O documento aborda a regeneração como a transformação essencial do coração que um verdadeiro cristão experimenta ao nascer de novo, um conceito central nas escrituras. Ryle discute a importância de entender essa mudança radical, que distingue entre cristãos genuínos e aqueles que apenas se autodenominam cristãos. Ele enfatiza que a regeneração é um ato divino que não pode ser alcançado por esforço humano e é fundamental para a crença e prática cristã.