CENTRO UNIVERSITÁRIO SÃO CAMILO
FISIOTERAPIA

INARA R. CUNHA
MICHELI F.BONFIM

MÔNICA P. M. LOPEZ
TAMIRES FOGAÇA

Prof. Thiago
Marraccini

São Paulo
2013
MECANISMOS DE
TERMORREGULAÇÃO
Hipotálamo

NETTER, 2011
T Central Profunda
T Oral

T Retal
T Timpânica

+ comum

T Esofágica

MCARDLE, 2002
Termorregulação

POWERS & HOWLEY, 2005
Termogênese

POWERS & HOWLEY, 2005
Gradiente Térmico
• Temperatura corporal Central = (profunda)
• Temperatura superficial = (cutânea)
• Temperatura aumenta quando:
• Ganho de Calor >r que perda de calor
• ex. exercício vigoroso, dia quente.
No frio:
T- Central

Perda de Calor >r que produção de calor;
Dissipação do calor – meio
ambiente

MCARDLE, 2002
Mecanismos que regulam o Calor
• RECEPTORES TERMICOS PELE: Influxo periférico ao centro de
controle (central) hipotálamo
• Mudanças de temperatura no sangue: que perfunde
hipotálamo. Estimulam diretamente o centro de controle Ht.
• Terminações nervosas livres na pele – receptores térmicos
periféricos.
Mecanismos que regulam o Calor

MCARDLE, 2002
Termorregulação no Estresse
Induzido pelo Calor
• 1. Radiação: energia do corpo Irradia meio ambiente
• 2. Condução: Tecidos profundos p/pele (sup. + fria)

• 3. Convecção: com pouco ou nenhum movimento do ar.
Aquece atuando como zona Isolamento.
• Qualquer perda adicional calor.

• 4. Evaporação: Principal defesa fisiológica contra
superaquecimento.
Termorregulação no Estresse
Induzido pelo Calor
• Para cada litro de H2O
p/meio ambiente.

580 Kcal energia Térmica do corpo

• Aprox. 350ml H2O infiltram-se/d. através pele

• Transpiração Invisível

meio ambiente
FOSS & KETEYIAN, 2000
POWERS & HOWLEY, 2005
POWERS & HOWLEY, 2005
Mecanismos troca de calor exercício

POWERS & HOWLEY, 2005
Respostas fisiológicas durante o exercício em
altas temperaturas

WILMORE & COSTILL, 2001
Fatores que Influenciam a Perda de
Calor na Altas Temperaturas
Ajustes Cardiovasculares
•

Vasoconstrição e vasodilatação

•

Manutenção da pressão arterial

Esfriamento Evaporativo
Perda de agua no calor

•

Desidratação

•

Uso de diuréticos

•

Reidratação
Exercícios sob Altas Temperaturas

FOSS & KETEYIAN, 2000
Exercícios sob Altas Temperaturas
Sistema Circulatório e Mecanismo de Transpiração

• Vasodilatação cutânea
• ↓Temperatura
(Convecção e

Evaporação)
• Resultado: ↑ Global
gradiente térmico

FOSS & KETEYIAN, 2000
Exercícios sob Altas Temperaturas
Flutuação Cardiovascular

• ↓ retorno de sangue ao coração
• ↓volume diastólico terminal V.E.
• ↓ Volume de ejeção

• Compensado por um ↑ na F.C. (Fenômeno Flutuação
Cardiovascular)
Para manter o D.C. durante o exercício.
Exercícios sob Altas Temperaturas
Desidratação
• ↑ Transpiração (evaporação) = Perda excessiva de água, sais e eletrólitos;
• Hipertermia (temperatura interna excessiva);
• Diuréticos;
• Sudorese Profusa

• ↓ Volume sanguíneo
• Consumo de Líquidos

*Reposição = Perda
FOSS & KETEYIAN, 2000
Exercícios sob Altas Temperaturas
Metabolismo do Exercício
• ↑ Dependência da Glicólise Anaeróbia;

• ↓ Utilização do Glicogênio Muscular;
• ↑ Reciproca [Lactato]
Para manter o ritmo de trabalho:
• ↑ Demanda de energia (produção de suor e na respiração)
Distúrbios Relacionados ao Calor

FOSS & KETEYIAN, 2000
Exercícios sob Altas Temperaturas
Aclimatização
• 5 a 10 dias exercícios progressivos

• Respostas Circulatórias
• Sudoríparas
• Metabólicas
• Sintomáticas

FOSS & KETEYIAN, 2000
Adaptações fisiológicas ao trabalho sob alta temperatura após aclimatação
Mecanismo fisiológico
Sistema circulatório
Frequência do pulso - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - >
Fluxo sanguíneo
Período de tempo até o início - - - - - - - - - - >
Fluxo sanguíneo cutâneo (Calor seco) - - - - ->
Fluxo sanguíneo cutâneo (Calor úmido) - - - ->
Volume sanguíneo - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - >
Pressão arterial - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - >

Adaptação Fisiológica
Houve um aumento

Houve uma redução
Houve um aumento
Nenhuma modificação
Houve um aumento
Nenhuma modificação

Mecanismo de transpiração
Ritmo de transpiração
Período de tempo até o início - - - - - - - - - - >
Volume de suor - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - >
Evaporação - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - ->
Perda de sal no suor - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - >

Houve uma redução
Houve um aumento
Houve um aumento
Houve uma redução

Metabólico
Utilização de glicogênio muscular - - - - - - - - - - - >
Lactato sanguíneo - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - ->
Consumo de oxigênio - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - >

Houve uma redução
Houve uma redução
Nenhuma modificação

Sintomas subjetivos
Náuseas - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - >
Desconforto geral - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - >

Houve uma redução
Houve uma redução
Respostas fisiológicas durante o exercício em
baixas temperaturas

WILMORE & COSTILL, 2001
Respostas fisiológicas durante o
exercício em baixas temperaturas
Vasoconstrição Periférica
• ↓ Sangue superfície da pela;
• ↑ Sangue em áreas centrais;
• Conserva o calor no centro do corpo.

Termogênese química ou sem calafrios
• Estimulo tireoide e medula supra-renal (Adrenalina r Noradrenalina);
• Elevar e manter a temperatura central.

Calafrios
• Contração muscular sincrônica (não-controladas);
• Pode elevar a produção de calor em 4 a 5 vezes;
• Resposta menos proeminente.
Respostas fisiológicas durante o
exercício em baixas temperaturas
Consumo de Oxigênio
• ↑ 11% a 45% (vasoconstrição periférica);
• Intensidade do Exercício ultrapassa 50% a 60% do VO₂ max 
• Conserva o calor no centro do corpo.
Função Muscular
• ↓Força;
• ↓ Coordenação;
• ↓Velocidade.

Respostas Metabólicas
• Mobilização de Ácidos Graxos é afetada;
• Adrenalina e Noradrenalina (ineficiente);
• Glicogênio muscular é usado com um ritmo maior .
Fatores que Influenciam a Perda de
Calor na Baixas Temperaturas
Área Superficial Corporal e Composição Corporal
• Tamanho
• Formato
• Massa Corporal
• Gordura sub cutânea
Aclimação (Exposição Aguda)
• Vasoconstrição Periférica (Preservação de Calor)
• Produção de Calor (Termogênese)
Aclimatização (Exposição Crônica)
• Vasoconstrição Periférica
• Vasodilatação Periférica (3° a 4°C)
• Pouca evidência na influencia as respostas termorreguladoras ao
frio, durante o exercício.
Riscos para Saúde da Exposição ao
Frio
Enregelamento
• Temperatura da pele alcança -2°C e -6°C
• Velocidade da perda de calor (pele)
• Tempo de exposição
Hipotermia
• Exposição prolongada
• Condições extremamente frias
• ↑ Perda de calor
• ↑ Evaporação
• ↑convecção
• ↑Condução
*A reposição de líquidos pela via intravenosa e a ingestão de água em geral
combatem a hipotermia num tempo de 30 min a 1h
CALOR

X

FRIO

WILMORE & COSTILL, 2001
CALOR

X

FRIO

WILMORE & COSTILL, 2001
Efeitos Agudos da Altitude
(Hipobárico)
• Percentual de O₂ 20,93
• Pressão parcial que altera PB.

WILMORE & COSTILL, 2001
Ajustes Fisiológicos
• ↑ Ventilação pulmonar;
• ↑ DC em repouso e submáximo;
• ↑ Resistência vascular pulmonar.
Maior ventilação pulmonar
• ↑ PO₂ alveolar (saturação ↑ Hb); 98% - 92%
(2439m)

• ↓Captação máx O₂
• ↑ Altitude

WILMORE & COSTILL, 2001
MCARDLE, 2002
Maior ventilação pulmonar
• Aumenta eliminação de CO₂;
• ↓PCO₂ alveolar;
• ↓[H+].
Maior débito cardíaco em
repouso e submáximo
• ↑ DC;
• ↓ volume de sangue ejetado; (volume
plasmático ↓)
• ↑ frequência cardíaca
(é suficiente para compensar)
• Função contrátil preservada.
*Primeiras

horas na altitude
Elevação na Resistência Vascular
Pulmonar
• Hipertensão Pulmonar
• Edema Pulmonar ( Acumulo de Líquido nos Pulmões)
Em geral essas alterações fisiológicas mais
proeminentes são imediatas e ajudam muito
no fornecimento de O₂ aos tecidos nessa
condição de hipóxia.
Adaptações Metabólicas à Altitude
Paradoxo do Lactato
• ↓Capacidade Oxidativa;
• ↓ VO ₂ máx.

• Anaeróbio Lático
• Curiosamente ↓ lactato após exercício exaustivo
FOSS: Desempenha um papel protetor por minimizar as reduções na
acidez (ph) da célula muscular.
WILMORE: Incapacidade do corpo atingir a taxa de trabalho que exige
totalmente os sistemas energéticos.
Aclimatação: Exposição
Prolongada à Altitude
• Representa as alterações, ajustes fisiológicos, em
pessoas expostas a altitude por dias ou semanas;
• NUNCA COMPENSAM COMPLETAMENTE A HIPÓXIA

• Alterações ao nível tecidual :
a) Maior capilarização tecidual e muscular;
b) Maior concentração de Hb;
c) Maior densidade de mitocôndria;
d) Alterações enzimáticas que elevam a capacidade
oxidativa.
Adaptações Sanguíneas
•
•
•
•
•
•

Liberação de ERITROPOIETINA  ERITRÓCITOS (primeiras 3h);
↑Hb;
↑ Transporte de O ₂
Ar seco favorece a desidratação e ↓ volume plasmático;
↑ viscosidade;
↑ ainda mais capacidade de transporte do O₂.
Adaptações Musculares

WILMORE & COSTILL, 2001
Adaptações Cardiorrespiratória
• ↑ Ventilação Pulmonar (4000 m ↑ até 50%);
• Hiperventilação promove a eliminação de CO₂ (Alcalose do
sangue);
• ↓Bicarbonato do sangue (Impedir que o sangue se torne
anormalmente alcalino).
Desempenho na Altitude (moderada)
Endurance
• Longa Duração;
• Metabolismo Aeróbio;
• Severamente afetado;
• VO ₂ máx ↓ 10 -25 %
• Preparo : Alta
intensidade no nível do
mar.
• É a mais comprometida
nas condições
hipobáricas devido
metabolismo oxidativo;

Anaeróbias de Explosão
• Curta duração;
• Metabolismo ATP-CP
Glicolítico;
• Melhor desempenho
• Geralmente não são
comprometidos pela
altitude moderada.
• Menor resistência
aerodinâmica
• Anaeróbias de Explosão:
que duram menos de um
minuto, geralmente não
são comprometidas;
Desempenho na Altitude (moderada)
Atividade Exaustiva
• ↓ [Lactato]
• Consumo limitado de O₂;
• Metabolismo Anaeróbio;
• Paradoxo do lactato
Desempenho na Altitude
• Treinamento na altitude não provoca melhoras significativas;
• Atletas x Competições;

Altitudes de 3.660
metros de La Paz
Referencias Bibliográficas
FOSS, Merle L.; KETEYIAN, Steven J. Bases fisiológicas do exercício
e do esporte. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000. (6° Edição)
MCARDLE,W.;KATCH,F.;KATCH,V. Fisiologia do Exercício – Energia,
Nutrição e Desempenho Humano – Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan , 2002. (2° Edição)
WILMORE, J.H.; COSTILL, D.L. Fisiologia do Esporte e do Exercício,
São Paulo, Ed. Manole, 2001. (2° Edição)
POWERS E HOWLEY, Fisiologia do Exercício: Teoria e aplicação ao
Condicionamento e ao Desempenho. Barueri – SP – Brasil: Manole
Ltda, 2005

NETTER, Frank H. Atlas de Anatomia Humana. Rio de
Janeiro: Elsevier, Rio de Janeiro; 2011.(5° Edição)

Apresentação de fisiologia_do__exercicio_finalizada

  • 1.
    CENTRO UNIVERSITÁRIO SÃOCAMILO FISIOTERAPIA INARA R. CUNHA MICHELI F.BONFIM MÔNICA P. M. LOPEZ TAMIRES FOGAÇA Prof. Thiago Marraccini São Paulo 2013
  • 2.
  • 3.
  • 4.
    T Central Profunda TOral T Retal T Timpânica + comum T Esofágica MCARDLE, 2002
  • 5.
  • 6.
  • 7.
    Gradiente Térmico • Temperaturacorporal Central = (profunda) • Temperatura superficial = (cutânea) • Temperatura aumenta quando: • Ganho de Calor >r que perda de calor • ex. exercício vigoroso, dia quente. No frio: T- Central Perda de Calor >r que produção de calor;
  • 8.
    Dissipação do calor– meio ambiente MCARDLE, 2002
  • 9.
    Mecanismos que regulamo Calor • RECEPTORES TERMICOS PELE: Influxo periférico ao centro de controle (central) hipotálamo • Mudanças de temperatura no sangue: que perfunde hipotálamo. Estimulam diretamente o centro de controle Ht. • Terminações nervosas livres na pele – receptores térmicos periféricos.
  • 10.
    Mecanismos que regulamo Calor MCARDLE, 2002
  • 11.
    Termorregulação no Estresse Induzidopelo Calor • 1. Radiação: energia do corpo Irradia meio ambiente • 2. Condução: Tecidos profundos p/pele (sup. + fria) • 3. Convecção: com pouco ou nenhum movimento do ar. Aquece atuando como zona Isolamento. • Qualquer perda adicional calor. • 4. Evaporação: Principal defesa fisiológica contra superaquecimento.
  • 12.
    Termorregulação no Estresse Induzidopelo Calor • Para cada litro de H2O p/meio ambiente. 580 Kcal energia Térmica do corpo • Aprox. 350ml H2O infiltram-se/d. através pele • Transpiração Invisível meio ambiente
  • 13.
  • 14.
  • 15.
  • 16.
    Mecanismos troca decalor exercício POWERS & HOWLEY, 2005
  • 17.
    Respostas fisiológicas duranteo exercício em altas temperaturas WILMORE & COSTILL, 2001
  • 18.
    Fatores que Influenciama Perda de Calor na Altas Temperaturas Ajustes Cardiovasculares • Vasoconstrição e vasodilatação • Manutenção da pressão arterial Esfriamento Evaporativo Perda de agua no calor • Desidratação • Uso de diuréticos • Reidratação
  • 19.
    Exercícios sob AltasTemperaturas FOSS & KETEYIAN, 2000
  • 20.
    Exercícios sob AltasTemperaturas Sistema Circulatório e Mecanismo de Transpiração • Vasodilatação cutânea • ↓Temperatura (Convecção e Evaporação) • Resultado: ↑ Global gradiente térmico FOSS & KETEYIAN, 2000
  • 21.
    Exercícios sob AltasTemperaturas Flutuação Cardiovascular • ↓ retorno de sangue ao coração • ↓volume diastólico terminal V.E. • ↓ Volume de ejeção • Compensado por um ↑ na F.C. (Fenômeno Flutuação Cardiovascular) Para manter o D.C. durante o exercício.
  • 22.
    Exercícios sob AltasTemperaturas Desidratação • ↑ Transpiração (evaporação) = Perda excessiva de água, sais e eletrólitos; • Hipertermia (temperatura interna excessiva); • Diuréticos; • Sudorese Profusa • ↓ Volume sanguíneo • Consumo de Líquidos *Reposição = Perda FOSS & KETEYIAN, 2000
  • 23.
    Exercícios sob AltasTemperaturas Metabolismo do Exercício • ↑ Dependência da Glicólise Anaeróbia; • ↓ Utilização do Glicogênio Muscular; • ↑ Reciproca [Lactato] Para manter o ritmo de trabalho: • ↑ Demanda de energia (produção de suor e na respiração)
  • 24.
    Distúrbios Relacionados aoCalor FOSS & KETEYIAN, 2000
  • 25.
    Exercícios sob AltasTemperaturas Aclimatização • 5 a 10 dias exercícios progressivos • Respostas Circulatórias • Sudoríparas • Metabólicas • Sintomáticas FOSS & KETEYIAN, 2000
  • 26.
    Adaptações fisiológicas aotrabalho sob alta temperatura após aclimatação Mecanismo fisiológico Sistema circulatório Frequência do pulso - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - > Fluxo sanguíneo Período de tempo até o início - - - - - - - - - - > Fluxo sanguíneo cutâneo (Calor seco) - - - - -> Fluxo sanguíneo cutâneo (Calor úmido) - - - -> Volume sanguíneo - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - > Pressão arterial - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - > Adaptação Fisiológica Houve um aumento Houve uma redução Houve um aumento Nenhuma modificação Houve um aumento Nenhuma modificação Mecanismo de transpiração Ritmo de transpiração Período de tempo até o início - - - - - - - - - - > Volume de suor - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - > Evaporação - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -> Perda de sal no suor - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - > Houve uma redução Houve um aumento Houve um aumento Houve uma redução Metabólico Utilização de glicogênio muscular - - - - - - - - - - - > Lactato sanguíneo - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -> Consumo de oxigênio - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - > Houve uma redução Houve uma redução Nenhuma modificação Sintomas subjetivos Náuseas - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - > Desconforto geral - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - > Houve uma redução Houve uma redução
  • 27.
    Respostas fisiológicas duranteo exercício em baixas temperaturas WILMORE & COSTILL, 2001
  • 28.
    Respostas fisiológicas duranteo exercício em baixas temperaturas Vasoconstrição Periférica • ↓ Sangue superfície da pela; • ↑ Sangue em áreas centrais; • Conserva o calor no centro do corpo. Termogênese química ou sem calafrios • Estimulo tireoide e medula supra-renal (Adrenalina r Noradrenalina); • Elevar e manter a temperatura central. Calafrios • Contração muscular sincrônica (não-controladas); • Pode elevar a produção de calor em 4 a 5 vezes; • Resposta menos proeminente.
  • 29.
    Respostas fisiológicas duranteo exercício em baixas temperaturas Consumo de Oxigênio • ↑ 11% a 45% (vasoconstrição periférica); • Intensidade do Exercício ultrapassa 50% a 60% do VO₂ max  • Conserva o calor no centro do corpo. Função Muscular • ↓Força; • ↓ Coordenação; • ↓Velocidade. Respostas Metabólicas • Mobilização de Ácidos Graxos é afetada; • Adrenalina e Noradrenalina (ineficiente); • Glicogênio muscular é usado com um ritmo maior .
  • 30.
    Fatores que Influenciama Perda de Calor na Baixas Temperaturas Área Superficial Corporal e Composição Corporal • Tamanho • Formato • Massa Corporal • Gordura sub cutânea Aclimação (Exposição Aguda) • Vasoconstrição Periférica (Preservação de Calor) • Produção de Calor (Termogênese) Aclimatização (Exposição Crônica) • Vasoconstrição Periférica • Vasodilatação Periférica (3° a 4°C) • Pouca evidência na influencia as respostas termorreguladoras ao frio, durante o exercício.
  • 31.
    Riscos para Saúdeda Exposição ao Frio Enregelamento • Temperatura da pele alcança -2°C e -6°C • Velocidade da perda de calor (pele) • Tempo de exposição Hipotermia • Exposição prolongada • Condições extremamente frias • ↑ Perda de calor • ↑ Evaporação • ↑convecção • ↑Condução *A reposição de líquidos pela via intravenosa e a ingestão de água em geral combatem a hipotermia num tempo de 30 min a 1h
  • 32.
  • 33.
  • 34.
    Efeitos Agudos daAltitude (Hipobárico) • Percentual de O₂ 20,93 • Pressão parcial que altera PB. WILMORE & COSTILL, 2001
  • 35.
    Ajustes Fisiológicos • ↑Ventilação pulmonar; • ↑ DC em repouso e submáximo; • ↑ Resistência vascular pulmonar.
  • 36.
    Maior ventilação pulmonar •↑ PO₂ alveolar (saturação ↑ Hb); 98% - 92% (2439m) • ↓Captação máx O₂ • ↑ Altitude WILMORE & COSTILL, 2001
  • 37.
  • 38.
    Maior ventilação pulmonar •Aumenta eliminação de CO₂; • ↓PCO₂ alveolar; • ↓[H+].
  • 39.
    Maior débito cardíacoem repouso e submáximo • ↑ DC; • ↓ volume de sangue ejetado; (volume plasmático ↓) • ↑ frequência cardíaca (é suficiente para compensar) • Função contrátil preservada. *Primeiras horas na altitude
  • 40.
    Elevação na ResistênciaVascular Pulmonar • Hipertensão Pulmonar • Edema Pulmonar ( Acumulo de Líquido nos Pulmões) Em geral essas alterações fisiológicas mais proeminentes são imediatas e ajudam muito no fornecimento de O₂ aos tecidos nessa condição de hipóxia.
  • 41.
    Adaptações Metabólicas àAltitude Paradoxo do Lactato • ↓Capacidade Oxidativa; • ↓ VO ₂ máx. • Anaeróbio Lático • Curiosamente ↓ lactato após exercício exaustivo FOSS: Desempenha um papel protetor por minimizar as reduções na acidez (ph) da célula muscular. WILMORE: Incapacidade do corpo atingir a taxa de trabalho que exige totalmente os sistemas energéticos.
  • 42.
    Aclimatação: Exposição Prolongada àAltitude • Representa as alterações, ajustes fisiológicos, em pessoas expostas a altitude por dias ou semanas; • NUNCA COMPENSAM COMPLETAMENTE A HIPÓXIA • Alterações ao nível tecidual : a) Maior capilarização tecidual e muscular; b) Maior concentração de Hb; c) Maior densidade de mitocôndria; d) Alterações enzimáticas que elevam a capacidade oxidativa.
  • 43.
    Adaptações Sanguíneas • • • • • • Liberação deERITROPOIETINA  ERITRÓCITOS (primeiras 3h); ↑Hb; ↑ Transporte de O ₂ Ar seco favorece a desidratação e ↓ volume plasmático; ↑ viscosidade; ↑ ainda mais capacidade de transporte do O₂.
  • 44.
  • 45.
    Adaptações Cardiorrespiratória • ↑Ventilação Pulmonar (4000 m ↑ até 50%); • Hiperventilação promove a eliminação de CO₂ (Alcalose do sangue); • ↓Bicarbonato do sangue (Impedir que o sangue se torne anormalmente alcalino).
  • 46.
    Desempenho na Altitude(moderada) Endurance • Longa Duração; • Metabolismo Aeróbio; • Severamente afetado; • VO ₂ máx ↓ 10 -25 % • Preparo : Alta intensidade no nível do mar. • É a mais comprometida nas condições hipobáricas devido metabolismo oxidativo; Anaeróbias de Explosão • Curta duração; • Metabolismo ATP-CP Glicolítico; • Melhor desempenho • Geralmente não são comprometidos pela altitude moderada. • Menor resistência aerodinâmica • Anaeróbias de Explosão: que duram menos de um minuto, geralmente não são comprometidas;
  • 47.
    Desempenho na Altitude(moderada) Atividade Exaustiva • ↓ [Lactato] • Consumo limitado de O₂; • Metabolismo Anaeróbio; • Paradoxo do lactato
  • 48.
    Desempenho na Altitude •Treinamento na altitude não provoca melhoras significativas; • Atletas x Competições; Altitudes de 3.660 metros de La Paz
  • 49.
    Referencias Bibliográficas FOSS, MerleL.; KETEYIAN, Steven J. Bases fisiológicas do exercício e do esporte. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000. (6° Edição) MCARDLE,W.;KATCH,F.;KATCH,V. Fisiologia do Exercício – Energia, Nutrição e Desempenho Humano – Rio de Janeiro: Guanabara Koogan , 2002. (2° Edição) WILMORE, J.H.; COSTILL, D.L. Fisiologia do Esporte e do Exercício, São Paulo, Ed. Manole, 2001. (2° Edição) POWERS E HOWLEY, Fisiologia do Exercício: Teoria e aplicação ao Condicionamento e ao Desempenho. Barueri – SP – Brasil: Manole Ltda, 2005 NETTER, Frank H. Atlas de Anatomia Humana. Rio de Janeiro: Elsevier, Rio de Janeiro; 2011.(5° Edição)