O documento analisa João do Morro, um sambista de Pernambuco que se tornou uma voz importante da periferia através de suas letras. Apesar de ser elogiado por alguns por dar visibilidade à cultura popular, ele também é criticado por outros que acham que se apropria demais da imagem de líder das comunidades. O texto discute os conceitos de liderança midiática, mediações culturais e ressignificação cultural no contexto do trabalho de João do Morro.