INTEGRIDADE E TRANSPARÊNCIA: O VALOR DA INFORMAÇÃO  PARA A GESTÃO ESTRATÉGICA
 
INTEGRIDADE E TRANSPARÊNCIA: O VALOR DA INFORMAÇÃO  PARA A GESTÃO ESTRATÉGICA
NOVO MOMENTO DO FISCO O cenário do layout 2010 e a importância estratégica na qualidade das informações enviadas ao Fisco   Palestrante: Jorge Campos
Integridade e transparência: a reputação das organizações Ações internacionais Ações nacionais: CPC e SPED Projeto SPED 2010: o novo layout AGENDA
INTEGRIDADE E TRANSPARÊNCIA:  A REPUTAÇÃO NAS ORGANIZAÇÕES
 
AÇÕES INTERNACIONAIS SOX – SARBANNES OXLEY Basiléia II XBRL OECD –SAF-T IFRS e a Convergência Mundial Green Book
AÇÕES INTERNACIONAIS SOX – SARBANNES OXLEY Basiléia II
XBRL - LINGUAGEM UNIVERSAL NA WEB 1998: Charles Hoffman / AICPA (American Institute of Certified Public Accountants)  XFRML (eXtensible Financial Reporting Markup Language) Julho de 1999: Consórcio XBRL com 13 Organizações Julho de 2000: Especificação XBRL 1.0 Dezembro de 2001: Especificação XBRL 2.0 – XML Schema e XML Link Dezembro 2003: Especificação XBRL 2.1
OECD –SAF-T (ATO) SAF-T 2008  HMRC  SAF-T  UK v 1.0.4 2008 Portaria n• 321-A/07 2008 SAF-T-OECD 2008
IFRS – CONVERGÊNCIA MUNDIAL Maior transparência para a tomada de decisão dos emissores e a avaliação de ativos e balanços das empresas transnacionais Perda de confiança nas práticas contábeis Regulamento para que todas as sociedades cotadas da UE apliquem efetivamente as normas IAS a partir de 2005  (credibilidade, avaliação, concorrência)
THE GREEN BOOK Clamor mundial por transparência, ética, bom governo e responsabilidade social
AÇÕES NACIONAIS:  MODERNIZAÇÃO DO FISCO PESSOAS IFRS/ CPC Legislações Estaduais e Federais PROCESSOS SPED SOX Código Civil
SPED 2010: O NOVO LAYOUT A SEGUNDA GERAÇÃO DIGITAL Bloco 9 Bloco 8 Bloco 1 Bloco Z Bloco M Bloco K Bloco J Bloco I Bloco H Bloco G Bloco F Bloco E Bloco D Bloco C Bloco B Bloco A
CASE DEDINI  Institucional Sérgio Leme dos Santos
 
Dedini eleva níveis de governança corporativa com o projeto SPED
Estratégia de Negócios: Como iremos competir em cada negócio  Estratégia Corporativa:  Em que negócios devemos estar/entrar  Petróleo & Gás Ferrovias Fertilizantes Nuclear Portos DEDINI Energy DEDINI Índia USINAS Participações DEDINI Tecnologia DEDINI Service DEDINI Meio Ambiente Modelo Novos Negócios ... DAP A&E Alim & Beb Cervejaria Meio Ambiente Energia Biodiesel Fundidos Papel & Celulose Hidrogeração Quím & Derivados Siderurgia Mineração, Metalurgia & Cimento Modelo BK (Investimentos e Oportunidades) Integração  Vertical e Horizontal +
Posicionamento no Mercado Nacional: Market share A Dedini tem buscado novos mercados como estratégia para o crescimento sustentável, conquistando uma participação significativas nos diversos segmentos do mercado nacional.
CASE DEDINI A experiência da implantação do SPED Ariovaldo Cunha Anísia Toledo
Governança Corporativa Estabelecida em 1920 e com controle familiar, a Dedini vem adotando as melhores práticas de Governança Corporativa, compatível com seu crescimento e mercado potencial . Fatores Chave Auditoria Contábil Independente (Deloitte) Rotação de Auditores Accountability Avaliação Anual de Resultados Código de Ética Transparência entre Conselho e Diretoria Comitê de Auditoria
Fatores Chave de Sucesso Atributos-chave
Significado do SPED para Dedini GOVERNANÇA CORPORATIVA mais do que cumprir a legislação, uma oportunidade para reforçar valores essenciais de governança corporativa
Desafios Mudança cultural: envolvimento integral da organização no tema SPED Revisão de processos e sistemas de TI durante projeto
Soluções oferecidas pela Aliz Conhecimento e comprometimento Mapeamento das informações Detalhada avaliação da infra-estrutura tecnológica Criação de grupo de trabalho integrada: áreas de TI, Contabilidade, Fiscal, Custos e usuários dos sistemas Implantação de tecnologia Mastersaf para geração de livros fiscais e obrigações acessórias Entrega do SPED Contábil e Fiscal
Resultados alcançados Transparência e qualidade das informações  Excelência operacional  Confiabilidade na geração das informações Controle e acompanhamento de todos os níveis da organização Ambiente integrado das informações fiscais e contábeis
Serviços e Tecnologia Consultoria de Inteligência Fiscal da Aliz Tecnologias Mastersaf
“ Em última instância, o projeto SPED se traduz em segurança para os acionistas e altos níveis de governança corporativa para os vários públicos internos e externos da Dedini” Giuliano Dedini Ometto Duarte, presidente do Conselho de Administração da Dedini S/A Indústrias de Base
 
IFRS Luciano Perrone
Boletim n° 169 – CRC SP  REFLEXÃO INICIAL...
SURGIMENTO E OBRIGATORIEDADE
2002 International Accounting Standards Board Obrigação do IFRS para as empresas européias a partir de 2005 2005 IFRS1 92 países europeus 7.000 empresas 2000 International Accounting Standards Board IFRS International Financial Reporting Standard SURGIMENTO E OBRIGATORIEDADE
2009 / 2010 Aceitar IFRS BRASIL 2012 IFRS 150 países* Projeção EUA 2014  – grandes empresas 2015  – médias empresas 2016  – pequenas empresas 2007 IFRS 120 países no mundo SURGIMENTO E OBRIGATORIEDADE
CVM 457 e Banco Central 14.259  2010 comparado com 2009 Companhias  de Capital Aberto Companhias  IPO 2007 2009 comparado com 2008 SURGIMENTO E OBRIGATORIEDADE
LEI 11.638/07 e LEI 11.941/09
OBRIGATORIEDADE 11.638/07 A Lei n.º 11.638 faculta às sociedades de grande porte a adoção das normas expedidas pela CVM para as companhias abertas, possibilitando que participem também do processo de convergência contábil.  Estão obrigadas as empresas que individualmente ou sob controle comum possuam ativo total superior a 240 milhões de reais ou  receita bruta anual superior a 300 milhões. A Lei  passou a vigorar em 01/01/2008. 11.638/07 S/A CAPITAL ABERTO SOCIEDADE DE GRANDE PORTE ELABORAÇÃO AUDITORIA PUBLICAÇÃO x x x x x “ FACULTATIVO”
RTT – Regime Tributário de Transição – Lei 11.941/09  Art. 7º.  Fica instituído o Controle Fiscal Contábil de Transição (FCONT) para fins de registros auxiliares previstos no inciso II do § 2º do art. 8º do Decreto-Lei nº 1.598, de 1977, destinado obrigatória e exclusivamente às pessoas jurídicas sujeitas cumulativamente ao lucro real e ao RTT. Art. 16.   As alterações introduzidas pela Lei no 11.638, de 28 de dezembro de 2007, e pelos arts. 37 e 38 desta Lei que modifiquem o critério de reconhecimento de receitas, custos e despesas computadas na apuração do lucro líquido do exercício definido no art. 191 da Lei no 6.404, de 15 de dezembro de 1976, não terão efeitos para fins de apuração do lucro real da pessoa jurídica sujeita ao RTT, devendo ser considerados, para fins tributários, os métodos e critérios contábeis vigentes em 31 de dezembro de 2007.  Controle Fiscal Contábil de Transição (FCont) – IN 949/09
ÓRGÃOS REGULAMENTADORES
Comparação entre os Órgãos Reguladores Brasileiros, Americanos e Internacionais
Fonte: www.iasb.com Estrutura Organizacional - IASC Comparação entre os Órgãos Reguladores Brasileiros, Americanos e Internacionais
CPC (Comitê de Pronunciamentos Contábeis)  O Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) foi idealizado  a partir da união de esforços e comunhão de objetivos das seguintes entidades:
PRINCIPAIS DESAFIOS E IMPACTOS “ SUBJETIVISMO RESPONSÁVEL” “ NEUTRALIDADE TRIBUTÁRIA”
Principais desafios e impactos 1.  NEGÓCIO 2.  PROCESSOS 3.  TECNOLOGIA 4.  PESSOAS IFRS
1.  NEGÓCIO Analisar os impactos da convergência reinterpretando os resultados financeiros. Definir planos de ações para explicar os resultados ao mercado. Analisar a influência financeira na gestão dos negócios. Principais desafios e impactos Analisar quais processos serão afetados, principalmente os relacionados ao fechamento contábil e à consolidação. Implementar indicadores e controle interno. Verificar o impacto com outros projetos estratégicos da empresa. 2.  PROCESSOS
3.  TECNOLOGIA Analisar a capacidade de parametrização do sistema atual para ajuste ou aquisição objetivando gerar as informações com base no IFRS. Viabilizar os sistemas existentes na empresa ERP em conformidade com o IFRS. Prazo para implantação do sistema. 4.  PESSOAS Conscientização da Alta Direção para apoiar as áreas operacionais nas mudanças. Analisar Capacidade da equipe (treinamento, ajustes remuneração). Avaliar necessidade de contratação de expertises em IFRS e consultoria. Principais desafios e impactos
ASPECTOS CRÍTICOS PARA O SUCESSO
Aspectos críticos para o sucesso Estamos preparados para as  mudanças ? Temos  orçamento  para gestão, implantação e manutenção? Rentabilidade  dos produtos/serviços, repassarei ao cliente? Saberei explicar ao mercado os  gaps  nos resultados divulgados? O  mercado confiará  em minhas informações? Terei tempo hábil para  realinhar os processos ? Quais  controles internos  terei que redesenhar?
EXEMPLOS
What IFRS does not imply? No impact on Telefonica´s business strategy No impact on Telefonica´s cash flow generation No impact on Telefonica´s commitment on dividend & buybacks No expected impact on ´Telefonica´smarket value No impact on Telefonica´s future cash tax payments Divulgação do Primeiro Reporting IFRS 1 da Telefônica
Principais impactos de convergência para IFRS Estrutura de demonstrativos; Notas Explicativas; Reconhecimento de receitas; Práticas contábeis; Julgamentos baseados em:  transparência, confiabilidade e sustentabilidade.
Estrutura de Balanço Patrimonial – IAS 1
Informações por segmentos operacionais – IFRS 8 Report. Carrefour – site: CVM
Informações por segmentos operacionais – IFRS 8 Report. Roche – site: CVM
Ativos descontinuados – IFRS 5 Report. Roche – site: CVM
Notas Explicativas
Notas Explicativas
ESSÊNCIA IFRS
e EMPRESA IFRS ACIONISTAS COLABORADORES CONCORRENTES BANCOS GOVERNO TRANSPARÊNCIA CONFIABILIDADE SUSTENTABILIDADE IFRS
MEU AGRADECIMENTO A TODOS....!!! PROF. LUCIANO PERRONE [email_address]
MASTERSAF Claudio Coli
A Transformação  de Um Novo Mundo
O ritmo das inovações segue acelerando... Para chegar a 50  milhões de usuários: Telefone 74 anos PC 16 anos Celular 5 anos Internet 4 anos Skype 2 anos  Há  5 anos não existia o termo  blog.  Hoje se cria um  1 blog  por  segundo Automóvil Internet 0 25 50 100 125 150 75 Anos 0 50 100 Teléfono Electricidad Radio Television VCR PC Cel u lar %  Penetración
Integração Redes Inteligentes Mundo Conectado Sistemas de Gestão Integrados Informação em Tempo Real Fiscalização  OnLine
Inovação e Colaboração no dia a dia - A Procter & gamble definiu como objetivo para 2010, que pelos menos 50% de seus novos produtos serão originados de fora da empresa através de pesquisas realidas por redes sociais. Fonte: HSM Management O ritmo das inovações segue acelerando... Colaboração entre empresas, especialistas e comunidades:  - Mais da metade das empresas que enfatizam colaboração tem  apresentado margens melhores que seus competidores - Até 2010 os wikis  deverão  tornar-se ferramentas básicas de colaboração em pelo menos metade das empresas A blogosfera se duplica a cada 5 meses:  75.000  novos blogs  por dia
As Empresas Cenário Atual
As organizações não integradas  Múltiplos dados e processos diferentes Tomada de decisão distribuída Visão da performance limitada Relatórios não concisos e com atrasos, gerando inabilidade de agregar e consolidar os dados Múltiplas interpretações dos dados  Múltiplas versões da performance financeira Cenário Atual
Algumas frases típicas... “ Ele era capaz de resolver o problema em 1/3 do tempo, mas não sabiam que ele existia...” “ Eles (o competidor) simplesmente copiou a nossa idéia, mas foi mais rápido em ganhar mercado” “ Os números não batem.  De qual sistema você tirou !” “ Já tínhamos pensado nisto antes, mas agora é tarde ...”
Necessidades Atuais das Empresas
Necessidades das Empresas Melhor visão estratégica  da companhia Utilização otimizada dos recursos Agilidade nas respostas para acomodar mudanças Redução  de riscos operacionais  Inovação Crescimento  dos Negócios
Drivers da Mudança Revolução tecnologica A realidade da economia global Novos stakeholders Democratização do Acesso a Informação As empresas eram capazes : De controlar suas identidades De segmentar sua comunicação De controlar os canais de comunicação A Mudança Definição e ativação de valores Construção de relacionamentos integrados entre stakeholders Habilitação de seus profissionais em novos skills  Construção e gerência de confiança em todas as suas dimensões Forte coordenação entre Marketing, RH, TI, Fiscal e Finanças horizontal e vertical  O que implica as Novas Necessidades
O Perfil do Novo Profissional
O perfil do Novo Profissional Ontem Hoje As pessoas são valorizadas somente por aquilo que sabem fazer As pessoas se tornam valiosas trabalhando com outras e recorrendo à sua especialização O conteúdo tem um proprietário e é protegido O conteúdo é desenvolvido através da participação; ele é fluido, contextual, e aproveitado para criar oportunidades através da colaboração continuada Diretórios de pessoas fornecem  informações estáticas de contatos Perfis dinâmicos refletem o que as pessoas fazem, com quem, e quão bem elas o fazem As informações são protegidas e controladas com cuidado As informações são disponibilizadas para um  grupo mais amplo de pessoas, que trabalham juntas, abertamente, rapidamente e de maneira mais eficaz, do ponto de vista de custos O estilo de trabalho está focado em documentos O estilo de trabalho está focado em pessoas
Nossa Realidade
Alguns Desafios
Colaboração é essencial para a empresa do Futuro Ela é global e precisa ser autêntica  Ser global (ou não mais regional) e  com a habilidade de otimizar recursos O processo de colaboração precisa ser estruturado e focado Análise da rede social é fundamental para um investimento focado ROI  Avaliação de obstáculos antecipada  O CFO é um agente crítico no processo de colaboração e inovação As transformações estratégicas exigem transformação operacionais Os modelos de gestão financeira e fiscal precisam suportar a flexibilidade necessária Os riscos da globalização e inovação são intrinsecamente maiores Conclusão
Claudio Coli Diretor Presidente Mastersaf [email_address] Fone: 11 3704 5166 Obrigado!
PAINEL DE PERGUNTAS

Aliz - INTEGRIDADE E TRANSPARÊNCIA:

  • 1.
    INTEGRIDADE E TRANSPARÊNCIA:O VALOR DA INFORMAÇÃO PARA A GESTÃO ESTRATÉGICA
  • 2.
  • 3.
    INTEGRIDADE E TRANSPARÊNCIA:O VALOR DA INFORMAÇÃO PARA A GESTÃO ESTRATÉGICA
  • 4.
    NOVO MOMENTO DOFISCO O cenário do layout 2010 e a importância estratégica na qualidade das informações enviadas ao Fisco Palestrante: Jorge Campos
  • 5.
    Integridade e transparência:a reputação das organizações Ações internacionais Ações nacionais: CPC e SPED Projeto SPED 2010: o novo layout AGENDA
  • 6.
    INTEGRIDADE E TRANSPARÊNCIA: A REPUTAÇÃO NAS ORGANIZAÇÕES
  • 7.
  • 8.
    AÇÕES INTERNACIONAIS SOX– SARBANNES OXLEY Basiléia II XBRL OECD –SAF-T IFRS e a Convergência Mundial Green Book
  • 9.
    AÇÕES INTERNACIONAIS SOX– SARBANNES OXLEY Basiléia II
  • 10.
    XBRL - LINGUAGEMUNIVERSAL NA WEB 1998: Charles Hoffman / AICPA (American Institute of Certified Public Accountants) XFRML (eXtensible Financial Reporting Markup Language) Julho de 1999: Consórcio XBRL com 13 Organizações Julho de 2000: Especificação XBRL 1.0 Dezembro de 2001: Especificação XBRL 2.0 – XML Schema e XML Link Dezembro 2003: Especificação XBRL 2.1
  • 11.
    OECD –SAF-T (ATO)SAF-T 2008 HMRC SAF-T UK v 1.0.4 2008 Portaria n• 321-A/07 2008 SAF-T-OECD 2008
  • 12.
    IFRS – CONVERGÊNCIAMUNDIAL Maior transparência para a tomada de decisão dos emissores e a avaliação de ativos e balanços das empresas transnacionais Perda de confiança nas práticas contábeis Regulamento para que todas as sociedades cotadas da UE apliquem efetivamente as normas IAS a partir de 2005 (credibilidade, avaliação, concorrência)
  • 13.
    THE GREEN BOOKClamor mundial por transparência, ética, bom governo e responsabilidade social
  • 14.
    AÇÕES NACIONAIS: MODERNIZAÇÃO DO FISCO PESSOAS IFRS/ CPC Legislações Estaduais e Federais PROCESSOS SPED SOX Código Civil
  • 15.
    SPED 2010: ONOVO LAYOUT A SEGUNDA GERAÇÃO DIGITAL Bloco 9 Bloco 8 Bloco 1 Bloco Z Bloco M Bloco K Bloco J Bloco I Bloco H Bloco G Bloco F Bloco E Bloco D Bloco C Bloco B Bloco A
  • 16.
    CASE DEDINI Institucional Sérgio Leme dos Santos
  • 17.
  • 18.
    Dedini eleva níveisde governança corporativa com o projeto SPED
  • 19.
    Estratégia de Negócios:Como iremos competir em cada negócio Estratégia Corporativa: Em que negócios devemos estar/entrar Petróleo & Gás Ferrovias Fertilizantes Nuclear Portos DEDINI Energy DEDINI Índia USINAS Participações DEDINI Tecnologia DEDINI Service DEDINI Meio Ambiente Modelo Novos Negócios ... DAP A&E Alim & Beb Cervejaria Meio Ambiente Energia Biodiesel Fundidos Papel & Celulose Hidrogeração Quím & Derivados Siderurgia Mineração, Metalurgia & Cimento Modelo BK (Investimentos e Oportunidades) Integração Vertical e Horizontal +
  • 20.
    Posicionamento no MercadoNacional: Market share A Dedini tem buscado novos mercados como estratégia para o crescimento sustentável, conquistando uma participação significativas nos diversos segmentos do mercado nacional.
  • 21.
    CASE DEDINI Aexperiência da implantação do SPED Ariovaldo Cunha Anísia Toledo
  • 22.
    Governança Corporativa Estabelecidaem 1920 e com controle familiar, a Dedini vem adotando as melhores práticas de Governança Corporativa, compatível com seu crescimento e mercado potencial . Fatores Chave Auditoria Contábil Independente (Deloitte) Rotação de Auditores Accountability Avaliação Anual de Resultados Código de Ética Transparência entre Conselho e Diretoria Comitê de Auditoria
  • 23.
    Fatores Chave deSucesso Atributos-chave
  • 24.
    Significado do SPEDpara Dedini GOVERNANÇA CORPORATIVA mais do que cumprir a legislação, uma oportunidade para reforçar valores essenciais de governança corporativa
  • 25.
    Desafios Mudança cultural:envolvimento integral da organização no tema SPED Revisão de processos e sistemas de TI durante projeto
  • 26.
    Soluções oferecidas pelaAliz Conhecimento e comprometimento Mapeamento das informações Detalhada avaliação da infra-estrutura tecnológica Criação de grupo de trabalho integrada: áreas de TI, Contabilidade, Fiscal, Custos e usuários dos sistemas Implantação de tecnologia Mastersaf para geração de livros fiscais e obrigações acessórias Entrega do SPED Contábil e Fiscal
  • 27.
    Resultados alcançados Transparênciae qualidade das informações Excelência operacional Confiabilidade na geração das informações Controle e acompanhamento de todos os níveis da organização Ambiente integrado das informações fiscais e contábeis
  • 28.
    Serviços e TecnologiaConsultoria de Inteligência Fiscal da Aliz Tecnologias Mastersaf
  • 29.
    “ Em últimainstância, o projeto SPED se traduz em segurança para os acionistas e altos níveis de governança corporativa para os vários públicos internos e externos da Dedini” Giuliano Dedini Ometto Duarte, presidente do Conselho de Administração da Dedini S/A Indústrias de Base
  • 30.
  • 31.
  • 32.
    Boletim n° 169– CRC SP REFLEXÃO INICIAL...
  • 33.
  • 34.
    2002 International AccountingStandards Board Obrigação do IFRS para as empresas européias a partir de 2005 2005 IFRS1 92 países europeus 7.000 empresas 2000 International Accounting Standards Board IFRS International Financial Reporting Standard SURGIMENTO E OBRIGATORIEDADE
  • 35.
    2009 / 2010Aceitar IFRS BRASIL 2012 IFRS 150 países* Projeção EUA 2014 – grandes empresas 2015 – médias empresas 2016 – pequenas empresas 2007 IFRS 120 países no mundo SURGIMENTO E OBRIGATORIEDADE
  • 36.
    CVM 457 eBanco Central 14.259 2010 comparado com 2009 Companhias de Capital Aberto Companhias IPO 2007 2009 comparado com 2008 SURGIMENTO E OBRIGATORIEDADE
  • 37.
    LEI 11.638/07 eLEI 11.941/09
  • 38.
    OBRIGATORIEDADE 11.638/07 ALei n.º 11.638 faculta às sociedades de grande porte a adoção das normas expedidas pela CVM para as companhias abertas, possibilitando que participem também do processo de convergência contábil. Estão obrigadas as empresas que individualmente ou sob controle comum possuam ativo total superior a 240 milhões de reais ou receita bruta anual superior a 300 milhões. A Lei passou a vigorar em 01/01/2008. 11.638/07 S/A CAPITAL ABERTO SOCIEDADE DE GRANDE PORTE ELABORAÇÃO AUDITORIA PUBLICAÇÃO x x x x x “ FACULTATIVO”
  • 39.
    RTT – RegimeTributário de Transição – Lei 11.941/09 Art. 7º. Fica instituído o Controle Fiscal Contábil de Transição (FCONT) para fins de registros auxiliares previstos no inciso II do § 2º do art. 8º do Decreto-Lei nº 1.598, de 1977, destinado obrigatória e exclusivamente às pessoas jurídicas sujeitas cumulativamente ao lucro real e ao RTT. Art. 16.   As alterações introduzidas pela Lei no 11.638, de 28 de dezembro de 2007, e pelos arts. 37 e 38 desta Lei que modifiquem o critério de reconhecimento de receitas, custos e despesas computadas na apuração do lucro líquido do exercício definido no art. 191 da Lei no 6.404, de 15 de dezembro de 1976, não terão efeitos para fins de apuração do lucro real da pessoa jurídica sujeita ao RTT, devendo ser considerados, para fins tributários, os métodos e critérios contábeis vigentes em 31 de dezembro de 2007.  Controle Fiscal Contábil de Transição (FCont) – IN 949/09
  • 40.
  • 41.
    Comparação entre osÓrgãos Reguladores Brasileiros, Americanos e Internacionais
  • 42.
    Fonte: www.iasb.com EstruturaOrganizacional - IASC Comparação entre os Órgãos Reguladores Brasileiros, Americanos e Internacionais
  • 43.
    CPC (Comitê dePronunciamentos Contábeis) O Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) foi idealizado a partir da união de esforços e comunhão de objetivos das seguintes entidades:
  • 44.
    PRINCIPAIS DESAFIOS EIMPACTOS “ SUBJETIVISMO RESPONSÁVEL” “ NEUTRALIDADE TRIBUTÁRIA”
  • 45.
    Principais desafios eimpactos 1. NEGÓCIO 2. PROCESSOS 3. TECNOLOGIA 4. PESSOAS IFRS
  • 46.
    1. NEGÓCIOAnalisar os impactos da convergência reinterpretando os resultados financeiros. Definir planos de ações para explicar os resultados ao mercado. Analisar a influência financeira na gestão dos negócios. Principais desafios e impactos Analisar quais processos serão afetados, principalmente os relacionados ao fechamento contábil e à consolidação. Implementar indicadores e controle interno. Verificar o impacto com outros projetos estratégicos da empresa. 2. PROCESSOS
  • 47.
    3. TECNOLOGIAAnalisar a capacidade de parametrização do sistema atual para ajuste ou aquisição objetivando gerar as informações com base no IFRS. Viabilizar os sistemas existentes na empresa ERP em conformidade com o IFRS. Prazo para implantação do sistema. 4. PESSOAS Conscientização da Alta Direção para apoiar as áreas operacionais nas mudanças. Analisar Capacidade da equipe (treinamento, ajustes remuneração). Avaliar necessidade de contratação de expertises em IFRS e consultoria. Principais desafios e impactos
  • 48.
  • 49.
    Aspectos críticos parao sucesso Estamos preparados para as mudanças ? Temos orçamento para gestão, implantação e manutenção? Rentabilidade dos produtos/serviços, repassarei ao cliente? Saberei explicar ao mercado os gaps nos resultados divulgados? O mercado confiará em minhas informações? Terei tempo hábil para realinhar os processos ? Quais controles internos terei que redesenhar?
  • 50.
  • 51.
    What IFRS doesnot imply? No impact on Telefonica´s business strategy No impact on Telefonica´s cash flow generation No impact on Telefonica´s commitment on dividend & buybacks No expected impact on ´Telefonica´smarket value No impact on Telefonica´s future cash tax payments Divulgação do Primeiro Reporting IFRS 1 da Telefônica
  • 52.
    Principais impactos deconvergência para IFRS Estrutura de demonstrativos; Notas Explicativas; Reconhecimento de receitas; Práticas contábeis; Julgamentos baseados em: transparência, confiabilidade e sustentabilidade.
  • 53.
    Estrutura de BalançoPatrimonial – IAS 1
  • 54.
    Informações por segmentosoperacionais – IFRS 8 Report. Carrefour – site: CVM
  • 55.
    Informações por segmentosoperacionais – IFRS 8 Report. Roche – site: CVM
  • 56.
    Ativos descontinuados –IFRS 5 Report. Roche – site: CVM
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    e EMPRESA IFRSACIONISTAS COLABORADORES CONCORRENTES BANCOS GOVERNO TRANSPARÊNCIA CONFIABILIDADE SUSTENTABILIDADE IFRS
  • 61.
    MEU AGRADECIMENTO ATODOS....!!! PROF. LUCIANO PERRONE [email_address]
  • 62.
  • 63.
    A Transformação de Um Novo Mundo
  • 64.
    O ritmo dasinovações segue acelerando... Para chegar a 50 milhões de usuários: Telefone 74 anos PC 16 anos Celular 5 anos Internet 4 anos Skype 2 anos Há 5 anos não existia o termo blog. Hoje se cria um 1 blog por segundo Automóvil Internet 0 25 50 100 125 150 75 Anos 0 50 100 Teléfono Electricidad Radio Television VCR PC Cel u lar % Penetración
  • 65.
    Integração Redes InteligentesMundo Conectado Sistemas de Gestão Integrados Informação em Tempo Real Fiscalização OnLine
  • 66.
    Inovação e Colaboraçãono dia a dia - A Procter & gamble definiu como objetivo para 2010, que pelos menos 50% de seus novos produtos serão originados de fora da empresa através de pesquisas realidas por redes sociais. Fonte: HSM Management O ritmo das inovações segue acelerando... Colaboração entre empresas, especialistas e comunidades: - Mais da metade das empresas que enfatizam colaboração tem apresentado margens melhores que seus competidores - Até 2010 os wikis deverão tornar-se ferramentas básicas de colaboração em pelo menos metade das empresas A blogosfera se duplica a cada 5 meses: 75.000 novos blogs por dia
  • 67.
  • 68.
    As organizações nãointegradas Múltiplos dados e processos diferentes Tomada de decisão distribuída Visão da performance limitada Relatórios não concisos e com atrasos, gerando inabilidade de agregar e consolidar os dados Múltiplas interpretações dos dados Múltiplas versões da performance financeira Cenário Atual
  • 69.
    Algumas frases típicas...“ Ele era capaz de resolver o problema em 1/3 do tempo, mas não sabiam que ele existia...” “ Eles (o competidor) simplesmente copiou a nossa idéia, mas foi mais rápido em ganhar mercado” “ Os números não batem. De qual sistema você tirou !” “ Já tínhamos pensado nisto antes, mas agora é tarde ...”
  • 70.
  • 71.
    Necessidades das EmpresasMelhor visão estratégica da companhia Utilização otimizada dos recursos Agilidade nas respostas para acomodar mudanças Redução de riscos operacionais Inovação Crescimento dos Negócios
  • 72.
    Drivers da MudançaRevolução tecnologica A realidade da economia global Novos stakeholders Democratização do Acesso a Informação As empresas eram capazes : De controlar suas identidades De segmentar sua comunicação De controlar os canais de comunicação A Mudança Definição e ativação de valores Construção de relacionamentos integrados entre stakeholders Habilitação de seus profissionais em novos skills Construção e gerência de confiança em todas as suas dimensões Forte coordenação entre Marketing, RH, TI, Fiscal e Finanças horizontal e vertical O que implica as Novas Necessidades
  • 73.
    O Perfil doNovo Profissional
  • 74.
    O perfil doNovo Profissional Ontem Hoje As pessoas são valorizadas somente por aquilo que sabem fazer As pessoas se tornam valiosas trabalhando com outras e recorrendo à sua especialização O conteúdo tem um proprietário e é protegido O conteúdo é desenvolvido através da participação; ele é fluido, contextual, e aproveitado para criar oportunidades através da colaboração continuada Diretórios de pessoas fornecem informações estáticas de contatos Perfis dinâmicos refletem o que as pessoas fazem, com quem, e quão bem elas o fazem As informações são protegidas e controladas com cuidado As informações são disponibilizadas para um grupo mais amplo de pessoas, que trabalham juntas, abertamente, rapidamente e de maneira mais eficaz, do ponto de vista de custos O estilo de trabalho está focado em documentos O estilo de trabalho está focado em pessoas
  • 75.
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    Colaboração é essencialpara a empresa do Futuro Ela é global e precisa ser autêntica Ser global (ou não mais regional) e com a habilidade de otimizar recursos O processo de colaboração precisa ser estruturado e focado Análise da rede social é fundamental para um investimento focado ROI Avaliação de obstáculos antecipada O CFO é um agente crítico no processo de colaboração e inovação As transformações estratégicas exigem transformação operacionais Os modelos de gestão financeira e fiscal precisam suportar a flexibilidade necessária Os riscos da globalização e inovação são intrinsecamente maiores Conclusão
  • 78.
    Claudio Coli DiretorPresidente Mastersaf [email_address] Fone: 11 3704 5166 Obrigado!
  • 79.

Notas do Editor

  • #69 Non-IFOs have multiple data and process standards by region, country and business unit. Policy and standards decisions are not made by one governing body, but rather by multiple authorities. Because financial data is trapped in vertical silos, financial personnel can spend considerable time manually reconciling data and compiling monthly reports. Repeated manual adjustments result in data leakage and incomplete, conflicting information that could hobble the company. There is also less time spent on the high-value analytical activities that build business, performance and risk insight. In the end, with multiple interpretations of financial data, it is virtually impossible to get at a single, truly accurate version of financial performance.