O documento aborda a crítica de Platão à democracia, destacando sua crença de que apenas os filósofos são capazes de governar com conhecimento verdadeiro e justiça. Aristóteles, por outro lado, defende que a virtude não é uma ação uniforme, mas sim orientada pela moral estável em meio a circunstâncias variáveis. Além disso, compara as visões de Platão e Maquiavel sobre ética e governança, ressaltando a divergência nas virtudes exigidas do governante.