Está palestra tem como foco falar de todos os componentes do sangue e linfa que são de extrema importância que sejam conhecidos por um técnico de medicina geral
Componentes de Sanguee Linfa
Dr. Leonel Dama
Médico de Clínica Geral
DISCIPLINA DE ANATOMIA E FISIOLOGIA HUMANA
2.
Objectivos
1. Descrever aorigem embriológica;
2. Descrever as funções do sangue;
3. Descrever as funções da linfa;
4. Listar os componentes líquidos de sangue e linfa;
5. Listar os componentes celulares de sangue e linfa;
6. Listar e definir os parâmetros bioquímicos principais;
3.
Objectivos
7. Descrever amorfologia dos eritrócitos e as suas funções;
8. Explicar o ciclo vital dos eritrócitos;
9. Descrever a morfologia dos leucócitos e as suas funções;
10. Explicar o ciclo vital dos leucócitos;
11. Listar os diferentes tipos de leucócitos;
12. Descrever a morfologia das plaquetas e as suas funções;
13. Explicar o ciclo vital das plaquetas.
4.
SANGUE E LINFA:GENERALIDADES
O sangue é um tecido celular conjuntivo dissolvido numa ampla
matriz líquida, capaz de fluir e levar o componente celular por
todo o corpo, a través do “aparelho cardiovascular”, com
funções de:
Transporte:
Abastecimento de todas as células com as moléculas (O2 e
nutrientes) que precisam desde os órgãos produtoras das
mesmas (pulmões, fígado, intestino,…).
5.
SANGUE
Retirada dasmoléculas do catabolismo celular (CO2 e
resíduos metabólicos) para a sua eliminação
definitiva pelos órgãos específicos (pulmões, rins,…).
Comunicação entre diferentes tecidos e órgãos,
mediante o transporte de substâncias activas
(hormónios, enzimas, neurotransmissores,…).
6.
SANGUE
Homeostase do meiointerno:
Manutenção do pH e do conteúdo osmótico e iónico do
LEC e LIC nos tecidos.
Manutenção da temperatura corporal, mediante
absorção ou transferência de calor desde e para os
tecidos, e por mecanismos de circulação selectiva nos
tecidos prioritários.
7.
SANGUE
Proteção do organismo:
Contra invasões locais (em uma certa estrutura) ou
sistémicas (em todo o corpo, dispersas pelo próprio
sangue) por microrganismos.
Reconhecimento e eliminação de células
degeneradas (mortas, envelhecidas, cancerosas,…).
8.
SANGUE
Reparação de tecidos:
Regeneração e reparação tissular, mediante processos de
“inflamação”.
Reparação do próprio aparelho vascular, mediante a
coagulação (capacidade do sangue de se solidificar,
tamponando qualquer quebra do sistema circulatório
evitando uma perca incontrolada de sangue).
9.
Origem embriológica dosangue
As células do sangue têm uma origem comum a partir de
células não diferenciadas (“hemocitoblastos ou células
mães”) que começam-se formar na 3ª semana da vida
embrionária a partir do endotélio dos primeiros vasos
sanguíneos.
Durante o 2º mês de vida intra-uterina, o fígado assume
um papel importante na formação das células sanguíneas
10.
SANGUE
Durante o5º mês, o baço é o produtor dominante, mas essa
actividade rapidamente baixa.
Ainda no 5º mês, começa o desenvolvimento das células
sanguíneas dentro dos ossos, na medula óssea, e que
continua após o nascimento até a puberdade, altura em que
a medula óssea em todas as extremidades dos ossos longos,
torna-se menos celular e mais gordurosa, originando a
medula óssea amarela.
11.
SANGUE
No adulto,somente a medula óssea vermelha,
localizada principalmente no crânio, costelas,
vertebras, esterno e pelve, tem actividade
hematopoiética. A formação de células sanguíneas a
partir de suas percursoras é chamada de
hematopiese.
12.
Componentes do sangue
O sangue perfaz cerca de 4 a 6 litros, equivalente a 7 - 8% da massa
corporal. Está constituído por duas fracções (líquida e celular),
facilmente identificáveis num tubo de ensaio depois de centrifugação:
Fracção líquida ou “plasma”, que representa 55-60% do volume
sanguíneo total. É uma solução isotónica de iões e proteínas na que
flui a fracção celular.
Fracção celular, que supõe 40-45% do volume sanguíneo,
percentagem que é chamado “hematócrito”. Inclui 3 tipos celulares
com morfologia e funções diferentes.
13.
Componentes do sangue
Células vermelhas, ou “hemáceas” ou “eritrócitos”:
são a maior fracção de células do sangue (95%), são
células em forma de disco, sem núcleo, cheias de
hemoglobina, proteína capaz de transportar os gases:
oxigénio (O2) dos pulmões aos tecidos e o dióxido de
carbono (CO2) dos tecidos aos pulmões .
14.
Componentes do sangue
Células brancas ou “leucócitos”: formadas por vários
tipos de células com várias formas. São células de
tamanho grande comparadas ás células vermelhas,
apresentam núcleo, com funções de defesa perante
agentes externos que possam invadir o corpo.
Plaquetas: São fragmentos celulares sem núcleo, que
intervêm nos processos de coagulação.
15.
Componentes do sangue
OPlasma é uma solução aquosa (91% do peso do
plasma é água) isotónica, que contêm proteínas, iões
e outras moléculas
As Proteínas (cerca de 7% do peso do plasma), são a
maior porção das substâncias contidas no plasma
(60-85 g/l) e incluem:
16.
Componentes do sangue
Albumina(54% das proteínas plasmáticas: 35-45 g/l),
que é o principal agente osmótico do plasma: como
não passa a membrana celular do endotélio vascular,
retêm água no plasma se opondo a sua passagem
para o interstício. A pressão osmótica exercida pelas
proteínas do plasma é chamada “pressão oncótica”.
17.
Componentes do sangue
Adiminuição da concentração da albumina no
plasma provoca a saída de água dos vasos para o
espaço intersticial (extravascular e extracelular),
levando ao acúmulo de água nos tecidos, situação
clínica chamada “edema”, facilmente observável e
palpável nos tecidos moles superficiais nas partes de
declive do corpo (pés, sacro,…).
18.
Componentes do sangue
Globulinas(38% das proteínas plasmáticas: 20-35 g/l):
entre as que se encontram as “imunoglobulinas ou
anticorpos”, proteínas de reconhecimento de
antigénios (agentes agressores), com papel na defesa
imunitária.
Outras proteínas do plasma: Fibrinogénios (cerca de
7%), Protrombina (< de 1%), ambos com papel na
coagulação, e Outras
19.
Componentes do sangue
Electrólitos (iões dissolvidos e carregados electricamente)
em concentrações semelhantes ao líquido extracelular (LEC):
• Na+: entre 134 e 146 mmol/l
• K+: entre 3,6 e 5 mmol/l
• Cl-: entre 98 e 108 mmol/l
• HCO3-: entre 22 e 28 mmol/l
• Outros: Ca++ (2,2–2,6mmol/l), Mg++ (0,62–0.95 mmol/l),
Fosfatos (0,8 - 5,1 mmol/l).
20.
Componentes do sangue
Resíduos metabólicos nitrogenados: ureia (3.3 – 7.7
mmol/l), ácido úrico (180 - 470 μmol/l), creatinina (40 -
130 μmol/l);
Hormónios, vitaminas, etc.
Outras moléculas:
Glicose (3,6 – 6,4 mmol/l);
Lípidos: colesterol (3.6 a 6.5 mmol/l) e triglicéridos (0.34 a
2.26 mmol/l);
21.
A Linfa
ALinfa é uma solução aquosa que faz parte dos líquidos extracelulares,
estando também constituída por uma fracção líquida e outra celular.
Flui por um sistema paralelo ao venoso (sistema linfático), também de
retorno, com funções que complementam às do sangue.
Funções da linfa:
Defesa do organismo.
Transporte específico de nutrientes, principalmente lípidos absorvidos
no intestino, até a circulação venosa.
22.
A Linfa
Eliminaçãode restos celulares e proteícos do
interstício.
Restauração do balanço hidroelectrolítico do LEC,
retornando ao sangue água e electrólitos
acumulados no interstício.
23.
A linfa éum líquido de aspecto aquoso
esbranquiçado, de composição semelhante ao
sangue, com certas diferenças:
A fracção líquida têm um teor mais baixo de
proteínas.
24.
A Linfa
Acomposição química da fracção líquida é variável,
pois depende das mudanças do LEC, por exemplo: a
linfa procedente do intestino durante a digestão é de
aspecto leitoso e muito rica em lípidos.
A fracção celular é constituída somente por células
brancas.
25.
CÉLULAS VERMELHAS
Morfologia doseritrócitos
São células sem núcleo que medem cerca de 7 μ de
diâmetro. Têm forma de disco bicôncavo (quando
maturas), sendo bastante elásticas (capazes de se
deformarem para passar por capilares muito finos).
26.
CÉLULAS VERMELHAS
Têmuma enorme superfície global (o total de um
adulto equivale à superfície de um campo de
futebol), que lhes permite uma troca eficaz de gases
com o plasma e o líquido intersticial.
27.
CÉLULAS VERMELHAS
Osglóbulos vermelhos são permeáveis a água e aos
gases, sendo assim, podem perder água quando
estão numa solução hipertónica, tomando um
aspecto enrugado (mas não se destroem). Em
solução hipotónica, absorvem água e ficam
encharcadas até romper a membrana celular
(“hemólise”).
28.
CÉLULAS VERMELHAS
Osglóbulos vermelhos contêm a hemoglobina,
molécula que se liga ao O2 para o seu transporte. A
molécula da hemoglobina é formada por 4 globulinas
(proteínas) e um grupo heme, que contém um radical
de ferro (Fe++ ), que as confere a sua típica cor
vermelha.
29.
CÉLULAS VERMELHAS
Quando ahemoglobina
está ligada ao Oxigénio
(O2) forma a “oxi-
hemoglobina”.
Eritrócitos
30.
CÉLULAS VERMELHAS
Função doseritrócitos:
Os glóbulos vermelhos através da hemoglobina
transporta o oxigénio desde os alvéolos pulmonares
a todos os tecidos do corpo. O oxigénio se difunde
desde os alvéolos pulmonares até aos capilares que
os circundam, onde é captado pelos eritrócitos,
ligando-se ao Fe++ da hemoglobina.
31.
CÉLULAS VERMELHAS
Odióxido de carbono em sentido inverso, difunde-se
desde todos os tecidos até os alvéolos pulmonares,
para ser tirado para o meio ambiente durante a
expiração.
32.
CÉLULAS VERMELHAS
Valores normaisem sangue.
O estudo clínico dos eritrócitos se faz a partir duma
série de parâmetros, a partir dos quais se pode
determinar uma série de doenças do sangue.
34.
CÉLULAS VERMELHAS
Ciclo vitaleritrocitário. A vida média dos eritrócitos
no sangue é de 120 dias (4 meses), pelo que tem que
ir-se renovando continuamente.
35.
CÉLULAS VERMELHAS
A eritropoieserealiza-se na medula óssea, pela
divisão e diferenciação das células mãe
(hemocitoblastos), para formar reticulocitos
(eritrócitos imaturos, mais grandes, já sem núcleo,
mas ainda com retículo endoplasmático rugoso –
RER-) que passam ao sangue, onde perdem o RER,
tornando-se em eritrócitos maduros.
36.
CÉLULAS VERMELHAS
O envelhecimentodos eritrócitos implica uma perda
da sua flexibilidade, pelo que tendem a fragmentar-
se nos capilares mais finos. Nesta fase, os eritrócitos
são fagocitados pelos macrófagos do sistema
retículo-endotelial (no sangue, fígado, baço e medula
óssea).
37.
CÉLULAS VERMELHAS
Ahemoglobina é metabolizada no fígado e separada
em globulinas (proteínas) e grupo heme.
O grupo heme é decomposto em seus constituintes
para dar bilirrubina (pigmento verde que se excreta
com a bílis) e ferro que é armazenado (no fígado, no
baço e na medula) e reciclado na formação de novos
eritrócitos.
38.
CÉLULAS VERMELHAS
Paramanter a quantidade de eritrócitos constante,
deve haver sempre um balanço entre a sua formação
e destruição. A diminuição da formação ou o
aumento da destruição (sem adequada resposta
eritropoiética) pode levar a anemia.
39.
CÉLULAS VERMELHAS
Afalta de oxigénio nos tecidos (hipoxia tissular) ou
pessoas que vivem a grande altitude, com menos
oxigénio disponível) estimula a síntese e liberação
pelo rim de eritropoietina, hormónio que estimula a
formação de eritrócitos na medula óssea.
40.
CÉLULAS VERMELHAS
Amedula óssea deve receber nutrientes que
favorecem a síntese de hemoglobina tais como: Fe++,
Vitamina B12 (absorvida pela mucosa do estômago)
e Aminoácidos, fundamentalmente.
41.
CÉLULAS VERMELHAS
Afalta de ferro provoca “anemia ferropénica ou ferropriva”
(microcítica e hipocrómica). A elevada destruição de eritrócitos
(como na malária) provoca anemia hemolítica (semelhante à
ferropénica).
A falta de Vitamina B12, provoca a chamada “anemia
perniciosa” (macrocítica ou megaloblástica, caracterizada por
eritrócitos grandes e imaturos que vivem pouco).
A insuficiência da medula óssea provoca “anemia
hipoplásica” (macrocítica, com eritrócitos grandes imaturos).
42.
CELULAS BRANCAS
Glóbulos brancosou leucócitos
Grupo formado por vários tipos de células com
diferentes morfologias e funções, mas com certas
características comuns:
Ser de maior tamanho que os eritrócitos e plaquetas;
Ter núcleo (os eritrócitos maduros e plaquetas não
tem núcleos);
43.
CÉLULAS VERMELHAS
Ter certamobilidade que lhes permite sair do sangue
(por “diapédese”) e incorporar-se ao tecido
conjuntivo para realizar as suas funções;
Participar na defesa do organismo
44.
CÉLULAS VERMELHAS
Tipos decélulas brancas
Existem entre 4.000-10.000 leucócitos por mm3 de
sangue. Os leucócitos podem-se dividir em dois
grandes grupos, dependendo da presença ou não de
lissosomas digestivos (“grânulos”) no seu citoplasma:
45.
CÉLULAS VERMELHAS
Granulócitos,grandes, com núcleo segmentado (várias
subunidades enlaçadas por pequenas pontes) e grânulos no
seu citoplasma, que pelo tipo de corante que fixam, podem
ser:
Neutrófilos, são os mais numerosos (40-75 % dos leucócitos),
com núcleo muito segmentado (também chamados por isto
“polimorfonucleares”) e com muitos pequenos grânulos
escassamente corados por eosina-hematoxilina.
46.
CÉLULAS VERMELHAS
Eosinófilos (1-6%),com núcleo com 2 lóbulos (bi-
segmentado), com grânulos grandes corados pela
eosina (vermelhos).
Basófilos (0-1 %), com núcleo em forma de “S” e com
grânulos muito grandes corados pela hematoxilina
(azuis).
47.
CÉLULAS VERMELHAS
Agranulócitos,glóbulos brancos com núcleo regular
(não segmentado) e sem grânulos, que podem ser:
Linfócitos, (21-40 % dos leucócitos), os mais pequenos,
com núcleo esférico grande e pouco citoplasma.
Monócitos, (2-10%), os mais grandes, com núcleo
relativamente pequeno, em forma de rim, e muito
citoplasma.
48.
CÉLULAS VERMELHAS
Oaumento do número de leucócitos (leucocitose)
num análise do sangue, pode ser global (de todos os
tipos), ou mais frequentemente selectiva, apenas de
um tipo deles (neutrofilia, eosinofilia, basofilia,
linfocitose ou monocitose).
CÉLULAS VERMELHAS
Função dosleucócitos
É diferente para cada tipo de célula, mas estão todos
implicados nos mecanismos de defesa do organismo:
• Neutrófilos:
Fagocitam (engolem e digerem) microrganismos e
outras substâncias estranhas (são a primeira linha de
defesa).
51.
CÉLULAS VERMELHAS
Sãomuito móveis, penetrando nos tecidos, aparecendo em
grande quantidade em infecções com produção de pus
(piogénicas).
• Eosinófilos.
Fagocitam complexos antigénio-anticorpo (proteínas
plasmáticas –anticorpos- capazes de reconhecer e neutralizar
substâncias estranhas ou prejudiciais –antigénios).
participam em reacções alérgicas, e destroem parasitas
pluricelulares (vermes).
52.
Basófilos: váriasfunções, não bem conhecidas.
Secretam proteínas específicas (heparina, histamina,
serotonina) com função de:
Amplificação da resposta inflamatória.
Prevenção da coagulação dentro dos vasos.
53.
Linfócitos
Responsáveis pelaimunidade (defesa do organismo)
mediada por anticorpos e por células.
Inclui muitos tipos de células, agrupadas em dois:
linfócitos T e B.
54.
Monócitos
• São célulasnão completamente diferenciadas, que
perante certos estímulos, transformam-se em macrófagos
fixos (ligados a tecidos) ou livres (sanguíneos) que
fagocitam restos celulares e microbiológicos, limpando o
organismo de resíduos.
• Fixos e livres formam o chamado “sistema retículo-
endotelial ou sistema mononuclear fagocítico” (SRE-SMF).
55.
Ciclo vital leucocitário
Os granulócitos têm uma vida média muito curta
(entre 2 e 12 dias) devido as funções que realizam,
sendo destruídos frequentemente na defesa perante
microrganismos.
Os linfócitos têm vida média mais prolongada e
podem viver até 100 dias.
56.
PLAQUETAS
Morfologia das Plaquetas
As plaquetas ou “trombócitos” não são células
completas, se não fragmentos celulares pequenos,
irregulares, sem núcleo, e com certa mobilidade.
Provém das células chamadas megacariócitos (células
gigantes multinucleadas diferenciadas da medula
óssea). O número normal de plaquetas no sangue é de
150.000 a 400.000
57.
PLAQUETAS
Função das plaquetas
As plaquetas participam nos processos de reparação
do endotélio vascular e coagulação do sangue. Se
activam por estímulo de mediadores plasmáticos
(“trombina” e outras proteínas da coagulação).
58.
PLAQUETAS
Propriedades dasplaquetas que conferem a sua
capacidade de coagulação:
Mobilidade, ou capacidade para se deslocar a onde
são precisadas.
Aglutinação, ou capacidade para se juntar.
Adesividade, ou capacidade para se colar.
59.
PLAQUETAS
A diminuição donúmero de plaquetas
(“trombocitopénia”) está associada a diferentes
condições patológicas, e provoca sangramentos
incontrolados.
O seu aumento (“trombocitose”) origina situações de
coagulação exagerada do sangue e produção de trombos
intravasculares (massas de plaquetas agregadas dentro
de um vaso, que dificultam a passagem de sangue).
60.
PLAQUETAS
Ciclo vital plaquetário
As plaquetas têm uma vida média entre 4 e 10 dias,
e tal como as outras células do sangue, provêm da
divisão e diferenciação das células mãe da medula
óssea