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Análise e
Desenvolvimento
de Software
Aula 01
CURSO: TÉCNICO EM INFORMÁTICA
DOCENTE: TALIANE LIMA
Início
• A partir de 1961 o mundo presenciou o surgimento
de novos computadores, mais modernos e com mais
poder computacional.
• A partir dessa data o software ganhou notoriedade
e, por conta disso, uma série de problemas
relacionados ao “amadorismo” utilizado para sua
construção ficou evidente.
• Em 1968 aconteceu a NATO(Software
Engineering Conference), um evento criado
com o objetivo de discutir alternativas para
contornar a Crise do Software.
“O Pobre Programador”
“A maior causa da crise do software é que as máquinas
tornaram-se várias ordens de magnitude mais
poderosas! Para esclarecer melhor: quando não havia
máquinas, a programação não era um problema;
quando tínhamos poucos computadores, a
programação tornou-se um problema razoável, e
agora, que nós temos computadores gigantes, a
programação tornou-se um problema igualmente
grande.”
Edsger Dijkstra.
Podemos resumir a crise à imaturidade no
desenvolvimento de software, causando diversos
problemas, como por exemplo:
• Projetos estourando o orçamento.
• Projetos estourando o prazo.
• Software de baixa qualidade.
• Software muitas vezes não atendendo os
requisitos.
• Projetos não gerenciáveis e código difícil de
manter.
Será que a crise
acabou?
• Embora problemas durante o desenvolvimento de
software aconteçam, e com certa frequência, os
processos, métodos e ferramentas existentes
auxiliam muito o desenvolvimento. Uma vez
aplicados por pessoas com os conhecimentos
adequados, podemos ter certeza do sucesso em
um projeto.
Requisitos
Projetos e Simulações
• Com a identificação dos requisitos é possível
iniciar a montagem de um protótipo, para se
avaliar diversos pontos que necessitam de
esclarecimento antes da construção efetiva do
carro.
• Essa prototipação pode ser feita via ferramentas
de simulação partes que irão compor o
automóvel. Essas partes são chamadas de
unidades , como por exemplo, a barra de
direção, a porta, o motor, as rodas,etc
• O modelo criado, seja qual for, normalmente
é utilizado para responder diversas questões,
para em seguida dar-se início ao
desenvolvimento das partes que irão compor
o automóvel.
• Se o item não passar nessa verificação, não
podemos continuar com a construção do
produto.
• Caso os componentes sejam aprovados na
verificação, podemos iniciar a combinação
desses componentes, integrando-os
(Integração)
Engenharia de Software poderia ser resumida
à utilização de princípios de engenharia para o
desenvolvimento de software:
•levantar os requisitos associados,
•construir modelos para representar a solução a ser
desenvolvida
•implementar as diversas unidades que irão compor o
produto
•verificando se tais unidades atendem aos requisitos
identificados
•realizar a integração entre as unidades, também
verificando seu funcionamento, até que tenhamos o
produto por completo
• De modo mais objetivo, pode-se dizer que a
Engenharia de Software busca prover a
tecnologia necessária para produzir software
de alta qualidade a um baixo custo. Os dois
fatores motivadores são essencialmente a
qualidade e o custo.
Problemas no desenvolvimento de
software
• Embora a Engenharia de Software seja uma área
consolidada e existam várias empresas que a utilizam
com muito sucesso em projetos de desenvolvimento
de software, isso não é verdade na maioria dos
casos.
• A crise continua em muitos locais, não mais por
ausência de métodos, técnicas e ferramentas, mas
pela falta do seu uso!
Tripé da Engenharia de Software.
Componentes de um sistema
• Um sistema é bem mais que o software. Embora o
software seja uma parte importante de um sistema,
ele não é a única. Se não existir o hardware para
execução do software, de nada servirá. Da mesma
forma, é necessário existir bases de dados, uma vez
que praticamente todos os sistemas com algum tipo
de utilidade devem armazenar dados.
• Atualmente, com o advento da Internet, dificilmente
um sistema seja útil se não tiver certos mecanismos
de comunicação associados. Tudo isso junto, forma o
sistema. Por diversas vezes tendemos a utilizar
software e sistema como algo similar, mas é
importante ressaltarmos suas diferenças, de forma a
deixar claro o que representa cada um desses
termos.
• Um produto de software, por outro lado, é
sistematicamente destinado ao uso por pessoas
diferentes dos seus programadores.
• Os eventuais usuários podem ter formações e
experiências diferentes, o que significa que uma
grande preocupação no que diz respeito ao
desenvolvimento do produto deve ser a sua
interface,
• Um programa desenvolvido para resolver um
dado problema e um produto de software
destinado à resolução do mesmo problema
são duas coisas totalmente diferentes.
• Os produtos de software desenvolvidos utilizando a
Engenharia de Software sempre estão envolvidos em
algum processo de negócio, seja ele simples ou
complexo. Assim, é fundamental entender esse
processo de negócio para que seja possível
informatizá-lo.
• Exemplo : casa
Processos de Software
• Engenharia de Software nada mais é que o
tratamento do software como um produto,
empregando dentro do processo de
desenvolvimento todos os princípios da
engenharia.
• Como todo produto, o software também
possui um ciclo de vida, que pode ser definido
como o conjunto de todas as etapas
relacionadas à sua existência, desde a sua
concepção, até o seu desaparecimento.
ETAPAS DO PROCESSO DE SOFTWARE:
concepção
 desenvolvimento
 operação
 retirada
Qual a relação do processo de
software com o ciclo de vida?
CONCEITO:
• Um processo é um conjunto de passos
parcialmente ordenados, constituídos por
atividades, métodos, práticas e
transformações, utilizados para se atingir uma
meta.
• Importante: enquanto o processo é um guia
para se construir um produto, um projeto é o
uso de um processo para desenvolvimento de
um produto específico.
• Um processo deve ter uma documentação
que o descreve, apresentando detalhes sobre
o que é feito (produto), quando (passos), por
quem (agentes), o que usa como entrada
(insumo) e o que é produzido (resultado).
• PROCESSOS X SUBPROCESSOS
Para detalhamento dos modelos de ciclo de
vida, necessitaremos entender melhor cada um
dos subprocessos (fluxos ou disciplinas) :
oRequisitos
oAnálise
oDesenho
oImplementação
oTeste
Codifica-Remenda
• O modelo de ciclo de vida mais utilizado é o
modelo codifica-remenda.
• Apartir de uma especificação incompleta, ou
mesmo ausente, inicia-se a codificação do
software, que por sua vez tende a gerar
“algo”.
• A grande utilização desse modelo se dá em
virtude de boa parte dos “profissionais”
responsáveis pelo desenvolvimento de
software não terem qualquer conhecimento
sobre a Engenharia de Software.
ASPECTO POSITIVO ASPECTO NEGATIVO
• Não exige nenhum
conhecimento técnico ou
gerencial. Basta iniciar, sem
muito preparo sobre o tema
a ser abordado, e trabalhar
para gerar algo como
resultado.
• É um modelo de alto risco,
praticamente impossível de
se gerenciar, tornando-se
impossível estabelecer
qualquer estimativa de
custo e prazo.
Cascata
• Esse modelo de ciclo de vida (ou paradigma)
foi muito utilizado no passado. No entanto,
devido a falhas durante sua execução, ele vem
sendo preterido por outros modelos.
FALHAS ENCONTRADAS:
• Surgimento de grandes problemas
quando temos mudanças em um projeto
em andamento;
• é difícil para os clientes identificarem
todos os requisitos explicitamente;
• O cliente precisa ter paciência;
• Erros grosseiros desastrosos.
Espiral
• A ideia básica é desenvolver um produto a
partir de pequenas versões incrementais,
que podem iniciar com um modelo em
papel e evoluir até versões do sistema
completamente funcionais.
• A ideia básica por trás do modelo em espiral
é: dividir para conquistar!
• Ao invés de querer resolver todos os
problemas de uma vez, é interessante resolver
parte dele e então partir para o restante.
VANTAGENS DESVANTAGENS
• É utilizada apenas para a
redução dos riscos e para o
enfoque maior naquilo que é
mais importante/ complexo/
crítico no sistema.
• A não entrega das partes
para ao cliente.
• Tomada de decisões é feita
apenas com o
conhecimento do produto
que existe até o momento.
• O fato de dividir um sistema para tratá-lo por
partes favorece o entendimento e facilita a
própria vida dos clientes, que podem emitir
opiniões e identificar requisitos com mais
propriedade. Isso facilita o uso desse tipo de
modelo de ciclo de vida.
Incremental
• O modelo incremental, também denominado
de prototipagem evolutiva, é baseado no
modelo em espiral.
• O modelo incremental não é utilizado apenas
para construir o produto por completo, mas
uma série de versões provisórias,
denominadas protótipos.
• Esses processos são conhecidos como
Processos (ou Métodos ou Metodologias)
Ágeis, em virtude de darem mais importância
ao software funcionando do que qualquer
outro artefato gerado durante o
desenvolvimento.
• O termo “metodologias ágeis” tornou-se popular em
2001 quando diversos especialistas em processos de
desenvolvimento de software representando as
metodologias Extreme Programming (XP), SCRUM,
DSDM (Dynamic Systems Development
Methodology), Crystal e outros, estabeleceram
princípios comuns compartilhados por todos esses
métodos. O resultado foi a criação da Aliança Ágil, e
o estabelecimento do “Manifesto Ágil” (Agile
Manifesto).
Os conceitos chaves do Manifesto Ágil são:
 Indivíduos e interações ao invés de processos e
ferramentas;
Software executável ao invés de documentação;
 Colaboração do cliente ao invés de negociação
de contratos;
 Respostas rápidas a mudanças ao invés de
seguir planos.
Entrega Evolutiva
• O levantamento de requisitos é feito como um
todo, para que seja possível entender todo as
questões que envolvem o produto a ser
construído
• E em pontos bem definidos os usuários podem
avaliar as partes do produto já desenvolvidas,
fornecendo realimentação
• De forma geral o bom senso é o melhor
termômetro para definição do que é mais
apropriado em uma situação, mas um
conselho a todos que possam se deparar com
essa situação é: nunca acredite em pessoas
que defendem cegamente esse ou aquele
processo; como tudo na vida, o contexto da
situação pode determinar o que é o mais
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Analise e desenvolvimento

  • 1. Análise e Desenvolvimento de Software Aula 01 CURSO: TÉCNICO EM INFORMÁTICA DOCENTE: TALIANE LIMA
  • 2. Início • A partir de 1961 o mundo presenciou o surgimento de novos computadores, mais modernos e com mais poder computacional. • A partir dessa data o software ganhou notoriedade e, por conta disso, uma série de problemas relacionados ao “amadorismo” utilizado para sua construção ficou evidente.
  • 3. • Em 1968 aconteceu a NATO(Software Engineering Conference), um evento criado com o objetivo de discutir alternativas para contornar a Crise do Software.
  • 4.
  • 5. “O Pobre Programador” “A maior causa da crise do software é que as máquinas tornaram-se várias ordens de magnitude mais poderosas! Para esclarecer melhor: quando não havia máquinas, a programação não era um problema; quando tínhamos poucos computadores, a programação tornou-se um problema razoável, e agora, que nós temos computadores gigantes, a programação tornou-se um problema igualmente grande.” Edsger Dijkstra.
  • 6. Podemos resumir a crise à imaturidade no desenvolvimento de software, causando diversos problemas, como por exemplo: • Projetos estourando o orçamento. • Projetos estourando o prazo. • Software de baixa qualidade. • Software muitas vezes não atendendo os requisitos. • Projetos não gerenciáveis e código difícil de manter.
  • 7.
  • 8.
  • 9. Será que a crise acabou?
  • 10.
  • 11. • Embora problemas durante o desenvolvimento de software aconteçam, e com certa frequência, os processos, métodos e ferramentas existentes auxiliam muito o desenvolvimento. Uma vez aplicados por pessoas com os conhecimentos adequados, podemos ter certeza do sucesso em um projeto.
  • 13.
  • 14. • Com a identificação dos requisitos é possível iniciar a montagem de um protótipo, para se avaliar diversos pontos que necessitam de esclarecimento antes da construção efetiva do carro. • Essa prototipação pode ser feita via ferramentas de simulação partes que irão compor o automóvel. Essas partes são chamadas de unidades , como por exemplo, a barra de direção, a porta, o motor, as rodas,etc
  • 15. • O modelo criado, seja qual for, normalmente é utilizado para responder diversas questões, para em seguida dar-se início ao desenvolvimento das partes que irão compor o automóvel.
  • 16. • Se o item não passar nessa verificação, não podemos continuar com a construção do produto. • Caso os componentes sejam aprovados na verificação, podemos iniciar a combinação desses componentes, integrando-os (Integração)
  • 17. Engenharia de Software poderia ser resumida à utilização de princípios de engenharia para o desenvolvimento de software: •levantar os requisitos associados, •construir modelos para representar a solução a ser desenvolvida •implementar as diversas unidades que irão compor o produto •verificando se tais unidades atendem aos requisitos identificados •realizar a integração entre as unidades, também verificando seu funcionamento, até que tenhamos o produto por completo
  • 18. • De modo mais objetivo, pode-se dizer que a Engenharia de Software busca prover a tecnologia necessária para produzir software de alta qualidade a um baixo custo. Os dois fatores motivadores são essencialmente a qualidade e o custo.
  • 19. Problemas no desenvolvimento de software • Embora a Engenharia de Software seja uma área consolidada e existam várias empresas que a utilizam com muito sucesso em projetos de desenvolvimento de software, isso não é verdade na maioria dos casos. • A crise continua em muitos locais, não mais por ausência de métodos, técnicas e ferramentas, mas pela falta do seu uso!
  • 20. Tripé da Engenharia de Software.
  • 21. Componentes de um sistema
  • 22. • Um sistema é bem mais que o software. Embora o software seja uma parte importante de um sistema, ele não é a única. Se não existir o hardware para execução do software, de nada servirá. Da mesma forma, é necessário existir bases de dados, uma vez que praticamente todos os sistemas com algum tipo de utilidade devem armazenar dados.
  • 23. • Atualmente, com o advento da Internet, dificilmente um sistema seja útil se não tiver certos mecanismos de comunicação associados. Tudo isso junto, forma o sistema. Por diversas vezes tendemos a utilizar software e sistema como algo similar, mas é importante ressaltarmos suas diferenças, de forma a deixar claro o que representa cada um desses termos.
  • 24. • Um produto de software, por outro lado, é sistematicamente destinado ao uso por pessoas diferentes dos seus programadores. • Os eventuais usuários podem ter formações e experiências diferentes, o que significa que uma grande preocupação no que diz respeito ao desenvolvimento do produto deve ser a sua interface,
  • 25. • Um programa desenvolvido para resolver um dado problema e um produto de software destinado à resolução do mesmo problema são duas coisas totalmente diferentes.
  • 26. • Os produtos de software desenvolvidos utilizando a Engenharia de Software sempre estão envolvidos em algum processo de negócio, seja ele simples ou complexo. Assim, é fundamental entender esse processo de negócio para que seja possível informatizá-lo. • Exemplo : casa
  • 27. Processos de Software • Engenharia de Software nada mais é que o tratamento do software como um produto, empregando dentro do processo de desenvolvimento todos os princípios da engenharia.
  • 28. • Como todo produto, o software também possui um ciclo de vida, que pode ser definido como o conjunto de todas as etapas relacionadas à sua existência, desde a sua concepção, até o seu desaparecimento.
  • 29. ETAPAS DO PROCESSO DE SOFTWARE: concepção  desenvolvimento  operação  retirada
  • 30. Qual a relação do processo de software com o ciclo de vida?
  • 31. CONCEITO: • Um processo é um conjunto de passos parcialmente ordenados, constituídos por atividades, métodos, práticas e transformações, utilizados para se atingir uma meta.
  • 32. • Importante: enquanto o processo é um guia para se construir um produto, um projeto é o uso de um processo para desenvolvimento de um produto específico.
  • 33. • Um processo deve ter uma documentação que o descreve, apresentando detalhes sobre o que é feito (produto), quando (passos), por quem (agentes), o que usa como entrada (insumo) e o que é produzido (resultado).
  • 34. • PROCESSOS X SUBPROCESSOS
  • 35. Para detalhamento dos modelos de ciclo de vida, necessitaremos entender melhor cada um dos subprocessos (fluxos ou disciplinas) : oRequisitos oAnálise oDesenho oImplementação oTeste
  • 36. Codifica-Remenda • O modelo de ciclo de vida mais utilizado é o modelo codifica-remenda. • Apartir de uma especificação incompleta, ou mesmo ausente, inicia-se a codificação do software, que por sua vez tende a gerar “algo”.
  • 37.
  • 38. • A grande utilização desse modelo se dá em virtude de boa parte dos “profissionais” responsáveis pelo desenvolvimento de software não terem qualquer conhecimento sobre a Engenharia de Software.
  • 39. ASPECTO POSITIVO ASPECTO NEGATIVO • Não exige nenhum conhecimento técnico ou gerencial. Basta iniciar, sem muito preparo sobre o tema a ser abordado, e trabalhar para gerar algo como resultado. • É um modelo de alto risco, praticamente impossível de se gerenciar, tornando-se impossível estabelecer qualquer estimativa de custo e prazo.
  • 41. • Esse modelo de ciclo de vida (ou paradigma) foi muito utilizado no passado. No entanto, devido a falhas durante sua execução, ele vem sendo preterido por outros modelos.
  • 42. FALHAS ENCONTRADAS: • Surgimento de grandes problemas quando temos mudanças em um projeto em andamento; • é difícil para os clientes identificarem todos os requisitos explicitamente; • O cliente precisa ter paciência; • Erros grosseiros desastrosos.
  • 43. Espiral • A ideia básica é desenvolver um produto a partir de pequenas versões incrementais, que podem iniciar com um modelo em papel e evoluir até versões do sistema completamente funcionais.
  • 44.
  • 45. • A ideia básica por trás do modelo em espiral é: dividir para conquistar! • Ao invés de querer resolver todos os problemas de uma vez, é interessante resolver parte dele e então partir para o restante.
  • 46. VANTAGENS DESVANTAGENS • É utilizada apenas para a redução dos riscos e para o enfoque maior naquilo que é mais importante/ complexo/ crítico no sistema. • A não entrega das partes para ao cliente. • Tomada de decisões é feita apenas com o conhecimento do produto que existe até o momento.
  • 47. • O fato de dividir um sistema para tratá-lo por partes favorece o entendimento e facilita a própria vida dos clientes, que podem emitir opiniões e identificar requisitos com mais propriedade. Isso facilita o uso desse tipo de modelo de ciclo de vida.
  • 48. Incremental • O modelo incremental, também denominado de prototipagem evolutiva, é baseado no modelo em espiral. • O modelo incremental não é utilizado apenas para construir o produto por completo, mas uma série de versões provisórias, denominadas protótipos.
  • 49.
  • 50. • Esses processos são conhecidos como Processos (ou Métodos ou Metodologias) Ágeis, em virtude de darem mais importância ao software funcionando do que qualquer outro artefato gerado durante o desenvolvimento.
  • 51.
  • 52.
  • 53. • O termo “metodologias ágeis” tornou-se popular em 2001 quando diversos especialistas em processos de desenvolvimento de software representando as metodologias Extreme Programming (XP), SCRUM, DSDM (Dynamic Systems Development Methodology), Crystal e outros, estabeleceram princípios comuns compartilhados por todos esses métodos. O resultado foi a criação da Aliança Ágil, e o estabelecimento do “Manifesto Ágil” (Agile Manifesto).
  • 54. Os conceitos chaves do Manifesto Ágil são:  Indivíduos e interações ao invés de processos e ferramentas; Software executável ao invés de documentação;  Colaboração do cliente ao invés de negociação de contratos;  Respostas rápidas a mudanças ao invés de seguir planos.
  • 55. Entrega Evolutiva • O levantamento de requisitos é feito como um todo, para que seja possível entender todo as questões que envolvem o produto a ser construído • E em pontos bem definidos os usuários podem avaliar as partes do produto já desenvolvidas, fornecendo realimentação
  • 56.
  • 57. • De forma geral o bom senso é o melhor termômetro para definição do que é mais apropriado em uma situação, mas um conselho a todos que possam se deparar com essa situação é: nunca acredite em pessoas que defendem cegamente esse ou aquele processo; como tudo na vida, o contexto da situação pode determinar o que é o mais apropriado.