Inteligência Artificial
no futuro da medicina
Diego Arndt ¹
José L Wollinger ²
Marlei M Silveira ³
Vítor A K Reiter ⁴¹ darndt@furb.br
² jose.wollinger@gmail.com
³ marlei.mmsilveira@gmail.com
⁴ vitor.akr@gmail.com
Roteiro
2
● Introdução
● Embasamento Teórico
● Principais Algoritmos utilizados na medicina
● Coleta de Dados
● Evolução do estudo de Deep Learning
● Correlatos
● Análise e discussão
● Diagnóstico
● AI vs Doctors (Competição)
● Pilo
● AI vs Doctors (Comparativo)
● Investimentos na IA e tendências
● Considerações finais
● Referências
Introdução
3
O uso da inteligência artificial vêm crescendo na última década devido ao
aprimoramento dos algoritmos, capacidade computacional e
democratização de ferramentas que facilitam o seu uso. A medicina não
fica de fora dessa revolução, sendo um dos principais campos em que o
conceito é aplicado. Essa aplicação se dá no devido peso que as
evoluções no campo da medicina impactam as pessoas, seja diretamente
ou indiretamente.
Introdução
4
É de suma importância o avanço da medicina para a humanidade, com o
advento da inteligência artificial e demais tecnologias é possível visualizar
a projetar futuras aplicações e estudos, fornecendo e encontrando um
norte para as pesquisas e aplicações da tecnologia, poupando esforços e
sendo mais assertivo quanto as suas aplicações.
Embasamento teórico
Inteligência artificial (IA) é definida como um "campo da ciência e
engenharia preocupado com o conhecimento computacional do que é
chamado comumente um comportamento inteligente, e a construção de
artefatos que demonstram tal comportamento” (SHAPIRO, 1992).
5
Embasamento teórico
Desde a metade do século, pesquisadores têm explorado as potências
aplicações de inteligência artificial em todo o campo da medicina. A
aplicação da tecnologia IA no campo da cirurgia teve seu primeiro êxito
investigado por Gunn, em 1976, quando ele explorou a possibilidade de
diagnosticar dores abdominais agudas com uma análise computacional
(Gunn AA, 1976).
6
Principais algorítmos usados na medicina
7
Coleta de dados
8
Evolução do estudo de Deep Learning
9
Aprendizagem de máquina (Machine Learning)
10
Um sistema computacional é dito que aprende da experiência E, em relação a
uma classe de tarefas T e a uma medida de desempenho P, se seu
desempenho nas tarefas em T, medido por P, melhora com a experiência E.
(Tom Mitchell (1998))
Aprendizagem de máquina (Machine Learning)
11
Formas:
● Supervisionado
● Não-Supervisionado
Aprendizado Supervisionado X Não-Supervisionado
12
Deep Learning
13
Deep Learning (Aprendizagem Profunda)
• rede neural com muitas camadas ocultas;
• capacidade de aprendizagem em grandes quantidades de dados de forma
não-supervisionada;
• dispensam grande parte do pré-processamento das características.
IBM - DIAGNÓSTICO DA SAÚDE MENTAL COM IA
Correlatos
➢ Doenças:
➢ OMS (2018), depressão:
➢ Diagnóstico Atual:
Fonte: http://www.research.ibm.com/5-in-
5/mental-health/
14
Depressão, Ansiedade, Doença
Bipolar e Esquizofrenia
- Mundo: 300 milhões
- Brasil: 12 milhões
- Fala
- Falho
“Computadores cognitivos podem analisar a fala ou
palavras escritas de um paciente para procurar
indicadores encontrados na linguagem, incluindo
significado, sintaxe e entonação.” (IBM, 2017)
Correlatos
15
Fonte: Feito pelo autor
IBM: Software de apoio ao diagnóstico da saúde mental
Correlatos
➢ IBM: Software de apoio ao diagnóstico da saúde mental
➢ Objetivo / Precisão:
Fonte: https://www.ibm.com/blogs/research/2017/1/ibm-5-in-
5-our-words-will-be-the-windows-to-our-mental-health//
16
2017 ≈ 80%
2022 ≈ 100%
Fonte: Corcoran et al. (2018, p. 71).
Análise pelo Machine Learning
O software pode ser utilizado dentro ou
fora da clínica por médicos, cuidadores ou
pacientes. (CECCHI, 2018).
➢ “As doenças cardiovasculares (DCV) tiram a vida de 17,7 milhões de
pessoas todos os anos, 31% de todas as mortes globais.” (OMS, 2017)
Correlatos
17
➢ Diagnóstico Atual: tardio
GOOGLE: USO DA IA PARA DIAGNÓSTICO DOS RISCOS
DE DOENÇA CARDIOVASCULAR
Solução da Google: Software de apoio ao diagnóstico que através da
análise da retina com o uso de técnicas da IA e de visão computacional
rastreia com maior precisão o risco da DCV.
Correlatos
Mapas de atenção para uma única imagem do fundo da retina
Fonte: POPLIN, R. et al., 2018, p.162.
18
Fatores de risco
Rede Neural e
Modelos de Aprendizagem Profunda
- Análise
- Classificação
Quantificação de fatores
- Previsão
Análise e discussão
19
A inteligência artificial usada na medicina expõe um gigante espectro
de possibilidades de aplicações, variando de campos como a
nanotecnologia, diagnóstico, prontuário, alergias e até genética.
A curto prazo, vê-se a aplicação da medicina no diagnóstico de
patologias em pacientes, como a coleta de dados está mais facilitada
atualmente, as máquinas poderão treinar com esses dados gerando
informações relevantes para a geração de diagnóstico.
No médio prazo, prevê-se a utilização da inteligência artificial no
campo da saúde pública. Com o advento do big data, será possível coletar
uma quantidade gigantesca de dados referentes a patologias
transmissíveis e particularidades de localidades.
Diagnóstico
20
AI vs Doctors
Competição
https://www.youtube.com/watch?v=NeqnhaghfrI
21
AI vs Doctors
Pillo
https://www.youtube.com/watch?v=JbUa2uAM-H8
22
AI vs Doctors
Comparativo
https://spectrum.ieee.org/static/ai-vs-doctors
23
Investimentos na IA e tendências (heatmap)
24
Conclusão e considerações finais
25
Juntamente com o avanço de outras áreas tecnológicas, o futuro da medicina
apresenta-se promissor para o tratamento de patologias e prevenções, além
disso, a comunidade está cada vez mais empenhada em priorizar esses avanços
nesse campo,
porque vidas humanas estão dependendo desses avanços.
Por fim, a humanidade só tem a ganhar com o avanço da inteligência artificial.
Sendo que com o seu uso eficiente, poderá prevenir epidemias, tratar
adequadamente patologias, e levar a medicina em um novo patamar no
tratamento de enfermidades prolongando a vida e proporcionando novos avanços
para todas as áreas científicas
Dados, gráficos e imagens:
Jiang F, Jiang Y, Zhi H, et al
Artificial intelligence in healthcare: past, present and
future
Stroke and Vascular Neurology 2017;svn-2017-000101. doi:
10.1136/svn-2017-000101
26
Referências:
IBM. IBM Reveals Five Innovations that will Help Change our Lives within Five Years, 5 janeiro 2017.
Disponível em: <https://www-03.ibm.com/press/us/en/pressrelease/51322.wss>. Acesso em 18 maio 2018.
L. Yann, Y. Bengio e G. Hinton. Deep Learning, Nature, vol 521, p. 436-444, 28 agosto 2015. Disponível
em: <http://www.researchgate.net/publication/277411157_Deep_Learning>. Acesso em 19 maio 2018.
doi:10.1038/nature14539
N. B. Mota, N. A. Vasconcelos, N. Lemos, A. C. Pieretti, O. Kinouchi, G. A. Cecchi, M. Copelli e S. Ribeiro.
Os gráficos de fala fornecem uma medida quantitativa do transtorno do pensamento na psicose, 09
abril 2012. Disponível em: <http://journals.plos.org/plosone/article?id=10.1371/journal.pone.0034928>.
Acesso em 17 maio 2018. https://doi.org/10.1371/journal.pone.0034928
27
Referências:
OMS. Cardiovascular disease: World Heart Day 2017, 2017. Disponível em:
<http://www.who.int/cardiovascular_diseases/world-heart-day-2017/en/>. Acesso em 19 maio 2018.
OMS. Depression, OMS, 22 março 2018. Disponível em: <http://www.who.int/news-room/fact-
sheets/detail/depression>. Acesso em 17 maio 2018.
R. Poplin, A. V. Varadarajan, K. Blumer, Y. Liu, M. V. McConnel, G. S. Corrado, L. Peng e D. R. Webster.
Prediction of cardiovascular risk factors from retinal fundus photographs via deep learning, Nature
Biomedical Engineering, vol. 2, p. 158–164, 19 fevereiro 2018. Disponível em:
<https://www.nature.com/articles/s41551-018-0195-
0.epdf?referrer_access_token=ZDlDbzGtvkGOsUPfwSDTQNRgN0jAjWel9jnR3ZoTv0OMsbBDq-7d5VZef-
dAA8S42ksrZ1yBZ3WBQt5pZ416cy7NQGq1FbJJy0uOTxIoC3CU8nn8fmT-
RTRVz8SQRPFLm0cYdoImE_dKVIAFZ7b8nkt2psCXq84UXbc6hD3LdmhhYeg_IXJ76pHskPiwglJrfb2pbH
KNRbxLRTEINRQEArNZz-Zp76__1cHbFgJzp1Hxs44GWqePax0dzHwZP5vf6urR7toOym-YFzejY3K3J2-
BFkwdudZe2ZOAhTRbnNFD4n7aaCGttQ4Et3yu_Oi9>. Acesso em 18 maio 2018.
https://doi.org/10.1038/s41551-018-0195-0
28
Inteligência Artificial
no futuro da medicina
Diego Arndt ¹
José L Wollinger ²
Marlei M Silveira ³
Vítor A K Reiter ⁴¹ darndt@furb.br
² jose.wollinger@gmail.com
³ marlei.mmsilveira@gmail.com
⁴ vitor.akr@gmail.com

Ai na medicina

  • 1.
    Inteligência Artificial no futuroda medicina Diego Arndt ¹ José L Wollinger ² Marlei M Silveira ³ Vítor A K Reiter ⁴¹ darndt@furb.br ² jose.wollinger@gmail.com ³ marlei.mmsilveira@gmail.com ⁴ vitor.akr@gmail.com
  • 2.
    Roteiro 2 ● Introdução ● EmbasamentoTeórico ● Principais Algoritmos utilizados na medicina ● Coleta de Dados ● Evolução do estudo de Deep Learning ● Correlatos ● Análise e discussão ● Diagnóstico ● AI vs Doctors (Competição) ● Pilo ● AI vs Doctors (Comparativo) ● Investimentos na IA e tendências ● Considerações finais ● Referências
  • 3.
    Introdução 3 O uso dainteligência artificial vêm crescendo na última década devido ao aprimoramento dos algoritmos, capacidade computacional e democratização de ferramentas que facilitam o seu uso. A medicina não fica de fora dessa revolução, sendo um dos principais campos em que o conceito é aplicado. Essa aplicação se dá no devido peso que as evoluções no campo da medicina impactam as pessoas, seja diretamente ou indiretamente.
  • 4.
    Introdução 4 É de sumaimportância o avanço da medicina para a humanidade, com o advento da inteligência artificial e demais tecnologias é possível visualizar a projetar futuras aplicações e estudos, fornecendo e encontrando um norte para as pesquisas e aplicações da tecnologia, poupando esforços e sendo mais assertivo quanto as suas aplicações.
  • 5.
    Embasamento teórico Inteligência artificial(IA) é definida como um "campo da ciência e engenharia preocupado com o conhecimento computacional do que é chamado comumente um comportamento inteligente, e a construção de artefatos que demonstram tal comportamento” (SHAPIRO, 1992). 5
  • 6.
    Embasamento teórico Desde ametade do século, pesquisadores têm explorado as potências aplicações de inteligência artificial em todo o campo da medicina. A aplicação da tecnologia IA no campo da cirurgia teve seu primeiro êxito investigado por Gunn, em 1976, quando ele explorou a possibilidade de diagnosticar dores abdominais agudas com uma análise computacional (Gunn AA, 1976). 6
  • 7.
  • 8.
  • 9.
    Evolução do estudode Deep Learning 9
  • 10.
    Aprendizagem de máquina(Machine Learning) 10 Um sistema computacional é dito que aprende da experiência E, em relação a uma classe de tarefas T e a uma medida de desempenho P, se seu desempenho nas tarefas em T, medido por P, melhora com a experiência E. (Tom Mitchell (1998))
  • 11.
    Aprendizagem de máquina(Machine Learning) 11 Formas: ● Supervisionado ● Não-Supervisionado
  • 12.
    Aprendizado Supervisionado XNão-Supervisionado 12
  • 13.
    Deep Learning 13 Deep Learning(Aprendizagem Profunda) • rede neural com muitas camadas ocultas; • capacidade de aprendizagem em grandes quantidades de dados de forma não-supervisionada; • dispensam grande parte do pré-processamento das características.
  • 14.
    IBM - DIAGNÓSTICODA SAÚDE MENTAL COM IA Correlatos ➢ Doenças: ➢ OMS (2018), depressão: ➢ Diagnóstico Atual: Fonte: http://www.research.ibm.com/5-in- 5/mental-health/ 14 Depressão, Ansiedade, Doença Bipolar e Esquizofrenia - Mundo: 300 milhões - Brasil: 12 milhões - Fala - Falho “Computadores cognitivos podem analisar a fala ou palavras escritas de um paciente para procurar indicadores encontrados na linguagem, incluindo significado, sintaxe e entonação.” (IBM, 2017)
  • 15.
    Correlatos 15 Fonte: Feito peloautor IBM: Software de apoio ao diagnóstico da saúde mental
  • 16.
    Correlatos ➢ IBM: Softwarede apoio ao diagnóstico da saúde mental ➢ Objetivo / Precisão: Fonte: https://www.ibm.com/blogs/research/2017/1/ibm-5-in- 5-our-words-will-be-the-windows-to-our-mental-health// 16 2017 ≈ 80% 2022 ≈ 100% Fonte: Corcoran et al. (2018, p. 71). Análise pelo Machine Learning O software pode ser utilizado dentro ou fora da clínica por médicos, cuidadores ou pacientes. (CECCHI, 2018).
  • 17.
    ➢ “As doençascardiovasculares (DCV) tiram a vida de 17,7 milhões de pessoas todos os anos, 31% de todas as mortes globais.” (OMS, 2017) Correlatos 17 ➢ Diagnóstico Atual: tardio GOOGLE: USO DA IA PARA DIAGNÓSTICO DOS RISCOS DE DOENÇA CARDIOVASCULAR Solução da Google: Software de apoio ao diagnóstico que através da análise da retina com o uso de técnicas da IA e de visão computacional rastreia com maior precisão o risco da DCV.
  • 18.
    Correlatos Mapas de atençãopara uma única imagem do fundo da retina Fonte: POPLIN, R. et al., 2018, p.162. 18 Fatores de risco Rede Neural e Modelos de Aprendizagem Profunda - Análise - Classificação Quantificação de fatores - Previsão
  • 19.
    Análise e discussão 19 Ainteligência artificial usada na medicina expõe um gigante espectro de possibilidades de aplicações, variando de campos como a nanotecnologia, diagnóstico, prontuário, alergias e até genética. A curto prazo, vê-se a aplicação da medicina no diagnóstico de patologias em pacientes, como a coleta de dados está mais facilitada atualmente, as máquinas poderão treinar com esses dados gerando informações relevantes para a geração de diagnóstico. No médio prazo, prevê-se a utilização da inteligência artificial no campo da saúde pública. Com o advento do big data, será possível coletar uma quantidade gigantesca de dados referentes a patologias transmissíveis e particularidades de localidades.
  • 20.
  • 21.
  • 22.
  • 23.
  • 24.
    Investimentos na IAe tendências (heatmap) 24
  • 25.
    Conclusão e consideraçõesfinais 25 Juntamente com o avanço de outras áreas tecnológicas, o futuro da medicina apresenta-se promissor para o tratamento de patologias e prevenções, além disso, a comunidade está cada vez mais empenhada em priorizar esses avanços nesse campo, porque vidas humanas estão dependendo desses avanços. Por fim, a humanidade só tem a ganhar com o avanço da inteligência artificial. Sendo que com o seu uso eficiente, poderá prevenir epidemias, tratar adequadamente patologias, e levar a medicina em um novo patamar no tratamento de enfermidades prolongando a vida e proporcionando novos avanços para todas as áreas científicas
  • 26.
    Dados, gráficos eimagens: Jiang F, Jiang Y, Zhi H, et al Artificial intelligence in healthcare: past, present and future Stroke and Vascular Neurology 2017;svn-2017-000101. doi: 10.1136/svn-2017-000101 26
  • 27.
    Referências: IBM. IBM RevealsFive Innovations that will Help Change our Lives within Five Years, 5 janeiro 2017. Disponível em: <https://www-03.ibm.com/press/us/en/pressrelease/51322.wss>. Acesso em 18 maio 2018. L. Yann, Y. Bengio e G. Hinton. Deep Learning, Nature, vol 521, p. 436-444, 28 agosto 2015. Disponível em: <http://www.researchgate.net/publication/277411157_Deep_Learning>. Acesso em 19 maio 2018. doi:10.1038/nature14539 N. B. Mota, N. A. Vasconcelos, N. Lemos, A. C. Pieretti, O. Kinouchi, G. A. Cecchi, M. Copelli e S. Ribeiro. Os gráficos de fala fornecem uma medida quantitativa do transtorno do pensamento na psicose, 09 abril 2012. Disponível em: <http://journals.plos.org/plosone/article?id=10.1371/journal.pone.0034928>. Acesso em 17 maio 2018. https://doi.org/10.1371/journal.pone.0034928 27
  • 28.
    Referências: OMS. Cardiovascular disease:World Heart Day 2017, 2017. Disponível em: <http://www.who.int/cardiovascular_diseases/world-heart-day-2017/en/>. Acesso em 19 maio 2018. OMS. Depression, OMS, 22 março 2018. Disponível em: <http://www.who.int/news-room/fact- sheets/detail/depression>. Acesso em 17 maio 2018. R. Poplin, A. V. Varadarajan, K. Blumer, Y. Liu, M. V. McConnel, G. S. Corrado, L. Peng e D. R. Webster. Prediction of cardiovascular risk factors from retinal fundus photographs via deep learning, Nature Biomedical Engineering, vol. 2, p. 158–164, 19 fevereiro 2018. Disponível em: <https://www.nature.com/articles/s41551-018-0195- 0.epdf?referrer_access_token=ZDlDbzGtvkGOsUPfwSDTQNRgN0jAjWel9jnR3ZoTv0OMsbBDq-7d5VZef- dAA8S42ksrZ1yBZ3WBQt5pZ416cy7NQGq1FbJJy0uOTxIoC3CU8nn8fmT- RTRVz8SQRPFLm0cYdoImE_dKVIAFZ7b8nkt2psCXq84UXbc6hD3LdmhhYeg_IXJ76pHskPiwglJrfb2pbH KNRbxLRTEINRQEArNZz-Zp76__1cHbFgJzp1Hxs44GWqePax0dzHwZP5vf6urR7toOym-YFzejY3K3J2- BFkwdudZe2ZOAhTRbnNFD4n7aaCGttQ4Et3yu_Oi9>. Acesso em 18 maio 2018. https://doi.org/10.1038/s41551-018-0195-0 28
  • 29.
    Inteligência Artificial no futuroda medicina Diego Arndt ¹ José L Wollinger ² Marlei M Silveira ³ Vítor A K Reiter ⁴¹ darndt@furb.br ² jose.wollinger@gmail.com ³ marlei.mmsilveira@gmail.com ⁴ vitor.akr@gmail.com

Notas do Editor

  • #8 SVMs são métodos do aprendizado supervisionado que analisam os dados e reconhecem padrões (RNAs) são modelos computacionais inspirados pelo sistema nervoso central de um anima redes neurais têm sido usadas para resolver uma grande variedade de tarefas que são difíceis de resolver utilizando programação baseada em regras comuns, incluindo visão computacional e reconhecimento de voz.
  • #9 técnicas e processos usados para criar imagens do corpo humano para análise clínica exemplos: Raio X Ultrassonografia Tomografia por emissão de pósitrons Ressonância Magnética Tomografia Computadorizada
  • #15 Epidemia de saúde mental x epidemia de diagnostico de saúde mental. Ferramenta de auxílio ao diagnósticos.
  • #16 Natural Language Tookit (NLTK), uma biblioteca com ferramentas da linguagem de programação Python, para a análise da linguagem natural. - Quantas vezes a palavra aparece. - O computador “aprende” o significado das palavras de experiências anteriores, e em contextos diferentes. - Cada palavra é classificada com tags de acordo com a gramática como: “NN” para substantivo, IN para preposição.
  • #17 machine learning - A classificação da fala em dois grupos (quem vai desenvolver a psicose e quem não vai); A Figura 2 demonstra os quatro fatores no classificador do aprendizado de máquina. As três primeiras correspondem a coerência semântica, máxima variância na coerência semântica e mínima coerência semântica. O quarto fator foi ponderado pela frequência de uso de pronomes possessivos; Descrição das variáveis usadas para a análise pelo machine learning. A- adjetivos; B- pronomes possessivos; i- máxima coerência; g- mínima coerência; Cecchi (2018), afirma que o software pode ser utilizado dentro ou fora da clínica por médicos, cuidadores ou pacientes. Guillermo Cecchi, neurocientista e especialista em Computação Biometafórica no departamento de investigação da IBM.
  • #19 Mapa de calor sobreposto em verde indica a área atuante da Rede Neural. Técnica deep learning (soft-attention) 1. A primeira etapa é o tratamento da imagem a fim de deixá-la homogênea e ressaltar as características buscadas; 2. São aplicados algoritmos de extração de características 3. As características extraídas na etapa anterior alimentam as entradas da rede neural que analisará os padrões destas características e fará a classificação da imagem 4. Por fim o Algoritmo de aprendizagem profunda assimilará os dados do padrão para comparações futuras; e previsões; Qual a alteração no fator de risco em caso de intervenção no tratamento.