COMPLEXIDADE,
LINEARIDADE E DESIGN
COMPLEXITY, LINEARITY AND DESIGN

DISCIPLINA:
TÓPICOS AVANÇADOS EM COMPUTAÇÃO GRÁFICA
PROFESSOR DR:
FERNANDO MARAR
POR:
EDISON URIEL RODRÍGUEZ CABEZA
"mudança de paradigma" em seu artigo em seu artigo “A estrutura das
revoluções científicas” em 1962, definindo o paradigma em dois sentidos
diferentes:

De um lado, significa toda a constelação de crenças,
valores, técnicas, etc., que compartilham os membros de
uma comunidade dada. De outro lado, denota uma espécie
de elemento de tal constelação, as concretas soluções de
problemas que, empregadas como modelos ou
exemplos podem substituir regras explícitas como base da
solução dos restantes problemas da ciência normal. (KHUN,
1971, p.13. Tradução nossa)
três grandes mitos:

 o mito do domínio do universo,
 o mito do progresso,
 o mito da felicidade
Edward Lorenz

“um bater de asas de uma borboleta em Hong Kong pode
desencadear uma tempestade em Nova Iorque”.
 Bertalanffy lançou em 1940 o desafio da
construção de uma espécie de metadisciplina
baseada em cálculos matemáticos, que
denominou teoria geral dos Sistemas
“A complexidade surge como dificuldade, como
incerteza e não como uma clareza e como resposta
o problema é saber se há uma possibilidade de
responder a o desafio da incerteza e da
dificuldade”. (Moran, 2005, p. 178)
(CROSS, 1982, apud BARROS et al.2012, p 5)
Alfaris (2009, p. 7-8)
Um sistema complexo é definido “como um sistema
que compreende componentes e interconexões,
interseções, ou interdependências, todas elas difíceis
de descrever, entender, predizer, manejar, projetar ou
trocar”.
diversas disciplinas para construir os problemas de design prevendo a informação, as
limitações e o conhecimento”
Crawley et al (2004, apud ALFARIS, 2009, p.6)
Enlaces consistentes em pessoas ou empresas interconectadas
entre si por enlaces de transferência de informação que podem
implicar a comunicação cara a cara, eletrônica, ou de outra
índole. Estas podem, mas não é necessário, existir dentro dos
limites de filiação a um grupo. Com frequência o fazem, mas não
é necessário, incorporar as qualidades das comunidades para os
participantes, onde “comunidade” é definida no sentido de
redes de laços interpessoais que proporcionam sociabilidade,
suporte, informação, um sentido de filiação e identidade social.

Von Hippel (2006, p. 96)
A velha visão do design:
os papeis separados
A nova visão do design:
os papeis separados
Referências bibliográficas
ALFARIS, Anas. The Evolutionary Design Model (EDM) for the design of complex engineered systems : Masdar
City as a case study. 2009. 161 f. Thesis (S.M.)--Massachusetts Institute of Technology, Computation for Design
and Optimization Program. Massachusetts, 2009. Disponível em:< http://hdl.handle.net/1721.1/58187> Aceso
em: 15 maio 2013
ATKINSON, Paul. Orchestral manoeuvres in design. In: ABEL, Bas Van et al. (Comp.). Open Design Now: Why
Design Cannot Remain Exclusive. second Amsterdam: Bis Publishers, 2011. p. 24-31. ISBN 978-90-6369-259-9
BARROS, Bruno et al. Sobre a complexidade e a prática do Design. P&D design 2012. 10º Congresso Brasileiro de
Pesquisa e Desenvolvimento em Design.
São Luís - MA: Universidade Federal do Maranhão, 2012. ISBN: 978-85-7862-247-3
CHESBROUHG, Henrry. The era of open innovation. In: A special collection of innovation and management
insights from MIT Sloan Management Review: Top 10 Lessons on the new business of innovation, North
Hollywood CA: MIT Sloan management Review, 2011, p. 35-41
DOWNEY, Allen B. Think Complexity , Version 1.2.2 . Second edition. Needham, Massachusetts: Green Tea
Press, 2011. 134 p.
ESTRADA ALVAREZ, Adrian. Os fundamentos da teoria da complexidade em Edgar. Morin. Akrópolis: Umuarama, v.
17, n. 2, p. 85-90, abr./jun. 2009.
ICSID. Definition of design [on line].2013. Disponível em:
<http://www.icsid.org/about/about/articles31.htm> Acesso em: 25 abril 2013
KUHM, Thomas. La estructura de las revoluciones científicas. (Traducción: Agustín Contín). México: Breviarios
213. Fondo de Cultura Económica. 1971. 36 p.
LU, Stephen C.-Y.; SUH, Nam-Pyo, Complexity in design of technical systems. CIRP Annals - Manufacturing
Technology, Volume 58, Issue 1, 2009, Pages 157-160, ISSN 0007-8506, Disponível em:
<http://dx.doi.org/10.1016/j.cirp.2009.03.067.>.Acesso em: 25 maio 2013
MALDONADO, Tomás. El diseño industrial reconsiderado: definición, historia, bibliografia. 2ª ed., Barcelona:
Editorial Gustavo Gili, 1981.
MALDONADO, Tomás. Vanguardia y racionalidad. - Tradução do italiano ao português: José Espadeiro- Lisboa:
Edições 70, 1977. 271 p.
MORÁN, Edgar. ¿Hacia el abismo? globalización en el siglo XXI. Barcelona: Paidós, 2010
MORÁN, Edgar. Ciência com consciência / Edgar Morin; tradução de Maria D. Alexandre e Maria Alice Sampaio
Dória. - Ed. revista e modificada pelo autor - 8ª Ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2005. 350p.
PIMAPUNSRI, Kusol; TICHKIEWITCH, Serge. Integrated Design Approach for Solving Complexity of Design
Problem. American Journal of Operations Research, 2013, 3, 138-146, Published Online January 2013. Disponível
em: <http://www.scirp.org/journal/ajor> . Acesso em: 20 jun 2013.

PINA E CUNHA, Miguel; ARMÉNIO, Rego. Complexity, simplicity, simplexity. European Management Journal,
Volume 28, Issue 2, April 2010, Pages 85–94.
PRIGOGINE, Ilya. O fim das certezas :tempo, caos e as leis da natureza. tradução de Roberto Leal Ferreira. São
Paulo: Ed. da UNESP, 2002, 199 p.
REYNOSO, Carlos. Complejidad y el Caos: Una exploración antropológica. Buenos Aires: UBA, 2006, 297p.
STAPPERS, Pieter; VISSER, Froukje; KISTEMAKER, Sandra. Creation & co: user participation in design. In: ABEL, Bas
Van et al. (Comp.). Open Design Now: Why Design Cannot Remain Exclusive. second Amsterdam: Bis Publishers,
2011. p. 140-148.
STROGATZ, Steven H. Non linear dynamics and chaos. With aplications to physics, biology, chemistry and
engineering. Massachussetts: Perseus Books Publishing, 1994. 498 p.
TANEV, Stoyan et al. Innovation policy development and the emergence of new innovation paradigms. Technology
Innovation Management Review, Carlenton University. Carleton, Canada, november 2011, p. 14-19. ISSN
1927-0321. Disponível em: <http://www.timreview.ca/article/496> Acesso em: 14 jun. 2012
TARRIDE, Mario. Complejidad y sistemas complejos. Histôria, Ciências, Saúde. Manguinhos: Vol II (1), mar-jun
1995, p. 44-66.
TSCHIMMEL, Katja. Sapiens e demens no pensamento criativo do design. 2010. 574 f. Tese (Doutorado em
Design) - Departamento de Comunicação e Arte, Universidade de Aveiro, Portugal, 2010
VON HIPPEL, Eric. Democratizing Innovation . Cambridge, Massachusetts: The MIT Press, 2006. 204 p. Disponível
em: <http://web.mit.edu/evhippel/www/books/DI/DemocInn.pdf> Acesso em: 20 sep. 2011
Obrigado !

ApresentacCOMPLEXIDADE, LINEARIDADE E DESIGN COMPLEXITY, LINEARITY AND DESIGNao final

  • 1.
    COMPLEXIDADE, LINEARIDADE E DESIGN COMPLEXITY,LINEARITY AND DESIGN DISCIPLINA: TÓPICOS AVANÇADOS EM COMPUTAÇÃO GRÁFICA PROFESSOR DR: FERNANDO MARAR POR: EDISON URIEL RODRÍGUEZ CABEZA
  • 3.
    "mudança de paradigma"em seu artigo em seu artigo “A estrutura das revoluções científicas” em 1962, definindo o paradigma em dois sentidos diferentes: De um lado, significa toda a constelação de crenças, valores, técnicas, etc., que compartilham os membros de uma comunidade dada. De outro lado, denota uma espécie de elemento de tal constelação, as concretas soluções de problemas que, empregadas como modelos ou exemplos podem substituir regras explícitas como base da solução dos restantes problemas da ciência normal. (KHUN, 1971, p.13. Tradução nossa)
  • 5.
    três grandes mitos: o mito do domínio do universo,  o mito do progresso,  o mito da felicidade
  • 8.
    Edward Lorenz “um baterde asas de uma borboleta em Hong Kong pode desencadear uma tempestade em Nova Iorque”.
  • 9.
     Bertalanffy lançouem 1940 o desafio da construção de uma espécie de metadisciplina baseada em cálculos matemáticos, que denominou teoria geral dos Sistemas
  • 12.
    “A complexidade surgecomo dificuldade, como incerteza e não como uma clareza e como resposta o problema é saber se há uma possibilidade de responder a o desafio da incerteza e da dificuldade”. (Moran, 2005, p. 178)
  • 13.
    (CROSS, 1982, apudBARROS et al.2012, p 5)
  • 14.
  • 15.
    Um sistema complexoé definido “como um sistema que compreende componentes e interconexões, interseções, ou interdependências, todas elas difíceis de descrever, entender, predizer, manejar, projetar ou trocar”. diversas disciplinas para construir os problemas de design prevendo a informação, as limitações e o conhecimento” Crawley et al (2004, apud ALFARIS, 2009, p.6)
  • 18.
    Enlaces consistentes empessoas ou empresas interconectadas entre si por enlaces de transferência de informação que podem implicar a comunicação cara a cara, eletrônica, ou de outra índole. Estas podem, mas não é necessário, existir dentro dos limites de filiação a um grupo. Com frequência o fazem, mas não é necessário, incorporar as qualidades das comunidades para os participantes, onde “comunidade” é definida no sentido de redes de laços interpessoais que proporcionam sociabilidade, suporte, informação, um sentido de filiação e identidade social. Von Hippel (2006, p. 96)
  • 20.
    A velha visãodo design: os papeis separados
  • 21.
    A nova visãodo design: os papeis separados
  • 23.
    Referências bibliográficas ALFARIS, Anas.The Evolutionary Design Model (EDM) for the design of complex engineered systems : Masdar City as a case study. 2009. 161 f. Thesis (S.M.)--Massachusetts Institute of Technology, Computation for Design and Optimization Program. Massachusetts, 2009. Disponível em:< http://hdl.handle.net/1721.1/58187> Aceso em: 15 maio 2013 ATKINSON, Paul. Orchestral manoeuvres in design. In: ABEL, Bas Van et al. (Comp.). Open Design Now: Why Design Cannot Remain Exclusive. second Amsterdam: Bis Publishers, 2011. p. 24-31. ISBN 978-90-6369-259-9 BARROS, Bruno et al. Sobre a complexidade e a prática do Design. P&D design 2012. 10º Congresso Brasileiro de Pesquisa e Desenvolvimento em Design. São Luís - MA: Universidade Federal do Maranhão, 2012. ISBN: 978-85-7862-247-3 CHESBROUHG, Henrry. The era of open innovation. In: A special collection of innovation and management insights from MIT Sloan Management Review: Top 10 Lessons on the new business of innovation, North Hollywood CA: MIT Sloan management Review, 2011, p. 35-41 DOWNEY, Allen B. Think Complexity , Version 1.2.2 . Second edition. Needham, Massachusetts: Green Tea Press, 2011. 134 p. ESTRADA ALVAREZ, Adrian. Os fundamentos da teoria da complexidade em Edgar. Morin. Akrópolis: Umuarama, v. 17, n. 2, p. 85-90, abr./jun. 2009. ICSID. Definition of design [on line].2013. Disponível em: <http://www.icsid.org/about/about/articles31.htm> Acesso em: 25 abril 2013 KUHM, Thomas. La estructura de las revoluciones científicas. (Traducción: Agustín Contín). México: Breviarios 213. Fondo de Cultura Económica. 1971. 36 p.
  • 24.
    LU, Stephen C.-Y.;SUH, Nam-Pyo, Complexity in design of technical systems. CIRP Annals - Manufacturing Technology, Volume 58, Issue 1, 2009, Pages 157-160, ISSN 0007-8506, Disponível em: <http://dx.doi.org/10.1016/j.cirp.2009.03.067.>.Acesso em: 25 maio 2013 MALDONADO, Tomás. El diseño industrial reconsiderado: definición, historia, bibliografia. 2ª ed., Barcelona: Editorial Gustavo Gili, 1981. MALDONADO, Tomás. Vanguardia y racionalidad. - Tradução do italiano ao português: José Espadeiro- Lisboa: Edições 70, 1977. 271 p. MORÁN, Edgar. ¿Hacia el abismo? globalización en el siglo XXI. Barcelona: Paidós, 2010 MORÁN, Edgar. Ciência com consciência / Edgar Morin; tradução de Maria D. Alexandre e Maria Alice Sampaio Dória. - Ed. revista e modificada pelo autor - 8ª Ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2005. 350p. PIMAPUNSRI, Kusol; TICHKIEWITCH, Serge. Integrated Design Approach for Solving Complexity of Design Problem. American Journal of Operations Research, 2013, 3, 138-146, Published Online January 2013. Disponível em: <http://www.scirp.org/journal/ajor> . Acesso em: 20 jun 2013. PINA E CUNHA, Miguel; ARMÉNIO, Rego. Complexity, simplicity, simplexity. European Management Journal, Volume 28, Issue 2, April 2010, Pages 85–94. PRIGOGINE, Ilya. O fim das certezas :tempo, caos e as leis da natureza. tradução de Roberto Leal Ferreira. São Paulo: Ed. da UNESP, 2002, 199 p. REYNOSO, Carlos. Complejidad y el Caos: Una exploración antropológica. Buenos Aires: UBA, 2006, 297p. STAPPERS, Pieter; VISSER, Froukje; KISTEMAKER, Sandra. Creation & co: user participation in design. In: ABEL, Bas Van et al. (Comp.). Open Design Now: Why Design Cannot Remain Exclusive. second Amsterdam: Bis Publishers, 2011. p. 140-148. STROGATZ, Steven H. Non linear dynamics and chaos. With aplications to physics, biology, chemistry and engineering. Massachussetts: Perseus Books Publishing, 1994. 498 p.
  • 25.
    TANEV, Stoyan etal. Innovation policy development and the emergence of new innovation paradigms. Technology Innovation Management Review, Carlenton University. Carleton, Canada, november 2011, p. 14-19. ISSN 1927-0321. Disponível em: <http://www.timreview.ca/article/496> Acesso em: 14 jun. 2012 TARRIDE, Mario. Complejidad y sistemas complejos. Histôria, Ciências, Saúde. Manguinhos: Vol II (1), mar-jun 1995, p. 44-66. TSCHIMMEL, Katja. Sapiens e demens no pensamento criativo do design. 2010. 574 f. Tese (Doutorado em Design) - Departamento de Comunicação e Arte, Universidade de Aveiro, Portugal, 2010 VON HIPPEL, Eric. Democratizing Innovation . Cambridge, Massachusetts: The MIT Press, 2006. 204 p. Disponível em: <http://web.mit.edu/evhippel/www/books/DI/DemocInn.pdf> Acesso em: 20 sep. 2011
  • 26.