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A Sociedade Contemporânea
Trabalho Realizado por: Aurora Teixeira Nº3 Turma L
Índice
Introdução
1 Conceitode Globalização
1.1 GlobalizaçãoEconómica
1.2 GlobalizaçãoCultural
2 Conceitode Consumo
2.1Padrões de Consumo
2.2Estilos de Vida
3 Urbanização
3.1 Factores de Crescimento Urbano
3.2 Consequênciasdo Crescimento Urbano
3.2.1 Alterações Espaciais
3.2.2 Problemas Ambientais
3.2.3 Problemas de Funcionamento
3.2.4 Problemas da SociedadeContemporânea
4 Grupos SociaisVulneráveis
Conclusão
Introdução
Para a introdução deste trabalho utilizei como ajuda, a compilação de imagens
apresentadas na capa do trabalho.
Pode ser considerado como critica, mas vai da própria interpretação. O
propósito de ter escolhido especificamente as imagens atras apresentadas foi devido a
elas, transmitirem visualmente o que é a sociedade contemporânea, não só como
também apresentar uma das consequências do desenvolvimento, ou seja do
crescimento urbano.
Posso considerar, até que contam uma breve história, a bem dizer, uma
realidade!
A sociedade de hoje, viciada nos meios de comunicação, não consegue
absorver o que a rodeia, desfrutando no entanto do próprio vício, tal como podemos
ver na segunda imagem, uma bela rapariga a tirar uma fotografia, a bem dizer uma
selfie, para já nada de mau, a rapariga tenta juntar o útil ao agradável ou seja, mostra-
se mas ao mesmo tempo mostrar o caus atras desenvolvido, alguém se preocupa com
o acontecimento atras demonstrado, as vidas que podem estar em risco? NÃO!
No meio de toda a sociedade há sempre alguém diferente, no entanto, este
diferente tenta chamar a sociedade á razão, mas de nada lhe vale pois esta tentativa
foi insatisfatória (terceira, quarta e quinta imagem). O alguém diferente pode não ser
só uma pessoa, podem ser várias até, a questão é uma diferente da outra.
Esta outra pessoa acaba por ser gozada, talvez porque é diferente, talvez
porque não quer ser como a restante sociedade, é complicado ser gozado, pode levar
a loucuras, ou seja a loucura dos outros pode ser o futuro da nossa própria loucura, o
que quer dizer que a rapariga no meio de tudo isto pode sentir-se mal, incapacitada,
sozinha, cansada, desesperada... Acabando assimpor tentativa de homicídio, toda a
sociedade se junta mas para quê? Simplesmente para partilhar o momento, não
havendo ninguém importado com a rapariga apenas preocupados com eles próprios
com o serem sociais, como se isso fosse dar de comer a alguém…
A conclusão é simples e fácil de perceber, com o crescimento da urbanização, a
sociedade sentiu necessidade de se interligar independentemente da distancia, a
questão é que se tornou um vicio, um vicio que fez com que fossemos cegos, que fez
com que não observamos o que nos rodeia perante o tal vicio. Isto tudo levando á
ruina, á solidão, á falta de Inteligência Emocional.
Apos uma consequência apresentada como “introdução” posso afirmar que o
trabalho tem muito mais a dizer.
A globalização não pode se
considerada como um fenómeno
abstracto, pois os seus efeitos
sentem-seao longo da nossa vida
quotidiana, revelando que a
globalização alterou as nossas
próprias vidas. Ou seja, devido á
globalização ser a ligação entre
culturas, sociedades, pessoas,
países… Há semprea possibilidade
de conhecer culturas diferentes, por
exemplo se formos jantar fora
podemos escolher o local, o que
queremos comer determinando a
característica do nosso jantar,
podendo esta ser chinesa,
portuguesa, ou mesmo indo jantar
ao McDonald’s. Pelo contrario se
ficarmos em casa, basta-nos ligar a
televisão ou apenas estar a navegar
na internet para contactarmos com
outros povos e outras culturas,
estas situadas a milhares de
quilómetros de distância.
1. Conceito de globalização
Globalização correspondea um estreitamento das relações e das
interdependências que se estabelecem a nível mundial, as quais setornam
possíveis pelo grandedesenvolvimento que se verificou nos transportes e
nas comunicações.
Muitas vezes, a palavra globalização é utilizada como seeste
fenómeno fosseapenas económico. No entanto, a globalização, é um
fenómenosocial que tem implicado transformações a vários níveis da
sociedade, isto a nível económico, a nível financeiro, a nível sociale a nível
cultural.
1.1 Globalização Económica
A globalização económica resultou da intensificação do processo de
trocas internacionais, devido também ao aumento dos fluxos de capital,
da transnacionalização das empresas, quepor outra parte tornaram as
economias nacionais mais independentes e integradas.
O desenvolvimentodas trocas a nível internacional tem aberto os
mercados, pondo à disposição dos consumidores um leque cada vez mais
variado de bens. Mesmo os produtos considerados perecíveis (frutas,
legumes…) provêm de destinos longínquos, o que se deve, em grande
parte, ao grandedesenvolvimento dos transportes e das tecnologias de
acondicionamento (câmaras frigoríficas, por exemplo). E o que ainda é
mais interessanteé que estes produtos não se encontram disponíveis
apenas em Portugal, pois os
mesmos produtos são
vendidos em mitos países, daí
que as informações impressas
nas suas embalagens estejam
escritas em várias línguas.
Mas a globalização
também se verifica a nível dos
serviços. Por exemplo, já são
vários os bancos e as
seguradoras internacionais a
operar Portugal, o que nos
permite efectuar um deposto
no Banco Santander ou fazer
um seguro Axa.
As empresas transnacionais (ETN) têm contribuído de forma
decisiva para o aumento da circulação de bens e serviços a nível global,
pois, ao definirem as suas estratégias à escala mundial, deslocalizam a sua
produção para outros países. Estas deslocalizações contribuem para
acelerar a circulação, não só de bens e de serviços como de capitais,
pessoas, informações etecnologia.
A libertaçãoda circulaçãode capitais e da moeda permite-nos a
utilização dos cartões de crédito em qualquer parte do mundo, podendo
considerar-sequeconstituem um serviço global.
A dimensãofinanceira da globalização não é menos importante,
pois a grandecirculação de capitais a nível global tem influenciado os
mercados financeiros. O simples clicar no rato do computador permite
que bancos, empresas e investidores possam fazer transferências
vultuosas de capitais, a nível internacional.
Também pode ser verificado o facto de outras pessoas se
desloquem por outros motivos. Bastando observar os milhares de
cidadãos estrangeiros a trabalhar em Portugal para perceber que muitas
pessoas sedeslocamem busca de melhores condições de vida. Ou seja
pode apresentar-seo facto de migrações internacionais.
1.2 Globalização Cultural
A globalização também apresenta uma dimensão cultural, pois as
migrações globais e o desenvolvimento dos meios de informação e
comunicação têm contribuído para o conhecimento de outras culturas e
para a partilha de informações em tempo real, à escala planetária.
As inovações associadas ás novas tecnologias dainformação e
comunicação
A informática, que se desenvolveapós a Segunda Guerra Mundial,
quando passou a ser aplicada aos meios audiovisuais, deu origem às novas
tecnologias de informaçãoe comunicação (NTIC), o que permitiu que os
indivíduos, em geral, passema ter um acesso rápido à informação em
tempo real. Para além disso, também
permitiu a criação de redes universais e uma
maior capacidade de processamento da
informação.
Os sistemas de comunicação
alteraram-seprofundamente. Da
comunicação telefónica, analógica, enviada
por fios e cabos, passou a uma comunicação
onde sistemas integrados comprimem grandes
quantidades de informação e as transmitem
digitalmente pelo mundo inteiro.
A digitalização, a fibra óptica e os sistemas
por satélite, interligando-se, permitiram o
aparecimento de um único meio multimédia.
Os media tornaram-seinteractivos,
proporcionando a participação do utilizador no que ouve. A internet e os
telemóveis oferecem, cada vez mais, possibilidades deinterconexão e
interactividade. Actualmente, os utilizadores de telemóveis podem aceder
à Internet, enviar mensagens e receber correio electrónico, movimentar
contas bancarias, verificar as cotações no mercado bolsista, marcar
bilhetes para um espectáculo, ouvir música o ver televisão.
2. Consumo e estilos de vida
2.1 Consumo e padrões de consumo
O consumo de bens e serviços tem por objectivo fundamental a
satisfação de necessidades.
As necessidades variamno espaço e no tempo, de indivíduo para
indivíduo e de grupo social para grupo social, e, além disso, muitas
necessidades são criadas pela própria produção de bens e serviços.
Os consumos são, assim, muitas variáveis porque, se, por um lado,
dependem do nível de vida, o seja, da quantidade de bens e serviços a que
um individuo pode ter acesso, por outro lado, dependem de factores de
ordem social, como o modo de vida, os grupos sociais , a moda e a
publicidade.
As sociedades e os grupos sociais partilham padrões de consumo
próprios, isto é, um conjunto de bens e serviços queadquirem e usam na
sua vida quotidiana.
O consumo, além de satisfazer as necessidades do indivíduo,
também tem associado um valor simbólico, projectando uma imagem
social do indivíduo e levando à formulação de um juízo sobreo seu
sucesso pessoale social. Nas
sociedades atuais, certos consumos,
como por exemplo, o tipo de
residência, o local de férias, o modelo
de automóvel ou a frequência de visitas
a museus, correspondem a estatutos
sociais determinados.
2.2 Estilos de vida
Nas sociedades contemporâneas, coexistem estilos de vida
diferentes, ou seja, praticam diferentes tipos de consumo.
A época actual é marcada pelos símbolos relacionados com o
consumo, por isso a identidade pessoaldos indivíduos é estruturada pelas
escolhas do estilo de vida – como comer, divertir, etc.
A diversidadede estilos de vida tem por base as diferentes
trajectórias sociais dos indivíduos e a classea que pertencem.
A escolha de novos estilos de vida é possível, devido ao facto de as
diferenças sociais não serem tao demarcadas, como o foram no passado.
Por exemplo, quando a sociedade se dividia em clero, nobreza e povo,
cada um só podia vestir segundo as normas estabelecidas para o seu
estatuto social.
3. Urbanização
Actualmente, metade da população mundial viveem áreas urbanas
e a tendência é para aumentar. Segundo dados da ONU, 60% da
população mundial habitará os centros urbanos em 2030, enquanto em
2050 prevê-sequeseja 70%. Contudo, um terço dessa população vive em
bairros degradados.
De acordo com a ONU, as cidades mais populares do mundo, com
mais de 10 milhões de habitantes, são Xangai, Mumbai, Nova Deli,
Istambul, São Paulo, Moscovo, Seule Pequim.
O fenómeno da urbanização e desenvolvimento dos centros
urbanos (vilas e cidades) é uma realidade em todos os países do mundo,
pois grande parte da sua população concentra-senas áreas urbanas. Este
processo deurbanização ocorreu, essencialmente, devido à deslocação de
pessoas provenientes das zonas rurais em direcção às cidades.
As cidades correspondem, assim, a uma forma particular de ocupar
o espaço, da qual resulta uma forteconcentração populacionale uma
grandediferenciação funcional, pois são múltiplas as actividades
económicas e profissionais queaí podem ser desenvolvidas: produção de
bens, prestação de serviços (comércio, bancos, seguros, cultura, etc.),
administração pública, etc.
3.1 Factores de crescimento urbano
As cidades de hoje não têm nada a ver com as primeiras cidades
que surgiramou com as da IdadeMédia.
AS grandes cidades modernas surgiram coma Revolução Industrial
(séc. XVIII), quando as actividades industriais passaram a estar localizadas
nos espaços urbanos, atraindo mão-de-obra provenientedos meios rurais.
Para além do crescimento populacional, os factores que estiveram
na origem do rápido crescimento das cidades foram:
➢ O desenvolvimento da indústria;
➢ As migrações da população.
O crescimentodaindústria, localizada nas cidades, funcionou como
um factor de atracção para os habitantes das áreas rurais, que passaram a
migrar para as cidades para trabalhar nas actividades industriais – êxodo
rural.
As zonas rurais proporcionam poucas oportunidades deemprego, o
que fazia com que os seus habitantes partissem, em busca de melhores
condições de vida, para as zonas urbanas, ondeseconcentravam as
indústrias e os serviços (comércio, instituições financeiras, etc.).
Estas migrações foram-seprocessando deforma constanteaté à
actualidade, pois a economia urbana continuou a oferecer sempre uma
cada vez maior diversidadede actividades económicas – serviços –
mantendo, assim, a sua capacidade de atracção sobreas populações
rurais.
3.2 Consequências da urbanização
A aceleração do processo deurbanização tem transformado o
espaço ao redor das cidades e têm provocado alguns problemas d eficácia
relacionados com a sua organização e com o funcionamento dos seus
equipamentos. Podem identificar-se como principais consequências do
processo deurbanização as seguintes:
➢ Alterações espaciais;
➢ Problemas ambientais;
➢ Problemas de funcionamento;
➢ Problemas sociais.
3.2.1 Alterações espaciais
A urbanização transforma o espaço ao redor das cidades, dando
origem, nomeadamente: à formação de conurbações e a processos de
suburbanização.
As conurbações são zonas em que várias cidades estão
praticamente ligadas umas às outras, dando origem a manchas urbanas
que se estendem por centenas de quilómetros e onde habitam dezenas de
milhões de pessoas. Numa escala mais reduzida, idêntico fenómeno se
verifica em Portugalnas áreas metropolitanas de Lisboa e do Porto.
Muitas vezes, estas grandes cidades designam-sepor megalópoles –
«cidades das cidades».
A suburbanização correspondeao desenvolvimento dos subúrbios,
na medida em que as áreas habitacionais se vão deslocando para locais
cada vez mais afastados do centro e das zonas deemprego, obrigando
milhões de indivíduos, em todo o mundo, a percorrerem diariamente
dezenas de quilómetros para irem trabalhar. Quando as cidades se
expandem para áreas ainda predominantemente rurais, designa-sepor
reurbanização.
3.2.2 Problemas ambientais
A elevada concentração urbana, a par da indústria, contribuem para
o aumento da poluição e da degradação ambiental.
A maioria das cidades enfrenta actualmente um conjunto de
problemas ambientais que tenderão a agravar-sesenão se
desenvolverem políticas urbanas eficazes. Entre esses problemas
destacam-se:
➢ Elevados níveis de poluição, ou seja, má qualidade do ar provocada,
muitas vezes, pelos congestionamentos de trânsito devido ao
excesso de automóveis em circulação (o processo de
suburbanização leva a que diariamente muitos carros entrem e
saiam das cidades). A elevada circulação de automóveis também
está associada ao aumento do ruído.
➢ Faltade espaços públicos, em especial zonas verdes, devido à
pressão urbanística;
➢ Produção de um grande volume de resíduos (lixos urbanos).
3.2.3 Problemas de funcionamento
O alargamento dos espaços urbanos esuburbanos éfeito, muitas
vezes, de forma desordenada, o que pode ter consequências negativas ao
nível das infra-estruturas edos transportes.
Em locais com elevada concentração populacional, podem
escassear as infra-estruturas eos transportes, o que contribuipara
diminuir a qualidade de vida das populações. Veja-se, por exemplo, o
congestionamento das redes viárias e dos transportes, suportado por
todos aqueles que se deslocam diariamente parar trabalhar em Lisboa e
no Porto.
3.2.4 Problemas sociais
Um dos problemas sociais resulta da grandeheterogeneidade social
existente nas zonas urbanas, quepode levar a fenómenos de exclusão
social e marginalização geradores de conflitos sociais e/ou de
comportamentos desviantes (por exemplo, o aumento da criminalidade).
Outros problemas sociais têm a ver com o anonimato das relações
sociais que se estabelecem nos espaços urbanos, o que poderá levar ao
isolamento social. Comefeito, a dimensão e a densidade populacional das
cidades dá origema que os seus habitantes não possam estabelecer
relações interpessoais coma maior parte dos que os rodeiam.
Quer isto dizer que as suas relações interpessoais sãosegmentadas
porqueos habitantes das cidades:
➢ Estabelecem, de forma permanente, contactos diferenciados com
grupos distantes no âmbito das funções que desempenham.
➢ Contactam quotidianamente, de forma efémerae anónima, com
pessoas quese cruzamou a quem se dirigem por motivos
específicos.
Deste modo, nas cidades as relações interpessoais que se estabelecem
têm por base a função desempenhada, isto é, os outros conhecem-nos
como atores que desempenham uma única função – aluno, amigo, etc.
4. Grupos sociaisvulneráveis
Nas cidades, apesar de as classes médias se terem consolidado, os
rendimentos são muito desiguais, pois encontramos, a par dos
trabalhadores não especializados e não qualificados, recebendo
remunerações baixas e com empregos precários na construção civil, em
serviços delimpeza ou na distribuição de publicidade. Muitas vezes, estes
trabalhadores estão mesmo integrados no sector informal.
A cada uma destas ocupações está associada uma posição social,
diferenciada pelo nível de rendimentos e pela profissão a que
corresponde. Quer isto dizer que a sociedade urbana é uma sociedade
hierarquizadasocialmente, pois existem posições sociais diferentes.
Actualmente, nas zonas urbanas verifica-seuma tendência gradual
para o aumento da sua heterogeneidade, bem como para o agravamento
das desigualdades sociais nelas existentes. Na basedestas transformações
estão nomeadamente:
➢ As novas correntes migratórias, quecontinuama afluir às grandes
cidades, nalguns casos, provenientes de países mais pobres, com
culturas diferentes;
➢ O aumentodo peso da população idosa, muitas vezes a viver só e
em situação precária;
➢ O aumentodos desempregados de longaduração, dos
trabalhadores precários ou da economia informal;
➢ As novas formas de vida familiar – pessoas a viverem sós, famílias
com um único adulto, famílias recompostas, etc.
Estas exclusões sociais estendem-seaos próprios territórios, na
medida em que a própria valorizaçãodo espaçoé selectiva –valorização
de umas áreas e desvalorização de outras. Quer isto dizer que se
desenvolvemprioritariamente as zonas privilegiadas e sedesvalorizam
outras zonas, ondemaioritariamente habitam os segmentos da população
mais excluídos socialmente.

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A sociedade Contemporânea

  • 1. A Sociedade Contemporânea Trabalho Realizado por: Aurora Teixeira Nº3 Turma L
  • 2. Índice Introdução 1 Conceitode Globalização 1.1 GlobalizaçãoEconómica 1.2 GlobalizaçãoCultural 2 Conceitode Consumo 2.1Padrões de Consumo 2.2Estilos de Vida 3 Urbanização 3.1 Factores de Crescimento Urbano 3.2 Consequênciasdo Crescimento Urbano 3.2.1 Alterações Espaciais 3.2.2 Problemas Ambientais 3.2.3 Problemas de Funcionamento 3.2.4 Problemas da SociedadeContemporânea 4 Grupos SociaisVulneráveis Conclusão
  • 3. Introdução Para a introdução deste trabalho utilizei como ajuda, a compilação de imagens apresentadas na capa do trabalho. Pode ser considerado como critica, mas vai da própria interpretação. O propósito de ter escolhido especificamente as imagens atras apresentadas foi devido a elas, transmitirem visualmente o que é a sociedade contemporânea, não só como também apresentar uma das consequências do desenvolvimento, ou seja do crescimento urbano. Posso considerar, até que contam uma breve história, a bem dizer, uma realidade! A sociedade de hoje, viciada nos meios de comunicação, não consegue absorver o que a rodeia, desfrutando no entanto do próprio vício, tal como podemos ver na segunda imagem, uma bela rapariga a tirar uma fotografia, a bem dizer uma selfie, para já nada de mau, a rapariga tenta juntar o útil ao agradável ou seja, mostra- se mas ao mesmo tempo mostrar o caus atras desenvolvido, alguém se preocupa com o acontecimento atras demonstrado, as vidas que podem estar em risco? NÃO! No meio de toda a sociedade há sempre alguém diferente, no entanto, este diferente tenta chamar a sociedade á razão, mas de nada lhe vale pois esta tentativa foi insatisfatória (terceira, quarta e quinta imagem). O alguém diferente pode não ser só uma pessoa, podem ser várias até, a questão é uma diferente da outra. Esta outra pessoa acaba por ser gozada, talvez porque é diferente, talvez porque não quer ser como a restante sociedade, é complicado ser gozado, pode levar a loucuras, ou seja a loucura dos outros pode ser o futuro da nossa própria loucura, o que quer dizer que a rapariga no meio de tudo isto pode sentir-se mal, incapacitada, sozinha, cansada, desesperada... Acabando assimpor tentativa de homicídio, toda a sociedade se junta mas para quê? Simplesmente para partilhar o momento, não havendo ninguém importado com a rapariga apenas preocupados com eles próprios com o serem sociais, como se isso fosse dar de comer a alguém… A conclusão é simples e fácil de perceber, com o crescimento da urbanização, a sociedade sentiu necessidade de se interligar independentemente da distancia, a questão é que se tornou um vicio, um vicio que fez com que fossemos cegos, que fez com que não observamos o que nos rodeia perante o tal vicio. Isto tudo levando á ruina, á solidão, á falta de Inteligência Emocional. Apos uma consequência apresentada como “introdução” posso afirmar que o trabalho tem muito mais a dizer.
  • 4. A globalização não pode se considerada como um fenómeno abstracto, pois os seus efeitos sentem-seao longo da nossa vida quotidiana, revelando que a globalização alterou as nossas próprias vidas. Ou seja, devido á globalização ser a ligação entre culturas, sociedades, pessoas, países… Há semprea possibilidade de conhecer culturas diferentes, por exemplo se formos jantar fora podemos escolher o local, o que queremos comer determinando a característica do nosso jantar, podendo esta ser chinesa, portuguesa, ou mesmo indo jantar ao McDonald’s. Pelo contrario se ficarmos em casa, basta-nos ligar a televisão ou apenas estar a navegar na internet para contactarmos com outros povos e outras culturas, estas situadas a milhares de quilómetros de distância. 1. Conceito de globalização Globalização correspondea um estreitamento das relações e das interdependências que se estabelecem a nível mundial, as quais setornam possíveis pelo grandedesenvolvimento que se verificou nos transportes e nas comunicações. Muitas vezes, a palavra globalização é utilizada como seeste fenómeno fosseapenas económico. No entanto, a globalização, é um fenómenosocial que tem implicado transformações a vários níveis da sociedade, isto a nível económico, a nível financeiro, a nível sociale a nível cultural.
  • 5. 1.1 Globalização Económica A globalização económica resultou da intensificação do processo de trocas internacionais, devido também ao aumento dos fluxos de capital, da transnacionalização das empresas, quepor outra parte tornaram as economias nacionais mais independentes e integradas. O desenvolvimentodas trocas a nível internacional tem aberto os mercados, pondo à disposição dos consumidores um leque cada vez mais variado de bens. Mesmo os produtos considerados perecíveis (frutas, legumes…) provêm de destinos longínquos, o que se deve, em grande parte, ao grandedesenvolvimento dos transportes e das tecnologias de acondicionamento (câmaras frigoríficas, por exemplo). E o que ainda é mais interessanteé que estes produtos não se encontram disponíveis apenas em Portugal, pois os mesmos produtos são vendidos em mitos países, daí que as informações impressas nas suas embalagens estejam escritas em várias línguas. Mas a globalização também se verifica a nível dos serviços. Por exemplo, já são vários os bancos e as seguradoras internacionais a operar Portugal, o que nos permite efectuar um deposto no Banco Santander ou fazer um seguro Axa. As empresas transnacionais (ETN) têm contribuído de forma decisiva para o aumento da circulação de bens e serviços a nível global, pois, ao definirem as suas estratégias à escala mundial, deslocalizam a sua produção para outros países. Estas deslocalizações contribuem para acelerar a circulação, não só de bens e de serviços como de capitais, pessoas, informações etecnologia.
  • 6. A libertaçãoda circulaçãode capitais e da moeda permite-nos a utilização dos cartões de crédito em qualquer parte do mundo, podendo considerar-sequeconstituem um serviço global. A dimensãofinanceira da globalização não é menos importante, pois a grandecirculação de capitais a nível global tem influenciado os mercados financeiros. O simples clicar no rato do computador permite que bancos, empresas e investidores possam fazer transferências vultuosas de capitais, a nível internacional. Também pode ser verificado o facto de outras pessoas se desloquem por outros motivos. Bastando observar os milhares de cidadãos estrangeiros a trabalhar em Portugal para perceber que muitas pessoas sedeslocamem busca de melhores condições de vida. Ou seja pode apresentar-seo facto de migrações internacionais.
  • 7. 1.2 Globalização Cultural A globalização também apresenta uma dimensão cultural, pois as migrações globais e o desenvolvimento dos meios de informação e comunicação têm contribuído para o conhecimento de outras culturas e para a partilha de informações em tempo real, à escala planetária. As inovações associadas ás novas tecnologias dainformação e comunicação A informática, que se desenvolveapós a Segunda Guerra Mundial, quando passou a ser aplicada aos meios audiovisuais, deu origem às novas tecnologias de informaçãoe comunicação (NTIC), o que permitiu que os indivíduos, em geral, passema ter um acesso rápido à informação em tempo real. Para além disso, também permitiu a criação de redes universais e uma maior capacidade de processamento da informação. Os sistemas de comunicação alteraram-seprofundamente. Da comunicação telefónica, analógica, enviada por fios e cabos, passou a uma comunicação onde sistemas integrados comprimem grandes quantidades de informação e as transmitem digitalmente pelo mundo inteiro. A digitalização, a fibra óptica e os sistemas por satélite, interligando-se, permitiram o aparecimento de um único meio multimédia. Os media tornaram-seinteractivos, proporcionando a participação do utilizador no que ouve. A internet e os telemóveis oferecem, cada vez mais, possibilidades deinterconexão e interactividade. Actualmente, os utilizadores de telemóveis podem aceder à Internet, enviar mensagens e receber correio electrónico, movimentar contas bancarias, verificar as cotações no mercado bolsista, marcar bilhetes para um espectáculo, ouvir música o ver televisão.
  • 8. 2. Consumo e estilos de vida 2.1 Consumo e padrões de consumo O consumo de bens e serviços tem por objectivo fundamental a satisfação de necessidades. As necessidades variamno espaço e no tempo, de indivíduo para indivíduo e de grupo social para grupo social, e, além disso, muitas necessidades são criadas pela própria produção de bens e serviços. Os consumos são, assim, muitas variáveis porque, se, por um lado, dependem do nível de vida, o seja, da quantidade de bens e serviços a que um individuo pode ter acesso, por outro lado, dependem de factores de ordem social, como o modo de vida, os grupos sociais , a moda e a publicidade. As sociedades e os grupos sociais partilham padrões de consumo próprios, isto é, um conjunto de bens e serviços queadquirem e usam na sua vida quotidiana. O consumo, além de satisfazer as necessidades do indivíduo, também tem associado um valor simbólico, projectando uma imagem social do indivíduo e levando à formulação de um juízo sobreo seu sucesso pessoale social. Nas sociedades atuais, certos consumos, como por exemplo, o tipo de residência, o local de férias, o modelo de automóvel ou a frequência de visitas a museus, correspondem a estatutos sociais determinados.
  • 9. 2.2 Estilos de vida Nas sociedades contemporâneas, coexistem estilos de vida diferentes, ou seja, praticam diferentes tipos de consumo. A época actual é marcada pelos símbolos relacionados com o consumo, por isso a identidade pessoaldos indivíduos é estruturada pelas escolhas do estilo de vida – como comer, divertir, etc. A diversidadede estilos de vida tem por base as diferentes trajectórias sociais dos indivíduos e a classea que pertencem. A escolha de novos estilos de vida é possível, devido ao facto de as diferenças sociais não serem tao demarcadas, como o foram no passado. Por exemplo, quando a sociedade se dividia em clero, nobreza e povo, cada um só podia vestir segundo as normas estabelecidas para o seu estatuto social.
  • 10. 3. Urbanização Actualmente, metade da população mundial viveem áreas urbanas e a tendência é para aumentar. Segundo dados da ONU, 60% da população mundial habitará os centros urbanos em 2030, enquanto em 2050 prevê-sequeseja 70%. Contudo, um terço dessa população vive em bairros degradados. De acordo com a ONU, as cidades mais populares do mundo, com mais de 10 milhões de habitantes, são Xangai, Mumbai, Nova Deli, Istambul, São Paulo, Moscovo, Seule Pequim. O fenómeno da urbanização e desenvolvimento dos centros urbanos (vilas e cidades) é uma realidade em todos os países do mundo, pois grande parte da sua população concentra-senas áreas urbanas. Este processo deurbanização ocorreu, essencialmente, devido à deslocação de pessoas provenientes das zonas rurais em direcção às cidades. As cidades correspondem, assim, a uma forma particular de ocupar o espaço, da qual resulta uma forteconcentração populacionale uma grandediferenciação funcional, pois são múltiplas as actividades económicas e profissionais queaí podem ser desenvolvidas: produção de bens, prestação de serviços (comércio, bancos, seguros, cultura, etc.), administração pública, etc. 3.1 Factores de crescimento urbano As cidades de hoje não têm nada a ver com as primeiras cidades que surgiramou com as da IdadeMédia. AS grandes cidades modernas surgiram coma Revolução Industrial (séc. XVIII), quando as actividades industriais passaram a estar localizadas nos espaços urbanos, atraindo mão-de-obra provenientedos meios rurais. Para além do crescimento populacional, os factores que estiveram na origem do rápido crescimento das cidades foram: ➢ O desenvolvimento da indústria; ➢ As migrações da população.
  • 11. O crescimentodaindústria, localizada nas cidades, funcionou como um factor de atracção para os habitantes das áreas rurais, que passaram a migrar para as cidades para trabalhar nas actividades industriais – êxodo rural. As zonas rurais proporcionam poucas oportunidades deemprego, o que fazia com que os seus habitantes partissem, em busca de melhores condições de vida, para as zonas urbanas, ondeseconcentravam as indústrias e os serviços (comércio, instituições financeiras, etc.). Estas migrações foram-seprocessando deforma constanteaté à actualidade, pois a economia urbana continuou a oferecer sempre uma cada vez maior diversidadede actividades económicas – serviços – mantendo, assim, a sua capacidade de atracção sobreas populações rurais. 3.2 Consequências da urbanização A aceleração do processo deurbanização tem transformado o espaço ao redor das cidades e têm provocado alguns problemas d eficácia relacionados com a sua organização e com o funcionamento dos seus equipamentos. Podem identificar-se como principais consequências do processo deurbanização as seguintes: ➢ Alterações espaciais; ➢ Problemas ambientais; ➢ Problemas de funcionamento; ➢ Problemas sociais.
  • 12. 3.2.1 Alterações espaciais A urbanização transforma o espaço ao redor das cidades, dando origem, nomeadamente: à formação de conurbações e a processos de suburbanização. As conurbações são zonas em que várias cidades estão praticamente ligadas umas às outras, dando origem a manchas urbanas que se estendem por centenas de quilómetros e onde habitam dezenas de milhões de pessoas. Numa escala mais reduzida, idêntico fenómeno se verifica em Portugalnas áreas metropolitanas de Lisboa e do Porto. Muitas vezes, estas grandes cidades designam-sepor megalópoles – «cidades das cidades». A suburbanização correspondeao desenvolvimento dos subúrbios, na medida em que as áreas habitacionais se vão deslocando para locais cada vez mais afastados do centro e das zonas deemprego, obrigando milhões de indivíduos, em todo o mundo, a percorrerem diariamente dezenas de quilómetros para irem trabalhar. Quando as cidades se expandem para áreas ainda predominantemente rurais, designa-sepor reurbanização. 3.2.2 Problemas ambientais A elevada concentração urbana, a par da indústria, contribuem para o aumento da poluição e da degradação ambiental. A maioria das cidades enfrenta actualmente um conjunto de problemas ambientais que tenderão a agravar-sesenão se desenvolverem políticas urbanas eficazes. Entre esses problemas destacam-se: ➢ Elevados níveis de poluição, ou seja, má qualidade do ar provocada, muitas vezes, pelos congestionamentos de trânsito devido ao excesso de automóveis em circulação (o processo de suburbanização leva a que diariamente muitos carros entrem e saiam das cidades). A elevada circulação de automóveis também está associada ao aumento do ruído. ➢ Faltade espaços públicos, em especial zonas verdes, devido à pressão urbanística; ➢ Produção de um grande volume de resíduos (lixos urbanos).
  • 13. 3.2.3 Problemas de funcionamento O alargamento dos espaços urbanos esuburbanos éfeito, muitas vezes, de forma desordenada, o que pode ter consequências negativas ao nível das infra-estruturas edos transportes. Em locais com elevada concentração populacional, podem escassear as infra-estruturas eos transportes, o que contribuipara diminuir a qualidade de vida das populações. Veja-se, por exemplo, o congestionamento das redes viárias e dos transportes, suportado por todos aqueles que se deslocam diariamente parar trabalhar em Lisboa e no Porto. 3.2.4 Problemas sociais Um dos problemas sociais resulta da grandeheterogeneidade social existente nas zonas urbanas, quepode levar a fenómenos de exclusão social e marginalização geradores de conflitos sociais e/ou de comportamentos desviantes (por exemplo, o aumento da criminalidade). Outros problemas sociais têm a ver com o anonimato das relações sociais que se estabelecem nos espaços urbanos, o que poderá levar ao isolamento social. Comefeito, a dimensão e a densidade populacional das cidades dá origema que os seus habitantes não possam estabelecer relações interpessoais coma maior parte dos que os rodeiam. Quer isto dizer que as suas relações interpessoais sãosegmentadas porqueos habitantes das cidades: ➢ Estabelecem, de forma permanente, contactos diferenciados com grupos distantes no âmbito das funções que desempenham. ➢ Contactam quotidianamente, de forma efémerae anónima, com pessoas quese cruzamou a quem se dirigem por motivos específicos. Deste modo, nas cidades as relações interpessoais que se estabelecem têm por base a função desempenhada, isto é, os outros conhecem-nos como atores que desempenham uma única função – aluno, amigo, etc.
  • 14. 4. Grupos sociaisvulneráveis Nas cidades, apesar de as classes médias se terem consolidado, os rendimentos são muito desiguais, pois encontramos, a par dos trabalhadores não especializados e não qualificados, recebendo remunerações baixas e com empregos precários na construção civil, em serviços delimpeza ou na distribuição de publicidade. Muitas vezes, estes trabalhadores estão mesmo integrados no sector informal. A cada uma destas ocupações está associada uma posição social, diferenciada pelo nível de rendimentos e pela profissão a que corresponde. Quer isto dizer que a sociedade urbana é uma sociedade hierarquizadasocialmente, pois existem posições sociais diferentes. Actualmente, nas zonas urbanas verifica-seuma tendência gradual para o aumento da sua heterogeneidade, bem como para o agravamento das desigualdades sociais nelas existentes. Na basedestas transformações estão nomeadamente: ➢ As novas correntes migratórias, quecontinuama afluir às grandes cidades, nalguns casos, provenientes de países mais pobres, com culturas diferentes; ➢ O aumentodo peso da população idosa, muitas vezes a viver só e em situação precária; ➢ O aumentodos desempregados de longaduração, dos trabalhadores precários ou da economia informal; ➢ As novas formas de vida familiar – pessoas a viverem sós, famílias com um único adulto, famílias recompostas, etc. Estas exclusões sociais estendem-seaos próprios territórios, na medida em que a própria valorizaçãodo espaçoé selectiva –valorização de umas áreas e desvalorização de outras. Quer isto dizer que se desenvolvemprioritariamente as zonas privilegiadas e sedesvalorizam outras zonas, ondemaioritariamente habitam os segmentos da população mais excluídos socialmente.