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AS BRIÓFITAS
AS BRIÓFITAS OS   MUSGOS AS HEPÁTICAS ..........A Flora briofítica do Brasil conta com 3.125 espécies distribuídas em 450 gêneros e 110 famílias.  ..........Este grupo vegetal representada por três divisões:  Anthocerotophyta  (antóceros);  Hepatophyta  (hepáticas) e  Lycopodophyta (musgos).
Divisão Hepáticas
GAMETÓFITO gametófito folhoso, o qual está diferenciado em estruturas análogas às folhas das traqueófitas, denominadas de  filóides , e em um eixo axial que suporta esses filídios, denominado de  caulídeo ou caulóide,  análogo ao caule das traqueófitas.   GAMETÓFITO
GAMETÓFITO MASCULINO Os órgãos sexuais masculinos, anterídios, e femininos, arquegônios, têm camada externa estéril. Cada arquegônio contém uma oosfera. Numerosos anterozóides são produzidos em cada anterídio; o anterozóide é livre - natante e biflagelado.  gametófito anterozóides anterídio
ANTERÍDIO Gametângio masculino; estrutura onde se formam os gametas masculinos designados anterozóides. Os anterozóides são os gametas masculinos dotados de flagelos longos e muito móveis, que se deslocam por quimiotactismo .
GAMETÓFITO E GAMETÂNGIOS Seus gametângios são pluricelulares, com uma camada estéril (epiderme) que protege as células sexuais da dessecação, sendo esta uma adaptação à vida no ambiente terrestre.  Gametófito do musgo
ARQUEGÔNIO E ANTERÍDIO a- Briófita  monóica  - Com gametófito ( indivíduo da geração gametofítica ) apresentando tanto estruturas reprodutivas masculinas ( anterídios) como femininas ( arquegônios ). b- Briófita  dióica  - apresenta indivíduos com gametófito masculino e indivíduos apenas com o gametófito feminino.
Divisão Os Musgos
MUSGOS São haplodiplobiontes - pois o gametófito (n) é a fase predominante
OS MUSGOS O gametófito n é duradouro e clorofilado enquanto os esporófitos 2n são de menor duração e vivem como parasitas as custas do organismo sexuado . ESPORÓFITOS GAMETÓFITOS
Ciclo de Vida de um Musgo O corpo vegetativo é trófico corresponde ao gametófito haplóide (n), sendo que o esporófito diplóide (2n) cresce sobre este e tem vida efêmera.
CANTE PARA LEMBRAR Ciclo do Musgo ( Jingle Bells ) No musgo o gametófito Lembre sempre bem Que é fase haplóide E a mais longa também Anterídeo-Anterozóide Arquegônio-Oosféra Da fusão desses gametas É zigoto que se espera Que legal, que legal Aprendi então Do musgo eu sei tudo De reprodução Zigoto está formado E mitose vai sofrer E logo em seguida Esporófito vai ser Esporófito e diplóide Em seguida então Sofre uma meiose E larga esporos pelo chão Esporo cai no solo E mitose vai sofrer E quando for crescido Gametófito vai ser
ESPORÓFITO E CÁPSULA Do zigoto, que é formado a partir da união gamética, desenvolve-se o esporófito, o qual é constituído por uma estrutura axial, a  seta , que eleva a  cápsula esporífera , onde são produzidos os esporos através do processo meiótico. Após a liberação dos esporos, o esporófito desaparece. Os esporos, em substrato adequado, germinam para produzir um novo gametófito.   CÁPSULA
PROTONEMA DE UM MUSGO:INÍCIO DE UM NOVO GAMETÓFITO Com a maturidade, o esporófito forma uma cápsula, no interior da qual as células diplóides sofrem meiose e dão origem a esporos haplóides. Estes se liberam e são carregados pelo vento. Se caírem em um ambiente favorável o esporo germina e forma um filamento multicelular, o protonema ( do grego protos = primeiro) e nema = fio ).
Divisão os esporófitos de antóceros são os únicos que têm o meristema basal, que aumenta o tecido da cápsula acima de um período de um mês.
PTERIDÓFITAS Os primeiros vegetais com vasos de condução(traqueófitas).
Filo  Tracheophyta  ou Traqueófitas Apresentam diferenciação em raiz, caule e folhas. Têm tecidos condutores para o transporte de água e substâncias minerais e orgânicas, pelo que se denominam  plantas vasculares . O corpo da planta é na sua maior parte constituído pela geração esporofítica(2n).
Pteridophyta São vegetais criptógamos vasculares e cormófitos. Traduzindo isto quer dizer: são vegetais que não apresentam flores, possuem vasos condutores de seiva e o aparelho vegetativo com raiz, caule e folhas bem desenvolvidas. Assim como as briófitas apresentam alternância de gerações, entretanto, a fase duradoura é representada pelo esporófito e a fase transitória é representada pelo gametófito que recebe o nome de protalo, haplóide.   Esporófito Soros com esporângios Gametófito com arquegônio e anterídio Ocorre produção de esporos por meiose
PTERIDÓFITA A palavra pteridófita origina-se do grego  pteris , " dedo",  phyton , "planta" , é utilizada para designar plantas vasculares ( traqueófitas), sem flores e sementes ( criptógamas ), que se reproduzem por alternância de gerações. A classe Filicinae é composta por aproximadamente 12000 espécies. Estes vegetais, conhecidos como samambaias ou fetos, podem apresentar várias formas e tamanhos.
AS PTERIDÓFITAS AS AVENCAS AS SAMAMBAIAS ESPORÓFITOS DIPLÓIDES
AS  PTERIDOPHYTA v    Vivem em regiões tropicais; v    Possuem sistema vascular; v    Têm raiz, caule e folhas; v    Possuem geralmente um caule subterrâneo - rizoma; v    Têm folhas muito desenvolvidas, geralmente com o limbo dividido em folíolos; v    A fecundação é dependente da água; v    Na época da reprodução, desenvolvem-se soros na página inferior das folhas; v    Os soros são grupos de esporângios.
OS BÁCULOS : COMO CRESCEM AS FRONDAS As grandes folhas compostas (limbo dividido em folíolos) originam-se do desenrolar das folhas jovens,os báculos.
FOLÍOLO COM SOROS As grandes folhas compostas chamam-se frondas e são compostas porque o seu limbo está subdividido em folíolos em cujo dorso encontraremos os soros,que são conjuntos de esporângios
SORO Nos  esporângios , por  meiose espórica , formam-se os  ESPOROS (n).  Estes, em condições normais, desenvolvem-se formando o   PROTALO (n) , que é a  geração gametofítica .   Conjuntos de esporângios
OS SOROS: CONJUNTO DE ESPORÂNGIOS NO DORSO DOS FOLÍOLOS,SUBDIVISÕES DO LIMBO DAS FOLHAS COMPOSTAS. POR  MEIOSE  SERÃO PRODUZIDOS OS  ESPOROS  QUE GERMINANDO ORIGINARÃO OS GAMETÓFITOS.
PROTALO E GAMETAS No protalo desenvolvem-se os  gametângios arquegônio e anterídio , que produzem os  gametas oosfera e anterozóides,  respectivamente.   Sp.monóica
OS GAMETÓFITOS (PROTALOS) ANTERÍDIOS PRODUZEM ANTEROZÓIDES (MASCULINOS ) ARQUEGÔNIOS PRODUZEM  OOSFERAS (FEMININOS) SEMPRE HAPLÓIDES MONÓICOS OU DIÓICOS
O protalo é uma estrutura, geralmente, pequena, verde e em forma de lâmina vivendo acima do solo. Em alguns casos ele pode ser saprófita e ser encontrado dentro do solo, sendo neste caso incolor. Não importando sua forma ele tem um período de vida curto não ultrapassando algumas semanas (em situações especiais caso não haja a fecundação o protalo pode viver durante anos).   PROTALO : GAMETÓFITO DAS SAMAMBAIAS
Dentro dos s oros encontram-se os esporângios onde estão contidos os esporos ( n). Estes caem no substrato úmido, e se desenvolvem em um protalo ( gametófito hermafrodita).   EX. POLYPODIUM PTERIDOPHYTA Out/2001
DO GAMETÓFITO UM NOVO ESPORÓFITO
CICLO VITAL E METAGÊNESE
Angiospermae Plantas que produzem flores. Gametófitos pequenos  dependentes do esporófito. Sementes incluídas num ovário que depois se transforma num fruto. Fruto
A  FLOR  , UM CONJUNTO DE FOLHAS MODIFICADAS 1.  Cálice  e  corola , formando o  perianto ; 2.  Estames , cujo conjunto é denominado  androceu , onde serão formados os grãos de pólen. 3.  Carpelos , cujo conjunto é denominado  gineceu , onde estão contidos os óvulos. 4. Peças florais estão inseridas no ápice do eixo, o  receptáculo , estando sustentadas pelo  pedicelo .
O PERIANTO Conjunto de folhas modificadas , os  antófilos  que rodeiam ao androceu e/ou ao gineceu nas flores. O nome designa ao conjunto de cálice e corola de cores diferentes.
FLORES APERIANTADAS DAS GIMNOSPERMAS Os estróbilos masculinos ( amentos ) e os estróbilos femininos ( cones ) formados por microsporófilos (estames) e megasporófilos ( carpelos ).
DA FLOR AO FRUTO O rudimento seminal duplamente fecundado originará a semente. As paredes do ovário hipertrofiadas originarão ao pericarpo. Semente (s) + pericarpo = Fruto .
CORMÓFITAS COM  FLORES PERIANTADAS, SEMENTES E FRUTOS ANGIOSPERMAS
FLORES Dicotiledôneas Monocotiledôneas Dímeras e tetrâmeras pentâmeras trímeras
MONOCOTILEDÔNEAS
SEMENTE DE MONOCOTILEDÔNEA O albúmem, de cor amarela(milho), mas esbranquiçada no contacto com o embrião; o embrião formado por um cotilédone, que possui duas expansões, as quais revestem a radícula e a gêmula.
EMBRIÃO NAS MONOCOTILEDÔNEAS Destacam-se: a parede, constituída pelo pericarpo e pelo tegumento; o albúmem, de cor amarela(milho), mas esbranquiçada no contacto com o embrião; o embrião formado por um cotilédone, que possui duas expansões, as quais revestem a  radícula e a gêmula.   EMBRIÃO DE MONOCOTILEDÔNEA COTILÉDONE
RAIZ DAS MONOCOTILEDÔNEAS Fasciculada  ou  em cabeleira  - a raiz primária degenera logo no início do desenvolvimento da planta dando lugar a várias raízes adventícias que surgem da base do caule. Comum nas monocotiledôneas.
AS MONOCOTILEDÔNEAS Raízes fasciculadas. Folhas paralelinérveas. Caule sem câmbio e sem crescimento em espessura. Flores trímeras e , geralmente, homoclamídeas .
FOLHAS PARALELINÉRVEAS * As nervuras correspondem aos vasos condutores que passam pelo mesófilo.. Paralelinérveas, quando possuem mais ou menos o mesmo diâmetro, e se dispõem, lado a lado, desde a base até o ápice do limbo.  Paralelinérveas : com nervuras secundárias paralelas à principal, quando esta existe. Ex. gramíneas.
TRIGO E MILHO : DUAS MONOCOTILEDÔNEAS A ESPIGA É UMA INFRUTESCÊNCIA E CADA  GRÃO É UM FRUTO TAMBÉM CHAMADO DE  CARIOPSE ,  COM O PERICARPO ADERIDO A ÚNICA SEMENTE, COM UM ÚNICO COTILÉDONE, EM TODA SUA  SUPERFÍCIE.
FLOR DE  MONOCOTILEDÔNEA Íris   . TRÍMERAS.
LÍRIO : FLOR DE UMA MONOCOTILEDÔNEA ESTIGMA ESTILETE OVÁRIO
OVÁRIO DE UMA MONOCOTILEDÔNEA Composto por 3 carpelos , folhas modificadas que formaram ao gineceu , do qual o ovário é uma das regiões.
MONOCOTILEDÔNEAS A CEBOLA É IDENTIFICADA PELAS FOLHAS EMBAINHADAS, PARALELINÉRVEAS, E AS FLORES TRÍMERAS .
MONOCOTILEDÔNEAS Não cresce em diâmetro. Sem câmbio e os vasos são dispersos. Caule que não crescerá em diâmetro. seg. Sônia Lopes.
AS PALMEIRAS : AS ÚNICAS MONOCOTILEDÔNEAS QUE SÃO ÁRVORES . FOLHAS EMBAINHADAS,SEM PECÍOLO,PARALELINÉRVEAS, QUE PARTEM DE UMA GEMA TERMINAL DO CAULE( ESTIPE ).
O BAMBU: UMA MONOCOTILEDÔNEA SEU CAULE É UM  COLMO , COM NÓS E ENTRENÓS NÍTIDOS, DOS QUAIS PARTEM FOLHAS COM BAINHAS EM FORMA DE UM ANEL E UM LIMBO PARALELINÉRVEO.
Orquídeas são Monocotiledôneas Flores trímeras das orquídeas
AS DICOTILEDÔNEAS Embrião contido em sementes com dois cotilédones, di,tetra ou pentameria dos elementos florais. Tecidos vasculares em feixes distintos dispostos em cilindros ou círculos. Folhas com nervação  reticulada; raiz geralmente axial ou pivotante.
AS DICOTILEDÔNEAS Raízes axiais. Folhas retinérveas ou peninérveas. Caule com câmbio e crescimento em espessura. Flores dímeras ( tetrâmeras ) ou pentâmeras e , geralmente ,heteroclamídeas , com um notável perianto.
AS DICOTILEDÔNEAS FLORES PENTÂMERAS OU DÍMERAS, FOLHAS COM PECÍOLOS E RETINÉRVEAS E O PRINCIPAL EXEMPLO SÃO AS LEGUMINOSAS, COMO O FEIJÃO.
FOLHA RETINÉRVEA OU PENINÉRVEA Nervuras ramificadas , a partir de uma nítida nervura principal. É característica das Dicotiledôneas , como o exemplar da figura , o  Ficus   carica.
FLOR DE DICOTILEDÔNEA Hibiscus   . DÍMERAS OU  PENTÂMERAS.
Tulipa Flores pentâmeras e folhas peninérveas ou retinérveas, com nervuras secundárias partindo de uma nítida nervura principal.
SEMENTE COM DOIS COTILÉDONES O embrião é formado, na maioria das sementes, dos órgãos seguintes: plúmula ou cotilédones, o hipocótilo, e a radícula. Na maioria das dicotiledôneas - plantas cujas sementes têm dois cotilédones - as reservas estão armazenadas nos cotilédones - sementes sem albúmem.  embrião cotilédones radícula
SEMENTES DE DICOTILEDÔNEAS No  feijão  internamente, observam-se: dois volumosos cotilédones, que armazenam as reservas da semente e os esboços dos futuros órgãos da planta - a radícula(vai corresponder à raiz), o caulículo(vai corresponder ao caule) e a gêmula(vai corresponder às folhas).  Na 2ª figura os cotilédones de  soja  estão acima da superfície do solo.   soja
RAIZ DAS DICOTILEDÔNEAS axial  ou  pivotante  - possui uma raiz principal (primária) da qual partem várias raízes secundárias. Comum nas gimnospermas e dicotiledôneas.
RAIZ AXIAL : PIVOTANTE epiderme ramificação endoderme protoderme Meristema primário procâmbio Coifa Pelos absorventes
CAULE COM CÂMBIO DAS DICOTILEDÔNEAS Crescerá em diâmetro,COM A ORIGEM A CADA ANO,de novas camadas de xilema e floema que irão formar os anéis de crescimento. Seg.Sônia Lopes
MERISTEMAS SECUNDÁRIOS FELOGÊNIO CÂMBIO
Crescimento em diâmetro nas Dicotiledôneas
O CAULE COM MAIS DE UM ANO DE VIDA
PERIDERME  :  Tecido de revestimento, que substitui a epiderme nos órgãos com crescimento secundário. É constituída pelo felogênio,  súber  (situado externamente) e feloderme (situado internamente ).   Lenticelas 2º Ano e Seguintes
DETERMINAÇÃO DA IDADE XILEMA SECUNDÁRIO E A FORMAÇÃO,ANUAL,DOS ANÉIS DE CRESCIMENTO EM DICOTILEDÔNEAS IDADE = Nº DE ANÉIS + 1 ( O 1º ANO NO QUAL NÃO OCORREU ATIVIDADE DO CÂMBIO) .
Rosa : uma dicotiledônea. Um perianto ( cálice e corola com cores diferentes) em flores pentâmeras . O cultivo em estufas e a seleção pelo homem multiplicou o número de pétalas(múltiplo de 5).
DICOTILEDÔNEAS : A BATATA E O TOMATE FOLHAS PECIOLADAS E RETINÉRVEAS .
BATATA E BETERRABA: DUAS DICOTILEDÔNEAS A BATATA POSSUI UM CAULE SUBTERRÂNEO CHAMADO  TUBÉRCULO . A BETERRABA POSSUI UMA RAIZ TUBEROSA (SEM GEMAS) ONDE ARMAZENA AÇÚCARES COMO RESERVAS.
TESTE Dentre as características abaixo, indique a(s)que está(ão) presente(s) na maioria das plantas monocotiledôneas: I) raiz fasciculada II) flores trímeras III) endocarpo carnoso IV) caule com meristema secundário A) I, II, III e IV. B) I, II e III apenas. C) I e II apenas. D) I apenas. E) nenhuma C
TESTE Um engenheiro agrônomo recomendou para um agricultor que utilizasse plantas com raízes fasciculadas para controlar a erosão. Essas plantas, que também possuem folhas com nervuras paralelas, são classificadas como: a) briófitas.  b) pteridófitas.  c) gimnospermas.  d) monocotiledôneas.  e) dicotiledôneas d
MORFOLOGIA VEGETAL A morfologia vegetal ( Organografia ) estuda a forma externa dos órgãos vegetais superiores.
MORFOLOGIA VEGETAL  As angiospermas são plantas mais evoluídas e complexas da Terra. Têm raízes, caules e folhas, órgãos da vida vegetativa. Na época da reprodução produzem flores, frutos e sementes.
RAIZ -  Função:  capaz de promover: a fixação do vegetal ao substrato; absorção de água e sais minerais; condução do material absorvido e o acúmulo de diversos tipos de substâncias de reserva.
Partes da Raiz
Raiz : Origem A raiz originada diretamente da radícula embrionária chama-se  normal  e a raiz que se origina a partir de células parenquimáticas do caule ou da folha é denominada  adventícia .
Tipos de Raiz   Raiz axial ou pivotante:  apresenta um eixo principal que penetra no solo e emite raízes laterais secundárias. É típica de dicotiledôneas (feijão) e gimnospermas (pinheiros); Raiz fasciculada:  sem eixo principal; todas crescem igualmente. Algumas ficam na superfície, aproveitando a água das chuvas passageiras. É típicadas monocotiledôneas (milho, capim).
Tipos de Raiz Raiz tuberosa:  espessa devido ao acúmulo de substâncias de reserva,  é axial quando a reserva é acumulada somente no eixo principal (cenoura, nabo, rabanete) e fasciculada quando a reserva também fica acumulada nas raízes secundárias (mandioca, dália etc.).
Tipos de Raiz Suporte ou de cintamento Rizoma Tabular
Tipos de Raiz Pneumatófora/Respiratória
Raízes sugadoras ou haustórios de plantas parasitas, penetram no caule de uma outra planta e podem estabelecer um contato com o xilema (lenho), de onde sugam a seiva bruta. Neste caso, a planta é chamada semiparasita. Ex.: erva-de-passarinho. Em outros casos, o haustório atinge o floema e passa a retirar a seiva elaborada. A planta, então, é chamada holoparasita. Ex.: cipó-chumbo.              
Anatomia da raiz
Anatomia da raiz   a raiz pode ser dividida em três regiões: epiderme, casca ou córtex e cilindro central ou cilindro vascular.
 
Epiderme com pêlos absorventes plantas terrestres retiram a água do solo através do seu sistema radicular (pêlos absorventes), por osmose e sais minerais por difusão e transporte ativo das células epidérmicas.
Anatomia da raiz Caliptra  (cofia): órgão apical como um capuz ou “camisinha” que reveste ou protege o meristema apical radicular da invasão de microorganismos, choques mecânicos e orienta o tropismo da raiz em relação ao solo.
Anatomia interna da raiz
Anatomia interna da raiz
Anatomia interna da raiz Periciclo : porção do cilindro vascular compreendida entre os tecidos vasculares e a  endoderme,  formadora de raízes laterais .
Anatomia interna da raiz A zona cortical é principalmente constituída por células parenquimatosas, que são separadas por espaços de vários tamanhos, que se desenvolvem durante o crescimento inicial do órgão, adaptados células a respirarem.
Anatomia interna da raiz O córtex auxilia na condução de água e minerais dissolvidos através da raiz, desde a epiderme até ao xilema, e armazena várias moléculas translocadas. A endoderme ocorre de maneira diferente nas Mono e Dicotiledóneas, sendo nas Monocotiledóneas em "U" e nas Dicotiledóneas sob a forma de pontuações, denominadas pontuações de Caspary.  mono dico
Caule O caule suporta as folhas, flores, frutos e através dele circulam as seivas. Na sua organização apresenta nós, entrenós e gomos laterais, estes podem desenvolver-se originando ramos com folhas e flores.
Caule
Caule Gemas : células embrionárias típicas do caule.
Tipos de caules bulbo Tronco jovem(talo)
Caule de Monocotiledôneas Em secção transversal, as partes constituintes são epiderme, o córtex e o cilindro central ou vascular. A epiderme, a estrutura mais externa do caule, é geralmente cutinizada, para prevenir a perda excessiva de água, possui ainda lenticelas e por vezes é provida de pêlos pluricelulares.
Caule de Monocotiledôneas
Caule de mono e dicotiledôneas
Caule de dicotiledôneas (estrutura secundária) Nos caules jovens se encontra o cilindro central, onde xilema e floema estão agrupados em cordões ou feixes  concêntricos  com disposição típica.
Caule de dicotiledôneas
 
 
FOLHAS Orgão fotossintetizante de estrutura achatada e fina, de modo que o tecido clorofiliano, responsável pela fotossíntese fique próximo à superfície.
FOLHAS São constituídas basicamente de: Limbo - laminar e verde, comumente muito delgado; Pecíolo - espécie de pedicelo, inserido na base do limbo; Bainha - situada na parte inferior do pecíolo.
FOLHAS: MORFOLOGIA
FOLHAS ANATOMIA INTERNA
FOLHAS ANATOMIA INTERNA ESTÔMATOS
FOLHAS ANATOMIA INTERNA E EXTERNA
DIFERENÇAS : MONO E DICOTILEDÔNEAS
DESENVOLVIMENTO VEGETAL GERMINAÇÃO EPÍGEA Típica de dicotiledôneas
DESENVOLVIMENTO VEGETAL GERMINAÇÃO HIPÓGEA Típica de monocotiledôneas
MERISTEMAS :TECIDOS EMBRIONÁRIOS Meristemas são tecidos embrionários que se diferenciam e originam os tecidos permanentes ou adultos das plantas.
MERISTEMAS PRIMÁRIOS OU APICAIS Originados diretamente do embrião.Diferenciam-se originando tecidos adultos nos ápices germinativos(ponta da raiz, caule e folhas) persistindo por toda vida da planta, responsável pelo crescimento apical (altura ou tamanho). Ex. Meristemas Primários do caule ou gemas
 
 
MERISTEMAS SECUNDÁRIOS LATERAIS  Entre o xilema e o floema do cilindro central se desenvolve o câmbio e como as raízes se espessam graças às divisões radiais de suas células, o córtex se torna cada vez menor, descamando-se para fora da raiz. Epiderme e córtex perdem-se completamente. A nova camada externa é composta por células suberificadas constituindo a periderme que se desenvolve a partir do felogênio.
MERISTEMAS SECUNDÁRIOS LATERAIS   Em caules que se espessam com a idade,há uma zona meristemática chamada câmbio, cujas células se dividem rapidamente e atrás da qual existe uma região de células que se alongam com rapidez.Isso ocasiona o crescimento em espessura da planta.

BotâNicaquasecompleto

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    AS BRIÓFITAS OS MUSGOS AS HEPÁTICAS ..........A Flora briofítica do Brasil conta com 3.125 espécies distribuídas em 450 gêneros e 110 famílias. ..........Este grupo vegetal representada por três divisões: Anthocerotophyta (antóceros); Hepatophyta (hepáticas) e Lycopodophyta (musgos).
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  • 5.
    GAMETÓFITO gametófito folhoso,o qual está diferenciado em estruturas análogas às folhas das traqueófitas, denominadas de filóides , e em um eixo axial que suporta esses filídios, denominado de caulídeo ou caulóide, análogo ao caule das traqueófitas. GAMETÓFITO
  • 6.
    GAMETÓFITO MASCULINO Osórgãos sexuais masculinos, anterídios, e femininos, arquegônios, têm camada externa estéril. Cada arquegônio contém uma oosfera. Numerosos anterozóides são produzidos em cada anterídio; o anterozóide é livre - natante e biflagelado. gametófito anterozóides anterídio
  • 7.
    ANTERÍDIO Gametângio masculino;estrutura onde se formam os gametas masculinos designados anterozóides. Os anterozóides são os gametas masculinos dotados de flagelos longos e muito móveis, que se deslocam por quimiotactismo .
  • 8.
    GAMETÓFITO E GAMETÂNGIOSSeus gametângios são pluricelulares, com uma camada estéril (epiderme) que protege as células sexuais da dessecação, sendo esta uma adaptação à vida no ambiente terrestre. Gametófito do musgo
  • 9.
    ARQUEGÔNIO E ANTERÍDIOa- Briófita monóica - Com gametófito ( indivíduo da geração gametofítica ) apresentando tanto estruturas reprodutivas masculinas ( anterídios) como femininas ( arquegônios ). b- Briófita dióica - apresenta indivíduos com gametófito masculino e indivíduos apenas com o gametófito feminino.
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  • 11.
    MUSGOS São haplodiplobiontes- pois o gametófito (n) é a fase predominante
  • 12.
    OS MUSGOS Ogametófito n é duradouro e clorofilado enquanto os esporófitos 2n são de menor duração e vivem como parasitas as custas do organismo sexuado . ESPORÓFITOS GAMETÓFITOS
  • 13.
    Ciclo de Vidade um Musgo O corpo vegetativo é trófico corresponde ao gametófito haplóide (n), sendo que o esporófito diplóide (2n) cresce sobre este e tem vida efêmera.
  • 14.
    CANTE PARA LEMBRARCiclo do Musgo ( Jingle Bells ) No musgo o gametófito Lembre sempre bem Que é fase haplóide E a mais longa também Anterídeo-Anterozóide Arquegônio-Oosféra Da fusão desses gametas É zigoto que se espera Que legal, que legal Aprendi então Do musgo eu sei tudo De reprodução Zigoto está formado E mitose vai sofrer E logo em seguida Esporófito vai ser Esporófito e diplóide Em seguida então Sofre uma meiose E larga esporos pelo chão Esporo cai no solo E mitose vai sofrer E quando for crescido Gametófito vai ser
  • 15.
    ESPORÓFITO E CÁPSULADo zigoto, que é formado a partir da união gamética, desenvolve-se o esporófito, o qual é constituído por uma estrutura axial, a seta , que eleva a cápsula esporífera , onde são produzidos os esporos através do processo meiótico. Após a liberação dos esporos, o esporófito desaparece. Os esporos, em substrato adequado, germinam para produzir um novo gametófito. CÁPSULA
  • 16.
    PROTONEMA DE UMMUSGO:INÍCIO DE UM NOVO GAMETÓFITO Com a maturidade, o esporófito forma uma cápsula, no interior da qual as células diplóides sofrem meiose e dão origem a esporos haplóides. Estes se liberam e são carregados pelo vento. Se caírem em um ambiente favorável o esporo germina e forma um filamento multicelular, o protonema ( do grego protos = primeiro) e nema = fio ).
  • 17.
    Divisão os esporófitosde antóceros são os únicos que têm o meristema basal, que aumenta o tecido da cápsula acima de um período de um mês.
  • 18.
    PTERIDÓFITAS Os primeirosvegetais com vasos de condução(traqueófitas).
  • 19.
    Filo Tracheophyta ou Traqueófitas Apresentam diferenciação em raiz, caule e folhas. Têm tecidos condutores para o transporte de água e substâncias minerais e orgânicas, pelo que se denominam plantas vasculares . O corpo da planta é na sua maior parte constituído pela geração esporofítica(2n).
  • 20.
    Pteridophyta São vegetaiscriptógamos vasculares e cormófitos. Traduzindo isto quer dizer: são vegetais que não apresentam flores, possuem vasos condutores de seiva e o aparelho vegetativo com raiz, caule e folhas bem desenvolvidas. Assim como as briófitas apresentam alternância de gerações, entretanto, a fase duradoura é representada pelo esporófito e a fase transitória é representada pelo gametófito que recebe o nome de protalo, haplóide. Esporófito Soros com esporângios Gametófito com arquegônio e anterídio Ocorre produção de esporos por meiose
  • 21.
    PTERIDÓFITA A palavrapteridófita origina-se do grego pteris , " dedo", phyton , "planta" , é utilizada para designar plantas vasculares ( traqueófitas), sem flores e sementes ( criptógamas ), que se reproduzem por alternância de gerações. A classe Filicinae é composta por aproximadamente 12000 espécies. Estes vegetais, conhecidos como samambaias ou fetos, podem apresentar várias formas e tamanhos.
  • 22.
    AS PTERIDÓFITAS ASAVENCAS AS SAMAMBAIAS ESPORÓFITOS DIPLÓIDES
  • 23.
    AS PTERIDOPHYTAv    Vivem em regiões tropicais; v    Possuem sistema vascular; v    Têm raiz, caule e folhas; v    Possuem geralmente um caule subterrâneo - rizoma; v    Têm folhas muito desenvolvidas, geralmente com o limbo dividido em folíolos; v    A fecundação é dependente da água; v    Na época da reprodução, desenvolvem-se soros na página inferior das folhas; v    Os soros são grupos de esporângios.
  • 24.
    OS BÁCULOS :COMO CRESCEM AS FRONDAS As grandes folhas compostas (limbo dividido em folíolos) originam-se do desenrolar das folhas jovens,os báculos.
  • 25.
    FOLÍOLO COM SOROSAs grandes folhas compostas chamam-se frondas e são compostas porque o seu limbo está subdividido em folíolos em cujo dorso encontraremos os soros,que são conjuntos de esporângios
  • 26.
    SORO Nos esporângios , por meiose espórica , formam-se os ESPOROS (n). Estes, em condições normais, desenvolvem-se formando o  PROTALO (n) , que é a geração gametofítica . Conjuntos de esporângios
  • 27.
    OS SOROS: CONJUNTODE ESPORÂNGIOS NO DORSO DOS FOLÍOLOS,SUBDIVISÕES DO LIMBO DAS FOLHAS COMPOSTAS. POR MEIOSE SERÃO PRODUZIDOS OS ESPOROS QUE GERMINANDO ORIGINARÃO OS GAMETÓFITOS.
  • 28.
    PROTALO E GAMETASNo protalo desenvolvem-se os gametângios arquegônio e anterídio , que produzem os gametas oosfera e anterozóides, respectivamente. Sp.monóica
  • 29.
    OS GAMETÓFITOS (PROTALOS)ANTERÍDIOS PRODUZEM ANTEROZÓIDES (MASCULINOS ) ARQUEGÔNIOS PRODUZEM OOSFERAS (FEMININOS) SEMPRE HAPLÓIDES MONÓICOS OU DIÓICOS
  • 30.
    O protalo éuma estrutura, geralmente, pequena, verde e em forma de lâmina vivendo acima do solo. Em alguns casos ele pode ser saprófita e ser encontrado dentro do solo, sendo neste caso incolor. Não importando sua forma ele tem um período de vida curto não ultrapassando algumas semanas (em situações especiais caso não haja a fecundação o protalo pode viver durante anos). PROTALO : GAMETÓFITO DAS SAMAMBAIAS
  • 31.
    Dentro dos soros encontram-se os esporângios onde estão contidos os esporos ( n). Estes caem no substrato úmido, e se desenvolvem em um protalo ( gametófito hermafrodita). EX. POLYPODIUM PTERIDOPHYTA Out/2001
  • 32.
    DO GAMETÓFITO UMNOVO ESPORÓFITO
  • 33.
    CICLO VITAL EMETAGÊNESE
  • 34.
    Angiospermae Plantas queproduzem flores. Gametófitos pequenos dependentes do esporófito. Sementes incluídas num ovário que depois se transforma num fruto. Fruto
  • 35.
    A FLOR , UM CONJUNTO DE FOLHAS MODIFICADAS 1. Cálice e corola , formando o perianto ; 2. Estames , cujo conjunto é denominado androceu , onde serão formados os grãos de pólen. 3. Carpelos , cujo conjunto é denominado gineceu , onde estão contidos os óvulos. 4. Peças florais estão inseridas no ápice do eixo, o receptáculo , estando sustentadas pelo pedicelo .
  • 36.
    O PERIANTO Conjuntode folhas modificadas , os antófilos que rodeiam ao androceu e/ou ao gineceu nas flores. O nome designa ao conjunto de cálice e corola de cores diferentes.
  • 37.
    FLORES APERIANTADAS DASGIMNOSPERMAS Os estróbilos masculinos ( amentos ) e os estróbilos femininos ( cones ) formados por microsporófilos (estames) e megasporófilos ( carpelos ).
  • 38.
    DA FLOR AOFRUTO O rudimento seminal duplamente fecundado originará a semente. As paredes do ovário hipertrofiadas originarão ao pericarpo. Semente (s) + pericarpo = Fruto .
  • 39.
    CORMÓFITAS COM FLORES PERIANTADAS, SEMENTES E FRUTOS ANGIOSPERMAS
  • 40.
    FLORES Dicotiledôneas MonocotiledôneasDímeras e tetrâmeras pentâmeras trímeras
  • 41.
  • 42.
    SEMENTE DE MONOCOTILEDÔNEAO albúmem, de cor amarela(milho), mas esbranquiçada no contacto com o embrião; o embrião formado por um cotilédone, que possui duas expansões, as quais revestem a radícula e a gêmula.
  • 43.
    EMBRIÃO NAS MONOCOTILEDÔNEASDestacam-se: a parede, constituída pelo pericarpo e pelo tegumento; o albúmem, de cor amarela(milho), mas esbranquiçada no contacto com o embrião; o embrião formado por um cotilédone, que possui duas expansões, as quais revestem a radícula e a gêmula. EMBRIÃO DE MONOCOTILEDÔNEA COTILÉDONE
  • 44.
    RAIZ DAS MONOCOTILEDÔNEASFasciculada ou em cabeleira - a raiz primária degenera logo no início do desenvolvimento da planta dando lugar a várias raízes adventícias que surgem da base do caule. Comum nas monocotiledôneas.
  • 45.
    AS MONOCOTILEDÔNEAS Raízesfasciculadas. Folhas paralelinérveas. Caule sem câmbio e sem crescimento em espessura. Flores trímeras e , geralmente, homoclamídeas .
  • 46.
    FOLHAS PARALELINÉRVEAS *As nervuras correspondem aos vasos condutores que passam pelo mesófilo.. Paralelinérveas, quando possuem mais ou menos o mesmo diâmetro, e se dispõem, lado a lado, desde a base até o ápice do limbo. Paralelinérveas : com nervuras secundárias paralelas à principal, quando esta existe. Ex. gramíneas.
  • 47.
    TRIGO E MILHO: DUAS MONOCOTILEDÔNEAS A ESPIGA É UMA INFRUTESCÊNCIA E CADA GRÃO É UM FRUTO TAMBÉM CHAMADO DE CARIOPSE , COM O PERICARPO ADERIDO A ÚNICA SEMENTE, COM UM ÚNICO COTILÉDONE, EM TODA SUA SUPERFÍCIE.
  • 48.
    FLOR DE MONOCOTILEDÔNEA Íris . TRÍMERAS.
  • 49.
    LÍRIO : FLORDE UMA MONOCOTILEDÔNEA ESTIGMA ESTILETE OVÁRIO
  • 50.
    OVÁRIO DE UMAMONOCOTILEDÔNEA Composto por 3 carpelos , folhas modificadas que formaram ao gineceu , do qual o ovário é uma das regiões.
  • 51.
    MONOCOTILEDÔNEAS A CEBOLAÉ IDENTIFICADA PELAS FOLHAS EMBAINHADAS, PARALELINÉRVEAS, E AS FLORES TRÍMERAS .
  • 52.
    MONOCOTILEDÔNEAS Não cresceem diâmetro. Sem câmbio e os vasos são dispersos. Caule que não crescerá em diâmetro. seg. Sônia Lopes.
  • 53.
    AS PALMEIRAS :AS ÚNICAS MONOCOTILEDÔNEAS QUE SÃO ÁRVORES . FOLHAS EMBAINHADAS,SEM PECÍOLO,PARALELINÉRVEAS, QUE PARTEM DE UMA GEMA TERMINAL DO CAULE( ESTIPE ).
  • 54.
    O BAMBU: UMAMONOCOTILEDÔNEA SEU CAULE É UM COLMO , COM NÓS E ENTRENÓS NÍTIDOS, DOS QUAIS PARTEM FOLHAS COM BAINHAS EM FORMA DE UM ANEL E UM LIMBO PARALELINÉRVEO.
  • 55.
    Orquídeas são MonocotiledôneasFlores trímeras das orquídeas
  • 56.
    AS DICOTILEDÔNEAS Embriãocontido em sementes com dois cotilédones, di,tetra ou pentameria dos elementos florais. Tecidos vasculares em feixes distintos dispostos em cilindros ou círculos. Folhas com nervação reticulada; raiz geralmente axial ou pivotante.
  • 57.
    AS DICOTILEDÔNEAS Raízesaxiais. Folhas retinérveas ou peninérveas. Caule com câmbio e crescimento em espessura. Flores dímeras ( tetrâmeras ) ou pentâmeras e , geralmente ,heteroclamídeas , com um notável perianto.
  • 58.
    AS DICOTILEDÔNEAS FLORESPENTÂMERAS OU DÍMERAS, FOLHAS COM PECÍOLOS E RETINÉRVEAS E O PRINCIPAL EXEMPLO SÃO AS LEGUMINOSAS, COMO O FEIJÃO.
  • 59.
    FOLHA RETINÉRVEA OUPENINÉRVEA Nervuras ramificadas , a partir de uma nítida nervura principal. É característica das Dicotiledôneas , como o exemplar da figura , o Ficus carica.
  • 60.
    FLOR DE DICOTILEDÔNEAHibiscus . DÍMERAS OU PENTÂMERAS.
  • 61.
    Tulipa Flores pentâmerase folhas peninérveas ou retinérveas, com nervuras secundárias partindo de uma nítida nervura principal.
  • 62.
    SEMENTE COM DOISCOTILÉDONES O embrião é formado, na maioria das sementes, dos órgãos seguintes: plúmula ou cotilédones, o hipocótilo, e a radícula. Na maioria das dicotiledôneas - plantas cujas sementes têm dois cotilédones - as reservas estão armazenadas nos cotilédones - sementes sem albúmem. embrião cotilédones radícula
  • 63.
    SEMENTES DE DICOTILEDÔNEASNo feijão internamente, observam-se: dois volumosos cotilédones, que armazenam as reservas da semente e os esboços dos futuros órgãos da planta - a radícula(vai corresponder à raiz), o caulículo(vai corresponder ao caule) e a gêmula(vai corresponder às folhas). Na 2ª figura os cotilédones de soja estão acima da superfície do solo. soja
  • 64.
    RAIZ DAS DICOTILEDÔNEASaxial ou pivotante - possui uma raiz principal (primária) da qual partem várias raízes secundárias. Comum nas gimnospermas e dicotiledôneas.
  • 65.
    RAIZ AXIAL :PIVOTANTE epiderme ramificação endoderme protoderme Meristema primário procâmbio Coifa Pelos absorventes
  • 66.
    CAULE COM CÂMBIODAS DICOTILEDÔNEAS Crescerá em diâmetro,COM A ORIGEM A CADA ANO,de novas camadas de xilema e floema que irão formar os anéis de crescimento. Seg.Sônia Lopes
  • 67.
  • 68.
    Crescimento em diâmetronas Dicotiledôneas
  • 69.
    O CAULE COMMAIS DE UM ANO DE VIDA
  • 70.
    PERIDERME : Tecido de revestimento, que substitui a epiderme nos órgãos com crescimento secundário. É constituída pelo felogênio, súber (situado externamente) e feloderme (situado internamente ). Lenticelas 2º Ano e Seguintes
  • 71.
    DETERMINAÇÃO DA IDADEXILEMA SECUNDÁRIO E A FORMAÇÃO,ANUAL,DOS ANÉIS DE CRESCIMENTO EM DICOTILEDÔNEAS IDADE = Nº DE ANÉIS + 1 ( O 1º ANO NO QUAL NÃO OCORREU ATIVIDADE DO CÂMBIO) .
  • 72.
    Rosa : umadicotiledônea. Um perianto ( cálice e corola com cores diferentes) em flores pentâmeras . O cultivo em estufas e a seleção pelo homem multiplicou o número de pétalas(múltiplo de 5).
  • 73.
    DICOTILEDÔNEAS : ABATATA E O TOMATE FOLHAS PECIOLADAS E RETINÉRVEAS .
  • 74.
    BATATA E BETERRABA:DUAS DICOTILEDÔNEAS A BATATA POSSUI UM CAULE SUBTERRÂNEO CHAMADO TUBÉRCULO . A BETERRABA POSSUI UMA RAIZ TUBEROSA (SEM GEMAS) ONDE ARMAZENA AÇÚCARES COMO RESERVAS.
  • 75.
    TESTE Dentre ascaracterísticas abaixo, indique a(s)que está(ão) presente(s) na maioria das plantas monocotiledôneas: I) raiz fasciculada II) flores trímeras III) endocarpo carnoso IV) caule com meristema secundário A) I, II, III e IV. B) I, II e III apenas. C) I e II apenas. D) I apenas. E) nenhuma C
  • 76.
    TESTE Um engenheiroagrônomo recomendou para um agricultor que utilizasse plantas com raízes fasciculadas para controlar a erosão. Essas plantas, que também possuem folhas com nervuras paralelas, são classificadas como: a) briófitas. b) pteridófitas. c) gimnospermas. d) monocotiledôneas. e) dicotiledôneas d
  • 77.
    MORFOLOGIA VEGETAL Amorfologia vegetal ( Organografia ) estuda a forma externa dos órgãos vegetais superiores.
  • 78.
    MORFOLOGIA VEGETAL As angiospermas são plantas mais evoluídas e complexas da Terra. Têm raízes, caules e folhas, órgãos da vida vegetativa. Na época da reprodução produzem flores, frutos e sementes.
  • 79.
    RAIZ - Função: capaz de promover: a fixação do vegetal ao substrato; absorção de água e sais minerais; condução do material absorvido e o acúmulo de diversos tipos de substâncias de reserva.
  • 80.
  • 81.
    Raiz : OrigemA raiz originada diretamente da radícula embrionária chama-se normal e a raiz que se origina a partir de células parenquimáticas do caule ou da folha é denominada adventícia .
  • 82.
    Tipos de Raiz Raiz axial ou pivotante: apresenta um eixo principal que penetra no solo e emite raízes laterais secundárias. É típica de dicotiledôneas (feijão) e gimnospermas (pinheiros); Raiz fasciculada: sem eixo principal; todas crescem igualmente. Algumas ficam na superfície, aproveitando a água das chuvas passageiras. É típicadas monocotiledôneas (milho, capim).
  • 83.
    Tipos de RaizRaiz tuberosa: espessa devido ao acúmulo de substâncias de reserva, é axial quando a reserva é acumulada somente no eixo principal (cenoura, nabo, rabanete) e fasciculada quando a reserva também fica acumulada nas raízes secundárias (mandioca, dália etc.).
  • 84.
    Tipos de RaizSuporte ou de cintamento Rizoma Tabular
  • 85.
    Tipos de RaizPneumatófora/Respiratória
  • 86.
    Raízes sugadoras ouhaustórios de plantas parasitas, penetram no caule de uma outra planta e podem estabelecer um contato com o xilema (lenho), de onde sugam a seiva bruta. Neste caso, a planta é chamada semiparasita. Ex.: erva-de-passarinho. Em outros casos, o haustório atinge o floema e passa a retirar a seiva elaborada. A planta, então, é chamada holoparasita. Ex.: cipó-chumbo.              
  • 87.
  • 88.
    Anatomia da raiz a raiz pode ser dividida em três regiões: epiderme, casca ou córtex e cilindro central ou cilindro vascular.
  • 89.
  • 90.
    Epiderme com pêlosabsorventes plantas terrestres retiram a água do solo através do seu sistema radicular (pêlos absorventes), por osmose e sais minerais por difusão e transporte ativo das células epidérmicas.
  • 91.
    Anatomia da raizCaliptra (cofia): órgão apical como um capuz ou “camisinha” que reveste ou protege o meristema apical radicular da invasão de microorganismos, choques mecânicos e orienta o tropismo da raiz em relação ao solo.
  • 92.
  • 93.
  • 94.
    Anatomia interna daraiz Periciclo : porção do cilindro vascular compreendida entre os tecidos vasculares e a endoderme, formadora de raízes laterais .
  • 95.
    Anatomia interna daraiz A zona cortical é principalmente constituída por células parenquimatosas, que são separadas por espaços de vários tamanhos, que se desenvolvem durante o crescimento inicial do órgão, adaptados células a respirarem.
  • 96.
    Anatomia interna daraiz O córtex auxilia na condução de água e minerais dissolvidos através da raiz, desde a epiderme até ao xilema, e armazena várias moléculas translocadas. A endoderme ocorre de maneira diferente nas Mono e Dicotiledóneas, sendo nas Monocotiledóneas em "U" e nas Dicotiledóneas sob a forma de pontuações, denominadas pontuações de Caspary. mono dico
  • 97.
    Caule O caulesuporta as folhas, flores, frutos e através dele circulam as seivas. Na sua organização apresenta nós, entrenós e gomos laterais, estes podem desenvolver-se originando ramos com folhas e flores.
  • 98.
  • 99.
    Caule Gemas :células embrionárias típicas do caule.
  • 100.
    Tipos de caulesbulbo Tronco jovem(talo)
  • 101.
    Caule de MonocotiledôneasEm secção transversal, as partes constituintes são epiderme, o córtex e o cilindro central ou vascular. A epiderme, a estrutura mais externa do caule, é geralmente cutinizada, para prevenir a perda excessiva de água, possui ainda lenticelas e por vezes é provida de pêlos pluricelulares.
  • 102.
  • 103.
    Caule de monoe dicotiledôneas
  • 104.
    Caule de dicotiledôneas(estrutura secundária) Nos caules jovens se encontra o cilindro central, onde xilema e floema estão agrupados em cordões ou feixes concêntricos com disposição típica.
  • 105.
  • 106.
  • 107.
  • 108.
    FOLHAS Orgão fotossintetizantede estrutura achatada e fina, de modo que o tecido clorofiliano, responsável pela fotossíntese fique próximo à superfície.
  • 109.
    FOLHAS São constituídasbasicamente de: Limbo - laminar e verde, comumente muito delgado; Pecíolo - espécie de pedicelo, inserido na base do limbo; Bainha - situada na parte inferior do pecíolo.
  • 110.
  • 111.
  • 112.
  • 113.
  • 114.
    DIFERENÇAS : MONOE DICOTILEDÔNEAS
  • 115.
    DESENVOLVIMENTO VEGETAL GERMINAÇÃOEPÍGEA Típica de dicotiledôneas
  • 116.
    DESENVOLVIMENTO VEGETAL GERMINAÇÃOHIPÓGEA Típica de monocotiledôneas
  • 117.
    MERISTEMAS :TECIDOS EMBRIONÁRIOSMeristemas são tecidos embrionários que se diferenciam e originam os tecidos permanentes ou adultos das plantas.
  • 118.
    MERISTEMAS PRIMÁRIOS OUAPICAIS Originados diretamente do embrião.Diferenciam-se originando tecidos adultos nos ápices germinativos(ponta da raiz, caule e folhas) persistindo por toda vida da planta, responsável pelo crescimento apical (altura ou tamanho). Ex. Meristemas Primários do caule ou gemas
  • 119.
  • 120.
  • 121.
    MERISTEMAS SECUNDÁRIOS LATERAIS Entre o xilema e o floema do cilindro central se desenvolve o câmbio e como as raízes se espessam graças às divisões radiais de suas células, o córtex se torna cada vez menor, descamando-se para fora da raiz. Epiderme e córtex perdem-se completamente. A nova camada externa é composta por células suberificadas constituindo a periderme que se desenvolve a partir do felogênio.
  • 122.
    MERISTEMAS SECUNDÁRIOS LATERAIS Em caules que se espessam com a idade,há uma zona meristemática chamada câmbio, cujas células se dividem rapidamente e atrás da qual existe uma região de células que se alongam com rapidez.Isso ocasiona o crescimento em espessura da planta.