O documento discute se a vida no útero materno é um indivíduo humano distinto. Afirma que a Bíblia se refere ao feto como "filho" ou "bebê", indicando que é um ser humano separado e não parte do corpo da mãe. Conclui que o aborto é errado porque mata um ser humano inocente e viola o dever de amar e cuidar dos filhos.