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opinião pública apedrejava e
anotaste os comentários
ferinos de muita gente... Ele
terá sido mostrado nas colunas
da imprensa por celerado
invulgar de que o mundo
a b o m i n a a p r e s e n ça ;
entretanto, alguém lhe estudou
a face esquerda de sofredor e
observou que ninguém, até
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Soubeste que certa mulher
caiu em desequilíbrio, diante de
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pesar sobre ela a própria
condenação... Alguém, todavia,
lhe enxergou a face oculta e leu
nela, inscrita a fogo de aflição, a
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necessidade, sem que ninguém
lhe estendesse mãos amigas,
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Percebeste a diferença do
companheiro que se afastou do
trabalho de burilamento moral
em que persistes, censurado
p o r m u i t o s i r m ã o s
inadvertidamente aliados a
todos os críticos que o situam
entre os tipos mais baixos de
covardia... Alguém, contudo,
analisou-lhe a face ignorada, mil
vezes batida pelas pancadas da
ingratidão, e verificou que
ninguém apareceu nos dias de
angústia para lenir-lhe o
A V i n g a n ç a
Você considera a vingança como um ato de coragem
ou de covardia?
Algumas pessoas acreditam que a vingança é uma
demonstração de grande coragem. Afinal de contas
não se pode tolerar uma afronta sem se rebaixar.
Pensam que a tolerância e a indulgência seriam prova
de fraqueza ou de covardia.
Todavia, temos de convir que o ato de vingar-se
jamais constitui prova de coragem.
Geralmente, quando buscamos revidar uma ofensa o
fazemos movidos pelo medo do agressor ou da
opinião pública.
Não importa que a nossa consciência nos acuse de
covardia ou indignidade, o que nos interessa é que a
sociedade não nos julgue assim.
O mesmo não ocorre com relação ao ato de perdoar.
O perdão, sim, exige do ofendido muita coragem e
dignidade.
Enquanto a vingança é uma ladeira fácil de descer, o
perdão é uma ladeira difícil de subir.
Algumas pessoas costumam enfrentar corajosamente
os mais graves perigos, mas sentem-se impotentes
para tolerar uma pequena ofensa.
Escalam, com ousadia, altas montanhas, saltam de pára
-quedas desafiando as alturas, enfrentam animais
ferozes, aceitam os desafios do trânsito, navegam em
mar revolto com bravura, mas não conseguem
suportar um mínimo golpe da injustiça.
Dão grande prova de coragem em alguns pontos, mas
não relevam a investida da ingratidão, da calúnia, do
cinismo, da falsidade, da infidelidade.
Realmente fortes são aqueles que conseguem conter-
se diante de uma agressão.
A verdadeira fortaleza está nas almas que não se
descontrolam quando são ofendidas.
Que não se impacientam quando são incomodadas.
Que não se perturbam, quando são incompreendidas.
Que não se queixam, quando são prejudicadas.
Verdadeira coragem é aquela de que o cristo nos deu
o exemplo.
Ele sofreu a ingratidão daqueles a quem havia ajudado,
enfrentou o cinismo dos agressores, foi ultrajado,
caluniado, cuspiram-Lhe no rosto e O crucificaram, e
Ele tomou uma única atitude: a do perdão.
Por várias vezes, em sua passagem pela terra, o
Homem de Nazaré teve motivos de sobra para
revidar ofensas, mas sempre optou pela dignidade de
calar-se.
Diante das agressões recebidas, o Meigo Rabi da
Galiléia passava lições grandiosas, como aconteceu
com soldado que O esbofeteou quando estava de
mãos amarradas.
Sem perder a serenidade habitual, o cristo olhou-o
nos olhos e lhe perguntou: “se eu errei, aponta meu
erro, mas se não errei, por que me bates?”
Essa é a atitude de uma alma verdadeiramente grande.
Pense nisso!
Se Jesus tivesse parado em meio à caminhada do
Gólgota, largado a cruz injusta do suplício, para se
voltar contra Seus agressores e exercer sobre eles o
direito de vingança, certamente não teria passado à
posteridade como Modelo de perfeição e de amor.
Pense nisso!
Equipe de Redação do Momento Espírita. Com base no cap. 15 do
livro Primado do Espírito, de Rubens Romanelli.
Instituição Espírita Caravana Fraterna Nosso Lar
22/06/2013
C a rava n a F r at e r n a
coração, ilhado no desespero.
Tiveste notícia do viciado,
socorrido pela polícia, e
escutaste os conceitos irônicos
daqueles que o abandonaram à
própria sorte... No entanto,
alguém lhe examinou a face
desconhecida de criatura a quem
se negou a bênção do trabalho
ou do afeto e reconheceu que
ninguém o ajudou a libertar-se da
revolta e da obsessão.
Q u a n d o e s t i v e r e s
identificando as chagas do
próximo, recorda que alguém
está marcando as causas que as
produziram.
Esse alguém é o Senhor que
vê o que não vemos.
Onde o mal se destaque, faze
o bem que puderes.
Onde o ódio se agite,
menciona o amor.
Em toda parte, e acima de
tudo, pensemos sempre na
infinita misericórdia de Deus, que
reservou apenas um Sol para
garantir a face clara da Terra,
durante as horas de luz, em
louvor do dia, mas acende
milhares de sóis, em forma de
estrelas, para guardar a face
obscura do Planeta, durante as
horas de sombra, em auxílio da
noite, para que ela jamais se
renda ao poder das trevas.
Pscicografia de Francisco Cândido
Xavier pelo Espírito Emmanuel.
A Face Oculta
Endereço:
Sede provisória: Rua redentor 276,
Jardim Redentor - Belford Roxo
Reuniões Públicas: Sábados às 16:00Hs.
Instituição Espírita
Caravana Fraterna Nosso
Neste livro, o autor espiritual, Humberto de Campos – membro da Academia brasileira de Letras quando encarnado -, desenvolve temas
relacionados objetivando demonstrar a sua realidade.por meio de contos e crônicas, aborda assuntos como o Espiritismo no Brasil,
evangelho, Federação Espírita Brasileira e mediunidade de Chico Xavier. É obra que, além de ressaltar a autenticidade dos fenômenos
mediúnicos, enfatiza a importância deles na difusão do Evangelho de Jesus.
Este livro continua com as narrativas de Além-Túmulo de nosso amigo Humberto de Campos. Ele traz suas experiências e respostas a amigos
encarnados. Conta-nos de sua visita ao planeta Marte e de como eles se preocupam com nosso planeta, orando e tentando comunicação, mas
que infelizmente, ainda não estamos preparados para compreendê-los.
Faz uma singela homenagem ao dia das mães, onde menciona o enviado de Maria, Jeziel, que creio seja o mesmo espírito apostólico que foi
narrado no livro Paulo e Estevão.
Traz ao final, uma biografia de Humberto de Campos e palavras de consolo e admiração ao nosso querido Chico.
Mais um livro maravilhoso, do início dos trabalhos apostólicos de nosso médium Chico Xavier e de como o espiritismo iniciava
suas andanças por estas paragens. (Valéria Knopp)
Programação Junho 2013
9ºLivro
22/06 O duelo (ESE - Cap. XII – Itens 7 e 8) Denizard Farias
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Imagem e Semelhança”...
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Novas Mensagens
"Pagai o mal com o bem, porque o amor é
vitorioso no ataque e invulnerável na defesa."
Lao Tsé
A V i n g a n ç a
A vingança é agradável ao coração, disse o poeta. Oh! pobres
cegos, que dais livre curso à mais horrenda das paixões, cre-
des fazer mal ao próximo quando o golpeais e não notais que
eles se voltam contra vós. Ela não só é um crime, mas absurda
falta de habilidade. É, como seus irmãos o rancor, o ódio, o
ciúme, filhos do orgulho, o meio de que se servem os Espíritos
das trevas para atrair a si aqueles que receiam lhes escapem; é
o mais infalível instrumento de perdição posto nas mãos dos
homens pelos inimigos que se encarniçam na sua decadência
moral. Resisti, filhos da Terra, a esse culposo arrastamento, e
ficai certos de que, se alguém mereceu a vossa cólera, não
será no paroxismo do rancor que encontrareis a
calma de consciência. Ponde nas mãos do Todo-
Poderoso o cuidado de se pronunciar sobre os vossos
direitos e sobre a justiça de vossa causa. Há na vingan-
ça algo de ímpio e de degradante para o Espírito.
Não, a vingança não é compatível com a perfeição.
Enquanto uma alma conservar tal sentimento ficará
nas regiões mais miseráveis do mundo dos Espíritos.
Mas, como os outros, o vosso não será o eterno
joguete dessa paixão infeliz; e posso garantir que a
abolição da falsa noção do inferno eterno, ou, antes,
da danação eterna, que tem servido de pretexto ou
de escusa para atos de vingança, será a aurora de uma
nova era de tolerância e de mansuetude, que não
tardará a estender-se até às regiões privadas da vida
moral. Poderia o homem condenar a vingança quando
lhe apresentavam Deus como ciumento e se vingando
por torturas sem fim? Cessai, pois, ó homens, de
insultar a Divindade, emprestando-lhe as vossas mais
ignóbeis paixões. Então sereis, ó habitantes da Terra,
um povo abençoado por Deus. Vós que me escutais,
fazei de modo que, liberta a vossa alma do culposo e
vergonhoso móvel dos atos mais contrários à carida-
de, mereçais ser admitidos no recinto sagrado, no
qual só a caridade pode abrir as portas.
Revista Espírita de 1862.
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  • 1. Viste o malfeitor que a opinião pública apedrejava e anotaste os comentários ferinos de muita gente... Ele terá sido mostrado nas colunas da imprensa por celerado invulgar de que o mundo a b o m i n a a p r e s e n ça ; entretanto, alguém lhe estudou a face esquerda de sofredor e observou que ninguém, até hoje, lhe ofertou na existência o mínimo ensejo de ser amado, a fim de acordar para o serviço do bem. Soubeste que certa mulher caiu em desequilíbrio, diante de círculos sociais que fizeram pesar sobre ela a própria condenação... Alguém, todavia, lhe enxergou a face oculta e leu nela, inscrita a fogo de aflição, a história das lutas terríveis que a acusada sustentou com a necessidade, sem que ninguém lhe estendesse mãos amigas, nas longas noites de tentação. Percebeste a diferença do companheiro que se afastou do trabalho de burilamento moral em que persistes, censurado p o r m u i t o s i r m ã o s inadvertidamente aliados a todos os críticos que o situam entre os tipos mais baixos de covardia... Alguém, contudo, analisou-lhe a face ignorada, mil vezes batida pelas pancadas da ingratidão, e verificou que ninguém apareceu nos dias de angústia para lenir-lhe o A V i n g a n ç a Você considera a vingança como um ato de coragem ou de covardia? Algumas pessoas acreditam que a vingança é uma demonstração de grande coragem. Afinal de contas não se pode tolerar uma afronta sem se rebaixar. Pensam que a tolerância e a indulgência seriam prova de fraqueza ou de covardia. Todavia, temos de convir que o ato de vingar-se jamais constitui prova de coragem. Geralmente, quando buscamos revidar uma ofensa o fazemos movidos pelo medo do agressor ou da opinião pública. Não importa que a nossa consciência nos acuse de covardia ou indignidade, o que nos interessa é que a sociedade não nos julgue assim. O mesmo não ocorre com relação ao ato de perdoar. O perdão, sim, exige do ofendido muita coragem e dignidade. Enquanto a vingança é uma ladeira fácil de descer, o perdão é uma ladeira difícil de subir. Algumas pessoas costumam enfrentar corajosamente os mais graves perigos, mas sentem-se impotentes para tolerar uma pequena ofensa. Escalam, com ousadia, altas montanhas, saltam de pára -quedas desafiando as alturas, enfrentam animais ferozes, aceitam os desafios do trânsito, navegam em mar revolto com bravura, mas não conseguem suportar um mínimo golpe da injustiça. Dão grande prova de coragem em alguns pontos, mas não relevam a investida da ingratidão, da calúnia, do cinismo, da falsidade, da infidelidade. Realmente fortes são aqueles que conseguem conter- se diante de uma agressão. A verdadeira fortaleza está nas almas que não se descontrolam quando são ofendidas. Que não se impacientam quando são incomodadas. Que não se perturbam, quando são incompreendidas. Que não se queixam, quando são prejudicadas. Verdadeira coragem é aquela de que o cristo nos deu o exemplo. Ele sofreu a ingratidão daqueles a quem havia ajudado, enfrentou o cinismo dos agressores, foi ultrajado, caluniado, cuspiram-Lhe no rosto e O crucificaram, e Ele tomou uma única atitude: a do perdão. Por várias vezes, em sua passagem pela terra, o Homem de Nazaré teve motivos de sobra para revidar ofensas, mas sempre optou pela dignidade de calar-se. Diante das agressões recebidas, o Meigo Rabi da Galiléia passava lições grandiosas, como aconteceu com soldado que O esbofeteou quando estava de mãos amarradas. Sem perder a serenidade habitual, o cristo olhou-o nos olhos e lhe perguntou: “se eu errei, aponta meu erro, mas se não errei, por que me bates?” Essa é a atitude de uma alma verdadeiramente grande. Pense nisso! Se Jesus tivesse parado em meio à caminhada do Gólgota, largado a cruz injusta do suplício, para se voltar contra Seus agressores e exercer sobre eles o direito de vingança, certamente não teria passado à posteridade como Modelo de perfeição e de amor. Pense nisso! Equipe de Redação do Momento Espírita. Com base no cap. 15 do livro Primado do Espírito, de Rubens Romanelli. Instituição Espírita Caravana Fraterna Nosso Lar 22/06/2013 C a rava n a F r at e r n a coração, ilhado no desespero. Tiveste notícia do viciado, socorrido pela polícia, e escutaste os conceitos irônicos daqueles que o abandonaram à própria sorte... No entanto, alguém lhe examinou a face desconhecida de criatura a quem se negou a bênção do trabalho ou do afeto e reconheceu que ninguém o ajudou a libertar-se da revolta e da obsessão. Q u a n d o e s t i v e r e s identificando as chagas do próximo, recorda que alguém está marcando as causas que as produziram. Esse alguém é o Senhor que vê o que não vemos. Onde o mal se destaque, faze o bem que puderes. Onde o ódio se agite, menciona o amor. Em toda parte, e acima de tudo, pensemos sempre na infinita misericórdia de Deus, que reservou apenas um Sol para garantir a face clara da Terra, durante as horas de luz, em louvor do dia, mas acende milhares de sóis, em forma de estrelas, para guardar a face obscura do Planeta, durante as horas de sombra, em auxílio da noite, para que ela jamais se renda ao poder das trevas. Pscicografia de Francisco Cândido Xavier pelo Espírito Emmanuel. A Face Oculta
  • 2. Endereço: Sede provisória: Rua redentor 276, Jardim Redentor - Belford Roxo Reuniões Públicas: Sábados às 16:00Hs. Instituição Espírita Caravana Fraterna Nosso Neste livro, o autor espiritual, Humberto de Campos – membro da Academia brasileira de Letras quando encarnado -, desenvolve temas relacionados objetivando demonstrar a sua realidade.por meio de contos e crônicas, aborda assuntos como o Espiritismo no Brasil, evangelho, Federação Espírita Brasileira e mediunidade de Chico Xavier. É obra que, além de ressaltar a autenticidade dos fenômenos mediúnicos, enfatiza a importância deles na difusão do Evangelho de Jesus. Este livro continua com as narrativas de Além-Túmulo de nosso amigo Humberto de Campos. Ele traz suas experiências e respostas a amigos encarnados. Conta-nos de sua visita ao planeta Marte e de como eles se preocupam com nosso planeta, orando e tentando comunicação, mas que infelizmente, ainda não estamos preparados para compreendê-los. Faz uma singela homenagem ao dia das mães, onde menciona o enviado de Maria, Jeziel, que creio seja o mesmo espírito apostólico que foi narrado no livro Paulo e Estevão. Traz ao final, uma biografia de Humberto de Campos e palavras de consolo e admiração ao nosso querido Chico. Mais um livro maravilhoso, do início dos trabalhos apostólicos de nosso médium Chico Xavier e de como o espiritismo iniciava suas andanças por estas paragens. (Valéria Knopp) Programação Junho 2013 9ºLivro 22/06 O duelo (ESE - Cap. XII – Itens 7 e 8) Denizard Farias 29/06 TEMA LIVRE— A História da Religião Ateísta e da ciência espiritualista—”E o Homem criou Deus à sua Imagem e Semelhança”... Marcio Lira Novas Mensagens "Pagai o mal com o bem, porque o amor é vitorioso no ataque e invulnerável na defesa." Lao Tsé A V i n g a n ç a A vingança é agradável ao coração, disse o poeta. Oh! pobres cegos, que dais livre curso à mais horrenda das paixões, cre- des fazer mal ao próximo quando o golpeais e não notais que eles se voltam contra vós. Ela não só é um crime, mas absurda falta de habilidade. É, como seus irmãos o rancor, o ódio, o ciúme, filhos do orgulho, o meio de que se servem os Espíritos das trevas para atrair a si aqueles que receiam lhes escapem; é o mais infalível instrumento de perdição posto nas mãos dos homens pelos inimigos que se encarniçam na sua decadência moral. Resisti, filhos da Terra, a esse culposo arrastamento, e ficai certos de que, se alguém mereceu a vossa cólera, não será no paroxismo do rancor que encontrareis a calma de consciência. Ponde nas mãos do Todo- Poderoso o cuidado de se pronunciar sobre os vossos direitos e sobre a justiça de vossa causa. Há na vingan- ça algo de ímpio e de degradante para o Espírito. Não, a vingança não é compatível com a perfeição. Enquanto uma alma conservar tal sentimento ficará nas regiões mais miseráveis do mundo dos Espíritos. Mas, como os outros, o vosso não será o eterno joguete dessa paixão infeliz; e posso garantir que a abolição da falsa noção do inferno eterno, ou, antes, da danação eterna, que tem servido de pretexto ou de escusa para atos de vingança, será a aurora de uma nova era de tolerância e de mansuetude, que não tardará a estender-se até às regiões privadas da vida moral. Poderia o homem condenar a vingança quando lhe apresentavam Deus como ciumento e se vingando por torturas sem fim? Cessai, pois, ó homens, de insultar a Divindade, emprestando-lhe as vossas mais ignóbeis paixões. Então sereis, ó habitantes da Terra, um povo abençoado por Deus. Vós que me escutais, fazei de modo que, liberta a vossa alma do culposo e vergonhoso móvel dos atos mais contrários à carida- de, mereçais ser admitidos no recinto sagrado, no qual só a caridade pode abrir as portas. Revista Espírita de 1862. "A vingança não vai reduzir ou prevenir o mal, porque ele já aconteceu." Dalai Lama