Conferência Fiel 2014 
De 13 a 17 de outubro 
Estejam orando pelo 
Pastor Silas e Keller que 
estarão presentes na 
Conferência. 
Quinta-feira, às 20h, o Pb Jairo estará responsável 
pelo culto de oração e pela exposição da Santa 
Palavra. Ore por ele. 
Estamos estudando na EBD, aos domingos às 17h o 
relacionamento do cristão e a Lei moral. 
Dia da semana Leitura Bíblica 
Segunda-feira Salmo 119.97 
Terça-feira Esdras 7.10 
Quarta-feira Salmo 37.29-31 
Quinta-feira Salmo 119.4 
Sexta-feira Eclesiastes 12.13 
Sábado 1 João 3.22 
ÉTICA CRISTÃ HOJE, Alan Pallister, 
Shedd Publicações. O objetivo do 
autor é fundamentar os princípios éticos 
no Decálogo. Para Pallister uma ética fundamentada 
na Lei de Deus é a melhor opção para um mundo em 
constante mudança. 
Ordem de Culto 
http://comunidadebatistadagraca.blogspot.com.br/ 
Altar do Bezerro 
Jesse Campos 
Gilbert K. Chesterton apontou que o problema do 
homem que não crê em Deus, não é que ele 
tenha parado de crer, mas sim que esse homem 
crê em qualquer coisa. Moisés subiu ao monte 
Sinai para receber a Lei de Deus. Mas, como 
Moisés demorou a retornar, o povo israelita 
decidiu construir um bezerro de ouro. Ao 
regressar, Moisés encontrou o povo cultuando tal 
bezerro (Êxodo 32). O fato é que ou o ser 
humano cultua a Deus ou ele se devota a algum 
bezerro que lhe pareça reluzir. Toda pessoa tem 
um lugar supremo, e apenas um, no centro do 
seu ser e existência. Esse lugar é na verdade um 
altar - um altar último. E ao ocupar esse altar o 
ser humano oferece sua maior devoção - sua 
vida. A questão não é se alguém tem ou não tem 
Ano II – n° 41 12 de outubro de 2014 
 Espere uma igreja firmemente bíblica 
 Espere uma igreja ardorosamente acolhedora 
 Espere uma igreja liberalmente generosa 
 Espere uma igreja fielmente missionária 
 Isso será alcançado quando você contribuir efetiva e 
afetivamente, orando, servindo, honrando e sustentando 
a sua igreja. 
Comunidade Batista da Graça 
Rua Tókio, 842, Cidade Edson, Suzano/SP 
O que podemos esperar da CBG? 
 Revelação: Salmo 115 
 Invocação: Pb. Alan Pires 
 Adoração: 
 Intercessão: Efésios 6.18 
 Dedicação: Provérbios 3.9 
 Proclamação: Pr. Silas Roberto 
 Bênção: 
Ministério: 
 Pastor: Silas Roberto Nogueira (9-9229-2224) 
 Presbíteros: Jairo Pires, Alan Junior 
 Diáconos: Joredson e Ana Souza 
Serviços: 
 Domingo: EBD às 17h00 - Culto às 18h30 
 Quinta- feira: Oração e estudo às 20h
esse altar. A questão é o que está nesse altar - Deus ou um bezerro de ouro? O ser humano não consegue viver sem algo que dê significado ao seu ser e existência. Ele precisa de algo que lhe provoque uma antecipação de realização e satisfação. A vida se torna vazia e insuportável sem esse valor. O altar não pode ficar vazio. Mas, nessa necessidade inevitável, contida ou expressa, um erro é comumente cometido. O ser humano concede uma dimensão última àquilo que é contingente e fortuito, buscando em algo que é menor que a vida o "atender" o anseio da alma ao invés de buscar no que é maior que a vida... e morte. O ser humano transveste de Deus aquilo que não é Deus. É um trágico equívoco. Da sua profunda experiência com esse drama, Blaise Pascal alertou que o abismo do vazio interior "pode ser preenchido apenas por um objeto infinito e imutável, em outras palavras, por Deus". Jacques Ellul, professor de Sociologia e História na Universidade de Bordeaux, falecido em 1994, apontou corretamente que a idolatria "não tem desaparecido, mas longe disso... há os deuses secretos que assediam e seduzem muito eficazmente, porque eles não declaram abertamente serem deuses..." Sem Deus, essa sedução sempre acontece. Nenhum ser humano deixa vazio o seu altar supremo. O apóstolo Paulo disse que os seres humanos "dizendo-se sábios, tornaram-se loucos, e trocaram a glória do Deus imortal por imagens feitas segundo a semelhança do homem..." (Romanos 1:22-23) No abandonar Deus, a ocupação desse altar é concedida a uma variedade de bezerros. Se para uns é um objeto religioso, para outros, atualmente, são alternativas seculares. Para o adolescente, dominado pela mídia e moda, o ocupante do altar é geralmente um artista ou esportista. Para o adulto, pode ser o dinheiro. Para o devoto da ciência, o ocupante do altar é ela própria. Outros endeusam uma causa, como a ecologia. As opções de deuses se multiplicam em formas tais como poder, profissão, status, romance, família, esporte, sexo, drogas etc. Eis a questão - qual é o bezerro no altar supremo? Na esfera da religião, o erro do bezerro é um velho conhecido. Por isso, o mandamento antigo proíbe categoricamente a construção de qualquer imagem ligada ao culto - "não farás para ti... nenhuma imagem..." (Êxodo 20:4). É oportuno observar que Deus não deixou nenhum dado sobre a aparência de Cristo. Se houvesse essa informação, absurdos idólatras iconográficos aconteceriam. O coração humano é rápido e sutil na arte de transferir a divindade para um objeto que possa manipular ou possuir, e que se molde às suas expectativas e projeções. É relevante notar que a narrativa informa que "o povo, ao ver que Moisés demorava a descer do monte, juntou-se ao redor de Arão e disse... faça para nós deuses que nos conduzam, pois a esse Moisés... não sabemos o que lhe aconteceu" (Êxodo 32:1). A demora foi crucial para o erro do bezerro. Moisés foi o líder que Deus escolheu para conduzir o povo. Ainda que Moisés fosse o homem de Deus para aquela tarefa, Moisés não era Deus, mas um homem. No entanto, sem a presença visível de Moisés, o povo desconsiderou Deus. Devido a visão equivocada que tinha de Deus, o povo acabou na miséria de cultuar um bezerro. Eles queriam Deus numa manifestação sob o controle de seus sentidos. Seria um deus condicionado à percepção, manipulação, concepção ou expectativa deles. Na verdade, os deuses no altar humano são consequências do domínio do ego em contraposição ao domínio de Deus. Por isso, o ser humano transfere o seu anseio pelo divino para algo da sua projeção e expectativa, e termina nas mãos daquilo que é imanente e menor que a vida, seja algo religioso ou secular. O antídoto para esse erro é ter uma compreensão nítida de quem Deus é - Deus que transcende o universo humano. Um Deus acima e além da vida e da morte. É preciso uma visão de Deus que torne irrelevante e desnecessário qualquer bezerro. E somente o conhecer do Deus que transcende a finitude humana pode trazer a satisfação final. O fato é que os bezerros de ouro precisam ser abandonados ou não há encontro com Deus, portanto, não há satisfação plena. Pela fé, em arrependimento, o ego humano e suas idolatrias são crucificados com Cristo e o encontro com Deus acontece - o Deus suficiente. E no poder do Cristo ressurreto nasce uma nova vida com Deus. "...Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo..." (II Coríntios 5:19) E um novo cântico e preenchimento chegam à vida.

Boletim cbg n°_41_12_out_2014

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    Conferência Fiel 2014 De 13 a 17 de outubro Estejam orando pelo Pastor Silas e Keller que estarão presentes na Conferência. Quinta-feira, às 20h, o Pb Jairo estará responsável pelo culto de oração e pela exposição da Santa Palavra. Ore por ele. Estamos estudando na EBD, aos domingos às 17h o relacionamento do cristão e a Lei moral. Dia da semana Leitura Bíblica Segunda-feira Salmo 119.97 Terça-feira Esdras 7.10 Quarta-feira Salmo 37.29-31 Quinta-feira Salmo 119.4 Sexta-feira Eclesiastes 12.13 Sábado 1 João 3.22 ÉTICA CRISTÃ HOJE, Alan Pallister, Shedd Publicações. O objetivo do autor é fundamentar os princípios éticos no Decálogo. Para Pallister uma ética fundamentada na Lei de Deus é a melhor opção para um mundo em constante mudança. Ordem de Culto http://comunidadebatistadagraca.blogspot.com.br/ Altar do Bezerro Jesse Campos Gilbert K. Chesterton apontou que o problema do homem que não crê em Deus, não é que ele tenha parado de crer, mas sim que esse homem crê em qualquer coisa. Moisés subiu ao monte Sinai para receber a Lei de Deus. Mas, como Moisés demorou a retornar, o povo israelita decidiu construir um bezerro de ouro. Ao regressar, Moisés encontrou o povo cultuando tal bezerro (Êxodo 32). O fato é que ou o ser humano cultua a Deus ou ele se devota a algum bezerro que lhe pareça reluzir. Toda pessoa tem um lugar supremo, e apenas um, no centro do seu ser e existência. Esse lugar é na verdade um altar - um altar último. E ao ocupar esse altar o ser humano oferece sua maior devoção - sua vida. A questão não é se alguém tem ou não tem Ano II – n° 41 12 de outubro de 2014  Espere uma igreja firmemente bíblica  Espere uma igreja ardorosamente acolhedora  Espere uma igreja liberalmente generosa  Espere uma igreja fielmente missionária  Isso será alcançado quando você contribuir efetiva e afetivamente, orando, servindo, honrando e sustentando a sua igreja. Comunidade Batista da Graça Rua Tókio, 842, Cidade Edson, Suzano/SP O que podemos esperar da CBG?  Revelação: Salmo 115  Invocação: Pb. Alan Pires  Adoração:  Intercessão: Efésios 6.18  Dedicação: Provérbios 3.9  Proclamação: Pr. Silas Roberto  Bênção: Ministério:  Pastor: Silas Roberto Nogueira (9-9229-2224)  Presbíteros: Jairo Pires, Alan Junior  Diáconos: Joredson e Ana Souza Serviços:  Domingo: EBD às 17h00 - Culto às 18h30  Quinta- feira: Oração e estudo às 20h
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    esse altar. Aquestão é o que está nesse altar - Deus ou um bezerro de ouro? O ser humano não consegue viver sem algo que dê significado ao seu ser e existência. Ele precisa de algo que lhe provoque uma antecipação de realização e satisfação. A vida se torna vazia e insuportável sem esse valor. O altar não pode ficar vazio. Mas, nessa necessidade inevitável, contida ou expressa, um erro é comumente cometido. O ser humano concede uma dimensão última àquilo que é contingente e fortuito, buscando em algo que é menor que a vida o "atender" o anseio da alma ao invés de buscar no que é maior que a vida... e morte. O ser humano transveste de Deus aquilo que não é Deus. É um trágico equívoco. Da sua profunda experiência com esse drama, Blaise Pascal alertou que o abismo do vazio interior "pode ser preenchido apenas por um objeto infinito e imutável, em outras palavras, por Deus". Jacques Ellul, professor de Sociologia e História na Universidade de Bordeaux, falecido em 1994, apontou corretamente que a idolatria "não tem desaparecido, mas longe disso... há os deuses secretos que assediam e seduzem muito eficazmente, porque eles não declaram abertamente serem deuses..." Sem Deus, essa sedução sempre acontece. Nenhum ser humano deixa vazio o seu altar supremo. O apóstolo Paulo disse que os seres humanos "dizendo-se sábios, tornaram-se loucos, e trocaram a glória do Deus imortal por imagens feitas segundo a semelhança do homem..." (Romanos 1:22-23) No abandonar Deus, a ocupação desse altar é concedida a uma variedade de bezerros. Se para uns é um objeto religioso, para outros, atualmente, são alternativas seculares. Para o adolescente, dominado pela mídia e moda, o ocupante do altar é geralmente um artista ou esportista. Para o adulto, pode ser o dinheiro. Para o devoto da ciência, o ocupante do altar é ela própria. Outros endeusam uma causa, como a ecologia. As opções de deuses se multiplicam em formas tais como poder, profissão, status, romance, família, esporte, sexo, drogas etc. Eis a questão - qual é o bezerro no altar supremo? Na esfera da religião, o erro do bezerro é um velho conhecido. Por isso, o mandamento antigo proíbe categoricamente a construção de qualquer imagem ligada ao culto - "não farás para ti... nenhuma imagem..." (Êxodo 20:4). É oportuno observar que Deus não deixou nenhum dado sobre a aparência de Cristo. Se houvesse essa informação, absurdos idólatras iconográficos aconteceriam. O coração humano é rápido e sutil na arte de transferir a divindade para um objeto que possa manipular ou possuir, e que se molde às suas expectativas e projeções. É relevante notar que a narrativa informa que "o povo, ao ver que Moisés demorava a descer do monte, juntou-se ao redor de Arão e disse... faça para nós deuses que nos conduzam, pois a esse Moisés... não sabemos o que lhe aconteceu" (Êxodo 32:1). A demora foi crucial para o erro do bezerro. Moisés foi o líder que Deus escolheu para conduzir o povo. Ainda que Moisés fosse o homem de Deus para aquela tarefa, Moisés não era Deus, mas um homem. No entanto, sem a presença visível de Moisés, o povo desconsiderou Deus. Devido a visão equivocada que tinha de Deus, o povo acabou na miséria de cultuar um bezerro. Eles queriam Deus numa manifestação sob o controle de seus sentidos. Seria um deus condicionado à percepção, manipulação, concepção ou expectativa deles. Na verdade, os deuses no altar humano são consequências do domínio do ego em contraposição ao domínio de Deus. Por isso, o ser humano transfere o seu anseio pelo divino para algo da sua projeção e expectativa, e termina nas mãos daquilo que é imanente e menor que a vida, seja algo religioso ou secular. O antídoto para esse erro é ter uma compreensão nítida de quem Deus é - Deus que transcende o universo humano. Um Deus acima e além da vida e da morte. É preciso uma visão de Deus que torne irrelevante e desnecessário qualquer bezerro. E somente o conhecer do Deus que transcende a finitude humana pode trazer a satisfação final. O fato é que os bezerros de ouro precisam ser abandonados ou não há encontro com Deus, portanto, não há satisfação plena. Pela fé, em arrependimento, o ego humano e suas idolatrias são crucificados com Cristo e o encontro com Deus acontece - o Deus suficiente. E no poder do Cristo ressurreto nasce uma nova vida com Deus. "...Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo..." (II Coríntios 5:19) E um novo cântico e preenchimento chegam à vida.