Profª Ms. Amanda Avelar Lima
Teoria Psicogenética de
Jean Piaget
• Formou-se em ciências biológicas em 1916.
• Preocupou-se com a evolução e adaptação dos seres
vivos em seus ambientes.
• Estudou a inteligência humana, pois acreditava que
era através do conhecimento que o ser humano
conseguia adaptar ao meio.
• Inúmeros trabalhos dedicados ao entendimento da
criança, conferiram o título de Psicólogo Infantil.
JEAN PIAGET
(1896-1980)
TEORIA PSICOGENÉTICA
Jean Piaget
3
A grande questão:
Como os homens
constroem
conhecimento?
O conhecimento não pode ser concebido
como algo predeterminado desde o
nascimento (inatismo), nem como resultado
do simples registro de percepções e
informações (empirismo).
Resulta das ações e
interações do sujeito com o
ambiente onde vive
EPIGÊNESE
INATISMO INTERACIONISMO
INTERACIONISMO EMPIRISMO
Desenvolvimento Humano
Maturação biológica + Estímulos oferecidos pelo meio
•O conhecimento é construído pela criança nas suas
interações com o meio – CONSTRUTIVISMO.
•A criança é ATIVA aprende através de suas próprias
ações sobre os objetos do meio em que está inserido.
•Relação interdependente entre o sujeito conhecedor e o
objeto a conhecer.
5
Fatores de Desenvolvimento
• Maturação biológica
• Experiência adquirida
• Interação social
• Processo de Equilibração
6
Elementos Básicos do Desenvolvimento
• Os fatores invariantes: Ao nascer, o indivíduo recebe
como herança uma série de estruturas biológicas -
sensoriais e neurológicas - que permanecem
constantes ao longo da sua vida. O indivíduo carrega
consigo duas marcas inatas que são a tendência natural
à organização e à adaptação.
• Os fatores variantes: O conhecimento se transforma
no processo de interação com o meio, visando à
adaptação do indivíduo ao real que o circunda.
7
Conceitos da Teoria de Piaget
• ESQUEMAS – São estruturas mentais ou cognitivas
pelos quais os indivíduos organizam os eventos como
eles são percebidos e classificados em um grupo de
acordo com características comuns.
• Os esquemas se adaptam e se modificam com o
processo de interação com o meio, visando à
adaptação do indivíduo.
8
A inteligência não é
apenas cristalizada,
mas também pode ser
fluída.
Conceito de Piaget Definicao Exemplo
Equilibração Harmonia entre os esquemas e
as experiências do indivíduo
Um bebê que nunca tenha visto algo
voar que nao seja passaros pode pensar
que todos os objetos voadores sao
“pássaros”
Assimilação Tentativa para adaptar as novas
experiências pela interpretação
destas de acordo com os
esquemas existentes
Ao ver uma avião no céu a criança
tende a chamá-lo de pássaro
Acomodação Modifição dos esquemas
existentes para poder lidar
melhor com as novas
experiências.
A criança vive um conflito ou
desequilibrio ao notar que esse novo
pássaro nao possui penas e inventa um
novo nome para “isso” (ou pergunta “o
que e?”). A acomodacao bem-sucedida
restabelece o equilibrio para esse
momento
Organização Rearranjo dos esquemas
disponíveis em estruturas
cognitivas novas e mais
complexas.
Forma esquemas hierárquicos
consistentes de classes supeordenadas
(objetos voadores) e duas classes
subordinadas (pássaros e aviões).
9
Teoria da Equilibração
Desequilíbrio Equilíbrio
Adaptação
10
Assimilação
Acomodação
A escola pode provocar
atividades desafiadoras
que proporcione o
desequilíbrio e a
reequilibração.
Implicações Educacionais
Inteligência
• É um mecanismo de adaptação do organismo a
uma situação nova, e implica a construção
contínua de novas estruturas.
• A inteligência é atrelada a adaptação a situações
novas, portanto está relacionada com a
complexidade desta interação do indivíduo com o
meio.
• A inteligência humana está relacionada a
aprendizagem.
12
Estágios de Desenvolvimento
13
(0-2anos)
Sensório-
motor
(2 -7 anos)
Pré-
operacional
(7-12anos)
Operacional
Concreto
(após 12
anos)
Operacional
Formal
• Universais
• Fixos
• Complexidade Crescente
• Faixa de Idade
Estágio Sensório-motor
(0 - 2 anos)
• Ausência de linguagem e representação interna –
Atividades sobre reflexos.
• A inteligência prática através de ações: como agarrar,
sugar, atirar, bater e chutar.
• Aquisição das relações de causa e efeito.
• O mundo não pode ser representado mentalmente.
• Egocentrismo absoluto.
• A exploração manual e visual do ambiente.
• A noção de permanência do objeto.
• A inteligência é anterior a fala.
14
Estágio Pré-operatório
(2 – 7 anos)
• O pensamento mágico.
Exemplo: nuvens "choram", pássaros voam "porque gostam" e o sol tem
"rosto”.
• A confusão entre aparência e realidade.
• A característica do animismo (vida a seres inanimados).
• Introdução a linguagem.
O desenvolvimento da linguagem depende do desenvolvimento da
inteligência.
• Egocentrismo.
• A noção de irreversibilidade.
A impossibilidade de pensar em sentido reverso.
• Pensamento intuitivo.
15
Período intuitivo – 4 aos 7 anos
• A criança ainda não é capaz de raciocinar levando em conta as
relações entre várias dimensões envolvidas (largura e altura do
copo). Seu ponto de vista prevalece sobre as relações lógicas.
Estágio Operatório Concreto
(7-12 anos)
• Operações lógico-concretas.
• A criança desenvolve noções de tempo, espaço, velocidade,
ordem, casualidade, ..., sendo então capaz de relacionar
diferentes aspectos e abstrair dados da realidade.
• Neste período o egocentrismo intelectual e social que
caracteriza a fase anterior dá lugar à emergência da
capacidade da criança de estabelecer relações e coordenar
pontos de vista diferentes e de integrá-los de modo lógico
e coerente.
17
Estágio Operatório Concreto
(7-12 anos)
• Um importante conceito desta fase é o
desenvolvimento da reversibilidade, ou seja, a
capacidade da representação de uma ação no
sentido inverso de uma anterior, anulando a
transformação observada.
Exemplo:
A água do tubo A se voltar para o B ainda terá a mesma
quantidade - reversibilidade
18
Estágio Operacional Formal
(após 12 anos)
– São capazes de lidar com o hipotético ou o ideal (não concreto)
Tipo de pensamento:
• Pensamento hipotético dedutivo – o indivíduo parte de possibilidade
para, a partir delas, raciocinar ou experimentar.
Ex. xadrez, categorização
• Pensamento abstrato – pode formar abstrações puras e pensar em
nível abstrato, verbal.
• Pensamento formal – o indivíduo é capaz de distinguir, em uma
afirmativa, forma de conteúdo e considerar a forma de raciocínio
separadamente do conteúdo específico.
• O pensamento final é lógico, abstrato e flexível.
• Exemplo:
"de grão em grão, a galinha enche o papo"(metáfora) . 19
20
Implicações da Teoria de Piaget para
educação
• Os objetos pedagógicos precisam estar centrados no aluno.
• Aluno ativo com autonomia.
• A aprendizagem é um processo construído internamente de
reorganização cognitiva.
• A aprendizagem depende do nível de desenvolvimento
maturacional do indivíduo.
• Os conflitos cognitivos são importantes para o
desenvolvimento da aprendizagem.
• A interação social favorece a aprendizagem.
21
Implicações da Teoria de Piaget para
educação
• É através da interação com o objeto do conhecimento que
o sujeito se constitui
• Papel ativo do aluno e do professor
O professor não ensina, ajuda o aluno aprender.
• Ensino acompanhado de ações e demonstrações
Conhecer não consiste, com efeito, em copiar o real, mas em agir sobre
ele e transformá-lo.
Pesquisadores mostravam-se céticos quanto à teoria e
ao método de PIAGET que, segundo lhes parecia, não
era científico, por apresentar as seguintes falhas graves:
a) O pequeno número de sujeitos observados. No início de seu trabalho,
PIAGET observava apenas três ou quatro ou, mesmo, uma só criança. Sua
“amostra” era considerada muito pequena, não lhe permitindo
apresentar dados estatísticos.
b) Não seguia um padrão formal de entrevista, isto é, não fazia as
mesmas perguntas a todas as crianças, impossibilitando a comparação
entre as entrevistas.
c) Seus próprios filhos eram sujeitos de muitas das suas observações,
contrariando o princípio da imparcialidade científica que exige
neutralidade do observador quanto aos observados, com os quais não
deveria, portanto, ter nenhum laço afetivo.
Críticas a Teoria Psicogenética de Piaget
• Muitos estudos não conseguiram encontrar operações
formais em adultos
• A metade dos adolescentes ainda funcionam no operatório
concreto.
• Bebês tem a noção de permanência de objetos
• Compreensão dos números em pré-escolares
• Apesar da influência da sua teoria está diminuindo ainda
tem grande impacto.
Referências
25
BELLO, José Luiz de Paiva. A Teoria Básica de Jean Piaget.
Disponível em: www.pedagogiaemfoco.pro.br/per09.htm ,
acessado em 17 abril 2018.
COLL, C. Um marco de referência psicológico para a educação
escolar: a concepção construtivista da aprendizagem e do ensino.
In: COLL, C.; PALACIOS, J.; MARCHESI, A. Desenvolvimento
psicológico e educação: psicologia da educação. v. 2. Porto
Alegre: Artes Médicas, 1996. p. 389-406
LIMA, Lauro de Oliveira. In: MACEDO, Lino de. Ensaios
Construtivistas. São Paulo : Casa do Psicólogo, 1994.

AULA - PIAGET_desenvolvimentoinfantil.ppt

  • 1.
    Profª Ms. AmandaAvelar Lima Teoria Psicogenética de Jean Piaget
  • 2.
    • Formou-se emciências biológicas em 1916. • Preocupou-se com a evolução e adaptação dos seres vivos em seus ambientes. • Estudou a inteligência humana, pois acreditava que era através do conhecimento que o ser humano conseguia adaptar ao meio. • Inúmeros trabalhos dedicados ao entendimento da criança, conferiram o título de Psicólogo Infantil. JEAN PIAGET (1896-1980)
  • 3.
  • 4.
    A grande questão: Comoos homens constroem conhecimento? O conhecimento não pode ser concebido como algo predeterminado desde o nascimento (inatismo), nem como resultado do simples registro de percepções e informações (empirismo). Resulta das ações e interações do sujeito com o ambiente onde vive EPIGÊNESE INATISMO INTERACIONISMO INTERACIONISMO EMPIRISMO
  • 5.
    Desenvolvimento Humano Maturação biológica+ Estímulos oferecidos pelo meio •O conhecimento é construído pela criança nas suas interações com o meio – CONSTRUTIVISMO. •A criança é ATIVA aprende através de suas próprias ações sobre os objetos do meio em que está inserido. •Relação interdependente entre o sujeito conhecedor e o objeto a conhecer. 5
  • 6.
    Fatores de Desenvolvimento •Maturação biológica • Experiência adquirida • Interação social • Processo de Equilibração 6
  • 7.
    Elementos Básicos doDesenvolvimento • Os fatores invariantes: Ao nascer, o indivíduo recebe como herança uma série de estruturas biológicas - sensoriais e neurológicas - que permanecem constantes ao longo da sua vida. O indivíduo carrega consigo duas marcas inatas que são a tendência natural à organização e à adaptação. • Os fatores variantes: O conhecimento se transforma no processo de interação com o meio, visando à adaptação do indivíduo ao real que o circunda. 7
  • 8.
    Conceitos da Teoriade Piaget • ESQUEMAS – São estruturas mentais ou cognitivas pelos quais os indivíduos organizam os eventos como eles são percebidos e classificados em um grupo de acordo com características comuns. • Os esquemas se adaptam e se modificam com o processo de interação com o meio, visando à adaptação do indivíduo. 8 A inteligência não é apenas cristalizada, mas também pode ser fluída.
  • 9.
    Conceito de PiagetDefinicao Exemplo Equilibração Harmonia entre os esquemas e as experiências do indivíduo Um bebê que nunca tenha visto algo voar que nao seja passaros pode pensar que todos os objetos voadores sao “pássaros” Assimilação Tentativa para adaptar as novas experiências pela interpretação destas de acordo com os esquemas existentes Ao ver uma avião no céu a criança tende a chamá-lo de pássaro Acomodação Modifição dos esquemas existentes para poder lidar melhor com as novas experiências. A criança vive um conflito ou desequilibrio ao notar que esse novo pássaro nao possui penas e inventa um novo nome para “isso” (ou pergunta “o que e?”). A acomodacao bem-sucedida restabelece o equilibrio para esse momento Organização Rearranjo dos esquemas disponíveis em estruturas cognitivas novas e mais complexas. Forma esquemas hierárquicos consistentes de classes supeordenadas (objetos voadores) e duas classes subordinadas (pássaros e aviões). 9
  • 10.
    Teoria da Equilibração DesequilíbrioEquilíbrio Adaptação 10 Assimilação Acomodação A escola pode provocar atividades desafiadoras que proporcione o desequilíbrio e a reequilibração.
  • 11.
  • 12.
    Inteligência • É ummecanismo de adaptação do organismo a uma situação nova, e implica a construção contínua de novas estruturas. • A inteligência é atrelada a adaptação a situações novas, portanto está relacionada com a complexidade desta interação do indivíduo com o meio. • A inteligência humana está relacionada a aprendizagem. 12
  • 13.
    Estágios de Desenvolvimento 13 (0-2anos) Sensório- motor (2-7 anos) Pré- operacional (7-12anos) Operacional Concreto (após 12 anos) Operacional Formal • Universais • Fixos • Complexidade Crescente • Faixa de Idade
  • 14.
    Estágio Sensório-motor (0 -2 anos) • Ausência de linguagem e representação interna – Atividades sobre reflexos. • A inteligência prática através de ações: como agarrar, sugar, atirar, bater e chutar. • Aquisição das relações de causa e efeito. • O mundo não pode ser representado mentalmente. • Egocentrismo absoluto. • A exploração manual e visual do ambiente. • A noção de permanência do objeto. • A inteligência é anterior a fala. 14
  • 15.
    Estágio Pré-operatório (2 –7 anos) • O pensamento mágico. Exemplo: nuvens "choram", pássaros voam "porque gostam" e o sol tem "rosto”. • A confusão entre aparência e realidade. • A característica do animismo (vida a seres inanimados). • Introdução a linguagem. O desenvolvimento da linguagem depende do desenvolvimento da inteligência. • Egocentrismo. • A noção de irreversibilidade. A impossibilidade de pensar em sentido reverso. • Pensamento intuitivo. 15
  • 16.
    Período intuitivo –4 aos 7 anos • A criança ainda não é capaz de raciocinar levando em conta as relações entre várias dimensões envolvidas (largura e altura do copo). Seu ponto de vista prevalece sobre as relações lógicas.
  • 17.
    Estágio Operatório Concreto (7-12anos) • Operações lógico-concretas. • A criança desenvolve noções de tempo, espaço, velocidade, ordem, casualidade, ..., sendo então capaz de relacionar diferentes aspectos e abstrair dados da realidade. • Neste período o egocentrismo intelectual e social que caracteriza a fase anterior dá lugar à emergência da capacidade da criança de estabelecer relações e coordenar pontos de vista diferentes e de integrá-los de modo lógico e coerente. 17
  • 18.
    Estágio Operatório Concreto (7-12anos) • Um importante conceito desta fase é o desenvolvimento da reversibilidade, ou seja, a capacidade da representação de uma ação no sentido inverso de uma anterior, anulando a transformação observada. Exemplo: A água do tubo A se voltar para o B ainda terá a mesma quantidade - reversibilidade 18
  • 19.
    Estágio Operacional Formal (após12 anos) – São capazes de lidar com o hipotético ou o ideal (não concreto) Tipo de pensamento: • Pensamento hipotético dedutivo – o indivíduo parte de possibilidade para, a partir delas, raciocinar ou experimentar. Ex. xadrez, categorização • Pensamento abstrato – pode formar abstrações puras e pensar em nível abstrato, verbal. • Pensamento formal – o indivíduo é capaz de distinguir, em uma afirmativa, forma de conteúdo e considerar a forma de raciocínio separadamente do conteúdo específico. • O pensamento final é lógico, abstrato e flexível. • Exemplo: "de grão em grão, a galinha enche o papo"(metáfora) . 19
  • 20.
  • 21.
    Implicações da Teoriade Piaget para educação • Os objetos pedagógicos precisam estar centrados no aluno. • Aluno ativo com autonomia. • A aprendizagem é um processo construído internamente de reorganização cognitiva. • A aprendizagem depende do nível de desenvolvimento maturacional do indivíduo. • Os conflitos cognitivos são importantes para o desenvolvimento da aprendizagem. • A interação social favorece a aprendizagem. 21
  • 22.
    Implicações da Teoriade Piaget para educação • É através da interação com o objeto do conhecimento que o sujeito se constitui • Papel ativo do aluno e do professor O professor não ensina, ajuda o aluno aprender. • Ensino acompanhado de ações e demonstrações Conhecer não consiste, com efeito, em copiar o real, mas em agir sobre ele e transformá-lo.
  • 23.
    Pesquisadores mostravam-se céticosquanto à teoria e ao método de PIAGET que, segundo lhes parecia, não era científico, por apresentar as seguintes falhas graves: a) O pequeno número de sujeitos observados. No início de seu trabalho, PIAGET observava apenas três ou quatro ou, mesmo, uma só criança. Sua “amostra” era considerada muito pequena, não lhe permitindo apresentar dados estatísticos. b) Não seguia um padrão formal de entrevista, isto é, não fazia as mesmas perguntas a todas as crianças, impossibilitando a comparação entre as entrevistas. c) Seus próprios filhos eram sujeitos de muitas das suas observações, contrariando o princípio da imparcialidade científica que exige neutralidade do observador quanto aos observados, com os quais não deveria, portanto, ter nenhum laço afetivo.
  • 24.
    Críticas a TeoriaPsicogenética de Piaget • Muitos estudos não conseguiram encontrar operações formais em adultos • A metade dos adolescentes ainda funcionam no operatório concreto. • Bebês tem a noção de permanência de objetos • Compreensão dos números em pré-escolares • Apesar da influência da sua teoria está diminuindo ainda tem grande impacto.
  • 25.
    Referências 25 BELLO, José Luizde Paiva. A Teoria Básica de Jean Piaget. Disponível em: www.pedagogiaemfoco.pro.br/per09.htm , acessado em 17 abril 2018. COLL, C. Um marco de referência psicológico para a educação escolar: a concepção construtivista da aprendizagem e do ensino. In: COLL, C.; PALACIOS, J.; MARCHESI, A. Desenvolvimento psicológico e educação: psicologia da educação. v. 2. Porto Alegre: Artes Médicas, 1996. p. 389-406 LIMA, Lauro de Oliveira. In: MACEDO, Lino de. Ensaios Construtivistas. São Paulo : Casa do Psicólogo, 1994.