UNIVERSIDADE AGOSTINHO NETO
FACULDADE DE ENGENHARIA
DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL
PROGRAMA ANALITICO
CADEIRA VIAS DE COMUNICAÇÃO I
CURSO CIVIL
ANO QUARTO
SEMESTRE PRIMEIRO
CARGA HORARIA 96 HORAS (29TEORICAS + 61PRATICAS+6AVALIAÇÕES)
CAP. I – ESTRADAS. CONCEITOS FUNDAMENTAIS
1.1 – Introdução
1.2 – Estrutura da estrada
1.2.1.1– Constituição da estrada
1.2.1.2 - Plataforma
1.2.1.3 -Taludes
1.2.1.4 -Saia de aterro
1.2.1.5 -Crista de Talude
1.2.1.6 -Valeta
1.2.1.7 – Leito de estrada
1.2.1.8 -Zona de estrada
1.2.2– Pavimento
1.2.2.1 – Camada de desgaste
1.2.2.2 – Camadas de fundação
1.2.2.3 – Base
1.2.2.4 – Sub-base
1.2.2.5 – Faixas de rodagem
1.2.2.6 – Bermas
1.2.3 – Obras de arte
1.2.3.1 – Obras de arte corrente
1.2.3.1.1 – Aquedutos lajeados
1.2.3.1.2 – Aquedutos tubulares
1.2.4 – Obras de arte especiais
1.2.5 – Obras de arte para vencer cursos de água
1.2.5.1 – Viadutos
1.2.5.2 – Túnel
1.2.5.3 – Muros de suporte e de espera
1.3 – Projecto de estrada
1.3.1 – Elementos do projecto
1.3.1.1 – Estudo prévio
1.3.1.2 – Estudo geológico
1.3.1.3 – Estudo geotécnico
1.3.1.4 – Estudo hidrológico
1.3.1.5 – Estudo de obras de arte
1.3.1.6 – Estudo económico
1.3.2 – Anteprojecto
1.3.3 – Projecto
1.3.4 – Peças escritas
1.3.4.1 – Memoria descritiva e justificativa
1.3.4.2 – Relatório de estudo
1.3.4.3 – Cálculos
1.3.4.4 – Caderno de encargos
1.3.4.5 – Medições
1.3.4.6 – Distribuição de terras
1.3.4.7 – Plano de trabalhos
1.3.4.8 – Séries de preços
1.3.4.8.1 – Série de preços simples
1.3.4.8.2 -Série de preços compostos
1.3.4.9 – Orçamento
1.3.5 – Peças desenhadas
1.3.5.1 – Planta de localização
1.3.5.2 – Planta geral
1.3.5.3 – Planta parcelar
1.3.5.4 – Perfil longitudinal
1.3.5.5 – Perfil tranversal-tipo
1.3.5.6 – Perfis transversais
1.3.5.7 – Cortes geotécnicos
1.3.5.8 – Gráficos de distribuição de terras
1.3.5.9 – Desenhos de obras de arte e acessórios
CAP. II – ELEMENTOS DE TRÇOS E MOVIMENTOS DE TERRAS
2.1 – Operações para o traço de uma estrada
2.1.1 – Considerações gerais
2.1.1.1 – Características básicas da estrada
-Velocidade base
-Largura
-Valores das cargas
2.1.1.2 – Factores a considerar na escolha e comparação de
Traçados
-Raio mínimo e rampa máxima
-Compensação de aterros e escavações
-Natureza dos solos
-Condições económicas
-Outras condições técnicas
2.1.2-Reconhecimento
2.1.3-Estudo do eixo da estrada
2.1.3.1 – Perfil geotécnico
2.1.3.2 – Piquetagem do eixo
2.1.3.3 – Piquetagem de curvas circulares
-Piquetagem dos pontos principais
-Piquetagem dos pontos secundários
-Método das abcissas e ordenadas
-Pontos equidistantes sobre a tangente
-Pontos equidistantes sobre o arco
-Métodos das cordas e flechas
2.1.3.4 – Escolha do raio de curvatura
2.1.3.5 – Levantamento traqueométrico
2.1.3.6 – Nivelamento longitudinal do eixo da estrada
2.1.3.7 – Nivelamento transversal
-Caderneta do perfil transversal
2.2 – Perfil longitudinal
2.2.1 – Rasante
2.2.1.1 – Cotas pretas
2.2.1.2 – Cotas vermelhas
2.2.1.3 – Cotas azuis
2.2.2 – Concordância de traíneis
2.2.2.1 – Visibilidade
2.2.2.2 – Estabilidade da marcha
2.2.2.3 – Comodidade
-Cálculo dos valores dos raios de curvatura concordâncias
Côncavas
-Cálculo dos valores dos raios de curvatura nas
Concordâncias convexas
2.2.2.4 – Marcação dos pontos das curvaturas de concordância
2.2.2.5 – Coordenação entre planta e perfil longitudinal
2.3 – Perfil transversal
2.3.1 – Largura do perfil transversal de uma estrada em função do
Volume de tráfego
2.3.1.1 – Circulação de veículos isolados
2.3.1.2 – Circulação de uma corrente densa de veículos
2.3.2 – Características geométricas de Auto-estrada
2.3.2.1 – Largura mínima
2.3.2.2 – Sobre largura
2.3.2.3 – Taludes
2.3.3 – Algumas geometrias de Auto-estrada
2.4 – Curvas
2.4.1 – Curvas circulares
2.4.1.1 – Estabilidade da circulação em plena curva circular
2.4.2 – Problemas especiais
2.4.2.1 – Lacetes das estradas de montanha
2.4.2.2 – Algumas disposições especiais do plano rodoviário
Referente á estrada de montanha
2.4.2.3 – Visibilidade nas curvas
- Banquetas
2.4.3 – Curvas de transição
2.4.3.1 – Generalidades
2.4.3.2 – Comprimento de transição
2.4.3.3 – Determinação do ponto de entrada em curva de tangencia
Com a curva circular
2.4.3.4 – Clotoide ou espiral de transição
2.4.3.5 – Leminiscata de Bournoulli
2.4.3.6 – Parábola cúbica
2.4.3.7 – Determinação da curva de transição
2.4.3.8 – Implantação
-Leminiscata
-Espiral
- Implantação da curva de transição para ângulos pequenos
2.5 – Cálculo das áreas dos perfis transversais
2.5.1 – Método exacto
2.5.5.1 – Largura da faixa a expropriar
2.5.5.2 – Talude a regularizar
2.5.2 – Método algébrico
2.5.2.1 – Perfis simples em aterro
2.5.2.2 – Perfis simples em escavação
2.5.2.3 – Perfis mistos
2.5.2.4 – Perfis excepcional
2.6 – Cálculo dos volumes
2.6.1 – Método exacto. Fórmula do prismóide
2.6.2 – Método da média das áreas
2.6.3 – Fórmula da área média
2.6.4 – Correcção da fórmula do método da média das áreas ou correcção
Prismóidal
2.6.5 – Casos práticos de aplicação do método das áreas
2.6.6 – Os dois enunciados do método da média das áreas e sua represen-
Tacão gráfica
2.6.7 – Volume do ente-perfil do traçado circular
2.6.8 – Medições sumárias de terraplanagens
2.6.8.1 -1ª Simplificação
2.6.8.2 -2ª Simplificação
2.6.8.3 -3ª Simplificação
2.6.8.4 -4ª Simplificação
2.7 – Distribuição de terras
2.7.1 – Finalidades
2.7.2 – Distância média de transporte
2.7.3 – Empolamento de terras
2.7.4 – Métodos empregados para o estudo da distribuição de terras
2.7.5 – Método da curva de Bruckner
2.8 -Drenagem
2.8.1 – Generalidades
2.8.2 – Drenagem superficial
2.8.3 – Drenagem subterrânea
2.9 – Aplicação da fotogrametria ao projecto de estradas
2.9.1 – Princípios gerais
2.9.2 – Fotografaria
2.9.2.1 – Aparelhos auxiliares de fotogrametria.Perfilóscopo
2.9.2.2 – Registador eléctrico de coordenadas
CAP. III – CONCEITOS E ECONOMIA DOS PROJECTOS RODOVIARIOS
3.1 – Generalidades sobre Engenharia de tráfego
3.1.1 – Tráfego automóvel
3.1.1.1 – Antecedentes
3.1.1.2 – Situação actual
3.1.2 – Engenharia de tráfego
3.1.2.1 – Evolução histórica
3.1.2.2 – Definição e objectivos
3.1.2.3 – Funções do engenheiro de tráfego
3.2 – Planeamento de transportes em geral. Politica de transportes
3.3 – Problemática da economia do transporte rodoviário
3.4 – Aspectos económicos e sociais da estrada
3.5 – Princípios da análise económica
3.5.1 – Medida dos custos e das vantagens
3.5.2 – Comparação entre custos e vantagens
3.5.2.1 – Análise da relação custo – beneficio
-Coeficiente de rentabilidade
-Beneficio actualizado
-Razão vantagem/custo
-Taxa de rentabilidade interna
3.5.2.2 – Critérios de produtividade
3.5.3 – Comparação entre variantes de um mesmo projecto
3.6 – Politica rodoviária e pleno rodoviário
3.7 – Programa de investimentos rodoviário
3.8 – Os custos das infra-estruturas
3.8.1 – Estruturas dos custos
3.8.1.1 – Generalidades
3.8.1.2 – Gastos financeiros ou orçamentais
3.8.1.3 – Custos económicos
3.8.1.4 – Parte em divisas
3.8.1.5 – Custo dos trabalhos
3.8.2 – Custo de construção
3.8.2.1 – Componentes do custo de construção
3.8.2.2 – Etapas sucessivas dos estudos técnicos
3.8.2.3 – Custos de realização
3.8.2.4 – Escalonamento dos trabalhos
3.8.3 – Custos de conservação
3.8.3.1 – Composição do custo
3.8.3.2 – Usura dos pavimentos
3.9 – Custos dos transportes rodoviários
3.9.1 – Preâmbulo
3.9.2 – Estrutura dos custos de transporte
3.9.2.1 – Definições
3.9.2.2 – Princípios gerais
3.9.2.3 – Recomendação para análise da estrutura dos custos
3.9.2.4 – Ordens de grandeza dos resultados
3.9.3 – Determinação dos custos de funcionamento dos veículos
3.9.3.1 – Princípios gerais
3.9.3.2 – Custos fixos e custos proporcionais
3.9.3.3 – Dados técnicos
3.9.3.4 – Ordens de grandeza dos principais dados técnicos
3.9.3.5 – Dados económicos
3.9.3.6 – Resultados
3.9.3.7 – Influencia da natureza do pavimento
3.9.3.8 – Incidência das características geométricas e das velocidades
De percurso. Generalidades
3.9.3.9 – Incidência do perfil longitudinal
3.9.3.10 – Incidência das curvas
3.9.4 – Custo do tempo gasto em deslocações
3.9.4.1 – Determinação do tempo de percurso
3.9.4.2 – Valor dos tempos para os passageiros
3.9.4.3 – Valor do tempo para as mercadorias
3.10 – Conservação
3.11 – Beneficiação
3.12 – Introdução ao estudo do tráfego
3.12.1 – Finalidade dos estudos do tráfego
3.12.2 – Âmbito
3.12.3 – Definições primárias
3.12.3.1 – Definições referentes á estradam
3.12.3.2 – Definições referentes á veiculam
3.12.3.3 – Definições referentes á tráfego rodoviário
3.13 – Elementos básicos do tráfego
3.13.1 – Proposição
3.13.2 – Limitação do homem
3.13.2.1 – Limitações do homem
3.13.2.2 – Factores físicos
-Deficiências físicas
-Características visuais
-Força muscular
-Audição
-Coordenação motora
3.13.2.3 – Saber, experiencia e perícia
3.13.2.4 – Estados emotivos
3.13.2.5 – Tendência para o acidente
3.13.2.6 – Comportamento dos piões
3 13.4 – Limitações das estradas
3.13.4.1– Generalidades
3.13.4.2– Dimensões e peso
3.13.4.3– Largura da faixa de rodagem e das bermas
3.13.4.4 – Curvas, lombas e rampas
3.13.4.5 – Distância de visibilidade
-Distância de visibilidade de paragem
-Distância de visibilidade de ultrapassagem
-Distância de visibilidade nos cruzamentos
3.13.4.6 – Estado do pavimento
3.14 – Características do tráfego
3.14.1 – Volume do tráfego
3.14.1.1 – Definição
3.14.1.2 – Variações horárias, diária e mensal
-Variação horária
-Variação diária
-Variação mensal
3.14.1.3 – Volume de tráfego diário médico
3.14.1.4 – Volumes de tráfegos horários
3.15 – Sinalizações das estradas
3.15.1 – Definições
3.15.2 – Placas de sinalização
3.15.2.1 – Forma
3.15.2.2 – Localização no sentido transversal
3.15.2.3 – Localização no sentido longitudinal
3.15.3 – Marcas rodoviárias
3.15.3.1 – Tipos de marcas
3.15.3.2 – Marcas longitudinal
3.15.3.3 – Marcas transversais
3.15.3.4 – Marcas diversas
3.15.4 – Sinais luminosos
3.15.5 – Sinais dos agentes de sinalização
3.15.6 – Alguns princípios de sinalização de estradas
3.15.6.1 – Princípios gerais
-Princípios de valorização
-Princípios de concentração
-Princípios de legibilidade
-Coordenação da sinalização
3.15.6.2 – Algumas regras de atender na colocação das varias
Categorias de sinais
-Sinais de perigo
-Sinais de orientação
-Algumas indicações sobre a colocação de marcas
Quilométricas
3.16 – Acidentes e segurança
3.16.1 – Introdução
3.16.2 – Causa dos acidentes
3.16.2.1 – Causas primarias
3.16.2.2 – Diferentes modos de agrupar sob uma mesma
Designação ou factor comum para fins estatísticos, as causas dos
Acidentes
3.16.2.3 – Resumo das conclusões de um estudo
3.16.3 – Registo dos acidentes. Estatística
3.16.3.1 – Finalidade dos estudos estatístico dos acidentes
3.16.3.2 – O que pode ser considerado um acidente. Critérios
3.16.3.3 – Elaboração de Autos de noticias
3.16.4 – Taxa de acidentes
3.16.4.1 – Definições de taxa de acidentes
3.16.4.2 – Frequência dos valores correntes de taxa de acidentes
3.16.5 – Prevenção dos acidentes. Medida á tomar
3.16.5.1 – Ser humano (condutores e piões)
3.16.5.2 – Veículos
3.16.5.3 – Estradas
3.16.5.4 – Condições de tráfego
3.16.5.5 – Condições atmosféricas
3.17 – Contagens de tráfego
3.17.1 – Recenseamento de tráfego
3.17.1.1. – Definições
3.17.1.2 – Objectivo
3.17.1.3 – Processo de colheita de elementos estatísticos
3.17.2 – Métodos contagem de tráfego
3.17.2.1 – Generalidades
3.17.2.2 – Método manual
3.17.2.3 – Método automático
3.17.2.4 – Método do observador móvel
3.17.3 – Recenseamento geral do tráfego em Angola
3.17.3.1 – Generalidades
3.17.3.2 – Categorias de veiculo
3.17.3.3 – Método de contagem adoptado
3.17.3.4 – Calendário das contagens
3.17.3.5 – Horário das contagens
3.17.3.6 – Registo das contagens
3.17.3.7 – Localização dos pontos de contagem
3.17.4 – Previsão de tráfego
3.18 – Consistência de um estudo de viabilidade rodoviária
3.18.1 – Objectivo de um estudo
3.18.1.1 – Procura da melhor solução adoptada
3.18.1.2 – Determinação do calendário óptimo para a
Realização do projecto
3.18.1.3 – Estimativa do custo do projecto e análise do
Seu interesse económico
3.18.1.4 – Necessidade de um plano de viabilidade
3.18.2 – Desenrolar de um estudo de viabilidade
3.18.3 – Diferentes partes constituintes de um estudo de viabilidade
3.18.3.1 – Estudo da economia geral do projecto e análise das
Hipóteses fundamentais
3.18.3.2 – Estudo do tráfego
3.18.3.3 – Estudo dos custos de funcionamento dos veículos
E das tarifas de transporte
3.18.3.4 – Reconhecimento (1ª fase)
3.18.3.5 – Ante-projecto (2ª fase)
3.18.3.6 – Estimativa do montante do investimento
3.18.3.7 – Estudo da conservação da estrada
3.18.3.8 – Cálculo económico final
3.18.3.9 – Conclusões finais
3.19 – Estrutura da rede de estradas de Angola e composição dos seus
Tráfegos em 1973
BIBLIOGRAFIA:

Vias de comunicação 1

  • 1.
    UNIVERSIDADE AGOSTINHO NETO FACULDADEDE ENGENHARIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL PROGRAMA ANALITICO CADEIRA VIAS DE COMUNICAÇÃO I CURSO CIVIL ANO QUARTO SEMESTRE PRIMEIRO CARGA HORARIA 96 HORAS (29TEORICAS + 61PRATICAS+6AVALIAÇÕES) CAP. I – ESTRADAS. CONCEITOS FUNDAMENTAIS 1.1 – Introdução 1.2 – Estrutura da estrada 1.2.1.1– Constituição da estrada 1.2.1.2 - Plataforma 1.2.1.3 -Taludes 1.2.1.4 -Saia de aterro 1.2.1.5 -Crista de Talude 1.2.1.6 -Valeta 1.2.1.7 – Leito de estrada 1.2.1.8 -Zona de estrada 1.2.2– Pavimento 1.2.2.1 – Camada de desgaste 1.2.2.2 – Camadas de fundação 1.2.2.3 – Base 1.2.2.4 – Sub-base 1.2.2.5 – Faixas de rodagem 1.2.2.6 – Bermas 1.2.3 – Obras de arte 1.2.3.1 – Obras de arte corrente 1.2.3.1.1 – Aquedutos lajeados 1.2.3.1.2 – Aquedutos tubulares 1.2.4 – Obras de arte especiais 1.2.5 – Obras de arte para vencer cursos de água 1.2.5.1 – Viadutos 1.2.5.2 – Túnel 1.2.5.3 – Muros de suporte e de espera 1.3 – Projecto de estrada 1.3.1 – Elementos do projecto
  • 2.
    1.3.1.1 – Estudoprévio 1.3.1.2 – Estudo geológico 1.3.1.3 – Estudo geotécnico 1.3.1.4 – Estudo hidrológico 1.3.1.5 – Estudo de obras de arte 1.3.1.6 – Estudo económico 1.3.2 – Anteprojecto 1.3.3 – Projecto 1.3.4 – Peças escritas 1.3.4.1 – Memoria descritiva e justificativa 1.3.4.2 – Relatório de estudo 1.3.4.3 – Cálculos 1.3.4.4 – Caderno de encargos 1.3.4.5 – Medições 1.3.4.6 – Distribuição de terras 1.3.4.7 – Plano de trabalhos 1.3.4.8 – Séries de preços 1.3.4.8.1 – Série de preços simples 1.3.4.8.2 -Série de preços compostos 1.3.4.9 – Orçamento 1.3.5 – Peças desenhadas 1.3.5.1 – Planta de localização 1.3.5.2 – Planta geral 1.3.5.3 – Planta parcelar 1.3.5.4 – Perfil longitudinal 1.3.5.5 – Perfil tranversal-tipo 1.3.5.6 – Perfis transversais 1.3.5.7 – Cortes geotécnicos 1.3.5.8 – Gráficos de distribuição de terras 1.3.5.9 – Desenhos de obras de arte e acessórios CAP. II – ELEMENTOS DE TRÇOS E MOVIMENTOS DE TERRAS 2.1 – Operações para o traço de uma estrada 2.1.1 – Considerações gerais 2.1.1.1 – Características básicas da estrada -Velocidade base -Largura -Valores das cargas 2.1.1.2 – Factores a considerar na escolha e comparação de Traçados -Raio mínimo e rampa máxima -Compensação de aterros e escavações -Natureza dos solos -Condições económicas -Outras condições técnicas 2.1.2-Reconhecimento 2.1.3-Estudo do eixo da estrada 2.1.3.1 – Perfil geotécnico 2.1.3.2 – Piquetagem do eixo 2.1.3.3 – Piquetagem de curvas circulares
  • 3.
    -Piquetagem dos pontosprincipais -Piquetagem dos pontos secundários -Método das abcissas e ordenadas -Pontos equidistantes sobre a tangente -Pontos equidistantes sobre o arco -Métodos das cordas e flechas 2.1.3.4 – Escolha do raio de curvatura 2.1.3.5 – Levantamento traqueométrico 2.1.3.6 – Nivelamento longitudinal do eixo da estrada 2.1.3.7 – Nivelamento transversal -Caderneta do perfil transversal 2.2 – Perfil longitudinal 2.2.1 – Rasante 2.2.1.1 – Cotas pretas 2.2.1.2 – Cotas vermelhas 2.2.1.3 – Cotas azuis 2.2.2 – Concordância de traíneis 2.2.2.1 – Visibilidade 2.2.2.2 – Estabilidade da marcha 2.2.2.3 – Comodidade -Cálculo dos valores dos raios de curvatura concordâncias Côncavas -Cálculo dos valores dos raios de curvatura nas Concordâncias convexas 2.2.2.4 – Marcação dos pontos das curvaturas de concordância 2.2.2.5 – Coordenação entre planta e perfil longitudinal 2.3 – Perfil transversal 2.3.1 – Largura do perfil transversal de uma estrada em função do Volume de tráfego 2.3.1.1 – Circulação de veículos isolados 2.3.1.2 – Circulação de uma corrente densa de veículos 2.3.2 – Características geométricas de Auto-estrada 2.3.2.1 – Largura mínima 2.3.2.2 – Sobre largura 2.3.2.3 – Taludes 2.3.3 – Algumas geometrias de Auto-estrada 2.4 – Curvas 2.4.1 – Curvas circulares 2.4.1.1 – Estabilidade da circulação em plena curva circular 2.4.2 – Problemas especiais 2.4.2.1 – Lacetes das estradas de montanha 2.4.2.2 – Algumas disposições especiais do plano rodoviário Referente á estrada de montanha 2.4.2.3 – Visibilidade nas curvas - Banquetas 2.4.3 – Curvas de transição 2.4.3.1 – Generalidades 2.4.3.2 – Comprimento de transição 2.4.3.3 – Determinação do ponto de entrada em curva de tangencia Com a curva circular
  • 4.
    2.4.3.4 – Clotoideou espiral de transição 2.4.3.5 – Leminiscata de Bournoulli 2.4.3.6 – Parábola cúbica 2.4.3.7 – Determinação da curva de transição 2.4.3.8 – Implantação -Leminiscata -Espiral - Implantação da curva de transição para ângulos pequenos 2.5 – Cálculo das áreas dos perfis transversais 2.5.1 – Método exacto 2.5.5.1 – Largura da faixa a expropriar 2.5.5.2 – Talude a regularizar 2.5.2 – Método algébrico 2.5.2.1 – Perfis simples em aterro 2.5.2.2 – Perfis simples em escavação 2.5.2.3 – Perfis mistos 2.5.2.4 – Perfis excepcional 2.6 – Cálculo dos volumes 2.6.1 – Método exacto. Fórmula do prismóide 2.6.2 – Método da média das áreas 2.6.3 – Fórmula da área média 2.6.4 – Correcção da fórmula do método da média das áreas ou correcção Prismóidal 2.6.5 – Casos práticos de aplicação do método das áreas 2.6.6 – Os dois enunciados do método da média das áreas e sua represen- Tacão gráfica 2.6.7 – Volume do ente-perfil do traçado circular 2.6.8 – Medições sumárias de terraplanagens 2.6.8.1 -1ª Simplificação 2.6.8.2 -2ª Simplificação 2.6.8.3 -3ª Simplificação 2.6.8.4 -4ª Simplificação 2.7 – Distribuição de terras 2.7.1 – Finalidades 2.7.2 – Distância média de transporte 2.7.3 – Empolamento de terras 2.7.4 – Métodos empregados para o estudo da distribuição de terras 2.7.5 – Método da curva de Bruckner 2.8 -Drenagem 2.8.1 – Generalidades 2.8.2 – Drenagem superficial 2.8.3 – Drenagem subterrânea 2.9 – Aplicação da fotogrametria ao projecto de estradas 2.9.1 – Princípios gerais 2.9.2 – Fotografaria 2.9.2.1 – Aparelhos auxiliares de fotogrametria.Perfilóscopo 2.9.2.2 – Registador eléctrico de coordenadas CAP. III – CONCEITOS E ECONOMIA DOS PROJECTOS RODOVIARIOS 3.1 – Generalidades sobre Engenharia de tráfego
  • 5.
    3.1.1 – Tráfegoautomóvel 3.1.1.1 – Antecedentes 3.1.1.2 – Situação actual 3.1.2 – Engenharia de tráfego 3.1.2.1 – Evolução histórica 3.1.2.2 – Definição e objectivos 3.1.2.3 – Funções do engenheiro de tráfego 3.2 – Planeamento de transportes em geral. Politica de transportes 3.3 – Problemática da economia do transporte rodoviário 3.4 – Aspectos económicos e sociais da estrada 3.5 – Princípios da análise económica 3.5.1 – Medida dos custos e das vantagens 3.5.2 – Comparação entre custos e vantagens 3.5.2.1 – Análise da relação custo – beneficio -Coeficiente de rentabilidade -Beneficio actualizado -Razão vantagem/custo -Taxa de rentabilidade interna 3.5.2.2 – Critérios de produtividade 3.5.3 – Comparação entre variantes de um mesmo projecto 3.6 – Politica rodoviária e pleno rodoviário 3.7 – Programa de investimentos rodoviário 3.8 – Os custos das infra-estruturas 3.8.1 – Estruturas dos custos 3.8.1.1 – Generalidades 3.8.1.2 – Gastos financeiros ou orçamentais 3.8.1.3 – Custos económicos 3.8.1.4 – Parte em divisas 3.8.1.5 – Custo dos trabalhos 3.8.2 – Custo de construção 3.8.2.1 – Componentes do custo de construção 3.8.2.2 – Etapas sucessivas dos estudos técnicos 3.8.2.3 – Custos de realização 3.8.2.4 – Escalonamento dos trabalhos 3.8.3 – Custos de conservação 3.8.3.1 – Composição do custo 3.8.3.2 – Usura dos pavimentos 3.9 – Custos dos transportes rodoviários 3.9.1 – Preâmbulo 3.9.2 – Estrutura dos custos de transporte 3.9.2.1 – Definições 3.9.2.2 – Princípios gerais 3.9.2.3 – Recomendação para análise da estrutura dos custos 3.9.2.4 – Ordens de grandeza dos resultados 3.9.3 – Determinação dos custos de funcionamento dos veículos 3.9.3.1 – Princípios gerais 3.9.3.2 – Custos fixos e custos proporcionais 3.9.3.3 – Dados técnicos 3.9.3.4 – Ordens de grandeza dos principais dados técnicos 3.9.3.5 – Dados económicos
  • 6.
    3.9.3.6 – Resultados 3.9.3.7– Influencia da natureza do pavimento 3.9.3.8 – Incidência das características geométricas e das velocidades De percurso. Generalidades 3.9.3.9 – Incidência do perfil longitudinal 3.9.3.10 – Incidência das curvas 3.9.4 – Custo do tempo gasto em deslocações 3.9.4.1 – Determinação do tempo de percurso 3.9.4.2 – Valor dos tempos para os passageiros 3.9.4.3 – Valor do tempo para as mercadorias 3.10 – Conservação 3.11 – Beneficiação 3.12 – Introdução ao estudo do tráfego 3.12.1 – Finalidade dos estudos do tráfego 3.12.2 – Âmbito 3.12.3 – Definições primárias 3.12.3.1 – Definições referentes á estradam 3.12.3.2 – Definições referentes á veiculam 3.12.3.3 – Definições referentes á tráfego rodoviário 3.13 – Elementos básicos do tráfego 3.13.1 – Proposição 3.13.2 – Limitação do homem 3.13.2.1 – Limitações do homem 3.13.2.2 – Factores físicos -Deficiências físicas -Características visuais -Força muscular -Audição -Coordenação motora 3.13.2.3 – Saber, experiencia e perícia 3.13.2.4 – Estados emotivos 3.13.2.5 – Tendência para o acidente 3.13.2.6 – Comportamento dos piões 3 13.4 – Limitações das estradas 3.13.4.1– Generalidades 3.13.4.2– Dimensões e peso 3.13.4.3– Largura da faixa de rodagem e das bermas 3.13.4.4 – Curvas, lombas e rampas 3.13.4.5 – Distância de visibilidade -Distância de visibilidade de paragem -Distância de visibilidade de ultrapassagem -Distância de visibilidade nos cruzamentos 3.13.4.6 – Estado do pavimento 3.14 – Características do tráfego 3.14.1 – Volume do tráfego 3.14.1.1 – Definição 3.14.1.2 – Variações horárias, diária e mensal -Variação horária -Variação diária -Variação mensal
  • 7.
    3.14.1.3 – Volumede tráfego diário médico 3.14.1.4 – Volumes de tráfegos horários 3.15 – Sinalizações das estradas 3.15.1 – Definições 3.15.2 – Placas de sinalização 3.15.2.1 – Forma 3.15.2.2 – Localização no sentido transversal 3.15.2.3 – Localização no sentido longitudinal 3.15.3 – Marcas rodoviárias 3.15.3.1 – Tipos de marcas 3.15.3.2 – Marcas longitudinal 3.15.3.3 – Marcas transversais 3.15.3.4 – Marcas diversas 3.15.4 – Sinais luminosos 3.15.5 – Sinais dos agentes de sinalização 3.15.6 – Alguns princípios de sinalização de estradas 3.15.6.1 – Princípios gerais -Princípios de valorização -Princípios de concentração -Princípios de legibilidade -Coordenação da sinalização 3.15.6.2 – Algumas regras de atender na colocação das varias Categorias de sinais -Sinais de perigo -Sinais de orientação -Algumas indicações sobre a colocação de marcas Quilométricas 3.16 – Acidentes e segurança 3.16.1 – Introdução 3.16.2 – Causa dos acidentes 3.16.2.1 – Causas primarias 3.16.2.2 – Diferentes modos de agrupar sob uma mesma Designação ou factor comum para fins estatísticos, as causas dos Acidentes 3.16.2.3 – Resumo das conclusões de um estudo 3.16.3 – Registo dos acidentes. Estatística 3.16.3.1 – Finalidade dos estudos estatístico dos acidentes 3.16.3.2 – O que pode ser considerado um acidente. Critérios 3.16.3.3 – Elaboração de Autos de noticias 3.16.4 – Taxa de acidentes 3.16.4.1 – Definições de taxa de acidentes 3.16.4.2 – Frequência dos valores correntes de taxa de acidentes 3.16.5 – Prevenção dos acidentes. Medida á tomar 3.16.5.1 – Ser humano (condutores e piões) 3.16.5.2 – Veículos 3.16.5.3 – Estradas 3.16.5.4 – Condições de tráfego 3.16.5.5 – Condições atmosféricas 3.17 – Contagens de tráfego 3.17.1 – Recenseamento de tráfego
  • 8.
    3.17.1.1. – Definições 3.17.1.2– Objectivo 3.17.1.3 – Processo de colheita de elementos estatísticos 3.17.2 – Métodos contagem de tráfego 3.17.2.1 – Generalidades 3.17.2.2 – Método manual 3.17.2.3 – Método automático 3.17.2.4 – Método do observador móvel 3.17.3 – Recenseamento geral do tráfego em Angola 3.17.3.1 – Generalidades 3.17.3.2 – Categorias de veiculo 3.17.3.3 – Método de contagem adoptado 3.17.3.4 – Calendário das contagens 3.17.3.5 – Horário das contagens 3.17.3.6 – Registo das contagens 3.17.3.7 – Localização dos pontos de contagem 3.17.4 – Previsão de tráfego 3.18 – Consistência de um estudo de viabilidade rodoviária 3.18.1 – Objectivo de um estudo 3.18.1.1 – Procura da melhor solução adoptada 3.18.1.2 – Determinação do calendário óptimo para a Realização do projecto 3.18.1.3 – Estimativa do custo do projecto e análise do Seu interesse económico 3.18.1.4 – Necessidade de um plano de viabilidade 3.18.2 – Desenrolar de um estudo de viabilidade 3.18.3 – Diferentes partes constituintes de um estudo de viabilidade 3.18.3.1 – Estudo da economia geral do projecto e análise das Hipóteses fundamentais 3.18.3.2 – Estudo do tráfego 3.18.3.3 – Estudo dos custos de funcionamento dos veículos E das tarifas de transporte 3.18.3.4 – Reconhecimento (1ª fase) 3.18.3.5 – Ante-projecto (2ª fase) 3.18.3.6 – Estimativa do montante do investimento 3.18.3.7 – Estudo da conservação da estrada 3.18.3.8 – Cálculo económico final 3.18.3.9 – Conclusões finais 3.19 – Estrutura da rede de estradas de Angola e composição dos seus Tráfegos em 1973 BIBLIOGRAFIA: