Fernando e Cristiane Dias
missionários ligados à J.M. M.
da Convenção Batista
Brasileira em Manila, nas
Filipinas.
Edvânio, Rosilene, Vinícius,
Raissa e Marina estão
desenvolvendo um
importante projeto
missionário em Portugal.
Benício Campos, Pastor que
adotamos no Projeto Adote
um Pastor, é missionário em
Moçambique.
Leonardo Gonçalves,
Jonara e Ravi desenvolvem
um projeto missionário em
Piura, Peru.
Geison Pimentel, pastor
presbiteriano e missionário
da Agência Presbiteriana de
Miossões Transculturais na
Romênia.
Joversi Ferreira é pastor da
Comunidade Batista Videira
em Roraima e vai oferecer
treinamento em um país do
extremo Oriente.
Ordem de Culto
http://comunidadebatistadagraca.blogspot.com.br/
Não Tomarás o Nome do Senhor em Vão
Iain Campbell
A ética de Jesus é a ética dos Dez Mandamentos. Ele
ensinou o seu povo a viver por essa regra e ele
mesmo o fez. Ele é a própria encarnação da
obediência a Deus; em nenhum outro lugar os Dez
Mandamentos estão personificados e manifestados
em plenitude como estão na vida de Jesus.
Assim como a lei de Deus exige que não tomemos o
seu nome em vão, também Jesus nos ensina a orar:
“Santificado seja o teu nome” (Mateus 6.9). A
oração expressa o nosso desejo de guardar o
terceiro mandamento. Ela também expressa a
nossa necessidade da graça de Deus para esse fim.
A oração é um reconhecimento de que o próprio
Deus provê para nós aquilo que ele exige de nós.
Na Escritura, o nome de Deus é um meio de ele
revelar a si mesmo. Bem no início, em Gênesis 4.26,
há uma referência a pessoas invocando o nome do
Ano III – n° 29 19 de julho de 2015
 Espere uma igreja firmemente bíblica
 Espere uma igreja ardorosamente acolhedora
 Espere uma igreja liberalmente generosa
 Espere uma igreja fielmente missionária
 Isso será alcançado quando você contribuir efetiva e
afetivamente, orando, servindo, honrando e sustentando
a sua igreja.
Comunidade Batista da Graça
Rua Tókio, 842, Cidade Edson, Suzano/SP
O que podemos esperar da CBG?
o Revelação: Salmo 96
o Invocação: Pr. Silas Roberto
o Louvação: Guto Nogueira
o Revelação: Mateus 20.29-34
o Intercessão: Pb. Jairo Pires
o Dedicação: 2 Coríntios 9.6-12
o Proclamação: Marcos 10.46-52
Pr Silas Roberto Nogueira
o Bênção: 2 Coríntios 13.13
Ministério:
 Pastor: Silas Roberto Nogueira (9-9229-2224)
 Presbíteros: Jairo Pires, Alan Junior.
 Diáconos: Joredson e Ana Souza
Serviços:
 Domingo: EBD às 17h00 - Culto às 18h30
 Quinta- feira: Oração e estudo às 20h
Senhor – não porque Deus lhes houvesse dito o seu
nome pactual, mas porque ele falou e revelou a si
mesmo. Depois, contudo, Deus de fato tornou o seu
nome conhecido. Ele se revelou a Moisés como o
grande “EU SOU” (Êxodo 3.14) e declarou haver
levantado Faraó para que o seu nome – a revelação
da sua justiça e poder – fosse proclamada por toda
a terra (Êxodo 9.16). Depois, o templo foi
construído “ao nome do SENHOR” (1 Reis 3.2; 8.17)
e aquele nome se tornou o objeto da adoração de
Israel à medida que eles louvavam o nome de Deus
por meio de cânticos (Salmo 69.30; 122.4).
O nome de Deus é tão importante ao ponto de ser
solenemente protegido nos Dez Mandamentos por
uma proibição de que se tome seu nome em vão
(Êxodo 20.7). A violação dessa lei é uma ofensa
capital: “Aquele que blasfemar o nome do SENHOR
será morto” (Levítico 24.16). Levítico cita uma
variedade de exemplos do que esse abuso do nome
divino inclui: oferecer os filhos a Moloque (18.21),
jurar falsamente (19.12), os sacerdotes cortarem as
extremidades da barba (21.5-6). Essa grande
variedade de violações ao mandamento mostra que
tomar o nome do Senhor em vão envolve não
apenas falá-lo de modo errado, mas inclui vivê-lo
de modo inadequado.
Era o nome do Senhor que deveria ser posto
“sobre” o povo de Israel, por meio da bênção
aaraônica (Números 6.24-27). O nome não era
apenas um título ou epíteto, mas incluía o caráter e
a sublimidade de Deus revelados para a salvação e
a santificação do seu povo. Pelo nome de Deus eles
são salvos e pelo nome de Deus eles são separados.
Esses temas são evidenciados na vida e na obra de
Jesus. Ele veio à terra, por nós e para nossa
salvação, em nome do Pai (João 5.43; 10.25). Ele
viveu para glorificar o nome de Deus (12.28; 17.4)
e para revelá-lo (17.6). Em nome de Deus ele havia
preservado o seu povo e naquele mesmo nome eles
seriam guardados eternamente (17.11-12). O nome
de Deus, posto sobre o seu povo pelo batismo
(Mateus 28.19), seria o nome pelo qual o Espírito
Santo viria para confortá-los e ouvir-lhes as
orações (João 14.26; 16.23). É o nome de Deus que
assegura a vida eterna a todos os que creem
(20.31).
João Calvino está correto, portanto, ao comentar
acerca do terceiro mandamento que “[ele nos
ensina] a ser ponderados de alma e língua, para
não falarmos do próprio Deus e de seus mistérios
senão de modo reverente e muito sóbrio, para que,
ao avaliar suas obras, não concebamos senão o que
é digno de honra diante d’Ele” (Instituição
2.8.22).[1] Esse senso de honra vinculado ao nome
de Deus é o que caracteriza uma vida de santidade
e uma adoração genuína. Tanto em nosso serviço
como em nossa adoração, devemos pensar nas
coisas de Deus com adoração e reverência, sabendo
que o fato de Deus haver se revelado a nós pelo
nome é, em si mesmo, um imenso ato de graça.
Em seu estudo dos Dez Mandamentos, o famoso
puritano Thomas Watson cita doze maneiras pelas
quais tomamos o nome de Deus em vão. Entre elas
estão: usar o nome de Deus com irreverência;
professar o seu nome, mas não viver de acordo com
a nossa profissão; adorá-lo externamente, mas não
com o coração; usar erroneamente a sua Palavra;
descumprir nossas promessas; e falar sem cuidado
pela honra divina. É uma análise impressionante,
que não pretende controlar as minúcias do nosso
comportamento, mas mostrar-nos como o terceiro
mandamento permeia o todo da vida.
Ao nomear a si mesmo, Deus não apenas descortina
quem ele é, mas o faz de tal modo que possamos
conhecê-lo pessoalmente. Viver de acordo com o
terceiro mandamento é reconhecer e confessar que
Deus merece a mais alta honra; que ele nos separou
ao pôr o seu nome sobre nós; que estaríamos
completamente perdidos não fosse o fato de, por
causa do seu nome, ele nos guardar e proteger; e
que ele nos chama a viver segundo o exemplo de
Jesus, glorificando a Deus na terra. Nós somos os
portadores do nome de Deus; que a nossa conduta
demonstre isso.
Notas:
[1] N.T.: João Calvino. A instituição da religião cristã. Tomo I,
livro II. Trad. Carlos Eduardo de Oliveira. São Paulo: UNESP,
2008, p. 368.
Tradução: Vinícius Silva Pimentel
Revisão: Vinícius Musselman Pimentel
___________________________________________________________
Sempre há aqueles que acham que a pregação é
uma indireta!
"Um coração carnal pode estar sempre
pronto a pensar que, quando um pregador
fala com zelo verdadeiro por Deus, está se
dirigindo especificamente a ele".
Jeremiah Burroughs. Adoração Evangélica. Recife,
PE: Os Puritanos, 2015. p. 39.
------------------------------------------------------------------
Livro indicado:
Resgatando a Ambição,
Dave Harvey, Editora Fiel.

Boletim cbg ano iii n° 29_19_de julho_2015

  • 1.
    Fernando e CristianeDias missionários ligados à J.M. M. da Convenção Batista Brasileira em Manila, nas Filipinas. Edvânio, Rosilene, Vinícius, Raissa e Marina estão desenvolvendo um importante projeto missionário em Portugal. Benício Campos, Pastor que adotamos no Projeto Adote um Pastor, é missionário em Moçambique. Leonardo Gonçalves, Jonara e Ravi desenvolvem um projeto missionário em Piura, Peru. Geison Pimentel, pastor presbiteriano e missionário da Agência Presbiteriana de Miossões Transculturais na Romênia. Joversi Ferreira é pastor da Comunidade Batista Videira em Roraima e vai oferecer treinamento em um país do extremo Oriente. Ordem de Culto http://comunidadebatistadagraca.blogspot.com.br/ Não Tomarás o Nome do Senhor em Vão Iain Campbell A ética de Jesus é a ética dos Dez Mandamentos. Ele ensinou o seu povo a viver por essa regra e ele mesmo o fez. Ele é a própria encarnação da obediência a Deus; em nenhum outro lugar os Dez Mandamentos estão personificados e manifestados em plenitude como estão na vida de Jesus. Assim como a lei de Deus exige que não tomemos o seu nome em vão, também Jesus nos ensina a orar: “Santificado seja o teu nome” (Mateus 6.9). A oração expressa o nosso desejo de guardar o terceiro mandamento. Ela também expressa a nossa necessidade da graça de Deus para esse fim. A oração é um reconhecimento de que o próprio Deus provê para nós aquilo que ele exige de nós. Na Escritura, o nome de Deus é um meio de ele revelar a si mesmo. Bem no início, em Gênesis 4.26, há uma referência a pessoas invocando o nome do Ano III – n° 29 19 de julho de 2015  Espere uma igreja firmemente bíblica  Espere uma igreja ardorosamente acolhedora  Espere uma igreja liberalmente generosa  Espere uma igreja fielmente missionária  Isso será alcançado quando você contribuir efetiva e afetivamente, orando, servindo, honrando e sustentando a sua igreja. Comunidade Batista da Graça Rua Tókio, 842, Cidade Edson, Suzano/SP O que podemos esperar da CBG? o Revelação: Salmo 96 o Invocação: Pr. Silas Roberto o Louvação: Guto Nogueira o Revelação: Mateus 20.29-34 o Intercessão: Pb. Jairo Pires o Dedicação: 2 Coríntios 9.6-12 o Proclamação: Marcos 10.46-52 Pr Silas Roberto Nogueira o Bênção: 2 Coríntios 13.13 Ministério:  Pastor: Silas Roberto Nogueira (9-9229-2224)  Presbíteros: Jairo Pires, Alan Junior.  Diáconos: Joredson e Ana Souza Serviços:  Domingo: EBD às 17h00 - Culto às 18h30  Quinta- feira: Oração e estudo às 20h
  • 2.
    Senhor – nãoporque Deus lhes houvesse dito o seu nome pactual, mas porque ele falou e revelou a si mesmo. Depois, contudo, Deus de fato tornou o seu nome conhecido. Ele se revelou a Moisés como o grande “EU SOU” (Êxodo 3.14) e declarou haver levantado Faraó para que o seu nome – a revelação da sua justiça e poder – fosse proclamada por toda a terra (Êxodo 9.16). Depois, o templo foi construído “ao nome do SENHOR” (1 Reis 3.2; 8.17) e aquele nome se tornou o objeto da adoração de Israel à medida que eles louvavam o nome de Deus por meio de cânticos (Salmo 69.30; 122.4). O nome de Deus é tão importante ao ponto de ser solenemente protegido nos Dez Mandamentos por uma proibição de que se tome seu nome em vão (Êxodo 20.7). A violação dessa lei é uma ofensa capital: “Aquele que blasfemar o nome do SENHOR será morto” (Levítico 24.16). Levítico cita uma variedade de exemplos do que esse abuso do nome divino inclui: oferecer os filhos a Moloque (18.21), jurar falsamente (19.12), os sacerdotes cortarem as extremidades da barba (21.5-6). Essa grande variedade de violações ao mandamento mostra que tomar o nome do Senhor em vão envolve não apenas falá-lo de modo errado, mas inclui vivê-lo de modo inadequado. Era o nome do Senhor que deveria ser posto “sobre” o povo de Israel, por meio da bênção aaraônica (Números 6.24-27). O nome não era apenas um título ou epíteto, mas incluía o caráter e a sublimidade de Deus revelados para a salvação e a santificação do seu povo. Pelo nome de Deus eles são salvos e pelo nome de Deus eles são separados. Esses temas são evidenciados na vida e na obra de Jesus. Ele veio à terra, por nós e para nossa salvação, em nome do Pai (João 5.43; 10.25). Ele viveu para glorificar o nome de Deus (12.28; 17.4) e para revelá-lo (17.6). Em nome de Deus ele havia preservado o seu povo e naquele mesmo nome eles seriam guardados eternamente (17.11-12). O nome de Deus, posto sobre o seu povo pelo batismo (Mateus 28.19), seria o nome pelo qual o Espírito Santo viria para confortá-los e ouvir-lhes as orações (João 14.26; 16.23). É o nome de Deus que assegura a vida eterna a todos os que creem (20.31). João Calvino está correto, portanto, ao comentar acerca do terceiro mandamento que “[ele nos ensina] a ser ponderados de alma e língua, para não falarmos do próprio Deus e de seus mistérios senão de modo reverente e muito sóbrio, para que, ao avaliar suas obras, não concebamos senão o que é digno de honra diante d’Ele” (Instituição 2.8.22).[1] Esse senso de honra vinculado ao nome de Deus é o que caracteriza uma vida de santidade e uma adoração genuína. Tanto em nosso serviço como em nossa adoração, devemos pensar nas coisas de Deus com adoração e reverência, sabendo que o fato de Deus haver se revelado a nós pelo nome é, em si mesmo, um imenso ato de graça. Em seu estudo dos Dez Mandamentos, o famoso puritano Thomas Watson cita doze maneiras pelas quais tomamos o nome de Deus em vão. Entre elas estão: usar o nome de Deus com irreverência; professar o seu nome, mas não viver de acordo com a nossa profissão; adorá-lo externamente, mas não com o coração; usar erroneamente a sua Palavra; descumprir nossas promessas; e falar sem cuidado pela honra divina. É uma análise impressionante, que não pretende controlar as minúcias do nosso comportamento, mas mostrar-nos como o terceiro mandamento permeia o todo da vida. Ao nomear a si mesmo, Deus não apenas descortina quem ele é, mas o faz de tal modo que possamos conhecê-lo pessoalmente. Viver de acordo com o terceiro mandamento é reconhecer e confessar que Deus merece a mais alta honra; que ele nos separou ao pôr o seu nome sobre nós; que estaríamos completamente perdidos não fosse o fato de, por causa do seu nome, ele nos guardar e proteger; e que ele nos chama a viver segundo o exemplo de Jesus, glorificando a Deus na terra. Nós somos os portadores do nome de Deus; que a nossa conduta demonstre isso. Notas: [1] N.T.: João Calvino. A instituição da religião cristã. Tomo I, livro II. Trad. Carlos Eduardo de Oliveira. São Paulo: UNESP, 2008, p. 368. Tradução: Vinícius Silva Pimentel Revisão: Vinícius Musselman Pimentel ___________________________________________________________ Sempre há aqueles que acham que a pregação é uma indireta! "Um coração carnal pode estar sempre pronto a pensar que, quando um pregador fala com zelo verdadeiro por Deus, está se dirigindo especificamente a ele". Jeremiah Burroughs. Adoração Evangélica. Recife, PE: Os Puritanos, 2015. p. 39. ------------------------------------------------------------------ Livro indicado: Resgatando a Ambição, Dave Harvey, Editora Fiel.