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Pedro Domacena
A HISTÓRIA DO PETRÓLEO E A POLÍTICA MUNDIAL




      Desde o século XVI, o principal motivo das expansões marítimas e das
atividades econômicas europeias, como é sabido, foi à busca do ouro. Reis,
navegantes, soldados e mercadores de Portugal, da Espanha, da Holanda e da
Inglaterra, cada um por si, lançaram-se na localização e exploração do precioso
mineral em qualquer parte do mundo. Entretanto, a partir do século XIX, um outro
tipo de ouro vai atiçar a cobiça humana. Visitando a Pensilvânia em 1859, George
Bissel encontrou um lençol de petróleo dando então a largada. Na grande corrida
universal atrás do valioso ouro negro, combustível que tornou-se a fonte energética
da    modernidade.[1]
      Os períodos mais quentes na história do petróleo estão intimamente ligados à
criação do Estado de Israel e aos atritos entre o Mundo Ocidental e o Mundo Árabe.
O petróleo afirmou-se não só como uma fonte de energia essencial para o mundo,
mas também como uma forte arma geo-estratégica.
      A história do petróleo inicia-se a meio do século XIX, com o invento da
primeira perfuradora de rochas em 1849. Dois anos mais tarde é criada a primeira
companhia petrolífera, Pennsylvania Rock Oil.
      A primeira combustão a gasolina só foi inventada em 1870 e, a primeira
bomba de gasolina só surgiu 15 anos depois. O surgimento do petróleo e
particularmente da gasolina, foi acompanhado pelo nascer dos primeiros automóveis
pela mão de Karl Benz na Alemanha e Henry Ford nos Estados Unidos. Na década
de 50 é descoberto o método de destilação do petróleo em gasolina e outros
derivados e é realizada a primeira perfuração de petróleo em níveis comerciais.
      Na década de 60 o petróleo foi pela primeira vez exportado para a Europa,
assistindo-se o surgimento do primeiro petroleiro e do primeiro pipeline.
O setor energético conhecia uma fase de grande desenvolvimento que, o petróleo
criou condições para inovações tecnológicas que marcaram o mundo até aos dias
de hoje.
      No início do século XX, o mercado petrolífero começou a crescer. Surgiram as
primeiras perfurações no mar e foi descoberto petróleo em grande quantidade nas
arábias, um fato determinante na evolução do preço do petróleo e da vida política
mundial nas décadas seguintes. Inicialmente no Irã, mais tarde, em 1927, no Iraque
e, em 1938 na Arábia Saudita. [2]




                                     ANTIGUIDADE
      Registros históricos da utilização do petróleo remontam a 4000 a.C. devido a
exsudações    e    afloramentos     frequentes    no Oriente      Médio.   Os   povos    da
Mesopotâmia, do       Egito, da      Pérsia e da Judeiajá, utilizavam o betume para
pavimentação de estradas, calafetação de grandes construções, aquecimento e
iluminação de casas, bem como lubrificantes e até laxativo. Os chineses já
perfuravam poços, usando hastes de bambu, no mínimo em 347 a.C.
      Amiano Marcelino, historiador do período final do Império Romano, menciona
o óleo da Media, usado em flechas incendiárias, e que não era apagado com água,
apenas com areia; um outro óleo, mais viscoso, era produzido na Pérsia, e chamado
na língua persa de nafta.
      No início da era cristã, os árabes davam ao petróleo fins bélicos e de
iluminação. O petróleo de Baku, no Azerbaijão, já era produzido em escala
comercial, para os padrões da época, quando Marco Polo viajou pelo norte da
Pérsia, em 1271.




                     ORIGENS DA INDÚSTRIA PETROLÍFERA




      A   moderna     indústria     petrolífera   data       de   meados   do século    XIX.
Em 1850, James Young, na Escócia, descobriu que o petróleo podia ser extraído
do carvão e xisto betuminoso, e criou processos de refinação. O primeiro poço
moderno foi perfurado em Bibiheybət (Bibi-Heybat), próximo a Baku, no Azerbaijão,
no ano de 1846. O Azerbaijão foi o maior produtor de petróleo no século XIX e no
final do século XIX sua produção era de mais da metade da produção mundial. O
primeiro poço comercial da Romênia foi perfurado em 1857. O primeiro poço
nas Américas foi perfurado no Canadá, em 1858. Em agosto de 1859 o norte-
americano Edwin     Laurentine      Drake perfurou       o    primeiro   poço   nos Estados
Unidos para a procura do petróleo (a uma profundidade de 21 metros), no estado
da Pensilvânia. O poço revelou-se produtor e a data passou a ser considerada,
pelos norte-americanos, a do nascimento da moderna indústria petrolífera. A
produção de óleo cru nos Estados Unidos, de dois mil barris em 1859, aumentou
para aproximadamente três milhões em 1863, e para dez milhões de barris em 1874.
[3]


      A crise do petróleo aconteceu em cinco fases, todas depois da Segunda
Guerra Mundial provocada pelo embargo dos países membros da Organização dos
Países     Exportadores     de    Petróleo (OPEP)         e Golfo    Pérsico de    distribuição
de petróleo para os Estados Unidos e países da Europa.
      A região petrolífera do Golfo Pérsico foi descoberta em 1908 no Irã, a partir
daí, toda a região começou a ser visada estrategicamente e explorada. Em 1960, na
cidade   de     Bagdá,     os    cinco     principais   produtores     de   petróleo    (Arábia
Saudita, Irã, Iraque, Kuwait e Venezuela)         fundaram     a Organização      dos   Países
Exportadores de Petróleo. A criação da OPEP foi uma forma de reivindicar perante
uma política de achatamento de preços praticada pelo cartel das grandes empresas
petroleiras ocidentais – as chamadas "sete irmãs" (Standard Oil, Royal Dutch
Shell, Mobil, Gulf, BP e Standard Oil da Califórnia).
      Os três objetivos da OPEP, definidos pela organização na conferência
de Caracas em 1961, eram: aumentar a receita dos países-membros, a fim de
promover o desenvolvimento; assegurar um aumento gradativo do controle sobre a
produção de petróleo, ocupando o espaço das multinacionais; e unificar as políticas
de produção. A OPEP aumentou os royalties pagos pelas transnacionais, alterando
a base de cálculo, e as onerou com um imposto.
      A crise do petróleo foi desencadeada num contexto de déficit de oferta, com o
início do processo de nacionalizações e de uma série de conflitos envolvendo os
produtores árabes da OPEP, como a guerra dos Seis Dias (1967), a guerra do Yom
Kippur (1973), a revolução islâmica no Irã (1979) e a guerra Irã-Iraque (a partir de
1980). Os preços do barril de petróleo atingiram valores altíssimos, chegando a
aumentar      até   400%    em     cinco     meses      (17   de    outubro de 1973 – 18    de
março de 1974), o que provocou prolongada recessão nos Estados Unidos e
na Europa e desestabilizou a economia mundial.
FASES DA CRISE




        A primeira   fase ocorreu   em 1956   depois   que   o presidente do Egito na
época Gamal Nasser nacionalizou o Canal de Suez até então propriedade de uma
empresa Anglo-Francesa. O canal é uma importante passagem para exportação de
produtos da região para países ocidentais, pelo que em virtude dessa crise, o
abastecimento foi interrompido, com o bloqueio do Canal, levando a um aumento
súbito do preço do petróleo.
        A segunda fase aconteceu em 1973 em protesto pelo apoio prestado pelos
Estados Unidos a Israel durante a Guerra do Yom Kippur, tendo os países árabes
organizados na OPEP aumentado o preço do petróleo em mais de 300%.
        A terceira fase ocorreu durante a crise política no Irã apartir de 1979 e, a
consequente deposição de Xá Reza Pahlevi o que desorganizou todo o setor de
produção no Irã, onde os preços aumentaram em mais de 1000%. Na sequência da
Revolução iraniana, travou-se a Guerra Irã-Iraque, na qual foram mortos mais de um
milhão de soldados de ambos os países, tendo o preço disparado em face da súbita
diminuição da produção de dois dos principais produtores mundiais.
        A quarta fase foi a Guerra do Golfo em 1991, depois que o Iraque governado
por Saddam Hussein ter invadido o país vizinho Kuwait, um dos maiores produtores
de petróleo do mundo. Com a invasão das forças militares dos EUA e dos países
aliados, os iraquianos foram expulsos do Kuwait. Contudo incendiaram alguns poços
de petróleo do emirado provocando uma crise econômica e ecológica.
        A quinta fase deu-se no ano de 2008 quando os preços subiram mais de
100% entre Janeiro e Julho, em virtude de movimentos especulativos em nível
global. [4]
Guerra Irã – Iraque (1980-1988)                                                                     [13]
                                  Operação Iraque Livre (2003)             Guerra do Golfo (1991)




          O Cartel das Sete Irmãs era formado pelas seguintes companhias:
1 - Royal Dutch Shell. Atualmente chamada simplesmente de Shell.
2 - Anglo-Persian Oil Company (APOC). Mais tarde, British Petroleum Amoco, ou BP
Amoco. Atualmente é conhecida pelas iniciais BP.
3 - Standard Oil of New Jersey (Esso). Exxon, que se fundiu com a Mobil,
atualmente, ExxonMobil.
4 - Standard Oil of New York (Socony). Mais tarde, Mobil, que fundiu-se com a
Exxon, formando a ExxonMobil.
5     -    Texaco.       Posteriormente         fundiu-se        com   a   Chevron,       formando
a ChevronTexaco de 2001 até 2005, quando o nome da companhia voltou a ser
apenas Texaco.
6 - Standard Oil of California (Socal). Porteriormente formou a Chevron, que
incoporou a Gulf Oil e porteriormente se fundiu com a Texaco.
7 - Gulf Oil. Absorvida pela Chevron, posteriormente ChevronTexaco.


          Após,     as    “Sete     irmãs” tornaram-se           apenas    quatro:     ExxonMobil,
ChevronTexaco, Shell e BP.
          As sete maiores companhias petrolíferas do mundo na atualidade são
empresas nacionais estatais ou semi-estatais, que competem entre si e com as
demais companhias petrolíferas. As Novas “Sete Irmãs”, apontadas por executivos
do setor consultados pelo jornal Financial Times , são:
1) Aramco, Arábia Saudita;
2) Gazprom, Rússia;
3) CNPC, China;
4) NIOC, Irã;
5) PDVSA, Venezuela;
6) Petrobras, Brasil; e
7) Petronas, Malásia.


         Segundo eles: ”Esmagadoramente estatais, elas controlam quase um terço da
produção mundial de petróleo e gás e mais de um terço das reservas totais de
petróleo e gás. Em contraste, as velhas sete irmãs – que encolheram para quatro na
consolidação da indústria ocorrida na década de 1990 – controlam apenas 3% das
reservas.”
         “A razão pela qual as sete irmãs originais eram tão importantes era que elas
eram as fazedoras de regras; elas controlavam a indústria e os mercados. Agora,
essas novas sete irmãs são as fazedoras de regras e as companhias petrolíferas
internacionais são as seguidoras das regras”, diz o presidente da consultora PFC
Energy, Robin West.
         Segundo a Agência Internacional de Energia (AIE), nos próximos 40 anos,
90% da oferta de hidrocarbonetos virá de países em desenvolvimento, o que
representa uma grande mudança em relação às últimas três décadas, quando 40%
                                                                [5]
da produção vinha de países industrializados.


O Peso do Cartel das Sete Irmãs no Mercado Internacional do Petróleo (%)
                                                             1950         1957       1970      1980
         Cartel das sete irmãs                               98,2         89,0       68,9      30,0
         Outras companhias internacionais                    1,8          11,0       31,1      70,0         [6]




                   [13]
                                          Exploração de poços de petróleo nos dias      Explosão de uma base de refinaria no
                                          de hoje                                       Kuwait, efeito do ataque inimigo na guerra.


Exploração de poços de petróleo em 1859
O petróleo no Brasil
nos Estados Unidos


         No Brasil, a primeira sondagem foi realizada no município de Bofete no
estado de São Paulo, entre 1892 e 1896, por iniciativa Eugênio Ferreira de
Camargo, responsável pela primeira perfuração, até à profundidade de 488 metros,
que teve como resultado apenas água sulfurosa.
Em 1932 foi instalada a primeira refinaria de petróleo do país, a Refinaria Rio-
grandense de Petróleo, em Uruguaiana, a qual utilizava petróleo importado do Chile,
entre outros países.
      Foi somente no ano de 1939 que foi descoberto óleo em Lobato (Salvador),
no estado da Bahia.
      Desde 1930 o tema do petróleo foi amplamente discutido no Brasil, polarizado
entre os que defendiam o monopólio da União e os que defendiam a participação da
iniciativa privada na exploração petrolífera. Entretanto, naquele período, o país ainda
dependia das empresas privadas multinancionais para todas as etapas da
exploração petrolífera, desde a extração, refino até a distribuição de combustíveis.
Mossoró, segunda maior cidade do estado do Rio Grande do Norte, é maior produtor
de petróleo em terra do Brasil.
      Após a Segunda Guerra Mundial iniciou-se no país um grande movimento em
prol da nacionalização da produção petrolífera. Naquela época o Brasil era um
grande importador de petróleo e as reservas brasileiras eram pequenas, quase
insignificantes. Mesmo assim diversos movimentos sociais e setores organizados da
sociedade civil mobilizaram a campanha"O petróleo é nosso!", que resultou na
criação da Petrobrás em 1953, no segundo Governo de Getúlio Vargas. A Lei
2.004 de 3 de outubro de 1953 também garantia ao Estado o monopólio da extração
de petróleo do subsolo, que foi incorporado como artigo da Constituição de
1967 (Carta Política de 1967) através da Emenda nº 1, de 1969. O monopólio da
União foi eliminado em 1995, com a EC 9/1995 que modificou o Art. 177
da Constituição Federal.
      Após a crise petrolífera de 1973, a Petrobrás modificou sua estratégia de
exploração petrolífera, que até então priorizava parcerias internacionais e a
exploração de campos mais rentáveis no exterior. Entretanto, naquela época
o Brasil importava 90% do petróleo que consumia e o novo patamar de preços
tornou mais interessante explorar petróleo nas áreas de maior custo do país, e a
Petrobrás passou a procurar petróleo em alto mar. Em 1974 a Petrobrás descobre
indícios de petróleo na Bacia de Campos, confirmados com a perfuração do primeiro
poço em 1976. Desde então esta região da Bacia de Campos tornou-se a principal
região petrolífera do país, chegando a responder por mais de 2/3 do consumo
nacional até o início dos anos 90, e ultrapassando 90% da produção petrolífera
nacional nos anos 2000.
Em 2007 a Petrobrás anunciou a descoberta de petróleo na camada
denominada Pré-sal, que posteriormente verificou-se ser um grande campo
petrolífero, estendendo-se ao longo de 800 km na costa brasileira, do estado do
Espírito Santo ao de Santa Catarina, abaixo de espessa camada de sal (rocha
salina) e englobando as bacias sedimentares do Espírito Santo, de Campos e de
Santos. O primeiro óleo do pré-sal foi extraído em 2008. [7]




            EXPLORAÇÃO DE PETRÓLEO EM ÁGUAS PROFUNDAS




      A Petrobras é referência internacional na exploração de petróleo em águas
profundas, para a qual desenvolveu tecnologia própria, pioneira no mundo, sendo a
líder mundial deste setor. O seu projeto Roncador recebeu, em março de 2001,
o "Distinguished Achievement Award - OTC'2001", tornando-se uma referência
tecnológica para o mundo do petróleo e confirmando a liderança da Petrobras em
águas profundas. A Petrobras bateu sucessivos recordes de profundidade por
lâmina de água em extração de petróleo:
174 m em 1977 no campo Enchova EN-1 RJS,
189 m em 1979 no campo Bonito RJS-36,
293 m em 1983 no campo Piraúna RJS-232,
383 m em 1985 no campo Marimbá RJS-284,
492 m em 1988 no campo Marimbá RJS-3760,
781 m em 1992 no campo Marlim MRL-9,
1027 m em 1994 no campo Marlim MRL-4,
1709 m em 1997 no campo Marlim MLS-3,
1853 m em 1999 no campo Roncador RJS-436,
1877 m em 2000 no campo Roncador RO-8 e
1886 m em 2003 no campo Roncador RO-21. [12]
Plataforma de exploração de petróleo da Petrobras




                                                       Infográfico explicando o pré-sal


Plataforma de exploração de petróleo da Petrobras.
Na Baia Guanabara vista do Google Earth
-22.879341°, -43.148726°




Plataforma de exploração de petróleo         Plataforma P-51                     Acidente da plataforma P-36   Casco da Plataforma P-55
da Petrobras. Na Baia Guanabara




 Casco da Plataforma P-55                      Inauguração da plataforma P-52        Plataforma P-50                Plataforma P-50
DADOS DO PETRÓLEO




       Calcula-se que existam 1 trilhão de barris (1 barril = 159 litros) de petróleo nos
subsolos do mundo. Até 1990 já haviam sido extraído 43,4% deles. A produção
mundial anual atinge a 24 bilhões de barris. Deste total consome-se 23 bilhões e l
bilhão vai para os depósitos.(os EUA produzem 13%, a Europa Ocidental 6%, o
Golfo Pérsico 27% , os outros 19%). As reservas existentes no mundo inteiro são
calculadas em 137 bilhões de tons.(67% delas encontram-se no Oriente Médio)
Principais consumidores de petróleo: os EUA consomem 33 barris/per capita/ano; a
Europa 22, a Coréia do Sul 16; o Brasil 4; e a Índia e a China mesmo de um
barril/per capita/ano. [8]




                               Principais Países produtores de petróleo




     Emirados        Brasil     Milhões de barris/dia
                     5,10%            Nigéria
   Arabes Unidos                                Arabia Saudita            Arábia Saudita           10,521
                                      4,61%
       5,27%                                       19,73%                 Rússia                   10,146
                                                                          USA                      09,688
    México                                                                China                    04,273
    5,59%                                                                 Irã                      04,252
             Canadá                                              Rússia
              6,53%                                              19,02%   Canadá                   03,484
                                                                          México                   02,983
                                                                          Emirados Árabes Unidos   02,813
                                                                          Brasil                   02,719
                     Irã                                                  Nigéria                  02,458
                   7,97%                          USA
                              China
                              8,01%              18,16%

       [9]
MAIORES EXPORTADORES DE PETRÓLEO




                                               Milhões de barris/dia
  Angola 6,08%            Argélia     Iraque
                          5,72%       5,71%          Arabia Saudita      Arábia Saudita           7,322
        Nigéria                                         23,69%           Rússia                   7,194
        6,27%                                                                                     2,486
                                                                         Irã
                                                                         Emirados Árabes Unidos   2,303
         Kuwait
                                                                         Noruega                  2,132
         6,87%
                                                                         Kuwait                   2,124
         Noruéga                                                         Nigéria                  1,939
                                                             Rússia
          6,90%                                                          Angola                   1,878
                                                             23,27%
                                                                         Argélia                  1,767
               Emirados                                                  Iraque                   1,764
             Arabes Unidos                           Irã
                 7,45%                             8,04%

       [9]




                          MAIORES CONSUMIDORES DE PETRÓLEO



                 Coréia do Sul
   Alemanha         5,29%                    Milhões de barris/dia
     5,38%                          México
                                    4,95%               USA
    Brasil                                             24,32%            USA                      19,180
    6,11%                                                                China                    09,329
                                                                         Japão                    04,452
                                                                         Índia                    03,116
                                                                         Rússia                   03,038
                                                                 China   Arábia Saudita           02,650
Arabia Saudita                                                                                    02,560
                                                                22,28%   Brasil
    6,33%
                                                                         Alemanha                 02,495
                                                                         Coréia do Sul            02,251
         Rússia                                                          México                   02,216
         7,26%          Índia                       Japão
                        7,44%                       10,63%
       [9]
MAIORES IMPORTADORES DE PETRÓLEO




                Espanha             Milhões de barris/dia
                 4,64%                  Itália         USA
Reino Unido                             4,45%         31,02%                 USA                      9,631
   5,11%                                                                     China                    4,328
                                                                             Japão                    4,235
         França
         5,63%                                                               Alemanha                 2,323
                                                                             Índia                    2,233
                                                                             Coréia do Sul            2,139
                                                                     China   França                   1,749
                                                                    13,94%   Reino Unido              1,588
   Coréia do Sul                                                             Espanha                  1,439
      6,89%                                                                  Itália                   1,381
          Índia
          7,19%     Alemanha                          Japão
                      7,48%                           13,64%
          [9]




                                    MAIORES RESERVAS DE PETRÓLEO




                                          Bilhões de barris
   Rússia 5,28%             Líbia      Nigéria
                           3,84%       3,19%       Arabia Saudita            Arábia Saudita           266,71
  Emirados                                            23,46%                 Canadá                   178,09
Arabes Unidos                                                                Irã                      136,15
    8,60%                                                                    Iraque                   115,00
                                                                             Kuwait                   104,00
Venezuela                                                                    Venezuela                099,38
  8,74%                                                                      Emirados Árabes Unidos   097,80
                                                                             Rússia                   060,00
                                                                             Líbia                    043,66
Kuwait                                                                       Nigéria                  036,22
9,15%                                                          Canadá
                                                               15,66%
                  Iraque                            Irã
                  10,11%                          11,97%

          [9]
Distribuição de combustíveis no Brasil                   Logística do petróleo no Brasil

      Distribuição de combustíveis no
  OUTROS
                 Brasil (%)
                                        BR
   24%
                                       25%
 AGIP +
  WAL
  4%

ESSO
 8%                                    IPIRANGA
                                          19%
 TEXACO
   9%                SHELL
                      11%                         [10]
                                                                                              [10]




                          BASES DE DISTRIBUIÇÃO NO BRASIL




              Bases de distribuição(%)
                       Sul     Norte
                     17,39%   14,29%
                                          Nordeste                             Norte                 046
                                           14,60%                              Nordeste              047
                                                                               Centro-Oeste          042
                Sudeste                   Centro-                              Sudeste               131
                40,68%                     Oeste                               Sul                   056
                                          13,04%




             [10]
[11]
  Infográfico de prospecção do petróleo no mundo. Os avanços tecnológicos para se chegar a exploração.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:



[1]
       http://cafehistoria.ning.com/profiles/blogs/1980410:BlogPost:49720
[2]
       http://www.clubeinvest.com/bolsa/show_futures_technical_analysis.php?id=148
[3]
       http://wiki.advfn.com/pt/Hist%C3%B3ria_da_ind%C3%BAstria_petrol%C3%ADfera
[4]
       http://pt.wikipedia.org/wiki/Crise_do_petr%C3%B3leo
[5]
       http://petrogasnews.wordpress.com/2011/06/09/as-7-irmas-do-petroleo/
[6]
       http://www.ppe.ufrj.br/ppe/production/tesis/souzafr.pdf
[7]
       http://wiki.advfn.com/pt/Hist%C3%B3ria_da_ind%C3%BAstria_petrol%C3%ADfera
[8]
       http://cafehistoria.ning.com/profiles/blogs/1980410:BlogPost:49720
[9]
       http://wiki.advfn.com/pt/Hist%C3%B3ria_da_ind%C3%BAstria_petrol%C3%ADfera
[10]
       http://www.maxwell.lambda.ele.puc-rio.br/8177/8177_5.PDF
[11]
       http://cafehistoria.ning.com/profiles/blogs/1980410:BlogPost:49720
[12]
       http://pt.wikipedia.org/wiki/Petrobras
[13]
       https://www.google.com.br/search?
A história do petróleo e a política mundial

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A história do petróleo e a política mundial

  • 2. A HISTÓRIA DO PETRÓLEO E A POLÍTICA MUNDIAL Desde o século XVI, o principal motivo das expansões marítimas e das atividades econômicas europeias, como é sabido, foi à busca do ouro. Reis, navegantes, soldados e mercadores de Portugal, da Espanha, da Holanda e da Inglaterra, cada um por si, lançaram-se na localização e exploração do precioso mineral em qualquer parte do mundo. Entretanto, a partir do século XIX, um outro tipo de ouro vai atiçar a cobiça humana. Visitando a Pensilvânia em 1859, George Bissel encontrou um lençol de petróleo dando então a largada. Na grande corrida universal atrás do valioso ouro negro, combustível que tornou-se a fonte energética da modernidade.[1] Os períodos mais quentes na história do petróleo estão intimamente ligados à criação do Estado de Israel e aos atritos entre o Mundo Ocidental e o Mundo Árabe. O petróleo afirmou-se não só como uma fonte de energia essencial para o mundo, mas também como uma forte arma geo-estratégica. A história do petróleo inicia-se a meio do século XIX, com o invento da primeira perfuradora de rochas em 1849. Dois anos mais tarde é criada a primeira companhia petrolífera, Pennsylvania Rock Oil. A primeira combustão a gasolina só foi inventada em 1870 e, a primeira bomba de gasolina só surgiu 15 anos depois. O surgimento do petróleo e particularmente da gasolina, foi acompanhado pelo nascer dos primeiros automóveis pela mão de Karl Benz na Alemanha e Henry Ford nos Estados Unidos. Na década de 50 é descoberto o método de destilação do petróleo em gasolina e outros derivados e é realizada a primeira perfuração de petróleo em níveis comerciais. Na década de 60 o petróleo foi pela primeira vez exportado para a Europa, assistindo-se o surgimento do primeiro petroleiro e do primeiro pipeline. O setor energético conhecia uma fase de grande desenvolvimento que, o petróleo criou condições para inovações tecnológicas que marcaram o mundo até aos dias de hoje. No início do século XX, o mercado petrolífero começou a crescer. Surgiram as primeiras perfurações no mar e foi descoberto petróleo em grande quantidade nas
  • 3. arábias, um fato determinante na evolução do preço do petróleo e da vida política mundial nas décadas seguintes. Inicialmente no Irã, mais tarde, em 1927, no Iraque e, em 1938 na Arábia Saudita. [2] ANTIGUIDADE Registros históricos da utilização do petróleo remontam a 4000 a.C. devido a exsudações e afloramentos frequentes no Oriente Médio. Os povos da Mesopotâmia, do Egito, da Pérsia e da Judeiajá, utilizavam o betume para pavimentação de estradas, calafetação de grandes construções, aquecimento e iluminação de casas, bem como lubrificantes e até laxativo. Os chineses já perfuravam poços, usando hastes de bambu, no mínimo em 347 a.C. Amiano Marcelino, historiador do período final do Império Romano, menciona o óleo da Media, usado em flechas incendiárias, e que não era apagado com água, apenas com areia; um outro óleo, mais viscoso, era produzido na Pérsia, e chamado na língua persa de nafta. No início da era cristã, os árabes davam ao petróleo fins bélicos e de iluminação. O petróleo de Baku, no Azerbaijão, já era produzido em escala comercial, para os padrões da época, quando Marco Polo viajou pelo norte da Pérsia, em 1271. ORIGENS DA INDÚSTRIA PETROLÍFERA A moderna indústria petrolífera data de meados do século XIX. Em 1850, James Young, na Escócia, descobriu que o petróleo podia ser extraído do carvão e xisto betuminoso, e criou processos de refinação. O primeiro poço moderno foi perfurado em Bibiheybət (Bibi-Heybat), próximo a Baku, no Azerbaijão, no ano de 1846. O Azerbaijão foi o maior produtor de petróleo no século XIX e no final do século XIX sua produção era de mais da metade da produção mundial. O primeiro poço comercial da Romênia foi perfurado em 1857. O primeiro poço nas Américas foi perfurado no Canadá, em 1858. Em agosto de 1859 o norte- americano Edwin Laurentine Drake perfurou o primeiro poço nos Estados
  • 4. Unidos para a procura do petróleo (a uma profundidade de 21 metros), no estado da Pensilvânia. O poço revelou-se produtor e a data passou a ser considerada, pelos norte-americanos, a do nascimento da moderna indústria petrolífera. A produção de óleo cru nos Estados Unidos, de dois mil barris em 1859, aumentou para aproximadamente três milhões em 1863, e para dez milhões de barris em 1874. [3] A crise do petróleo aconteceu em cinco fases, todas depois da Segunda Guerra Mundial provocada pelo embargo dos países membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) e Golfo Pérsico de distribuição de petróleo para os Estados Unidos e países da Europa. A região petrolífera do Golfo Pérsico foi descoberta em 1908 no Irã, a partir daí, toda a região começou a ser visada estrategicamente e explorada. Em 1960, na cidade de Bagdá, os cinco principais produtores de petróleo (Arábia Saudita, Irã, Iraque, Kuwait e Venezuela) fundaram a Organização dos Países Exportadores de Petróleo. A criação da OPEP foi uma forma de reivindicar perante uma política de achatamento de preços praticada pelo cartel das grandes empresas petroleiras ocidentais – as chamadas "sete irmãs" (Standard Oil, Royal Dutch Shell, Mobil, Gulf, BP e Standard Oil da Califórnia). Os três objetivos da OPEP, definidos pela organização na conferência de Caracas em 1961, eram: aumentar a receita dos países-membros, a fim de promover o desenvolvimento; assegurar um aumento gradativo do controle sobre a produção de petróleo, ocupando o espaço das multinacionais; e unificar as políticas de produção. A OPEP aumentou os royalties pagos pelas transnacionais, alterando a base de cálculo, e as onerou com um imposto. A crise do petróleo foi desencadeada num contexto de déficit de oferta, com o início do processo de nacionalizações e de uma série de conflitos envolvendo os produtores árabes da OPEP, como a guerra dos Seis Dias (1967), a guerra do Yom Kippur (1973), a revolução islâmica no Irã (1979) e a guerra Irã-Iraque (a partir de 1980). Os preços do barril de petróleo atingiram valores altíssimos, chegando a aumentar até 400% em cinco meses (17 de outubro de 1973 – 18 de março de 1974), o que provocou prolongada recessão nos Estados Unidos e na Europa e desestabilizou a economia mundial.
  • 5. FASES DA CRISE A primeira fase ocorreu em 1956 depois que o presidente do Egito na época Gamal Nasser nacionalizou o Canal de Suez até então propriedade de uma empresa Anglo-Francesa. O canal é uma importante passagem para exportação de produtos da região para países ocidentais, pelo que em virtude dessa crise, o abastecimento foi interrompido, com o bloqueio do Canal, levando a um aumento súbito do preço do petróleo. A segunda fase aconteceu em 1973 em protesto pelo apoio prestado pelos Estados Unidos a Israel durante a Guerra do Yom Kippur, tendo os países árabes organizados na OPEP aumentado o preço do petróleo em mais de 300%. A terceira fase ocorreu durante a crise política no Irã apartir de 1979 e, a consequente deposição de Xá Reza Pahlevi o que desorganizou todo o setor de produção no Irã, onde os preços aumentaram em mais de 1000%. Na sequência da Revolução iraniana, travou-se a Guerra Irã-Iraque, na qual foram mortos mais de um milhão de soldados de ambos os países, tendo o preço disparado em face da súbita diminuição da produção de dois dos principais produtores mundiais. A quarta fase foi a Guerra do Golfo em 1991, depois que o Iraque governado por Saddam Hussein ter invadido o país vizinho Kuwait, um dos maiores produtores de petróleo do mundo. Com a invasão das forças militares dos EUA e dos países aliados, os iraquianos foram expulsos do Kuwait. Contudo incendiaram alguns poços de petróleo do emirado provocando uma crise econômica e ecológica. A quinta fase deu-se no ano de 2008 quando os preços subiram mais de 100% entre Janeiro e Julho, em virtude de movimentos especulativos em nível global. [4]
  • 6. Guerra Irã – Iraque (1980-1988) [13] Operação Iraque Livre (2003) Guerra do Golfo (1991) O Cartel das Sete Irmãs era formado pelas seguintes companhias: 1 - Royal Dutch Shell. Atualmente chamada simplesmente de Shell. 2 - Anglo-Persian Oil Company (APOC). Mais tarde, British Petroleum Amoco, ou BP Amoco. Atualmente é conhecida pelas iniciais BP. 3 - Standard Oil of New Jersey (Esso). Exxon, que se fundiu com a Mobil, atualmente, ExxonMobil. 4 - Standard Oil of New York (Socony). Mais tarde, Mobil, que fundiu-se com a Exxon, formando a ExxonMobil. 5 - Texaco. Posteriormente fundiu-se com a Chevron, formando a ChevronTexaco de 2001 até 2005, quando o nome da companhia voltou a ser apenas Texaco. 6 - Standard Oil of California (Socal). Porteriormente formou a Chevron, que incoporou a Gulf Oil e porteriormente se fundiu com a Texaco. 7 - Gulf Oil. Absorvida pela Chevron, posteriormente ChevronTexaco. Após, as “Sete irmãs” tornaram-se apenas quatro: ExxonMobil, ChevronTexaco, Shell e BP. As sete maiores companhias petrolíferas do mundo na atualidade são empresas nacionais estatais ou semi-estatais, que competem entre si e com as demais companhias petrolíferas. As Novas “Sete Irmãs”, apontadas por executivos do setor consultados pelo jornal Financial Times , são: 1) Aramco, Arábia Saudita; 2) Gazprom, Rússia; 3) CNPC, China; 4) NIOC, Irã; 5) PDVSA, Venezuela;
  • 7. 6) Petrobras, Brasil; e 7) Petronas, Malásia. Segundo eles: ”Esmagadoramente estatais, elas controlam quase um terço da produção mundial de petróleo e gás e mais de um terço das reservas totais de petróleo e gás. Em contraste, as velhas sete irmãs – que encolheram para quatro na consolidação da indústria ocorrida na década de 1990 – controlam apenas 3% das reservas.” “A razão pela qual as sete irmãs originais eram tão importantes era que elas eram as fazedoras de regras; elas controlavam a indústria e os mercados. Agora, essas novas sete irmãs são as fazedoras de regras e as companhias petrolíferas internacionais são as seguidoras das regras”, diz o presidente da consultora PFC Energy, Robin West. Segundo a Agência Internacional de Energia (AIE), nos próximos 40 anos, 90% da oferta de hidrocarbonetos virá de países em desenvolvimento, o que representa uma grande mudança em relação às últimas três décadas, quando 40% [5] da produção vinha de países industrializados. O Peso do Cartel das Sete Irmãs no Mercado Internacional do Petróleo (%) 1950 1957 1970 1980 Cartel das sete irmãs 98,2 89,0 68,9 30,0 Outras companhias internacionais 1,8 11,0 31,1 70,0 [6] [13] Exploração de poços de petróleo nos dias Explosão de uma base de refinaria no de hoje Kuwait, efeito do ataque inimigo na guerra. Exploração de poços de petróleo em 1859 O petróleo no Brasil nos Estados Unidos No Brasil, a primeira sondagem foi realizada no município de Bofete no estado de São Paulo, entre 1892 e 1896, por iniciativa Eugênio Ferreira de Camargo, responsável pela primeira perfuração, até à profundidade de 488 metros, que teve como resultado apenas água sulfurosa.
  • 8. Em 1932 foi instalada a primeira refinaria de petróleo do país, a Refinaria Rio- grandense de Petróleo, em Uruguaiana, a qual utilizava petróleo importado do Chile, entre outros países. Foi somente no ano de 1939 que foi descoberto óleo em Lobato (Salvador), no estado da Bahia. Desde 1930 o tema do petróleo foi amplamente discutido no Brasil, polarizado entre os que defendiam o monopólio da União e os que defendiam a participação da iniciativa privada na exploração petrolífera. Entretanto, naquele período, o país ainda dependia das empresas privadas multinancionais para todas as etapas da exploração petrolífera, desde a extração, refino até a distribuição de combustíveis. Mossoró, segunda maior cidade do estado do Rio Grande do Norte, é maior produtor de petróleo em terra do Brasil. Após a Segunda Guerra Mundial iniciou-se no país um grande movimento em prol da nacionalização da produção petrolífera. Naquela época o Brasil era um grande importador de petróleo e as reservas brasileiras eram pequenas, quase insignificantes. Mesmo assim diversos movimentos sociais e setores organizados da sociedade civil mobilizaram a campanha"O petróleo é nosso!", que resultou na criação da Petrobrás em 1953, no segundo Governo de Getúlio Vargas. A Lei 2.004 de 3 de outubro de 1953 também garantia ao Estado o monopólio da extração de petróleo do subsolo, que foi incorporado como artigo da Constituição de 1967 (Carta Política de 1967) através da Emenda nº 1, de 1969. O monopólio da União foi eliminado em 1995, com a EC 9/1995 que modificou o Art. 177 da Constituição Federal. Após a crise petrolífera de 1973, a Petrobrás modificou sua estratégia de exploração petrolífera, que até então priorizava parcerias internacionais e a exploração de campos mais rentáveis no exterior. Entretanto, naquela época o Brasil importava 90% do petróleo que consumia e o novo patamar de preços tornou mais interessante explorar petróleo nas áreas de maior custo do país, e a Petrobrás passou a procurar petróleo em alto mar. Em 1974 a Petrobrás descobre indícios de petróleo na Bacia de Campos, confirmados com a perfuração do primeiro poço em 1976. Desde então esta região da Bacia de Campos tornou-se a principal região petrolífera do país, chegando a responder por mais de 2/3 do consumo nacional até o início dos anos 90, e ultrapassando 90% da produção petrolífera nacional nos anos 2000.
  • 9. Em 2007 a Petrobrás anunciou a descoberta de petróleo na camada denominada Pré-sal, que posteriormente verificou-se ser um grande campo petrolífero, estendendo-se ao longo de 800 km na costa brasileira, do estado do Espírito Santo ao de Santa Catarina, abaixo de espessa camada de sal (rocha salina) e englobando as bacias sedimentares do Espírito Santo, de Campos e de Santos. O primeiro óleo do pré-sal foi extraído em 2008. [7] EXPLORAÇÃO DE PETRÓLEO EM ÁGUAS PROFUNDAS A Petrobras é referência internacional na exploração de petróleo em águas profundas, para a qual desenvolveu tecnologia própria, pioneira no mundo, sendo a líder mundial deste setor. O seu projeto Roncador recebeu, em março de 2001, o "Distinguished Achievement Award - OTC'2001", tornando-se uma referência tecnológica para o mundo do petróleo e confirmando a liderança da Petrobras em águas profundas. A Petrobras bateu sucessivos recordes de profundidade por lâmina de água em extração de petróleo: 174 m em 1977 no campo Enchova EN-1 RJS, 189 m em 1979 no campo Bonito RJS-36, 293 m em 1983 no campo Piraúna RJS-232, 383 m em 1985 no campo Marimbá RJS-284, 492 m em 1988 no campo Marimbá RJS-3760, 781 m em 1992 no campo Marlim MRL-9, 1027 m em 1994 no campo Marlim MRL-4, 1709 m em 1997 no campo Marlim MLS-3, 1853 m em 1999 no campo Roncador RJS-436, 1877 m em 2000 no campo Roncador RO-8 e 1886 m em 2003 no campo Roncador RO-21. [12]
  • 10. Plataforma de exploração de petróleo da Petrobras Infográfico explicando o pré-sal Plataforma de exploração de petróleo da Petrobras. Na Baia Guanabara vista do Google Earth -22.879341°, -43.148726° Plataforma de exploração de petróleo Plataforma P-51 Acidente da plataforma P-36 Casco da Plataforma P-55 da Petrobras. Na Baia Guanabara Casco da Plataforma P-55 Inauguração da plataforma P-52 Plataforma P-50 Plataforma P-50
  • 11. DADOS DO PETRÓLEO Calcula-se que existam 1 trilhão de barris (1 barril = 159 litros) de petróleo nos subsolos do mundo. Até 1990 já haviam sido extraído 43,4% deles. A produção mundial anual atinge a 24 bilhões de barris. Deste total consome-se 23 bilhões e l bilhão vai para os depósitos.(os EUA produzem 13%, a Europa Ocidental 6%, o Golfo Pérsico 27% , os outros 19%). As reservas existentes no mundo inteiro são calculadas em 137 bilhões de tons.(67% delas encontram-se no Oriente Médio) Principais consumidores de petróleo: os EUA consomem 33 barris/per capita/ano; a Europa 22, a Coréia do Sul 16; o Brasil 4; e a Índia e a China mesmo de um barril/per capita/ano. [8] Principais Países produtores de petróleo Emirados Brasil Milhões de barris/dia 5,10% Nigéria Arabes Unidos Arabia Saudita Arábia Saudita 10,521 4,61% 5,27% 19,73% Rússia 10,146 USA 09,688 México China 04,273 5,59% Irã 04,252 Canadá Rússia 6,53% 19,02% Canadá 03,484 México 02,983 Emirados Árabes Unidos 02,813 Brasil 02,719 Irã Nigéria 02,458 7,97% USA China 8,01% 18,16% [9]
  • 12. MAIORES EXPORTADORES DE PETRÓLEO Milhões de barris/dia Angola 6,08% Argélia Iraque 5,72% 5,71% Arabia Saudita Arábia Saudita 7,322 Nigéria 23,69% Rússia 7,194 6,27% 2,486 Irã Emirados Árabes Unidos 2,303 Kuwait Noruega 2,132 6,87% Kuwait 2,124 Noruéga Nigéria 1,939 Rússia 6,90% Angola 1,878 23,27% Argélia 1,767 Emirados Iraque 1,764 Arabes Unidos Irã 7,45% 8,04% [9] MAIORES CONSUMIDORES DE PETRÓLEO Coréia do Sul Alemanha 5,29% Milhões de barris/dia 5,38% México 4,95% USA Brasil 24,32% USA 19,180 6,11% China 09,329 Japão 04,452 Índia 03,116 Rússia 03,038 China Arábia Saudita 02,650 Arabia Saudita 02,560 22,28% Brasil 6,33% Alemanha 02,495 Coréia do Sul 02,251 Rússia México 02,216 7,26% Índia Japão 7,44% 10,63% [9]
  • 13. MAIORES IMPORTADORES DE PETRÓLEO Espanha Milhões de barris/dia 4,64% Itália USA Reino Unido 4,45% 31,02% USA 9,631 5,11% China 4,328 Japão 4,235 França 5,63% Alemanha 2,323 Índia 2,233 Coréia do Sul 2,139 China França 1,749 13,94% Reino Unido 1,588 Coréia do Sul Espanha 1,439 6,89% Itália 1,381 Índia 7,19% Alemanha Japão 7,48% 13,64% [9] MAIORES RESERVAS DE PETRÓLEO Bilhões de barris Rússia 5,28% Líbia Nigéria 3,84% 3,19% Arabia Saudita Arábia Saudita 266,71 Emirados 23,46% Canadá 178,09 Arabes Unidos Irã 136,15 8,60% Iraque 115,00 Kuwait 104,00 Venezuela Venezuela 099,38 8,74% Emirados Árabes Unidos 097,80 Rússia 060,00 Líbia 043,66 Kuwait Nigéria 036,22 9,15% Canadá 15,66% Iraque Irã 10,11% 11,97% [9]
  • 14. Distribuição de combustíveis no Brasil Logística do petróleo no Brasil Distribuição de combustíveis no OUTROS Brasil (%) BR 24% 25% AGIP + WAL 4% ESSO 8% IPIRANGA 19% TEXACO 9% SHELL 11% [10] [10] BASES DE DISTRIBUIÇÃO NO BRASIL Bases de distribuição(%) Sul Norte 17,39% 14,29% Nordeste Norte 046 14,60% Nordeste 047 Centro-Oeste 042 Sudeste Centro- Sudeste 131 40,68% Oeste Sul 056 13,04% [10]
  • 15. [11] Infográfico de prospecção do petróleo no mundo. Os avanços tecnológicos para se chegar a exploração.
  • 16. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: [1] http://cafehistoria.ning.com/profiles/blogs/1980410:BlogPost:49720 [2] http://www.clubeinvest.com/bolsa/show_futures_technical_analysis.php?id=148 [3] http://wiki.advfn.com/pt/Hist%C3%B3ria_da_ind%C3%BAstria_petrol%C3%ADfera [4] http://pt.wikipedia.org/wiki/Crise_do_petr%C3%B3leo [5] http://petrogasnews.wordpress.com/2011/06/09/as-7-irmas-do-petroleo/ [6] http://www.ppe.ufrj.br/ppe/production/tesis/souzafr.pdf [7] http://wiki.advfn.com/pt/Hist%C3%B3ria_da_ind%C3%BAstria_petrol%C3%ADfera [8] http://cafehistoria.ning.com/profiles/blogs/1980410:BlogPost:49720 [9] http://wiki.advfn.com/pt/Hist%C3%B3ria_da_ind%C3%BAstria_petrol%C3%ADfera [10] http://www.maxwell.lambda.ele.puc-rio.br/8177/8177_5.PDF [11] http://cafehistoria.ning.com/profiles/blogs/1980410:BlogPost:49720 [12] http://pt.wikipedia.org/wiki/Petrobras [13] https://www.google.com.br/search?