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URBANISMO
DISCIPLINA: ARQUITETURA, URBANISMO E
ACESSIBILIDADE
PROFESSORA: ANDRÉA MOTTA COELHO CRISPIM
URBANISMO
• É a arte de organizar as cidades,
centros urbanos ou rurais, planificando
os pequenos e grandes aglomerados.
O urbanista fixa o traçado urbano, a
ampliação a reconstrução ou reforma
dos centros urbanos.
URBANISMO
• O planejamento urbano não pode ser de
competência de um só técnico, ou de vários
técnicos de mesma categoria profissional. Não
existe o profissional planificador. Há o grupo de
trabalho, a equipe.
Principais técnicos necessários para
um planejamento integrado, por setor:
a) No setor físico territorial - Arquiteto, Engenheiro Civil,
Engenheiro Agrônomo, Geografo, Foto Interpretados, etc.
b) No setor social - Sociólogo, Assistente Social, Educador,
Psicólogo, Médico, Sanitarista, etc.
c) No setor Econômico - Economista de diferentes especialidades
demógrafo, Estatístico, etc.
d) No setor Administrativo - Técnico em Administração Pública,
especialista em finanças e públicas e contabilidade, Advogado, etc.
e) Outros técnicos - Especialistas em relação pública, em
Comunicação, etc.
O urbanista trabalha sobre a
superfície, estabelecendo critérios
de utilização do solo urbano,
segundo a análise dos dados
levantados pelo grupo de
trabalho, planejamento as diversas
atividades.
Retículas Urbanas e Custos
Aspectos gerais do traçado urbano
O traçado urbano começa pela definição de avenidas,
ruas e caminhos para pedestres, necessários para
tornar acessíveis as diferentes partes do espaço a
serem organizadas.
Essas avenidas, ruas ou caminhos assumem traçados
e desenhos muito diferentes, conforme a topografia do
local, as características do usuário e o motivo pelo
qual transita nestas vias.
Existem diversos tipos de traçados e retículas
urbanas, sendo o modelo da quadrícula ortogonal o
mais econômico.
Malhas não ortogonais são em média 20 a 50 % mais
caras do que malhas ortogonais, considerando-se a
quantidade de metros de vias e redes em geral por lote
servido.
A ilustração abaixo demonstra como os lotes
irregulares terão importantes perdas de área útil.
Aula - Urbanismo.pptx
Combinações de traçados
• Vias de trânsito intenso e
artérias principais, traçado
em malha fechada, que
permite menores percursos;
Vias de trânsito eventual,
secundárias o traçado é em
malha aberta, que permite
menores custos de
implantação da
infraestrutura.
• Para malhas principais e
quarteirões maiores do que
usual.
Quarteirões sem ruas de penetração
• Localização de lotes em quadras sem ruas de penetração
• Comparação econômica entre quarteirões quadrados e
retangulares
Quarteirões com ruas de penetração
Forma dos lotes
• Lotes de formas irregulares
O tipo de sítio e as alternativas de
implantação da urbanização
Todo sítio tem na topografia suas características
principais. Todo sítio tem um ecossistema natural que,
em maior ou menor grau, é agredido quando sobre ele
se faz um assentamento urbano.
Geralmente os sistemas mais agradáveis são aqueles
que contêm menores alterações, tornando-se mais
econômicos e estáveis no tempo.
• 2% ou mais: são locais que devem ser evitados, pois
terão dificuldades de drenagem;
• 2 a 7%: são locais ideais para qualquer uso, parecem
planos;
• 8 a 15%: são locais que servem, mas com certas
restrições, na situação original podem servir para
atividades que não precisem de construções, em caso
contrário, devem ser feitos cortes e aterros para dotá-
los de patamares;
O tipo de sítio e as alternativas de
implantação da urbanização
16 a 30%: são locais que devem ser evitados, são
necessárias obras especiais para sua utilização;
Mais de 30%: são terrenos inadequados para construções
e precisam de obras especiais para sua estabilização.
O tipo de sítio e as alternativas de
implantação da urbanização
Traçados urbanos e curvas de nível
• Como regra geral devemos escolher a posição e
direção de todas as ruas, de forma a ter declividade
suficiente para escoar as águas da chuva, para isso
as ruas deverão ser posicionadas cortando as
curvas de nível.
• Quanto menos alterações nas curvas de nível
existentes mais econômica, estável e agradável é a
implantação.
Traçados em terrenos acidentados
• Num terreno acidentado, o traçado devera
interpretar, respeitar e tirar o melhor proveito da
topografia, consequentemente será trabalhoso e
exigirá vários ajustes e modificações até atingir uma
situação de equilíbrio entre ruas, lotes, aterros e
cortes.
Largura e função das ruas
Condições gerais
O projeto da rua deve se adequar
às necessidades do usuário.
Perfis e larguras de ruas e
caminhos
• o primeiro esquema
mostra uma rua
convencional com meia
calçada pavimentada, a
parte não pavimentada
pode ser usada como
estacionamento 45 ou
90º.
• o segundo esquema
mostra uma rua com
canais laterais que
também podem ser
utilizados como
estacionamento.
Principais perfis de ruas
Superfícies Destinadas a Comunicação
• Servem para atender as necessidades do homem no
sentido de se locomover de um lugar para outro.
• Sistema Viário que determina a finalidade, a
convivência e a segurança com que o povo se
locomove através da cidade.
• É quem determina o tamanho das quadras, constituí
um canal para luz e ar, bem como para toda rede de
infraestrutura - são as vias.
• Avenidas de Tráfego -3,50 a 3,20m (pista)
• Ruas principais -3,50 a 3,00m (pista)
• Ruas residenciais -3,00 a 2,70m (pista)
Determinação da largura das vias para veículos
• Mínimo 1,20 m
Determinação da largura das vias de pedestres
Determinação da largura das vias para veículos
e pedestres em casos de extrema precariedade
de recursos
Traçado das Ruas
ENTRONCAMENTO COM 3
PONTOS DE CONFLITO
CRUZAMENTO COM 16
PONTOS DE CONFLITOS
CRUZAMENTO COM 50
PONTOS DE CONFLITOS
CRUZAMENTO COM 120
PONTOS DE CONFLITOS
Obs.: O planejamento de vias hoje, procura eliminar ao máximo
os pontos de conflitos.
Traçado das Ruas
• Largura das ruas em função das redes de
infraestrutura urbana Uma rua tem que cumprir
múltiplas funções, entre as quais está ade conter todos
os serviços de infraestrutura urbana
• Ruas de acesso
domiciliar
• Ruas e outros
espaços urbanos
de uso misto
Esquemas para ruas sem saída
Declividade de ruas, taludes e
cruzamentos
Declividades das ruas para veículos
Declividades máximas recomendáveis para não dificultar o tráfego
Declividades dos caminhos para pedestres
• Nas vias de pedestres,
além de considerar as
condições topográficas ,
deve-se também em
proporcionar um tráfego
confortável e seguro
mesmo em dias de chuva.
Declividade nos
cruzamentos e
entroncamentos
• Nos cruzamentos e
entroncamentos onde o
terreno tem forte
declividade, este deve ser
muito baixo ou quase nulo.
Entroncamento de ruas quase paralelas e
declividade contrário
• Taludes laterais das vias
• Posicionamento dos lotes em terrenos de forte
declividade
• Posicionamento dos lotes e quarteirões nos
loteamentos em relação aos níveis de renda
• Curvas nas ruas
• Tipos de curvas e suas combinações horizontais e
verticais
Declividade de ruas, taludes e
cruzamentos
a -bom para a rua
b -bom para a construção
Arruamentos com critérios alternativos
em zonas com forte declividades.
Pavimentos Urbanos
1. Generalidades sobre os pavimentos urbanos
As vias urbanas atuais constituem-se de duas partes:
• o leito carroçável: destinado ao trânsito de veículos
e ao escoamento das águas pluviais;
• o passeio: destinados ao trânsito de pedestres e
limitados fisicamente pelo conjunto de meios-fios.
1. Componentes dos pavimentos urbanos
• Revestimento
• Camadas inferiores
• Conjunto meio-fio-sarjeta
Passeios e vias exclusivas para pedestres
Compreendem-se por vias para pedestres
• Os passeios laterais das ruas, as pistas de
atletismo, os caminhos em parques e praças, além
dos caminhos internos nos conjuntos habitacionais
• Podem ser de dois tipos: as com tráfego eventual de
veículos e as exclusivas para pedestres.
Determinação da espessura das vias de pedestres
Custo dos pavimentos
Pavimentos para trânsito de veículos
Exigências
-Resistências às cargas
-Baixa resistência ao rolamento
-Facilidade de conservação
-Cor adequada
Tipos de Pavimentos
1. Pavimentos convencionais
-Pavimentos flexíveis
-Pavimentos semiflexíveis
-Pavimentos rígidos (de concreto)
2. Pavimentos alternativos
-Pavimentos de pedra colocada a mão
-Pavimentos de tijolos
-Pavimentos à junta aberta
3. Determinação das espessuras dos pavimentos
4. Custos dos pavimentos
Sistema de coleta de águas pluviais
Descrição dos sistemas pluviais convencionais
O sistema de drenagem de águas constitui-se de duas
partes: as vias pavimentadas e a rede de tubulações e
seus sistemas de captação.
A largura da sarjeta e a altura da guia estão limitadas
pelo passo das pessoas
Sistema de coleta de águas pluviais
1. Meios-fios
2. Sarjetas
3. Sarjetões
4. Bocas-de-lobo
5. Condutos de ligação
6. Caixas de ligação
7. Poços de visita
8. Galerias
9. Declividade da bacia - A declividade da bacia
influencia nos custos do sistema.
10.Determinação aproximada do diâmetro das
tubulações
Descrição de sistemas pluviais não-
convencionais
1. Canalizações laterais
2. Canalização centralizada
3. Bacias de estocagem
São locais , ao longo dos canais ou tubulações
de drenagem, onde a água da chuva pode se
depositar por algumas horas
Harmonização entre pavimentos viários e
deságues pluviais
• Sistema guia-sarjeta
Perfis alternativos para vias de
veículos
Desenho planialtimétrico dos
cruzamentos
Condução superficial de águas e
cruzamentos de ruas de diferentes
hierarquias
Desníveis necessários nos cruzamentos de ruas
entre si, nos diferentes níveis hierárquicos
Rua pavimentada em meia pista
Superfície Destinada a Construção
Servem para atender as necessidade mais importantes do
homem. como sejam: Habitar, Trabalhar e laser. Segundo
a ocupação se dividem em:
• Habitação (coletiva ou unifamiliar)
• Coletividade organizada - (quarteis, conventos, prisões,
colégios, seminários, etc.).
• Alojamento - (Hotéis, asílios, pensão, pensionato)
Superfície Destinada a Construção
• Assistência sanitária (hospitais, clínicas, etc.).
• Educação e ensino (escola, grupos, etc.).
• Palácio Público e Representativos (Câmara, plenário,
etc.).
• Culto Religioso (Igreja, Templos)
• Abastecimento (Mercado, matadouro, etc.)
• Indústrias, Comerciais, Espetáculo, Oficina e
Transporte.
Superfícies para Parques e Jardins
São áreas essenciais à sobrevivência humana -
destinadas a promover o lazer.
Podem ser divididas em:
a) Zonas verdes públicas
b) zonas verdes de proteção
c) Zonas verdes vinculadas e cemitérios
São elas - praças, parques, piscinas, instituições
desportivas, quadras, pistas de corridas,
exposições, zoológicos, jardins botânicos, etc...
Serviços Públicos
São instalações que servem para completar as
necessidades dos homens, tais como: água
potável, esgoto, luz, telefone, gás, lixo, limpeza
urbana, águas (residenciais) industriais.
Atividades de Vizinhança de Zonas
Residenciais
a) Compatível com o uso residencial de
atendimento direto e cotidiano: padaria,
mercearia, mercadinho, farmácia, correio,
posto telefônico, escola primária maternal,
creche, templos religiosos.
b) Compatível com o uso residencial e do atendimento
esporádico podendo causar incômodo, sendo desejável sua
implantação em áreas específicas.
Equipamento para alimentação (bar, lanchonete,
restaurante, etc.)
Equipamento de saúde e assistência (posto médico,
clínicas, etc.)
Comércio e serviço (banco, seguros, comércio
varejistas).
Atendimento de veículo (posto de gasolina e serviços)
Equipamento educacional (cursinho, escolas
especializadas, escolas superiores, etc.).
Equipamento de lazer e cultura (biblioteca, museu,
teatro, cinema, etc).
Aluguel e turismo (hotel, motel, alojamento, pensão,
etc.).
c) Atividades Incompatível com as zonas residenciais -
garagem em geral, terminal de carga, comércio
atacadista, serviço de armazenamento.
d) Equipamento cuja localização exige estudos
específicos
1) Equipamentos especiais - asílios, orfanatos,
cemitérios, maternidades, hospitais gerais.
2) Grandes equipamentos - São equipamentos que
pelo seu porte e influência na vida urbana tem sua
localização pré-determinada - Estádios, terminais
rodoviário, ferroviário, autódromo, parque de exposições,
central de abastecimento, centro de convenções, centro
administrativos.
Segundo as Leis de Planejamento.
- Lotes residenciais - 125m2 ou 5m de frente
- Lotes comerciais - 100m2 ou 5m de frente
- Quadra Máxima - 400m de frente, e com
uma largura que permita 2 faixas de lote.
- Lotes comerciais - 1 para cada 20 lotes
residenciais.
Dimensões Mínimas dos Lotes
Para lotear um terreno precisamos de um levantamento da área a
ser loteada com as vias de acesso existentes na vizinhança é os
seguintes dados:
1 - As divisas do terreno a lotear
2 - Curvas de níveis oficiais
3 - Localização dos ventantes, cursos d’água, canais,
valas existentes, etc.
4 - Construções existentes que vão ou não permanecer.
5 - Características dos terrenos vizinhos com indicação
do sistema viário.
6 - Área públicas paisagísticas
7 - Orientação - Norte
Dimensões Mínimas dos Lotes
1 - O traçado das vias de circulação
2 - Disposição, forma e dimensão das áreas destinadas a
outro equipamento urbano e comunitários.
3 - Disposição das quadras e dos lotes com números
dimensões e indicação das áreas residenciais ou não.
4 - Área total, número de quadros, número de lotes, área
dos lotes, testada mínima, médio e máxima.
5 - Solução esquemática da terraplenagem, da drenagem do
terreno, da pavimentação das vias de circulação.
O Projeto de Loteamento tem que conter:
O Projeto de Loteamento tem que conter:
6 - QUADRO RESUMO - Contendo as informações necessários para
análise e avaliação.
1 - Área a lotear
2 - Área das quadras
3 - Área livre para recreação
4 - Área para edifícios públicos
5 - Área para circulação
PARA EFEITO DE PROJETO CONSIDERAR: Orientação, topografia,
(visando a drenagem e acessos) visibilidade, fator comercial e
estético.
Além dos dados anteriores citados, temos:
a) Lotes
1 - Localização especial
quando situado em esquinas de logradouros, o
lote deverá ter sua menor dimensão de
acrescida de uma extensão igual ao recuo
exigido para as construções voltadas para o
logradouro.
Leis de Planejamento
2 - Ângulo divisório
Nenhum lote poderá ter a divisão com outro
imóvel formando um ângulo inferior a 70% ou
superior a 11% em relação ao alinhamento.
Leis de Planejamento
3 - Largura Mínima das vias
a) até 50 lotes - largura total minima10,0m ,com
faixa de rolamento 6,0m
b) acima de 50 lotes - largura total 12,0m faixa
de rolamento 7,0m
Leis de Planejamento
Obs.: A prefeitura poderá exigir dimensões superiores as
especificadas sempre que necessário ao sistema viário urbano.
- As área livres não podem ser encravadas entre lotes
- Todo lote deve estar voltado para via ou logradouro
- Não pode ser loteado terreno pantanoso ou aterrados com
material nocivo a saúde para isto torna-se necessário fazer
serviços de drenagem e devidos tratamento.
- Curso d’água só pode ser aterrado com parecer técnico do órgão
competente.
- Não pode ser loteado terrenos com mais de 35% de inclinação
salve seja feita devidas proteções.
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  • 1. URBANISMO DISCIPLINA: ARQUITETURA, URBANISMO E ACESSIBILIDADE PROFESSORA: ANDRÉA MOTTA COELHO CRISPIM
  • 2. URBANISMO • É a arte de organizar as cidades, centros urbanos ou rurais, planificando os pequenos e grandes aglomerados. O urbanista fixa o traçado urbano, a ampliação a reconstrução ou reforma dos centros urbanos.
  • 3. URBANISMO • O planejamento urbano não pode ser de competência de um só técnico, ou de vários técnicos de mesma categoria profissional. Não existe o profissional planificador. Há o grupo de trabalho, a equipe.
  • 4. Principais técnicos necessários para um planejamento integrado, por setor: a) No setor físico territorial - Arquiteto, Engenheiro Civil, Engenheiro Agrônomo, Geografo, Foto Interpretados, etc. b) No setor social - Sociólogo, Assistente Social, Educador, Psicólogo, Médico, Sanitarista, etc. c) No setor Econômico - Economista de diferentes especialidades demógrafo, Estatístico, etc. d) No setor Administrativo - Técnico em Administração Pública, especialista em finanças e públicas e contabilidade, Advogado, etc. e) Outros técnicos - Especialistas em relação pública, em Comunicação, etc.
  • 5. O urbanista trabalha sobre a superfície, estabelecendo critérios de utilização do solo urbano, segundo a análise dos dados levantados pelo grupo de trabalho, planejamento as diversas atividades.
  • 6. Retículas Urbanas e Custos Aspectos gerais do traçado urbano O traçado urbano começa pela definição de avenidas, ruas e caminhos para pedestres, necessários para tornar acessíveis as diferentes partes do espaço a serem organizadas. Essas avenidas, ruas ou caminhos assumem traçados e desenhos muito diferentes, conforme a topografia do local, as características do usuário e o motivo pelo qual transita nestas vias.
  • 7. Existem diversos tipos de traçados e retículas urbanas, sendo o modelo da quadrícula ortogonal o mais econômico. Malhas não ortogonais são em média 20 a 50 % mais caras do que malhas ortogonais, considerando-se a quantidade de metros de vias e redes em geral por lote servido. A ilustração abaixo demonstra como os lotes irregulares terão importantes perdas de área útil.
  • 9. Combinações de traçados • Vias de trânsito intenso e artérias principais, traçado em malha fechada, que permite menores percursos; Vias de trânsito eventual, secundárias o traçado é em malha aberta, que permite menores custos de implantação da infraestrutura. • Para malhas principais e quarteirões maiores do que usual.
  • 10. Quarteirões sem ruas de penetração • Localização de lotes em quadras sem ruas de penetração • Comparação econômica entre quarteirões quadrados e retangulares Quarteirões com ruas de penetração Forma dos lotes • Lotes de formas irregulares
  • 11. O tipo de sítio e as alternativas de implantação da urbanização Todo sítio tem na topografia suas características principais. Todo sítio tem um ecossistema natural que, em maior ou menor grau, é agredido quando sobre ele se faz um assentamento urbano. Geralmente os sistemas mais agradáveis são aqueles que contêm menores alterações, tornando-se mais econômicos e estáveis no tempo.
  • 12. • 2% ou mais: são locais que devem ser evitados, pois terão dificuldades de drenagem; • 2 a 7%: são locais ideais para qualquer uso, parecem planos; • 8 a 15%: são locais que servem, mas com certas restrições, na situação original podem servir para atividades que não precisem de construções, em caso contrário, devem ser feitos cortes e aterros para dotá- los de patamares; O tipo de sítio e as alternativas de implantação da urbanização
  • 13. 16 a 30%: são locais que devem ser evitados, são necessárias obras especiais para sua utilização; Mais de 30%: são terrenos inadequados para construções e precisam de obras especiais para sua estabilização. O tipo de sítio e as alternativas de implantação da urbanização
  • 14. Traçados urbanos e curvas de nível • Como regra geral devemos escolher a posição e direção de todas as ruas, de forma a ter declividade suficiente para escoar as águas da chuva, para isso as ruas deverão ser posicionadas cortando as curvas de nível. • Quanto menos alterações nas curvas de nível existentes mais econômica, estável e agradável é a implantação.
  • 15. Traçados em terrenos acidentados • Num terreno acidentado, o traçado devera interpretar, respeitar e tirar o melhor proveito da topografia, consequentemente será trabalhoso e exigirá vários ajustes e modificações até atingir uma situação de equilíbrio entre ruas, lotes, aterros e cortes.
  • 16. Largura e função das ruas Condições gerais O projeto da rua deve se adequar às necessidades do usuário. Perfis e larguras de ruas e caminhos • o primeiro esquema mostra uma rua convencional com meia calçada pavimentada, a parte não pavimentada pode ser usada como estacionamento 45 ou 90º. • o segundo esquema mostra uma rua com canais laterais que também podem ser utilizados como estacionamento. Principais perfis de ruas
  • 17. Superfícies Destinadas a Comunicação • Servem para atender as necessidades do homem no sentido de se locomover de um lugar para outro. • Sistema Viário que determina a finalidade, a convivência e a segurança com que o povo se locomove através da cidade. • É quem determina o tamanho das quadras, constituí um canal para luz e ar, bem como para toda rede de infraestrutura - são as vias.
  • 18. • Avenidas de Tráfego -3,50 a 3,20m (pista) • Ruas principais -3,50 a 3,00m (pista) • Ruas residenciais -3,00 a 2,70m (pista) Determinação da largura das vias para veículos • Mínimo 1,20 m Determinação da largura das vias de pedestres Determinação da largura das vias para veículos e pedestres em casos de extrema precariedade de recursos
  • 19. Traçado das Ruas ENTRONCAMENTO COM 3 PONTOS DE CONFLITO CRUZAMENTO COM 16 PONTOS DE CONFLITOS
  • 20. CRUZAMENTO COM 50 PONTOS DE CONFLITOS CRUZAMENTO COM 120 PONTOS DE CONFLITOS Obs.: O planejamento de vias hoje, procura eliminar ao máximo os pontos de conflitos. Traçado das Ruas
  • 21. • Largura das ruas em função das redes de infraestrutura urbana Uma rua tem que cumprir múltiplas funções, entre as quais está ade conter todos os serviços de infraestrutura urbana • Ruas de acesso domiciliar • Ruas e outros espaços urbanos de uso misto Esquemas para ruas sem saída
  • 22. Declividade de ruas, taludes e cruzamentos Declividades das ruas para veículos Declividades máximas recomendáveis para não dificultar o tráfego
  • 23. Declividades dos caminhos para pedestres • Nas vias de pedestres, além de considerar as condições topográficas , deve-se também em proporcionar um tráfego confortável e seguro mesmo em dias de chuva. Declividade nos cruzamentos e entroncamentos • Nos cruzamentos e entroncamentos onde o terreno tem forte declividade, este deve ser muito baixo ou quase nulo. Entroncamento de ruas quase paralelas e declividade contrário
  • 24. • Taludes laterais das vias • Posicionamento dos lotes em terrenos de forte declividade • Posicionamento dos lotes e quarteirões nos loteamentos em relação aos níveis de renda • Curvas nas ruas • Tipos de curvas e suas combinações horizontais e verticais Declividade de ruas, taludes e cruzamentos a -bom para a rua b -bom para a construção
  • 25. Arruamentos com critérios alternativos em zonas com forte declividades.
  • 26. Pavimentos Urbanos 1. Generalidades sobre os pavimentos urbanos As vias urbanas atuais constituem-se de duas partes: • o leito carroçável: destinado ao trânsito de veículos e ao escoamento das águas pluviais; • o passeio: destinados ao trânsito de pedestres e limitados fisicamente pelo conjunto de meios-fios. 1. Componentes dos pavimentos urbanos • Revestimento • Camadas inferiores • Conjunto meio-fio-sarjeta
  • 27. Passeios e vias exclusivas para pedestres
  • 28. Compreendem-se por vias para pedestres • Os passeios laterais das ruas, as pistas de atletismo, os caminhos em parques e praças, além dos caminhos internos nos conjuntos habitacionais • Podem ser de dois tipos: as com tráfego eventual de veículos e as exclusivas para pedestres. Determinação da espessura das vias de pedestres Custo dos pavimentos Pavimentos para trânsito de veículos Exigências -Resistências às cargas -Baixa resistência ao rolamento -Facilidade de conservação -Cor adequada
  • 29. Tipos de Pavimentos 1. Pavimentos convencionais -Pavimentos flexíveis -Pavimentos semiflexíveis -Pavimentos rígidos (de concreto) 2. Pavimentos alternativos -Pavimentos de pedra colocada a mão -Pavimentos de tijolos -Pavimentos à junta aberta 3. Determinação das espessuras dos pavimentos 4. Custos dos pavimentos
  • 30. Sistema de coleta de águas pluviais Descrição dos sistemas pluviais convencionais O sistema de drenagem de águas constitui-se de duas partes: as vias pavimentadas e a rede de tubulações e seus sistemas de captação. A largura da sarjeta e a altura da guia estão limitadas pelo passo das pessoas
  • 31. Sistema de coleta de águas pluviais 1. Meios-fios 2. Sarjetas 3. Sarjetões 4. Bocas-de-lobo 5. Condutos de ligação 6. Caixas de ligação 7. Poços de visita 8. Galerias 9. Declividade da bacia - A declividade da bacia influencia nos custos do sistema. 10.Determinação aproximada do diâmetro das tubulações
  • 32. Descrição de sistemas pluviais não- convencionais 1. Canalizações laterais 2. Canalização centralizada 3. Bacias de estocagem São locais , ao longo dos canais ou tubulações de drenagem, onde a água da chuva pode se depositar por algumas horas
  • 33. Harmonização entre pavimentos viários e deságues pluviais • Sistema guia-sarjeta Perfis alternativos para vias de veículos
  • 34. Desenho planialtimétrico dos cruzamentos Condução superficial de águas e cruzamentos de ruas de diferentes hierarquias
  • 35. Desníveis necessários nos cruzamentos de ruas entre si, nos diferentes níveis hierárquicos
  • 36. Rua pavimentada em meia pista
  • 37. Superfície Destinada a Construção Servem para atender as necessidade mais importantes do homem. como sejam: Habitar, Trabalhar e laser. Segundo a ocupação se dividem em: • Habitação (coletiva ou unifamiliar) • Coletividade organizada - (quarteis, conventos, prisões, colégios, seminários, etc.). • Alojamento - (Hotéis, asílios, pensão, pensionato)
  • 38. Superfície Destinada a Construção • Assistência sanitária (hospitais, clínicas, etc.). • Educação e ensino (escola, grupos, etc.). • Palácio Público e Representativos (Câmara, plenário, etc.). • Culto Religioso (Igreja, Templos) • Abastecimento (Mercado, matadouro, etc.) • Indústrias, Comerciais, Espetáculo, Oficina e Transporte.
  • 39. Superfícies para Parques e Jardins São áreas essenciais à sobrevivência humana - destinadas a promover o lazer. Podem ser divididas em: a) Zonas verdes públicas b) zonas verdes de proteção c) Zonas verdes vinculadas e cemitérios São elas - praças, parques, piscinas, instituições desportivas, quadras, pistas de corridas, exposições, zoológicos, jardins botânicos, etc...
  • 40. Serviços Públicos São instalações que servem para completar as necessidades dos homens, tais como: água potável, esgoto, luz, telefone, gás, lixo, limpeza urbana, águas (residenciais) industriais.
  • 41. Atividades de Vizinhança de Zonas Residenciais a) Compatível com o uso residencial de atendimento direto e cotidiano: padaria, mercearia, mercadinho, farmácia, correio, posto telefônico, escola primária maternal, creche, templos religiosos.
  • 42. b) Compatível com o uso residencial e do atendimento esporádico podendo causar incômodo, sendo desejável sua implantação em áreas específicas. Equipamento para alimentação (bar, lanchonete, restaurante, etc.) Equipamento de saúde e assistência (posto médico, clínicas, etc.) Comércio e serviço (banco, seguros, comércio varejistas). Atendimento de veículo (posto de gasolina e serviços) Equipamento educacional (cursinho, escolas especializadas, escolas superiores, etc.). Equipamento de lazer e cultura (biblioteca, museu, teatro, cinema, etc). Aluguel e turismo (hotel, motel, alojamento, pensão, etc.).
  • 43. c) Atividades Incompatível com as zonas residenciais - garagem em geral, terminal de carga, comércio atacadista, serviço de armazenamento. d) Equipamento cuja localização exige estudos específicos 1) Equipamentos especiais - asílios, orfanatos, cemitérios, maternidades, hospitais gerais. 2) Grandes equipamentos - São equipamentos que pelo seu porte e influência na vida urbana tem sua localização pré-determinada - Estádios, terminais rodoviário, ferroviário, autódromo, parque de exposições, central de abastecimento, centro de convenções, centro administrativos.
  • 44. Segundo as Leis de Planejamento. - Lotes residenciais - 125m2 ou 5m de frente - Lotes comerciais - 100m2 ou 5m de frente - Quadra Máxima - 400m de frente, e com uma largura que permita 2 faixas de lote. - Lotes comerciais - 1 para cada 20 lotes residenciais. Dimensões Mínimas dos Lotes
  • 45. Para lotear um terreno precisamos de um levantamento da área a ser loteada com as vias de acesso existentes na vizinhança é os seguintes dados: 1 - As divisas do terreno a lotear 2 - Curvas de níveis oficiais 3 - Localização dos ventantes, cursos d’água, canais, valas existentes, etc. 4 - Construções existentes que vão ou não permanecer. 5 - Características dos terrenos vizinhos com indicação do sistema viário. 6 - Área públicas paisagísticas 7 - Orientação - Norte Dimensões Mínimas dos Lotes
  • 46. 1 - O traçado das vias de circulação 2 - Disposição, forma e dimensão das áreas destinadas a outro equipamento urbano e comunitários. 3 - Disposição das quadras e dos lotes com números dimensões e indicação das áreas residenciais ou não. 4 - Área total, número de quadros, número de lotes, área dos lotes, testada mínima, médio e máxima. 5 - Solução esquemática da terraplenagem, da drenagem do terreno, da pavimentação das vias de circulação. O Projeto de Loteamento tem que conter:
  • 47. O Projeto de Loteamento tem que conter: 6 - QUADRO RESUMO - Contendo as informações necessários para análise e avaliação. 1 - Área a lotear 2 - Área das quadras 3 - Área livre para recreação 4 - Área para edifícios públicos 5 - Área para circulação PARA EFEITO DE PROJETO CONSIDERAR: Orientação, topografia, (visando a drenagem e acessos) visibilidade, fator comercial e estético.
  • 48. Além dos dados anteriores citados, temos: a) Lotes 1 - Localização especial quando situado em esquinas de logradouros, o lote deverá ter sua menor dimensão de acrescida de uma extensão igual ao recuo exigido para as construções voltadas para o logradouro. Leis de Planejamento
  • 49. 2 - Ângulo divisório Nenhum lote poderá ter a divisão com outro imóvel formando um ângulo inferior a 70% ou superior a 11% em relação ao alinhamento. Leis de Planejamento
  • 50. 3 - Largura Mínima das vias a) até 50 lotes - largura total minima10,0m ,com faixa de rolamento 6,0m b) acima de 50 lotes - largura total 12,0m faixa de rolamento 7,0m Leis de Planejamento
  • 51. Obs.: A prefeitura poderá exigir dimensões superiores as especificadas sempre que necessário ao sistema viário urbano. - As área livres não podem ser encravadas entre lotes - Todo lote deve estar voltado para via ou logradouro - Não pode ser loteado terreno pantanoso ou aterrados com material nocivo a saúde para isto torna-se necessário fazer serviços de drenagem e devidos tratamento. - Curso d’água só pode ser aterrado com parecer técnico do órgão competente. - Não pode ser loteado terrenos com mais de 35% de inclinação salve seja feita devidas proteções. Leis de Planejamento