SlideShare uma empresa Scribd logo
EPIs e EPR
A atividade de combate a incêndio, como outras
enfrentadas pelos bombeiros, abriga um potencial
de risco muito grande.
Não se pode pretender tornar o ambiente de
atuação destes profissionais um lugar seguro, livre
dos riscos ambientais, porém a exposição pode e
deve se realizar com a utilização de materiais e
procedimentos que reduzam os danos causados e
garantam, em justa medida, a segurança
ocupacional.
EPI - Equipamento de Proteção
Individual
• Entender a importância da utilização do EPI/EPR;
• Conhecer os itens básicos de EPI necessários para combater um incêndio estrutural;
• Reconhecer as partes do EPI/EPR,
• Efetuar testes e higienização do EPR.
EPI - Equipamento de Proteção
Individual
Objetivos
Incêndios inevitavelmente tornam os ambientes em locais adversos, devido a vários fatores, como:
• Temperatura elevada;
• Deficiência de oxigênio;
• Presença de gases tóxicos e asfixiantes;
• Presença de partículas suspensas na fumaça;
• Risco de colapsos estruturais;
• Fios elétricos, lanças, arestas cortantes e outras estruturas perigosas, etc.
EPI - Equipamento de Proteção
Individual
Fatores de Risco
É importante que o combatente saiba que, ao estar completamente equipado,
ele enfrente algumas dificuldades, tais como:
• Sentidos de tato, visão e audição serão significativamente reduzidos;
• Dificuldade ou restrição de movimentos;
• Aumento do desgaste físico;
• Desidratação.
*Tais dificuldades só serão superadas com treinamentos constantes.
EPI - Equipamento de Proteção
Individual
Dificuldades Durante o
Uso
Alguns cuidados devem ser tomados para garantir a eficiência dos
equipamentos, como por exemplo:
• Nenhuma parte do corpo do combatente deve ficar exposta;
• Conhecer e respeitar os limites de cada equipamento;
• Não molhar o EPI durante o combate. O EPI protege nosso corpo de
uma temperatura superior à necessária para evaporar a água, ou seja, se
molhar o EPI durante o combate a água pode evaporar e causar
queimaduras em nosso corpo;
EPI - Equipamento de Proteção
Individual
Condições de Proteção
EPI - Equipamento de Proteção
Individual
Condições de Proteção
• Não dispensar ou negligenciar o uso do EPI completo em
qualquer incêndio estrutural;
• Equipagem metódica e correta. Sempre deixar uma camada
de ar entre as camadas de proteção do EPI e entre o EPI e o
corpo. Não devemos utilizar EPI apertado ao corpo.
EPI - Equipamento de Proteção
Individual
Itens Básicos de Proteção Individual
• Roupa de aproximação (capa e calça);
• Botas de combate a incêndio;
• Balaclava;
• Capacete de Combate a incêndio, com protetor de
nuca;
• Luvas de combate a incêndio.
EPI - Equipamento de Proteção
Individual
Roupa de Aproximação
• Composta por capa e calça;
• Feita de material retardante às chamas e ao
calor, chamado Aramida (combinação Nomex*
e Kevlar*) ;
• Protege contra ferimentos;
• Protege do calor pela combinação de camadas
de tecido e de ar;
Barreira externa – confeccionada em fibras inerente a chama, com alta
performance de proteção contra calor e chamas. A proteção contra
chamas não é ilimitada, e para evitar propagação de chamas o tecido
deve ser afastado da fonte de chamas;
Barreira de umidade – barreira de proteção contra água e alguns
líquidos perigosos. Permite a respiração de dentro para fora e o
isolamento de fora para dentro;
EPI - Equipamento de Proteção
Individual
Roupa de Aproximação - Possui 3 barreiras de proteção
Barreira térmica – Confeccionada com um feltro de fibras anti-chamas
unido a um tecido de fibras anti-chamas. Tem alta performance de
proteção térmica, retardando a passagem do calor para o interior da
vestimenta.
A barreira de umidade é testada para proteção contra
cinco líquidos mais comuns:
- Espuma de combate a incêndio;
- Ácido de bateria;
- Fluídos hidráulicos;
- Combustíveis;
- Misturas com cloro.
EPI - Equipamento de Proteção
Individual
Roupa de Aproximação
Cuidados gerais:
- A inspeção completa da vestimenta é fundamental para encontrar
alterações em seu interior, garantindo a segurança e proteção;
- Somente juntas a camada externa e a camada interna podem proteger
contra o calor e chama;
- Caso tenha existido contato com líquidos perigosos, seu EPI deve ser
guardada dentro de embalagem plástica e receber tratamento de
higienização necessária. Após a higienização deve ser feita uma inspeção
cuidadosa para verificar se houve danos aos EPI;
EPI - Equipamento de Proteção
Individual
Roupa de Aproximação
• A utilização da roupa associado ao esforço físico causa elevação da
temperatura interna do corpo, gerando um grande desgaste no
organismo. Para minimizar esse desgaste devemos fazer trabalhos de
adaptação realizando exercícios diários com EPI e com o EPR
(caminhadas, corridas, trabalhos pesados, etc). Quanto mais adaptado
o organismo, menor será o desgaste;
• O EPI aumenta a transpiração e consequentemente favorece a
desidratação, por isto, lembre-se de hidratar constantemente, e se for
o caso de fazer reposição com algum isotônico ou soro;
EPI - Equipamento de Proteção
Individual
Roupa de Aproximação
• O EPI somente deverá ser utilizado por pessoas previamente
treinadas para o exercício da função;
• O EPI não foi projetado para proteção contra condução de
eletricidade;
• Mantenha a roupa completamente seca. O EPI em combate a
incêndio não funciona quando molhado, pode lhe causar
queimaduras. Deixe-o secar à sombra e em local ventilado;
• Nunca armazene sua vestimenta em contato com a luz solar
ou luz fluorescente.
EPI - Equipamento de Proteção
Individual
Roupa de Aproximação
Higienização:
- Lavar separadamente das demais roupas;
- Usar detergente padrão ECE (enzimático), ciclo normal;
- Temperatura máxima para lavagem 50° C;
- É proibido utilizar alvejantes, amaciantes, sabão em pó e produtos clorados;
- Não lavar a seco;
- Efetuar enxague adicional em cada processo da lavagem;
- Permitido secagem à máquina a no máximo 70° C;
- Permitido “passar” somente a face exterior do tecido da camada externa ao término da
secagem.
EPI - Equipamento de Proteção
Individual
Roupa de Aproximação
EPI - Equipamento de Proteção
Individual
Botas de Combate a Incêndio
• As mais comuns são feitas de borracha natural;
• Com biqueiras de aço;
• Protegem do calor e contra possíveis cortes,
pancadas e perfurações;
• Protegem pés, tornozelos e pernas.
Higienização:
- Lavar manualmente com detergente neutro
utilizando pano úmido ou escovas de cerdas macias;
- É proibido utilizar alvejantes, amaciantes, sabão em
pó e produtos clorados;
- Secagem natural.
EPI - Equipamento de Proteção
Individual
Botas de Combate a Incêndio
EPI - Equipamento de Proteção
Individual
Balaclava
• Oferecem isolamento térmico da região da cabeça e do
pescoço. A ideal é de no mínimo dupla camada de tecido anti-
chama;
• Deve ser utilizada sobre os tirantes da máscara autônoma;
• Sua pala deve ficar por dentro da jaqueta do roupão do EPI;
• Critério de higienização: os mesmos da roupa de
aproximação, porém não devem se passadas.
EPI - Equipamento de Proteção
Individual
Capacete de Combate a
Incêndio
• Protege a cabeça contra choques mecânicos e calor;
• Devem possuir protetor de calor para a nuca;
• A limpeza do casco, do visor e outras partes não têxteis
podem ser feitas com pano úmido, e se necessário
detergente neutro;
• Critério de higienização das partes têxteis: os mesmos da
roupa de aproximação.
EPI - Equipamento de Proteção
Individual
Luvas de Combate a Incêndio
• Protegem as mãos e os punhos contra o calor, e ferimentos;
• As qualidades mais buscadas nas luvas são:
- Boa flexibilidade, a fim de não limitar demais os
movimentos;
- Boa resistência à abrasão, ao fogo e à água.
• Critério de higienização: os mesmos da roupa de
aproximação, porém não devem ser passadas.
EQUIPAMENTOS DE COMBATE
São dispositivos colocados nas redes de distribuição
que permitem a captação de água, especialmente
durante o combate a incêndio.
Os hidrantes são constituídos por: tubulações,
registros, mangueiras e esguichos. A pressão de água
pode ser obtida por gravidade ou através de bomba.
Hidrantes
A finalidade dos hidrantes dos edifícios residenciais e
industriais é permitir o início do combate a incêndios pelos
próprios usuários dos prédios, antes da chegada dos
bombeiros e ainda facilitar o serviço destes no recalque de
água, principalmente em construções elevadas. Os
hidrantes podem ser alimentados por caixa d'água elevada
ou por sistema subterrâneo. Os hidrantes pode ser de
parede ou de recalque.
Hidrantes
Podemos observar hidrantes urbanos nas calçadas. Esse
tipo de hidrante não é de responsabilidade da edificação,
mas seu abastecimento se dá pela companhia de água da
cidade.
São instalados na calçada e possuem registro que não
permite o seu acionamento por qualquer indivíduo. Existe
uma chave específica que fica em poder do corpo de
bombeiros, tratando-se da principal forma de liberar o
fluxo de água.
Tipos de Hidrantes
Hidrantes Urbano
Esse hidratante é localizado em áreas externas dos edifícios,
ou na calçada – normalmente sob tampas de ferro. Esses
tipos de hidrantes são de responsabilidade particular da
edificação.
Seu objetivo principal é abastecer o sistema de combate a
incêndio, através do caminhão do corpo de bombeiros. Os
hidrantes de recalque não devem ser instalados na
passagem de veículos ou estacionamentos que possam
obstruir o acesso.
Tipos de Hidrantes
Hidrantes de Recalque
Instalados em fábricas, usinas, portos, galpões, etc. Esse tipo
de hidrante é específico e calculado para combate a incêndio,
considerando vazão e pressão para garantir a proteção de
uma edificação ou estrutura específica.
Devido às constantes atividades exercidas nesse tipo de local,
é fundamental a presença desse tipo de hidrante. São, em sua
maioria, de coluna e dispõe de mangueiras e esguichos.
Tipos de Hidrantes
Hidrantes Industriais ou de Coluna
Os hidrantes de parede, em sua grande maioria, são
encontrados na parte interna das edificações comerciais e
residenciais. Esses hidrantes devem ser utilizados por brigadas e
por pessoas treinadas e familiarizadas com o equipamento.
Mesmo sendo os mais encontrados, é necessário um
treinamento básico para utilizá-lo, pois trata-se de um sistema
que trabalha sob pressão, tendo o operador que tomar
cuidados para garantir sua segurança.
Tipos de Hidrantes
Hidrantes de Parede (embutido)
1° Abra a caixa de
incêndio
2° Retire a
mangueira e a
desenvolva logo
após acople o
esguicho.
3°Abra então o
registro.
4° Dirija o jato de
água para a base do
fogo.
Tipos de Hidrantes
Como utilizar os hidrantes de
parede
De acordo com a norma NBR 11861:1998 da Associação Brasileira de
Normas Técnicas, ABNT, mangueiras são classificadas como
“Equipamentos de combate a incêndio”. São constituídas
essencialmente por um duto flexível, composto de fios sintéticos e
borracha natural, dotado de uniões (Storz)”.
As mangueiras são destinado a transportar água sob pressão da fonte
de abastecimento (hidrante ou caminhão) ao lugar onde deve ser
lançada nas operações de combate a incêndio.
Mangueiras
São encontradas nos diâmetros de 1’1/2 polegadas (38mm) e 2’1/2
polegadas (63mm). Elas devem ser acondicionadas , visando serem
utilizadas de forma rápida e fácil para iniciar o combate a incêndio.
Podem ser acondicionadas de duas formas, são elas: Espiral,
aduchadas e zigue-zague.
Para a correta escolha de um tipo de mangueira de incêndio, deve-se
levar em consideração algumas características de aplicação básicas:
locação de instalação, riscos envolvidos, desempenho esperado (de
acordo com o projeto de hidrantes) e resistência à abrasão.
Mangueiras
O esguicho de combate a incêndio é um acessório
extremamente importante no combate a incêndio, ele é
encaixado na ponta da mangueira e serve para regular os
jatos de água e direcioná-los para as chamas.
É importante ressaltar que os esguichos de combate a
incêndio precisam ser regularmente inspecionados, para
garantir seu bom funcionamento no momento em que se
precisar dele. Existem diversos tipos de esguicho de combate
a incêndio, cada um deles possui um propósito diferente.
Componentes
Esguicho
O esguicho agulheta ou cônico é um acessório da
mangueira de incêndio seu uso é indispensável no
conjunto de mangueira de incêndio e acessório.Ela facilita
o bombeiro ou homem de ação a ter uma melhor ação no
foco de incêndio. O esguicho agulheta ou cônico forma
um jato compacto de água que atinge diretamente o foco
de incêndio.
Componentes
Esguicho Agulheta
Ideal para utilização no sistema de hidrantes com
acoplamento de mangueiras de incêndio,
esguicho e outros acessórios que tenham
conexão tipo Storz de 1’1/2 e 2’1/2.
Componentes
Chave de Mangueira - Chave
Storz
EQUIPAMENTOS DE DETECÇÃO:
ALARME E LUZ DE EMERGÊNCIA
0 objetivo deste equipamento e detectar e avisar a
todos os ocupantes da edificação, da ocorrência de um
incêndio ou de uma situação que possa ocasionar
pânico.
Componentes
Sistema de detecção de alarme
Componentes
Sistema de detecção de alarme
Módulos de acionamento
automáticos Detectores de fumaça e
calor (de cima para baixo)
Acionadores manuais
Componentes
Sistema de detecção de alarme
Detectores de calor Sirene
Sistema de Iluminação de
Emergência
É o conjunto de componentes que
proporciona a iluminação suficiente e adequada para permitir a saída
fácil e segura do público para o exterior, no caso de interrupção da alimentação
normal,
Esse sistema é obrigatório nas áreas comuns das edificações, sendo elas:
corredores, escadas, elevadores, saídas de emergência.
Placas de Emergência

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Treinamento de Brigada de Incêndio
Treinamento de Brigada de IncêndioTreinamento de Brigada de Incêndio
Treinamento de Brigada de IncêndioKerginaldo Mota
 
Plano de emergência.
Plano de emergência.Plano de emergência.
Plano de emergência.Alfredo Brito
 
Analise preliminar-de-risco-soldas
Analise preliminar-de-risco-soldasAnalise preliminar-de-risco-soldas
Analise preliminar-de-risco-soldasJose Fernandes
 
treienamento de proteção das maos
treienamento de proteção das maostreienamento de proteção das maos
treienamento de proteção das maosAne Costa
 
Combate a incêndios
Combate a incêndiosCombate a incêndios
Combate a incêndiosj3oj3
 
Treinamento Trabalho em Altura - Atualizado 2023
Treinamento Trabalho em Altura - Atualizado 2023Treinamento Trabalho em Altura - Atualizado 2023
Treinamento Trabalho em Altura - Atualizado 2023José Valfrido
 
Power+point+nr+35
Power+point+nr+35Power+point+nr+35
Power+point+nr+35Gil Mendes
 
NR34 - Treinamento Trabalho a Quente - 2023.pptx
NR34 - Treinamento Trabalho a Quente - 2023.pptxNR34 - Treinamento Trabalho a Quente - 2023.pptx
NR34 - Treinamento Trabalho a Quente - 2023.pptxAndreLuis202744
 
Combate incêndio
Combate incêndioCombate incêndio
Combate incêndioZb Campanha
 
Apresentação NR33 ESPAÇO CONFINADO
Apresentação NR33 ESPAÇO CONFINADOApresentação NR33 ESPAÇO CONFINADO
Apresentação NR33 ESPAÇO CONFINADORobson Peixoto
 

Mais procurados (20)

Treinamento de Brigada de Incêndio
Treinamento de Brigada de IncêndioTreinamento de Brigada de Incêndio
Treinamento de Brigada de Incêndio
 
Plano de emergência.
Plano de emergência.Plano de emergência.
Plano de emergência.
 
NR 12 - Máquinas e Equipamentos
NR 12 - Máquinas e EquipamentosNR 12 - Máquinas e Equipamentos
NR 12 - Máquinas e Equipamentos
 
Resgate em altura
Resgate em alturaResgate em altura
Resgate em altura
 
Treinamento para operador de empilhadeira
Treinamento para operador de empilhadeiraTreinamento para operador de empilhadeira
Treinamento para operador de empilhadeira
 
Analise preliminar-de-risco-soldas
Analise preliminar-de-risco-soldasAnalise preliminar-de-risco-soldas
Analise preliminar-de-risco-soldas
 
Treinamento pta
Treinamento ptaTreinamento pta
Treinamento pta
 
treienamento de proteção das maos
treienamento de proteção das maostreienamento de proteção das maos
treienamento de proteção das maos
 
Seguranca caminhao-betoneira
Seguranca caminhao-betoneiraSeguranca caminhao-betoneira
Seguranca caminhao-betoneira
 
Curso trabalho em altura nr35
Curso trabalho em altura   nr35Curso trabalho em altura   nr35
Curso trabalho em altura nr35
 
Combate a incêndios
Combate a incêndiosCombate a incêndios
Combate a incêndios
 
Evacuacao de Area
Evacuacao de AreaEvacuacao de Area
Evacuacao de Area
 
NR 35- TRABALHO EM ALTURA
NR 35- TRABALHO EM ALTURANR 35- TRABALHO EM ALTURA
NR 35- TRABALHO EM ALTURA
 
Treinamento combate incendios
Treinamento combate incendiosTreinamento combate incendios
Treinamento combate incendios
 
Treinamento Trabalho em Altura - Atualizado 2023
Treinamento Trabalho em Altura - Atualizado 2023Treinamento Trabalho em Altura - Atualizado 2023
Treinamento Trabalho em Altura - Atualizado 2023
 
Power+point+nr+35
Power+point+nr+35Power+point+nr+35
Power+point+nr+35
 
NR34 - Treinamento Trabalho a Quente - 2023.pptx
NR34 - Treinamento Trabalho a Quente - 2023.pptxNR34 - Treinamento Trabalho a Quente - 2023.pptx
NR34 - Treinamento Trabalho a Quente - 2023.pptx
 
Combate incêndio
Combate incêndioCombate incêndio
Combate incêndio
 
Apresentação NR33 ESPAÇO CONFINADO
Apresentação NR33 ESPAÇO CONFINADOApresentação NR33 ESPAÇO CONFINADO
Apresentação NR33 ESPAÇO CONFINADO
 
Acidentes maos-dedos seguranca do trabalho
Acidentes maos-dedos seguranca do trabalhoAcidentes maos-dedos seguranca do trabalho
Acidentes maos-dedos seguranca do trabalho
 

Semelhante a Aula 4 Combate.pdf

Semelhante a Aula 4 Combate.pdf (20)

Epi bom
Epi   bomEpi   bom
Epi bom
 
Epi palestra 2
Epi palestra 2Epi palestra 2
Epi palestra 2
 
epi_palestra_2.ppt
epi_palestra_2.pptepi_palestra_2.ppt
epi_palestra_2.ppt
 
Epi palestra 2
Epi palestra 2Epi palestra 2
Epi palestra 2
 
EPI 2.0
EPI 2.0 EPI 2.0
EPI 2.0
 
Epi palestra 2
Epi palestra 2Epi palestra 2
Epi palestra 2
 
Epi palestra 21
Epi palestra 21Epi palestra 21
Epi palestra 21
 
Apresentação EPI.ppt
Apresentação EPI.pptApresentação EPI.ppt
Apresentação EPI.ppt
 
nr06_treinamento_SSO_apresentacao-EPI.ppt
nr06_treinamento_SSO_apresentacao-EPI.pptnr06_treinamento_SSO_apresentacao-EPI.ppt
nr06_treinamento_SSO_apresentacao-EPI.ppt
 
Treinamento nr 06 epi
Treinamento nr  06   epiTreinamento nr  06   epi
Treinamento nr 06 epi
 
Apostila+segurança+do+trabalho+i
Apostila+segurança+do+trabalho+iApostila+segurança+do+trabalho+i
Apostila+segurança+do+trabalho+i
 
NR06 - EPI.pptx
NR06 - EPI.pptxNR06 - EPI.pptx
NR06 - EPI.pptx
 
Epi e epc ifal
Epi e epc ifalEpi e epc ifal
Epi e epc ifal
 
Treinamentobetoneira 150722194426-lva1-app6892
Treinamentobetoneira 150722194426-lva1-app6892Treinamentobetoneira 150722194426-lva1-app6892
Treinamentobetoneira 150722194426-lva1-app6892
 
Treinamento betoneira
Treinamento betoneiraTreinamento betoneira
Treinamento betoneira
 
Treinamento betoneira
Treinamento betoneiraTreinamento betoneira
Treinamento betoneira
 
treinamento epi.pptx
treinamento epi.pptxtreinamento epi.pptx
treinamento epi.pptx
 
Apresentação Integração.pptx
Apresentação Integração.pptxApresentação Integração.pptx
Apresentação Integração.pptx
 
Riscos amonia
Riscos amoniaRiscos amonia
Riscos amonia
 
treinamentobetoneira-150722194231-lva1-app6892-convertido.pptx
treinamentobetoneira-150722194231-lva1-app6892-convertido.pptxtreinamentobetoneira-150722194231-lva1-app6892-convertido.pptx
treinamentobetoneira-150722194231-lva1-app6892-convertido.pptx
 

Mais de ontimiza

Aula 7 Primeiros Socorros.pdf
Aula 7 Primeiros Socorros.pdfAula 7 Primeiros Socorros.pdf
Aula 7 Primeiros Socorros.pdfontimiza
 
Aula 6 Primeiros Socorros.pdf
Aula 6 Primeiros Socorros.pdfAula 6 Primeiros Socorros.pdf
Aula 6 Primeiros Socorros.pdfontimiza
 
Aula 5 Primeiros Socorros.pdf
Aula 5 Primeiros Socorros.pdfAula 5 Primeiros Socorros.pdf
Aula 5 Primeiros Socorros.pdfontimiza
 
Aula 4 Primeiros Socorros.pdf
Aula 4 Primeiros Socorros.pdfAula 4 Primeiros Socorros.pdf
Aula 4 Primeiros Socorros.pdfontimiza
 
Aula 3 Primeiros Socorros.pdf
Aula 3 Primeiros Socorros.pdfAula 3 Primeiros Socorros.pdf
Aula 3 Primeiros Socorros.pdfontimiza
 
Aula 2 Primeiros Socorros.pdf
Aula 2 Primeiros Socorros.pdfAula 2 Primeiros Socorros.pdf
Aula 2 Primeiros Socorros.pdfontimiza
 
Aula 5 Combate.pdf
Aula 5 Combate.pdfAula 5 Combate.pdf
Aula 5 Combate.pdfontimiza
 
Aula 3 Combate.pdf
Aula 3 Combate.pdfAula 3 Combate.pdf
Aula 3 Combate.pdfontimiza
 
Aula 2 Combate.pdf
Aula 2 Combate.pdfAula 2 Combate.pdf
Aula 2 Combate.pdfontimiza
 
aula 1 - Introdução.pdf
aula 1 - Introdução.pdfaula 1 - Introdução.pdf
aula 1 - Introdução.pdfontimiza
 
Aula 1 Primeiros Socorros.pdf
Aula 1 Primeiros Socorros.pdfAula 1 Primeiros Socorros.pdf
Aula 1 Primeiros Socorros.pdfontimiza
 
Modulo 7 Primeiros Socorros.pdf
Modulo 7 Primeiros Socorros.pdfModulo 7 Primeiros Socorros.pdf
Modulo 7 Primeiros Socorros.pdfontimiza
 

Mais de ontimiza (12)

Aula 7 Primeiros Socorros.pdf
Aula 7 Primeiros Socorros.pdfAula 7 Primeiros Socorros.pdf
Aula 7 Primeiros Socorros.pdf
 
Aula 6 Primeiros Socorros.pdf
Aula 6 Primeiros Socorros.pdfAula 6 Primeiros Socorros.pdf
Aula 6 Primeiros Socorros.pdf
 
Aula 5 Primeiros Socorros.pdf
Aula 5 Primeiros Socorros.pdfAula 5 Primeiros Socorros.pdf
Aula 5 Primeiros Socorros.pdf
 
Aula 4 Primeiros Socorros.pdf
Aula 4 Primeiros Socorros.pdfAula 4 Primeiros Socorros.pdf
Aula 4 Primeiros Socorros.pdf
 
Aula 3 Primeiros Socorros.pdf
Aula 3 Primeiros Socorros.pdfAula 3 Primeiros Socorros.pdf
Aula 3 Primeiros Socorros.pdf
 
Aula 2 Primeiros Socorros.pdf
Aula 2 Primeiros Socorros.pdfAula 2 Primeiros Socorros.pdf
Aula 2 Primeiros Socorros.pdf
 
Aula 5 Combate.pdf
Aula 5 Combate.pdfAula 5 Combate.pdf
Aula 5 Combate.pdf
 
Aula 3 Combate.pdf
Aula 3 Combate.pdfAula 3 Combate.pdf
Aula 3 Combate.pdf
 
Aula 2 Combate.pdf
Aula 2 Combate.pdfAula 2 Combate.pdf
Aula 2 Combate.pdf
 
aula 1 - Introdução.pdf
aula 1 - Introdução.pdfaula 1 - Introdução.pdf
aula 1 - Introdução.pdf
 
Aula 1 Primeiros Socorros.pdf
Aula 1 Primeiros Socorros.pdfAula 1 Primeiros Socorros.pdf
Aula 1 Primeiros Socorros.pdf
 
Modulo 7 Primeiros Socorros.pdf
Modulo 7 Primeiros Socorros.pdfModulo 7 Primeiros Socorros.pdf
Modulo 7 Primeiros Socorros.pdf
 

Último

DESAFIO FILOSÓFICO - 1ª SÉRIE - SESI 2020.pptx
DESAFIO FILOSÓFICO - 1ª SÉRIE - SESI 2020.pptxDESAFIO FILOSÓFICO - 1ª SÉRIE - SESI 2020.pptx
DESAFIO FILOSÓFICO - 1ª SÉRIE - SESI 2020.pptxProfessor Liniker Santana
 
Poema - Reciclar é preciso
Poema            -        Reciclar é precisoPoema            -        Reciclar é preciso
Poema - Reciclar é precisoMary Alvarenga
 
O autismo me ensinou - Letícia Butterfield.pdf
O autismo me ensinou - Letícia Butterfield.pdfO autismo me ensinou - Letícia Butterfield.pdf
O autismo me ensinou - Letícia Butterfield.pdfLetícia Butterfield
 
AS COLUNAS B E J E SUAS POSICOES CONFORME O RITO.pdf
AS COLUNAS B E J E SUAS POSICOES CONFORME O RITO.pdfAS COLUNAS B E J E SUAS POSICOES CONFORME O RITO.pdf
AS COLUNAS B E J E SUAS POSICOES CONFORME O RITO.pdfssuserbb4ac2
 
Fotossíntese para o Ensino médio primeiros anos
Fotossíntese para o Ensino médio primeiros anosFotossíntese para o Ensino médio primeiros anos
Fotossíntese para o Ensino médio primeiros anosbiancaborges0906
 
Recurso da Casa das Ciências: Bateria/Acumulador
Recurso da Casa das Ciências: Bateria/AcumuladorRecurso da Casa das Ciências: Bateria/Acumulador
Recurso da Casa das Ciências: Bateria/AcumuladorCasa Ciências
 
Aproveitando as ferramentas do Tableau para criatividade e produtividade
Aproveitando as ferramentas do Tableau para criatividade e produtividadeAproveitando as ferramentas do Tableau para criatividade e produtividade
Aproveitando as ferramentas do Tableau para criatividade e produtividadeLigia Galvão
 
Exercícios de Clima no brasil e no mundo.pdf
Exercícios de Clima no brasil e no mundo.pdfExercícios de Clima no brasil e no mundo.pdf
Exercícios de Clima no brasil e no mundo.pdfRILTONNOGUEIRADOSSAN
 
Instrucoes_A_M_Pranchas_01_a_33_Encadern (4).pdf
Instrucoes_A_M_Pranchas_01_a_33_Encadern (4).pdfInstrucoes_A_M_Pranchas_01_a_33_Encadern (4).pdf
Instrucoes_A_M_Pranchas_01_a_33_Encadern (4).pdfssuserbb4ac2
 
GRAMÁTICA NORMATIVA DA LÍNGUA PORTUGUESA UM GUIA COMPLETO DO IDIOMA.pdf
GRAMÁTICA NORMATIVA DA LÍNGUA PORTUGUESA UM GUIA COMPLETO DO IDIOMA.pdfGRAMÁTICA NORMATIVA DA LÍNGUA PORTUGUESA UM GUIA COMPLETO DO IDIOMA.pdf
GRAMÁTICA NORMATIVA DA LÍNGUA PORTUGUESA UM GUIA COMPLETO DO IDIOMA.pdfrarakey779
 
Desastres ambientais e vulnerabilidadess
Desastres ambientais e vulnerabilidadessDesastres ambientais e vulnerabilidadess
Desastres ambientais e vulnerabilidadessRodrigoGonzlez461291
 
5ca0e9_ea0307e5baa1478490e87a15cb4ee530.pdf
5ca0e9_ea0307e5baa1478490e87a15cb4ee530.pdf5ca0e9_ea0307e5baa1478490e87a15cb4ee530.pdf
5ca0e9_ea0307e5baa1478490e87a15cb4ee530.pdfedjailmax
 
Evangelismo e Missões Contemporânea Cristã.pdf
Evangelismo e Missões Contemporânea Cristã.pdfEvangelismo e Missões Contemporânea Cristã.pdf
Evangelismo e Missões Contemporânea Cristã.pdfPastor Robson Colaço
 
GRAMÁTICA NORMATIVA DA LÍNGUA PORTUGUESA UM GUIA COMPLETO DO IDIOMA.pdf
GRAMÁTICA NORMATIVA DA LÍNGUA PORTUGUESA UM GUIA COMPLETO DO IDIOMA.pdfGRAMÁTICA NORMATIVA DA LÍNGUA PORTUGUESA UM GUIA COMPLETO DO IDIOMA.pdf
GRAMÁTICA NORMATIVA DA LÍNGUA PORTUGUESA UM GUIA COMPLETO DO IDIOMA.pdfrarakey779
 
Slides Lição 9, Betel, Ordenança para uma vida de santificação, 2Tr24.pptx
Slides Lição 9, Betel, Ordenança para uma vida de santificação, 2Tr24.pptxSlides Lição 9, Betel, Ordenança para uma vida de santificação, 2Tr24.pptx
Slides Lição 9, Betel, Ordenança para uma vida de santificação, 2Tr24.pptxLuizHenriquedeAlmeid6
 
Atividade português 7 ano página 38 a 40
Atividade português 7 ano página 38 a 40Atividade português 7 ano página 38 a 40
Atividade português 7 ano página 38 a 40vitoriaalyce2011
 
OFICINA - CAFETERIA DAS HABILIDADES.pdf_20240516_002101_0000.pdf
OFICINA - CAFETERIA DAS HABILIDADES.pdf_20240516_002101_0000.pdfOFICINA - CAFETERIA DAS HABILIDADES.pdf_20240516_002101_0000.pdf
OFICINA - CAFETERIA DAS HABILIDADES.pdf_20240516_002101_0000.pdfAndriaNascimento27
 
Apresentação de vocabulário fundamental em contexto de atendimento
Apresentação de vocabulário fundamental em contexto de atendimentoApresentação de vocabulário fundamental em contexto de atendimento
Apresentação de vocabulário fundamental em contexto de atendimentoPedroFerreira53928
 
Conteúdo sobre a formação e expansão persa
Conteúdo sobre a formação e expansão persaConteúdo sobre a formação e expansão persa
Conteúdo sobre a formação e expansão persafelipescherner
 
Hans Kelsen - Teoria Pura do Direito - Obra completa.pdf
Hans Kelsen - Teoria Pura do Direito - Obra completa.pdfHans Kelsen - Teoria Pura do Direito - Obra completa.pdf
Hans Kelsen - Teoria Pura do Direito - Obra completa.pdfLeandroTelesRocha2
 

Último (20)

DESAFIO FILOSÓFICO - 1ª SÉRIE - SESI 2020.pptx
DESAFIO FILOSÓFICO - 1ª SÉRIE - SESI 2020.pptxDESAFIO FILOSÓFICO - 1ª SÉRIE - SESI 2020.pptx
DESAFIO FILOSÓFICO - 1ª SÉRIE - SESI 2020.pptx
 
Poema - Reciclar é preciso
Poema            -        Reciclar é precisoPoema            -        Reciclar é preciso
Poema - Reciclar é preciso
 
O autismo me ensinou - Letícia Butterfield.pdf
O autismo me ensinou - Letícia Butterfield.pdfO autismo me ensinou - Letícia Butterfield.pdf
O autismo me ensinou - Letícia Butterfield.pdf
 
AS COLUNAS B E J E SUAS POSICOES CONFORME O RITO.pdf
AS COLUNAS B E J E SUAS POSICOES CONFORME O RITO.pdfAS COLUNAS B E J E SUAS POSICOES CONFORME O RITO.pdf
AS COLUNAS B E J E SUAS POSICOES CONFORME O RITO.pdf
 
Fotossíntese para o Ensino médio primeiros anos
Fotossíntese para o Ensino médio primeiros anosFotossíntese para o Ensino médio primeiros anos
Fotossíntese para o Ensino médio primeiros anos
 
Recurso da Casa das Ciências: Bateria/Acumulador
Recurso da Casa das Ciências: Bateria/AcumuladorRecurso da Casa das Ciências: Bateria/Acumulador
Recurso da Casa das Ciências: Bateria/Acumulador
 
Aproveitando as ferramentas do Tableau para criatividade e produtividade
Aproveitando as ferramentas do Tableau para criatividade e produtividadeAproveitando as ferramentas do Tableau para criatividade e produtividade
Aproveitando as ferramentas do Tableau para criatividade e produtividade
 
Exercícios de Clima no brasil e no mundo.pdf
Exercícios de Clima no brasil e no mundo.pdfExercícios de Clima no brasil e no mundo.pdf
Exercícios de Clima no brasil e no mundo.pdf
 
Instrucoes_A_M_Pranchas_01_a_33_Encadern (4).pdf
Instrucoes_A_M_Pranchas_01_a_33_Encadern (4).pdfInstrucoes_A_M_Pranchas_01_a_33_Encadern (4).pdf
Instrucoes_A_M_Pranchas_01_a_33_Encadern (4).pdf
 
GRAMÁTICA NORMATIVA DA LÍNGUA PORTUGUESA UM GUIA COMPLETO DO IDIOMA.pdf
GRAMÁTICA NORMATIVA DA LÍNGUA PORTUGUESA UM GUIA COMPLETO DO IDIOMA.pdfGRAMÁTICA NORMATIVA DA LÍNGUA PORTUGUESA UM GUIA COMPLETO DO IDIOMA.pdf
GRAMÁTICA NORMATIVA DA LÍNGUA PORTUGUESA UM GUIA COMPLETO DO IDIOMA.pdf
 
Desastres ambientais e vulnerabilidadess
Desastres ambientais e vulnerabilidadessDesastres ambientais e vulnerabilidadess
Desastres ambientais e vulnerabilidadess
 
5ca0e9_ea0307e5baa1478490e87a15cb4ee530.pdf
5ca0e9_ea0307e5baa1478490e87a15cb4ee530.pdf5ca0e9_ea0307e5baa1478490e87a15cb4ee530.pdf
5ca0e9_ea0307e5baa1478490e87a15cb4ee530.pdf
 
Evangelismo e Missões Contemporânea Cristã.pdf
Evangelismo e Missões Contemporânea Cristã.pdfEvangelismo e Missões Contemporânea Cristã.pdf
Evangelismo e Missões Contemporânea Cristã.pdf
 
GRAMÁTICA NORMATIVA DA LÍNGUA PORTUGUESA UM GUIA COMPLETO DO IDIOMA.pdf
GRAMÁTICA NORMATIVA DA LÍNGUA PORTUGUESA UM GUIA COMPLETO DO IDIOMA.pdfGRAMÁTICA NORMATIVA DA LÍNGUA PORTUGUESA UM GUIA COMPLETO DO IDIOMA.pdf
GRAMÁTICA NORMATIVA DA LÍNGUA PORTUGUESA UM GUIA COMPLETO DO IDIOMA.pdf
 
Slides Lição 9, Betel, Ordenança para uma vida de santificação, 2Tr24.pptx
Slides Lição 9, Betel, Ordenança para uma vida de santificação, 2Tr24.pptxSlides Lição 9, Betel, Ordenança para uma vida de santificação, 2Tr24.pptx
Slides Lição 9, Betel, Ordenança para uma vida de santificação, 2Tr24.pptx
 
Atividade português 7 ano página 38 a 40
Atividade português 7 ano página 38 a 40Atividade português 7 ano página 38 a 40
Atividade português 7 ano página 38 a 40
 
OFICINA - CAFETERIA DAS HABILIDADES.pdf_20240516_002101_0000.pdf
OFICINA - CAFETERIA DAS HABILIDADES.pdf_20240516_002101_0000.pdfOFICINA - CAFETERIA DAS HABILIDADES.pdf_20240516_002101_0000.pdf
OFICINA - CAFETERIA DAS HABILIDADES.pdf_20240516_002101_0000.pdf
 
Apresentação de vocabulário fundamental em contexto de atendimento
Apresentação de vocabulário fundamental em contexto de atendimentoApresentação de vocabulário fundamental em contexto de atendimento
Apresentação de vocabulário fundamental em contexto de atendimento
 
Conteúdo sobre a formação e expansão persa
Conteúdo sobre a formação e expansão persaConteúdo sobre a formação e expansão persa
Conteúdo sobre a formação e expansão persa
 
Hans Kelsen - Teoria Pura do Direito - Obra completa.pdf
Hans Kelsen - Teoria Pura do Direito - Obra completa.pdfHans Kelsen - Teoria Pura do Direito - Obra completa.pdf
Hans Kelsen - Teoria Pura do Direito - Obra completa.pdf
 

Aula 4 Combate.pdf

  • 1.
  • 3. A atividade de combate a incêndio, como outras enfrentadas pelos bombeiros, abriga um potencial de risco muito grande. Não se pode pretender tornar o ambiente de atuação destes profissionais um lugar seguro, livre dos riscos ambientais, porém a exposição pode e deve se realizar com a utilização de materiais e procedimentos que reduzam os danos causados e garantam, em justa medida, a segurança ocupacional. EPI - Equipamento de Proteção Individual
  • 4. • Entender a importância da utilização do EPI/EPR; • Conhecer os itens básicos de EPI necessários para combater um incêndio estrutural; • Reconhecer as partes do EPI/EPR, • Efetuar testes e higienização do EPR. EPI - Equipamento de Proteção Individual Objetivos
  • 5. Incêndios inevitavelmente tornam os ambientes em locais adversos, devido a vários fatores, como: • Temperatura elevada; • Deficiência de oxigênio; • Presença de gases tóxicos e asfixiantes; • Presença de partículas suspensas na fumaça; • Risco de colapsos estruturais; • Fios elétricos, lanças, arestas cortantes e outras estruturas perigosas, etc. EPI - Equipamento de Proteção Individual Fatores de Risco
  • 6. É importante que o combatente saiba que, ao estar completamente equipado, ele enfrente algumas dificuldades, tais como: • Sentidos de tato, visão e audição serão significativamente reduzidos; • Dificuldade ou restrição de movimentos; • Aumento do desgaste físico; • Desidratação. *Tais dificuldades só serão superadas com treinamentos constantes. EPI - Equipamento de Proteção Individual Dificuldades Durante o Uso
  • 7. Alguns cuidados devem ser tomados para garantir a eficiência dos equipamentos, como por exemplo: • Nenhuma parte do corpo do combatente deve ficar exposta; • Conhecer e respeitar os limites de cada equipamento; • Não molhar o EPI durante o combate. O EPI protege nosso corpo de uma temperatura superior à necessária para evaporar a água, ou seja, se molhar o EPI durante o combate a água pode evaporar e causar queimaduras em nosso corpo; EPI - Equipamento de Proteção Individual Condições de Proteção
  • 8. EPI - Equipamento de Proteção Individual Condições de Proteção • Não dispensar ou negligenciar o uso do EPI completo em qualquer incêndio estrutural; • Equipagem metódica e correta. Sempre deixar uma camada de ar entre as camadas de proteção do EPI e entre o EPI e o corpo. Não devemos utilizar EPI apertado ao corpo.
  • 9. EPI - Equipamento de Proteção Individual Itens Básicos de Proteção Individual • Roupa de aproximação (capa e calça); • Botas de combate a incêndio; • Balaclava; • Capacete de Combate a incêndio, com protetor de nuca; • Luvas de combate a incêndio.
  • 10. EPI - Equipamento de Proteção Individual Roupa de Aproximação • Composta por capa e calça; • Feita de material retardante às chamas e ao calor, chamado Aramida (combinação Nomex* e Kevlar*) ; • Protege contra ferimentos; • Protege do calor pela combinação de camadas de tecido e de ar;
  • 11. Barreira externa – confeccionada em fibras inerente a chama, com alta performance de proteção contra calor e chamas. A proteção contra chamas não é ilimitada, e para evitar propagação de chamas o tecido deve ser afastado da fonte de chamas; Barreira de umidade – barreira de proteção contra água e alguns líquidos perigosos. Permite a respiração de dentro para fora e o isolamento de fora para dentro; EPI - Equipamento de Proteção Individual Roupa de Aproximação - Possui 3 barreiras de proteção Barreira térmica – Confeccionada com um feltro de fibras anti-chamas unido a um tecido de fibras anti-chamas. Tem alta performance de proteção térmica, retardando a passagem do calor para o interior da vestimenta.
  • 12. A barreira de umidade é testada para proteção contra cinco líquidos mais comuns: - Espuma de combate a incêndio; - Ácido de bateria; - Fluídos hidráulicos; - Combustíveis; - Misturas com cloro. EPI - Equipamento de Proteção Individual Roupa de Aproximação
  • 13. Cuidados gerais: - A inspeção completa da vestimenta é fundamental para encontrar alterações em seu interior, garantindo a segurança e proteção; - Somente juntas a camada externa e a camada interna podem proteger contra o calor e chama; - Caso tenha existido contato com líquidos perigosos, seu EPI deve ser guardada dentro de embalagem plástica e receber tratamento de higienização necessária. Após a higienização deve ser feita uma inspeção cuidadosa para verificar se houve danos aos EPI; EPI - Equipamento de Proteção Individual Roupa de Aproximação
  • 14. • A utilização da roupa associado ao esforço físico causa elevação da temperatura interna do corpo, gerando um grande desgaste no organismo. Para minimizar esse desgaste devemos fazer trabalhos de adaptação realizando exercícios diários com EPI e com o EPR (caminhadas, corridas, trabalhos pesados, etc). Quanto mais adaptado o organismo, menor será o desgaste; • O EPI aumenta a transpiração e consequentemente favorece a desidratação, por isto, lembre-se de hidratar constantemente, e se for o caso de fazer reposição com algum isotônico ou soro; EPI - Equipamento de Proteção Individual Roupa de Aproximação
  • 15. • O EPI somente deverá ser utilizado por pessoas previamente treinadas para o exercício da função; • O EPI não foi projetado para proteção contra condução de eletricidade; • Mantenha a roupa completamente seca. O EPI em combate a incêndio não funciona quando molhado, pode lhe causar queimaduras. Deixe-o secar à sombra e em local ventilado; • Nunca armazene sua vestimenta em contato com a luz solar ou luz fluorescente. EPI - Equipamento de Proteção Individual Roupa de Aproximação
  • 16. Higienização: - Lavar separadamente das demais roupas; - Usar detergente padrão ECE (enzimático), ciclo normal; - Temperatura máxima para lavagem 50° C; - É proibido utilizar alvejantes, amaciantes, sabão em pó e produtos clorados; - Não lavar a seco; - Efetuar enxague adicional em cada processo da lavagem; - Permitido secagem à máquina a no máximo 70° C; - Permitido “passar” somente a face exterior do tecido da camada externa ao término da secagem. EPI - Equipamento de Proteção Individual Roupa de Aproximação
  • 17. EPI - Equipamento de Proteção Individual Botas de Combate a Incêndio • As mais comuns são feitas de borracha natural; • Com biqueiras de aço; • Protegem do calor e contra possíveis cortes, pancadas e perfurações; • Protegem pés, tornozelos e pernas.
  • 18. Higienização: - Lavar manualmente com detergente neutro utilizando pano úmido ou escovas de cerdas macias; - É proibido utilizar alvejantes, amaciantes, sabão em pó e produtos clorados; - Secagem natural. EPI - Equipamento de Proteção Individual Botas de Combate a Incêndio
  • 19. EPI - Equipamento de Proteção Individual Balaclava • Oferecem isolamento térmico da região da cabeça e do pescoço. A ideal é de no mínimo dupla camada de tecido anti- chama; • Deve ser utilizada sobre os tirantes da máscara autônoma; • Sua pala deve ficar por dentro da jaqueta do roupão do EPI; • Critério de higienização: os mesmos da roupa de aproximação, porém não devem se passadas.
  • 20. EPI - Equipamento de Proteção Individual Capacete de Combate a Incêndio • Protege a cabeça contra choques mecânicos e calor; • Devem possuir protetor de calor para a nuca; • A limpeza do casco, do visor e outras partes não têxteis podem ser feitas com pano úmido, e se necessário detergente neutro; • Critério de higienização das partes têxteis: os mesmos da roupa de aproximação.
  • 21. EPI - Equipamento de Proteção Individual Luvas de Combate a Incêndio • Protegem as mãos e os punhos contra o calor, e ferimentos; • As qualidades mais buscadas nas luvas são: - Boa flexibilidade, a fim de não limitar demais os movimentos; - Boa resistência à abrasão, ao fogo e à água. • Critério de higienização: os mesmos da roupa de aproximação, porém não devem ser passadas.
  • 23. São dispositivos colocados nas redes de distribuição que permitem a captação de água, especialmente durante o combate a incêndio. Os hidrantes são constituídos por: tubulações, registros, mangueiras e esguichos. A pressão de água pode ser obtida por gravidade ou através de bomba. Hidrantes
  • 24. A finalidade dos hidrantes dos edifícios residenciais e industriais é permitir o início do combate a incêndios pelos próprios usuários dos prédios, antes da chegada dos bombeiros e ainda facilitar o serviço destes no recalque de água, principalmente em construções elevadas. Os hidrantes podem ser alimentados por caixa d'água elevada ou por sistema subterrâneo. Os hidrantes pode ser de parede ou de recalque. Hidrantes
  • 25. Podemos observar hidrantes urbanos nas calçadas. Esse tipo de hidrante não é de responsabilidade da edificação, mas seu abastecimento se dá pela companhia de água da cidade. São instalados na calçada e possuem registro que não permite o seu acionamento por qualquer indivíduo. Existe uma chave específica que fica em poder do corpo de bombeiros, tratando-se da principal forma de liberar o fluxo de água. Tipos de Hidrantes Hidrantes Urbano
  • 26. Esse hidratante é localizado em áreas externas dos edifícios, ou na calçada – normalmente sob tampas de ferro. Esses tipos de hidrantes são de responsabilidade particular da edificação. Seu objetivo principal é abastecer o sistema de combate a incêndio, através do caminhão do corpo de bombeiros. Os hidrantes de recalque não devem ser instalados na passagem de veículos ou estacionamentos que possam obstruir o acesso. Tipos de Hidrantes Hidrantes de Recalque
  • 27. Instalados em fábricas, usinas, portos, galpões, etc. Esse tipo de hidrante é específico e calculado para combate a incêndio, considerando vazão e pressão para garantir a proteção de uma edificação ou estrutura específica. Devido às constantes atividades exercidas nesse tipo de local, é fundamental a presença desse tipo de hidrante. São, em sua maioria, de coluna e dispõe de mangueiras e esguichos. Tipos de Hidrantes Hidrantes Industriais ou de Coluna
  • 28. Os hidrantes de parede, em sua grande maioria, são encontrados na parte interna das edificações comerciais e residenciais. Esses hidrantes devem ser utilizados por brigadas e por pessoas treinadas e familiarizadas com o equipamento. Mesmo sendo os mais encontrados, é necessário um treinamento básico para utilizá-lo, pois trata-se de um sistema que trabalha sob pressão, tendo o operador que tomar cuidados para garantir sua segurança. Tipos de Hidrantes Hidrantes de Parede (embutido)
  • 29. 1° Abra a caixa de incêndio 2° Retire a mangueira e a desenvolva logo após acople o esguicho. 3°Abra então o registro. 4° Dirija o jato de água para a base do fogo. Tipos de Hidrantes Como utilizar os hidrantes de parede
  • 30. De acordo com a norma NBR 11861:1998 da Associação Brasileira de Normas Técnicas, ABNT, mangueiras são classificadas como “Equipamentos de combate a incêndio”. São constituídas essencialmente por um duto flexível, composto de fios sintéticos e borracha natural, dotado de uniões (Storz)”. As mangueiras são destinado a transportar água sob pressão da fonte de abastecimento (hidrante ou caminhão) ao lugar onde deve ser lançada nas operações de combate a incêndio. Mangueiras
  • 31. São encontradas nos diâmetros de 1’1/2 polegadas (38mm) e 2’1/2 polegadas (63mm). Elas devem ser acondicionadas , visando serem utilizadas de forma rápida e fácil para iniciar o combate a incêndio. Podem ser acondicionadas de duas formas, são elas: Espiral, aduchadas e zigue-zague. Para a correta escolha de um tipo de mangueira de incêndio, deve-se levar em consideração algumas características de aplicação básicas: locação de instalação, riscos envolvidos, desempenho esperado (de acordo com o projeto de hidrantes) e resistência à abrasão. Mangueiras
  • 32. O esguicho de combate a incêndio é um acessório extremamente importante no combate a incêndio, ele é encaixado na ponta da mangueira e serve para regular os jatos de água e direcioná-los para as chamas. É importante ressaltar que os esguichos de combate a incêndio precisam ser regularmente inspecionados, para garantir seu bom funcionamento no momento em que se precisar dele. Existem diversos tipos de esguicho de combate a incêndio, cada um deles possui um propósito diferente. Componentes Esguicho
  • 33. O esguicho agulheta ou cônico é um acessório da mangueira de incêndio seu uso é indispensável no conjunto de mangueira de incêndio e acessório.Ela facilita o bombeiro ou homem de ação a ter uma melhor ação no foco de incêndio. O esguicho agulheta ou cônico forma um jato compacto de água que atinge diretamente o foco de incêndio. Componentes Esguicho Agulheta
  • 34. Ideal para utilização no sistema de hidrantes com acoplamento de mangueiras de incêndio, esguicho e outros acessórios que tenham conexão tipo Storz de 1’1/2 e 2’1/2. Componentes Chave de Mangueira - Chave Storz
  • 35. EQUIPAMENTOS DE DETECÇÃO: ALARME E LUZ DE EMERGÊNCIA
  • 36. 0 objetivo deste equipamento e detectar e avisar a todos os ocupantes da edificação, da ocorrência de um incêndio ou de uma situação que possa ocasionar pânico. Componentes Sistema de detecção de alarme
  • 37. Componentes Sistema de detecção de alarme Módulos de acionamento automáticos Detectores de fumaça e calor (de cima para baixo) Acionadores manuais
  • 38. Componentes Sistema de detecção de alarme Detectores de calor Sirene
  • 39. Sistema de Iluminação de Emergência É o conjunto de componentes que proporciona a iluminação suficiente e adequada para permitir a saída fácil e segura do público para o exterior, no caso de interrupção da alimentação normal, Esse sistema é obrigatório nas áreas comuns das edificações, sendo elas: corredores, escadas, elevadores, saídas de emergência.