O documento discute as recomendações da Convenção de Helsinque de 1997 e sua atualização em 2014 sobre doenças relacionadas à exposição ao amianto. Ele destaca a importância das fibras-ano e carga de fibras na avaliação do risco, e discute o potencial da tomografia de baixa dose no rastreio de câncer em expostos. Além disso, descreve os achados radiológicos e patológicos associados a altas exposições como asbestose, pleurite difusa e mesotelioma peritoneal.