Programa de Pesquisa em Biodiversidade 
e Modelagem Ambiental na APA do Pratigi 
– UEFS 
Inventário e Monitoramento da Biomassa 
Florestal e Mapeamento da Cobertura 
Florestal - UFRB
UEFS – Universidade Estadual de Feira de Santana – (Pesquisa e Desenvolvimento da 
biodiversidade) 
Inventários (Mamíferos, Aves, Invertebrados, Plantas); 
Criação e Definição de Índices de Biodiversidade por Fragmentos; Entre Fragmentos e 
Ecopolos); 
Monitoramento de corpos hídricos por sub-bacia; 
Apoio na Elaboração do Protocolo de Monitoramento da Biodiversidade e de Água. (REDD) 
UFRB – Universidade Federal do Recôncavo da Bahia - (Pesquisa e Desenvolvimento 
Florestal) 
Inventários de Biomassa Florestal – (Definição de Fórmulas Alométricas específica para a 
realidade florestal da APA do Pratigi); 
Mapeamento do Uso e Ocupação do Solo; 
Apoio na Construção e Definição do Protocolo de Monitoramento dos Estoques de Carbono. 
(REDD)
Biodiversidade no Brasil
Brasil é Um País Megadiverso 
1. País mais Biodiverso do Planeta; 
2. Cerca de 1,8 milhão de Espécies (14% 
do mundo); 
3. Um número muito pequeno de Espécie 
Nativas estudadas para fins 
Econômicos; 
4. Seis regiões naturais terrestres; 
5. Maior região de florestas tropicais do 
mundo; 
6. Maior Savana da América do Sul; 
7. 100% da região de florestas secas mais 
diversa da América do Sul; 
Fonte: IBGE/CI
Biodiversidade entre Regiões
Biodiversidade e Contexto Territorial 
da APA do Pratigi
APA DO PRATIGI
APA do Pratigi 
APA do Pratigi
Hotspots de Biodiversidade 
Um dos 17 locais da MA com 
maior riqueza de espécies
Ecopolo I 
Ecopolo II 
Ecopolo III 
01 
02 
03 
04
Ecopolo I 
Ecopolo II 
01 
02 
03 
04 
Ecopolo III
Ecopolo III 
Ecopolo I 
01 
02 
03 
04 
Ecopolo II
Cobertura 
Florestal 1970 
98.000 hectares 
Evolução do desmatamento
Desmatamentos (2011 / 2012)
Cobertura Florestal 2011 
62.450 hectares 
Evolução do Desmatamento
12 
10 
8 
6 
4 
2 
0 
Vazão Média m³ 
Vazão Média Anual - Rio Juliana 
Período: 1969 à maio de 2012 
1965 1970 1975 1980 1985 1990 1995 2000 2005 2010 2015 
Vazão m³/s 
Perda de Vazão 
Período 
Vazão Média m³ 
Linear (Vazão Média m³) 
2 per. Mov. Avg. (Vazão Média m³) 
Fonte: ANA / MMA 
6,6m³ 
4,6m³
Baixo Sul da Bahia: 
3.118 Fragmentos Florestais. 
123.000 hectares. 
APA do Pratigi: 
488 Fragmentos Florestais. 
62.425 hectares.
APA do Pratigi: 
50,75% da Cobertura 
Florestal do Baixo Sul. 
15,6% do número de 
fragmentos.
72 Fragmentos maiores que 100 hectares; 
19 Fragmentos maiores que 500 hectares;
1 
2 
3 
4 
5
Biodiversidade 
Ocorrência de várias espécies ameaçadas de extinção, apresentando 
grande número de indivíduos. 
A APA do Pratigi concentra 35 
espécies de plantas e vertebrados 
consideradas ameaçadas pelo 
Instituto Chico Mendes de 
Conservação da Biodiversidade 
(ICMBio)/Ministério do Meio 
Ambiente (MMA), IUCN.
Serviços Ecossistêmicos: 
A Bacia Hidrográfica do Rio 
Juliana
Uso da terra na Bacia 
Hidrográfica do Rio Juliana 
Uso Área (ha) % 
Brejo 125 0,42 
Floresta - Estádio Médio a Avançado 13.900 46,60 
Floresta - Estádio Inicial a Médio 1.964 6,60 
Floresta - Estádio Inicial 739 2,47 
Lagos 266 0,89 
Lavoura Permanente 8.782 29,42 
Lavoura Temporária 2.608 8,74 
Pastagens 1.464 4,90
326 fragmentos florestais 
Nº de Fragmentos Área (ha) 
299 0,09 - 49,99 
12 50 - 99,99 
6 100 – 199,99 
5 200 – 499,99 
1 500 – 999,99 
3 > 1.000 
89% < que 50 hectares
Em relação à área ocupada, eles representam 69% do total, 
cobrindo uma área de 15.283 hectares0
9.001 
8.001 
7.001 
6.001 
5.001 
4.001 
3.001 
2.001 
1.001 
0.001 
0 50 100 150 200 250 300 350 
Área (ha) 
Fragmentos 
Variação do 
Tamanho dos 
Fragmentos 
Florestais 
area 
Linear (area) 
Variação do tamanho de fragmentos florestais na bacia do rio Juliana
Os resultados obtidos com as 
métricas para avaliação das 
áreas nucleares dos fragmentos 
existentes revelaram que dos 
326, 177 fragmentos são 
formados integralmente por 
bordas.
Dos 42 hexágonos que 
apresentam os valores do ITA 
mais altos, entre 6 e 8, vinte 
estão localizados no Alto curso 
da bacia do rio Juliana, dois nas 
sub-bacias dos rios Mina Nova e 
Vargido e vinte na sub-bacia do 
rio Marimbu, conforme 
compartimentação hidrográfica 
da bacia do rio Juliana 
realizada pela OCT em 2010
O recorte dos fragmentos maiores 
que 100 ha apontam a localização e 
o número de fragmentos prioritários 
para a manutenção dos serviços 
ligados a biodiversidade na bacia. O 
resultado evidenciou 15 fragmentos 
com áreas variando de 111 a 8.102 
hectares
Índices de Paisagem para Fragmentos prioritários para manutenção da biodiversidade 
Índices de Paisagem 
Área (ha) Índice de Forma Área Nuclear (ha) Proporção Área/Núcleo (ha) Índice de Proximidade 
Fragmentos Florestais > 100 ha 
Fragmento 1 931.56 2.883 817.56 87.76% 45210 
Fragmento 2 111 2.75 72.54 65.35% 1095 
Fragmento 3 1746 7.285 1350.63 77.36% 22653 
Fragmento 4 344.67 4.676 220.86 64.08% 11388 
Fragmento 5 164 3.25 108.89 66.40% 3454 
Fragmento 6 147 2.154 115.11 78.31% 46227 
Fragmento 7 175.3 3.019 123.12 70.23% 162 
Fragmento 8 402.4 4.122 292.59 72.71% 5861 
Fragmento 9 125.5 2.659 88.29 70.35% 22530 
Fragmento 10 142.2 2.837 97.02 68.23% 420 
Fragmento 11 336 4.424 230.49 68.60% 1181 
Fragmento 12 1153 7.787 804.51 69.78% 887 
Fragmento 13 215 3.041 155.7 72.42% 1707 
Fragmento 14 408.5 3.042 327.33 80.13% 1287 
Fragmento 15 8102 10.709 6827.66 84.27% 13004
Conclusões 
Maior potencial hídrico regional para abastecimento humano ; 
A garantia da prosperidade e do desenvolvimento das atividades econômicas está relacionada ao a qualidade dos 
serviços ecossistêmicos; 
 A ocupação de áreas ambientalmente frágeis interfere negativamente na provisão dos serviços ecossistêmicos; 
55% da bacia ainda é coberta por fragmentos florestais; 
18% da área está localizada em zonas com alta vulnerabilidade a erosão; 
40% dessas zonas estão ocupadas por fragmentos florestais; 
1.260 ha apresentam ITA elevado; 
55% das APP fluviais estão com a cobertura florestal alterada; 
A eficácia dos dados apresentados revelam que a conservação ambiental e a manutenção dos serviços 
ecossistêmicos dependem de alternativas sustentáveis.
MUITO OBRIGADO!

Apresentação workshop biodiversidade apa do pratigi

  • 2.
    Programa de Pesquisaem Biodiversidade e Modelagem Ambiental na APA do Pratigi – UEFS Inventário e Monitoramento da Biomassa Florestal e Mapeamento da Cobertura Florestal - UFRB
  • 3.
    UEFS – UniversidadeEstadual de Feira de Santana – (Pesquisa e Desenvolvimento da biodiversidade) Inventários (Mamíferos, Aves, Invertebrados, Plantas); Criação e Definição de Índices de Biodiversidade por Fragmentos; Entre Fragmentos e Ecopolos); Monitoramento de corpos hídricos por sub-bacia; Apoio na Elaboração do Protocolo de Monitoramento da Biodiversidade e de Água. (REDD) UFRB – Universidade Federal do Recôncavo da Bahia - (Pesquisa e Desenvolvimento Florestal) Inventários de Biomassa Florestal – (Definição de Fórmulas Alométricas específica para a realidade florestal da APA do Pratigi); Mapeamento do Uso e Ocupação do Solo; Apoio na Construção e Definição do Protocolo de Monitoramento dos Estoques de Carbono. (REDD)
  • 4.
  • 5.
    Brasil é UmPaís Megadiverso 1. País mais Biodiverso do Planeta; 2. Cerca de 1,8 milhão de Espécies (14% do mundo); 3. Um número muito pequeno de Espécie Nativas estudadas para fins Econômicos; 4. Seis regiões naturais terrestres; 5. Maior região de florestas tropicais do mundo; 6. Maior Savana da América do Sul; 7. 100% da região de florestas secas mais diversa da América do Sul; Fonte: IBGE/CI
  • 6.
  • 7.
    Biodiversidade e ContextoTerritorial da APA do Pratigi
  • 8.
  • 9.
    APA do Pratigi APA do Pratigi
  • 10.
    Hotspots de Biodiversidade Um dos 17 locais da MA com maior riqueza de espécies
  • 12.
    Ecopolo I EcopoloII Ecopolo III 01 02 03 04
  • 13.
    Ecopolo I EcopoloII 01 02 03 04 Ecopolo III
  • 14.
    Ecopolo III EcopoloI 01 02 03 04 Ecopolo II
  • 15.
    Cobertura Florestal 1970 98.000 hectares Evolução do desmatamento
  • 16.
  • 17.
    Cobertura Florestal 2011 62.450 hectares Evolução do Desmatamento
  • 18.
    12 10 8 6 4 2 0 Vazão Média m³ Vazão Média Anual - Rio Juliana Período: 1969 à maio de 2012 1965 1970 1975 1980 1985 1990 1995 2000 2005 2010 2015 Vazão m³/s Perda de Vazão Período Vazão Média m³ Linear (Vazão Média m³) 2 per. Mov. Avg. (Vazão Média m³) Fonte: ANA / MMA 6,6m³ 4,6m³
  • 19.
    Baixo Sul daBahia: 3.118 Fragmentos Florestais. 123.000 hectares. APA do Pratigi: 488 Fragmentos Florestais. 62.425 hectares.
  • 20.
    APA do Pratigi: 50,75% da Cobertura Florestal do Baixo Sul. 15,6% do número de fragmentos.
  • 21.
    72 Fragmentos maioresque 100 hectares; 19 Fragmentos maiores que 500 hectares;
  • 23.
    1 2 3 4 5
  • 24.
    Biodiversidade Ocorrência devárias espécies ameaçadas de extinção, apresentando grande número de indivíduos. A APA do Pratigi concentra 35 espécies de plantas e vertebrados consideradas ameaçadas pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio)/Ministério do Meio Ambiente (MMA), IUCN.
  • 28.
    Serviços Ecossistêmicos: ABacia Hidrográfica do Rio Juliana
  • 30.
    Uso da terrana Bacia Hidrográfica do Rio Juliana Uso Área (ha) % Brejo 125 0,42 Floresta - Estádio Médio a Avançado 13.900 46,60 Floresta - Estádio Inicial a Médio 1.964 6,60 Floresta - Estádio Inicial 739 2,47 Lagos 266 0,89 Lavoura Permanente 8.782 29,42 Lavoura Temporária 2.608 8,74 Pastagens 1.464 4,90
  • 31.
    326 fragmentos florestais Nº de Fragmentos Área (ha) 299 0,09 - 49,99 12 50 - 99,99 6 100 – 199,99 5 200 – 499,99 1 500 – 999,99 3 > 1.000 89% < que 50 hectares
  • 32.
    Em relação àárea ocupada, eles representam 69% do total, cobrindo uma área de 15.283 hectares0
  • 33.
    9.001 8.001 7.001 6.001 5.001 4.001 3.001 2.001 1.001 0.001 0 50 100 150 200 250 300 350 Área (ha) Fragmentos Variação do Tamanho dos Fragmentos Florestais area Linear (area) Variação do tamanho de fragmentos florestais na bacia do rio Juliana
  • 35.
    Os resultados obtidoscom as métricas para avaliação das áreas nucleares dos fragmentos existentes revelaram que dos 326, 177 fragmentos são formados integralmente por bordas.
  • 37.
    Dos 42 hexágonosque apresentam os valores do ITA mais altos, entre 6 e 8, vinte estão localizados no Alto curso da bacia do rio Juliana, dois nas sub-bacias dos rios Mina Nova e Vargido e vinte na sub-bacia do rio Marimbu, conforme compartimentação hidrográfica da bacia do rio Juliana realizada pela OCT em 2010
  • 40.
    O recorte dosfragmentos maiores que 100 ha apontam a localização e o número de fragmentos prioritários para a manutenção dos serviços ligados a biodiversidade na bacia. O resultado evidenciou 15 fragmentos com áreas variando de 111 a 8.102 hectares
  • 41.
    Índices de Paisagempara Fragmentos prioritários para manutenção da biodiversidade Índices de Paisagem Área (ha) Índice de Forma Área Nuclear (ha) Proporção Área/Núcleo (ha) Índice de Proximidade Fragmentos Florestais > 100 ha Fragmento 1 931.56 2.883 817.56 87.76% 45210 Fragmento 2 111 2.75 72.54 65.35% 1095 Fragmento 3 1746 7.285 1350.63 77.36% 22653 Fragmento 4 344.67 4.676 220.86 64.08% 11388 Fragmento 5 164 3.25 108.89 66.40% 3454 Fragmento 6 147 2.154 115.11 78.31% 46227 Fragmento 7 175.3 3.019 123.12 70.23% 162 Fragmento 8 402.4 4.122 292.59 72.71% 5861 Fragmento 9 125.5 2.659 88.29 70.35% 22530 Fragmento 10 142.2 2.837 97.02 68.23% 420 Fragmento 11 336 4.424 230.49 68.60% 1181 Fragmento 12 1153 7.787 804.51 69.78% 887 Fragmento 13 215 3.041 155.7 72.42% 1707 Fragmento 14 408.5 3.042 327.33 80.13% 1287 Fragmento 15 8102 10.709 6827.66 84.27% 13004
  • 43.
    Conclusões Maior potencialhídrico regional para abastecimento humano ; A garantia da prosperidade e do desenvolvimento das atividades econômicas está relacionada ao a qualidade dos serviços ecossistêmicos;  A ocupação de áreas ambientalmente frágeis interfere negativamente na provisão dos serviços ecossistêmicos; 55% da bacia ainda é coberta por fragmentos florestais; 18% da área está localizada em zonas com alta vulnerabilidade a erosão; 40% dessas zonas estão ocupadas por fragmentos florestais; 1.260 ha apresentam ITA elevado; 55% das APP fluviais estão com a cobertura florestal alterada; A eficácia dos dados apresentados revelam que a conservação ambiental e a manutenção dos serviços ecossistêmicos dependem de alternativas sustentáveis.
  • 44.

Notas do Editor

  • #28 a atividade econômica, a qualidade de vida e a coesão das sociedades humanas são profunda e irremediavelmente dependentes dos serviços gerados pelos Ecossistemas.
  • #29 Contextualizar Função e Serviços Ecossistêmicos. As funções ecossistêmicas podem ser definidas como as constantes interações existentes entre os elementos estruturais de um ecossistema, incluindo transferência de energia, ciclagem de nutrientes, regulação de gás, regulação climática e do ciclo da água. O conceito de funções ecossistêmicas é relevante no sentido de que por meio delas se dá a geração dos serviços ecossistêmicos, que são os benefícios diretos e indiretos obtidos pelo homem a partir dos ecossistemas.