O documento apresenta um movimento coletivo e independente que visa restaurar 15 milhões de hectares de terras degradadas na Mata Atlântica do Brasil até 2050, promovendo conservação da biodiversidade e geração de empregos. A gestão do movimento é composta por uma secretaria executiva e um conselho de 20 instituições, apoiado por grupos de trabalho em diversas áreas. O projeto inclui um sistema de registro online para monitorar áreas e ações de restauração, visando mobilizar recursos e estabelecer parcerias para alcançar suas metas.