dois elementos de grande importância: a consciência e a lei. A consciência é o que cada pessoa tem de mais íntimo e sagrado, porque, através dela, o homem ouve a voz de Deus que lhe diz o que deve fazer e o que tem de evitar. A lei é a norma que nos manda fazer o bem e não fazer o mal.
  • 132. A CONSCIÊNCIA E A LEI MORAL é a que está inscrita no interior de cada homem natural e lhe permite conhecer o bem e o mal. é aquela que foi dada mosaica por Deus a Moisés: Há vários os dez mandamentos. tipos de leis: é a que nos foi dada evangélica por Jesus, o Filho de Deus. é a que é ditada positiva pelos homens.
  • 133. A LEI DE DEUS E A CONSCIÊNCIA Conhecemos a lei de Deus: a) Pelos dez mandamentos que recebemos de Deus. b) Pelo que Jesus nos ensina no Evangelho. c) Pelos mandamentos da Igreja que nos ajudam a cumprir a lei de Deus.
  • 134. A LEI DE DEUS E A CONSCIÊNCIA A consciência, falando no nosso interior, também nos indica a vontade de Deus: Se o acto que A vamos praticar consciência diz-nos: “deves fazê-lo”. é bom, Devemos É necessário, porém, obedecer-lhe formar muito bem a consciência, sempre de acordo com a lei de Deus.. A Se o acto consciência “não deves fazê-lo”. é mau, diz-nos:
  • 135. O pecado, ofensa e ruptura com Deus Pecado é um pensamento, desejo, palavra, acto ou omissão contrário à lei de Deus. Para que haja pecado, é necessário que se realize com advertência (isto é, sabendo o que faz) e consentimento (isto é querer fazê-lo). Deus, no Antigo Testamento, deu-nos os Dez Mandamentos para nos ensinar o caminho para O amar a Ele e aos homens.
  • 136. Quando o homem, com consciência plena e querendo, rompe a amizade MORTAL com Deus, porque a sua falta é grave. PECADO Quando o homem, com consciência plena e querendo. enfraquece VENIAL a sua amizade com Deus, porque a sua falta não é grave.
  • 137. O pecado, ofensa e ruptura com Deus O filho pródigo rompeu com o pai e abandonou-o. O pecado também é: 1º) Uma ruptura com Deus: porque, pelo pecado, o homem ofende a Deus e separa-se dele. 2º) Uma ruptura com os outros: porque do pecado provém tudo o que nos separa dos outros homens – inveja, ódio, guerra, etc. 3º) Uma ruptura consigo próprio: porque o pecado prejudica quem o comete, que deixa de ter alegria e paz.
  • 138. Advertência Consentimento Matéria Adorar a Deus. Adorar a Deus. plena. Deliberado. grave. PECADO Advertência MORTAL Adorar a Deus. Consentimento plena. Deliberado. Advertência Adorar a Deus. Matéria grave. PECADO plena. VENIAL Matéria Consentimento grave. Deliberado.
  • 139. A conversão: voltar para Deus O filho pródigo «arrependeu-se» do que tinha feito e disse: «Irei ter com o meu pai… e, levantando-se, pôs-se a caminho de casa do pai» (Cfr. Lucas 15, 11-24). Converter-se a Deus quer dizer voltar para Deus e pedir-Lhe perdão por ter pecado. Ninguém se pode converter, se Deus não o ajudar com a graça do Espírito Santo.
  • 140. A conversão: voltar para Deus O cristão, para não tornar a pecar, deve: 1º) Aborrecer o pecado. Esta é a primeira condição: «Aborrecei o pecado, vós que amais a Deus» (Salmo 97, 10). 2º) Abandonar as ocasiões de pecado, pois que: « Quem ama o perigo, cairá nele» (Eclesiástico 3, 27). 3º) Receber com frequência o sacramento da penitência. Este sacramento não serve apenas para perdoar os pecados, mas também para aumentar a graça, isto é, a ajuda de Deus.
  • 141. Vida nova pela graça  A vida cristã gera-se e desenvolve-se na Igreja:  A vida da graça é gerada pelo Baptismo.  fortalece-se com a Confirmação.  cura-se pela Penitência.  é alimentada com o próprio Corpo de Cristo na Eucaristia.  Àqueles que, sem culpa, não conhecem nem a Igreja, nem Cristo, Deus não deixa de outorgar-lhes as graças necessárias por caminhos que só Ele conhece.
  • 142. CIC 1963: O pecado venial não destrói o estado de graça, mas “enfraquece a caridade, traduz um afecto desordenado aos bens criados, impede o progresso da pessoa no exercício das virtudes e na prática do bem moral; e merece penas temporais. O pecado venial deliberado e não seguido de arrependimento, dispõe, a pouco e pouco, para cometer o pecado mortal”.
  • 143. Vida nova pela graça Ao nascer, Deus dá-nos a vida através dos nossos pais. vida nova Quando somos baptizados, Deus dá-nos uma por meio da graça santificante. A graça santificante é um dom gratuito que Deus nos concede no baptismo. Através dela, convertemo-nos em herdeiros do céu. A partir deste momento, Deus vive em nós e está connosco enquanto não o expulsarmos da nossa alma pelo pecado mortal. Além dagraça santificante, Deus concede-nos graças actuais. Estas são ajudas concretas de Deus para fazer o bem e evitar o mal.
  • 144. Vida nova pela graça OS SACRAMENTOS Podemos receber com frequência a Penitência e a Eucaristia. MEIOS A ORAÇÃO para conseguir/aumentar «Pedi e dar-se-vos-á», diz Jesus (Mateus 7,7). a graça AS BOAS OBRAS Aumentam a graça santificante e multiplicam as graças actuais.
  • 145. SOMOS FILHOS DE DEUS Ao nascer, a criança recebe a vida natural de seus pais e é, portanto, seu filho. Com o Baptismo, recebe a vida sobrenatural de Deus e passa a ser também filho de Deus. Assim o revelou Cristo: «Quando orardes dizei: Pai nosso que estais no Céu…» (Mateus 6, 9).
  • 146. SOMOS FILHOS DE DEUS Ser filho de Deus é um facto muito real. Não quer dizer apenas que Deus nos trata como se fosse nosso pai e quer que O tratemos como se fôssemos seus filhos, mas que Ele é realmente nosso Pai e nós somos verdadeiramente seus filhos pela graça recebida no baptismo: «Considerai que amor nos mostrou o Pai: que quer que sejamos chamados filhos de Deus e o sejamos de verdade» (1 João 3, 1).
  • 147. A luta do cristão DEMÓNIO São DE convites ambiente O QUE SÃO? TENTAÇÕES ONDE pouco cristão a cometer PROVÊM PROCEDEM? DO(A) pecados as nossas más inclinações A tentação nunca provém de13) Deus não tenta ninguém (Tiago 1, Deus. Deus não permite as tentações, mas não deixa Deus permitirá que sejais tentados acima das vossas forças que elas superem as10, 13) (I Coríntios nossas forças.
  • 148. A luta do cristão Em caso Deus ajuda-nos os meios de lhe resistir (I Coríntios 10, 13). de tentação dar-vos-á a vencer as tentações. ORAÇÃO Pedindo ajuda a Jesus e à nossa É o Como próprio Jesus Mãe do Céu para lutar e vencer. Quem nos ensina se os meios combatem? para vencermos MORTIFICAÇÃO Oferecer pequenos sacrifícios unidos as tentações. a Jesus na Cruz para reparar os nossos pecados e os de todos os homens,
  • 150. 6º AMAR A DEUS SOBRE NÃO COMETER TODAS AS COISAS ACTOS IMPUROS 2º 7º NÃO PRONUNCIAR NÃO ROUBAR O SANTO NOME DE DEUS EM VÃO 8º NÃO DIZER FALSOS TESTEMUNHOS 3º NEM MENTIR SANTIFICAR AS FESTAS DE GUARDA 9º NÃO CONSENTIR EM PENSAMENTOS 4º OU DESEJOS IMPUROS HONRAR PAI E MÃE 5º 10º NÃO MATAR NÃO COBIÇAR OS BENS ALHEIOS
  • 152. Primeiro Mandamento Os dez mandamentos dividem-se em “dois rolos”: os três primeiros referidos a Deus e os sete restantes referidos à conduta da própria pessoa e à sua relação com os outros. Jesus precisa: “Amarás o Senhor teu Deus com todo o teu coração, com toda a tua alma e com toda a tua mente. Este é maior e o primeiro mandamento. O segundo é semelhante a este: amarás o teu próximo como a ti mesmo. Destes dois mandamentos dependem toda a Lei e os Profetas” (Mt 22, 37-40).
  • 153. Primeiro Mandamento AT NT 1º AMAR A DEUS SOBRE TODAS AS COISAS 1º 2º “Amarás o Senhor teu Deus NÃO PRONUNCIAR O SANTO NOME DE DEUS DEUS com todo o teu coração, com EM VÃO toda a tua alma e com todas as tuas forças”. 3º SANTIFICAR AS FESTAS DE GUARDA
  • 154. Primeiro Mandamento AT NT 3º SANTIFICAR AS FESTAS DE GUARDA 4º HONRAR PAI E MÃE 5º NÃO MATAR Conduta da própria 2º amarás o teu próximo pessoa e a sua relação como a ti mesmo. 6º NÃO COMETER com os outros ACTOS IMPUROS 7º NÃO ROUBAR 8º NÃO DIZER FALSOS TESTEMUNHOS NEM MENTIR 9º NÃO CONSENTIR EM PENSAMENTOS OU DESEJOS IMPUROS 10º NÃO COBIÇAR OS BENS ALHEIOS
  • 155. Primeiro Mandamento Jesus ensina-nos com o seu exemplo a amar Seu Pai sobre todas as coisas. Jesus ensina-nos que só a Deus devemos adorar. Só Deus merece culto de adoração, porque só Ele é nosso Criador e Senhor. O homem deve prestar culto a Deus para reconhecer a Sua grandeza, agradecer os Seus dons e pedir-Lhe aquilo de que necessita. Não adoramos Nossa Senhora, porque não é Deus, mas, por ser Mãe de Deus, prestamos-lhe um culto especial de veneração. Também veneramos os Santos.
  • 156. Primeiro Mandamento O 1ª mandamento manda-nos crer em Deus, ter esperança n‟Ele e amá-Lo sobre todas as coisas, isto é, viver as virtudes da Fé, da Esperança e da Caridade. a idolatria, a superstição, Proíbe-nos todos os actos a magia e o espiritismo, que vão contra a honra acreditar em coisas contra a fé, devida a Deus: desconfiar de Deus, etc.
  • 157. Primeiro Mandamento “Dar glória a Deus” equivale a aceitar a sua grandeza e a adorá-Lo. O homem dá glória a Deus Quando vive quando crê n‟Ele, a fé, se n‟Ele põe toda a sua confiança quer dizer, a esperança e se o ama sobre todas as coisas; e a caridade. O primeiro mandamento (amar Deus sobre todas as coisas) abarca estas três virtudes.
  • 158. Primeiro Mandamento Ter fé supõe também ter confiança em Deus e manter a esperança de que se alcançará a vida eterna; A esperança em Deus requer a fé n‟Ele, pois se está seguro de que Deus sempre é fiel à sua palavra e mantém as suas promessas; A caridade é a virtude teologal pela qual se ama a Deus, sumo bem, e aos homens por Deus.
  • 159. Primeiro Mandamento dúvida voluntária ou involuntária, Incredulidade menosprezo da verdade revelada, quando não somente se defende heresia um erro contra a fé, mas também se Pecados contra a fé desobedece à advertência da hierarquia, o que abandona e impugna a fé apostasia que tinha professado, separação da Igreja católica cisma e não aceitação da autoridade e obediência ao Papa.
  • 160. Primeiro Mandamento por defeito, desespero; Pecados contra a esperança por excesso, presunção.
  • 161. Primeiro Mandamento (se descuida Indiferença a Deus); ou se repudia amor (não se reconhece o amor que Deus nos tem ou nãoIngratidão amor); se lhe devolve esse quando (trata-se com negligência Tibieza e descuido as coisas referentes a Deus); (preguiça espiritual: despreza o gozo Pecados contra da entrega aAcedia Deus, sente-se tristeza em segui-lo); o amor a Deus (razão última: orgulho; ocasião: Ódio a Deus de que costuma ser o facto Deus condene o pecado e o castigue); Ódio ao próximo: (supõe um agravo directo Ódio incluem-se murmuração, a Deus, ao próximo crítica, etc.); (falta grave quando por acção ou omissão Escândalo se induz deliberadamente outro a pecar).
  • 163. Segundo Mandamento O amor que temos a Deus faz com que pronunciemos o Seu nome com o maior respeito e veneração. Como o amor que temos aos nossos pais faz com que pronunciemos o seu nome com respeito e fiquemos incomodados se alguém os desconsidera. O segundo mandamento manda-nos, respeitar e usar bem o nome de Deus, que é santo.
  • 164. Segundo Mandamento Assim, cumprimos o segundo mandamento: “Não pronunciarás o nome de Deus em vão”. O segundo mandamento proíbe-nos de blasfemar, ou seja, dizer palavras ou fazer gestos injuriosos contra Deus, Nossa Senhora e os Santos. Também proíbe jurar sem verdade e sem necessidade (jurar é invocar Deus como testemunha).