Bullying: Compreendendo para Intervir Vanna Fabiana de Oliveira Midauar [email_address]
Conjunto de comportamentos agressivos, repetitivos e intencionais, adotado por um ou mais alunos contra outro(s), sem motivação evidente, causando dor, angústia e sofrimento. Bullying
Este fenômeno psicossocial expansivo acarreta traumas ao psiquismo, alto índice de estresse e ansiedade,  raiva reprimida, depressão, transtornos psicológicos, idéias de vingança e suicídio.
Estudos do Fenômeno  Bullying : Suécia: década de 70 Noruega: década de 80 Brasil: década de 90
Manifestações Manifestações repetitivas  de diversas formas de maus-tratos: Físicos Morais Sexuais Psicológicos Materiais Virtuais
CYBERBULLYING É a utilização de ferramentas da Internet e outras tecnologias de informação e comunicação, móveis ou fixas, visando maltratar, intimidar, constranger, difamar, caluniar, zoar, perseguir, ameaçar.
Protagonistas do Fenômeno
Vítimas típicas: aquelas que servem de “bode  expiatório” para um grupo; Vítimas provocadoras: aquelas que atraem  para si reações agressivas, contra as quais não  conseguem lidar com eficiência; Agressores: aqueles que perseguem  e vitimizam.
. Espectadores: são os alunos que presenciam o  Bullying , porém, não o sofrem e nem o praticam, mas são afetados por sentimentos de medo e angústia ou indiferença. . Vítimas Agressoras:  aquelas que são vítimas e  ao mesmo tempo agressoras.
Conseqüências para as vítimas As vítimas sentem ansiedade, angústia, medo constante,  insegurança, tristeza, raiva  reprimida, desrespeito, desmotivação para a  vida, comprometendo a saúde física e mental. - Queda da auto-estima e da resistência  imunológica;  Sintomatologia psicossomática diversificada; Estresse pós-traumático, fobia escolar e social; Transtornos mentais, depressão;
Pensamentos de vingança e de suicídio; Agressividade, impulsividade,  hiperatividade; Uso de substâncias químicas; Na aprendizagem: Déficit de concentração e aprendizagem; Queda no rendimento escolar; Absentismo escolar; Desinteresse pela escola; Evasão escolar
Conseqüências para os agressores: - Distanciamento e falta de adaptação aos  objetivos escolares; - Supervalorização da conduta violenta,  como forma de obtenção de poder; - Consolidação de condutas autoritárias; - Desenvolvimento de futuras condutas  delituosas; - Manifestação de condutas agressivas e  violentas na vida adulta.
Conseqüências para os espectadores: - Insegurança, aflição, tensão; Medo de se tornar a “próxima vítima”; Prejuízos no processo de aprendizagem e  socialização; Comprometimento da saúde física e  mental.
Causas determinantes  do comportamento  bullying
Carência afetiva; Ausência de limites; Modo de afirmação dos pais sobre os filhos, por meio de “práticas educativas”, que incluem maus-tratos físicos e explosões emocionais  violentas; - Exposição às inúmeras cenas de violência.
A necessidade que tem o agressor de reproduzir contra outros, os maus-tratos  sofridos, decorrentes do modelo educativo predominante, introjetado na primeira infância; 2.  Ausência de modelos educativos  humanistas, capazes de estimular e orientar o  comportamento das crianças para a  convivência social pacífica e  solidária.

Bullying oficina

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    Bullying: Compreendendo paraIntervir Vanna Fabiana de Oliveira Midauar [email_address]
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    Conjunto de comportamentosagressivos, repetitivos e intencionais, adotado por um ou mais alunos contra outro(s), sem motivação evidente, causando dor, angústia e sofrimento. Bullying
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    Este fenômeno psicossocialexpansivo acarreta traumas ao psiquismo, alto índice de estresse e ansiedade, raiva reprimida, depressão, transtornos psicológicos, idéias de vingança e suicídio.
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    Estudos do Fenômeno Bullying : Suécia: década de 70 Noruega: década de 80 Brasil: década de 90
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    Manifestações Manifestações repetitivas de diversas formas de maus-tratos: Físicos Morais Sexuais Psicológicos Materiais Virtuais
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    CYBERBULLYING É autilização de ferramentas da Internet e outras tecnologias de informação e comunicação, móveis ou fixas, visando maltratar, intimidar, constranger, difamar, caluniar, zoar, perseguir, ameaçar.
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    Vítimas típicas: aquelasque servem de “bode expiatório” para um grupo; Vítimas provocadoras: aquelas que atraem para si reações agressivas, contra as quais não conseguem lidar com eficiência; Agressores: aqueles que perseguem e vitimizam.
  • 9.
    . Espectadores: sãoos alunos que presenciam o Bullying , porém, não o sofrem e nem o praticam, mas são afetados por sentimentos de medo e angústia ou indiferença. . Vítimas Agressoras: aquelas que são vítimas e ao mesmo tempo agressoras.
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    Conseqüências para asvítimas As vítimas sentem ansiedade, angústia, medo constante, insegurança, tristeza, raiva reprimida, desrespeito, desmotivação para a vida, comprometendo a saúde física e mental. - Queda da auto-estima e da resistência imunológica; Sintomatologia psicossomática diversificada; Estresse pós-traumático, fobia escolar e social; Transtornos mentais, depressão;
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    Pensamentos de vingançae de suicídio; Agressividade, impulsividade, hiperatividade; Uso de substâncias químicas; Na aprendizagem: Déficit de concentração e aprendizagem; Queda no rendimento escolar; Absentismo escolar; Desinteresse pela escola; Evasão escolar
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    Conseqüências para osagressores: - Distanciamento e falta de adaptação aos objetivos escolares; - Supervalorização da conduta violenta, como forma de obtenção de poder; - Consolidação de condutas autoritárias; - Desenvolvimento de futuras condutas delituosas; - Manifestação de condutas agressivas e violentas na vida adulta.
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    Conseqüências para osespectadores: - Insegurança, aflição, tensão; Medo de se tornar a “próxima vítima”; Prejuízos no processo de aprendizagem e socialização; Comprometimento da saúde física e mental.
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    Causas determinantes do comportamento bullying
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    Carência afetiva; Ausênciade limites; Modo de afirmação dos pais sobre os filhos, por meio de “práticas educativas”, que incluem maus-tratos físicos e explosões emocionais violentas; - Exposição às inúmeras cenas de violência.
  • 16.
    A necessidade quetem o agressor de reproduzir contra outros, os maus-tratos sofridos, decorrentes do modelo educativo predominante, introjetado na primeira infância; 2. Ausência de modelos educativos humanistas, capazes de estimular e orientar o comportamento das crianças para a convivência social pacífica e solidária.