SlideShare uma empresa Scribd logo
A QUESTÃO DA DIVERSIDADE E DO DIREITO A DIFERENÇA
Questão 1. I. O ETNOCENTRISMO:
Dá-se o nome de etnocentrismo a atitudes de grupos humanos de supervalorizar seus próprios valores, sua
própria cultura. O fenômeno do etnocentrismo manifesta-se de várias formas. Podemo-lo sentir quando as
pessoas ridicularizam costumes e hábitos de povos diferentes. O brasileiro comum censura, por certo, a
consagração da vaca na Índia e estranhará a indumentária escocesa masculino, parecida com um saiote.
Nota-se portanto que o etnocentrismo denota um certo orgulho pela superioridade e credibilidade da própria
cultura. é verdade que as pessoas não percebem que seus juízos ou julgamentos são preconceituosos em
função da unilateralidade de sua atitude.
II. O RELATIVISMO:
Nesta analise devemos superar o discurso etnocêntrico, percebendo que o ser humano apresenta diferenças
étnicas e culturais e aprendendo a conviver com essas diferenças dentro dos critérios da
normalidade.Conviver com as diferenças é aceitar o outro como o outro é em sua essência, é não mensurar
ou hierarquizar as realidades culturais e sim percebê-las como sendo fruto de uma dada realidade histórica
instituída, e portanto, independentes e autônomas. As diferenças culturais compõem o painel humano em
escala global, somos diferentes em nossas verdades, em nossos meios técnicos, em nossa religiosidade, em
nossas instituições e principalmente em nosso cotidiano. E precisamos identificar a diferença cultural como
algo salutar e não como diferenças que expressam a superioridade de alguns em detrimento de outros.
Senão, o que seria do mundo se fossemos todos iguais? Na luta acadêmica contra o discurso etnocêntrico,
foi cunhado o conceito de relativização, ou seja, o ser humano deve relativizar as diferença culturais e
identificá-la enquanto dentro de uma realidade específica, própria. Aceitando portanto as culturas como
sendo diferentes, o máximo complexas e simplificadas, mas nunca melhor ou pior, desenvolvida ou
atrasada..
01. (J.Rendeiro) O ser humano carrega as diferenças culturais como marcas de sua realidade, e acabam com
isso, cirando um mensuração de suas verdades em relação à realidade daqueles povos que são diferentes.
Sobre o assunto assinale a alternativa que corresponde ao etnocentrismo:
a) O ser humano naturalmente aceita as diferenças culturais, convivendo em harmonia com seu semelhante.
b) Os indivíduos dentro do corpo social tendem naturalmente a transgredir a realidade estabelecida e
perceber o outro dentro do seu contexto histórico.
c) O ser humano tende a supervalorizar a sua realidade em detrimento de outras culturas diferentes
d) A humanidade já apresentou em um passado distante vários conflitos de origem cultural, étnica,
fenômeno já superado no mundo atual.
e) A sociedade em todo a sua formação cultural consegue mesclar realidades étnicas distintas e a partir daí
adaptá-las respeitando as distinções.
Questão 2.
Somos europeus!!!!
Os ingleses não gostam de estrangeiros, de um modo geral, mas gostam menos ainda dos paquistaneses. Os
espanhóis têm horror aos ciganos, assim como os alemães, húngaros e búlgaros. Os poloneses detestam os
alemães e os ucranianos. Os ucranianos, por sua vez,
têm ojeriza aos georgianos e aos armênios. Os lituanos preferem ver os poloneses pelas costas. E os
franceses ficariam felizes se os imigrantes argelinos, tunisianos e marroquinos voltassem para o Norte da
África. De maneira resumida, seria esse o panorama atual na grande Europa,
conforme os resultados da pesquisa mais ampla feita até agora sobre a situação do racismo no continente. A
sondagem, envolvendo 13 mil pessoas em 12 países, foi feita pelo grupo norte-americano Times Mirror
Center e deixou assustadas as organizações de defesa e
proteção das minorias étnicas. Mais grave do que os violentos incidentes que começam a acontecer por
todos os lados seria — na opinião dessas organizações — a complacência dos políticos diante do fenômeno.
É cada vez maior o numero daqueles que, para não desagradar o eleitorado e garantir seus mandatos,
preferem ficar calados e fingir que o problema não existe.
Fonte: O Estado de S. Paulo, em reportagem de 20/9/2006.
a) Sobre o caso apresentado, você diria que há uma posição de intolerância e etnocentrismo por parte dos
países envolvidos?
Explique por quê.
b) No texto apresentado, há a referência a vários países europeus. Podemos dizer que, por fazerem parte do
mesmo continente, eles são grupos iguais? Justifique. Trabalhe esta questão, levando em consideração os
conceitos de alteridade, cultura, relativismo cultural.
Questão 3.
Será que o homem já nasce pronto?
Conheci, certa vez, um empresário paulista que se dizia socialista. Segundo ele, o socialismo era uma bela
idéia, porém impossível de ser concretizada. Dizia ele que “O homem tem uma natureza que não permite
que ele seja justo. Igualdade e fraternidade são apenas ideais.
O homem é ambicioso e compete com os outros para ver quem vai sobreviver. Por isso sempre haverá
guerras e maldades. Foi a natureza que nos fez assim. Está em nossos genes”. Éinteressante verificar que
muitas pessoas, e não apenas o empresário paulista, pensam que o homem já nasce feito. Esse, talvez, seja
um dos maiores empecilhos para que o próprio homem acredite que pode mudar a sociedade, já que
qualquer sociedade, necessariamente,
será injusta, com os homens lutando entre si para ocupar os melhores espaços. A história da humanidade
talvez possa nos indicar o caminho para entendermos quem somos e se é impossível mudarmos nosso modo
de ser. Vejamos o caso a seguir:
O menino selvagem de Aveyron
Em setembro de 1799, um menino, de cerca de 12 anos de idade, foi encontrado perto da floresta de
Aveyron, sul da França. Estava sozinho, sem roupa, andava de quatro e não falava uma palavra.
Aparentemente, fora abandonado pelos pais e cresceu sozinho na floresta. O menino, a quem lhe deram o
nome de Victor, foi levado para Paris, onde ficou aos cuidados do médico Jean-Marc-Gaspar Itard. Durante
5 anos, o Dr. Itard dedicou-se a ensinar Victor a falar, a ler, a se comportar como um ser humano, mas seus
esforços foram em vão. Pouco progresso foi conseguido durante esse tempo. Victor nunca falou e aprendeu
a ler somente uma palavra (leite). Não era mais o menino selvagem de quando fora encontrado, mas também
não se tornou humano.
O HOMEM É UM ANIMAL SOCIAL
Lendas e mitos relatam histórias de heróis que, mesmo crescendo no isolamento, tornam-se humanos -
Rômulo e Remo, Tarzan, Mogli -, apresentando comportamentos compatíveis com os demais seres
humanos. Entretanto, para se tornar humano, o homem tem de aprender com seus semelhantes uma série de
atitudes que jamais poderia desenvolver no isolamento. Já entre as outras espécies de animais, uma cria,
mesmo separada do seu grupo de origem, apresentará, com o tempo, as mesmas atitudes de seus
semelhantes, na medida em que estas decorrem, sobretudo, de sua bagagem genética e se desenvolvem de
forma espontânea.
O cineasta alemão Werner Herzog trata justamente desse tema em seu filme O enigma de Kaspar Hauser, de
1974. Baseado no livro do austríaco Jacob Wassermann, ele mostra como um homem criado longe de outros
seres de sua espécie é incapaz de se humanizar, não conseguindo desenvolver aptidões e reações que lhe
dêem identidade e possibilidade de interagir satisfatoriamente com seus semelhantes.
Portanto, para que um bebê humano se transforme em um homem propriamente dito, viver e se reproduzir
como tal, é necessário um longo aprendizado, em que as gerações mais velhas transmitem às mais novas
suas experiências e conhecimentos. Essa característica da humanidade dependeu, entretanto, da nossa
capacidade de criar símbolos que constituem as linguagens, por meio das quais somos capazes de nos
comunicar, transmitindo aos outros o legado de nossa experiência de vida, compartilhando os sentidos que a
ela atribuímos.
Dessa forma, o homem, transmite suas experiências e visões de mundo utilizando a comunicação,
estabelecendo-se uma íntima identidade entre linguagem, experiência e realidade, que é a base do imaginário
e do conhecimento humano.
Fonte: COSTA, Maria Cristina Castilho. Sociologia: introdução à ciência da sociedade. 3. ed. rev. e ampl.
São Paulo: Moderna, 2005.
a) Existe uma natureza humana no sentido de que o homem já nasce pronto? justifique.
b) Por que o comportamento humano é social e não natural ou biológico?
c) Muitas lendas e mitos relatam a história de heróis que, mesmo crescendo no isolamento, tornaram-se
humanos — Rômulo e Remo, Tarzan, Mogli — e apresentaram comportamentos compatíveis com o resto da
humanidade. Comparando estas personagens com o caso de Victor, seria possível ou não a eles apreenderem
sozinho os comportamentos humanos? Por quê?
Questão 4. O conceito antropológico de cultura define o termo como:
a) um elemento que aproxima os homens dos animais;
b) uma função orgânica do homem;
c) um elemento que garante a homogeneidade entre os povos;
d) um traço distintivo do homem, mas que não é homogêneo;
e) as capacidades e os hábitos esquecidos pelo homem;
Questão 5.
(UEL – 2007) “Enunciado de maneira menos formal, etnocentrismo é o hábito de cada grupo de tomar como
certa a superioridade de sua cultura”. “Todas as sociedades conhecidas são etnocêntricas”. “A maioria dos
grupos, senão todos, dentro de uma sociedade, também é etnocêntrica”. “Embora o etnocentrismo seja
parcialmente uma questão de hábito é também um produto de cultivo deliberado e inconsciente. A tal ponto
somos treinados para sermos etnocêntricos que dificilmente qualquer pessoa consegue deixar de sê-lo”.
Fonte: HORTON, P. B. & HUNT, C. L. Sociologia. Tradução de Auriphebo Berrance Simões. São Paulo:
McGraw-Hill do Brasil, 1982. p. 46-47.
Com base nessas informações e nos conhecimentos sobre o tema, considera-se etnocêntrica a seguinte
alternativa:
a) O crescimento do PIB argentino tem sido muito superior ao do brasileiro nos últimos quatro anos.
b) A raça ariana é superior.
c) A produtividade da mão-de-obra haitiana é inferior à da chilena.
d) Não gosto de música sertaneja.
e) Acredito em minha religião.
Questão 6–
Jornal do Brasil, 3 ago. 2005.
Sobre a questão da identidade cultural, podemos afirmar que o personagem da charge expressa:
( ) A pitada cultural significa forte atitude etnocêntrica do personagem.
( ) A pitada cultural significa fragilidade na sua identidade social.
( ) A pitada cultural está se referindo a afirmação da identidade cultural do personagem com menosprezo
pela outra identidade cultural.
( ) A pitada cultural está se referindo a afirmação da identidade cultural do personagem, no entanto sem
menosprezar a outra identidade cultural.
Questão 7–
“Folha - A senhora leu as declarações do presidente da Universidade Harvard, Lawrence Summers, que sugeriu que
diferenças biológicas inatas entre homens e mulheres poderiam
explicar a existência de um número menor de pesquisadoras nas ciências exatas?
Collin - Ele disse isso?
Folha - Disse.
Collin - É um comentário estúpido. Isso me lembra de um comentário de um jornalista que disse que o nível das
universidades francesas tinha caído por causa do número grande de mulheres que estavam estudando. Ele foi
processado e, no processo, várias mulheres levaram livros de sua autoria para a mesa do juiz. Elas encheram a mesa
com livros e ganharam o processo.
Folha - No entanto, testes oficiais aplicados em estudantes no Brasil e em outros países do mundo mostram que
meninos têm, em média, melhor desempenho em matemática, enquanto meninas têm notas melhores em português ou
em sua língua materna. Negar essas diferenças não prejudica o entendimento dessa questão?
Collin - Mesmo se essas estatísticas que você citou forem realmente corretas, elas têm que ser analisadas a partir do
contexto cultural. Se for realmente verdade, e não estou dizendo que é, isso não permite dizer que essas diferenças
ocorrem por razões naturais. Uma menina que recebeu menos incentivo da família do que um garoto poderá ter
desempenho pior, mesmo se estudar na mesma classe. Essas diferenças, caso existam, são muito sensíveis ao contexto
cultural.” (Jornal Folha de São Paulo, Segunda-feira, 2 de maio de 2005, “ENTREVISTA DA 2ª” com FRANÇOISE
COLLIN, por ANTÔNIO GOIS)
De acordo com a posição que Françoise Collin assume nesta entrevista, qual das afirmações abaixo é INCORRETA:
A) as diferentes aptidões de homens e mulheres não se devem a causas naturais.
B) homens e mulheres agem diferentemente, sobretudo por terem sempre recebido um aprendizado diferenciado.
C) a constituição genética feminina é o que determina o pior desempenho das mulheres em matemática.
D) uma menina que recebeu menos incentivo de seu grupo cultural para gostar de matemática tenderá a ter um
desempenho mais fraco do que o de um menino que tenha sido estimulado a gostar das ciências exatas.
E) é falso que as diferenças de comportamento existentes entre pessoas de sexo diferentes sejam determinadas
geneticamente.
Questão 8 – Qual o conceito da Antropologia mais adequado para explicar as citações abaixo?
“Problematizar as naturalizações da própria cultura e enxergar o outro em seu próprio contexto cultural, ou
seja, romper com a idéia de que existem verdades absolutas”
“As explicações encontradas pelos membros das diversas sociedades humanas, portanto, são lógicas e
encontram a sua coerência dentro do próprio sistema”. (LARAIA, 2001:89)
( ) Etnocentrismo ( ) Relativização
Qustão 9 – Analise a figura abaixo e faça um mini-texto explicando como o etnocentrismo está representado
nela
B) homens e mulheres agem diferentemente, sobretudo por terem sempre recebido um aprendizado diferenciado.
C) a constituição genética feminina é o que determina o pior desempenho das mulheres em matemática.
D) uma menina que recebeu menos incentivo de seu grupo cultural para gostar de matemática tenderá a ter um
desempenho mais fraco do que o de um menino que tenha sido estimulado a gostar das ciências exatas.
E) é falso que as diferenças de comportamento existentes entre pessoas de sexo diferentes sejam determinadas
geneticamente.
Questão 8 – Qual o conceito da Antropologia mais adequado para explicar as citações abaixo?
“Problematizar as naturalizações da própria cultura e enxergar o outro em seu próprio contexto cultural, ou
seja, romper com a idéia de que existem verdades absolutas”
“As explicações encontradas pelos membros das diversas sociedades humanas, portanto, são lógicas e
encontram a sua coerência dentro do próprio sistema”. (LARAIA, 2001:89)
( ) Etnocentrismo ( ) Relativização
Qustão 9 – Analise a figura abaixo e faça um mini-texto explicando como o etnocentrismo está representado
nela

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Avaliação diagnostica filosofia
Avaliação diagnostica filosofiaAvaliação diagnostica filosofia
Avaliação diagnostica filosofia
Atividades Diversas Cláudia
 
Aula 1 Participação política e cidadania - 3º Sociologia - Prof. Noe Assunção
Aula 1   Participação política e cidadania - 3º Sociologia - Prof. Noe AssunçãoAula 1   Participação política e cidadania - 3º Sociologia - Prof. Noe Assunção
Aula 1 Participação política e cidadania - 3º Sociologia - Prof. Noe Assunção
Prof. Noe Assunção
 
Filosofia 8 ano
Filosofia  8 anoFilosofia  8 ano
Filosofia 8 ano
Cecília Tura
 
Atividades de filosofia
Atividades de filosofiaAtividades de filosofia
Atividades de filosofia
Renata Vieira de Melo
 
Aula 2 Mercado de trabalho e desigualdades- 2º Sociologia - Prof. Noe Assunção
Aula 2   Mercado de trabalho e desigualdades- 2º Sociologia - Prof. Noe AssunçãoAula 2   Mercado de trabalho e desigualdades- 2º Sociologia - Prof. Noe Assunção
Aula 2 Mercado de trabalho e desigualdades- 2º Sociologia - Prof. Noe Assunção
Prof. Noe Assunção
 
ATIVIDADE - INDÚSTRIA CULTURAL - Prof. Noe Assunção
ATIVIDADE - INDÚSTRIA CULTURAL - Prof. Noe AssunçãoATIVIDADE - INDÚSTRIA CULTURAL - Prof. Noe Assunção
ATIVIDADE - INDÚSTRIA CULTURAL - Prof. Noe Assunção
Prof. Noe Assunção
 
Avaliação se sociologia 1º ano
Avaliação se sociologia 1º anoAvaliação se sociologia 1º ano
Avaliação se sociologia 1º ano
ananiasdoamaral
 
Aula 1 A nossa identidade brasileira- Sociologia - 1º ano EM - Prof. Noe Ass...
Aula 1  A nossa identidade brasileira- Sociologia - 1º ano EM - Prof. Noe Ass...Aula 1  A nossa identidade brasileira- Sociologia - 1º ano EM - Prof. Noe Ass...
Aula 1 A nossa identidade brasileira- Sociologia - 1º ano EM - Prof. Noe Ass...
Prof. Noe Assunção
 
AVALIAÇÃO DE SOCIOLOGIA - CULTURA- Questões discursivas - 1º ano Ensino Médio...
AVALIAÇÃO DE SOCIOLOGIA - CULTURA- Questões discursivas - 1º ano Ensino Médio...AVALIAÇÃO DE SOCIOLOGIA - CULTURA- Questões discursivas - 1º ano Ensino Médio...
AVALIAÇÃO DE SOCIOLOGIA - CULTURA- Questões discursivas - 1º ano Ensino Médio...
Prof. Noe Assunção
 
Política, poder e Estado
Política, poder e EstadoPolítica, poder e Estado
Política, poder e Estado
Mary Alvarenga
 
Banco de questões de sociologia
Banco de questões de sociologiaBanco de questões de sociologia
Banco de questões de sociologia
José Luiz Costa
 
Atividades interpretação interdisciplina sociedade sociologia, filosofia, h...
Atividades interpretação interdisciplina sociedade   sociologia, filosofia, h...Atividades interpretação interdisciplina sociedade   sociologia, filosofia, h...
Atividades interpretação interdisciplina sociedade sociologia, filosofia, h...
Atividades Diversas Cláudia
 
Atividades senso cumum topico 1 e 2 sociologia
Atividades senso cumum   topico 1 e 2 sociologiaAtividades senso cumum   topico 1 e 2 sociologia
Atividades senso cumum topico 1 e 2 sociologia
Atividades Diversas Cláudia
 
Atividade Sociologia
Atividade Sociologia Atividade Sociologia
Atividade Sociologia
Maira Conde
 
Atividades de sociologia
Atividades de sociologiaAtividades de sociologia
Atividades de sociologia
Atividades Diversas Cláudia
 
Questões de Sociologia - Ensino Médio - Discursiva - Objetiva
Questões de Sociologia - Ensino Médio - Discursiva - ObjetivaQuestões de Sociologia - Ensino Médio - Discursiva - Objetiva
Questões de Sociologia - Ensino Médio - Discursiva - Objetiva
Darlan Campos
 
Apostila de filosofia 3º ano
Apostila de filosofia 3º anoApostila de filosofia 3º ano
Apostila de filosofia 3º ano
Duzg
 
Questões de Filosofia - Ensino Médio - Discursiva - Objetiva
Questões de Filosofia - Ensino Médio - Discursiva - ObjetivaQuestões de Filosofia - Ensino Médio - Discursiva - Objetiva
Questões de Filosofia - Ensino Médio - Discursiva - Objetiva
Darlan Campos
 
AVALIAÇÃO FINAL O QUE É FILOSOFIA - Prof.Ms. Noe Assunção.docx
AVALIAÇÃO FINAL O QUE É FILOSOFIA - Prof.Ms. Noe Assunção.docxAVALIAÇÃO FINAL O QUE É FILOSOFIA - Prof.Ms. Noe Assunção.docx
AVALIAÇÃO FINAL O QUE É FILOSOFIA - Prof.Ms. Noe Assunção.docx
Prof. Noe Assunção
 
Aula 2 Sociedade civil e democracia - 3º Sociologia - Prof. Noe Assunção
Aula 2  Sociedade civil e democracia - 3º Sociologia - Prof. Noe AssunçãoAula 2  Sociedade civil e democracia - 3º Sociologia - Prof. Noe Assunção
Aula 2 Sociedade civil e democracia - 3º Sociologia - Prof. Noe Assunção
Prof. Noe Assunção
 

Mais procurados (20)

Avaliação diagnostica filosofia
Avaliação diagnostica filosofiaAvaliação diagnostica filosofia
Avaliação diagnostica filosofia
 
Aula 1 Participação política e cidadania - 3º Sociologia - Prof. Noe Assunção
Aula 1   Participação política e cidadania - 3º Sociologia - Prof. Noe AssunçãoAula 1   Participação política e cidadania - 3º Sociologia - Prof. Noe Assunção
Aula 1 Participação política e cidadania - 3º Sociologia - Prof. Noe Assunção
 
Filosofia 8 ano
Filosofia  8 anoFilosofia  8 ano
Filosofia 8 ano
 
Atividades de filosofia
Atividades de filosofiaAtividades de filosofia
Atividades de filosofia
 
Aula 2 Mercado de trabalho e desigualdades- 2º Sociologia - Prof. Noe Assunção
Aula 2   Mercado de trabalho e desigualdades- 2º Sociologia - Prof. Noe AssunçãoAula 2   Mercado de trabalho e desigualdades- 2º Sociologia - Prof. Noe Assunção
Aula 2 Mercado de trabalho e desigualdades- 2º Sociologia - Prof. Noe Assunção
 
ATIVIDADE - INDÚSTRIA CULTURAL - Prof. Noe Assunção
ATIVIDADE - INDÚSTRIA CULTURAL - Prof. Noe AssunçãoATIVIDADE - INDÚSTRIA CULTURAL - Prof. Noe Assunção
ATIVIDADE - INDÚSTRIA CULTURAL - Prof. Noe Assunção
 
Avaliação se sociologia 1º ano
Avaliação se sociologia 1º anoAvaliação se sociologia 1º ano
Avaliação se sociologia 1º ano
 
Aula 1 A nossa identidade brasileira- Sociologia - 1º ano EM - Prof. Noe Ass...
Aula 1  A nossa identidade brasileira- Sociologia - 1º ano EM - Prof. Noe Ass...Aula 1  A nossa identidade brasileira- Sociologia - 1º ano EM - Prof. Noe Ass...
Aula 1 A nossa identidade brasileira- Sociologia - 1º ano EM - Prof. Noe Ass...
 
AVALIAÇÃO DE SOCIOLOGIA - CULTURA- Questões discursivas - 1º ano Ensino Médio...
AVALIAÇÃO DE SOCIOLOGIA - CULTURA- Questões discursivas - 1º ano Ensino Médio...AVALIAÇÃO DE SOCIOLOGIA - CULTURA- Questões discursivas - 1º ano Ensino Médio...
AVALIAÇÃO DE SOCIOLOGIA - CULTURA- Questões discursivas - 1º ano Ensino Médio...
 
Política, poder e Estado
Política, poder e EstadoPolítica, poder e Estado
Política, poder e Estado
 
Banco de questões de sociologia
Banco de questões de sociologiaBanco de questões de sociologia
Banco de questões de sociologia
 
Atividades interpretação interdisciplina sociedade sociologia, filosofia, h...
Atividades interpretação interdisciplina sociedade   sociologia, filosofia, h...Atividades interpretação interdisciplina sociedade   sociologia, filosofia, h...
Atividades interpretação interdisciplina sociedade sociologia, filosofia, h...
 
Atividades senso cumum topico 1 e 2 sociologia
Atividades senso cumum   topico 1 e 2 sociologiaAtividades senso cumum   topico 1 e 2 sociologia
Atividades senso cumum topico 1 e 2 sociologia
 
Atividade Sociologia
Atividade Sociologia Atividade Sociologia
Atividade Sociologia
 
Atividades de sociologia
Atividades de sociologiaAtividades de sociologia
Atividades de sociologia
 
Questões de Sociologia - Ensino Médio - Discursiva - Objetiva
Questões de Sociologia - Ensino Médio - Discursiva - ObjetivaQuestões de Sociologia - Ensino Médio - Discursiva - Objetiva
Questões de Sociologia - Ensino Médio - Discursiva - Objetiva
 
Apostila de filosofia 3º ano
Apostila de filosofia 3º anoApostila de filosofia 3º ano
Apostila de filosofia 3º ano
 
Questões de Filosofia - Ensino Médio - Discursiva - Objetiva
Questões de Filosofia - Ensino Médio - Discursiva - ObjetivaQuestões de Filosofia - Ensino Médio - Discursiva - Objetiva
Questões de Filosofia - Ensino Médio - Discursiva - Objetiva
 
AVALIAÇÃO FINAL O QUE É FILOSOFIA - Prof.Ms. Noe Assunção.docx
AVALIAÇÃO FINAL O QUE É FILOSOFIA - Prof.Ms. Noe Assunção.docxAVALIAÇÃO FINAL O QUE É FILOSOFIA - Prof.Ms. Noe Assunção.docx
AVALIAÇÃO FINAL O QUE É FILOSOFIA - Prof.Ms. Noe Assunção.docx
 
Aula 2 Sociedade civil e democracia - 3º Sociologia - Prof. Noe Assunção
Aula 2  Sociedade civil e democracia - 3º Sociologia - Prof. Noe AssunçãoAula 2  Sociedade civil e democracia - 3º Sociologia - Prof. Noe Assunção
Aula 2 Sociedade civil e democracia - 3º Sociologia - Prof. Noe Assunção
 

Semelhante a Exercícios de Etnocentrismo - Antropologia

Um Índio Didático. Notas para o estudo de representações - Everardo Pereira G...
Um Índio Didático. Notas para o estudo de representações - Everardo Pereira G...Um Índio Didático. Notas para o estudo de representações - Everardo Pereira G...
Um Índio Didático. Notas para o estudo de representações - Everardo Pereira G...
Junior Ferreira
 
O Ser Humano e sua Dimensão Cultural (1).pdf
O Ser Humano e sua Dimensão Cultural (1).pdfO Ser Humano e sua Dimensão Cultural (1).pdf
O Ser Humano e sua Dimensão Cultural (1).pdf
Luziane Santos
 
CULTURA.ppt
CULTURA.pptCULTURA.ppt
CULTURA.ppt
JosWilliam14
 
1 serie filosofia
1 serie filosofia1 serie filosofia
1 serie filosofia
Reginaldo Pereira do Carmo
 
85827999-Homem-e-Sociedade-Unidade-I-Slides.pdf
85827999-Homem-e-Sociedade-Unidade-I-Slides.pdf85827999-Homem-e-Sociedade-Unidade-I-Slides.pdf
85827999-Homem-e-Sociedade-Unidade-I-Slides.pdf
FabioAbagabir1
 
Darwinismo social e Uso do Termo Raça para a sociedade humana
Darwinismo social e Uso do Termo Raça para a sociedade humanaDarwinismo social e Uso do Termo Raça para a sociedade humana
Darwinismo social e Uso do Termo Raça para a sociedade humana
Jean Aderaldo
 
Cultura
CulturaCultura
O que é cultura
O que é culturaO que é cultura
O que é cultura
Thiago OLiveira da Silva
 
cultura e alteridadade (itinerário).pptx
cultura e alteridadade (itinerário).pptxcultura e alteridadade (itinerário).pptx
cultura e alteridadade (itinerário).pptx
Antonio Gilberto De Aquino e Silva
 
Cultura um conceito antropológico
Cultura  um conceito antropológicoCultura  um conceito antropológico
Cultura um conceito antropológico
Andreia Regina Moura Mendes
 
Aula 19 - Identidade Cultural - padronização e diversidade
Aula 19 - Identidade Cultural - padronização e diversidadeAula 19 - Identidade Cultural - padronização e diversidade
Aula 19 - Identidade Cultural - padronização e diversidade
Claudio Henrique Ramos Sales
 
Aula 19 - Identidade Cultural - Padronização e diversidade
Aula 19 - Identidade Cultural - Padronização e diversidadeAula 19 - Identidade Cultural - Padronização e diversidade
Aula 19 - Identidade Cultural - Padronização e diversidade
Claudio Henrique Ramos Sales
 
Cap 8 antropologia social
Cap 8 antropologia socialCap 8 antropologia social
Cap 8 antropologia social
Joao Balbi
 
Cap 8 antropologia social
Cap 8 antropologia socialCap 8 antropologia social
Cap 8 antropologia social
Joao Balbi
 
Seminário novas configurações familiares
Seminário novas configurações familiaresSeminário novas configurações familiares
Seminário novas configurações familiares
Fabiano Macedo
 
Etnocentrismo, racismo e preconceito.
Etnocentrismo, racismo e preconceito.Etnocentrismo, racismo e preconceito.
Etnocentrismo, racismo e preconceito.
Fábio Fernandes
 
Etnocentrismo e outros conceitos.ppt
Etnocentrismo e outros conceitos.pptEtnocentrismo e outros conceitos.ppt
Etnocentrismo e outros conceitos.ppt
Rafael867106
 
Questões de antropologia_01
Questões de antropologia_01Questões de antropologia_01
Questões de antropologia_01
roberto mosca junior
 
Natureza e cultura
Natureza e culturaNatureza e cultura
Natureza e cultura
francisco claudemir barbosa
 
filosofia.pptx
filosofia.pptxfilosofia.pptx
filosofia.pptx
IsabellaRochaAraujo
 

Semelhante a Exercícios de Etnocentrismo - Antropologia (20)

Um Índio Didático. Notas para o estudo de representações - Everardo Pereira G...
Um Índio Didático. Notas para o estudo de representações - Everardo Pereira G...Um Índio Didático. Notas para o estudo de representações - Everardo Pereira G...
Um Índio Didático. Notas para o estudo de representações - Everardo Pereira G...
 
O Ser Humano e sua Dimensão Cultural (1).pdf
O Ser Humano e sua Dimensão Cultural (1).pdfO Ser Humano e sua Dimensão Cultural (1).pdf
O Ser Humano e sua Dimensão Cultural (1).pdf
 
CULTURA.ppt
CULTURA.pptCULTURA.ppt
CULTURA.ppt
 
1 serie filosofia
1 serie filosofia1 serie filosofia
1 serie filosofia
 
85827999-Homem-e-Sociedade-Unidade-I-Slides.pdf
85827999-Homem-e-Sociedade-Unidade-I-Slides.pdf85827999-Homem-e-Sociedade-Unidade-I-Slides.pdf
85827999-Homem-e-Sociedade-Unidade-I-Slides.pdf
 
Darwinismo social e Uso do Termo Raça para a sociedade humana
Darwinismo social e Uso do Termo Raça para a sociedade humanaDarwinismo social e Uso do Termo Raça para a sociedade humana
Darwinismo social e Uso do Termo Raça para a sociedade humana
 
Cultura
CulturaCultura
Cultura
 
O que é cultura
O que é culturaO que é cultura
O que é cultura
 
cultura e alteridadade (itinerário).pptx
cultura e alteridadade (itinerário).pptxcultura e alteridadade (itinerário).pptx
cultura e alteridadade (itinerário).pptx
 
Cultura um conceito antropológico
Cultura  um conceito antropológicoCultura  um conceito antropológico
Cultura um conceito antropológico
 
Aula 19 - Identidade Cultural - padronização e diversidade
Aula 19 - Identidade Cultural - padronização e diversidadeAula 19 - Identidade Cultural - padronização e diversidade
Aula 19 - Identidade Cultural - padronização e diversidade
 
Aula 19 - Identidade Cultural - Padronização e diversidade
Aula 19 - Identidade Cultural - Padronização e diversidadeAula 19 - Identidade Cultural - Padronização e diversidade
Aula 19 - Identidade Cultural - Padronização e diversidade
 
Cap 8 antropologia social
Cap 8 antropologia socialCap 8 antropologia social
Cap 8 antropologia social
 
Cap 8 antropologia social
Cap 8 antropologia socialCap 8 antropologia social
Cap 8 antropologia social
 
Seminário novas configurações familiares
Seminário novas configurações familiaresSeminário novas configurações familiares
Seminário novas configurações familiares
 
Etnocentrismo, racismo e preconceito.
Etnocentrismo, racismo e preconceito.Etnocentrismo, racismo e preconceito.
Etnocentrismo, racismo e preconceito.
 
Etnocentrismo e outros conceitos.ppt
Etnocentrismo e outros conceitos.pptEtnocentrismo e outros conceitos.ppt
Etnocentrismo e outros conceitos.ppt
 
Questões de antropologia_01
Questões de antropologia_01Questões de antropologia_01
Questões de antropologia_01
 
Natureza e cultura
Natureza e culturaNatureza e cultura
Natureza e cultura
 
filosofia.pptx
filosofia.pptxfilosofia.pptx
filosofia.pptx
 

Último

Podcast: como preparar e produzir um programa radiofônico e distribuir na int...
Podcast: como preparar e produzir um programa radiofônico e distribuir na int...Podcast: como preparar e produzir um programa radiofônico e distribuir na int...
Podcast: como preparar e produzir um programa radiofônico e distribuir na int...
Militao Ricardo
 
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptxSlides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
formação - 2º ano São José da Tapera ...
formação - 2º ano São José da Tapera ...formação - 2º ano São José da Tapera ...
formação - 2º ano São José da Tapera ...
JakiraCosta
 
UFCD_10789_Metodologias de desenvolvimento de software_índice.pdf
UFCD_10789_Metodologias de desenvolvimento de software_índice.pdfUFCD_10789_Metodologias de desenvolvimento de software_índice.pdf
UFCD_10789_Metodologias de desenvolvimento de software_índice.pdf
Manuais Formação
 
Atividade Bio evolução e especiação .docx
Atividade Bio evolução e especiação .docxAtividade Bio evolução e especiação .docx
Atividade Bio evolução e especiação .docx
MARCELARUBIAGAVA
 
Pedagogia universitária em ciência e tecnologia
Pedagogia universitária em ciência e tecnologiaPedagogia universitária em ciência e tecnologia
Pedagogia universitária em ciência e tecnologia
Nertan Dias
 
CLASSIFICAÇÃO DAS ORAÇÕES SUBORDINADAS SUBSTANTIVAS 9º ANO.pptx
CLASSIFICAÇÃO DAS ORAÇÕES SUBORDINADAS SUBSTANTIVAS 9º ANO.pptxCLASSIFICAÇÃO DAS ORAÇÕES SUBORDINADAS SUBSTANTIVAS 9º ANO.pptx
CLASSIFICAÇÃO DAS ORAÇÕES SUBORDINADAS SUBSTANTIVAS 9º ANO.pptx
Deiciane Chaves
 
A Formação da Moral Cristã na Infância - CESB - DIJ - DIEF - G. de PAIS - 16....
A Formação da Moral Cristã na Infância - CESB - DIJ - DIEF - G. de PAIS - 16....A Formação da Moral Cristã na Infância - CESB - DIJ - DIEF - G. de PAIS - 16....
A Formação da Moral Cristã na Infância - CESB - DIJ - DIEF - G. de PAIS - 16....
MarcoAurlioResende
 
ATIVIDADES de alfabetização do mês de junho
ATIVIDADES de alfabetização do mês de junhoATIVIDADES de alfabetização do mês de junho
ATIVIDADES de alfabetização do mês de junho
Crisnaiara
 
Vivendo a Arquitetura Salesforce - 02.pptx
Vivendo a Arquitetura Salesforce - 02.pptxVivendo a Arquitetura Salesforce - 02.pptx
Vivendo a Arquitetura Salesforce - 02.pptx
Mauricio Alexandre Silva
 
Aula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdf
Aula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdfAula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdf
Aula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdf
AntonioAngeloNeves
 
SLIDE LIÇÃO 10 - DESENVOLVENDO UMA CONSCIÊNCIA DE SANTIDADE - TEXTO ÁUREO...
SLIDE LIÇÃO 10 - DESENVOLVENDO UMA CONSCIÊNCIA DE SANTIDADE - TEXTO ÁUREO...SLIDE LIÇÃO 10 - DESENVOLVENDO UMA CONSCIÊNCIA DE SANTIDADE - TEXTO ÁUREO...
SLIDE LIÇÃO 10 - DESENVOLVENDO UMA CONSCIÊNCIA DE SANTIDADE - TEXTO ÁUREO...
y6zh7bvphf
 
Como montar o mapa conceitual editado.pdf
Como montar o mapa conceitual editado.pdfComo montar o mapa conceitual editado.pdf
Como montar o mapa conceitual editado.pdf
AlineOliveira625820
 
AVALIAÇÃO PRESENCIAL 8º período pedagogia
AVALIAÇÃO PRESENCIAL 8º período  pedagogiaAVALIAÇÃO PRESENCIAL 8º período  pedagogia
AVALIAÇÃO PRESENCIAL 8º período pedagogia
KarollayneRodriguesV1
 
Caça-palavaras e cruzadinha - Dígrafos.
Caça-palavaras  e cruzadinha  - Dígrafos.Caça-palavaras  e cruzadinha  - Dígrafos.
Caça-palavaras e cruzadinha - Dígrafos.
Mary Alvarenga
 
planejamento maternal 2 atualizado.pdf e
planejamento maternal 2 atualizado.pdf eplanejamento maternal 2 atualizado.pdf e
planejamento maternal 2 atualizado.pdf e
HelenStefany
 
Infografia | Resultados das Eleições Europeias 2024-2029
Infografia | Resultados das Eleições Europeias 2024-2029Infografia | Resultados das Eleições Europeias 2024-2029
Infografia | Resultados das Eleições Europeias 2024-2029
Centro Jacques Delors
 
Loteria - Adição, subtração, multiplicação e divisão.
Loteria - Adição,  subtração,  multiplicação e divisão.Loteria - Adição,  subtração,  multiplicação e divisão.
Loteria - Adição, subtração, multiplicação e divisão.
Mary Alvarenga
 
Slides Lição 12, Central Gospel, O Milênio, 1Tr24, Pr Henrique.pptx
Slides Lição 12, Central Gospel, O Milênio, 1Tr24, Pr Henrique.pptxSlides Lição 12, Central Gospel, O Milênio, 1Tr24, Pr Henrique.pptx
Slides Lição 12, Central Gospel, O Milênio, 1Tr24, Pr Henrique.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
Primeira fase do modernismo Mapa Mental.pdf
Primeira fase do modernismo Mapa Mental.pdfPrimeira fase do modernismo Mapa Mental.pdf
Primeira fase do modernismo Mapa Mental.pdf
Maurício Bratz
 

Último (20)

Podcast: como preparar e produzir um programa radiofônico e distribuir na int...
Podcast: como preparar e produzir um programa radiofônico e distribuir na int...Podcast: como preparar e produzir um programa radiofônico e distribuir na int...
Podcast: como preparar e produzir um programa radiofônico e distribuir na int...
 
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptxSlides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
 
formação - 2º ano São José da Tapera ...
formação - 2º ano São José da Tapera ...formação - 2º ano São José da Tapera ...
formação - 2º ano São José da Tapera ...
 
UFCD_10789_Metodologias de desenvolvimento de software_índice.pdf
UFCD_10789_Metodologias de desenvolvimento de software_índice.pdfUFCD_10789_Metodologias de desenvolvimento de software_índice.pdf
UFCD_10789_Metodologias de desenvolvimento de software_índice.pdf
 
Atividade Bio evolução e especiação .docx
Atividade Bio evolução e especiação .docxAtividade Bio evolução e especiação .docx
Atividade Bio evolução e especiação .docx
 
Pedagogia universitária em ciência e tecnologia
Pedagogia universitária em ciência e tecnologiaPedagogia universitária em ciência e tecnologia
Pedagogia universitária em ciência e tecnologia
 
CLASSIFICAÇÃO DAS ORAÇÕES SUBORDINADAS SUBSTANTIVAS 9º ANO.pptx
CLASSIFICAÇÃO DAS ORAÇÕES SUBORDINADAS SUBSTANTIVAS 9º ANO.pptxCLASSIFICAÇÃO DAS ORAÇÕES SUBORDINADAS SUBSTANTIVAS 9º ANO.pptx
CLASSIFICAÇÃO DAS ORAÇÕES SUBORDINADAS SUBSTANTIVAS 9º ANO.pptx
 
A Formação da Moral Cristã na Infância - CESB - DIJ - DIEF - G. de PAIS - 16....
A Formação da Moral Cristã na Infância - CESB - DIJ - DIEF - G. de PAIS - 16....A Formação da Moral Cristã na Infância - CESB - DIJ - DIEF - G. de PAIS - 16....
A Formação da Moral Cristã na Infância - CESB - DIJ - DIEF - G. de PAIS - 16....
 
ATIVIDADES de alfabetização do mês de junho
ATIVIDADES de alfabetização do mês de junhoATIVIDADES de alfabetização do mês de junho
ATIVIDADES de alfabetização do mês de junho
 
Vivendo a Arquitetura Salesforce - 02.pptx
Vivendo a Arquitetura Salesforce - 02.pptxVivendo a Arquitetura Salesforce - 02.pptx
Vivendo a Arquitetura Salesforce - 02.pptx
 
Aula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdf
Aula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdfAula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdf
Aula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdf
 
SLIDE LIÇÃO 10 - DESENVOLVENDO UMA CONSCIÊNCIA DE SANTIDADE - TEXTO ÁUREO...
SLIDE LIÇÃO 10 - DESENVOLVENDO UMA CONSCIÊNCIA DE SANTIDADE - TEXTO ÁUREO...SLIDE LIÇÃO 10 - DESENVOLVENDO UMA CONSCIÊNCIA DE SANTIDADE - TEXTO ÁUREO...
SLIDE LIÇÃO 10 - DESENVOLVENDO UMA CONSCIÊNCIA DE SANTIDADE - TEXTO ÁUREO...
 
Como montar o mapa conceitual editado.pdf
Como montar o mapa conceitual editado.pdfComo montar o mapa conceitual editado.pdf
Como montar o mapa conceitual editado.pdf
 
AVALIAÇÃO PRESENCIAL 8º período pedagogia
AVALIAÇÃO PRESENCIAL 8º período  pedagogiaAVALIAÇÃO PRESENCIAL 8º período  pedagogia
AVALIAÇÃO PRESENCIAL 8º período pedagogia
 
Caça-palavaras e cruzadinha - Dígrafos.
Caça-palavaras  e cruzadinha  - Dígrafos.Caça-palavaras  e cruzadinha  - Dígrafos.
Caça-palavaras e cruzadinha - Dígrafos.
 
planejamento maternal 2 atualizado.pdf e
planejamento maternal 2 atualizado.pdf eplanejamento maternal 2 atualizado.pdf e
planejamento maternal 2 atualizado.pdf e
 
Infografia | Resultados das Eleições Europeias 2024-2029
Infografia | Resultados das Eleições Europeias 2024-2029Infografia | Resultados das Eleições Europeias 2024-2029
Infografia | Resultados das Eleições Europeias 2024-2029
 
Loteria - Adição, subtração, multiplicação e divisão.
Loteria - Adição,  subtração,  multiplicação e divisão.Loteria - Adição,  subtração,  multiplicação e divisão.
Loteria - Adição, subtração, multiplicação e divisão.
 
Slides Lição 12, Central Gospel, O Milênio, 1Tr24, Pr Henrique.pptx
Slides Lição 12, Central Gospel, O Milênio, 1Tr24, Pr Henrique.pptxSlides Lição 12, Central Gospel, O Milênio, 1Tr24, Pr Henrique.pptx
Slides Lição 12, Central Gospel, O Milênio, 1Tr24, Pr Henrique.pptx
 
Primeira fase do modernismo Mapa Mental.pdf
Primeira fase do modernismo Mapa Mental.pdfPrimeira fase do modernismo Mapa Mental.pdf
Primeira fase do modernismo Mapa Mental.pdf
 

Exercícios de Etnocentrismo - Antropologia

  • 1. A QUESTÃO DA DIVERSIDADE E DO DIREITO A DIFERENÇA Questão 1. I. O ETNOCENTRISMO: Dá-se o nome de etnocentrismo a atitudes de grupos humanos de supervalorizar seus próprios valores, sua própria cultura. O fenômeno do etnocentrismo manifesta-se de várias formas. Podemo-lo sentir quando as pessoas ridicularizam costumes e hábitos de povos diferentes. O brasileiro comum censura, por certo, a consagração da vaca na Índia e estranhará a indumentária escocesa masculino, parecida com um saiote. Nota-se portanto que o etnocentrismo denota um certo orgulho pela superioridade e credibilidade da própria cultura. é verdade que as pessoas não percebem que seus juízos ou julgamentos são preconceituosos em função da unilateralidade de sua atitude. II. O RELATIVISMO: Nesta analise devemos superar o discurso etnocêntrico, percebendo que o ser humano apresenta diferenças étnicas e culturais e aprendendo a conviver com essas diferenças dentro dos critérios da normalidade.Conviver com as diferenças é aceitar o outro como o outro é em sua essência, é não mensurar ou hierarquizar as realidades culturais e sim percebê-las como sendo fruto de uma dada realidade histórica instituída, e portanto, independentes e autônomas. As diferenças culturais compõem o painel humano em escala global, somos diferentes em nossas verdades, em nossos meios técnicos, em nossa religiosidade, em nossas instituições e principalmente em nosso cotidiano. E precisamos identificar a diferença cultural como algo salutar e não como diferenças que expressam a superioridade de alguns em detrimento de outros. Senão, o que seria do mundo se fossemos todos iguais? Na luta acadêmica contra o discurso etnocêntrico, foi cunhado o conceito de relativização, ou seja, o ser humano deve relativizar as diferença culturais e identificá-la enquanto dentro de uma realidade específica, própria. Aceitando portanto as culturas como sendo diferentes, o máximo complexas e simplificadas, mas nunca melhor ou pior, desenvolvida ou atrasada.. 01. (J.Rendeiro) O ser humano carrega as diferenças culturais como marcas de sua realidade, e acabam com isso, cirando um mensuração de suas verdades em relação à realidade daqueles povos que são diferentes. Sobre o assunto assinale a alternativa que corresponde ao etnocentrismo: a) O ser humano naturalmente aceita as diferenças culturais, convivendo em harmonia com seu semelhante. b) Os indivíduos dentro do corpo social tendem naturalmente a transgredir a realidade estabelecida e perceber o outro dentro do seu contexto histórico. c) O ser humano tende a supervalorizar a sua realidade em detrimento de outras culturas diferentes d) A humanidade já apresentou em um passado distante vários conflitos de origem cultural, étnica, fenômeno já superado no mundo atual. e) A sociedade em todo a sua formação cultural consegue mesclar realidades étnicas distintas e a partir daí adaptá-las respeitando as distinções. Questão 2. Somos europeus!!!! Os ingleses não gostam de estrangeiros, de um modo geral, mas gostam menos ainda dos paquistaneses. Os espanhóis têm horror aos ciganos, assim como os alemães, húngaros e búlgaros. Os poloneses detestam os alemães e os ucranianos. Os ucranianos, por sua vez, têm ojeriza aos georgianos e aos armênios. Os lituanos preferem ver os poloneses pelas costas. E os franceses ficariam felizes se os imigrantes argelinos, tunisianos e marroquinos voltassem para o Norte da África. De maneira resumida, seria esse o panorama atual na grande Europa,
  • 2. conforme os resultados da pesquisa mais ampla feita até agora sobre a situação do racismo no continente. A sondagem, envolvendo 13 mil pessoas em 12 países, foi feita pelo grupo norte-americano Times Mirror Center e deixou assustadas as organizações de defesa e proteção das minorias étnicas. Mais grave do que os violentos incidentes que começam a acontecer por todos os lados seria — na opinião dessas organizações — a complacência dos políticos diante do fenômeno. É cada vez maior o numero daqueles que, para não desagradar o eleitorado e garantir seus mandatos, preferem ficar calados e fingir que o problema não existe. Fonte: O Estado de S. Paulo, em reportagem de 20/9/2006. a) Sobre o caso apresentado, você diria que há uma posição de intolerância e etnocentrismo por parte dos países envolvidos? Explique por quê. b) No texto apresentado, há a referência a vários países europeus. Podemos dizer que, por fazerem parte do mesmo continente, eles são grupos iguais? Justifique. Trabalhe esta questão, levando em consideração os conceitos de alteridade, cultura, relativismo cultural. Questão 3. Será que o homem já nasce pronto? Conheci, certa vez, um empresário paulista que se dizia socialista. Segundo ele, o socialismo era uma bela idéia, porém impossível de ser concretizada. Dizia ele que “O homem tem uma natureza que não permite que ele seja justo. Igualdade e fraternidade são apenas ideais. O homem é ambicioso e compete com os outros para ver quem vai sobreviver. Por isso sempre haverá guerras e maldades. Foi a natureza que nos fez assim. Está em nossos genes”. Éinteressante verificar que muitas pessoas, e não apenas o empresário paulista, pensam que o homem já nasce feito. Esse, talvez, seja um dos maiores empecilhos para que o próprio homem acredite que pode mudar a sociedade, já que qualquer sociedade, necessariamente, será injusta, com os homens lutando entre si para ocupar os melhores espaços. A história da humanidade talvez possa nos indicar o caminho para entendermos quem somos e se é impossível mudarmos nosso modo de ser. Vejamos o caso a seguir: O menino selvagem de Aveyron Em setembro de 1799, um menino, de cerca de 12 anos de idade, foi encontrado perto da floresta de Aveyron, sul da França. Estava sozinho, sem roupa, andava de quatro e não falava uma palavra. Aparentemente, fora abandonado pelos pais e cresceu sozinho na floresta. O menino, a quem lhe deram o nome de Victor, foi levado para Paris, onde ficou aos cuidados do médico Jean-Marc-Gaspar Itard. Durante 5 anos, o Dr. Itard dedicou-se a ensinar Victor a falar, a ler, a se comportar como um ser humano, mas seus esforços foram em vão. Pouco progresso foi conseguido durante esse tempo. Victor nunca falou e aprendeu a ler somente uma palavra (leite). Não era mais o menino selvagem de quando fora encontrado, mas também não se tornou humano. O HOMEM É UM ANIMAL SOCIAL Lendas e mitos relatam histórias de heróis que, mesmo crescendo no isolamento, tornam-se humanos - Rômulo e Remo, Tarzan, Mogli -, apresentando comportamentos compatíveis com os demais seres humanos. Entretanto, para se tornar humano, o homem tem de aprender com seus semelhantes uma série de atitudes que jamais poderia desenvolver no isolamento. Já entre as outras espécies de animais, uma cria, mesmo separada do seu grupo de origem, apresentará, com o tempo, as mesmas atitudes de seus semelhantes, na medida em que estas decorrem, sobretudo, de sua bagagem genética e se desenvolvem de forma espontânea.
  • 3. O cineasta alemão Werner Herzog trata justamente desse tema em seu filme O enigma de Kaspar Hauser, de 1974. Baseado no livro do austríaco Jacob Wassermann, ele mostra como um homem criado longe de outros seres de sua espécie é incapaz de se humanizar, não conseguindo desenvolver aptidões e reações que lhe dêem identidade e possibilidade de interagir satisfatoriamente com seus semelhantes. Portanto, para que um bebê humano se transforme em um homem propriamente dito, viver e se reproduzir como tal, é necessário um longo aprendizado, em que as gerações mais velhas transmitem às mais novas suas experiências e conhecimentos. Essa característica da humanidade dependeu, entretanto, da nossa capacidade de criar símbolos que constituem as linguagens, por meio das quais somos capazes de nos comunicar, transmitindo aos outros o legado de nossa experiência de vida, compartilhando os sentidos que a ela atribuímos. Dessa forma, o homem, transmite suas experiências e visões de mundo utilizando a comunicação, estabelecendo-se uma íntima identidade entre linguagem, experiência e realidade, que é a base do imaginário e do conhecimento humano. Fonte: COSTA, Maria Cristina Castilho. Sociologia: introdução à ciência da sociedade. 3. ed. rev. e ampl. São Paulo: Moderna, 2005. a) Existe uma natureza humana no sentido de que o homem já nasce pronto? justifique. b) Por que o comportamento humano é social e não natural ou biológico? c) Muitas lendas e mitos relatam a história de heróis que, mesmo crescendo no isolamento, tornaram-se humanos — Rômulo e Remo, Tarzan, Mogli — e apresentaram comportamentos compatíveis com o resto da humanidade. Comparando estas personagens com o caso de Victor, seria possível ou não a eles apreenderem sozinho os comportamentos humanos? Por quê? Questão 4. O conceito antropológico de cultura define o termo como: a) um elemento que aproxima os homens dos animais; b) uma função orgânica do homem; c) um elemento que garante a homogeneidade entre os povos; d) um traço distintivo do homem, mas que não é homogêneo; e) as capacidades e os hábitos esquecidos pelo homem; Questão 5. (UEL – 2007) “Enunciado de maneira menos formal, etnocentrismo é o hábito de cada grupo de tomar como certa a superioridade de sua cultura”. “Todas as sociedades conhecidas são etnocêntricas”. “A maioria dos grupos, senão todos, dentro de uma sociedade, também é etnocêntrica”. “Embora o etnocentrismo seja parcialmente uma questão de hábito é também um produto de cultivo deliberado e inconsciente. A tal ponto somos treinados para sermos etnocêntricos que dificilmente qualquer pessoa consegue deixar de sê-lo”. Fonte: HORTON, P. B. & HUNT, C. L. Sociologia. Tradução de Auriphebo Berrance Simões. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil, 1982. p. 46-47. Com base nessas informações e nos conhecimentos sobre o tema, considera-se etnocêntrica a seguinte alternativa: a) O crescimento do PIB argentino tem sido muito superior ao do brasileiro nos últimos quatro anos. b) A raça ariana é superior. c) A produtividade da mão-de-obra haitiana é inferior à da chilena. d) Não gosto de música sertaneja.
  • 4. e) Acredito em minha religião. Questão 6– Jornal do Brasil, 3 ago. 2005. Sobre a questão da identidade cultural, podemos afirmar que o personagem da charge expressa: ( ) A pitada cultural significa forte atitude etnocêntrica do personagem. ( ) A pitada cultural significa fragilidade na sua identidade social. ( ) A pitada cultural está se referindo a afirmação da identidade cultural do personagem com menosprezo pela outra identidade cultural. ( ) A pitada cultural está se referindo a afirmação da identidade cultural do personagem, no entanto sem menosprezar a outra identidade cultural. Questão 7– “Folha - A senhora leu as declarações do presidente da Universidade Harvard, Lawrence Summers, que sugeriu que diferenças biológicas inatas entre homens e mulheres poderiam explicar a existência de um número menor de pesquisadoras nas ciências exatas? Collin - Ele disse isso? Folha - Disse. Collin - É um comentário estúpido. Isso me lembra de um comentário de um jornalista que disse que o nível das universidades francesas tinha caído por causa do número grande de mulheres que estavam estudando. Ele foi processado e, no processo, várias mulheres levaram livros de sua autoria para a mesa do juiz. Elas encheram a mesa com livros e ganharam o processo. Folha - No entanto, testes oficiais aplicados em estudantes no Brasil e em outros países do mundo mostram que meninos têm, em média, melhor desempenho em matemática, enquanto meninas têm notas melhores em português ou em sua língua materna. Negar essas diferenças não prejudica o entendimento dessa questão? Collin - Mesmo se essas estatísticas que você citou forem realmente corretas, elas têm que ser analisadas a partir do contexto cultural. Se for realmente verdade, e não estou dizendo que é, isso não permite dizer que essas diferenças ocorrem por razões naturais. Uma menina que recebeu menos incentivo da família do que um garoto poderá ter desempenho pior, mesmo se estudar na mesma classe. Essas diferenças, caso existam, são muito sensíveis ao contexto cultural.” (Jornal Folha de São Paulo, Segunda-feira, 2 de maio de 2005, “ENTREVISTA DA 2ª” com FRANÇOISE COLLIN, por ANTÔNIO GOIS) De acordo com a posição que Françoise Collin assume nesta entrevista, qual das afirmações abaixo é INCORRETA: A) as diferentes aptidões de homens e mulheres não se devem a causas naturais.
  • 5. B) homens e mulheres agem diferentemente, sobretudo por terem sempre recebido um aprendizado diferenciado. C) a constituição genética feminina é o que determina o pior desempenho das mulheres em matemática. D) uma menina que recebeu menos incentivo de seu grupo cultural para gostar de matemática tenderá a ter um desempenho mais fraco do que o de um menino que tenha sido estimulado a gostar das ciências exatas. E) é falso que as diferenças de comportamento existentes entre pessoas de sexo diferentes sejam determinadas geneticamente. Questão 8 – Qual o conceito da Antropologia mais adequado para explicar as citações abaixo? “Problematizar as naturalizações da própria cultura e enxergar o outro em seu próprio contexto cultural, ou seja, romper com a idéia de que existem verdades absolutas” “As explicações encontradas pelos membros das diversas sociedades humanas, portanto, são lógicas e encontram a sua coerência dentro do próprio sistema”. (LARAIA, 2001:89) ( ) Etnocentrismo ( ) Relativização Qustão 9 – Analise a figura abaixo e faça um mini-texto explicando como o etnocentrismo está representado nela
  • 6. B) homens e mulheres agem diferentemente, sobretudo por terem sempre recebido um aprendizado diferenciado. C) a constituição genética feminina é o que determina o pior desempenho das mulheres em matemática. D) uma menina que recebeu menos incentivo de seu grupo cultural para gostar de matemática tenderá a ter um desempenho mais fraco do que o de um menino que tenha sido estimulado a gostar das ciências exatas. E) é falso que as diferenças de comportamento existentes entre pessoas de sexo diferentes sejam determinadas geneticamente. Questão 8 – Qual o conceito da Antropologia mais adequado para explicar as citações abaixo? “Problematizar as naturalizações da própria cultura e enxergar o outro em seu próprio contexto cultural, ou seja, romper com a idéia de que existem verdades absolutas” “As explicações encontradas pelos membros das diversas sociedades humanas, portanto, são lógicas e encontram a sua coerência dentro do próprio sistema”. (LARAIA, 2001:89) ( ) Etnocentrismo ( ) Relativização Qustão 9 – Analise a figura abaixo e faça um mini-texto explicando como o etnocentrismo está representado nela