Manual do Cabeamento Estruturado
Normas TIA/EIA 568-569-606
Os padrões que serviram de referência para a
construção deste material são:
a) TIA/EIA-568 Commercial Building
Telecommunication Cabling Standard
b) EIA/TIA-569 Commercial Building Standards
for Telecommunication Pathway and Spaces
(October 1990)
c) EIA/TIA-606 The Administration Standard for
the Telecommunication Infrastructure of
Commercial Building (February 1993)
Roteiro da Apresentação
a) Evolução do Cabeamento
b) Conceitos do Telecomunicações
c) Conceitos do Cabeamento Estruturado
d) Elementos do Cabeamento Estruturado
e) Práticas de Instalação
f) Administração do Cabeamento
g) Testes e Certificação de Redes Estruturadas
h) Aplicabilidade do Hardware de Conexão
i) Estudo de Caso
Em 1980, emergiu a tecnologia Ethernet e isto fez com que
houvesse uma proliferação de cabos coaxiais 50 Ohms
através dos efdifícios comerciais. Como a aceitação da
Ethernet cresceu, os fabricantes líderes, tal qual a
Cabletron e SynOptics, iniciaram a oferta de placas de
comunicação com portas de saídas com jacks modulares
(erroneamente e comumente referido como RJ-45 fêmea).
Esta tecnologia de alta velocidade (10BASE-T) demandou
o primeiro cabo de par-trançado para dados, o qual foi
mais tarde classificado como Categoria 3, suportada pelos
padrões atualmente
Na metade do dos anos 80, a IBM desenvolveu o
Token-Ring como um competidor à tecnologia Ethernet,
especificando um cabo de par-trançado blindado com 2
pares de 150Ohms (SPT) para sua aplicação. Entretanto,
como a aceitação do cabo par-trançado não blindado
(UTP) cresceu, uma nova faixa de freqüência foi
introduzida como uma alternativa ao STP para
aplicações Token-Ring a 4 e 16 Megabits.
Durante este período, os usuários encontravam-se com
uma diversidade de opções de escolha, incluindo UTP
(Unshielded Twisted-Pair), STP (Shielded Twisted-Pair),
Coaxial, Twinax e Fibras Ópticas. Os conectores
utilizados com estes tipos de cabos incluiam: conectores
modulares, BNC, Twinax, DB9, DB15, DB25 e uma
variedade de conectores para fibras óptcas.
Em 1985 a Electronic Industry Association (EIA) e a
Telecommunication Industry Association (TIA)
organizaram comitês técnicos para desenvolver um rol de
padrões para os sistemas de telecomunicações.
ANSI/EIA/TIA/-569, respectivamente.
Além de considerações para cabos e conectores para as
categorias de UTP/ScTP 100 Ohms.
Um sistema de Cabeamento Estruturado consiste em
equipamentos e acessórios de cabos e conexão, e
também em métodos de instalação e administração
necessários para que os sistemas de telecomunicações
funcionem com segurança e por um longo tempo.
O sistema de Cabeamento Estruturado deve ser
desenhado para proporcionar uma conexão física entre
todas as áreas de trabalho de um edifício e, também, ser
instalado sem levar em consideração o tipo de
equipamento de comunicação ao que vai se conectar.
Deverá se adaptar a todos os requisitos atuais de
comunicação de um edifício, mas o mais importante,
deverá ser construído com capacidade para acomodar as
novas necessidades a medida que estas surjam.
Divisão do sub-sistema do
Cabeamento Estruturado:
a) Cabeamento Horizontal (Horizontal Cabling) - Éo
cabeamento instalado em cada pavimento do edifício
que conecta as tomadas de telecomunicações na Área
de Trabalho (Work Area) até o Centro de Manobras
Horizontal (Horizontal Cross-Connect) localizado no
Armário de Telecomunicações (Telecomunication
Closet).
b) Cabeamento Vertical (Backbone) Externo - É o
Cabeamento que efetiva a ligação entre edifícios em
ambiente “Campus”. Cada segmento de cabo começa no
Centro de Manobras Principal (Main Cross-Connect),
normalmente situado no edifício principal, e vai até o
Centro de Manobras Intermediário (Intermediate Cross-
Connect) ou diretamente ao Centro de Manobras Horizontal
( Horizontal Cross-Connect).
c) Cabeamento Vertical (Backbone) Interno - É o Cabeamento
que conecta cada Centro de Manobras Horizontal Cross-
Connect) dentro do mesmo edifício ou também, que conecta
ao Centro de Manobras Intermediário (Intermediate Cross-
Connect) ou Principal (Main Cross-Connect)
O Centro de Manobras ou Conexões Cruzadas (Cross-
Connect) é definido como um modo de permitir as ligações
de cabos dos diversos sub-sistemas do Cabeamento
Estruturado sejam efetivadas utilizando-se de Cordões de
Manobras (Patch Cords), Cabos Jumpers.
As ConexÕes Cruzadas (Cross-Connect) deverão ser
utilizadas para conectar os sub-sistemas horizontais,
verticais e equipamentos com saídas em portas de múltiplos
acessos (Ex. Conector de 25 pares).
O propósito primário de Armário de Telecomunicações
(Telecommunication Closet) é o de permitir a distribuição
do Cabeamento Horizontal (Horizontal Cabling), e
também servir como um espaço utilizado para a
distribuição dos diversos serviços de telecomunicações
em um determinado pavimento.
Compostos por Racks, Distribuidores Gerais(DG) em
paredes ou salas específicas, são normalmente utilizados
para abrigar equipamentos de telecomunicações,
terminações dos cabos que compõem o Cabeamento
Horizontal (Horizontal Cabling) e Vertical e também
efetivar as manobras do sistema.
Tipicamente, a Sala de Equipamentos contém uma grande
variedade de equipamentos de telecomunicações, terminação
de cabos e centros de Conexões Cruzadas (Cross-Connect).
Ela pode ser referida como um espaço para distribuição do
cabeamento por todo o edifício ou “campus”enquanto o
Armário de Telecomunicações (Telecommunications Closet)
existe para distribuição do cabeamento e aplicações para um
pavimento específico.
É, normalmente na Sala de Equipamentos (Equipament
Room) do sistema de Cabeamento Estruturado. Todas ou
algumas funções do Armário de Telecomunicações
(Telecommunications Closet) podem, alternativamente, ser
providas pela Sala de Equipamentos (Equipament Room).
Porém, a Sala de Equipamentos (Equipament Room) é
distinta ao Armário de Entrada (Telecommunications
Closet) em função do porte e complexidade dos
equipamentos que contém.
É o espaço no edifício que tem como função receber os
cabos do cabeamento externo, tão bem quanto os cabos
que compõem o Cabeamento Vertical (Backbone)
externo e/ou interno. Implementa o ponto de demarcação
de rede dentro do edifício onde os provedores de
serviços externos de redes instalam os seus
equipamentos para disponibilização de diversos serviços.
Este é o ponto no qual as operadoras liberam os seus
circuitos de transmissão (linhas telefônicas), portanto
regulamentos específicos deverão ser observados.
O Cabeamento Horizontal (Horizontal Cabling) é a
porção do Cabeamento Estruturado que se extende a
partir da Tomada de Telecomunicação na àrea de
Trabalho (Work Area) até o Armário de
Telecomunicação (Telecommunication Closet) e inclui
o Centro de Manobras Horizontal (Horizontal Cross-
Connect), os cabos horizontais, as tomadas de
telecomunicação, terminações mecânicas e Cordões
de Manobra (Patch Cords). O Cabeamento Horizontal
(Horizontal Cabling) não inclui os cabos na Área de
Trabalho (Work Area) e Armário de Telecomunicações
(Telecommunication Closet) que são destinados a
conectar equipamentos ativos.
O Sub-sistema de Cabeamento Horizontal Cabling) deverá ser
instalado a fim de facilitar realocações e manutenções
contínuas. Isto permite uma diversidade de aplicações e pode
reduzir ou eliminar mudanças fundamentais no Cabeamento
Horizontal (Horizontal Cabling).
A Topologia física do Cabeamento Horizontal (Horizontal
Cabling) deverá ser configurada como uma Estrela, onde
cada Tomada de Telecomunicação deverá estar conectada
por um cabo diretamente ao Centro de Manobra
Horizontal (Horizontal Cross-Connect).
Conexões Cruzadas (Cross-Connects) deverão ser
utilizadas para conexões entre o Cabeamento Horizontal
(Horizontal Cabling) e o Cabeamento Vertical
(Backbone) e, também, para conexão de equipamentos
ativos com saídas multiporta (Ex. 25 pares)
Cada Área de Trabalho (Work Area) deverá ser servida
por um Armário de Telecomunicações
(Telecommunication Closet) localizado no mesmo ou
pavimento adjacente.
Todos os equipamentos que pretendem atender a uma
aplicação específica deverão estar externos ao sistema de
Cabeamento Horizontal (Horizontal Cabling)
Extensões não deverão ser utilizadas dentro do sistema de
Cabeamento Estruturado
Não mais do que 3 emendas ópticas deverão ser permitidas no
Cabeamento Horizontal (Horizontal Cabling) entre um
transmissor e um receptor.
O comprimento do cabo entre o Armário de
Telecomunicação não deverá exceder a 90mts.
Os cordões de Manobra (Patch Cords) utilizados no Centro
de Manobras Horizontal (Horizontal Cross-Connect) e
Área de Trabalho (Work Area)deverão ser montados em
ambiente fabril, ser construídos com cabos multifiliares e
conectores de 8 vias e testados até a frequência de 100Mhz.
Os Cordões de Manobra (Patch Cords) utilizados para
conexão cruzada no Armário de Telecomunicações
(Telecommunication Closet) não deverão exceder a 6 Mts
de comprimento.
O comprimento combinado de cabos UTP ou Fibras
Ópticas, que são utilizados para formar o Centro de
Manobras Horizontal (Horizontal Cross-Connect) não
deverá exceder 7 Mts.
Os Cordões de Manobra (Patch Cords) utilizados na
Área de Trabalho (Work Area) não deverão exceder a 3
Mts.
Um mínimo de 2 Tomadas de Telecomunicação
deverão estar disponíveis em cada Área de Trabalho
(Work Area), sendo a primeira dentro da Categoria 5 e
a segunda Categoria 5 ou Fibra Óptica Multimodo.
Cada segmento de cabo destinado ao Cabeamento
Horizontal Cabling) deverá ter todos os 4 pares
terminados na Área de Trabalho (Work Area), em
Hardware de Conexão de mesma categoria ou superior
O Cabeamento Vertical (Backbone) é a porção do Cabeamento
Estruturado que vai desde o Centro de Manobras Principal
(Main- Cross-Connect) até o Centro de Manobras Horizontal
Cross-Connect) e inclui os Centrod de Manobras
Intermediários (Intermediate Cross-Connect), quando
aplicável e o Hardware de Conexão e cabos destinados à
distribuição do mesmo. O Cabeamento Vertical (Backbone)
também inclui as terminações mecânicas e Cordões de
Manobra (Patch Cords) utilizados para conexão entre os
diversos níveis dentro do Cabeamento Vertical (Backbone).
Estão fora do sub-sistema de Cabeamento Vertical (Backbone)
os Armários de Telecomunicação, Sala de Equipamentos, ou
Distribuidores Gerais de Entrada.
O sub-sistema de Cabeamento Vertical (Backbone)
deverá estar disposto dentro de uma topologia
hierárquica em estrela
Não deverão existir mais de dois níveis hierárquicos de
Conexões Cruzadas (Cross-Connections) em um sub-
sistema de Cabeamento Vertical (Backbone). A partir do
Centro de Manobras Horizontal (Horizontal Cross-
Connect) não deverá existir mais de um Centro de
Manobras para se alcançar o Centro de Manobras
Principal (Main Cross-Connect)>
Conexões Cruzadas (Cross-Connections) deverão
ser utilizadas para conexões entre o Cabeamento
Vertical (Backbone) e o Cabeamento Horizontal
(Horizontal Cabling) e entre o Cabeamento
Horizontal (Horizontal Cabling) e equipamentos
ativos com saídas multiportas (Conectores de 25
pares)
A Conexão Cruzada Intermediária (Intermediate
Cross-Connections) e Principal deverão apenas
existir em Salas de Equipamentos, Armários de
Telecomunicação e Distribuidores Gerais de
Entrada
• No máximo quatro emendas ópticas serão permitidas em
um Cabeamento Vertical (Backbone) interno ou externo entre
um transmissor e um receptor.
• As emendas ópticas em fibras monomodo deverão estar
distantes no mínimo 10 metros do ponto de terminação.
• As emendas ópticas em fibras multimodo deverão estar
distantes no mínimo 3 metros do ponto de terminação
• Cabos multipar UTP deverão estar em cumprimento às
características de performance caracterizadas pela medida do
Power-Sum
Para cada segmento do Cabeamento Vertical (Backbone)
interno com distância superior a 90 metros, um mínimo um
cabo de fibra óptica deverá estar disponível
Para cada segmento do Cabeamento Vertical
(Backbone) interno, o mínimo um cabo UTP/ScTP
deverá estar disponível
Se um segmento do Cabeamento Vertical (Backbone) interno
for menor ou igual a 90 metros de comprimento e um cabo de
fibra óptica não for instalado, no mínimo um cabo categoria 5
deverá ser instalado
O comprimento máximo de Cordões de Manobra (Patch
Cords) localizados no Centro de Manobras Principal
(Main Cross-Connect) não deverá exceder a 5 metros se
o tipo de cabo for UTP/ScTP, o segmento for menor ou
igual a 90 metros e pretenderem suportar aplicações com
velocidade maior ou igual a 4mb/s
A Área de Trabalho (Work Area) é normalmente definida
como o espaço dentro do edifício onde os usuários
interagem com o Cabeamento Estruturado através da
utilização dos diversos serviços e aplicações de
telecomunicações.
Na composição da Área de Trabalho (Work Area)
incluem-se os seguintes elementos: a Tomada de
Telecomunicação, Equipamentos, Cordões de
Ligações, Conversores e Adaptadores.
Todos os elementos que são especificamente
destinados a suportar uma aplicação específica
deverão ser instalados externamente a Tomada
de Telecomunicação.
Os cabos horizontais deverão ser terminados em
hardwares de conexão que vão de encontro aos
requerimentos especificados para a Distribuição
Horizontal
Todos os 4 pares de um cabo horizontal (UTP/ScTP)
deverão ser terminados na Tomada de Telecomunicação
localizada na Área de Trabalho (Work Area)
Os cabos, Cordões de Manobra (Patch Cords) e
cordões de ligações deverão ser terminados em
Hardware de Conexão de mesma categoria de
performance ou superior.
O montante de destrançamento de um par com
resultado de uma terminação não deverá ser maior
do que 13 mm para cabos categoria 5 e 25 mm para
cabos categoria 4.
O montante de capa de cabo a ser removido não deverá
exceder a 75 mm. Entretanto, o instalador deverá remover
apenas o necessário para efetuar a instalação.
• O máximo de tensão que deverá ser aplicada ao cabo
UTP/ScTP não deverá exceder a 12,5 Kgs, a fim de
evitar o esticamento dos condutores.
• O raio mínimo de curvatura para cabos UTP/ScTP não
deverá exceder a 4 vezes o seu diâmentro para cabos 4
pares e 10 vezes para cabos multipar.

Cabeamento.ppt

  • 1.
    Manual do CabeamentoEstruturado Normas TIA/EIA 568-569-606 Os padrões que serviram de referência para a construção deste material são: a) TIA/EIA-568 Commercial Building Telecommunication Cabling Standard b) EIA/TIA-569 Commercial Building Standards for Telecommunication Pathway and Spaces (October 1990) c) EIA/TIA-606 The Administration Standard for the Telecommunication Infrastructure of Commercial Building (February 1993)
  • 2.
    Roteiro da Apresentação a)Evolução do Cabeamento b) Conceitos do Telecomunicações c) Conceitos do Cabeamento Estruturado d) Elementos do Cabeamento Estruturado e) Práticas de Instalação f) Administração do Cabeamento g) Testes e Certificação de Redes Estruturadas h) Aplicabilidade do Hardware de Conexão i) Estudo de Caso
  • 3.
    Em 1980, emergiua tecnologia Ethernet e isto fez com que houvesse uma proliferação de cabos coaxiais 50 Ohms através dos efdifícios comerciais. Como a aceitação da Ethernet cresceu, os fabricantes líderes, tal qual a Cabletron e SynOptics, iniciaram a oferta de placas de comunicação com portas de saídas com jacks modulares (erroneamente e comumente referido como RJ-45 fêmea). Esta tecnologia de alta velocidade (10BASE-T) demandou o primeiro cabo de par-trançado para dados, o qual foi mais tarde classificado como Categoria 3, suportada pelos padrões atualmente
  • 4.
    Na metade dodos anos 80, a IBM desenvolveu o Token-Ring como um competidor à tecnologia Ethernet, especificando um cabo de par-trançado blindado com 2 pares de 150Ohms (SPT) para sua aplicação. Entretanto, como a aceitação do cabo par-trançado não blindado (UTP) cresceu, uma nova faixa de freqüência foi introduzida como uma alternativa ao STP para aplicações Token-Ring a 4 e 16 Megabits.
  • 5.
    Durante este período,os usuários encontravam-se com uma diversidade de opções de escolha, incluindo UTP (Unshielded Twisted-Pair), STP (Shielded Twisted-Pair), Coaxial, Twinax e Fibras Ópticas. Os conectores utilizados com estes tipos de cabos incluiam: conectores modulares, BNC, Twinax, DB9, DB15, DB25 e uma variedade de conectores para fibras óptcas.
  • 6.
    Em 1985 aElectronic Industry Association (EIA) e a Telecommunication Industry Association (TIA) organizaram comitês técnicos para desenvolver um rol de padrões para os sistemas de telecomunicações. ANSI/EIA/TIA/-569, respectivamente. Além de considerações para cabos e conectores para as categorias de UTP/ScTP 100 Ohms.
  • 7.
    Um sistema deCabeamento Estruturado consiste em equipamentos e acessórios de cabos e conexão, e também em métodos de instalação e administração necessários para que os sistemas de telecomunicações funcionem com segurança e por um longo tempo.
  • 8.
    O sistema deCabeamento Estruturado deve ser desenhado para proporcionar uma conexão física entre todas as áreas de trabalho de um edifício e, também, ser instalado sem levar em consideração o tipo de equipamento de comunicação ao que vai se conectar. Deverá se adaptar a todos os requisitos atuais de comunicação de um edifício, mas o mais importante, deverá ser construído com capacidade para acomodar as novas necessidades a medida que estas surjam.
  • 9.
    Divisão do sub-sistemado Cabeamento Estruturado:
  • 10.
    a) Cabeamento Horizontal(Horizontal Cabling) - Éo cabeamento instalado em cada pavimento do edifício que conecta as tomadas de telecomunicações na Área de Trabalho (Work Area) até o Centro de Manobras Horizontal (Horizontal Cross-Connect) localizado no Armário de Telecomunicações (Telecomunication Closet).
  • 11.
    b) Cabeamento Vertical(Backbone) Externo - É o Cabeamento que efetiva a ligação entre edifícios em ambiente “Campus”. Cada segmento de cabo começa no Centro de Manobras Principal (Main Cross-Connect), normalmente situado no edifício principal, e vai até o Centro de Manobras Intermediário (Intermediate Cross- Connect) ou diretamente ao Centro de Manobras Horizontal ( Horizontal Cross-Connect).
  • 12.
    c) Cabeamento Vertical(Backbone) Interno - É o Cabeamento que conecta cada Centro de Manobras Horizontal Cross- Connect) dentro do mesmo edifício ou também, que conecta ao Centro de Manobras Intermediário (Intermediate Cross- Connect) ou Principal (Main Cross-Connect)
  • 13.
    O Centro deManobras ou Conexões Cruzadas (Cross- Connect) é definido como um modo de permitir as ligações de cabos dos diversos sub-sistemas do Cabeamento Estruturado sejam efetivadas utilizando-se de Cordões de Manobras (Patch Cords), Cabos Jumpers. As ConexÕes Cruzadas (Cross-Connect) deverão ser utilizadas para conectar os sub-sistemas horizontais, verticais e equipamentos com saídas em portas de múltiplos acessos (Ex. Conector de 25 pares).
  • 14.
    O propósito primáriode Armário de Telecomunicações (Telecommunication Closet) é o de permitir a distribuição do Cabeamento Horizontal (Horizontal Cabling), e também servir como um espaço utilizado para a distribuição dos diversos serviços de telecomunicações em um determinado pavimento. Compostos por Racks, Distribuidores Gerais(DG) em paredes ou salas específicas, são normalmente utilizados para abrigar equipamentos de telecomunicações, terminações dos cabos que compõem o Cabeamento Horizontal (Horizontal Cabling) e Vertical e também efetivar as manobras do sistema.
  • 15.
    Tipicamente, a Salade Equipamentos contém uma grande variedade de equipamentos de telecomunicações, terminação de cabos e centros de Conexões Cruzadas (Cross-Connect). Ela pode ser referida como um espaço para distribuição do cabeamento por todo o edifício ou “campus”enquanto o Armário de Telecomunicações (Telecommunications Closet) existe para distribuição do cabeamento e aplicações para um pavimento específico.
  • 16.
    É, normalmente naSala de Equipamentos (Equipament Room) do sistema de Cabeamento Estruturado. Todas ou algumas funções do Armário de Telecomunicações (Telecommunications Closet) podem, alternativamente, ser providas pela Sala de Equipamentos (Equipament Room). Porém, a Sala de Equipamentos (Equipament Room) é distinta ao Armário de Entrada (Telecommunications Closet) em função do porte e complexidade dos equipamentos que contém.
  • 17.
    É o espaçono edifício que tem como função receber os cabos do cabeamento externo, tão bem quanto os cabos que compõem o Cabeamento Vertical (Backbone) externo e/ou interno. Implementa o ponto de demarcação de rede dentro do edifício onde os provedores de serviços externos de redes instalam os seus equipamentos para disponibilização de diversos serviços. Este é o ponto no qual as operadoras liberam os seus circuitos de transmissão (linhas telefônicas), portanto regulamentos específicos deverão ser observados.
  • 18.
    O Cabeamento Horizontal(Horizontal Cabling) é a porção do Cabeamento Estruturado que se extende a partir da Tomada de Telecomunicação na àrea de Trabalho (Work Area) até o Armário de Telecomunicação (Telecommunication Closet) e inclui o Centro de Manobras Horizontal (Horizontal Cross- Connect), os cabos horizontais, as tomadas de telecomunicação, terminações mecânicas e Cordões de Manobra (Patch Cords). O Cabeamento Horizontal (Horizontal Cabling) não inclui os cabos na Área de Trabalho (Work Area) e Armário de Telecomunicações (Telecommunication Closet) que são destinados a conectar equipamentos ativos.
  • 19.
    O Sub-sistema deCabeamento Horizontal Cabling) deverá ser instalado a fim de facilitar realocações e manutenções contínuas. Isto permite uma diversidade de aplicações e pode reduzir ou eliminar mudanças fundamentais no Cabeamento Horizontal (Horizontal Cabling).
  • 20.
    A Topologia físicado Cabeamento Horizontal (Horizontal Cabling) deverá ser configurada como uma Estrela, onde cada Tomada de Telecomunicação deverá estar conectada por um cabo diretamente ao Centro de Manobra Horizontal (Horizontal Cross-Connect).
  • 21.
    Conexões Cruzadas (Cross-Connects)deverão ser utilizadas para conexões entre o Cabeamento Horizontal (Horizontal Cabling) e o Cabeamento Vertical (Backbone) e, também, para conexão de equipamentos ativos com saídas multiporta (Ex. 25 pares)
  • 22.
    Cada Área deTrabalho (Work Area) deverá ser servida por um Armário de Telecomunicações (Telecommunication Closet) localizado no mesmo ou pavimento adjacente.
  • 23.
    Todos os equipamentosque pretendem atender a uma aplicação específica deverão estar externos ao sistema de Cabeamento Horizontal (Horizontal Cabling)
  • 24.
    Extensões não deverãoser utilizadas dentro do sistema de Cabeamento Estruturado
  • 25.
    Não mais doque 3 emendas ópticas deverão ser permitidas no Cabeamento Horizontal (Horizontal Cabling) entre um transmissor e um receptor.
  • 26.
    O comprimento docabo entre o Armário de Telecomunicação não deverá exceder a 90mts.
  • 27.
    Os cordões deManobra (Patch Cords) utilizados no Centro de Manobras Horizontal (Horizontal Cross-Connect) e Área de Trabalho (Work Area)deverão ser montados em ambiente fabril, ser construídos com cabos multifiliares e conectores de 8 vias e testados até a frequência de 100Mhz.
  • 28.
    Os Cordões deManobra (Patch Cords) utilizados para conexão cruzada no Armário de Telecomunicações (Telecommunication Closet) não deverão exceder a 6 Mts de comprimento.
  • 29.
    O comprimento combinadode cabos UTP ou Fibras Ópticas, que são utilizados para formar o Centro de Manobras Horizontal (Horizontal Cross-Connect) não deverá exceder 7 Mts.
  • 30.
    Os Cordões deManobra (Patch Cords) utilizados na Área de Trabalho (Work Area) não deverão exceder a 3 Mts.
  • 31.
    Um mínimo de2 Tomadas de Telecomunicação deverão estar disponíveis em cada Área de Trabalho (Work Area), sendo a primeira dentro da Categoria 5 e a segunda Categoria 5 ou Fibra Óptica Multimodo.
  • 32.
    Cada segmento decabo destinado ao Cabeamento Horizontal Cabling) deverá ter todos os 4 pares terminados na Área de Trabalho (Work Area), em Hardware de Conexão de mesma categoria ou superior
  • 33.
    O Cabeamento Vertical(Backbone) é a porção do Cabeamento Estruturado que vai desde o Centro de Manobras Principal (Main- Cross-Connect) até o Centro de Manobras Horizontal Cross-Connect) e inclui os Centrod de Manobras Intermediários (Intermediate Cross-Connect), quando aplicável e o Hardware de Conexão e cabos destinados à distribuição do mesmo. O Cabeamento Vertical (Backbone) também inclui as terminações mecânicas e Cordões de Manobra (Patch Cords) utilizados para conexão entre os diversos níveis dentro do Cabeamento Vertical (Backbone). Estão fora do sub-sistema de Cabeamento Vertical (Backbone) os Armários de Telecomunicação, Sala de Equipamentos, ou Distribuidores Gerais de Entrada.
  • 34.
    O sub-sistema deCabeamento Vertical (Backbone) deverá estar disposto dentro de uma topologia hierárquica em estrela
  • 35.
    Não deverão existirmais de dois níveis hierárquicos de Conexões Cruzadas (Cross-Connections) em um sub- sistema de Cabeamento Vertical (Backbone). A partir do Centro de Manobras Horizontal (Horizontal Cross- Connect) não deverá existir mais de um Centro de Manobras para se alcançar o Centro de Manobras Principal (Main Cross-Connect)>
  • 36.
    Conexões Cruzadas (Cross-Connections)deverão ser utilizadas para conexões entre o Cabeamento Vertical (Backbone) e o Cabeamento Horizontal (Horizontal Cabling) e entre o Cabeamento Horizontal (Horizontal Cabling) e equipamentos ativos com saídas multiportas (Conectores de 25 pares)
  • 37.
    A Conexão CruzadaIntermediária (Intermediate Cross-Connections) e Principal deverão apenas existir em Salas de Equipamentos, Armários de Telecomunicação e Distribuidores Gerais de Entrada
  • 38.
    • No máximoquatro emendas ópticas serão permitidas em um Cabeamento Vertical (Backbone) interno ou externo entre um transmissor e um receptor. • As emendas ópticas em fibras monomodo deverão estar distantes no mínimo 10 metros do ponto de terminação.
  • 39.
    • As emendasópticas em fibras multimodo deverão estar distantes no mínimo 3 metros do ponto de terminação • Cabos multipar UTP deverão estar em cumprimento às características de performance caracterizadas pela medida do Power-Sum
  • 40.
    Para cada segmentodo Cabeamento Vertical (Backbone) interno com distância superior a 90 metros, um mínimo um cabo de fibra óptica deverá estar disponível
  • 41.
    Para cada segmentodo Cabeamento Vertical (Backbone) interno, o mínimo um cabo UTP/ScTP deverá estar disponível
  • 42.
    Se um segmentodo Cabeamento Vertical (Backbone) interno for menor ou igual a 90 metros de comprimento e um cabo de fibra óptica não for instalado, no mínimo um cabo categoria 5 deverá ser instalado
  • 43.
    O comprimento máximode Cordões de Manobra (Patch Cords) localizados no Centro de Manobras Principal (Main Cross-Connect) não deverá exceder a 5 metros se o tipo de cabo for UTP/ScTP, o segmento for menor ou igual a 90 metros e pretenderem suportar aplicações com velocidade maior ou igual a 4mb/s
  • 44.
    A Área deTrabalho (Work Area) é normalmente definida como o espaço dentro do edifício onde os usuários interagem com o Cabeamento Estruturado através da utilização dos diversos serviços e aplicações de telecomunicações.
  • 45.
    Na composição daÁrea de Trabalho (Work Area) incluem-se os seguintes elementos: a Tomada de Telecomunicação, Equipamentos, Cordões de Ligações, Conversores e Adaptadores.
  • 46.
    Todos os elementosque são especificamente destinados a suportar uma aplicação específica deverão ser instalados externamente a Tomada de Telecomunicação.
  • 47.
    Os cabos horizontaisdeverão ser terminados em hardwares de conexão que vão de encontro aos requerimentos especificados para a Distribuição Horizontal
  • 48.
    Todos os 4pares de um cabo horizontal (UTP/ScTP) deverão ser terminados na Tomada de Telecomunicação localizada na Área de Trabalho (Work Area)
  • 49.
    Os cabos, Cordõesde Manobra (Patch Cords) e cordões de ligações deverão ser terminados em Hardware de Conexão de mesma categoria de performance ou superior.
  • 50.
    O montante dedestrançamento de um par com resultado de uma terminação não deverá ser maior do que 13 mm para cabos categoria 5 e 25 mm para cabos categoria 4.
  • 51.
    O montante decapa de cabo a ser removido não deverá exceder a 75 mm. Entretanto, o instalador deverá remover apenas o necessário para efetuar a instalação.
  • 52.
    • O máximode tensão que deverá ser aplicada ao cabo UTP/ScTP não deverá exceder a 12,5 Kgs, a fim de evitar o esticamento dos condutores. • O raio mínimo de curvatura para cabos UTP/ScTP não deverá exceder a 4 vezes o seu diâmentro para cabos 4 pares e 10 vezes para cabos multipar.