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ANIMAIS EM EXTINÇÃO
Oceanic whitetip shark
Carcharhinus longimanus
Galha-branca-oceânico (Carcharhinus longimanus) é uma
espécie tubarão. Vive em zonas tropicais de águas quentes.1
Pode chegar a medir 4 metros e pesar até 168 quilos. É uma das
três espécies mais abundantes dos oceanos, junto com o
tubarão-azul e o lombo-preto. Também é uma das que mais
atacam humanos por engano.2
Descrição
O tubarão galha-branca-oceânico é relativamente corpulento.
Seu focinho é curto e arredondado. Possui dorso cinza-escuro,
clareando para os flancos, e ventre branco-amarelado. As
pontas da primeira dorsal, peitoral e lombo inferior da caudal
são normalmente brancas. Seus dentes da maxila superior são
triangulares com bordo serrilhados e os da inferior pontiagudos.
Em geral medem e pesam 2,5 m e 70 Kg, respectivamente. Os
3
Daggernose shark
O tubarão daggernose (oxyrhynchus Isogomphodon) é um pouco conhecido
espécies de tubarão requiem , família Carcharhinidae , eo único membro
sobrevivente de seu gênero . Ela ocorre em pouco profundas tropicais águas
ao largo do nordeste da América do Sul a partir de Trinidad ao norte Brasil ,
favorecendo habitats lamacentos, como manguezais , estuários , e bocas de
rio, embora seja intolerante com água fresca . A relativamente pequena
tubarão normalmente atingindo 1,5 m (4,9 pés) de comprimento, o tubarão
daggernose é inconfundível por sua alongada, achatada, e apontou focinho,
olhos pequenos e grandes em forma de remo nadadeiras peitorais .
Daggernose tubarões são predadores de pequenos peixes de escolaridade . A
reprodução é vivípara , com as fêmeas dão à luz 2-8 filhotes a cada dois anos
durante a estação chuvosa , esta espécie é capaz de mudar o calendário de
seu ciclo reprodutivo por vários meses, em resposta ao meio ambiente.
Inofensivo aos seres humanos, o tubarão daggernose é pego por comida e
como capturas acessórias em artesanais e pesca comercial . Limitada na faixa
e reprodução lenta, tem sido avaliado como Criticamente em Perigo pela
União Internacional para a Conservação da Natureza , à luz de um declínio
populacional acentuado nos últimos anos
Gastrotheca testudinea
O Gastrotheca testudinea é uma espécie de anfíbio da
família Hemiphractidae.
Ele pode ser encontrado na Bolívia, Equador e Peru. A
espécie está em extinção devido às ações humanas, que
estão causando a perda de seu habitat natural.

Apesar de ser uma espécie em extinção, o Gastrotheca
testudinea ainda é listado como pouco preocupante na
escala dos animais em extinção, tendo em vista sua ampla
distribuição.
Sua população é presumida grande (nos parâmetros
destes animais) e é improvável um declínio rápido.
Hyloscirtus psarolaimus
Esta espécie andina da Colômbia e do Equador ocorre nas encostas da Amazônia da
Cordilheira Oriental do Departamento de Putumayo, no sul da Colômbia e ao sul a
província de Morona, no sul do Equador.

Em sua taxonomia, esta espécie foi previamente incluída no gênero Hyla, mas
recentemente perceberam o engano e mudou-se para o gênero Hyloscirtus.

Ele é listado como ameaçado de extinção porque a sua extensão de ocorrência é
inferior a 5.000 km2, a sua distribuição é muito fragmentada. Além disso, seu habitat
natural está em contínuo declínio e não há informações sobre a sua capacidade de
adaptação a habitats secundários.

As principais ameaças a estas espécies são o desmatamento devido ao
desenvolvimento agrícola, o plantio de cultivos ilegais, a extração de madeira e a
ocupação/poluição humana.

Mais pesquisas são necessárias para determinar o estado atual população desta
espécie na natureza.
Jacaré-de-papo-amarelo
O jacaré-de-papo-amarelo (Caiman latirostris) é um jacaré típico da América do Sul. A espécie
habita as florestas tropicais, preferindo áreas de baixada, com suas lagoas, lagos e rios. É um
animal carnívoro que vive aproximadamente 50 anos.
São conhecidos por este nome pois, durante a fase do acasalamento, estes animais costumam
ficar com a área do papo amarelada.
Mede em média entre 1,5 m e 2,5 m mas já foram capturados exemplares com mais de 3,5 m.
Caracterizam-se por possuírem uma mordida forte, podendo partir o casco de uma tartaruga
com extrema facilidade.
Estes animais costumam se alimentar de crustáceos e pequenos mamíferos; eventualmente os
exemplares maiores podem atacar presas maiores. Seu alimento principal são certos moluscos
gastrópodes disseminadores de algumas moléstias nas populações ribeirinhas. Desta forma,
nos ambientes onde o jacaré foi eliminado, cresce a incidência de barriga de água entre a
população que reside próximo aos rios.

O acasalamento ocorre na terra ou em charcos com pouca água. A fêmea coloca em média, 25
ovos num ninho construído entre a vegetação, próximo à água, e cobre os mesmos com folhas
secas e areia. Após a postura, a fêmea torna-se mais agressiva e nunca se afasta dos ovos,
pois, estes podem ser predados por animais como o teiú, o quati e o guaxinim. Quando
nascem, após cerca de 75 dias, os filhotes se dirigem rapidamente para a água, fugindo de
predadores como gaviões e outras aves.
Tartaruga-marinha (Cheloniidae)
Tartaruga-marinha (Cheloniidae) é a família da ordem das tartarugas que inclui as espécies
de tartaruga que vivem no mar. O grupo é constituído por seis géneros e sete espécies,
todas elas ameaçadas de extinção.
As tartarugas-marinhas habitam todos os oceanos, excepto o Oceano Antártico, em zonas
de água tropical e subtropical. A maioria das espécies são migratórias e vagueiam pelos
oceanos, orientando-se com a ajuda do campo magnético terrestre. A tartaruga-de-couro é
a maior espécie, atingindo 2 m de comprimento e 1,5 m de largura, para 600 kg de peso.
Após atingir a maturidade sexual, em muitas espécies apenas por volta dos 30 anos, a
fêmea regressa à praia onde nasceu para enterrar os seus ovos na areia. As tartarugas são
extremamente fiéis a este local e não nidificam noutras praias. As posturas da tartaruga de
Kemp, por exemplo, estão totalmente confinadas a uma única praia na costa do México. A
incubação leva cerca de dois meses após o que os juvenis escavam a saída e correm para o
mar. A eclosão das tartarugas é um grande acontecimento ecológico e todos os predadores
das redondezas (aves, peixes, mamíferos e seres humanos em busca dos ovos) acorrem a
estas praias para caçar os juvenis. Calcula-se que apenas 1 em 100 consiga atingir a
maturidade.
A sobrevivência das tartarugas-marinhas continua em risco, após muitos anos de caça
intensiva pela sua carapaça, carne (utilizada para sopa) e gordura. Atualmente a caça está
controlada mas estes animais continuam a estar ameaçados pelas redes de pesca que
matam cerca de 40 000 exemplares por ano. Outra das maiores ameaças é o
desenvolvimento costeiro nas áreas de nidificação, que impede as fêmeas de pôr os ovos e
impossibilita a sua reprodução.
Arara-azul-de-lear
A arara-azul-de-lear (nome científico: Anodorhynchus leari) é uma
espécie de arara da família Psittacidae endêmica do Brasil. Durante
150 anos de incertezas, sua área de distribuição no nordeste da Bahia
só foi descoberta em 1978 pelo ornitólogo Helmut Sick. Espécie
ameaçada de extinção pelo tráfico e destruição de habitat, possui
uma população pequena, estimada em torno de 1000 animais, mas
em crescimento. Distribuição geográfica e habitat
A espécie é endêmica do estado da Bahia, onde pode ser encontrada
em duas colônias, Toca Velha e Serra Branca, ao sul do Raso da
Catarina.1 Sua área de distribuição está restrita ao nordeste do
estado ocorrendo nos municípios de Canudos, Euclides da Cunha,
Paulo Afonso, Uauá, Jeremoabo, Sento Sé e Campo Formoso.4
Existem dois sítios de nidificação e dormitório conhecidos: um em
Canudos, na região conhecida como Toca Velha, numa Reserva
Particular do Patrimônio Natural de propriedade da Fundação
Biodiversitas e outro em Jeremoabo, ao sul da Estação Ecológica do
Raso da Catarina, unidade de conservação federal administrada pelo
Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade.5
Características
A arara-azul-de-lear é uma arara de porte médio, cujos indivíduos medem
entre 70 e 75 centímetros.3 É muito semelhante em tamanho e coloração
com a Anodorhynchus glaucus, sendo que as principais diferenças entre os
táxons estão na plumagem do dorso, que é azul-cobalto na leari e azul mais
pálido e esverdeado na glaucus, que apresenta também tons de cinza na
cabeça e no pescoço.6 As asas e a cauda também possuem uma coloração
azul-cobalto enquanto o ventre é azul mais pálido. Possui um grande bico
negro e a plumagem da cabeça e do pescoço é azul-esverdeada. O anel
perioftálmico é amarelo-claro, e na base da mandíbula apresenta uma área
nua de formato triangular de coloração amarelo-claro.4
Ecologia e comportamento
Paredão de arenito com nichos multiformes escavados que servem de
dormitório e lugar de nidificação para a arara-azul-de-lear.
Se alimenta preferencialmente dos frutos do licuri (Syagrus coronata).7 Essa
arara torna-se madura para a reprodução aos 3 anos e sua época reprodutiva
é entre novembro e março. Normalmente nascem 2 filhotes por vez e a
gestação dura em torno de 30 dias. Depois do nascimento das araras azuis,
elas ficam cerca de 3 meses no ninho sob cuidado dos pais, até se
aventurarem no primeiro voo
Araracanga
A araracanga (Ara macao, Linnaeus, 1758), também chamada aracanga, arara-macau,
ararapiranga, macau1 2 e arara-vermelha-pequena, é a terceira maior representante do gênero
Ara,3 que reúne araras e maracanãs. Ocupa um grande território na América que vai do sul do
México até o norte do estado brasileiro do Mato Grosso. É uma das aves mais emblemáticas
das florestas neotropicais, mas sua população vem declinando e em algumas áreas já foi
extinta ou está em grande perigo. A população centroamericana está particularmente
ameaçada.4 5 6 Entretanto, a União Internacional para a Conservação da Natureza e dos
Recursos Naturais, em 2009, classificou o estado da espécie globalmente como "pouco
preocupante“

Ocorrência, ameaças e conservação
A Ara macao ocorre em uma vasta área americana, indo do sul e leste do
México até o Panamá, com um hiato, então continuando por todo o norte da
América do Sul até o norte do Mato Grosso, incluindo regiões adjacentes do
Maranhão, Pará e Bolívia. No Peru e Equador ocorre em toda parte a leste da
Cordilheira dos Andes.7 Já foi vista até no nordeste da Argentina.14 A União
Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais indica,
como países nativos da Ara macao: Belize, Bolívia, Brasil, Colômbia, Costa
Rica, Equador, Guiana Francesa, Guatemala, Guiana, Honduras, México,
Nicarágua, Panamá, Peru, Suriname, Trinidad e Tobago e Venezuela. Foi
introduzida pelo homem em Porto Rico7 e algumas áreas urbanas dos
Estados Unidos, Europa e outros pontos da América Latina.11
Sua população total é estimada entre 20 000 e 50 000 indivíduos, mas está em declínio.
Entretanto, o número é considerado ainda expressivo, o que, junto com a sua grande área de
ocorrência e o ritmo relativamente lento do seu declínio populacional, fez a União
Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais declarar a Ara macao
como em condição "pouco preocupante" (LC). 7 Porém, há um consenso de que a espécie
precisa receber atenção. Já fopopulacional. As maiores ameaças para esta espécie são a
destruição do seu ambiente e a caça predatória, estando entre as aves mais cobiçadas no
tráfico ilegal de animais silvestres.Como a sua longa e vistosa cauda não cabe nos ninhos, fica
para fora, o que a denuncia facilmente para os caçadores num período em que a ave fica
particularmente vulnerável a inimigos, e como seu ciclo reprodutivo é longo, sua população
cresce devagar. Em alguns lugares ainda é caçada pela carne.
Em El Salvador, foi extinta e desapareceu do leste do México e da costa pacífica da Nicarágua e
Honduras.No Panamá e na Costa Rica está ameaçada, e na Guatemala,Peru e Venezuela se
tornou rara.Em Belize é muito rara, calculava-se em 1997 a existência de apenas 30 indivíduos,
embora um grupo adicional tenha sido mais tarde redescoberto.Como visto, a subespécie
cyanoptera, que ocorre na América Central, já se tornou no geral extremamente rara e sua
extinção fora de reservas especialmente bem protegidas é considerada inevitável.
Por outro lado, vários países adotaram medidas de conservação da espécie, criando leis e
reservas, e projetos privados de monitoramento de ninhos, mapeamento de populações,
educação ambiental e criadouros para soltura também estão sendo realizados, com resultados
positivos. Ela se tornou um grande atrativo no ecoturismo de algumas regiões, o que pode
contribuir para sua conservação.
i declarada como "ameaçada" na lista Convenção sobre o Comércio Internacional das Espécies
da Fauna e da Flora Silvestres Ameaçadas de Extinção.De fato, há muitas razões para se
preocupar e os esforços até agora têm sido insuficientes para reverter a tendência de queda
Chiru
O chiru (do tibetano Chiru) ou antílope-tibetano (Pantholops hodgsonii) é um
bovídeo de tamanho médio que tem 1,2 metros de altura. É nativo do platô tibetano
incluindo a Província Autônoma do Tibete, de Qinghai, e a província de Xinjiang na
China; na Índia próximo à Ladakh e oeste do Nepal. O seu pêlo é cinzento a marromavermelhado, com o ventre branco. Os machos têm os chifres curvados para trás, e
que medem aproximadamente 50 cm de comprimento.
Apesar de estar classificado na subfamília Antilopinae, as evidências morfoanatômicas e moleculares recentes sugerem que o Chiru está mais pròxima às cabras
e à subfamília Caprinae (Gentry 1992, Gatesy et al. 1992, Ginsberg et al. 1999).
Alguns pesquisadores o classificam como sendo da subfamília Pantholopinae,
juntamente com a Saiga.

Ele é gregário, às vezes formam rebanhos de centenas. As fêmeas, no verão, migram
até 300 quilômetros à cada ano para ir ao lugar onde nasceram, onde dão
geralmente o nascimento a uma única cria, e voltam no outono tardio para reunir-se
com os machos nos territórios onde passam o inverno (Schaller 1998). Eles vivem nas
estepes elevadas das montanhas e nas áreas de semi-deserto do platô tibetano tais
como Kekexili, onde alimentam-se de várias espécies de ervas e de grama. A vida
média é de aproximadamente oito anos.
Eles estão ameaçados de extinção, devido à caça, sua lã é extremamente cara e de
alta qualidade.
É também um dos 5 mascotes oficiais das Olimpíadas de 2008 de Pequim, China
Elefante-africano
O elefante-africano (Loxodonta spp.) é o maior dos dois tipos de elefante existentes hoje. Por
comparação com o elefante-asiático, distingue-se pelas orelhas maiores, uma adaptação às
temperaturas mais elevadas, e pela presença de presas de marfim nas fêmeas, com cerca de 70 kg
cada uma. Além disso, o elefante-africano tem 3 unhas nas patas traseiras e 21 pares de costelas,
por oposição a 4 e 19, respectivamente, no elefante-indiano.
O elefante-africano atinge os 3,50 metros até o nível da cernelha e 6 metros de comprimento, sendo
o maior mamífero terrestre existente na atualidade. Um adulto necessita de cerca de 250
quilogramas de alimento e 160 litros de água todos os dias.
Até recentemente, acreditava-se que havia apenas duas espécies vivas de elefantes, o elefanteafricano e o elefante-asiático. Neste contexto, o elefante-da-savana e floresta correspondiam a
variedades de uma mesma espécie. No entanto, estudos genéticos realizados com o objetivo de
controlar o tráfico ilegal de marfim trouxeram à luz as diferenças intrínsecas entre as variedades.
Apesar das diferenças, é conhecido que os elefantes-da-floresta e savana podem produzir híbridos.
Os elefantes-africanos (género Loxodonta) dividem-se em duas espécies atuais e três fósseis.
Elefante-da-savana (Loxodonta africana), de mandíbula curta e larga, orelhas mais pontiagudas,
presas de marfim encurvadas e maiores dimensões. A subespécie, atualmente extinta, L. a.
pharaoensis foi o animal caçado e amansado para servir nos exércitos da antiguidade como elefante
de guerra, utilizados por persas e cartagineses
Elefante-da-floresta (Loxodonta cyclotis), mandíbula longa e estreita, orelhas mais arredondadas,
dimensões menores (nunca maiores que 2,5m de altura), presas rectilíneas e com um tom rosado. A
subespécie L. c. pumilio é natural da bacia do Rio Congo e tem menores dimensões.
Loxodonta adaurora†, extinta, precursora do elefante da savana.
Loxodonta atlantica†, extinto.
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Animais em extinção

  • 3. Carcharhinus longimanus Galha-branca-oceânico (Carcharhinus longimanus) é uma espécie tubarão. Vive em zonas tropicais de águas quentes.1 Pode chegar a medir 4 metros e pesar até 168 quilos. É uma das três espécies mais abundantes dos oceanos, junto com o tubarão-azul e o lombo-preto. Também é uma das que mais atacam humanos por engano.2 Descrição O tubarão galha-branca-oceânico é relativamente corpulento. Seu focinho é curto e arredondado. Possui dorso cinza-escuro, clareando para os flancos, e ventre branco-amarelado. As pontas da primeira dorsal, peitoral e lombo inferior da caudal são normalmente brancas. Seus dentes da maxila superior são triangulares com bordo serrilhados e os da inferior pontiagudos. Em geral medem e pesam 2,5 m e 70 Kg, respectivamente. Os 3
  • 5. O tubarão daggernose (oxyrhynchus Isogomphodon) é um pouco conhecido espécies de tubarão requiem , família Carcharhinidae , eo único membro sobrevivente de seu gênero . Ela ocorre em pouco profundas tropicais águas ao largo do nordeste da América do Sul a partir de Trinidad ao norte Brasil , favorecendo habitats lamacentos, como manguezais , estuários , e bocas de rio, embora seja intolerante com água fresca . A relativamente pequena tubarão normalmente atingindo 1,5 m (4,9 pés) de comprimento, o tubarão daggernose é inconfundível por sua alongada, achatada, e apontou focinho, olhos pequenos e grandes em forma de remo nadadeiras peitorais . Daggernose tubarões são predadores de pequenos peixes de escolaridade . A reprodução é vivípara , com as fêmeas dão à luz 2-8 filhotes a cada dois anos durante a estação chuvosa , esta espécie é capaz de mudar o calendário de seu ciclo reprodutivo por vários meses, em resposta ao meio ambiente. Inofensivo aos seres humanos, o tubarão daggernose é pego por comida e como capturas acessórias em artesanais e pesca comercial . Limitada na faixa e reprodução lenta, tem sido avaliado como Criticamente em Perigo pela União Internacional para a Conservação da Natureza , à luz de um declínio populacional acentuado nos últimos anos
  • 7. O Gastrotheca testudinea é uma espécie de anfíbio da família Hemiphractidae. Ele pode ser encontrado na Bolívia, Equador e Peru. A espécie está em extinção devido às ações humanas, que estão causando a perda de seu habitat natural. Apesar de ser uma espécie em extinção, o Gastrotheca testudinea ainda é listado como pouco preocupante na escala dos animais em extinção, tendo em vista sua ampla distribuição. Sua população é presumida grande (nos parâmetros destes animais) e é improvável um declínio rápido.
  • 9. Esta espécie andina da Colômbia e do Equador ocorre nas encostas da Amazônia da Cordilheira Oriental do Departamento de Putumayo, no sul da Colômbia e ao sul a província de Morona, no sul do Equador. Em sua taxonomia, esta espécie foi previamente incluída no gênero Hyla, mas recentemente perceberam o engano e mudou-se para o gênero Hyloscirtus. Ele é listado como ameaçado de extinção porque a sua extensão de ocorrência é inferior a 5.000 km2, a sua distribuição é muito fragmentada. Além disso, seu habitat natural está em contínuo declínio e não há informações sobre a sua capacidade de adaptação a habitats secundários. As principais ameaças a estas espécies são o desmatamento devido ao desenvolvimento agrícola, o plantio de cultivos ilegais, a extração de madeira e a ocupação/poluição humana. Mais pesquisas são necessárias para determinar o estado atual população desta espécie na natureza.
  • 11. O jacaré-de-papo-amarelo (Caiman latirostris) é um jacaré típico da América do Sul. A espécie habita as florestas tropicais, preferindo áreas de baixada, com suas lagoas, lagos e rios. É um animal carnívoro que vive aproximadamente 50 anos. São conhecidos por este nome pois, durante a fase do acasalamento, estes animais costumam ficar com a área do papo amarelada. Mede em média entre 1,5 m e 2,5 m mas já foram capturados exemplares com mais de 3,5 m. Caracterizam-se por possuírem uma mordida forte, podendo partir o casco de uma tartaruga com extrema facilidade. Estes animais costumam se alimentar de crustáceos e pequenos mamíferos; eventualmente os exemplares maiores podem atacar presas maiores. Seu alimento principal são certos moluscos gastrópodes disseminadores de algumas moléstias nas populações ribeirinhas. Desta forma, nos ambientes onde o jacaré foi eliminado, cresce a incidência de barriga de água entre a população que reside próximo aos rios. O acasalamento ocorre na terra ou em charcos com pouca água. A fêmea coloca em média, 25 ovos num ninho construído entre a vegetação, próximo à água, e cobre os mesmos com folhas secas e areia. Após a postura, a fêmea torna-se mais agressiva e nunca se afasta dos ovos, pois, estes podem ser predados por animais como o teiú, o quati e o guaxinim. Quando nascem, após cerca de 75 dias, os filhotes se dirigem rapidamente para a água, fugindo de predadores como gaviões e outras aves.
  • 13. Tartaruga-marinha (Cheloniidae) é a família da ordem das tartarugas que inclui as espécies de tartaruga que vivem no mar. O grupo é constituído por seis géneros e sete espécies, todas elas ameaçadas de extinção. As tartarugas-marinhas habitam todos os oceanos, excepto o Oceano Antártico, em zonas de água tropical e subtropical. A maioria das espécies são migratórias e vagueiam pelos oceanos, orientando-se com a ajuda do campo magnético terrestre. A tartaruga-de-couro é a maior espécie, atingindo 2 m de comprimento e 1,5 m de largura, para 600 kg de peso. Após atingir a maturidade sexual, em muitas espécies apenas por volta dos 30 anos, a fêmea regressa à praia onde nasceu para enterrar os seus ovos na areia. As tartarugas são extremamente fiéis a este local e não nidificam noutras praias. As posturas da tartaruga de Kemp, por exemplo, estão totalmente confinadas a uma única praia na costa do México. A incubação leva cerca de dois meses após o que os juvenis escavam a saída e correm para o mar. A eclosão das tartarugas é um grande acontecimento ecológico e todos os predadores das redondezas (aves, peixes, mamíferos e seres humanos em busca dos ovos) acorrem a estas praias para caçar os juvenis. Calcula-se que apenas 1 em 100 consiga atingir a maturidade. A sobrevivência das tartarugas-marinhas continua em risco, após muitos anos de caça intensiva pela sua carapaça, carne (utilizada para sopa) e gordura. Atualmente a caça está controlada mas estes animais continuam a estar ameaçados pelas redes de pesca que matam cerca de 40 000 exemplares por ano. Outra das maiores ameaças é o desenvolvimento costeiro nas áreas de nidificação, que impede as fêmeas de pôr os ovos e impossibilita a sua reprodução.
  • 15. A arara-azul-de-lear (nome científico: Anodorhynchus leari) é uma espécie de arara da família Psittacidae endêmica do Brasil. Durante 150 anos de incertezas, sua área de distribuição no nordeste da Bahia só foi descoberta em 1978 pelo ornitólogo Helmut Sick. Espécie ameaçada de extinção pelo tráfico e destruição de habitat, possui uma população pequena, estimada em torno de 1000 animais, mas em crescimento. Distribuição geográfica e habitat A espécie é endêmica do estado da Bahia, onde pode ser encontrada em duas colônias, Toca Velha e Serra Branca, ao sul do Raso da Catarina.1 Sua área de distribuição está restrita ao nordeste do estado ocorrendo nos municípios de Canudos, Euclides da Cunha, Paulo Afonso, Uauá, Jeremoabo, Sento Sé e Campo Formoso.4 Existem dois sítios de nidificação e dormitório conhecidos: um em Canudos, na região conhecida como Toca Velha, numa Reserva Particular do Patrimônio Natural de propriedade da Fundação Biodiversitas e outro em Jeremoabo, ao sul da Estação Ecológica do Raso da Catarina, unidade de conservação federal administrada pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade.5
  • 16. Características A arara-azul-de-lear é uma arara de porte médio, cujos indivíduos medem entre 70 e 75 centímetros.3 É muito semelhante em tamanho e coloração com a Anodorhynchus glaucus, sendo que as principais diferenças entre os táxons estão na plumagem do dorso, que é azul-cobalto na leari e azul mais pálido e esverdeado na glaucus, que apresenta também tons de cinza na cabeça e no pescoço.6 As asas e a cauda também possuem uma coloração azul-cobalto enquanto o ventre é azul mais pálido. Possui um grande bico negro e a plumagem da cabeça e do pescoço é azul-esverdeada. O anel perioftálmico é amarelo-claro, e na base da mandíbula apresenta uma área nua de formato triangular de coloração amarelo-claro.4 Ecologia e comportamento Paredão de arenito com nichos multiformes escavados que servem de dormitório e lugar de nidificação para a arara-azul-de-lear. Se alimenta preferencialmente dos frutos do licuri (Syagrus coronata).7 Essa arara torna-se madura para a reprodução aos 3 anos e sua época reprodutiva é entre novembro e março. Normalmente nascem 2 filhotes por vez e a gestação dura em torno de 30 dias. Depois do nascimento das araras azuis, elas ficam cerca de 3 meses no ninho sob cuidado dos pais, até se aventurarem no primeiro voo
  • 18. A araracanga (Ara macao, Linnaeus, 1758), também chamada aracanga, arara-macau, ararapiranga, macau1 2 e arara-vermelha-pequena, é a terceira maior representante do gênero Ara,3 que reúne araras e maracanãs. Ocupa um grande território na América que vai do sul do México até o norte do estado brasileiro do Mato Grosso. É uma das aves mais emblemáticas das florestas neotropicais, mas sua população vem declinando e em algumas áreas já foi extinta ou está em grande perigo. A população centroamericana está particularmente ameaçada.4 5 6 Entretanto, a União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais, em 2009, classificou o estado da espécie globalmente como "pouco preocupante“ Ocorrência, ameaças e conservação A Ara macao ocorre em uma vasta área americana, indo do sul e leste do México até o Panamá, com um hiato, então continuando por todo o norte da América do Sul até o norte do Mato Grosso, incluindo regiões adjacentes do Maranhão, Pará e Bolívia. No Peru e Equador ocorre em toda parte a leste da Cordilheira dos Andes.7 Já foi vista até no nordeste da Argentina.14 A União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais indica, como países nativos da Ara macao: Belize, Bolívia, Brasil, Colômbia, Costa Rica, Equador, Guiana Francesa, Guatemala, Guiana, Honduras, México, Nicarágua, Panamá, Peru, Suriname, Trinidad e Tobago e Venezuela. Foi introduzida pelo homem em Porto Rico7 e algumas áreas urbanas dos Estados Unidos, Europa e outros pontos da América Latina.11
  • 19. Sua população total é estimada entre 20 000 e 50 000 indivíduos, mas está em declínio. Entretanto, o número é considerado ainda expressivo, o que, junto com a sua grande área de ocorrência e o ritmo relativamente lento do seu declínio populacional, fez a União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais declarar a Ara macao como em condição "pouco preocupante" (LC). 7 Porém, há um consenso de que a espécie precisa receber atenção. Já fopopulacional. As maiores ameaças para esta espécie são a destruição do seu ambiente e a caça predatória, estando entre as aves mais cobiçadas no tráfico ilegal de animais silvestres.Como a sua longa e vistosa cauda não cabe nos ninhos, fica para fora, o que a denuncia facilmente para os caçadores num período em que a ave fica particularmente vulnerável a inimigos, e como seu ciclo reprodutivo é longo, sua população cresce devagar. Em alguns lugares ainda é caçada pela carne. Em El Salvador, foi extinta e desapareceu do leste do México e da costa pacífica da Nicarágua e Honduras.No Panamá e na Costa Rica está ameaçada, e na Guatemala,Peru e Venezuela se tornou rara.Em Belize é muito rara, calculava-se em 1997 a existência de apenas 30 indivíduos, embora um grupo adicional tenha sido mais tarde redescoberto.Como visto, a subespécie cyanoptera, que ocorre na América Central, já se tornou no geral extremamente rara e sua extinção fora de reservas especialmente bem protegidas é considerada inevitável. Por outro lado, vários países adotaram medidas de conservação da espécie, criando leis e reservas, e projetos privados de monitoramento de ninhos, mapeamento de populações, educação ambiental e criadouros para soltura também estão sendo realizados, com resultados positivos. Ela se tornou um grande atrativo no ecoturismo de algumas regiões, o que pode contribuir para sua conservação. i declarada como "ameaçada" na lista Convenção sobre o Comércio Internacional das Espécies da Fauna e da Flora Silvestres Ameaçadas de Extinção.De fato, há muitas razões para se preocupar e os esforços até agora têm sido insuficientes para reverter a tendência de queda
  • 20. Chiru
  • 21. O chiru (do tibetano Chiru) ou antílope-tibetano (Pantholops hodgsonii) é um bovídeo de tamanho médio que tem 1,2 metros de altura. É nativo do platô tibetano incluindo a Província Autônoma do Tibete, de Qinghai, e a província de Xinjiang na China; na Índia próximo à Ladakh e oeste do Nepal. O seu pêlo é cinzento a marromavermelhado, com o ventre branco. Os machos têm os chifres curvados para trás, e que medem aproximadamente 50 cm de comprimento. Apesar de estar classificado na subfamília Antilopinae, as evidências morfoanatômicas e moleculares recentes sugerem que o Chiru está mais pròxima às cabras e à subfamília Caprinae (Gentry 1992, Gatesy et al. 1992, Ginsberg et al. 1999). Alguns pesquisadores o classificam como sendo da subfamília Pantholopinae, juntamente com a Saiga. Ele é gregário, às vezes formam rebanhos de centenas. As fêmeas, no verão, migram até 300 quilômetros à cada ano para ir ao lugar onde nasceram, onde dão geralmente o nascimento a uma única cria, e voltam no outono tardio para reunir-se com os machos nos territórios onde passam o inverno (Schaller 1998). Eles vivem nas estepes elevadas das montanhas e nas áreas de semi-deserto do platô tibetano tais como Kekexili, onde alimentam-se de várias espécies de ervas e de grama. A vida média é de aproximadamente oito anos. Eles estão ameaçados de extinção, devido à caça, sua lã é extremamente cara e de alta qualidade. É também um dos 5 mascotes oficiais das Olimpíadas de 2008 de Pequim, China
  • 23. O elefante-africano (Loxodonta spp.) é o maior dos dois tipos de elefante existentes hoje. Por comparação com o elefante-asiático, distingue-se pelas orelhas maiores, uma adaptação às temperaturas mais elevadas, e pela presença de presas de marfim nas fêmeas, com cerca de 70 kg cada uma. Além disso, o elefante-africano tem 3 unhas nas patas traseiras e 21 pares de costelas, por oposição a 4 e 19, respectivamente, no elefante-indiano. O elefante-africano atinge os 3,50 metros até o nível da cernelha e 6 metros de comprimento, sendo o maior mamífero terrestre existente na atualidade. Um adulto necessita de cerca de 250 quilogramas de alimento e 160 litros de água todos os dias. Até recentemente, acreditava-se que havia apenas duas espécies vivas de elefantes, o elefanteafricano e o elefante-asiático. Neste contexto, o elefante-da-savana e floresta correspondiam a variedades de uma mesma espécie. No entanto, estudos genéticos realizados com o objetivo de controlar o tráfico ilegal de marfim trouxeram à luz as diferenças intrínsecas entre as variedades. Apesar das diferenças, é conhecido que os elefantes-da-floresta e savana podem produzir híbridos. Os elefantes-africanos (género Loxodonta) dividem-se em duas espécies atuais e três fósseis. Elefante-da-savana (Loxodonta africana), de mandíbula curta e larga, orelhas mais pontiagudas, presas de marfim encurvadas e maiores dimensões. A subespécie, atualmente extinta, L. a. pharaoensis foi o animal caçado e amansado para servir nos exércitos da antiguidade como elefante de guerra, utilizados por persas e cartagineses Elefante-da-floresta (Loxodonta cyclotis), mandíbula longa e estreita, orelhas mais arredondadas, dimensões menores (nunca maiores que 2,5m de altura), presas rectilíneas e com um tom rosado. A subespécie L. c. pumilio é natural da bacia do Rio Congo e tem menores dimensões. Loxodonta adaurora†, extinta, precursora do elefante da savana. Loxodonta atlantica†, extinto. Loxodonta exaptata†, extinto.