O estudo avaliou a adaptabilidade da microalga Closterium sp. a diferentes fontes de carbono, luz e condições anaeróbicas. A alga cresceu em meio com glicose tanto aerobicamente quanto anaerobicamente, porém apresentou maior crescimento aerobicamente. Quando cultivada sem luz, perdeu pigmentação, possivelmente pela inibição da síntese de clorofila. Um novo experimento visa isolar microalgas capazes de degradar lactose para tratamento de efluentes de laticínios.