O documento explora a figura bíblica de Jezabel, destacando sua notoriedade como símbolo do mal e traição ao longo dos séculos. Embora retratada como uma rainha pagã manipuladora e malígna, algumas interpretações modernas a consideram uma mulher corajosa com um papel complexo na história de Israel. A narrativa de sua vida culmina em sua trágica morte, cumprindo profecias e refletindo sobre os desafios de compreender sua verdadeira natureza na teologia e na sociedade.