AVC/ ALZHEIMER
c a u s a s , s i n t o m a s e t r a t a m e n t o
P R O ª E N F ª C A M I L A R I B E I R O
O ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL (AVC) É UMA DOENÇA
CARACTERIZADA POR UM DÉFICIT NEUROLÓGICO
(DIMINUIÇÃO DA FUNÇÃO) DECORRENTE DE UMA
INTERRUPÇÃO DA CIRCULAÇÃO CEREBRAL OU DE
HEMORRAGIA.
O AVC está entre as condições médicas
mais frequentes, apresentando, nos EUA,
uma incidência de 500.000 casos/ano,
sendo uma patologia neurológica
ameaçadora, responsável por 20% das
mortes cardiovasculares, e ocupando o
terceiro lugar entre as mortes em países
desenvolvidos, depois de doenças cardíacas
e câncer.
INTRODUÇÃO
CAUSAS
Entre os fatores de risco, o principal deles é a idade, havendo clara relação do
envelhecimento com o risco de AVC, que começa a se elevar por volta dos 60 anos e
dobra a cada década. O sexo masculino e a raça negra apresentam maior incidência de
AVC isquêmico.
OUTROS FATORES
SÃO:
• HEREDITARIEDAD
E
• SEXO
• RAÇA
CAUSAS
Entre os fatores de risco modificáveis, a hipertensão arterial é o principal
deles, acarretando um aumento superior a três vezes na incidência de
AVC. • Outras doenças que aumentam o risco de o paciente desenvolver
AVC incluem:
• DIABETES
• OBESIDADE
• DISLIPIDEMIA
• TABAGISMO
• SEDENTARISMO
A ruptura de um aneurisma cerebral pode ser a causa de um AVC
hemorrágico. Na maioria das vezes, o paciente não sabe que tem esta
malformação vascular.
SINTOMAS
Pacientes com AVC isquêmico geralmente referem diminuição ou perda da
força muscular e/ou da visão, dificuldade na fala, formigamento em um dos
lados do corpo, alterações de memória e tontura. Este quadro é mais frequente
em indivíduos mais velhos.
Já no AVC hemorrágico, que é mais comum em pessoas mais jovens, além
desses mesmos sintomas, também são habituais as queixas de dor de cabeça,
náuseas, vômitos e até convulsões, podendo evoluir rapidamente para coma e
óbito.
SINTOMAS
DIAGNÓSTICO
• O diagnóstico do AVC fundamenta-se em
quadro clínico e exame neurológico,
complementados por exame de imagem.
• O estudo mais comumente utilizado na fase aguda é a
tomografia computadorizada de crânio, que permite
definir o tipo do AVC e a parte do cérebro acometida.
• A ressonância nuclear magnética também é muito útil
para o diagnóstico do AVC.
TRATAMENTO
• Procurar um médico aos primeiros sinais da doença é fundamental
para a indicação do melhor tratamento para cada caso.
• Somente o especialista poderá orientar o paciente em relação aos
procedimentos adequados e ao uso de remédios.
• Na fase aguda, o tratamento deve ser feito ainda na sala de
emergência do hospital e visa a manutenção dos sinais vitais e
estabilização do paciente.
• O tratamento específico com trombolíticos (em casos de AVC
isquêmico) e/ou a cirurgia devem ser iniciados o quanto antes para
diminuírem o risco de sequela.
PREVENÇÃO
• Controlar a pressão arterial, o colesterol, o nível de açúcar no
sangue, manter o peso ideal, não fumar e praticar atividade física
regular são as principais medidas para se prevenir um AVC
isquêmico.
• O AVC hemorrágico em decorrência de ruptura de aneurisma
cerebral não tem como ser prevenido.
ALZHEIMER
CAUSAS ,SINTOMAS E TRATAMENTO
O QUE É
ALZHEIMER ?
• É uma doença neuro-degenerativa, que produz atrofia do
cérebro.
• Não possui cura.
• Ataca os idosos com início mais freqüente ao 65 anos.
• Produz a perda das habilidades de pensar, raciocinar,
memorizar e afeta as áreas da linguagem e produz alterações
no comportamento.
• O fator principal da doença é o envelhecimento.
• Exercite o seu cérebro, isso ajuda a tardar o aparecimento
da doença.
CAUSAS DA DOENÇA
• Idade de avanço
• Antecedentes
familiares
• História da lesão na cabeça ou
na medula espinhal
• Fatores de risco cardiovasculares
COMO A DOENÇA AGE NO CÉREBRO
FISIOPATOLOGIA
VAMOS ENTENDER COMO ESSA DOENÇA AGE NO CÉREBRO:
• As placas senis são formadas
quando pedaços da proteína
chamada betaamilóide se agrupam.
Os pequenos agrupamentos
podem bloquear a sinalização entre
as células nas sinapses.
PROTEÍNA
FISIOPATOLOGIA
VAMOS ENTENDER COMO ESSA DOENÇA AGE NO CÉREBRO:
• Quando a proteína Tau se desloca
do microtúbulo, (sua função é
estabilizar essa passagem), então
ele também se desfaz, causando
então o bloqueio das vesículas
sinápticas, esse processo causa a
morte das células neuronais.
PROTEÍNA
FISIOPATOLOGIA
VAMOS ENTENDER COMO ESSA DOENÇA AGE NO CÉREBRO:
As células nervosas mortas e
prestes a morrer contém
emaranhados neurofibrilares que
são alterações intracelulares
verificadas no citoplasma dos
neurônios, eles são geralmente
encontrados nos neurônios do
Córtex cerebral, sendo muito
numerosos e mais comuns nas
estruturas do Lobo temporal como
FISIOPATOLOGIA
VAMOS ENTENDER COMO ESSA DOENÇA AGE NO CÉREBRO:
Hipocampo é um pequeno órgão
que se encontra na localidade
Temporal do crânio e é
responsável pela memória. Assim
surge a doença no cérebro, que
vai atrofiando a parte do Córtex e
se agravando conforme o passar
do tempo.
POR QUE DEU-SE O NOME DE ALZHEIMER
Talvez você já tenha se perguntado o porquê de a demência mais
comum do mundo ter esse nome tão complicado. O nome é
alemão, e pronuncia-se [alts'haimer], pertenceu a um dos mais
célebres estudiosos das chamadas demências senis.
POR QUE DEU-SE O NOME DE ALZHEIMER
O nome era Alois Alzheimer, médico psiquiatra e
neuropatologista alemão que nasceu em 1864, e
morreu em 1915, aos 51 anos de idade.
Alzheimer trabalhou no laboratório de um dos
mais notórios neuropatologistas alemães, Emil
Kraepelin, que, aliás, foi quem deu o nome da
doença de Doença de Alzheimer.
FASE INICIAL/ SINTOMAS
Na fase inicial da doença, a pessoa afetada mostra-se um pouco
confusa e esquecida e parece não encontrar palavras para se
comunicar em determinados momentos. Ás vezes, apresenta
descuido da aparência pessoal.
Perda da iniciativa e alguma perda da autonomia para as atividades
da vida diária. As mudanças podem começar 20 anos ou mais antes
do diagnóstico.
FASE INTERMEDIÁRIA
Necessita de maior ajuda para executar as tarefas de rotina, pode
passar a não reconhecer seus familiares, pode apresentar incontinência
urinária e fecal; tornase incapaz para julgamento e pensamento
abstrato, precisa de auxílio direto para se vestir, comer, tomar banho,
tomar suas medicações e todas as outras atividades de higiene. Pode
apresentar comportamento inadequado, irritabilidade, desconfiança,
impaciência e até agressividade; ou pode apresentar depressão,
regressão e apatia. Indivíduos geralmente vivem de 2 a 10 anos.
FASE FINAL
Existe perda de peso mesmo com dieta adequada; dependência
completa, torna-se incapaz de qualquer atividade de rotina da vida
diária e fica restrita ao leito, com perda total de julgamento e
concentração. Pode apresentar reações a medicamentos, infecções
bacterianas e problemas renais. Na maioria das vezes, a causa da
morte não tem relação com a doença e sim com fatores relacionados
à idade avançada. Indivíduos podem viver de 1 a 5 anos.
DIAGNÓSTICO
Exames de sangue ou retirada do líquido da espinha e exame por
imagem como tomografia ou, preferencialmente, ressonância magnética
do crânio, devem ser realizados! A certeza do diagnóstico só pode ser
obtida por meio do exame microscópico do tecido cerebral do doente
após seu falecimento. Antes disso, esse exame não é indicado, por
apresentar riscos ao paciente. Na prática, o diagnóstico da Doença de
Alzheimer é clínico, isto é, depende da avaliação feita por um médico,
que irá definir, a partir de exames e da história do paciente, qual a
principal hipótese para a causa da demência.
TRATAMENTO
O tratamento para o mal de Alzheimer inclui o uso de remédios
anticolinesterásicos, como Donepezila, Galantamina ou Memantina, que
melhoram o funcionamento cerebral, e são indicados pelo geriatra ou
neurologista. Além destes remédios, o paciente pode precisar tomar
ansiolíticos, antipsicóticos ou antidepressivos, para aliviar sintomas como
agitação, sentimentos depressivos e dificuldade para dormir. O paciente
também pode precisar fazer fisioterapia, terapia ocupacional, manter uma
alimentação adequada à sua capacidade de nutrição e de deglutição, além
de manter atividades que estimulem o cérebro e a memória através de
jogos, ler ou escrever, por exemplo.
OBS: Somente um médico pode dizer qual o medicamento mais indicado
para cada paciente, bem como a dosagem correta e a duração do
Incurável, o Alzheimer ainda não possui uma forma de prevenção. Os
médicos acreditam que manter a cabeça ativa e uma boa vida social
permite, pelo menos, retardar a manifestação da doença. Entre as
atividades recomendadas para estimular a memória, estão: leitura
constante, exercícios de aritmética, jogos inteligentes e participação em
atividades de grupo.
A velocidade de progressão varia muito. As pessoas com Alzheimer vivem,
em média, oito anos, mas algumas pessoas podem sobreviver por até 20
anos.
FORMAS DE PREVENIR, NÃO APENAS O ALZHEIMER, MAS
OUTRAS DOENÇAS:
• Estudar, ler, pensar, manter a mente sempre ativa, não fumar;
• Jogos inteligentes, atividades em
grupo;
• Não consumir bebida alcoólica., ter alimentação saudável, fazer
prática de atividades físicas regulares.
OBRIGADO!!!

AVC 2 TRATAMENTOS, SINTOMAS E CAUSAS COMO PREVENIR

  • 1.
    AVC/ ALZHEIMER c au s a s , s i n t o m a s e t r a t a m e n t o P R O ª E N F ª C A M I L A R I B E I R O
  • 2.
    O ACIDENTE VASCULARCEREBRAL (AVC) É UMA DOENÇA CARACTERIZADA POR UM DÉFICIT NEUROLÓGICO (DIMINUIÇÃO DA FUNÇÃO) DECORRENTE DE UMA INTERRUPÇÃO DA CIRCULAÇÃO CEREBRAL OU DE HEMORRAGIA.
  • 3.
    O AVC estáentre as condições médicas mais frequentes, apresentando, nos EUA, uma incidência de 500.000 casos/ano, sendo uma patologia neurológica ameaçadora, responsável por 20% das mortes cardiovasculares, e ocupando o terceiro lugar entre as mortes em países desenvolvidos, depois de doenças cardíacas e câncer. INTRODUÇÃO
  • 4.
    CAUSAS Entre os fatoresde risco, o principal deles é a idade, havendo clara relação do envelhecimento com o risco de AVC, que começa a se elevar por volta dos 60 anos e dobra a cada década. O sexo masculino e a raça negra apresentam maior incidência de AVC isquêmico. OUTROS FATORES SÃO: • HEREDITARIEDAD E • SEXO • RAÇA
  • 5.
    CAUSAS Entre os fatoresde risco modificáveis, a hipertensão arterial é o principal deles, acarretando um aumento superior a três vezes na incidência de AVC. • Outras doenças que aumentam o risco de o paciente desenvolver AVC incluem: • DIABETES • OBESIDADE • DISLIPIDEMIA • TABAGISMO • SEDENTARISMO A ruptura de um aneurisma cerebral pode ser a causa de um AVC hemorrágico. Na maioria das vezes, o paciente não sabe que tem esta malformação vascular.
  • 6.
    SINTOMAS Pacientes com AVCisquêmico geralmente referem diminuição ou perda da força muscular e/ou da visão, dificuldade na fala, formigamento em um dos lados do corpo, alterações de memória e tontura. Este quadro é mais frequente em indivíduos mais velhos. Já no AVC hemorrágico, que é mais comum em pessoas mais jovens, além desses mesmos sintomas, também são habituais as queixas de dor de cabeça, náuseas, vômitos e até convulsões, podendo evoluir rapidamente para coma e óbito.
  • 7.
  • 9.
    DIAGNÓSTICO • O diagnósticodo AVC fundamenta-se em quadro clínico e exame neurológico, complementados por exame de imagem. • O estudo mais comumente utilizado na fase aguda é a tomografia computadorizada de crânio, que permite definir o tipo do AVC e a parte do cérebro acometida. • A ressonância nuclear magnética também é muito útil para o diagnóstico do AVC.
  • 10.
    TRATAMENTO • Procurar ummédico aos primeiros sinais da doença é fundamental para a indicação do melhor tratamento para cada caso. • Somente o especialista poderá orientar o paciente em relação aos procedimentos adequados e ao uso de remédios. • Na fase aguda, o tratamento deve ser feito ainda na sala de emergência do hospital e visa a manutenção dos sinais vitais e estabilização do paciente. • O tratamento específico com trombolíticos (em casos de AVC isquêmico) e/ou a cirurgia devem ser iniciados o quanto antes para diminuírem o risco de sequela.
  • 11.
    PREVENÇÃO • Controlar apressão arterial, o colesterol, o nível de açúcar no sangue, manter o peso ideal, não fumar e praticar atividade física regular são as principais medidas para se prevenir um AVC isquêmico. • O AVC hemorrágico em decorrência de ruptura de aneurisma cerebral não tem como ser prevenido.
  • 12.
  • 13.
    O QUE É ALZHEIMER? • É uma doença neuro-degenerativa, que produz atrofia do cérebro. • Não possui cura. • Ataca os idosos com início mais freqüente ao 65 anos. • Produz a perda das habilidades de pensar, raciocinar, memorizar e afeta as áreas da linguagem e produz alterações no comportamento. • O fator principal da doença é o envelhecimento. • Exercite o seu cérebro, isso ajuda a tardar o aparecimento da doença.
  • 14.
    CAUSAS DA DOENÇA •Idade de avanço • Antecedentes familiares • História da lesão na cabeça ou na medula espinhal • Fatores de risco cardiovasculares
  • 16.
    COMO A DOENÇAAGE NO CÉREBRO
  • 17.
    FISIOPATOLOGIA VAMOS ENTENDER COMOESSA DOENÇA AGE NO CÉREBRO: • As placas senis são formadas quando pedaços da proteína chamada betaamilóide se agrupam. Os pequenos agrupamentos podem bloquear a sinalização entre as células nas sinapses. PROTEÍNA
  • 18.
    FISIOPATOLOGIA VAMOS ENTENDER COMOESSA DOENÇA AGE NO CÉREBRO: • Quando a proteína Tau se desloca do microtúbulo, (sua função é estabilizar essa passagem), então ele também se desfaz, causando então o bloqueio das vesículas sinápticas, esse processo causa a morte das células neuronais. PROTEÍNA
  • 19.
    FISIOPATOLOGIA VAMOS ENTENDER COMOESSA DOENÇA AGE NO CÉREBRO: As células nervosas mortas e prestes a morrer contém emaranhados neurofibrilares que são alterações intracelulares verificadas no citoplasma dos neurônios, eles são geralmente encontrados nos neurônios do Córtex cerebral, sendo muito numerosos e mais comuns nas estruturas do Lobo temporal como
  • 20.
    FISIOPATOLOGIA VAMOS ENTENDER COMOESSA DOENÇA AGE NO CÉREBRO: Hipocampo é um pequeno órgão que se encontra na localidade Temporal do crânio e é responsável pela memória. Assim surge a doença no cérebro, que vai atrofiando a parte do Córtex e se agravando conforme o passar do tempo.
  • 21.
    POR QUE DEU-SEO NOME DE ALZHEIMER Talvez você já tenha se perguntado o porquê de a demência mais comum do mundo ter esse nome tão complicado. O nome é alemão, e pronuncia-se [alts'haimer], pertenceu a um dos mais célebres estudiosos das chamadas demências senis.
  • 22.
    POR QUE DEU-SEO NOME DE ALZHEIMER O nome era Alois Alzheimer, médico psiquiatra e neuropatologista alemão que nasceu em 1864, e morreu em 1915, aos 51 anos de idade. Alzheimer trabalhou no laboratório de um dos mais notórios neuropatologistas alemães, Emil Kraepelin, que, aliás, foi quem deu o nome da doença de Doença de Alzheimer.
  • 23.
    FASE INICIAL/ SINTOMAS Nafase inicial da doença, a pessoa afetada mostra-se um pouco confusa e esquecida e parece não encontrar palavras para se comunicar em determinados momentos. Ás vezes, apresenta descuido da aparência pessoal. Perda da iniciativa e alguma perda da autonomia para as atividades da vida diária. As mudanças podem começar 20 anos ou mais antes do diagnóstico.
  • 24.
    FASE INTERMEDIÁRIA Necessita demaior ajuda para executar as tarefas de rotina, pode passar a não reconhecer seus familiares, pode apresentar incontinência urinária e fecal; tornase incapaz para julgamento e pensamento abstrato, precisa de auxílio direto para se vestir, comer, tomar banho, tomar suas medicações e todas as outras atividades de higiene. Pode apresentar comportamento inadequado, irritabilidade, desconfiança, impaciência e até agressividade; ou pode apresentar depressão, regressão e apatia. Indivíduos geralmente vivem de 2 a 10 anos.
  • 25.
    FASE FINAL Existe perdade peso mesmo com dieta adequada; dependência completa, torna-se incapaz de qualquer atividade de rotina da vida diária e fica restrita ao leito, com perda total de julgamento e concentração. Pode apresentar reações a medicamentos, infecções bacterianas e problemas renais. Na maioria das vezes, a causa da morte não tem relação com a doença e sim com fatores relacionados à idade avançada. Indivíduos podem viver de 1 a 5 anos.
  • 27.
    DIAGNÓSTICO Exames de sangueou retirada do líquido da espinha e exame por imagem como tomografia ou, preferencialmente, ressonância magnética do crânio, devem ser realizados! A certeza do diagnóstico só pode ser obtida por meio do exame microscópico do tecido cerebral do doente após seu falecimento. Antes disso, esse exame não é indicado, por apresentar riscos ao paciente. Na prática, o diagnóstico da Doença de Alzheimer é clínico, isto é, depende da avaliação feita por um médico, que irá definir, a partir de exames e da história do paciente, qual a principal hipótese para a causa da demência.
  • 28.
    TRATAMENTO O tratamento parao mal de Alzheimer inclui o uso de remédios anticolinesterásicos, como Donepezila, Galantamina ou Memantina, que melhoram o funcionamento cerebral, e são indicados pelo geriatra ou neurologista. Além destes remédios, o paciente pode precisar tomar ansiolíticos, antipsicóticos ou antidepressivos, para aliviar sintomas como agitação, sentimentos depressivos e dificuldade para dormir. O paciente também pode precisar fazer fisioterapia, terapia ocupacional, manter uma alimentação adequada à sua capacidade de nutrição e de deglutição, além de manter atividades que estimulem o cérebro e a memória através de jogos, ler ou escrever, por exemplo. OBS: Somente um médico pode dizer qual o medicamento mais indicado para cada paciente, bem como a dosagem correta e a duração do
  • 29.
    Incurável, o Alzheimerainda não possui uma forma de prevenção. Os médicos acreditam que manter a cabeça ativa e uma boa vida social permite, pelo menos, retardar a manifestação da doença. Entre as atividades recomendadas para estimular a memória, estão: leitura constante, exercícios de aritmética, jogos inteligentes e participação em atividades de grupo. A velocidade de progressão varia muito. As pessoas com Alzheimer vivem, em média, oito anos, mas algumas pessoas podem sobreviver por até 20 anos.
  • 30.
    FORMAS DE PREVENIR,NÃO APENAS O ALZHEIMER, MAS OUTRAS DOENÇAS: • Estudar, ler, pensar, manter a mente sempre ativa, não fumar; • Jogos inteligentes, atividades em grupo; • Não consumir bebida alcoólica., ter alimentação saudável, fazer prática de atividades físicas regulares.
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