EPIDEMIOLOGIA
• Difícil estimara prevalência;
• Alguns indivíduos tem mais
restritivas:
risco de desenvolver alterações
IDOSOS
↑ Incidência de
algumas doenças
MULHERES
↑ Incidência de
sarcoidose;
fibrose
idiopática?
OBESOS
↓volumes
pulmonares
atribuída a
obesidade central
FUMANTES
↑ incidência de
fibrose idiopática
7.
EPIDEMIOLOGIA
• Pessoas expostasa agentes específicos no
trabalho podem ter maior risco de desenvolver
doenças restritivas;
• Amianto, pó de carvão, etc.
• Inflamação→ cicatrização → padrão restritivo.
PATOFISIOLOGIA
COMPLACÊNCIA PULMONAR
• Sistemaem série → soma das
complacências das estruturas;
• Pulmão rígido → redução de
complacência;
• Distensibilidade torácica reduzida-
obesidade e cifoescoliose;
Maior geração de
pressão e necessidades
de energia dos
músculos respiratórios
para qualquer volume
corrente
PATOGÊNESE
• Liberação defatores de crescimento pelas células epiteliais→ recrutamento de
fibroblastos;
• Fibroblastos → mioblasto= deposição excessiva de colágeno;
• Substituição do parênquima normal por fibrose.
Fatores
ambientais
Indivíduos
predispostos
Cascata
fibrogênica
20.
QUADRO CLÍNICO
Quadro clínicoinespecífico
Sintomas negligenciados Diagnóstico tardio
Dispneia progressiva e tosse seca
Estertores finos
Segunda bulha
hiperfonética
Baqueteamento
digital Edema de MMII
21.
DIAGNÓSTICO
• Diagnóstico porexclusão: abestose, doenças sistêmicas,
toxicidade por drogas;
• Dosagem de anticorpos que estão mais expressos em outras
doenças;
• Tomografia computadorizada de alta resolução (diferenciar
entre as demais pneumonias intersticiais).
22.
DIAGNÓSTICO
A American ThoracicSociety (ATS) e a European Respiratory
Society (ERS) recomendam que, na presença de dispneia, tosse
não produtiva, idade maior do que 50 anos, hábito de
tabagismo, ausculta pulmonar com estertores crepitantes
inspiratórios nas bases pulmonares e abaulamento digital, o
paciente seja encaminhado para exames de radiografia de tórax
e tomografia computadorizada de alta resolução (TCAR )
DEFINIÇÃO
Doença autoimune heterogêneaque afeta o
tecido conectivo da pele e de órgãos internos,
como esôfago, coração, rins e pulmões.
Doença crônica e autoimune caracterizada
pela produção excessiva de colágeno, lesão
celular endotelial e obliteração microvascular
e costuma levar a fibrose cutâneo mucosa e
envolvimento visceral progressivos.
QUADRO CLÍNICO
• Cutâneo:alterações que modificam os aspecto e estrutura da pele;
• Vascular: Fenômeco de Raynaud, úlceras isquêmicas;
• Musculoesqueléticas: artrite, tendinite;
• Neuromuscular: Sarcopenia, redução de força muscular;
• Pulmonar: Fibrose; hipertensão pulmonar;
31.
HIPERTENSÃO PULMONAR
• Prevalênciade 10 a 12% em pacientes com Esclerose
sistêmica;
• Mecanismos: remodelamento dos pequenos e médios
vasos pulmonares, perda de leito vascular.
Dispneia progressiva,
fadiga, Segunda bulha
Hiperfonética, estase
jugular, aumento do
volume hepático e
edema em membros
inferiores
FISIOPATOLOGIA
TRANSUDATO
• Líquidos combaixo teor de proteína;
• Insuficiência cardíaca congestiva;
Extravasamento
de edema
Capilar →
interstício
Em contato com
pleura
Espaço pleural
39.
FISIOPATOLOGIA
EXSUDATO
• Leitos capilareslesionados no pulmão, pleura ou tecidos adjacentes;
• Pneumonia, embolia pulmonar;
Processo
inflamatório
lesão
Extravasamento
de líquido com
↑ proteína
40.
QUADRO CLÍNICO
• Tosseseca;
• Dor torácica;
• Dispneia.
- Volume e a velocidade de
formação do derrame
- Reserva cardiopulmonar
-Processo inflamatório
-Extensão do acometimento
-Doença de base
QUADRO CLÍNICO
DISPNEIA
• Volume→ velocidade de acúmulo;
• ↓ VC → maior valor de FC;
• Influência da tosse e dor torácica;
• Estado funcional cardiorrespiratório;
43.
QUADRO CLÍNICO
DOR TORÁCICA(DOR PLEURÍTICA);
• Em pontada e intensidade moderada;
• Nervo frênico- ombro e região cervical.
EPIDEMIOLOGIA
• 272 óbitosem 2010;
• uma coorte de 828 trabalhadores de uma
indústria de fibrocimento na região de São
Paulo encontrou prevalência de asbestose de
8,9%.
47.
FISIOPATOLOGIA
AMIANTO- Mineral antigoexplorado pelos
humanos desde os tempos pré-históricos por
causa de sua durabilidade, calor e resistência
e sua natureza fibrosa, o que lhe permitiu ser
maleável.
SÍNDROME DA HIPOVENTILAÇÃODA OBESIDADE
Hipoventilação no indivíduo com IMC elevado (>30kg/m2),
enquanto acordado, associada à presença de distúrbio
respiratório do sono quando não pode ser atribuída a outras
causas que levem à hipoventilação.
HIPOXEMIA HIPERCAPNIA
54.
FISIOPATOLOGIA
Não está claroo papel da obstrução no
desenvolvimento da hipercapnia.
Obstrução de VA
superiores
Mecânica respiratória
Aumento do trabalho respiratório.
Fraqueza muscular respiratória e maior consumo
de oxigênio.
55.
FISIOPATOLOGIA
↓ Volumes pulmonares
Mecânicarespiratória
Estimula a ventilação
Resistência a leptina ou mecanismos para chegar
ao líquido cefalorraquidiano;
↓ complacência da parede torácica e sistema
respiratório
Leptina
56.
FATORES DE RISCOASSOCIADOS
• Redução da função pulmonar;
• Redução da força muscular;
• Apneia do sono severa;
FISIOTERAPIA
PRESSÃO POSITIVA DURANTEO SONO
• Evita colapsos e eventos obstrutivos;
• Favorece a ventilação alveolar;
• Melhora a oxigenação durante todo o
ciclo ventilatório.