CAMPANHA BOA ESCOLA
Critérios para escolha da faculdade a
cursar
SEMESP
2009
•Fundamentação conceitual
•Indicação de abordagens
•Sugestão de ferramentas
OBJETIVOS
• Difundir o uso de critérios objetivos para a escolha da
faculdade a cursar, de modo a dar segurança à opção
do estudante
• Motivar as IES a se aprimorarem nos quesitos
valorizados como critérios de escolha
PÚBLICOS-ALVO
(em ordem de prioridade)
• Vestibulandos e suas famílias
• Estudantes secundaristas e suas famílias
• Estudantes em geral
• Instituições de ensino
• Público em geral
PÚBLICO PRIORITÁRIO
(Vestibulandos)
Dois perfis
– Jovens adolescentes, ainda fora do mercado de trabalho
– Adultos jovens, já inseridos no mercado de trabalho, necessitando de
graduação superior para crescimento profissional.
Denominador comum dos dois perfis
– Pessoas sob pressão, com urgente necessidade de escolha profissional
e acadêmica
O STRESS DA ESCOLHA PROFISSIONAL
Pesquisa:
SINTOMAS DEPRESSIVOS EM ADOLESCENTES DE UM COLÉGIO PARTICULAR
Universidade São Francisco - 2006
Amostra: 791 estudantes secundaristas
Resultados
•Sintomas depressivos em 45,7% da amostraSintomas depressivos em 45,7% da amostra, com maior prevalência de casos no
sexo feminino
•Aumento do indicativo de depressão de acordo com o progresso acadêmico dos
sujeitos
•Depressão aumenta 8% no cursinho em relação ao terceiro colegial e quase 25% no
terceiro colegial em relação ao segundo
SE O PÚBLICO PRIORITÁRIO...
• Precisa tomar uma decisão importante em sua vida
• Tem de definir o futuro profissional enquanto mantém atividades normais
de estudo e trabalho
• Sabe que essa definição pode alterar muito a sua vida
• Não tem tanta informação quanto gostaria para fazer uma opção segura
• Está em situação de stress por causa disso tudo
UMA COMUNICAÇÃO EFICIENTE DEVE...
• Motivar para a escolha acadêmica/profissional, sem ampliar o stress
• Fazer da escolha um momento rico e prazeroso de afirmação pessoal, não
uma tortura
• Informar com precisão, mas de forma concisa, objetiva e agradável
OU SEJA...
OS PROBLEMAS COLOCADOS PARA A
COMUNICAÇÃO
• O que fazer para ser eficiente nas mensagens?
• Que estratégia adotar?
• Quem influi na decisão de escolha?
• Como atingir os influentes?
QUEM INFLUI NA ESCOLHA?
Pesquisa
O PAPEL DA FAMÍLIA E DOS PARES NA ESCOLHA PROFISSIONAL
Universidade de Brasília – 2005
Amostra: 16 ex-orientandos de programa de orientação profissional
Conclusão
“O papel da família é importante, mas não determinante para a escolha. Os adolescentes
também destacam a influência dos pares (...) existe influência do contexto grupal no qual
a criança está inserida."
Pesquisa
AMIZADE E ESCOLHA PROFISSIONAL: INFLUÊNCIA OU COOPERAÇÃO?
Universidade Federal do Espírito Santo – 2007
Amostra: 88 estudantes secundaristas
Resultados
•93% das garotas e 80% dos rapazes conversam com seus amigos sobre seu futuro
profissional
•48,8% das garotas e 55,5% dos rapazes consideram a si mesmos como a pessoa mais
importante na decisão de seu futuro profissional
OU SEJA...
Se é jovem quem toma a decisão
Se os amigos tem maior papel no aconselhamento
Se a influência dos pais é secundária
A COMUNICAÇÃO DEVE SER VOLTADA AO
JOVEM E TER LINGUAGEM QUE O ATRAIA
COMUNICAÇÃO E GOSTO JOVEM
•Que meios de comunicação ele prefere?
•Qual o seu comportamento com os meios de
comunicação?
•Qual a linguagem mais eficiente para falar com ele?
SERES MULTIMÍDIA
Pesquisa
ADOLESCENTES BRASILEIROS, MÍDIA E NOVAS TECNOLOGIAS
PUC-Rio de Janeiro – 2005
Amostra: 949 estudantes de 1º e 2ºgrau (11 a 17 anos)
•99,5% possuem TV em casa
•72% possuem videogame
•71,3% fazem uso do telefone celular
•46,7% possuem computador em casa.
•48% acessam a internet
Pesquisa
MÍDIA E EDUCAÇÃO-IMAGEM – TEMPO E O JOVEM
UNIP, Anhembi-Morumbi, ECA-USP, Faculdades de Guarulhos – 2003
Amostra: 239 universitários, refletindo sobre seu consumo de TV quando crianças
O que atrai na TV:
•Brincadeira - o lúdico – o jogoBrincadeira - o lúdico – o jogo
•Cores - fortes – luminosidade – berrantesCores - fortes – luminosidade – berrantes
•Movimento – cortes vibrantes - rapidezMovimento – cortes vibrantes - rapidez
•Violência – morte - perseguiçãoViolência – morte - perseguição
•Humor – engraçado - gozado - descontraídoHumor – engraçado - gozado - descontraído
SERES MULTIMÍDIA
Pesquisas de Mercado – Fontes Variadas
•Consumo dos meios de mídia mudou, share da Internet aumentou e da TV Aberta
caiu
•O site colaborativo de vídeos YouTube já possui audiência superior à TV Paga no
Brasil
•O espectador quer ter mais poder sobre a experiência: conteúdos, plataforma e
tempo.
•Espectador quer assumir uma posição proativa: lógica do usuário
•Audiências mais jovens indicam a necessidade de diversificar as plataformas.
•Não se trata apenas de disponibilizar os conteúdos de TV. É necessário repensar
a linguagem.
•As audiências apresentam preferências claras para os conteúdos sob demanda
EM SUMA...
• As mídias tradicionais não interessam ao jovem
• As mídias digitais são as preferidas
• A preferência pela internet avança, mas a TV não foi
abandonada
• O jovem quer uma comunicação interativa e
colaborativa
• O jovem quer uma comunicação atraente e divertida
EXAMINANDO OS CRITÉRIOS DE ESCOLHA
CRITÉRIOS BÁSICOS
• Tradição
• Convênios
• Credenciamento
• Corpo Docente
• Instalações
• Aceitação no Mercado
• Preço
CRITÉRIOS ADICIONAIS
• Produção científica
• Inovação pedagógica
• Condições de trabalho
oferecidas a docentes e
funcionários
• Relacionamento com os alunos
• Compromisso com a cidadania
• Responsabilidade social
• Responsabilidade ambiental
• Preocupação comunitária
• Compromisso com o
desenvolvimento da região
onde se insere
OBSERVA-SE
• Multiplicidade de critérios
• Critérios não-hierarquizados
• Dispersão
RESULTANDO
• Dificuldade de Comunicação
EXAMINANDO OS CRITÉRIOS DE ESCOLHA
ESTRATÉGIA DE COMUNICAÇÃO SUGERIDA
CRITÉRIOS
• Sintetizar os critérios ao menor número possível e hierarquizá-los
• Trabalhar o número de critérios como um bordão (Por exemplo,
"os 7 critérios", em vez de simplesmente "os critérios")
• Considerar a substituição do termo “critério” por sinônimo mais
simples, mais afetivo (por exemplo, “os 7 toques”, “as 7 dicas”)
• Inserir os critérios em produtos/situações de entretenimento
ESTRATÉGIA DE COMUNICAÇÃO SUGERIDA
MÍDIAS
• Priorizar as mídias eletrônicas, preferidas pelos jovens (TV, internet,
celular)
• Usar mídias impressas e rádio em caráter complementar, se for o
caso
• Investir em formatos interativos e colaborativos, estimulando que o
público se aproprie e manipule a informação (jogos, testes, quiz,
trivia, etc)
• Priorizar formatos televisivos de mais apelo juvenil (sitcoms, reality-
shows, programas esportivos, programas de variedades)
• Usar as redes sociais da Internet (Orkut, Twitter, Facebook, You
Tube, etc)
• Envolver o público afetivamente no processo comunicativo
ESTRATÉGIA DE COMUNICAÇÃO SUGERIDA
LINGUAGEM
• Usar a descontração, a informalidade e o humor
• Utilizar textos curtos e ágeis, em qualquer das mídias escolhidas;
“vender” os conteúdos com poucas palavras
• Cercar o grafismo da arte eletrônica e do eventual material
impresso de muita cor e movimento
• Evitar materiais em tons escuros e sombrios; buscar a luminosidade
em todas as peças
• Priorizar o uso de personagens e personalidades do mundo virtual,
já reconhecidos pelo público, em vez de modelos publicitários
convencionais
• Procurar obter uma propaganda que não pareça propaganda; o
conteúdo deve parecer útil, relevante, e não apenas agradável.
ESTRATÉGIA DE COMUNICAÇÃO SUGERIDA
PRODUTOS POSSÍVEIS
• Um site/ambiente de internetsite/ambiente de internet, que centralize os conteúdos da
campanha e ofereça inúmeras ferramentas de interação e de
colaboração
• Comunidades virtuais, nos sites de relacionamento, articulando
jovens na situação de escolha profissional e acadêmica
• Pílulas humorísticas para TV e internet, em micro-formato (30” a
1’), em torno do dilema de escolher, dirigindo a atenção para a
escolha de faculdade
• Sitcom ou Reality-show de pequeno formato e baixo custo de
produção, para internet (e eventualmente TV), tematizando os
problemas de quem tem de escolher faculdade
• Jogos virtuais, para lazer individual ou em grupo, com os
conteúdos da campanha
• Game-show para TV, em formato de quadro ou programa curto.
• Reality-show de TV sobre profissões e orientação de carreira

Campanha boa escola

  • 1.
    CAMPANHA BOA ESCOLA Critériospara escolha da faculdade a cursar SEMESP 2009 •Fundamentação conceitual •Indicação de abordagens •Sugestão de ferramentas
  • 2.
    OBJETIVOS • Difundir ouso de critérios objetivos para a escolha da faculdade a cursar, de modo a dar segurança à opção do estudante • Motivar as IES a se aprimorarem nos quesitos valorizados como critérios de escolha
  • 3.
    PÚBLICOS-ALVO (em ordem deprioridade) • Vestibulandos e suas famílias • Estudantes secundaristas e suas famílias • Estudantes em geral • Instituições de ensino • Público em geral
  • 4.
    PÚBLICO PRIORITÁRIO (Vestibulandos) Dois perfis –Jovens adolescentes, ainda fora do mercado de trabalho – Adultos jovens, já inseridos no mercado de trabalho, necessitando de graduação superior para crescimento profissional. Denominador comum dos dois perfis – Pessoas sob pressão, com urgente necessidade de escolha profissional e acadêmica
  • 5.
    O STRESS DAESCOLHA PROFISSIONAL Pesquisa: SINTOMAS DEPRESSIVOS EM ADOLESCENTES DE UM COLÉGIO PARTICULAR Universidade São Francisco - 2006 Amostra: 791 estudantes secundaristas Resultados •Sintomas depressivos em 45,7% da amostraSintomas depressivos em 45,7% da amostra, com maior prevalência de casos no sexo feminino •Aumento do indicativo de depressão de acordo com o progresso acadêmico dos sujeitos •Depressão aumenta 8% no cursinho em relação ao terceiro colegial e quase 25% no terceiro colegial em relação ao segundo
  • 6.
    SE O PÚBLICOPRIORITÁRIO... • Precisa tomar uma decisão importante em sua vida • Tem de definir o futuro profissional enquanto mantém atividades normais de estudo e trabalho • Sabe que essa definição pode alterar muito a sua vida • Não tem tanta informação quanto gostaria para fazer uma opção segura • Está em situação de stress por causa disso tudo UMA COMUNICAÇÃO EFICIENTE DEVE... • Motivar para a escolha acadêmica/profissional, sem ampliar o stress • Fazer da escolha um momento rico e prazeroso de afirmação pessoal, não uma tortura • Informar com precisão, mas de forma concisa, objetiva e agradável OU SEJA...
  • 7.
    OS PROBLEMAS COLOCADOSPARA A COMUNICAÇÃO • O que fazer para ser eficiente nas mensagens? • Que estratégia adotar? • Quem influi na decisão de escolha? • Como atingir os influentes?
  • 8.
    QUEM INFLUI NAESCOLHA? Pesquisa O PAPEL DA FAMÍLIA E DOS PARES NA ESCOLHA PROFISSIONAL Universidade de Brasília – 2005 Amostra: 16 ex-orientandos de programa de orientação profissional Conclusão “O papel da família é importante, mas não determinante para a escolha. Os adolescentes também destacam a influência dos pares (...) existe influência do contexto grupal no qual a criança está inserida." Pesquisa AMIZADE E ESCOLHA PROFISSIONAL: INFLUÊNCIA OU COOPERAÇÃO? Universidade Federal do Espírito Santo – 2007 Amostra: 88 estudantes secundaristas Resultados •93% das garotas e 80% dos rapazes conversam com seus amigos sobre seu futuro profissional •48,8% das garotas e 55,5% dos rapazes consideram a si mesmos como a pessoa mais importante na decisão de seu futuro profissional
  • 9.
    OU SEJA... Se éjovem quem toma a decisão Se os amigos tem maior papel no aconselhamento Se a influência dos pais é secundária A COMUNICAÇÃO DEVE SER VOLTADA AO JOVEM E TER LINGUAGEM QUE O ATRAIA
  • 10.
    COMUNICAÇÃO E GOSTOJOVEM •Que meios de comunicação ele prefere? •Qual o seu comportamento com os meios de comunicação? •Qual a linguagem mais eficiente para falar com ele?
  • 11.
    SERES MULTIMÍDIA Pesquisa ADOLESCENTES BRASILEIROS,MÍDIA E NOVAS TECNOLOGIAS PUC-Rio de Janeiro – 2005 Amostra: 949 estudantes de 1º e 2ºgrau (11 a 17 anos) •99,5% possuem TV em casa •72% possuem videogame •71,3% fazem uso do telefone celular •46,7% possuem computador em casa. •48% acessam a internet Pesquisa MÍDIA E EDUCAÇÃO-IMAGEM – TEMPO E O JOVEM UNIP, Anhembi-Morumbi, ECA-USP, Faculdades de Guarulhos – 2003 Amostra: 239 universitários, refletindo sobre seu consumo de TV quando crianças O que atrai na TV: •Brincadeira - o lúdico – o jogoBrincadeira - o lúdico – o jogo •Cores - fortes – luminosidade – berrantesCores - fortes – luminosidade – berrantes •Movimento – cortes vibrantes - rapidezMovimento – cortes vibrantes - rapidez •Violência – morte - perseguiçãoViolência – morte - perseguição •Humor – engraçado - gozado - descontraídoHumor – engraçado - gozado - descontraído
  • 12.
    SERES MULTIMÍDIA Pesquisas deMercado – Fontes Variadas •Consumo dos meios de mídia mudou, share da Internet aumentou e da TV Aberta caiu •O site colaborativo de vídeos YouTube já possui audiência superior à TV Paga no Brasil •O espectador quer ter mais poder sobre a experiência: conteúdos, plataforma e tempo. •Espectador quer assumir uma posição proativa: lógica do usuário •Audiências mais jovens indicam a necessidade de diversificar as plataformas. •Não se trata apenas de disponibilizar os conteúdos de TV. É necessário repensar a linguagem. •As audiências apresentam preferências claras para os conteúdos sob demanda
  • 13.
    EM SUMA... • Asmídias tradicionais não interessam ao jovem • As mídias digitais são as preferidas • A preferência pela internet avança, mas a TV não foi abandonada • O jovem quer uma comunicação interativa e colaborativa • O jovem quer uma comunicação atraente e divertida
  • 14.
    EXAMINANDO OS CRITÉRIOSDE ESCOLHA CRITÉRIOS BÁSICOS • Tradição • Convênios • Credenciamento • Corpo Docente • Instalações • Aceitação no Mercado • Preço CRITÉRIOS ADICIONAIS • Produção científica • Inovação pedagógica • Condições de trabalho oferecidas a docentes e funcionários • Relacionamento com os alunos • Compromisso com a cidadania • Responsabilidade social • Responsabilidade ambiental • Preocupação comunitária • Compromisso com o desenvolvimento da região onde se insere
  • 15.
    OBSERVA-SE • Multiplicidade decritérios • Critérios não-hierarquizados • Dispersão RESULTANDO • Dificuldade de Comunicação EXAMINANDO OS CRITÉRIOS DE ESCOLHA
  • 16.
    ESTRATÉGIA DE COMUNICAÇÃOSUGERIDA CRITÉRIOS • Sintetizar os critérios ao menor número possível e hierarquizá-los • Trabalhar o número de critérios como um bordão (Por exemplo, "os 7 critérios", em vez de simplesmente "os critérios") • Considerar a substituição do termo “critério” por sinônimo mais simples, mais afetivo (por exemplo, “os 7 toques”, “as 7 dicas”) • Inserir os critérios em produtos/situações de entretenimento
  • 17.
    ESTRATÉGIA DE COMUNICAÇÃOSUGERIDA MÍDIAS • Priorizar as mídias eletrônicas, preferidas pelos jovens (TV, internet, celular) • Usar mídias impressas e rádio em caráter complementar, se for o caso • Investir em formatos interativos e colaborativos, estimulando que o público se aproprie e manipule a informação (jogos, testes, quiz, trivia, etc) • Priorizar formatos televisivos de mais apelo juvenil (sitcoms, reality- shows, programas esportivos, programas de variedades) • Usar as redes sociais da Internet (Orkut, Twitter, Facebook, You Tube, etc) • Envolver o público afetivamente no processo comunicativo
  • 18.
    ESTRATÉGIA DE COMUNICAÇÃOSUGERIDA LINGUAGEM • Usar a descontração, a informalidade e o humor • Utilizar textos curtos e ágeis, em qualquer das mídias escolhidas; “vender” os conteúdos com poucas palavras • Cercar o grafismo da arte eletrônica e do eventual material impresso de muita cor e movimento • Evitar materiais em tons escuros e sombrios; buscar a luminosidade em todas as peças • Priorizar o uso de personagens e personalidades do mundo virtual, já reconhecidos pelo público, em vez de modelos publicitários convencionais • Procurar obter uma propaganda que não pareça propaganda; o conteúdo deve parecer útil, relevante, e não apenas agradável.
  • 19.
    ESTRATÉGIA DE COMUNICAÇÃOSUGERIDA PRODUTOS POSSÍVEIS • Um site/ambiente de internetsite/ambiente de internet, que centralize os conteúdos da campanha e ofereça inúmeras ferramentas de interação e de colaboração • Comunidades virtuais, nos sites de relacionamento, articulando jovens na situação de escolha profissional e acadêmica • Pílulas humorísticas para TV e internet, em micro-formato (30” a 1’), em torno do dilema de escolher, dirigindo a atenção para a escolha de faculdade • Sitcom ou Reality-show de pequeno formato e baixo custo de produção, para internet (e eventualmente TV), tematizando os problemas de quem tem de escolher faculdade • Jogos virtuais, para lazer individual ou em grupo, com os conteúdos da campanha • Game-show para TV, em formato de quadro ou programa curto. • Reality-show de TV sobre profissões e orientação de carreira