O Vira Saia nasceu em 2007 na cena da música independente mineira, de encontros de pesquisa e criação musical aliados à
boemia das rodas de samba pelas noites ouro pretanas.
A partir da fusão entre o popular e o erudito, as composições do grupo têm forte influência da música popular brasileira e
latino-americana de encontro com a “world music”, criando um estilo próprio, difícil de ser definido.
Em 2012 parte do grupo migrou-se para Salvador, criando uma ponte cultural entre a capital baiana e o coração barroco das
Minas Gerais.
Desde seu surgimento, caracterizou-se por articular movimentos culturais unindo a música às demais manifestações artísticas,
como a dança, o vídeo, o teatro e a performance, havendo participado de vários festivais como o XIX Festival da Música
Instrumental da Bahia (BA), X Festival da Canção de São Tomé das Letras (MG), III Festival Pocar (ES), Fórum das Letras de
Ouro Preto (MG), Festival Grito Rock (MG), Festival de Inverno de Ouro Preto e Mariana (MG).
Com arranjos inusitados, o Vira Saia mescla em seu cancioneiro composições autorais com o rock e o jazz, tambores e
caixas de maracatu, congado, cacuriá, pandeiros do côco do sertão, atabaques de yjexás e sambas de roda, marchinhas,
maxixes e jongos, dando dimensões contemporâneas à nossa música ancestral.
>> IV Festival Grito Rock (Mariana, MG, 2015)
>> III Festival Pocar (Conceição da Barra, Espírito Santo)
>> Festa de Yemanjá (Salvador, BA, 2015)
>> Carnaval oficial de Ouro Preto (2010, 2011, 2012, 2013 e 2015)
>> XIX Festival de Música Instrumental da Bahia (Salvador, BA, 2014)
>> Carnaval de Imbassaí (Imbassaí, BA, 2014)
>> Festival Grito Rock Ouro Preto (Ouro Preto, 2013)
>> Lila Xirê (Esaouira, Marrocos, 2012)
>> I Festival Pocar (Conceição da Barra, Espírito Santo, 2013)
>> Festival de Inverno Ouro Preto e Mariana (2009, 2010, 2011 e 2012)
>> X Festival da Canção de São Thomé das Letras (2011)
>> Festival Free Jazz Paralelo (Ouro Preto 2011)
>> Fórum das Letras (Ouro Preto 2010)
O espetáculo Maracá é surpreendente por sua
riqueza e diversidade musical e artística,
embasadas em vários anos de pesquisa da
música popular brasileira e latina, aliados a
elementos plásticos e cênicos contemporâneos.
Totalmente autorais, as composições passam
pelos batuques negros, pelo funk, o rock, o
blues, o ijexá, a música de raíz do sertão
numa harmoniosa sinestesia.
Criado em 2011 em Ouro Preto (MG) Maracá
contou com a participação de mais de vinte
artistas em seu lançamento entre músicos,
dançarinos e artistas de teatro.
Em 2013 foi re-lançado na Bahia com ótima
crítica do público e da crítica especializada,
trazendo para o palco o amadurecimento
artístico e musical do grupo.
O Projeto “Tradições Afro-Musicais do Brasil e Marrocos
Gnaoua” foi idealizado e realizado pelo Coletivo Vira Saia
e “Rose des Vents – Centre de Mouviment Cultural”.
Contou com o patrocínio do Programa Música Minas e da
Aliança Franco Marrocaine de Essaouira (Marrocos), com o
apoio cultural da Delegação de Cultura desta cidade.
Em dezembro, o Projeto realizou uma semana de
intercâmbio e vivências intensivas entre ritmos brasileiros e
marroquinos ministradas por Mô Maiê (cantora do Grupo
Vira Saia) e músicos locais.
Como resultado do projeto foi apresentado o espetáculo
Lila Xirê, resultado da fusão da música brasileira e da
música marroquina Gnaoua.
“O público que lotou a Ponte dos Contos na fria noite de sábado balançou ao som do Grupo Vira Saia, que
apresentou o show “Creóles”, criado especialmente para a programação do Fórum das Letras de Ouro
Preto 2011, que homenageou a literatura africana.
A apresentação contou com a participação especial do Coletivo Baobá, grupo de percussão e pesquisa de
ritmos brasileiros, que fez um cortejo de tambores abrindo o Show do Vira Saia.
Com um cenário-instalação feito a partir de objetos cotidianos pendurados pelo palco, o grupo brindou o
público com agitado repertório de músicas afro-brasileiras, sambas, além de composições autorais. Grande
espetáculo!”
Regina Goulart, Jornal O Inconfidente
Fórum
das Letras
Carnaval Ouro Preto e Mariana 2010
“Na praça da Sé, o Grupo Vira Saia apresentou-se resgatando o tradicional carnaval brasileiro. Eles interpretaram músicas feitas há
mais de 100 anos e que se encontravam quase esquecidas no tempo. Marchinhas, frevo, maxixe, e também o chorinho, foram os
destaques do show. O Vira Saia fez uma viagem às décadas de 30,40,50 e 60 ao apresentar sucessos de artistas consagrados, como Noel
Rosa, Waldir Azevedo, Matias da Rocha e Joana Batista Ramos, entre outros. Segundo o vocalista Tuca Costa, a intenção de um
trabalho como esse é mostrar para os grupos que surgem atualmente também são capazes de transformar relíquias da cultura musical
em espetáculos como o apresentado diante do público que compareceu à praça da Sé.” Fonte:
http://carnavalmariana2010.blogspot.com/
Carnaval Ouro Preto e Mariana 2011
Vira Saia espanta a chuva com muita música e animação
“ (...) Após o término do desfile do grupo Circovolante, a banda Vira Saia pôde aproveitar da noite sem chuva, sacudindo todos que
acompanharam o show, na Praça da Sé. A banda tocou sambas e marchinhas com o acompanhamento de um violão impecável e de uma
percussão empolgante e forte. Se no show de domingo, que aconteceu regado à chuva, o público compareceu em peso, na
apresentação de segunda-feira a música entrou em sintonia com o clima, tanto dos corpos como da meteorologia. Com isto, o carnaval
de Mariana conseguiu dar o troco no mal tempo com muita energia e diversão.”
Lincon Zarbietti - 08/03/2011 Fonte: http://www.pmmariana.com.br/index/destaque.php?iddestaque=82
Arte-educação
O Coletivo Vira Saia é uma rede cooperativa de criação artística que visa difundir e propagar a cultura e gerar interação entre artistas e
comunidades.
Em fevereiro de 2015 o Coletivo Vira Saia realizou na cidade de Mariana (MG) em conjunto com a Rede Fora do Eixo e o Sagarana Café
Teatro seu projeto de arte-educação “Oficinas Itinerantes”, levando à comunidade local oficinas de “Ritmos Afro-Peruanos” (ministrada
pela percussionista argentina Mercedes Garrós); “Personagens do Teatro Popular Nordestino” (pelo teatrólogo baiano Déi Ferreira) e
“Literatura de Cordel” e “Ritmo e Poesia Popular Brasileira” (pelo poeta e compositor Osmar Machado Jr).
Discografia
>>> Selo Aparando a Grama
Aparando a Grama é o selo independente da Vira Saia Produções.
Criado em 2007 por Tuca Costa, em Ouro Preto (MG), atualmente o selo tem um catálogo de quatro títulos fonográficos
que contam com a participação de grande número de músicos. Visando fomentar a cena musical independente dos
lugares onde atua, além de valorizar a criação autoral aliada à pesquisa musical, o selo pretende ainda integrar outras
linguagens artísticas à sua linha de trabalho, como as artes plásticas.
>> Polkas e boas histórias
O disco "Polkas e boas Histórias" é uma coletânea de canções
instrumentais. A maior parte das músicas compõem um projeto de
resgate de antigas canções da região mineira dos Inconfidentes, criado
em 2006.
Foi nesse ano que o músico húngaro nacionalizado brasileiro Ian Guest
transcreveu 10 composições encontradas entre documentos antigos em
um sobrado de Monsenhor Horta (distrito de Mariana, Minas Gerais),
assinadas por antigos músicos do vilarejo e perdidas pelo tempo. Antigos
lundus e polcas, ancestrais do samba e do chorinho. Tais composições
datavam da última década do século XIX (entre 1860 e 1910) e
aparentavam não terem sido manuseadas há mais de cem anos. A partir
de partituras re-harmonizadas por Ian Guest, foram realizadas algumas
apresentações das dez canções com a participação de músicos
residentes em Ouro Preto e Mariana.
Os músicos que participaram das gravações originais do projeto de
resgate musical foram Ian Guest (piano), Tuca Costa (bandolim), André
Scarabelot (cavaquinho) e Marcelo Z (violão)
Além das composições resgatadas, há ainda duas composições de Ian
Guest, Aurora Boreal e Minha Chopinião, em parceria com Tuca Costa e
uma de Wellington Costa, Violão do PC.
Furamundo é uma coletânea de composições autorais do
grupo, na sua maioria gravadas ao vivo durante o espetáculo
"Maracá.
Com a participação de mais de vinte artistas, Maracá
surpreendeu ao público e à crítica por sua riqueza e diversidade
musical e artística, embasadas em vários anos de pesquisa da
música popular brasileira e latina, aliados a elementos plásticos
e cênicos contemporâneos.
Suas canções (assinadas por Tuca Costa e Mo Maiê), vão de
batuques negros, do afoxé, do samba e marchinhas de outrora,
da música raíz do sertão, do rock, flamenco, da música indiana
e do reggae, numa harmoniosa sinestesia. Algumas das canções
do disco podem ser escutadas no site:
http://www.virasaia.tnb.art.br/
As ilustrações de capa e contracapa são assinadas pela artista
plástica mineira Bárbara Mol. Seu trabalho pode ser conferido
no site:
http://www.flickr.com/photos/corpodual/
>>>> Furamundo
O projeto do disco “Conto dos Orixás” foi
idealizado em Barcelona, Espanha, em 2008
por Mo Maiê e continua em andamento.
O objetivo do projeto é gravar contos
musicais dos treze principais orixás da
tradição das religiões afro brasileiras.
Durante o processo de gravação dos contos,
a narradora e os músicos se encontram no
estúdio para gravar ao vivo os arranjos
improvisados em cima de textos poéticos
que contam a história das divindades
yorubás mescladas com poesia surreal.
Em 2008, em Barcelona, foram gravados os
contos de Exu e Yemanjá. Em 2009, em
Mariana, o conto de Oxossi.
>>> Contos dos Orixás
Os contos podem ser escutados no endereço:
http://www.myspace.com/monicaeelias
A pintura da capa do disco é do artista Oswaldo Griot,
paulista radicado em Salvador há mais de trinta anos.
Videografia
De janeiro a maio de 2009, registrou-se através de
filmagens e fotografias a atividade musical da região de
Mariana e Ouro Preto (MG) com a finalidade de produzir
um vídeo documentário que fosse um retrato
sociocultural da sociedade local, partindo do registro de
inúmeras e diferentes atividades musicais e de como a
música está presente em diversos aspectos do cotidiano
da cidade e de seus moradores.
O que está acontecendo hoje com a música dessa terra?
Quem são os músicos? Como tocam? Por que tocam? Como
se relacionam novos e velhos músicos? Músicas profanas e
sagradas? Popular e erudita? Profissional e amadora? O
poder da música quebra qualquer tipo de barreira, seja
social, racial ou de gênero?
O documentário foi feito de maneira totalmente
independente, sem nenhum apoio ou patrocínio. O
processo de captura e edição de imagens teve fim em
julho do dito ano, quando o vídeo foi lançado no Festival
de Inverno de Ouro Preto e Mariana - Fórum das Artes
2009 e re-lançado no Festival de Inverno de Ouro Preto e
Mariana 2012, na Mostra de Artes Visuais.
O video pode ser conferido na íntegra no endereço:
http://vimeo.com/12879612
Comé que eu faço pra aprender a
música da sua terra?
Mostra olhares contemporâneos
“Um dos destaques do Festival de
Inverno nesta quinta-feira, 9 de julho, é
a Mostra Olhares Contemporâneos. No
Cine Vila Rica, às 17 horas, com entrada
gratuita, serão exibidos filmes
produzidos por jovens cineastas.
Comé que eu faço pra aprender a
música da sua terra?, de Anna Stoppani
e Mônica Elias, faz um caminho pelos
sons de Ouro Preto e Mariana e nos
convida a andar e reconhecer que no
mundo a música é um modo de vida.
Surge, então, um desejo que se faz
pergunta: como faço para aprender a
música da sua alma?
Imperdível!”
09/07/2009 13:21:12
fonte:
http://www.ouropreto.com.br/noticias/
detalhe.php?idnoticia=2033
Coletivo
O Coletivo Vira Saia é uma rede cooperativa de criação artística que visa
difundir e propagar a cultura e gerar interação entre artistas e comunidades.
Participou de diferentes projetos e ações artístico-culturais, sobretudo com
caráter independente, entre eles:
- Grito Educação Sagarana 2015 (Mariana, MG)
- Estúdio Sereia de arte-educação (2014, comunidade quilombola do Alto da
Sereia, Salvador, BA)
- Sarau Sereia (2014, comunidade quilombola do Alto da Sereia)
- Criação do grupo instrumental Ubuntu Africanias (2014, Salvador, BA)
- Parceria artística com o Importuno Poético (2011, 2012, Salvador, BA)
- Parceria artística com os Poetas das Sete Portas (2012, Salvador, BA)
- Oficinas de intercâmbio musical (2012, Essaouira, Marrocos)
- Espetáculo “Lila Xirê” (2012, Essaouira, Marrocos)
- Colaboração na Revista eletrônica Cultura em Revista (2012/em
continuidade)
- Realização do I Festival de Danças e Artes Nômade Al Kayak (2012, Ribeirão
do Carmo, MG)
- Realização de projetos sociais de arte-educação, como Oficinas de música
e dança na comunidade de Ribeirão do Carmo (2011/2012);
- Moinho de Danças (projeto voluntário de investigação de danças e ritmos do
mundo, de 2009/2011);
- Espetáculo Maracá (espetáculo autoral do grupo Vira Saia que contou com a
colaboração de vinte e dois artistas, realizado em 2011);
- Festival Som da Casa (Festival de Inverno de Ouro Preto, MG, 2011/em
continuidade);
- Criação do Selo Musical Independente “Aparando a grama”(2010).
Discografia: Vira Saia Polkas e Boas Histórias (2006/2011); Vira Saia Furamundo
(2010/2011); Tomsu – O melhor lugar do mundo (2010); Contos dos Orixás
(2008/2012)
- Criação do Coletivo e Grupo de Percussão Baobá (2009/2012, Mariana, MG);
- Criação da Bananeira Produtora de Vídeos Independentes (2009).
Filmografia: “Comé que eu faço pra aprender a música da sua terra?” (2009)
- Cursos de Pré-Vestibular em Música (2007/em continuidade);
www.viraisaia.blogspot.com
www.flickr.com/photos/virasaia
www.reverbnation.com/virasaia
www.virasaia.tnb.art.br

Book Vira Saia 2015

  • 2.
    O Vira Saianasceu em 2007 na cena da música independente mineira, de encontros de pesquisa e criação musical aliados à boemia das rodas de samba pelas noites ouro pretanas. A partir da fusão entre o popular e o erudito, as composições do grupo têm forte influência da música popular brasileira e latino-americana de encontro com a “world music”, criando um estilo próprio, difícil de ser definido. Em 2012 parte do grupo migrou-se para Salvador, criando uma ponte cultural entre a capital baiana e o coração barroco das Minas Gerais. Desde seu surgimento, caracterizou-se por articular movimentos culturais unindo a música às demais manifestações artísticas, como a dança, o vídeo, o teatro e a performance, havendo participado de vários festivais como o XIX Festival da Música Instrumental da Bahia (BA), X Festival da Canção de São Tomé das Letras (MG), III Festival Pocar (ES), Fórum das Letras de Ouro Preto (MG), Festival Grito Rock (MG), Festival de Inverno de Ouro Preto e Mariana (MG).
  • 3.
    Com arranjos inusitados,o Vira Saia mescla em seu cancioneiro composições autorais com o rock e o jazz, tambores e caixas de maracatu, congado, cacuriá, pandeiros do côco do sertão, atabaques de yjexás e sambas de roda, marchinhas, maxixes e jongos, dando dimensões contemporâneas à nossa música ancestral.
  • 4.
    >> IV FestivalGrito Rock (Mariana, MG, 2015) >> III Festival Pocar (Conceição da Barra, Espírito Santo) >> Festa de Yemanjá (Salvador, BA, 2015) >> Carnaval oficial de Ouro Preto (2010, 2011, 2012, 2013 e 2015) >> XIX Festival de Música Instrumental da Bahia (Salvador, BA, 2014) >> Carnaval de Imbassaí (Imbassaí, BA, 2014) >> Festival Grito Rock Ouro Preto (Ouro Preto, 2013) >> Lila Xirê (Esaouira, Marrocos, 2012) >> I Festival Pocar (Conceição da Barra, Espírito Santo, 2013) >> Festival de Inverno Ouro Preto e Mariana (2009, 2010, 2011 e 2012) >> X Festival da Canção de São Thomé das Letras (2011) >> Festival Free Jazz Paralelo (Ouro Preto 2011) >> Fórum das Letras (Ouro Preto 2010)
  • 5.
    O espetáculo Maracáé surpreendente por sua riqueza e diversidade musical e artística, embasadas em vários anos de pesquisa da música popular brasileira e latina, aliados a elementos plásticos e cênicos contemporâneos. Totalmente autorais, as composições passam pelos batuques negros, pelo funk, o rock, o blues, o ijexá, a música de raíz do sertão numa harmoniosa sinestesia. Criado em 2011 em Ouro Preto (MG) Maracá contou com a participação de mais de vinte artistas em seu lançamento entre músicos, dançarinos e artistas de teatro. Em 2013 foi re-lançado na Bahia com ótima crítica do público e da crítica especializada, trazendo para o palco o amadurecimento artístico e musical do grupo.
  • 6.
    O Projeto “TradiçõesAfro-Musicais do Brasil e Marrocos Gnaoua” foi idealizado e realizado pelo Coletivo Vira Saia e “Rose des Vents – Centre de Mouviment Cultural”. Contou com o patrocínio do Programa Música Minas e da Aliança Franco Marrocaine de Essaouira (Marrocos), com o apoio cultural da Delegação de Cultura desta cidade. Em dezembro, o Projeto realizou uma semana de intercâmbio e vivências intensivas entre ritmos brasileiros e marroquinos ministradas por Mô Maiê (cantora do Grupo Vira Saia) e músicos locais. Como resultado do projeto foi apresentado o espetáculo Lila Xirê, resultado da fusão da música brasileira e da música marroquina Gnaoua.
  • 7.
    “O público quelotou a Ponte dos Contos na fria noite de sábado balançou ao som do Grupo Vira Saia, que apresentou o show “Creóles”, criado especialmente para a programação do Fórum das Letras de Ouro Preto 2011, que homenageou a literatura africana. A apresentação contou com a participação especial do Coletivo Baobá, grupo de percussão e pesquisa de ritmos brasileiros, que fez um cortejo de tambores abrindo o Show do Vira Saia. Com um cenário-instalação feito a partir de objetos cotidianos pendurados pelo palco, o grupo brindou o público com agitado repertório de músicas afro-brasileiras, sambas, além de composições autorais. Grande espetáculo!” Regina Goulart, Jornal O Inconfidente Fórum das Letras
  • 8.
    Carnaval Ouro Pretoe Mariana 2010 “Na praça da Sé, o Grupo Vira Saia apresentou-se resgatando o tradicional carnaval brasileiro. Eles interpretaram músicas feitas há mais de 100 anos e que se encontravam quase esquecidas no tempo. Marchinhas, frevo, maxixe, e também o chorinho, foram os destaques do show. O Vira Saia fez uma viagem às décadas de 30,40,50 e 60 ao apresentar sucessos de artistas consagrados, como Noel Rosa, Waldir Azevedo, Matias da Rocha e Joana Batista Ramos, entre outros. Segundo o vocalista Tuca Costa, a intenção de um trabalho como esse é mostrar para os grupos que surgem atualmente também são capazes de transformar relíquias da cultura musical em espetáculos como o apresentado diante do público que compareceu à praça da Sé.” Fonte: http://carnavalmariana2010.blogspot.com/ Carnaval Ouro Preto e Mariana 2011 Vira Saia espanta a chuva com muita música e animação “ (...) Após o término do desfile do grupo Circovolante, a banda Vira Saia pôde aproveitar da noite sem chuva, sacudindo todos que acompanharam o show, na Praça da Sé. A banda tocou sambas e marchinhas com o acompanhamento de um violão impecável e de uma percussão empolgante e forte. Se no show de domingo, que aconteceu regado à chuva, o público compareceu em peso, na apresentação de segunda-feira a música entrou em sintonia com o clima, tanto dos corpos como da meteorologia. Com isto, o carnaval de Mariana conseguiu dar o troco no mal tempo com muita energia e diversão.” Lincon Zarbietti - 08/03/2011 Fonte: http://www.pmmariana.com.br/index/destaque.php?iddestaque=82
  • 9.
  • 10.
    O Coletivo ViraSaia é uma rede cooperativa de criação artística que visa difundir e propagar a cultura e gerar interação entre artistas e comunidades. Em fevereiro de 2015 o Coletivo Vira Saia realizou na cidade de Mariana (MG) em conjunto com a Rede Fora do Eixo e o Sagarana Café Teatro seu projeto de arte-educação “Oficinas Itinerantes”, levando à comunidade local oficinas de “Ritmos Afro-Peruanos” (ministrada pela percussionista argentina Mercedes Garrós); “Personagens do Teatro Popular Nordestino” (pelo teatrólogo baiano Déi Ferreira) e “Literatura de Cordel” e “Ritmo e Poesia Popular Brasileira” (pelo poeta e compositor Osmar Machado Jr).
  • 12.
  • 13.
    >>> Selo Aparandoa Grama Aparando a Grama é o selo independente da Vira Saia Produções. Criado em 2007 por Tuca Costa, em Ouro Preto (MG), atualmente o selo tem um catálogo de quatro títulos fonográficos que contam com a participação de grande número de músicos. Visando fomentar a cena musical independente dos lugares onde atua, além de valorizar a criação autoral aliada à pesquisa musical, o selo pretende ainda integrar outras linguagens artísticas à sua linha de trabalho, como as artes plásticas. >> Polkas e boas histórias O disco "Polkas e boas Histórias" é uma coletânea de canções instrumentais. A maior parte das músicas compõem um projeto de resgate de antigas canções da região mineira dos Inconfidentes, criado em 2006. Foi nesse ano que o músico húngaro nacionalizado brasileiro Ian Guest transcreveu 10 composições encontradas entre documentos antigos em um sobrado de Monsenhor Horta (distrito de Mariana, Minas Gerais), assinadas por antigos músicos do vilarejo e perdidas pelo tempo. Antigos lundus e polcas, ancestrais do samba e do chorinho. Tais composições datavam da última década do século XIX (entre 1860 e 1910) e aparentavam não terem sido manuseadas há mais de cem anos. A partir de partituras re-harmonizadas por Ian Guest, foram realizadas algumas apresentações das dez canções com a participação de músicos residentes em Ouro Preto e Mariana. Os músicos que participaram das gravações originais do projeto de resgate musical foram Ian Guest (piano), Tuca Costa (bandolim), André Scarabelot (cavaquinho) e Marcelo Z (violão) Além das composições resgatadas, há ainda duas composições de Ian Guest, Aurora Boreal e Minha Chopinião, em parceria com Tuca Costa e uma de Wellington Costa, Violão do PC.
  • 14.
    Furamundo é umacoletânea de composições autorais do grupo, na sua maioria gravadas ao vivo durante o espetáculo "Maracá. Com a participação de mais de vinte artistas, Maracá surpreendeu ao público e à crítica por sua riqueza e diversidade musical e artística, embasadas em vários anos de pesquisa da música popular brasileira e latina, aliados a elementos plásticos e cênicos contemporâneos. Suas canções (assinadas por Tuca Costa e Mo Maiê), vão de batuques negros, do afoxé, do samba e marchinhas de outrora, da música raíz do sertão, do rock, flamenco, da música indiana e do reggae, numa harmoniosa sinestesia. Algumas das canções do disco podem ser escutadas no site: http://www.virasaia.tnb.art.br/ As ilustrações de capa e contracapa são assinadas pela artista plástica mineira Bárbara Mol. Seu trabalho pode ser conferido no site: http://www.flickr.com/photos/corpodual/ >>>> Furamundo
  • 15.
    O projeto dodisco “Conto dos Orixás” foi idealizado em Barcelona, Espanha, em 2008 por Mo Maiê e continua em andamento. O objetivo do projeto é gravar contos musicais dos treze principais orixás da tradição das religiões afro brasileiras. Durante o processo de gravação dos contos, a narradora e os músicos se encontram no estúdio para gravar ao vivo os arranjos improvisados em cima de textos poéticos que contam a história das divindades yorubás mescladas com poesia surreal. Em 2008, em Barcelona, foram gravados os contos de Exu e Yemanjá. Em 2009, em Mariana, o conto de Oxossi. >>> Contos dos Orixás Os contos podem ser escutados no endereço: http://www.myspace.com/monicaeelias A pintura da capa do disco é do artista Oswaldo Griot, paulista radicado em Salvador há mais de trinta anos.
  • 16.
  • 17.
    De janeiro amaio de 2009, registrou-se através de filmagens e fotografias a atividade musical da região de Mariana e Ouro Preto (MG) com a finalidade de produzir um vídeo documentário que fosse um retrato sociocultural da sociedade local, partindo do registro de inúmeras e diferentes atividades musicais e de como a música está presente em diversos aspectos do cotidiano da cidade e de seus moradores. O que está acontecendo hoje com a música dessa terra? Quem são os músicos? Como tocam? Por que tocam? Como se relacionam novos e velhos músicos? Músicas profanas e sagradas? Popular e erudita? Profissional e amadora? O poder da música quebra qualquer tipo de barreira, seja social, racial ou de gênero? O documentário foi feito de maneira totalmente independente, sem nenhum apoio ou patrocínio. O processo de captura e edição de imagens teve fim em julho do dito ano, quando o vídeo foi lançado no Festival de Inverno de Ouro Preto e Mariana - Fórum das Artes 2009 e re-lançado no Festival de Inverno de Ouro Preto e Mariana 2012, na Mostra de Artes Visuais. O video pode ser conferido na íntegra no endereço: http://vimeo.com/12879612 Comé que eu faço pra aprender a música da sua terra? Mostra olhares contemporâneos “Um dos destaques do Festival de Inverno nesta quinta-feira, 9 de julho, é a Mostra Olhares Contemporâneos. No Cine Vila Rica, às 17 horas, com entrada gratuita, serão exibidos filmes produzidos por jovens cineastas. Comé que eu faço pra aprender a música da sua terra?, de Anna Stoppani e Mônica Elias, faz um caminho pelos sons de Ouro Preto e Mariana e nos convida a andar e reconhecer que no mundo a música é um modo de vida. Surge, então, um desejo que se faz pergunta: como faço para aprender a música da sua alma? Imperdível!” 09/07/2009 13:21:12 fonte: http://www.ouropreto.com.br/noticias/ detalhe.php?idnoticia=2033
  • 18.
  • 19.
    O Coletivo ViraSaia é uma rede cooperativa de criação artística que visa difundir e propagar a cultura e gerar interação entre artistas e comunidades. Participou de diferentes projetos e ações artístico-culturais, sobretudo com caráter independente, entre eles: - Grito Educação Sagarana 2015 (Mariana, MG) - Estúdio Sereia de arte-educação (2014, comunidade quilombola do Alto da Sereia, Salvador, BA) - Sarau Sereia (2014, comunidade quilombola do Alto da Sereia) - Criação do grupo instrumental Ubuntu Africanias (2014, Salvador, BA) - Parceria artística com o Importuno Poético (2011, 2012, Salvador, BA) - Parceria artística com os Poetas das Sete Portas (2012, Salvador, BA) - Oficinas de intercâmbio musical (2012, Essaouira, Marrocos) - Espetáculo “Lila Xirê” (2012, Essaouira, Marrocos) - Colaboração na Revista eletrônica Cultura em Revista (2012/em continuidade) - Realização do I Festival de Danças e Artes Nômade Al Kayak (2012, Ribeirão do Carmo, MG) - Realização de projetos sociais de arte-educação, como Oficinas de música e dança na comunidade de Ribeirão do Carmo (2011/2012); - Moinho de Danças (projeto voluntário de investigação de danças e ritmos do mundo, de 2009/2011); - Espetáculo Maracá (espetáculo autoral do grupo Vira Saia que contou com a colaboração de vinte e dois artistas, realizado em 2011); - Festival Som da Casa (Festival de Inverno de Ouro Preto, MG, 2011/em continuidade); - Criação do Selo Musical Independente “Aparando a grama”(2010). Discografia: Vira Saia Polkas e Boas Histórias (2006/2011); Vira Saia Furamundo (2010/2011); Tomsu – O melhor lugar do mundo (2010); Contos dos Orixás (2008/2012) - Criação do Coletivo e Grupo de Percussão Baobá (2009/2012, Mariana, MG); - Criação da Bananeira Produtora de Vídeos Independentes (2009). Filmografia: “Comé que eu faço pra aprender a música da sua terra?” (2009) - Cursos de Pré-Vestibular em Música (2007/em continuidade);
  • 22.