O documento discute as lições do bambu e como os taoístas perceberam que o vazio interior do bambu é responsável por suas qualidades, como flexibilidade e leveza. Ele explica que o vazio não significa ausência para os orientais e sim possibilidades e benefícios, permitindo que coisas sejam úteis e habitáveis. Além disso, o documento afirma que para os mestres orientais o vazio é onipresente e universal, e que todas as coisas nascem e retornam ao vazio.