O documento aborda a vigilância socioassistencial como essencial para garantir a eficácia das políticas de assistência social no Brasil, enfatizando a necessidade de planejamento e avaliação das ações em relação às necessidades da população. Também destaca a importância da articulação entre proteção social, vigilância e defesa de direitos, sugerindo uma abordagem que tenha em vista tanto os que recebem assistência quanto os que ainda estão excluídos. Por fim, propõe que a vigilância deve ser territorializada e interligada, promovendo uma visão holística das demandas e respostas socioassistenciais.