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TIC | IMAGEM DIGITAL
O ser humano desde sempre valorizou a imagem
como elemento fundamental de comunicação
Nos finais do século passado, com o aparecimento de novas
tecnologias informáticas e a sua aplicação na área da imagem,
atingiu-se uma nova era da criação,
captura e manipulação da imagem: a era digital

AUTORES: LUCIANA ALMEIDA E SÉRGIO CARDOSO
IMAGEM DIGITAL

NOÇÃO DE IMAGEM DIGITAL
IMAGEM DIGITAL
é uma quantidade de informação codificada, ou seja, armazenada e organizada segundo um
determinado código - o código binário (sistema de numeração posicional).
0 (zero) ou 1 (um), ou verdadeiro ou falso.

Bit (dígito binário) é a menor unidade de medida de transmissão de dados usada na informática.
Um bit tem um único valor, 0 (zero) ou 1 (um), verdadeiro ou falso.

AUTORES: LUCIANA ALMEIDA E SÉRGIO CARDOSO
IMAGEM DIGITAL

NOÇÃO DE IMAGEM DIGITAL
TIPOS DE IMAGEM DIGITAL
IMAGENS FIXAS

IMAGENS
DO TIPO VECTORIAL
São construídas através de
fórmulas matemáticas aplicadas a
linhas.
Imagens com resolução flexível.
Pode-se ampliar ou reduzir a
imagem que não existe perda de
qualidade (são recalculados
matematicamente).

IMAGENS DO TIPO MAPA
DE BITS OU MATRICIAL
As imagens são constituídas por
uma grelha de pequenos quadrados
chamados pixéis.

IMAGENS EM MOVIMENTO

Cinema
Video
TV
Cinema de animação
Etc….

São imagens com resolução fixa.
Qualquer tipo de alteração ao seu
tamanho, seja uma ampliação ou
uma redução, distorce-a.
Ideal para a reprodução de imagens
fotográficas.

Não permitem a reprodução de
imagens fotográficas.

AUTORES: LUCIANA ALMEIDA E SÉRGIO CARDOSO
IMAGEM DIGITAL

NOÇÃO DE IMAGEM DIGITAL
PROGRAMAS BITMAP VS PROGRAMAS VECTORIAIS

Programas vectoriais

Programas Bitmap

Illustrator

Photoshop

CorelDraw
Freehand

Paint
Paint Shop Pro
GIMP

VANTAGENS
• A qualidade da imagem não depende da
resolução
• Ficheiros de menor dimensão

VANTAGENS
• Qualquer imagem pode ser guardada em bitmap
• Recursos de fácil manipulação e tratamento
• Produzem imagens realistas

DESVANTAGENS
• Tempo de processamento
• Não permitem a reprodução de imagens
fotográficas

DESVANTAGENS
• Não é fácil alterar partes da imagem
• As imagens bitmap de alta resolução geram
ficheiros de tamanho muito grande

AUTORES: LUCIANA ALMEIDA E SÉRGIO CARDOSO
IMAGEM DIGITAL

CAPTURA DE IMAGEM DIGITAL – O EQUIPAMENTO
Existem vários equipamentos de captação de imagens:
Scanners: plano e tambor
Câmaras fotografias
Scanner plano

Opaco ou transparente

Imagens
produzidas

Imagens
naturais

Máquina
fotográfica

AUTORES: LUCIANA ALMEIDA E SÉRGIO CARDOSO
IMAGEM DIGITAL

QUALIDADE DA IMAGEM DIGITAL
À nossa volta existem diversas imagens com diversos tamanhos e qualidades.

A qualidade de uma imagem digital baseia-se em pequenos elementos de cor e brilho
que a constituem - esses elementos chamam-se píxeis (picture elements)
Píxel é o menor elemento num dispositivo de exibição digital (como por exemplo um monitor), ao
qual é possível atribuir-se uma cor e brilho.
Matriz é uma malha, onde cada ponto ou célula é um píxel, com um valor associado.

AUTORES: LUCIANA ALMEIDA E SÉRGIO CARDOSO
IMAGEM DIGITAL

QUALIDADE | RESOLUÇÃO DA IMAGEM DIGITAL
RESOLUÇÃO DA IMAGEM DIGITAL

A resolução de uma imagem é definida
pela quantidade de informação que a imagem contém por
unidade de comprimento,
isto é, o número de píxeis por polegada - ppi (pixels per inch)
ou pelas dimensões da mesma (comprimento x largura)
A resolução de uma impressora ou scanner é definida
pelo número de pontos por
polegada - dpi (dots per inch),
e não pelo número de píxeis, por polegada.

NOTA: Ver quadro final relativamente à qualidade das imagens para ecrã ou impressão
AUTORES: LUCIANA ALMEIDA E SÉRGIO CARDOSO
IMAGEM DIGITAL

QUALIDADE DA IMAGEM DIGITAL
RESOLUÇÃO DA PLACA GRÁFICA NA LEITURA E TRATAMENTO DA IMAGEM DIGITAL

Cada píxel é guardado em memória por um certo número de bits, a profundidade do píxel,
que varia de acordo com o número de cores e de tons cinza.
Todas as placas gráficas, de acordo com o seu padrão de profundidade do píxel, pode limitar
a visualização da qualidade da imagem. Hoje em dia as placas mais comuns no mercado são
de 32 e 64 Bits.

Profundidade
do píxel (Nº de bits) Nº de cores produzidas

Modelo de cores

1

21 = 2

8

28 = 256

16

216 = 65536

Cores de 16 bits

32

232 = 4294967296

Cores de 32 bits

Preto e branco
Escala de cinzas ou cores de 8 bits

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IMAGEM DIGITAL

MODELO DE COR
A cor de um objecto é um efeito visual causado por um espectro de luz emitida,
absorvida ou reflectida sobre esse mesmo objecto.
Podemos assim dizer que a cor é um fenómeno de luz

Quando falamos da cor, temos de distinguir se falamos da cor enquanto luz ou da cor enquanto
tintas (pigmentos). É que o fenómeno da luz é diferente do fenómeno do pigmento.
Na luz, quanto mais cores juntares (mistura aditiva), mais branca se torna a cor final. Um bom
exemplo é o ecrã de computador que emite luz.
Nas tintas, quanto mais cores misturares (mistura subtractiva) mais escuro irá ficar o resultado
final.

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IMAGEM DIGITAL

MODELO DE COR
Associadas à cor existem duas perspectivas:
O lado do emissor (de onde surge a cor);
O lado do receptor (onde a cor é percebida).
Do lado do emissor a cor pode surgir:
através de radiação luminosa (produzida directamente por
um objecto, por exemplo, um candeeiro).
através da reflexão ou absorção luminosa (por exemplo,
num teclado de computador).
Quanto ao receptor:
O olho humano apercebe-se essencialmente de três
componentes: a cor propriamente dita, a saturação
(quantidade de cinzento existente na cor) e a sua
intensidade (valor de luz existente).

AUTORES: LUCIANA ALMEIDA E SÉRGIO CARDOSO
IMAGEM DIGITAL

MODELO DE COR
MODELOS DE REPRESENTAÇÃO DA COR

Existem vários modelos para a representação de cor, que se pode escolher em função da
imagem que se está a elaborar.

Modelo RGB (Sistema de cores aditivo)
Modelo aditivo nas cores primárias: Red (vermelho), Green (verde)
e Blue (azul).
Combinadas em quantidades iguais formam o branco, mas
combinadas em proporções diferentes obtém-se uma grande
variedade de cores.
Este modelo é utilizado sempre que a luz é projectada para formar
cores, como nos ecrãs, onde cada píxel é composto por um grupo
de três pontos, cada um com uma cor – vermelha, verde e azul.

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IMAGEM DIGITAL

MODELO DE COR
MODELOS DE REPRESENTAÇÃO DA COR

Modelo CMY (Sistema de cores subtractivo)
Modelo em que a composição da cor é semelhante à do modelo
RGB, porém utiliza as cores complementares – cyan, magenta e
yellow.
As cores complementares actuam na luz incidente, subtraindo
desta as componentes RGB e criando cores equivalentes às
produzidas por dispositivos emissores de luz.
Este modelo é normalmente utilizado para definir as cores nos
dispositivos de impressão.

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IMAGEM DIGITAL

MODELO DE COR
MODELOS DE REPRESENTAÇÃO DA COR

Modelo CMYK (Sistema de cores subtractivo)
baseia-se no facto de, num papel, a tinta utilizada absorver
ou reflectir a luz, resultando aos nossos olhos numa
determinada cor.
Modelo que se baseia nas propriedades absorventes de luz
das tintas aplicadas em papel e que combina cyan, magenta,
yellow (amarelo) e black (preto).
Este é o sistema utilizado na grande maioria das impressões.

AUTORES: LUCIANA ALMEIDA E SÉRGIO CARDOSO
IMAGEM DIGITAL

MODELO DE COR
MODELOS DE REPRESENTAÇÃO DA COR

Modelo HSB (Sistema de cores subtractivo)
Este modelo baseia-se na percepção humana da cor e é
definido por três valores: Hue (matiz ou cor), Saturation
(saturação) e Brightness (brilho).
Hue é o matiz ou a denominação da própria cor.
Pode variar entre o vermelho, passando pelo laranja,
amarelo, verde, azul, púrpura e novamente o vermelho.
Saturation (saturação) determina a vivacidade da cor.
Varia de 0% a 100%, em que 0% indica inexistência de
cor – branca – e o 100%, que indica cor normal – ou
muito viva.
Brightness (brilho) fornece o brilho da cor.
O seu valor varia de 0% – cor muito escura ou preta – a
100% – cor normal.

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IMAGEM DIGITAL

FORMATOS DE FICHEIROS

COMPRESSÃO
As técnicas de compressão de ficheiros permitem reduzir o espaço de armazenamento das
mesmas
Tipos de compressão:
Compressão sem perdas – os dados da imagem são preservados integralmente
Compressão com perdas – leva à perda de alguma informação da imagem

Principais formatos de imagens
Compressão
sem perdas
X

Compressão
com perdas

Portable Document Format

X

X

TIFF

Tagged Image File Format

X

X

BMP

BitMap

X

GIF

Graphics Interchange Format

X

JPG

Joint Photographic Experts Group

X

PCX

Pc Paintbrush

X

PNG

Portable Network Graphic

Formatos

Nome por extenso

PSD

Nativo do Photoshop

PDF

X

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IMAGEM DIGITAL

FORMATOS DE FICHEIROS
PSD COMPRESSÃO SEM PERDA DE QUALIDADE
Ficheiro próprio do Photoshop. A grande vantagem deste formato é que mantém todas as camadas do
projecto do photoshop, permitindo reeditá-los mais tarde.
TIFF (Tagged Image File Format) COMPRESSÃO COM ou SEM PERDA DE QUALIDADE
Formato muito utilizado pelos artistas gráficos
É maior em tamanho e melhor em qualidade de imagem sendo o formato ideal para o tratamento de
imagem. Utiliza 24 bits de profundidade de cor.
JPEG (Joint Photografic Experts Group) COMPRESSÃO COM PERDA DE QUALIDADE
Formato muito utilizado para compressão de ficheiros, com vários níveis de compressão com perdas.
A compressão baseia-se na eliminação de informações redundantes e pode ser controlada pelo
utilizador. Recomenda-se a sua utilização quando se pretende publicar na Web, imagens que
contenham mais de 256 cores.
PNG (Portable Network Graphics) COMPRESSÃO SEM PERDA DE QUALIDADE
Formato de compressão sem perdas que substitui o formato GIF para a Web, mas não permite
animações de imagens
Suporta uma profundidade de cor até 48 bits.

AUTORES: LUCIANA ALMEIDA E SÉRGIO CARDOSO
IMAGEM DIGITAL

FORMATOS DE FICHEIROS
GIF (Grafics Interchange Format) COMPRESSÃO SEM PERDA DE QUALIDADE
Não suporta mais do 256 cores, originando assim ficheiros de tamanho reduzido.
É muito usado na Web pois permite fundo transparente e animações.
BMP (Bitmap) COMPRESSÃO SEM PERDA DE QUALIDADE
Formato criado pela Microsoft que não inclui nenhum algoritmo de compressão.
Utiliza 24 bits de profundidade de cor.
PCX (Pc Paintbrush) COMPRESSÃO COM PERDA DE QUALIDADE
Formato que utiliza compressão com e sem perdas e é usado pelas aplicações da Zsoft
PDF (Portable Document Format) COMPRESSÃO COM OU SEM PERDA DE QUALIDADE
Formato criado com o Adobe Acrobat.
Usado para converter e comprimir documentos de texto, imagens que se deseja disponibilizar para
leitura.

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IMAGEM DIGITAL

NOTA:
COMO DETERMINAR A QUALIDADE E O TAMANHO DE UMA IMAGEM NO PHOTOSHOP

No menu “Image”,
selecionar “Image size”
Surge a
seguinte janela
Tamanho da
imagem em pixels
Tamanho da
imagem em cm
Qualidade da
imagem em pixels
por polegada

Activar para se
poder alterar as
proporcionalidades

Activar para manter
proporcionalidade

72 ppi para
utilização em ecrã

No mínimo 300 ppi
para impressão

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A Imagem Digital

  • 1. TIC | IMAGEM DIGITAL O ser humano desde sempre valorizou a imagem como elemento fundamental de comunicação Nos finais do século passado, com o aparecimento de novas tecnologias informáticas e a sua aplicação na área da imagem, atingiu-se uma nova era da criação, captura e manipulação da imagem: a era digital AUTORES: LUCIANA ALMEIDA E SÉRGIO CARDOSO
  • 2. IMAGEM DIGITAL NOÇÃO DE IMAGEM DIGITAL IMAGEM DIGITAL é uma quantidade de informação codificada, ou seja, armazenada e organizada segundo um determinado código - o código binário (sistema de numeração posicional). 0 (zero) ou 1 (um), ou verdadeiro ou falso. Bit (dígito binário) é a menor unidade de medida de transmissão de dados usada na informática. Um bit tem um único valor, 0 (zero) ou 1 (um), verdadeiro ou falso. AUTORES: LUCIANA ALMEIDA E SÉRGIO CARDOSO
  • 3. IMAGEM DIGITAL NOÇÃO DE IMAGEM DIGITAL TIPOS DE IMAGEM DIGITAL IMAGENS FIXAS IMAGENS DO TIPO VECTORIAL São construídas através de fórmulas matemáticas aplicadas a linhas. Imagens com resolução flexível. Pode-se ampliar ou reduzir a imagem que não existe perda de qualidade (são recalculados matematicamente). IMAGENS DO TIPO MAPA DE BITS OU MATRICIAL As imagens são constituídas por uma grelha de pequenos quadrados chamados pixéis. IMAGENS EM MOVIMENTO Cinema Video TV Cinema de animação Etc…. São imagens com resolução fixa. Qualquer tipo de alteração ao seu tamanho, seja uma ampliação ou uma redução, distorce-a. Ideal para a reprodução de imagens fotográficas. Não permitem a reprodução de imagens fotográficas. AUTORES: LUCIANA ALMEIDA E SÉRGIO CARDOSO
  • 4. IMAGEM DIGITAL NOÇÃO DE IMAGEM DIGITAL PROGRAMAS BITMAP VS PROGRAMAS VECTORIAIS Programas vectoriais Programas Bitmap Illustrator Photoshop CorelDraw Freehand Paint Paint Shop Pro GIMP VANTAGENS • A qualidade da imagem não depende da resolução • Ficheiros de menor dimensão VANTAGENS • Qualquer imagem pode ser guardada em bitmap • Recursos de fácil manipulação e tratamento • Produzem imagens realistas DESVANTAGENS • Tempo de processamento • Não permitem a reprodução de imagens fotográficas DESVANTAGENS • Não é fácil alterar partes da imagem • As imagens bitmap de alta resolução geram ficheiros de tamanho muito grande AUTORES: LUCIANA ALMEIDA E SÉRGIO CARDOSO
  • 5. IMAGEM DIGITAL CAPTURA DE IMAGEM DIGITAL – O EQUIPAMENTO Existem vários equipamentos de captação de imagens: Scanners: plano e tambor Câmaras fotografias Scanner plano Opaco ou transparente Imagens produzidas Imagens naturais Máquina fotográfica AUTORES: LUCIANA ALMEIDA E SÉRGIO CARDOSO
  • 6. IMAGEM DIGITAL QUALIDADE DA IMAGEM DIGITAL À nossa volta existem diversas imagens com diversos tamanhos e qualidades. A qualidade de uma imagem digital baseia-se em pequenos elementos de cor e brilho que a constituem - esses elementos chamam-se píxeis (picture elements) Píxel é o menor elemento num dispositivo de exibição digital (como por exemplo um monitor), ao qual é possível atribuir-se uma cor e brilho. Matriz é uma malha, onde cada ponto ou célula é um píxel, com um valor associado. AUTORES: LUCIANA ALMEIDA E SÉRGIO CARDOSO
  • 7. IMAGEM DIGITAL QUALIDADE | RESOLUÇÃO DA IMAGEM DIGITAL RESOLUÇÃO DA IMAGEM DIGITAL A resolução de uma imagem é definida pela quantidade de informação que a imagem contém por unidade de comprimento, isto é, o número de píxeis por polegada - ppi (pixels per inch) ou pelas dimensões da mesma (comprimento x largura) A resolução de uma impressora ou scanner é definida pelo número de pontos por polegada - dpi (dots per inch), e não pelo número de píxeis, por polegada. NOTA: Ver quadro final relativamente à qualidade das imagens para ecrã ou impressão AUTORES: LUCIANA ALMEIDA E SÉRGIO CARDOSO
  • 8. IMAGEM DIGITAL QUALIDADE DA IMAGEM DIGITAL RESOLUÇÃO DA PLACA GRÁFICA NA LEITURA E TRATAMENTO DA IMAGEM DIGITAL Cada píxel é guardado em memória por um certo número de bits, a profundidade do píxel, que varia de acordo com o número de cores e de tons cinza. Todas as placas gráficas, de acordo com o seu padrão de profundidade do píxel, pode limitar a visualização da qualidade da imagem. Hoje em dia as placas mais comuns no mercado são de 32 e 64 Bits. Profundidade do píxel (Nº de bits) Nº de cores produzidas Modelo de cores 1 21 = 2 8 28 = 256 16 216 = 65536 Cores de 16 bits 32 232 = 4294967296 Cores de 32 bits Preto e branco Escala de cinzas ou cores de 8 bits AUTORES: LUCIANA ALMEIDA E SÉRGIO CARDOSO
  • 9. IMAGEM DIGITAL MODELO DE COR A cor de um objecto é um efeito visual causado por um espectro de luz emitida, absorvida ou reflectida sobre esse mesmo objecto. Podemos assim dizer que a cor é um fenómeno de luz Quando falamos da cor, temos de distinguir se falamos da cor enquanto luz ou da cor enquanto tintas (pigmentos). É que o fenómeno da luz é diferente do fenómeno do pigmento. Na luz, quanto mais cores juntares (mistura aditiva), mais branca se torna a cor final. Um bom exemplo é o ecrã de computador que emite luz. Nas tintas, quanto mais cores misturares (mistura subtractiva) mais escuro irá ficar o resultado final. AUTORES: LUCIANA ALMEIDA E SÉRGIO CARDOSO
  • 10. IMAGEM DIGITAL MODELO DE COR Associadas à cor existem duas perspectivas: O lado do emissor (de onde surge a cor); O lado do receptor (onde a cor é percebida). Do lado do emissor a cor pode surgir: através de radiação luminosa (produzida directamente por um objecto, por exemplo, um candeeiro). através da reflexão ou absorção luminosa (por exemplo, num teclado de computador). Quanto ao receptor: O olho humano apercebe-se essencialmente de três componentes: a cor propriamente dita, a saturação (quantidade de cinzento existente na cor) e a sua intensidade (valor de luz existente). AUTORES: LUCIANA ALMEIDA E SÉRGIO CARDOSO
  • 11. IMAGEM DIGITAL MODELO DE COR MODELOS DE REPRESENTAÇÃO DA COR Existem vários modelos para a representação de cor, que se pode escolher em função da imagem que se está a elaborar. Modelo RGB (Sistema de cores aditivo) Modelo aditivo nas cores primárias: Red (vermelho), Green (verde) e Blue (azul). Combinadas em quantidades iguais formam o branco, mas combinadas em proporções diferentes obtém-se uma grande variedade de cores. Este modelo é utilizado sempre que a luz é projectada para formar cores, como nos ecrãs, onde cada píxel é composto por um grupo de três pontos, cada um com uma cor – vermelha, verde e azul. AUTORES: LUCIANA ALMEIDA E SÉRGIO CARDOSO
  • 12. IMAGEM DIGITAL MODELO DE COR MODELOS DE REPRESENTAÇÃO DA COR Modelo CMY (Sistema de cores subtractivo) Modelo em que a composição da cor é semelhante à do modelo RGB, porém utiliza as cores complementares – cyan, magenta e yellow. As cores complementares actuam na luz incidente, subtraindo desta as componentes RGB e criando cores equivalentes às produzidas por dispositivos emissores de luz. Este modelo é normalmente utilizado para definir as cores nos dispositivos de impressão. AUTORES: LUCIANA ALMEIDA E SÉRGIO CARDOSO
  • 13. IMAGEM DIGITAL MODELO DE COR MODELOS DE REPRESENTAÇÃO DA COR Modelo CMYK (Sistema de cores subtractivo) baseia-se no facto de, num papel, a tinta utilizada absorver ou reflectir a luz, resultando aos nossos olhos numa determinada cor. Modelo que se baseia nas propriedades absorventes de luz das tintas aplicadas em papel e que combina cyan, magenta, yellow (amarelo) e black (preto). Este é o sistema utilizado na grande maioria das impressões. AUTORES: LUCIANA ALMEIDA E SÉRGIO CARDOSO
  • 14. IMAGEM DIGITAL MODELO DE COR MODELOS DE REPRESENTAÇÃO DA COR Modelo HSB (Sistema de cores subtractivo) Este modelo baseia-se na percepção humana da cor e é definido por três valores: Hue (matiz ou cor), Saturation (saturação) e Brightness (brilho). Hue é o matiz ou a denominação da própria cor. Pode variar entre o vermelho, passando pelo laranja, amarelo, verde, azul, púrpura e novamente o vermelho. Saturation (saturação) determina a vivacidade da cor. Varia de 0% a 100%, em que 0% indica inexistência de cor – branca – e o 100%, que indica cor normal – ou muito viva. Brightness (brilho) fornece o brilho da cor. O seu valor varia de 0% – cor muito escura ou preta – a 100% – cor normal. AUTORES: LUCIANA ALMEIDA E SÉRGIO CARDOSO
  • 15. IMAGEM DIGITAL FORMATOS DE FICHEIROS COMPRESSÃO As técnicas de compressão de ficheiros permitem reduzir o espaço de armazenamento das mesmas Tipos de compressão: Compressão sem perdas – os dados da imagem são preservados integralmente Compressão com perdas – leva à perda de alguma informação da imagem Principais formatos de imagens Compressão sem perdas X Compressão com perdas Portable Document Format X X TIFF Tagged Image File Format X X BMP BitMap X GIF Graphics Interchange Format X JPG Joint Photographic Experts Group X PCX Pc Paintbrush X PNG Portable Network Graphic Formatos Nome por extenso PSD Nativo do Photoshop PDF X AUTORES: LUCIANA ALMEIDA E SÉRGIO CARDOSO
  • 16. IMAGEM DIGITAL FORMATOS DE FICHEIROS PSD COMPRESSÃO SEM PERDA DE QUALIDADE Ficheiro próprio do Photoshop. A grande vantagem deste formato é que mantém todas as camadas do projecto do photoshop, permitindo reeditá-los mais tarde. TIFF (Tagged Image File Format) COMPRESSÃO COM ou SEM PERDA DE QUALIDADE Formato muito utilizado pelos artistas gráficos É maior em tamanho e melhor em qualidade de imagem sendo o formato ideal para o tratamento de imagem. Utiliza 24 bits de profundidade de cor. JPEG (Joint Photografic Experts Group) COMPRESSÃO COM PERDA DE QUALIDADE Formato muito utilizado para compressão de ficheiros, com vários níveis de compressão com perdas. A compressão baseia-se na eliminação de informações redundantes e pode ser controlada pelo utilizador. Recomenda-se a sua utilização quando se pretende publicar na Web, imagens que contenham mais de 256 cores. PNG (Portable Network Graphics) COMPRESSÃO SEM PERDA DE QUALIDADE Formato de compressão sem perdas que substitui o formato GIF para a Web, mas não permite animações de imagens Suporta uma profundidade de cor até 48 bits. AUTORES: LUCIANA ALMEIDA E SÉRGIO CARDOSO
  • 17. IMAGEM DIGITAL FORMATOS DE FICHEIROS GIF (Grafics Interchange Format) COMPRESSÃO SEM PERDA DE QUALIDADE Não suporta mais do 256 cores, originando assim ficheiros de tamanho reduzido. É muito usado na Web pois permite fundo transparente e animações. BMP (Bitmap) COMPRESSÃO SEM PERDA DE QUALIDADE Formato criado pela Microsoft que não inclui nenhum algoritmo de compressão. Utiliza 24 bits de profundidade de cor. PCX (Pc Paintbrush) COMPRESSÃO COM PERDA DE QUALIDADE Formato que utiliza compressão com e sem perdas e é usado pelas aplicações da Zsoft PDF (Portable Document Format) COMPRESSÃO COM OU SEM PERDA DE QUALIDADE Formato criado com o Adobe Acrobat. Usado para converter e comprimir documentos de texto, imagens que se deseja disponibilizar para leitura. AUTORES: LUCIANA ALMEIDA E SÉRGIO CARDOSO
  • 18. IMAGEM DIGITAL NOTA: COMO DETERMINAR A QUALIDADE E O TAMANHO DE UMA IMAGEM NO PHOTOSHOP No menu “Image”, selecionar “Image size” Surge a seguinte janela Tamanho da imagem em pixels Tamanho da imagem em cm Qualidade da imagem em pixels por polegada Activar para se poder alterar as proporcionalidades Activar para manter proporcionalidade 72 ppi para utilização em ecrã No mínimo 300 ppi para impressão AUTORES: LUCIANA ALMEIDA E SÉRGIO CARDOSO