Cursinho Pré-ENEM
História
Ex.01
Prof.: fulano
Assunto/Tema
da aula
2024
(H8) (PUC-RS) Sobre o Período Pré-Colonial na história do
Brasil, é correto afirmar que:
(A) foi estabelecida a escravidão indígena como forma de
exploração do trabalho, devido à ausência de uma atividade
econômica que financiasse o tráfico de escravos africanos
para o Brasil.
(B) a economia se baseou na exploração de produtos
naturais da terra, que não exigiam o estabelecimento da
agricultura para serem extraídos, como o pau-brasil, o cacau e
o látex.
(C) se promoveu a doação de porções da terra recém-
descoberta para a aristocracia portuguesa, cujos membros
ocupavam os principais cargos na administração pública do
Reino.
(D) havia desinteresse na colonização imediata do território,
tendo em vista que os principais recursos humanos e
materiais portugueses estavam voltados para a exploração do
rendoso
comércio com as Índias.
(E) foram enviadas ao litoral brasileiro as chamadas
“expedições guarda-costas”, que visavam vigiar a nova
descoberta portuguesa diante da possível invasão holandesa
na região.
2)(IFSul) De 1500 a 1530, os portugueses não desenvolveram
um grande projeto de colonização para a sua colônia na
América (Brasil). Nesse período, ocorreram as expedições de
reconhecimentos e as expedições guarda-costas. A
economia, nesse período:
(A) deteve-se ao cultivo de café na região do Vale do Rio
Paraíba.
(B) limitou-se ao cultivo de cana-de-açúcar no Nordeste com
o trabalho escravo.
(C) dedicou-se à extração de metais preciosos, sobretudo
prata, nas Gerais.
(D) baseou-se na extração do pau-brasil por meio do
escambo com os nativos.
(E) Nenhuma das alternativas anteriores.
3)(H8) (PUC-Camp) A colonização portuguesa, no século
XVI, se valeu de algumas estratégias para usufruir dos
produtos economicamente rentáveis no território brasileiro e
de medidas para viabilizar a ocupação e a administração
deste. São exemplos dessas estratégias e dessas medidas,
respectivamente:
(A) a prática do escambo com os indígenas e a instituição de
vice-reinos, comarcas, vilas e freguesias.
(B) a implementação do sistema de plantation no interior e a
construção, por ordem da Coroa, de extensas fortalezas e
fortes.
(C) a imposição de um vultoso pedágio aos navios corsários
de distintas procedências e a instalação de capitanias
hereditárias.
(D) a introdução da cultura da cana-de-açúcar com uso de
trabalho compulsório e a instituição de um Governo-Geral.
(E) o comércio da produção das missões jesuíticas e a
fundação da Companhia das Índias Ocidentais.
4)(H15) (ENEM) De ponta a ponta, é tudo praia-palma, muito
chã e muito formosa. Pelo sertão nos pareceu, vista do mar,
muito grande, porque, a estender olhos, não podíamos ver
senão terra com arvoredos, que nos parecia muito longa.
Nela, até agora, não pudemos saber que haja ouro, nem
prata, nem coisa alguma de metal ou ferro; nem lho vimos.
Porém a terra em si é de muito bons ares (...). Porém o
melhor fruto que dela se pode tirar me parece que será salvar
esta gente.
“Carta de Pero Vaz de Caminha”. In: MARQUES, A.; BERUTTI, F.; FARIA, R.
História moderna através de textos. São Paulo: Contexto, 2001.
A carta de Pero Vaz de Caminha permite entender o projeto
colonizador para a nova terra. Nesse trecho, o relato enfatiza
o seguinte objetivo:
(A) Valorizar a catequese a ser realizada sobre os povos
nativos.
(B) Descrever a cultura local para enaltecer a prosperidade
portuguesa.
(C) Transmitir o conhecimento dos indígenas sobre o
potencial econômico existente.
(D) Realçar a pobreza dos habitantes nativos para demarcar a
superioridade europeia.
(E) Criticar o modo de vida dos povos autóctones para
evidenciar a ausência de trabalho.
5)(H1) (ENEM) A língua de que usam, por toda a costa,
carece de três letras; convém a saber, não se acha nela F,
nem L, nem R, coisa digna de espanto, porque assim não têm
Fé, nem Lei, nem Rei, e essa maneira vivem
desordenadamente, sem terem além disto conta, nem peso,
nem medida.
GÂNGAVO, P M. A primeira história do Brasil: história da província de Santa
Cruz a que vulgarmente chamamos Brasil. Rio de Janeiro: Zahar, 2004
(adaptado)
A observação do cronista português Pero de Magalhães de
Gândavo, em 1576, sobre a ausência das letras F, L e R na
língua mencionada demonstra a:
(A) simplicidade da organização social das tribos brasileiras.
(B) dominação portuguesa imposta aos índios no início da
colonização.
(C) superioridade da sociedade europeia em relação à
sociedade indígena.
(D) incompreensão dos valores socioculturais indígenas pelos
portugueses.
Travessa Santo Antônio, 238, Bairro comercial – CEP 68445-000- Barcarena/PA
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(E) dificuldade experimentada pelos portugueses no
aprendizado da língua nativa.
6)(H18) (ENEM)
Texto I
E pois que em outra cousa nesta parte me não posso vingar do
demônio, admoesto da parte da cruz de Cristo Jesus a todos que
este lugar lerem, que deem a esta terra o nome que com tanta
solenidade lhe foi posto, sob pena de a mesma cruz que nos há
de ser mostrada no dia final, os acusar de mais devotos do pau-
brasil que dela.
BARROS, J. In: SOUZA, L. M. Inferno atlântico:
demonologia e colonização: séculos XVI-XVIII. São
Paulo: Cia. das Letras, 1993.
Texto II
E deste modo se hão os povoadores, os quais, por mais
arraigados que na terra estejam e mais ricos que sejam, tudo
pretendem levar a Portugal, e, se as fazendas e bens que
possuem souberam falar, também lhes houveram de ensinar a
dizer como os papagaios, aos quais a primeira coisa que
ensinam é: papagaio real para Portugal, porque tudo querem
para lá.
SALVADOR, F. V. In: SOUZA, L. M. (Org.). História da
vida privada no Brasil: cotidiano e vida privada na
América portuguesa. São Paulo: Cia. das Letras, 1997.
As críticas desses cronistas ao processo de colonização
portuguesa na América estavam relacionadas à:
(A) utilização do trabalho escravo.
(B) implantação de polos urbanos.
(C) devastação de áreas naturais.
(D) ocupação de terras indígenas.
(E) expropriação de riquezas locais.
7) (ENEM) A originalidade do absolutismo português talvez
esteja no fato de ter sido o regime político europeu que melhor
sintetizou a ideia do patrimonialismo estatal: os recursos
materiais da nação se confundindo com os bens pessoais do
monarca.
LOPES, M. A. O Absolutismo: política e sociedade na Europa
moderna. São Paulo: Brasiliense, 1996. (adaptado)
Na colonização do Brasil, o patrimonialismo da Coroa
portuguesa ficou evidente
(A)nas capitanias hereditárias.
(B)na catequização indígena.
(C)no sistema de plantation.
(D)nas reduções jesuítas.
(E)no tráfico de escravizados.
8) (ENEM) Tão bem há muito pau-brasil nestas Capitanias de
que os mesmos moradores alcançam grande proveito: o qual
pau se mostra claro ser produzido da quentura do Sol, e
criado com a influência de seus raios, porque não se acha se
não debaixo da tórrida Zona, e assim quando mais perto está
da linha Equinocial, tanto é mais fino e de melhor tinta; e esta
é a causa porque o não há na Capitania de São Vicente nem
daí para o Sul.
GÂNDAVO, P. M. Tratado da Terra do Brasil: História da
Província Santa Cruz.
Belo Horizonte: ltatiaia, 1980. (adaptado)
O registro efetuado pelo cronista nesse texto harmoniza-se
com a seguinte iniciativa do período inicial da colonização
portuguesa:
(A) introdução da lavoura monocultora para efetivar a
ocupação do território americano.
(B) implantação de feitorias litorâneas para garantir a
extração de recursos naturais.
(C) regulamentação do direito de posse para enfrentar os
interesses espanhóis.
(D) substituição da escravidão indígena para apoiar a rede
do comércio europeu.
(E) restrição da atividade missionária para sufocar a
penetração protestante.
9) (MACKENZIE-SP) “[…] Neste dia, a horas de véspera,
houvemos vista de terra! Primeiramente dum monte, mui alto e
redondo; e doutras serras mais baixas ao sul dele; e de terra
chã, com grandes arvoredos: ao monte alto o capitão pôs o
nome – o Monte Pascoal, e à terra – a Terra de Vera Cruz.”
CAMINHA, Pero Vaz de. “Carta. In: Freitas a el-rei D. Manuel”. In: FREITAS,
Gustavo de. 900 textos e documentos de história.
Lisboa: Plátano, 1986. V. II, p. 99-100.
O texto acima é parte da carta do escrivão, Pero Vaz de
Caminha, tripulante a bordo da armada de Pedro Álvares Cabral,
ao rei português D. Manuel, narrando o descobrimento do Brasil.
Essa expedição marítima pode ser entendida no contexto
socioeconômico da época como:
(A) uma tentativa de obtenção de novas terras, no
continente europeu, para ceder aos nobres
portugueses, empobrecidos pelo declínio do
feudalismo, verificado durante todo o século XIV.
(B) consolidação do poder da Igreja junto às Monarquias
ibéricas, interessada tanto em reprimir o avanço
muçulmano no Mediterrâneo, quanto em cristianizar
os indígenas do Novo Continente.
(C) busca por ouro e prata no litoral americano, para
suprir a escassez de metais preciosos na Europa, o
que prejudicava a continuidade do comércio com o
Oriente.
(D) conquista do litoral brasileiro e sua ocupação,
garantindo que a coroa portuguesa tomasse posse
dos territórios a ela concedidos, pelo Tratado de
Tordesilhas, em 1494.
(E) tomada oficial das terras garantidas a Portugal, pelo
acordo de Tordesilhas, e o controle exclusivo
Rua: João Pantoja de Castro, 58, Nazaré – CEP 68445-000- Barcarena/PA
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português da rota atlântica, dando-lhes acesso ao
lucrativo comércio de especiarias.
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AULA 1 EXERCICIO C.docx.................

  • 1.
    Cursinho Pré-ENEM História Ex.01 Prof.: fulano Assunto/Tema daaula 2024 (H8) (PUC-RS) Sobre o Período Pré-Colonial na história do Brasil, é correto afirmar que: (A) foi estabelecida a escravidão indígena como forma de exploração do trabalho, devido à ausência de uma atividade econômica que financiasse o tráfico de escravos africanos para o Brasil. (B) a economia se baseou na exploração de produtos naturais da terra, que não exigiam o estabelecimento da agricultura para serem extraídos, como o pau-brasil, o cacau e o látex. (C) se promoveu a doação de porções da terra recém- descoberta para a aristocracia portuguesa, cujos membros ocupavam os principais cargos na administração pública do Reino. (D) havia desinteresse na colonização imediata do território, tendo em vista que os principais recursos humanos e materiais portugueses estavam voltados para a exploração do rendoso comércio com as Índias. (E) foram enviadas ao litoral brasileiro as chamadas “expedições guarda-costas”, que visavam vigiar a nova descoberta portuguesa diante da possível invasão holandesa na região. 2)(IFSul) De 1500 a 1530, os portugueses não desenvolveram um grande projeto de colonização para a sua colônia na América (Brasil). Nesse período, ocorreram as expedições de reconhecimentos e as expedições guarda-costas. A economia, nesse período: (A) deteve-se ao cultivo de café na região do Vale do Rio Paraíba. (B) limitou-se ao cultivo de cana-de-açúcar no Nordeste com o trabalho escravo. (C) dedicou-se à extração de metais preciosos, sobretudo prata, nas Gerais. (D) baseou-se na extração do pau-brasil por meio do escambo com os nativos. (E) Nenhuma das alternativas anteriores. 3)(H8) (PUC-Camp) A colonização portuguesa, no século XVI, se valeu de algumas estratégias para usufruir dos produtos economicamente rentáveis no território brasileiro e de medidas para viabilizar a ocupação e a administração deste. São exemplos dessas estratégias e dessas medidas, respectivamente: (A) a prática do escambo com os indígenas e a instituição de vice-reinos, comarcas, vilas e freguesias. (B) a implementação do sistema de plantation no interior e a construção, por ordem da Coroa, de extensas fortalezas e fortes. (C) a imposição de um vultoso pedágio aos navios corsários de distintas procedências e a instalação de capitanias hereditárias. (D) a introdução da cultura da cana-de-açúcar com uso de trabalho compulsório e a instituição de um Governo-Geral. (E) o comércio da produção das missões jesuíticas e a fundação da Companhia das Índias Ocidentais. 4)(H15) (ENEM) De ponta a ponta, é tudo praia-palma, muito chã e muito formosa. Pelo sertão nos pareceu, vista do mar, muito grande, porque, a estender olhos, não podíamos ver senão terra com arvoredos, que nos parecia muito longa. Nela, até agora, não pudemos saber que haja ouro, nem prata, nem coisa alguma de metal ou ferro; nem lho vimos. Porém a terra em si é de muito bons ares (...). Porém o melhor fruto que dela se pode tirar me parece que será salvar esta gente. “Carta de Pero Vaz de Caminha”. In: MARQUES, A.; BERUTTI, F.; FARIA, R. História moderna através de textos. São Paulo: Contexto, 2001. A carta de Pero Vaz de Caminha permite entender o projeto colonizador para a nova terra. Nesse trecho, o relato enfatiza o seguinte objetivo: (A) Valorizar a catequese a ser realizada sobre os povos nativos. (B) Descrever a cultura local para enaltecer a prosperidade portuguesa. (C) Transmitir o conhecimento dos indígenas sobre o potencial econômico existente. (D) Realçar a pobreza dos habitantes nativos para demarcar a superioridade europeia. (E) Criticar o modo de vida dos povos autóctones para evidenciar a ausência de trabalho. 5)(H1) (ENEM) A língua de que usam, por toda a costa, carece de três letras; convém a saber, não se acha nela F, nem L, nem R, coisa digna de espanto, porque assim não têm Fé, nem Lei, nem Rei, e essa maneira vivem desordenadamente, sem terem além disto conta, nem peso, nem medida. GÂNGAVO, P M. A primeira história do Brasil: história da província de Santa Cruz a que vulgarmente chamamos Brasil. Rio de Janeiro: Zahar, 2004 (adaptado) A observação do cronista português Pero de Magalhães de Gândavo, em 1576, sobre a ausência das letras F, L e R na língua mencionada demonstra a: (A) simplicidade da organização social das tribos brasileiras. (B) dominação portuguesa imposta aos índios no início da colonização. (C) superioridade da sociedade europeia em relação à sociedade indígena. (D) incompreensão dos valores socioculturais indígenas pelos portugueses. Travessa Santo Antônio, 238, Bairro comercial – CEP 68445-000- Barcarena/PA Sigam-nos: @cursinhopreenembc 1
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    Aula 01 –Escrever aqui o nome do assunto – Disciplina - Cursinho Pré-ENEM Municipal – Prof.: fulano (E) dificuldade experimentada pelos portugueses no aprendizado da língua nativa. 6)(H18) (ENEM) Texto I E pois que em outra cousa nesta parte me não posso vingar do demônio, admoesto da parte da cruz de Cristo Jesus a todos que este lugar lerem, que deem a esta terra o nome que com tanta solenidade lhe foi posto, sob pena de a mesma cruz que nos há de ser mostrada no dia final, os acusar de mais devotos do pau- brasil que dela. BARROS, J. In: SOUZA, L. M. Inferno atlântico: demonologia e colonização: séculos XVI-XVIII. São Paulo: Cia. das Letras, 1993. Texto II E deste modo se hão os povoadores, os quais, por mais arraigados que na terra estejam e mais ricos que sejam, tudo pretendem levar a Portugal, e, se as fazendas e bens que possuem souberam falar, também lhes houveram de ensinar a dizer como os papagaios, aos quais a primeira coisa que ensinam é: papagaio real para Portugal, porque tudo querem para lá. SALVADOR, F. V. In: SOUZA, L. M. (Org.). História da vida privada no Brasil: cotidiano e vida privada na América portuguesa. São Paulo: Cia. das Letras, 1997. As críticas desses cronistas ao processo de colonização portuguesa na América estavam relacionadas à: (A) utilização do trabalho escravo. (B) implantação de polos urbanos. (C) devastação de áreas naturais. (D) ocupação de terras indígenas. (E) expropriação de riquezas locais. 7) (ENEM) A originalidade do absolutismo português talvez esteja no fato de ter sido o regime político europeu que melhor sintetizou a ideia do patrimonialismo estatal: os recursos materiais da nação se confundindo com os bens pessoais do monarca. LOPES, M. A. O Absolutismo: política e sociedade na Europa moderna. São Paulo: Brasiliense, 1996. (adaptado) Na colonização do Brasil, o patrimonialismo da Coroa portuguesa ficou evidente (A)nas capitanias hereditárias. (B)na catequização indígena. (C)no sistema de plantation. (D)nas reduções jesuítas. (E)no tráfico de escravizados. 8) (ENEM) Tão bem há muito pau-brasil nestas Capitanias de que os mesmos moradores alcançam grande proveito: o qual pau se mostra claro ser produzido da quentura do Sol, e criado com a influência de seus raios, porque não se acha se não debaixo da tórrida Zona, e assim quando mais perto está da linha Equinocial, tanto é mais fino e de melhor tinta; e esta é a causa porque o não há na Capitania de São Vicente nem daí para o Sul. GÂNDAVO, P. M. Tratado da Terra do Brasil: História da Província Santa Cruz. Belo Horizonte: ltatiaia, 1980. (adaptado) O registro efetuado pelo cronista nesse texto harmoniza-se com a seguinte iniciativa do período inicial da colonização portuguesa: (A) introdução da lavoura monocultora para efetivar a ocupação do território americano. (B) implantação de feitorias litorâneas para garantir a extração de recursos naturais. (C) regulamentação do direito de posse para enfrentar os interesses espanhóis. (D) substituição da escravidão indígena para apoiar a rede do comércio europeu. (E) restrição da atividade missionária para sufocar a penetração protestante. 9) (MACKENZIE-SP) “[…] Neste dia, a horas de véspera, houvemos vista de terra! Primeiramente dum monte, mui alto e redondo; e doutras serras mais baixas ao sul dele; e de terra chã, com grandes arvoredos: ao monte alto o capitão pôs o nome – o Monte Pascoal, e à terra – a Terra de Vera Cruz.” CAMINHA, Pero Vaz de. “Carta. In: Freitas a el-rei D. Manuel”. In: FREITAS, Gustavo de. 900 textos e documentos de história. Lisboa: Plátano, 1986. V. II, p. 99-100. O texto acima é parte da carta do escrivão, Pero Vaz de Caminha, tripulante a bordo da armada de Pedro Álvares Cabral, ao rei português D. Manuel, narrando o descobrimento do Brasil. Essa expedição marítima pode ser entendida no contexto socioeconômico da época como: (A) uma tentativa de obtenção de novas terras, no continente europeu, para ceder aos nobres portugueses, empobrecidos pelo declínio do feudalismo, verificado durante todo o século XIV. (B) consolidação do poder da Igreja junto às Monarquias ibéricas, interessada tanto em reprimir o avanço muçulmano no Mediterrâneo, quanto em cristianizar os indígenas do Novo Continente. (C) busca por ouro e prata no litoral americano, para suprir a escassez de metais preciosos na Europa, o que prejudicava a continuidade do comércio com o Oriente. (D) conquista do litoral brasileiro e sua ocupação, garantindo que a coroa portuguesa tomasse posse dos territórios a ela concedidos, pelo Tratado de Tordesilhas, em 1494. (E) tomada oficial das terras garantidas a Portugal, pelo acordo de Tordesilhas, e o controle exclusivo Rua: João Pantoja de Castro, 58, Nazaré – CEP 68445-000- Barcarena/PA Sigam-nos: @cursinhopreenembc 2
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