SlideShare uma empresa Scribd logo
Conhecendo o anti-eu,  Conhecendo o anti-você
“ Antimatéria?—é um combustível poderoso, né? Vi isso nos filmes 'Anjos e Demônios' e 'Jornada nas Estrelas'.”  “ Acho que tem a ver com espaçonaves qeu se movem a velocidade da luz – elas usam reatores com antimatéria, né?” “ Li numa revista que ela pode se tornar uma fonte de combustível no futuro.” “ OK. Diga-me— afinal de contas, o que É  antimatéria?” “… onde podemos conseguir um pouco? O carro deve ficar muito mais veloz!” A SEGUIR MOSTRAMOS ALGUMAS QUESTÕES SOBRE ANTIMATÉRIA, QUE SURGEM ENTRE OS ALUNOS DOS PRIMEIROS ANOS DO ENSINO MÉDIO
Do filme “Anjos & Demônios” (2009) *   To see the video, click on the picture :
Antimatéria já esteve perto da cultura popular bem antes do lançamento do filme “Anjos & Demônios”  ( ou do livro de 2000 do novelista Dan Brown, no qual o filme está baseado).  As frases seguintes são alguns exemplos, da série de TV “Jornada nas Estrelas” (anos 60):
De Jornada nas Estrelas – série original Episódio da 3a. Temporada (1969 ) Spock:   Quando eu acesso o controle de combustível da nave, existe um tubo conectado à câmara de reação matéria-antimatéria. Scotty: Isto mesmo, existe um acesso de serviço, mas isso não quer dizer que seja usado enquanto o integrador opera. Spock:   Mesmo assim, está ali e pode interromper o fluxo de combustível naquele ponto. Scotty: Com o quê? Com as mãos nuas, sem proteção? Spock:   Uma sonda magnética. Scotty: Qualquer matéria que entrar em contato com a antimatéria desencadearaá uma explosão.   E não acredito que um homem possa viver neste acesso durante o fluxo de energia do campo magnético que mantém a antimatéria aprisionada! Spock:   Posso tentar!. Scotty: Você vai acabar morrendo lá! Spock:   Se não tivermos outra solução, rápido, este é o destino que nos espera. Star Trek © Paramount Pictures
De Jornada nas Estrelas – série original Episódio da 1a. Temporada (1967) Kirk: Não estou entendendo você. Spock:   Dois universos paralelos – imagine isso—um positivo e outro negativo.  Ou mais especificamente, um matéria, outro antimatéria.  Kirk:   Você tem certeza do que está dizendo?  Matéria e antimatéria tem uma  tendência a mutuamente se cancelarem - violentamente Spock:   Precisamente. Sob certas condições— quando duas partículas idênticas de matéria e antimatéria se encontram.  Aniquilação, Jim. Total, completa e absoluta. Star Trek © Paramount Pictures
De Jornada nas Estrelas – A próxima geração Episódio da 1a. Temporada (1988) Voz do Computador: Última questão do teste hipermídico de física: “Se tanques de matéria e antimatéria numa espaçonave intergaláctica estão 90% vazios, calcule a taxa de mistura necessária para alcançar a base estelar, distante 100 anos-luz, numa velocidade warp 8”. Comece agora. Star Trek © Paramount Pictures
Bem , isto são algumas coisas que filmes e a TV nos tem falado sobre a antimatéria. Mas, qual é a realidade?
Apenas QUATRO partículas compõem toda a matéria visível no Universo…
Apenas QUATRO partículas compõem toda a matéria visível no Universo… electron neutrino up quark down quark
Mas o Universo ainda tem outras partículas escondidas debaixo da manga.  Por exemplo, cada partícula da matéria tem um gêmeo.  Não, não é um gêmeo mau… electron neutrino up quark down quark
… um gêmeo de ANTIMATÉRIA. Tradicionalmente usa-se uma pequena barra no símbolo da partícula de antimatéria para distingui-la do símbolo para sua gêmea de matéria (a exceção é o pósitron, onde usamos um  ‘+’  no lugar do ‘  ’  do  elétron). electron neutrino up quark down quark positron anti-neutrino anti-up quark anti-down quark
Antimatéria não é algo somente da ficção científica. Ela existe.  É o assunto (ou melhor, o antiassunto) da ciência. Tradicionalmente usa-se uma pequena barra no símbolo da partícula de antimatéria para distingui-la do símbolo para sua gêmea de matéria (a exceção é o pósitron, onde usamos um ‘+’  no lugar do ‘  ’  do elétron). electron neutrino up quark down quark positron anti-neutrino anti-up quark anti-down quark
Matéria, Antimatéria: Qual é a diferença?
Existe uma diferença sutil e óbvia:  Matéria, Antimatéria: Qual é a diferença? − 1 +1
Existe uma diferença sutil e óbvia:  Uma partícula de matéria que tem uma CARGA ELÉTRICA  tem uma antipartícula gêmea com a carga exatamente oposta. Matéria, Antimatéria: Qual é a diferença? − 1 +1
Existe uma diferença sutil e óbvia:  Uma partícula de matéria que tem uma CARGA ELÉTRICA  tem uma antipartícula gêmea com a carga exatamente oposta. Por exemplo, se o elétron tem carga igual a   1,  Matéria, Antimatéria: Qual é a diferença? − 1 +1
Existe uma diferença sutil e óbvia:  Uma partícula de matéria que tem uma CARGA ELÉTRICA  tem uma antipartícula gêmea com a carga exatamente oposta. Por exemplo, se o elétron tem carga igual a   1,  Matéria, Antimatéria: Qual é a diferença? − 1 +1 − 1 Electron Charge:   1
Existe uma diferença sutil e óbvia:  Uma partícula de matéria que tem uma CARGA ELÉTRICA  tem uma antipartícula gêmea com a carga exatamente oposta. Por exemplo, se o elétron tem carga igual a   1,  então sua antipartícula, o pósitron, tem carga igual a   1.  Matéria, Antimatéria: Qual é a diferença? +1 − 1 Electron Charge:   1
Existe uma diferença sutil e óbvia:  Uma partícula de matéria que tem uma CARGA ELÉTRICA  tem uma antipartícula gêmea com a carga exatamente oposta. Por exemplo, se o elétron tem carga igual a   1,  então sua antipartícula, o pósitron, tem carga igual a   1.  Matéria, Antimatéria: Qual é a diferença? − 1 +1 Electron Charge:   1 Positron Charge:   1
Lembre-se que prótons e neutrons  São compostos por combinações específicas de quarks up e down,  e que estes quarks tem carga fracionária…
Composto de: 2 quarks up e  1 quark down Carga total: ⅔  +  ⅔ − ⅓  =  +1 PRÓTON  ( p ) +⅔ +⅔  ⅓
Composto de: 1 quark up e  2 quarks down Carga total: ⅔ − ⅓ − ⅓  =  0 +⅔  ⅓  ⅓ NEUTRON  ( n )
Da mesma forma, combinações específicas  de quarks anti-up e anti-down formam antiprótons and antineutrons.  Novamente, os quarks anti-up e anti-down  tem a carga elétrica oposta a seus gêmeos da matéria…
Composto de: 2 quarks anti-up e  1 quark anti-down Carga total: -⅔  − ⅔  + ⅓  =  −1 ANTIPRÓTON  ( p ): -  ⅔  ⅔ +⅓
Composto de: 1 quark anti-up e 2 quarks anti-down Carga total: -⅔  + ⅓  + ⅓  =  0 Note que o antineutron também tem carga nula. Se uma partícula não tem carga, sua antipartícula também não tem carga. ANTINEUTRON  ( n ): -  ⅔ +⅓ +⅓
E o que podemos falar sobre a carga???
A  CARGA ELÉTRICA  DE UMA PARTÍCULA  (COMO A MASSA)  É UMA  PROPRIEDADADE  DA  MATÉRIA
ALGUMAS PARTÍCULAS TEM  UMA CARGA ELÉTRICA, OUTRAS NÃO:
O ELÉTRON E OS QUARKS UP E DOWN SÃO EXEMPLOS DE PARTÍCULAS QUE  POSSUEM CARGA: ALGUMAS PARTÍCULAS TEM  UMA CARGA ELÉTRICA, OUTRAS NÃO: CARGA DO  QUARK UP = + ⅔ CARGA DO ELÉTRON = -1 CARGA DO QUARK DOWN = - ⅓
ALGUMAS PARTÍCULAS TEM  UMA CARGA ELÉTRICA, OUTRAS NÃO: O FÓTON E O NEUTRINO SÃO EXEMPLOS DE PARTÍCULAS QUE  NÃO  POSSUEM CARGA: CARGA DO FÓTON = 0 CARGA DO  NEUTRINO = 0
O PRÓTON TEM UMA  CARGA TOTAL DE +1  DEVIDO AOS QUARKS QUE O COMPÕEM CARGA DO  PROTON = +1  ⅔  ⅔  ⅓
O NEUTRON TEM UMA  CARGA TOTAL NULA  DEVIDO AOS QUARKS QUE O COMPÕEM CARGA DO  NEUTRON = 0 CARGA DO  PROTON = +1  ⅔  ⅔  ⅓  ⅓  ⅓  ⅔ O PRÓTON TEM UMA  CARGA TOTAL DE +1  DEVIDO AOS QUARKS QUE O COMPÕEM
VOCÊ PROVAVELMENTE JÁ CONHECE O COMPORTAMENTO DAS  PARTÍCULAS CARREGADAS
VOCÊ PROVAVELMENTE JÁ CONHECE O COMPORTAMENTO DAS  PARTÍCULAS CARREGADAS POR EXEMPLO, VOCÊ PROVAVELMENTE JÁ TEM IDÉIA DE QUE  CARGAS  IGUAIS   por exemplo, duas cargas negativas
VOCÊ PROVAVELMENTE JÁ CONHECE O COMPORTAMENTO DAS  PARTÍCULAS CARREGADAS POR EXEMPLO, VOCÊ PROVAVELMENTE JÁ TEM IDÉIA DE QUE  CARGAS  IGUAIS   por exemplo, duas cargas negativas  − −
VOCÊ PROVAVELMENTE JÁ CONHECE O COMPORTAMENTO DAS  PARTÍCULAS CARREGADAS POR EXEMPLO, VOCÊ PROVAVELMENTE JÁ TEM IDÉIA DE QUE  CARGAS  IGUAIS   por exemplo, duas cargas negativas  − −
VOCÊ PROVAVELMENTE JÁ CONHECE O COMPORTAMENTO DAS  PARTÍCULAS CARREGADAS POR EXEMPLO, VOCÊ PROVAVELMENTE JÁ TEM IDÉIA DE QUE  CARGAS  IGUAIS   por exemplo, duas cargas negativas  − − vão se REPELIR
VOCÊ PROVAVELMENTE JÁ CONHECE O COMPORTAMENTO DAS  PARTÍCULAS CARREGADAS E QUE CARGAS OPOSTAS − +
VOCÊ PROVAVELMENTE JÁ CONHECE O COMPORTAMENTO DAS  PARTÍCULAS CARREGADAS E QUE CARGAS OPOSTAS - +
VOCÊ PROVAVELMENTE JÁ CONHECE O COMPORTAMENTO DAS  PARTÍCULAS CARREGADAS E QUE CARGAS OPOSTAS vão se ATRAIR - +
UM COMPORTAMENTO DAS PARTÍCULAS CARREGADAS QUE VOCÊ PODE NÃO ESTAR FAMILIARIZADO É O QUE ACONTECE COM ELAS  NUM CAMPO MAGNÉTICO
Você provavelmente já viu como linhas de limalha de ferro se formam ao redor de um imã em barra:
Dizemos que a limalha de ferro  se alinha com o campo magnético  que cerca o imã.
Para mostrar o que acontece às partículas carregadas num campo magnético,  Vamos considerar um imã em “ferradura”...
S N Para mostrar o que acontece às partículas carregadas num campo magnético,  Vamos considerar um imã em “ferradura”...
N S … e que esta caixa limita a região onde o campo magnético está concentrado.
N S O campo tem uma direção associada com ele, como mostra a seta. A direção do campo magnético sempre aponta do polo Norte para o polo Sul do imã. Direção do campo magnético
N S Se enviamos duas partículas carregadas de massa  igual  num campo magnético… Direção do campo magnético
N S … uma delas carregada negativamente…  Direção do campo magnético
N S … e outra positivamente carregada…  Direção do campo magnético
N S  … veríamos que a partícula negativa seria desvia nesta direção… Direção do campo magnético
N S  Direção do campo magnético … veríamos que a partícula negativa seria desvia nesta direção…
N S Direção do campo magnético … e a partícula positiva seria desviada com a  mesma intensidade mas na direção oposta. 
… e a partícula positiva seria desviada com a  mesma intensidade mas na direção oposta. Direção do campo magnético  N S
… e a partícula positiva seria desviada com a  mesma intensidade mas na direção oposta. Direção do campo magnético (Isto significa que o uso de um imã desta forma poderia ser usada para DETECTAR que duas partículas DESCONHECIDAS tem a MESMA massa mas cargas OPOSTAS).  N S
Em que matéria e antimatéria se parecem?
Em que matéria e antimatéria se parecem? Até onde podemos falar, partículas e antipartículas tem  Massas IDÊNTICAS.  (O fato de que  o módulo  da deflexão de uma partícula e sua antipartícula pelo campo magnético  é igual , é uma indicação de que suas massas são idênticas.
Por exemplo… Massa do próton = massa do antipróton
Também ACREDITAMOS, apesar de ainda precisar ser PROVADO experimentalmente,  que antimatéria comporta-se de maneira IDÊNTICA à matéria sob a influência da GRAVIDADE.
Por exemplo, Se você fosse capaz de deixar cair uma certa quantidade de  matéria  e de  antimatéria  num campo gravitacional,  Acreditamos que eles acelerariam precisamente na mesma taxa. Matter Anti- matter
Por exemplo, Se você fosse capaz de deixar cair uma certa quantidade de  matéria  e de  antimatéria  num campo gravitacional,  Acreditamos que eles acelerariam precisamente na mesma taxa. Matter Anti- matter
Por exemplo, Se você fosse capaz de deixar cair uma certa quantidade de  matéria  e de  antimatéria  num campo gravitacional,  Acreditamos que eles acelerariam precisamente na mesma taxa. Matter Anti- matter
Assim como para antipartículas fundamentais,  Anti-átomos inteiros também são possíveis.  De fato, os seres humanos já construíram um deles:
Assim como para antipartículas fundamentais,  Anti-átomos inteiros também são possíveis.  De fato, os seres humanos já construíram um deles: ANTI-HIDROGÊNIO
Velho e bom HIDROGÊNIO.  É o átomo mais simples que conhecemos. Consiste de 1 próton e 1 elétron.
Vamos desenhar um  átomo de   hidrogênio  como um  elétron  orbitando seu núcleo, um  próton .
Vamos desenhar um  átomo de   hidrogênio  como um  elétron  orbitando seu núcleo, um  próton .  Hidrogênio (H)
Vamos desenhar um  átomo de   hidrogênio  como um  elétron  orbitando seu núcleo, um  próton . MAS LEMBRE-SE—esta NÃO é uma descrição precisa! (Numa escala apropriada nosso elétron estaria a 1 quilômetro do próton). Hidrogênio (H)
Agora vamos desenhar um  átomo de anti-hidrogênio  como um  pósitron  orbitando seu núcleo, um  antipróton .  (Vale o mesmo aviso!!!) Hidrogênio (H) Vamos desenhar um  átomo de   hidrogênio  como um  elétron  orbitando seu núcleo, um  próton . MAS LEMBRE-SE—esta NÃO é uma descrição precisa! (Numa escala apropriada nosso elétron estaria a 1 quilômetro do próton).
Hidrogênio (H) Agora vamos desenhar um  átomo de anti-hidrogênio  como um  pósitron  orbitando seu núcleo, um  antipróton .  (Vale o mesmo aviso!!!) - Vamos desenhar um  átomo de   hidrogênio  como um  elétron  orbitando seu núcleo, um  próton . MAS LEMBRE-SE—esta NÃO é uma descrição precisa! (Numa escala apropriada nosso elétron estaria a 1 quilômetro do próton). Anti-Hidrogênio (H)
No CERN em 1995,  foram construídos os primeiros átomos de ANTI-HIDROGÊNIO.  Desde a produção inicial em 1995 de apenas poucos átomos em 3 semanas,  uns poucos  milhões  foram produzidos pelo mundo afora nos anos seguintes. Apesar de parecer impressionante, lembre-se que são necessários aproximadamente  600,000,000,000,000,000,000,000   átomos  para compor um único grama de anti-hidrogênio. http://press.web.cern.ch/press/PressReleases/Releases1996/PR01.96EAntiHydrogen.html Antihydrogen Atoms Made At Cern http://cool-antihydrogen.web.cern.ch/cool-antihydrogen/
Até onde podemos trabalhar com isso? Podemos construir outros anti-átomos?  Por exemplo anti-carbono, anti-nitrogênio, anti-oxigênio?
Até onde podemos trabalhar com isso? Podemos construir outros anti-átomos?  Por exemplo anti-carbono, anti-nitrogênio, anti-oxigênio? ? E que tal uma nova anti-tabela periódica?
Até onde podemos trabalhar com isso? Podemos construir outros anti-átomos?  Por exemplo anti-carbono, anti-nitrogênio, anti-oxigênio? ? E que tal uma nova anti-tabela periódica?
Até onde podemos trabalhar com isso? Podemos construir outros anti-átomos?  Por exemplo anti-carbono, anti-nitrogênio, anti-oxigênio? ? E que tal uma nova anti-tabela periódica?
Até onde podemos trabalhar com isso? Podemos construir outros anti-átomos?  Por exemplo anti-carbono, anti-nitrogênio, anti-oxigênio? ? E que tal uma nova anti-tabela periódica?
FALANDO TEORICAMENTE,  COMBINAÇÕES DE  PÓSITRONS, ANTIPRÓTONS E ANTINEUTRONS PODERIAM GERAR ANTI-VERSÕES DE TODOS OS ELEMENTOS NA TABELA PERIÓDICA.
Podemos também prever que a QUÍMICA DA ANTIMATÉRIA será idêntica a boa e  velha QUÍMICA DA MATÉRIA
Apesar de isso poder aborrecer seu professor de Química, basicamente ela estuda o que acontece quando conjuneto de átomos aparecem juntos.
Apesar de isso poder aborrecer seu professor de Química, basicamente ela estuda o que acontece quando conjuneto de átomos aparecem juntos. Quando 2 átomos de hidrogênio se aproximam,  seus núcleos  se repelem  (por quê?). Esta repulsão  acontece  porque  o elétron num átomo  atrai   o próton no  outro  átomo.
Apesar de isso poder aborrecer seu professor de Química, basicamente ela estuda o que acontece quando conjuneto de átomos aparecem juntos. Quando 2 átomos de hidrogênio se aproximam,  seus núcleos  se repelem  (por quê?). Esta repulsão  acontece  porque  o elétron num átomo  atrai   o próton no  outro  átomo.  A melhor configuração possível é quando os átomos estão  ligados .  Então temos uma  molécula  de hidrogênio.
COMO EXERCÍCIO, PODEMOS REFAZER A FORMAÇÃO DA MOLÉCULA DE HIDROGÊNIO, APENAS AGORA USANDO ÁTOMOS DE  ANTI-HIDROGÊNIO .  EXISTIRIA ALGUMA DIFERENÇA DO PONTO DE VISTA DAS FORÇAS DE ATRAÇÃO E REPULSÃO?  ENTÃO UMA MOLÉCULA DE ANTI-HIDROGÊNIO SERIA FORMADA?
COMO EXERCÍCIO, PODEMOS REFAZER A FORMAÇÃO DA MOLÉCULA DE HIDROGÊNIO, APENAS AGORA USANDO ÁTOMOS DE  ANTI-HIDROGÊNIO .  EXISTIRIA ALGUMA DIFERENÇA DO PONTO DE VISTA DAS FORÇAS DE ATRAÇÃO E REPULSÃO?  ENTÃO UMA MOLÉCULA DE ANTI-HIDROGÊNIO SERIA FORMADA? (Em relação às forças de atração e repulsão, existe uma completa simetria entre os dois casos. Então uma molécula de anti-hidrogênio SERIA formada.)
Podemos seguir adiante?
Podemos seguir adiante? Se moléculas de anti-hidrogênio são uma possibilidade teórica,  E  A química da antimatéria é idêntica à da matéria…
Podemos seguir adiante? Se moléculas de anti-hidrogênio são uma possibilidade teórica,  E  A química da antimatéria é idêntica à da matéria… Então que tal moléculas CADA VEZ MAIORES?
Podemos seguir adiante? Se moléculas de anti-hidrogênio são uma possibilidade teórica,  E  A química da antimatéria é idêntica à da matéria… Então que tal moléculas CADA VEZ MAIORES? COMO UM PEQUENO EXPERIMENTO MENTAL,  SIGA NESTA LINHA DE PENSAMENTO ATÉ VOCẼ DESISTIR… ATÉ ONDE VOCÊ PODE CHEGAR?
E que tal falarmos de um Anti-Você? Como seu Anti-Você se pareceria?
E que tal falarmos de um Anti-Você? Como seu Anti-Você se pareceria? Se começarmos com você
E que tal falarmos de um Anti-Você? Como seu Anti-Você se pareceria? Se começarmos com você Insert your photo here
E que tal falarmos de um Anti-Você? Como seu Anti-Você se pareceria? Se começarmos com você e revertermos as cargas de todas as partículas que formam você (em outras palavras mudar seus elétrons para pósitrons, seus prótons para antiprótons, e seus neutrons para antineutrons),  As forças resultantes seriam as mesmas. Insert your photo here
E que tal falarmos de um Anti-Você? Como seu Anti-Você se pareceria? Se começarmos com você e revertermos as cargas de todas as partículas que formam você (em outras palavras mudar seus elétrons para pósitrons, seus prótons para antiprótons, e seus neutrons para antineutrons),  As forças resultantes seriam as mesmas. Estas forças é que dão a você sua estrutura—e portanto, sua  aparência. Insert your photo here
Então, o Anti-Você  se pareceria exatamente como Você. Insert your photo here AGAIN
Então, o Anti-Você  se pareceria exatamente como Você. Porém, se Você e seu Anti-Você se encontrassem... Insert your photo here AGAIN
Então, o Anti-Você  se pareceria exatamente como Você. Porém, se Você e seu Anti-Você se encontrassem... Insert your photo here AGAIN O que aconteceria, afinal ?!?!?!
Nota Final: Algumas vezes você perceberá o anti-objeto desenhado como Uma imagem espelhada em negativo do objeto original. Por exemplo: Material adaptado do módulo de ensino do CERN  BANANA ANTI-BANANA

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Eletrização por Atrito
Eletrização por AtritoEletrização por Atrito
Eletrização por Atrito
André Aleixo
 
Eletrostática - Carga Elétrica
Eletrostática - Carga ElétricaEletrostática - Carga Elétrica
Eletrostática - Carga Elétrica
Adna Myrella
 
Aula 2: Experiências com elétrons
Aula 2: Experiências com elétronsAula 2: Experiências com elétrons
Aula 2: Experiências com elétrons
Adriano Silva
 
Campo elétrico
Campo elétricoCampo elétrico
Campo elétrico
Gisele Souza
 
Eletrostática aula
Eletrostática   aulaEletrostática   aula
Eletrostática aula
Roberto Bagatini
 
Física Nuclear: Modelos Nucleares
Física Nuclear: Modelos NuclearesFísica Nuclear: Modelos Nucleares
Física Nuclear: Modelos Nucleares
Marcello Pojucan Magaldi Santos
 
Eletrostática
EletrostáticaEletrostática
Eletrostática
Filipe Simão Kembo
 
Roteiro Física 3 (01)
Roteiro Física 3 (01)Roteiro Física 3 (01)
Roteiro Física 3 (01)
Luiz Francisco Bozo
 
Aula 02. eletrostática
Aula 02. eletrostáticaAula 02. eletrostática
Aula 02. eletrostática
Oneide Pereira
 
Relatorio física Lucimara
Relatorio física   LucimaraRelatorio física   Lucimara
Relatorio física Lucimara
Lucimara Barbieri
 
fabio_coulomb.pdf
fabio_coulomb.pdffabio_coulomb.pdf
fabio_coulomb.pdf
Emerson Assis
 
Teoria Quântica © Slideshow by Jair LP
Teoria Quântica © Slideshow by Jair LPTeoria Quântica © Slideshow by Jair LP
Teoria Quântica © Slideshow by Jair LP
Jair Lucio Prados Ribeiro
 
Unidade 3 – física moderna
Unidade 3 – física modernaUnidade 3 – física moderna
Unidade 3 – física moderna
Diogo Carneiro
 
Forças que unem e força que separa
Forças que unem e força que separaForças que unem e força que separa
Forças que unem e força que separa
Maria Teresa Thomaz
 
Processos de eletrização
Processos de eletrizaçãoProcessos de eletrização
Processos de eletrização
O mundo da FÍSICA
 
Relatório de Física - Atuação Eletrostática
Relatório de Física - Atuação EletrostáticaRelatório de Física - Atuação Eletrostática
Relatório de Física - Atuação Eletrostática
Victor Said
 
Slides eletrostatica
Slides eletrostaticaSlides eletrostatica
Slides eletrostatica
Warlle1992
 
Eletrostatica
EletrostaticaEletrostatica
Eletrostatica
Carol Higa
 
Fisica sec xx
Fisica sec xxFisica sec xx
Fisica sec xx
Lucca Lopes Esteves
 
Eletrostática
EletrostáticaEletrostática
Eletrostática
Tiago Gomes da Silva
 

Mais procurados (20)

Eletrização por Atrito
Eletrização por AtritoEletrização por Atrito
Eletrização por Atrito
 
Eletrostática - Carga Elétrica
Eletrostática - Carga ElétricaEletrostática - Carga Elétrica
Eletrostática - Carga Elétrica
 
Aula 2: Experiências com elétrons
Aula 2: Experiências com elétronsAula 2: Experiências com elétrons
Aula 2: Experiências com elétrons
 
Campo elétrico
Campo elétricoCampo elétrico
Campo elétrico
 
Eletrostática aula
Eletrostática   aulaEletrostática   aula
Eletrostática aula
 
Física Nuclear: Modelos Nucleares
Física Nuclear: Modelos NuclearesFísica Nuclear: Modelos Nucleares
Física Nuclear: Modelos Nucleares
 
Eletrostática
EletrostáticaEletrostática
Eletrostática
 
Roteiro Física 3 (01)
Roteiro Física 3 (01)Roteiro Física 3 (01)
Roteiro Física 3 (01)
 
Aula 02. eletrostática
Aula 02. eletrostáticaAula 02. eletrostática
Aula 02. eletrostática
 
Relatorio física Lucimara
Relatorio física   LucimaraRelatorio física   Lucimara
Relatorio física Lucimara
 
fabio_coulomb.pdf
fabio_coulomb.pdffabio_coulomb.pdf
fabio_coulomb.pdf
 
Teoria Quântica © Slideshow by Jair LP
Teoria Quântica © Slideshow by Jair LPTeoria Quântica © Slideshow by Jair LP
Teoria Quântica © Slideshow by Jair LP
 
Unidade 3 – física moderna
Unidade 3 – física modernaUnidade 3 – física moderna
Unidade 3 – física moderna
 
Forças que unem e força que separa
Forças que unem e força que separaForças que unem e força que separa
Forças que unem e força que separa
 
Processos de eletrização
Processos de eletrizaçãoProcessos de eletrização
Processos de eletrização
 
Relatório de Física - Atuação Eletrostática
Relatório de Física - Atuação EletrostáticaRelatório de Física - Atuação Eletrostática
Relatório de Física - Atuação Eletrostática
 
Slides eletrostatica
Slides eletrostaticaSlides eletrostatica
Slides eletrostatica
 
Eletrostatica
EletrostaticaEletrostatica
Eletrostatica
 
Fisica sec xx
Fisica sec xxFisica sec xx
Fisica sec xx
 
Eletrostática
EletrostáticaEletrostática
Eletrostática
 

Destaque

F-Secure - Apresentação Técnica
F-Secure - Apresentação TécnicaF-Secure - Apresentação Técnica
F-Secure - Apresentação Técnica
Daniel Bastos
 
FOAD et pratiques d'individualisation
FOAD et pratiques d'individualisation FOAD et pratiques d'individualisation
FOAD et pratiques d'individualisation
Redaction SKODEN
 
Fiche compex 3
Fiche compex 3Fiche compex 3
Fiche compex 3casimir91
 
Teprsq..
Teprsq..Teprsq..
Teprsq..
rsepuq
 
Endovascular.es newsletter VII:2012
Endovascular.es newsletter VII:2012Endovascular.es newsletter VII:2012
Endovascular.es newsletter VII:2012
Salutaria
 
Anti Semitismo Nazi
Anti Semitismo NaziAnti Semitismo Nazi
Anti Semitismo Nazi
Maria Barroso
 
Anti cellulite concept_behandlungen Bodywrapvienna, Wickel gegen Cellulite
Anti cellulite concept_behandlungen Bodywrapvienna,  Wickel gegen CelluliteAnti cellulite concept_behandlungen Bodywrapvienna,  Wickel gegen Cellulite
Anti cellulite concept_behandlungen Bodywrapvienna, Wickel gegen Cellulite
Beauwelldreams Kosmetikstudio
 
Barrage Anti Inondation
Barrage Anti InondationBarrage Anti Inondation
Barrage Anti InondationAnth
 
Fiche combo intelect« mobile
Fiche combo intelect« mobileFiche combo intelect« mobile
Fiche combo intelect« mobilecasimir91
 
Fiche stim intelect« advanced
Fiche stim intelect« advancedFiche stim intelect« advanced
Fiche stim intelect« advancedcasimir91
 
Présentation GWT au JUG Montréal 14 avril 2011
Présentation GWT au JUG Montréal 14 avril 2011Présentation GWT au JUG Montréal 14 avril 2011
Présentation GWT au JUG Montréal 14 avril 2011
Claude Coulombe
 
BC Red Berries
BC Red BerriesBC Red Berries
BC Red Berries
Bernard Cassiere
 
Urheberrechtsextremismus: Ausprägungen und Antworten
Urheberrechtsextremismus: Ausprägungen und AntwortenUrheberrechtsextremismus: Ausprägungen und Antworten
Urheberrechtsextremismus: Ausprägungen und Antworten
Dobusch Leonhard
 
Fiche physio 5
Fiche physio 5Fiche physio 5
Fiche physio 5casimir91
 
Anti-vírus
Anti-vírusAnti-vírus
Anti-vírus
L_10 :)
 
Discours President Smel 2013
Discours President Smel 2013Discours President Smel 2013
Discours President Smel 2013
smelinfo
 
Seminario 3
Seminario 3Seminario 3
Seminario 3
Jassimine Xassimin
 
Guia do utilizador 2013 14
Guia do utilizador 2013 14Guia do utilizador 2013 14
Guia do utilizador 2013 14
Paulo Capelo
 

Destaque (20)

F-Secure - Apresentação Técnica
F-Secure - Apresentação TécnicaF-Secure - Apresentação Técnica
F-Secure - Apresentação Técnica
 
FOAD et pratiques d'individualisation
FOAD et pratiques d'individualisation FOAD et pratiques d'individualisation
FOAD et pratiques d'individualisation
 
Fiche compex 3
Fiche compex 3Fiche compex 3
Fiche compex 3
 
Teprsq..
Teprsq..Teprsq..
Teprsq..
 
Endovascular.es newsletter VII:2012
Endovascular.es newsletter VII:2012Endovascular.es newsletter VII:2012
Endovascular.es newsletter VII:2012
 
Anti Semitismo Nazi
Anti Semitismo NaziAnti Semitismo Nazi
Anti Semitismo Nazi
 
Anti cellulite concept_behandlungen Bodywrapvienna, Wickel gegen Cellulite
Anti cellulite concept_behandlungen Bodywrapvienna,  Wickel gegen CelluliteAnti cellulite concept_behandlungen Bodywrapvienna,  Wickel gegen Cellulite
Anti cellulite concept_behandlungen Bodywrapvienna, Wickel gegen Cellulite
 
Jeopardy
JeopardyJeopardy
Jeopardy
 
Barrage Anti Inondation
Barrage Anti InondationBarrage Anti Inondation
Barrage Anti Inondation
 
Fiche combo intelect« mobile
Fiche combo intelect« mobileFiche combo intelect« mobile
Fiche combo intelect« mobile
 
Fiche stim intelect« advanced
Fiche stim intelect« advancedFiche stim intelect« advanced
Fiche stim intelect« advanced
 
Présentation GWT au JUG Montréal 14 avril 2011
Présentation GWT au JUG Montréal 14 avril 2011Présentation GWT au JUG Montréal 14 avril 2011
Présentation GWT au JUG Montréal 14 avril 2011
 
BC Red Berries
BC Red BerriesBC Red Berries
BC Red Berries
 
Urheberrechtsextremismus: Ausprägungen und Antworten
Urheberrechtsextremismus: Ausprägungen und AntwortenUrheberrechtsextremismus: Ausprägungen und Antworten
Urheberrechtsextremismus: Ausprägungen und Antworten
 
Fiche physio 5
Fiche physio 5Fiche physio 5
Fiche physio 5
 
Anti-vírus
Anti-vírusAnti-vírus
Anti-vírus
 
Discours President Smel 2013
Discours President Smel 2013Discours President Smel 2013
Discours President Smel 2013
 
Seminario 3
Seminario 3Seminario 3
Seminario 3
 
Guide du-routard-de-l-intelligence-economique-2012
Guide du-routard-de-l-intelligence-economique-2012Guide du-routard-de-l-intelligence-economique-2012
Guide du-routard-de-l-intelligence-economique-2012
 
Guia do utilizador 2013 14
Guia do utilizador 2013 14Guia do utilizador 2013 14
Guia do utilizador 2013 14
 

Semelhante a Apresentacao 01 projeto_lhc

Eletricidade básica - Ensino médio e fundamental
Eletricidade básica - Ensino médio e fundamentalEletricidade básica - Ensino médio e fundamental
Eletricidade básica - Ensino médio e fundamental
Ricardo Ianelli
 
Conversa fisica e_sociedade_030913
Conversa fisica e_sociedade_030913Conversa fisica e_sociedade_030913
Conversa fisica e_sociedade_030913
luizmackedanz
 
Aula 01 e 02 eletroestática
Aula 01 e 02 eletroestáticaAula 01 e 02 eletroestática
Aula 01 e 02 eletroestática
Geraldo Júnior
 
CAR-FIS-01-3ªSÉRIE-VF_.pdf
CAR-FIS-01-3ªSÉRIE-VF_.pdfCAR-FIS-01-3ªSÉRIE-VF_.pdf
CAR-FIS-01-3ªSÉRIE-VF_.pdf
LEODINEIAGAMA
 
Eletrostática
EletrostáticaEletrostática
Eletrostática
joaberb
 
Apostila Eletricidade Básica.pdf
Apostila Eletricidade Básica.pdfApostila Eletricidade Básica.pdf
Apostila Eletricidade Básica.pdf
NatanaelGeraldoSilva
 
Lei de coulomb
Lei de coulombLei de coulomb
Lei de coulomb
profliviagoncalves
 
Eletrostática fundamentos
Eletrostática   fundamentosEletrostática   fundamentos
Eletrostática fundamentos
Marco Antonio Sanches
 
M2_CIRCUITOS_CORRENTE_CONTINUA.pdf
M2_CIRCUITOS_CORRENTE_CONTINUA.pdfM2_CIRCUITOS_CORRENTE_CONTINUA.pdf
M2_CIRCUITOS_CORRENTE_CONTINUA.pdf
desportistaluis
 
Fisica 003 eletrização e lei de coulomb
Fisica   003 eletrização e lei de coulombFisica   003 eletrização e lei de coulomb
Fisica 003 eletrização e lei de coulomb
con_seguir
 
EletrostAtica carga elétrica fisica.....
EletrostAtica carga elétrica fisica.....EletrostAtica carga elétrica fisica.....
EletrostAtica carga elétrica fisica.....
CanalFsicaFcil
 
Física nuclear
Física nuclearFísica nuclear
Física nuclear
XequeMateShannon
 
Aula de eletrostática - eletrodinamica - eletricidade - magnetismo e eletroma...
Aula de eletrostática - eletrodinamica - eletricidade - magnetismo e eletroma...Aula de eletrostática - eletrodinamica - eletricidade - magnetismo e eletroma...
Aula de eletrostática - eletrodinamica - eletricidade - magnetismo e eletroma...
leandro50276492
 
Aplicação da Eletrostática
Aplicação da EletrostáticaAplicação da Eletrostática
Aplicação da Eletrostática
Sandy Mirella
 
Natureza atômica da matéria - Profº Márcio Bandeira
Natureza atômica da matéria - Profº Márcio BandeiraNatureza atômica da matéria - Profº Márcio Bandeira
Natureza atômica da matéria - Profº Márcio Bandeira
Colégio Municipal Paulo Freire
 
Apostila 1%c2%b0-semestre.190.214
Apostila 1%c2%b0-semestre.190.214Apostila 1%c2%b0-semestre.190.214
Apostila 1%c2%b0-semestre.190.214
Cristilano Pacheco
 
Aula 1
Aula 1Aula 1
Apostila do 1º semestre de eletrostática
Apostila do 1º semestre de eletrostáticaApostila do 1º semestre de eletrostática
Apostila do 1º semestre de eletrostática
Gabriel Angelo Oliveira
 
Apostila 1°-semestre.190.214
Apostila 1°-semestre.190.214Apostila 1°-semestre.190.214
Apostila 1°-semestre.190.214
Joana Takai
 
Apostila eletricidade vol 1
Apostila eletricidade vol 1Apostila eletricidade vol 1
Apostila eletricidade vol 1
secretaria da educação de PE
 

Semelhante a Apresentacao 01 projeto_lhc (20)

Eletricidade básica - Ensino médio e fundamental
Eletricidade básica - Ensino médio e fundamentalEletricidade básica - Ensino médio e fundamental
Eletricidade básica - Ensino médio e fundamental
 
Conversa fisica e_sociedade_030913
Conversa fisica e_sociedade_030913Conversa fisica e_sociedade_030913
Conversa fisica e_sociedade_030913
 
Aula 01 e 02 eletroestática
Aula 01 e 02 eletroestáticaAula 01 e 02 eletroestática
Aula 01 e 02 eletroestática
 
CAR-FIS-01-3ªSÉRIE-VF_.pdf
CAR-FIS-01-3ªSÉRIE-VF_.pdfCAR-FIS-01-3ªSÉRIE-VF_.pdf
CAR-FIS-01-3ªSÉRIE-VF_.pdf
 
Eletrostática
EletrostáticaEletrostática
Eletrostática
 
Apostila Eletricidade Básica.pdf
Apostila Eletricidade Básica.pdfApostila Eletricidade Básica.pdf
Apostila Eletricidade Básica.pdf
 
Lei de coulomb
Lei de coulombLei de coulomb
Lei de coulomb
 
Eletrostática fundamentos
Eletrostática   fundamentosEletrostática   fundamentos
Eletrostática fundamentos
 
M2_CIRCUITOS_CORRENTE_CONTINUA.pdf
M2_CIRCUITOS_CORRENTE_CONTINUA.pdfM2_CIRCUITOS_CORRENTE_CONTINUA.pdf
M2_CIRCUITOS_CORRENTE_CONTINUA.pdf
 
Fisica 003 eletrização e lei de coulomb
Fisica   003 eletrização e lei de coulombFisica   003 eletrização e lei de coulomb
Fisica 003 eletrização e lei de coulomb
 
EletrostAtica carga elétrica fisica.....
EletrostAtica carga elétrica fisica.....EletrostAtica carga elétrica fisica.....
EletrostAtica carga elétrica fisica.....
 
Física nuclear
Física nuclearFísica nuclear
Física nuclear
 
Aula de eletrostática - eletrodinamica - eletricidade - magnetismo e eletroma...
Aula de eletrostática - eletrodinamica - eletricidade - magnetismo e eletroma...Aula de eletrostática - eletrodinamica - eletricidade - magnetismo e eletroma...
Aula de eletrostática - eletrodinamica - eletricidade - magnetismo e eletroma...
 
Aplicação da Eletrostática
Aplicação da EletrostáticaAplicação da Eletrostática
Aplicação da Eletrostática
 
Natureza atômica da matéria - Profº Márcio Bandeira
Natureza atômica da matéria - Profº Márcio BandeiraNatureza atômica da matéria - Profº Márcio Bandeira
Natureza atômica da matéria - Profº Márcio Bandeira
 
Apostila 1%c2%b0-semestre.190.214
Apostila 1%c2%b0-semestre.190.214Apostila 1%c2%b0-semestre.190.214
Apostila 1%c2%b0-semestre.190.214
 
Aula 1
Aula 1Aula 1
Aula 1
 
Apostila do 1º semestre de eletrostática
Apostila do 1º semestre de eletrostáticaApostila do 1º semestre de eletrostática
Apostila do 1º semestre de eletrostática
 
Apostila 1°-semestre.190.214
Apostila 1°-semestre.190.214Apostila 1°-semestre.190.214
Apostila 1°-semestre.190.214
 
Apostila eletricidade vol 1
Apostila eletricidade vol 1Apostila eletricidade vol 1
Apostila eletricidade vol 1
 

Mais de Luiz Fernando Mackedanz

Ebook
EbookEbook
Apresentação final projeto extensão
Apresentação final projeto extensãoApresentação final projeto extensão
Apresentação final projeto extensão
Luiz Fernando Mackedanz
 
Apresentacao semana academica_ufpel
Apresentacao semana academica_ufpelApresentacao semana academica_ufpel
Apresentacao semana academica_ufpel
Luiz Fernando Mackedanz
 
Horários física 2011 2
Horários física 2011 2Horários física 2011 2
Horários física 2011 2
Luiz Fernando Mackedanz
 
Física de partículas
Física de partículasFísica de partículas
Física de partículas
Luiz Fernando Mackedanz
 
Apresentação parte 2
Apresentação parte 2Apresentação parte 2
Apresentação parte 2
Luiz Fernando Mackedanz
 
Lhc relatividade
Lhc relatividadeLhc relatividade
Lhc relatividade
Luiz Fernando Mackedanz
 
Lhc relatividade
Lhc relatividadeLhc relatividade
Lhc relatividade
Luiz Fernando Mackedanz
 
Apresentação 2 projeto lhc
Apresentação 2 projeto lhcApresentação 2 projeto lhc
Apresentação 2 projeto lhc
Luiz Fernando Mackedanz
 
Apresentacao lhc aef_iii
Apresentacao lhc aef_iiiApresentacao lhc aef_iii
Apresentacao lhc aef_iii
Luiz Fernando Mackedanz
 

Mais de Luiz Fernando Mackedanz (10)

Ebook
EbookEbook
Ebook
 
Apresentação final projeto extensão
Apresentação final projeto extensãoApresentação final projeto extensão
Apresentação final projeto extensão
 
Apresentacao semana academica_ufpel
Apresentacao semana academica_ufpelApresentacao semana academica_ufpel
Apresentacao semana academica_ufpel
 
Horários física 2011 2
Horários física 2011 2Horários física 2011 2
Horários física 2011 2
 
Física de partículas
Física de partículasFísica de partículas
Física de partículas
 
Apresentação parte 2
Apresentação parte 2Apresentação parte 2
Apresentação parte 2
 
Lhc relatividade
Lhc relatividadeLhc relatividade
Lhc relatividade
 
Lhc relatividade
Lhc relatividadeLhc relatividade
Lhc relatividade
 
Apresentação 2 projeto lhc
Apresentação 2 projeto lhcApresentação 2 projeto lhc
Apresentação 2 projeto lhc
 
Apresentacao lhc aef_iii
Apresentacao lhc aef_iiiApresentacao lhc aef_iii
Apresentacao lhc aef_iii
 

Último

A Evolução da história da Física - Albert Einstein
A Evolução da história da Física - Albert EinsteinA Evolução da história da Física - Albert Einstein
A Evolução da história da Física - Albert Einstein
WelberMerlinCardoso
 
347018542-PAULINA-CHIZIANE-Balada-de-Amor-ao-Vento-pdf.pdf
347018542-PAULINA-CHIZIANE-Balada-de-Amor-ao-Vento-pdf.pdf347018542-PAULINA-CHIZIANE-Balada-de-Amor-ao-Vento-pdf.pdf
347018542-PAULINA-CHIZIANE-Balada-de-Amor-ao-Vento-pdf.pdf
AntnioManuelAgdoma
 
D20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
D20 - Descritores SAEB de Língua PortuguesaD20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
D20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
eaiprofpolly
 
UFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdf
UFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdfUFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdf
UFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdf
Manuais Formação
 
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptx
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptxCartinhas de solidariedade e esperança.pptx
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptx
Zenir Carmen Bez Trombeta
 
REGULAMENTO DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...
REGULAMENTO  DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...REGULAMENTO  DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...
REGULAMENTO DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...
Eró Cunha
 
Reino-Vegetal plantas e demais conceitos .pptx
Reino-Vegetal plantas e demais conceitos .pptxReino-Vegetal plantas e demais conceitos .pptx
Reino-Vegetal plantas e demais conceitos .pptx
CarinaSantos916505
 
Leonardo da Vinci .pptx
Leonardo da Vinci                  .pptxLeonardo da Vinci                  .pptx
Leonardo da Vinci .pptx
TomasSousa7
 
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdfA QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
AurelianoFerreirades2
 
O que é um Ménage a Trois Contemporâneo .pdf
O que é um Ménage a Trois Contemporâneo .pdfO que é um Ménage a Trois Contemporâneo .pdf
O que é um Ménage a Trois Contemporâneo .pdf
Pastor Robson Colaço
 
7133lllllllllllllllllllllllllllll67.pptx
7133lllllllllllllllllllllllllllll67.pptx7133lllllllllllllllllllllllllllll67.pptx
7133lllllllllllllllllllllllllllll67.pptx
LEANDROSPANHOL1
 
Aula 2 - Revisando o significado de fração - Parte 2.pptx
Aula 2 - Revisando o significado de fração - Parte 2.pptxAula 2 - Revisando o significado de fração - Parte 2.pptx
Aula 2 - Revisando o significado de fração - Parte 2.pptx
LILIANPRESTESSCUDELE
 
Educação trabalho HQ em sala de aula uma excelente ideia
Educação  trabalho HQ em sala de aula uma excelente  ideiaEducação  trabalho HQ em sala de aula uma excelente  ideia
Educação trabalho HQ em sala de aula uma excelente ideia
joseanesouza36
 
Livro: Pedagogia do Oprimido - Paulo Freire
Livro: Pedagogia do Oprimido - Paulo FreireLivro: Pedagogia do Oprimido - Paulo Freire
Livro: Pedagogia do Oprimido - Paulo Freire
WelberMerlinCardoso
 
karl marx biografia resumida com suas obras e história de vida
karl marx biografia resumida com suas obras e história de vidakarl marx biografia resumida com suas obras e história de vida
karl marx biografia resumida com suas obras e história de vida
KleginaldoPaz2
 
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIASA SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
HisrelBlog
 
Aula 1 do livro de Ciências do aluno - sons
Aula 1 do livro de Ciências do aluno - sonsAula 1 do livro de Ciências do aluno - sons
Aula 1 do livro de Ciências do aluno - sons
Érika Rufo
 
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdfUFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
Manuais Formação
 
Dicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de curso
Dicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de cursoDicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de curso
Dicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de curso
Simone399395
 
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptxSlides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 

Último (20)

A Evolução da história da Física - Albert Einstein
A Evolução da história da Física - Albert EinsteinA Evolução da história da Física - Albert Einstein
A Evolução da história da Física - Albert Einstein
 
347018542-PAULINA-CHIZIANE-Balada-de-Amor-ao-Vento-pdf.pdf
347018542-PAULINA-CHIZIANE-Balada-de-Amor-ao-Vento-pdf.pdf347018542-PAULINA-CHIZIANE-Balada-de-Amor-ao-Vento-pdf.pdf
347018542-PAULINA-CHIZIANE-Balada-de-Amor-ao-Vento-pdf.pdf
 
D20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
D20 - Descritores SAEB de Língua PortuguesaD20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
D20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
 
UFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdf
UFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdfUFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdf
UFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdf
 
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptx
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptxCartinhas de solidariedade e esperança.pptx
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptx
 
REGULAMENTO DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...
REGULAMENTO  DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...REGULAMENTO  DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...
REGULAMENTO DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...
 
Reino-Vegetal plantas e demais conceitos .pptx
Reino-Vegetal plantas e demais conceitos .pptxReino-Vegetal plantas e demais conceitos .pptx
Reino-Vegetal plantas e demais conceitos .pptx
 
Leonardo da Vinci .pptx
Leonardo da Vinci                  .pptxLeonardo da Vinci                  .pptx
Leonardo da Vinci .pptx
 
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdfA QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
 
O que é um Ménage a Trois Contemporâneo .pdf
O que é um Ménage a Trois Contemporâneo .pdfO que é um Ménage a Trois Contemporâneo .pdf
O que é um Ménage a Trois Contemporâneo .pdf
 
7133lllllllllllllllllllllllllllll67.pptx
7133lllllllllllllllllllllllllllll67.pptx7133lllllllllllllllllllllllllllll67.pptx
7133lllllllllllllllllllllllllllll67.pptx
 
Aula 2 - Revisando o significado de fração - Parte 2.pptx
Aula 2 - Revisando o significado de fração - Parte 2.pptxAula 2 - Revisando o significado de fração - Parte 2.pptx
Aula 2 - Revisando o significado de fração - Parte 2.pptx
 
Educação trabalho HQ em sala de aula uma excelente ideia
Educação  trabalho HQ em sala de aula uma excelente  ideiaEducação  trabalho HQ em sala de aula uma excelente  ideia
Educação trabalho HQ em sala de aula uma excelente ideia
 
Livro: Pedagogia do Oprimido - Paulo Freire
Livro: Pedagogia do Oprimido - Paulo FreireLivro: Pedagogia do Oprimido - Paulo Freire
Livro: Pedagogia do Oprimido - Paulo Freire
 
karl marx biografia resumida com suas obras e história de vida
karl marx biografia resumida com suas obras e história de vidakarl marx biografia resumida com suas obras e história de vida
karl marx biografia resumida com suas obras e história de vida
 
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIASA SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
 
Aula 1 do livro de Ciências do aluno - sons
Aula 1 do livro de Ciências do aluno - sonsAula 1 do livro de Ciências do aluno - sons
Aula 1 do livro de Ciências do aluno - sons
 
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdfUFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
 
Dicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de curso
Dicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de cursoDicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de curso
Dicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de curso
 
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptxSlides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
 

Apresentacao 01 projeto_lhc

  • 1. Conhecendo o anti-eu, Conhecendo o anti-você
  • 2. “ Antimatéria?—é um combustível poderoso, né? Vi isso nos filmes 'Anjos e Demônios' e 'Jornada nas Estrelas'.” “ Acho que tem a ver com espaçonaves qeu se movem a velocidade da luz – elas usam reatores com antimatéria, né?” “ Li numa revista que ela pode se tornar uma fonte de combustível no futuro.” “ OK. Diga-me— afinal de contas, o que É antimatéria?” “… onde podemos conseguir um pouco? O carro deve ficar muito mais veloz!” A SEGUIR MOSTRAMOS ALGUMAS QUESTÕES SOBRE ANTIMATÉRIA, QUE SURGEM ENTRE OS ALUNOS DOS PRIMEIROS ANOS DO ENSINO MÉDIO
  • 3. Do filme “Anjos & Demônios” (2009) * To see the video, click on the picture :
  • 4. Antimatéria já esteve perto da cultura popular bem antes do lançamento do filme “Anjos & Demônios” ( ou do livro de 2000 do novelista Dan Brown, no qual o filme está baseado). As frases seguintes são alguns exemplos, da série de TV “Jornada nas Estrelas” (anos 60):
  • 5. De Jornada nas Estrelas – série original Episódio da 3a. Temporada (1969 ) Spock: Quando eu acesso o controle de combustível da nave, existe um tubo conectado à câmara de reação matéria-antimatéria. Scotty: Isto mesmo, existe um acesso de serviço, mas isso não quer dizer que seja usado enquanto o integrador opera. Spock: Mesmo assim, está ali e pode interromper o fluxo de combustível naquele ponto. Scotty: Com o quê? Com as mãos nuas, sem proteção? Spock: Uma sonda magnética. Scotty: Qualquer matéria que entrar em contato com a antimatéria desencadearaá uma explosão. E não acredito que um homem possa viver neste acesso durante o fluxo de energia do campo magnético que mantém a antimatéria aprisionada! Spock: Posso tentar!. Scotty: Você vai acabar morrendo lá! Spock: Se não tivermos outra solução, rápido, este é o destino que nos espera. Star Trek © Paramount Pictures
  • 6. De Jornada nas Estrelas – série original Episódio da 1a. Temporada (1967) Kirk: Não estou entendendo você. Spock: Dois universos paralelos – imagine isso—um positivo e outro negativo. Ou mais especificamente, um matéria, outro antimatéria. Kirk: Você tem certeza do que está dizendo? Matéria e antimatéria tem uma tendência a mutuamente se cancelarem - violentamente Spock: Precisamente. Sob certas condições— quando duas partículas idênticas de matéria e antimatéria se encontram. Aniquilação, Jim. Total, completa e absoluta. Star Trek © Paramount Pictures
  • 7. De Jornada nas Estrelas – A próxima geração Episódio da 1a. Temporada (1988) Voz do Computador: Última questão do teste hipermídico de física: “Se tanques de matéria e antimatéria numa espaçonave intergaláctica estão 90% vazios, calcule a taxa de mistura necessária para alcançar a base estelar, distante 100 anos-luz, numa velocidade warp 8”. Comece agora. Star Trek © Paramount Pictures
  • 8. Bem , isto são algumas coisas que filmes e a TV nos tem falado sobre a antimatéria. Mas, qual é a realidade?
  • 9. Apenas QUATRO partículas compõem toda a matéria visível no Universo…
  • 10. Apenas QUATRO partículas compõem toda a matéria visível no Universo… electron neutrino up quark down quark
  • 11. Mas o Universo ainda tem outras partículas escondidas debaixo da manga. Por exemplo, cada partícula da matéria tem um gêmeo. Não, não é um gêmeo mau… electron neutrino up quark down quark
  • 12. … um gêmeo de ANTIMATÉRIA. Tradicionalmente usa-se uma pequena barra no símbolo da partícula de antimatéria para distingui-la do símbolo para sua gêmea de matéria (a exceção é o pósitron, onde usamos um ‘+’ no lugar do ‘  ’ do elétron). electron neutrino up quark down quark positron anti-neutrino anti-up quark anti-down quark
  • 13. Antimatéria não é algo somente da ficção científica. Ela existe. É o assunto (ou melhor, o antiassunto) da ciência. Tradicionalmente usa-se uma pequena barra no símbolo da partícula de antimatéria para distingui-la do símbolo para sua gêmea de matéria (a exceção é o pósitron, onde usamos um ‘+’ no lugar do ‘  ’ do elétron). electron neutrino up quark down quark positron anti-neutrino anti-up quark anti-down quark
  • 14. Matéria, Antimatéria: Qual é a diferença?
  • 15. Existe uma diferença sutil e óbvia: Matéria, Antimatéria: Qual é a diferença? − 1 +1
  • 16. Existe uma diferença sutil e óbvia: Uma partícula de matéria que tem uma CARGA ELÉTRICA tem uma antipartícula gêmea com a carga exatamente oposta. Matéria, Antimatéria: Qual é a diferença? − 1 +1
  • 17. Existe uma diferença sutil e óbvia: Uma partícula de matéria que tem uma CARGA ELÉTRICA tem uma antipartícula gêmea com a carga exatamente oposta. Por exemplo, se o elétron tem carga igual a  1, Matéria, Antimatéria: Qual é a diferença? − 1 +1
  • 18. Existe uma diferença sutil e óbvia: Uma partícula de matéria que tem uma CARGA ELÉTRICA tem uma antipartícula gêmea com a carga exatamente oposta. Por exemplo, se o elétron tem carga igual a  1, Matéria, Antimatéria: Qual é a diferença? − 1 +1 − 1 Electron Charge:  1
  • 19. Existe uma diferença sutil e óbvia: Uma partícula de matéria que tem uma CARGA ELÉTRICA tem uma antipartícula gêmea com a carga exatamente oposta. Por exemplo, se o elétron tem carga igual a  1, então sua antipartícula, o pósitron, tem carga igual a  1. Matéria, Antimatéria: Qual é a diferença? +1 − 1 Electron Charge:  1
  • 20. Existe uma diferença sutil e óbvia: Uma partícula de matéria que tem uma CARGA ELÉTRICA tem uma antipartícula gêmea com a carga exatamente oposta. Por exemplo, se o elétron tem carga igual a  1, então sua antipartícula, o pósitron, tem carga igual a  1. Matéria, Antimatéria: Qual é a diferença? − 1 +1 Electron Charge:  1 Positron Charge:  1
  • 21. Lembre-se que prótons e neutrons São compostos por combinações específicas de quarks up e down, e que estes quarks tem carga fracionária…
  • 22. Composto de: 2 quarks up e 1 quark down Carga total: ⅔ + ⅔ − ⅓ = +1 PRÓTON ( p ) +⅔ +⅔  ⅓
  • 23. Composto de: 1 quark up e 2 quarks down Carga total: ⅔ − ⅓ − ⅓ = 0 +⅔  ⅓  ⅓ NEUTRON ( n )
  • 24. Da mesma forma, combinações específicas de quarks anti-up e anti-down formam antiprótons and antineutrons. Novamente, os quarks anti-up e anti-down tem a carga elétrica oposta a seus gêmeos da matéria…
  • 25. Composto de: 2 quarks anti-up e 1 quark anti-down Carga total: -⅔ − ⅔ + ⅓ = −1 ANTIPRÓTON ( p ): -  ⅔  ⅔ +⅓
  • 26. Composto de: 1 quark anti-up e 2 quarks anti-down Carga total: -⅔ + ⅓ + ⅓ = 0 Note que o antineutron também tem carga nula. Se uma partícula não tem carga, sua antipartícula também não tem carga. ANTINEUTRON ( n ): -  ⅔ +⅓ +⅓
  • 27. E o que podemos falar sobre a carga???
  • 28. A CARGA ELÉTRICA DE UMA PARTÍCULA (COMO A MASSA) É UMA PROPRIEDADADE DA MATÉRIA
  • 29. ALGUMAS PARTÍCULAS TEM UMA CARGA ELÉTRICA, OUTRAS NÃO:
  • 30. O ELÉTRON E OS QUARKS UP E DOWN SÃO EXEMPLOS DE PARTÍCULAS QUE POSSUEM CARGA: ALGUMAS PARTÍCULAS TEM UMA CARGA ELÉTRICA, OUTRAS NÃO: CARGA DO QUARK UP = + ⅔ CARGA DO ELÉTRON = -1 CARGA DO QUARK DOWN = - ⅓
  • 31. ALGUMAS PARTÍCULAS TEM UMA CARGA ELÉTRICA, OUTRAS NÃO: O FÓTON E O NEUTRINO SÃO EXEMPLOS DE PARTÍCULAS QUE NÃO POSSUEM CARGA: CARGA DO FÓTON = 0 CARGA DO NEUTRINO = 0
  • 32. O PRÓTON TEM UMA CARGA TOTAL DE +1 DEVIDO AOS QUARKS QUE O COMPÕEM CARGA DO PROTON = +1  ⅔  ⅔  ⅓
  • 33. O NEUTRON TEM UMA CARGA TOTAL NULA DEVIDO AOS QUARKS QUE O COMPÕEM CARGA DO NEUTRON = 0 CARGA DO PROTON = +1  ⅔  ⅔  ⅓  ⅓  ⅓  ⅔ O PRÓTON TEM UMA CARGA TOTAL DE +1 DEVIDO AOS QUARKS QUE O COMPÕEM
  • 34. VOCÊ PROVAVELMENTE JÁ CONHECE O COMPORTAMENTO DAS PARTÍCULAS CARREGADAS
  • 35. VOCÊ PROVAVELMENTE JÁ CONHECE O COMPORTAMENTO DAS PARTÍCULAS CARREGADAS POR EXEMPLO, VOCÊ PROVAVELMENTE JÁ TEM IDÉIA DE QUE CARGAS IGUAIS por exemplo, duas cargas negativas
  • 36. VOCÊ PROVAVELMENTE JÁ CONHECE O COMPORTAMENTO DAS PARTÍCULAS CARREGADAS POR EXEMPLO, VOCÊ PROVAVELMENTE JÁ TEM IDÉIA DE QUE CARGAS IGUAIS por exemplo, duas cargas negativas − −
  • 37. VOCÊ PROVAVELMENTE JÁ CONHECE O COMPORTAMENTO DAS PARTÍCULAS CARREGADAS POR EXEMPLO, VOCÊ PROVAVELMENTE JÁ TEM IDÉIA DE QUE CARGAS IGUAIS por exemplo, duas cargas negativas − −
  • 38. VOCÊ PROVAVELMENTE JÁ CONHECE O COMPORTAMENTO DAS PARTÍCULAS CARREGADAS POR EXEMPLO, VOCÊ PROVAVELMENTE JÁ TEM IDÉIA DE QUE CARGAS IGUAIS por exemplo, duas cargas negativas − − vão se REPELIR
  • 39. VOCÊ PROVAVELMENTE JÁ CONHECE O COMPORTAMENTO DAS PARTÍCULAS CARREGADAS E QUE CARGAS OPOSTAS − +
  • 40. VOCÊ PROVAVELMENTE JÁ CONHECE O COMPORTAMENTO DAS PARTÍCULAS CARREGADAS E QUE CARGAS OPOSTAS - +
  • 41. VOCÊ PROVAVELMENTE JÁ CONHECE O COMPORTAMENTO DAS PARTÍCULAS CARREGADAS E QUE CARGAS OPOSTAS vão se ATRAIR - +
  • 42. UM COMPORTAMENTO DAS PARTÍCULAS CARREGADAS QUE VOCÊ PODE NÃO ESTAR FAMILIARIZADO É O QUE ACONTECE COM ELAS NUM CAMPO MAGNÉTICO
  • 43. Você provavelmente já viu como linhas de limalha de ferro se formam ao redor de um imã em barra:
  • 44. Dizemos que a limalha de ferro se alinha com o campo magnético que cerca o imã.
  • 45. Para mostrar o que acontece às partículas carregadas num campo magnético, Vamos considerar um imã em “ferradura”...
  • 46. S N Para mostrar o que acontece às partículas carregadas num campo magnético, Vamos considerar um imã em “ferradura”...
  • 47. N S … e que esta caixa limita a região onde o campo magnético está concentrado.
  • 48. N S O campo tem uma direção associada com ele, como mostra a seta. A direção do campo magnético sempre aponta do polo Norte para o polo Sul do imã. Direção do campo magnético
  • 49. N S Se enviamos duas partículas carregadas de massa igual num campo magnético… Direção do campo magnético
  • 50. N S … uma delas carregada negativamente…  Direção do campo magnético
  • 51. N S … e outra positivamente carregada…  Direção do campo magnético
  • 52. N S  … veríamos que a partícula negativa seria desvia nesta direção… Direção do campo magnético
  • 53. N S  Direção do campo magnético … veríamos que a partícula negativa seria desvia nesta direção…
  • 54. N S Direção do campo magnético … e a partícula positiva seria desviada com a mesma intensidade mas na direção oposta. 
  • 55. … e a partícula positiva seria desviada com a mesma intensidade mas na direção oposta. Direção do campo magnético  N S
  • 56. … e a partícula positiva seria desviada com a mesma intensidade mas na direção oposta. Direção do campo magnético (Isto significa que o uso de um imã desta forma poderia ser usada para DETECTAR que duas partículas DESCONHECIDAS tem a MESMA massa mas cargas OPOSTAS).  N S
  • 57. Em que matéria e antimatéria se parecem?
  • 58. Em que matéria e antimatéria se parecem? Até onde podemos falar, partículas e antipartículas tem Massas IDÊNTICAS. (O fato de que o módulo da deflexão de uma partícula e sua antipartícula pelo campo magnético é igual , é uma indicação de que suas massas são idênticas.
  • 59. Por exemplo… Massa do próton = massa do antipróton
  • 60. Também ACREDITAMOS, apesar de ainda precisar ser PROVADO experimentalmente, que antimatéria comporta-se de maneira IDÊNTICA à matéria sob a influência da GRAVIDADE.
  • 61. Por exemplo, Se você fosse capaz de deixar cair uma certa quantidade de matéria e de antimatéria num campo gravitacional, Acreditamos que eles acelerariam precisamente na mesma taxa. Matter Anti- matter
  • 62. Por exemplo, Se você fosse capaz de deixar cair uma certa quantidade de matéria e de antimatéria num campo gravitacional, Acreditamos que eles acelerariam precisamente na mesma taxa. Matter Anti- matter
  • 63. Por exemplo, Se você fosse capaz de deixar cair uma certa quantidade de matéria e de antimatéria num campo gravitacional, Acreditamos que eles acelerariam precisamente na mesma taxa. Matter Anti- matter
  • 64. Assim como para antipartículas fundamentais, Anti-átomos inteiros também são possíveis. De fato, os seres humanos já construíram um deles:
  • 65. Assim como para antipartículas fundamentais, Anti-átomos inteiros também são possíveis. De fato, os seres humanos já construíram um deles: ANTI-HIDROGÊNIO
  • 66. Velho e bom HIDROGÊNIO. É o átomo mais simples que conhecemos. Consiste de 1 próton e 1 elétron.
  • 67. Vamos desenhar um átomo de hidrogênio como um elétron orbitando seu núcleo, um próton .
  • 68. Vamos desenhar um átomo de hidrogênio como um elétron orbitando seu núcleo, um próton . Hidrogênio (H)
  • 69. Vamos desenhar um átomo de hidrogênio como um elétron orbitando seu núcleo, um próton . MAS LEMBRE-SE—esta NÃO é uma descrição precisa! (Numa escala apropriada nosso elétron estaria a 1 quilômetro do próton). Hidrogênio (H)
  • 70. Agora vamos desenhar um átomo de anti-hidrogênio como um pósitron orbitando seu núcleo, um antipróton . (Vale o mesmo aviso!!!) Hidrogênio (H) Vamos desenhar um átomo de hidrogênio como um elétron orbitando seu núcleo, um próton . MAS LEMBRE-SE—esta NÃO é uma descrição precisa! (Numa escala apropriada nosso elétron estaria a 1 quilômetro do próton).
  • 71. Hidrogênio (H) Agora vamos desenhar um átomo de anti-hidrogênio como um pósitron orbitando seu núcleo, um antipróton . (Vale o mesmo aviso!!!) - Vamos desenhar um átomo de hidrogênio como um elétron orbitando seu núcleo, um próton . MAS LEMBRE-SE—esta NÃO é uma descrição precisa! (Numa escala apropriada nosso elétron estaria a 1 quilômetro do próton). Anti-Hidrogênio (H)
  • 72. No CERN em 1995, foram construídos os primeiros átomos de ANTI-HIDROGÊNIO. Desde a produção inicial em 1995 de apenas poucos átomos em 3 semanas, uns poucos milhões foram produzidos pelo mundo afora nos anos seguintes. Apesar de parecer impressionante, lembre-se que são necessários aproximadamente 600,000,000,000,000,000,000,000 átomos para compor um único grama de anti-hidrogênio. http://press.web.cern.ch/press/PressReleases/Releases1996/PR01.96EAntiHydrogen.html Antihydrogen Atoms Made At Cern http://cool-antihydrogen.web.cern.ch/cool-antihydrogen/
  • 73. Até onde podemos trabalhar com isso? Podemos construir outros anti-átomos? Por exemplo anti-carbono, anti-nitrogênio, anti-oxigênio?
  • 74. Até onde podemos trabalhar com isso? Podemos construir outros anti-átomos? Por exemplo anti-carbono, anti-nitrogênio, anti-oxigênio? ? E que tal uma nova anti-tabela periódica?
  • 75. Até onde podemos trabalhar com isso? Podemos construir outros anti-átomos? Por exemplo anti-carbono, anti-nitrogênio, anti-oxigênio? ? E que tal uma nova anti-tabela periódica?
  • 76. Até onde podemos trabalhar com isso? Podemos construir outros anti-átomos? Por exemplo anti-carbono, anti-nitrogênio, anti-oxigênio? ? E que tal uma nova anti-tabela periódica?
  • 77. Até onde podemos trabalhar com isso? Podemos construir outros anti-átomos? Por exemplo anti-carbono, anti-nitrogênio, anti-oxigênio? ? E que tal uma nova anti-tabela periódica?
  • 78. FALANDO TEORICAMENTE, COMBINAÇÕES DE PÓSITRONS, ANTIPRÓTONS E ANTINEUTRONS PODERIAM GERAR ANTI-VERSÕES DE TODOS OS ELEMENTOS NA TABELA PERIÓDICA.
  • 79. Podemos também prever que a QUÍMICA DA ANTIMATÉRIA será idêntica a boa e velha QUÍMICA DA MATÉRIA
  • 80. Apesar de isso poder aborrecer seu professor de Química, basicamente ela estuda o que acontece quando conjuneto de átomos aparecem juntos.
  • 81. Apesar de isso poder aborrecer seu professor de Química, basicamente ela estuda o que acontece quando conjuneto de átomos aparecem juntos. Quando 2 átomos de hidrogênio se aproximam, seus núcleos se repelem (por quê?). Esta repulsão acontece porque o elétron num átomo atrai o próton no outro átomo.
  • 82. Apesar de isso poder aborrecer seu professor de Química, basicamente ela estuda o que acontece quando conjuneto de átomos aparecem juntos. Quando 2 átomos de hidrogênio se aproximam, seus núcleos se repelem (por quê?). Esta repulsão acontece porque o elétron num átomo atrai o próton no outro átomo. A melhor configuração possível é quando os átomos estão ligados . Então temos uma molécula de hidrogênio.
  • 83. COMO EXERCÍCIO, PODEMOS REFAZER A FORMAÇÃO DA MOLÉCULA DE HIDROGÊNIO, APENAS AGORA USANDO ÁTOMOS DE ANTI-HIDROGÊNIO . EXISTIRIA ALGUMA DIFERENÇA DO PONTO DE VISTA DAS FORÇAS DE ATRAÇÃO E REPULSÃO? ENTÃO UMA MOLÉCULA DE ANTI-HIDROGÊNIO SERIA FORMADA?
  • 84. COMO EXERCÍCIO, PODEMOS REFAZER A FORMAÇÃO DA MOLÉCULA DE HIDROGÊNIO, APENAS AGORA USANDO ÁTOMOS DE ANTI-HIDROGÊNIO . EXISTIRIA ALGUMA DIFERENÇA DO PONTO DE VISTA DAS FORÇAS DE ATRAÇÃO E REPULSÃO? ENTÃO UMA MOLÉCULA DE ANTI-HIDROGÊNIO SERIA FORMADA? (Em relação às forças de atração e repulsão, existe uma completa simetria entre os dois casos. Então uma molécula de anti-hidrogênio SERIA formada.)
  • 86. Podemos seguir adiante? Se moléculas de anti-hidrogênio são uma possibilidade teórica, E A química da antimatéria é idêntica à da matéria…
  • 87. Podemos seguir adiante? Se moléculas de anti-hidrogênio são uma possibilidade teórica, E A química da antimatéria é idêntica à da matéria… Então que tal moléculas CADA VEZ MAIORES?
  • 88. Podemos seguir adiante? Se moléculas de anti-hidrogênio são uma possibilidade teórica, E A química da antimatéria é idêntica à da matéria… Então que tal moléculas CADA VEZ MAIORES? COMO UM PEQUENO EXPERIMENTO MENTAL, SIGA NESTA LINHA DE PENSAMENTO ATÉ VOCẼ DESISTIR… ATÉ ONDE VOCÊ PODE CHEGAR?
  • 89. E que tal falarmos de um Anti-Você? Como seu Anti-Você se pareceria?
  • 90. E que tal falarmos de um Anti-Você? Como seu Anti-Você se pareceria? Se começarmos com você
  • 91. E que tal falarmos de um Anti-Você? Como seu Anti-Você se pareceria? Se começarmos com você Insert your photo here
  • 92. E que tal falarmos de um Anti-Você? Como seu Anti-Você se pareceria? Se começarmos com você e revertermos as cargas de todas as partículas que formam você (em outras palavras mudar seus elétrons para pósitrons, seus prótons para antiprótons, e seus neutrons para antineutrons), As forças resultantes seriam as mesmas. Insert your photo here
  • 93. E que tal falarmos de um Anti-Você? Como seu Anti-Você se pareceria? Se começarmos com você e revertermos as cargas de todas as partículas que formam você (em outras palavras mudar seus elétrons para pósitrons, seus prótons para antiprótons, e seus neutrons para antineutrons), As forças resultantes seriam as mesmas. Estas forças é que dão a você sua estrutura—e portanto, sua aparência. Insert your photo here
  • 94. Então, o Anti-Você se pareceria exatamente como Você. Insert your photo here AGAIN
  • 95. Então, o Anti-Você se pareceria exatamente como Você. Porém, se Você e seu Anti-Você se encontrassem... Insert your photo here AGAIN
  • 96. Então, o Anti-Você se pareceria exatamente como Você. Porém, se Você e seu Anti-Você se encontrassem... Insert your photo here AGAIN O que aconteceria, afinal ?!?!?!
  • 97. Nota Final: Algumas vezes você perceberá o anti-objeto desenhado como Uma imagem espelhada em negativo do objeto original. Por exemplo: Material adaptado do módulo de ensino do CERN BANANA ANTI-BANANA